Category

Branding Pessoal

Category

Personal Branding é a sua promessa.

E esse simples fato faz com que muitos prefiram continuar onde estão. Prometer é assustador.

Alguns admitem que é algo que sai muito de suas zonas de conforto. Outros dizem que não é a prioridade para o momento. Quaisquer que sejam as justificativas, sempre encontro alguns motivos em comum, não tão óbvios para nós mesmos por vezes, por trás dos discursos:

1) Não quero me expor nas redes sociais: Essa é uma preocupação frequente. E sim, a exposição online tem suas vantagens e desvantagens e atrai mais a uns do que outros.

Entretanto, a exposição online não é requisito e como já mencionei antes, não é sinônimo de um trabalho de gestão da sua marca pessoal. A sua marca é a sua promessa para o mercado (ou para o mundo) e o marketing é a forma como você comunica essa promessa. E a sua comunicação pode ou não ser online.

O que tenho percebido é uma certa ansiedade por parte de empreendedores/profissionais ao sentirem que precisam estar online para terem sucesso. Ao menos que você tenha como o objetivo alcançar o mercado de massa, esse não é um pré requisito. Além disso, a exposição online não necessariamente envolve você, suas selfies e frases de motivação. A sua opinião por meio de um artigo, o seu conhecimento compartilhado por podcasts ou a sua história por meio de registro do que está ao seu redor, pode ser uma alternativa para aqueles que não se sentem atraídos pela câmera. Mas novamente, a estratégia online não é um ultimato. O show ainda só acontece por causa dos bastidores.

Nota: Atualmente eu acho difícil não estar online. Isso porque o nosso comportamento de consumo envolve invariavelmente o meio digital e você também é procurado, validado e encontrado (ou não) de maneira online. Então em vez de evitar a todo custo, você provavelmente consegue se adaptar à demanda de alguma forma que seja mais confortável e sutil para você.

2) Não sou a favor de transformar uma pessoa em uma embalagem: O Personal Branding não é um trabalho de criação de uma marca e, sim, da descoberta e da conexão dela com os seus objetivos. É a expressão de forma autêntica, profunda dos seus valores, propósito e contribuição, suportados por nada mais nada menos que a ação/execução (fator indispensável).

Ou seja, esqueça a ideia de que é apenas uma maquiagem ou a valorização de algo não relevante ou credível. Pelo contrário. Eu trabalho com empreendedores e pessoas capacitadíssimas em suas áreas, genuínos e autênticos, mas que precisam entender melhor como seu posicionam e se comunicam para o mercado, para terem mais foco, tempo, energia e direção para colocarem o pé no acelerador e então atrairem mais oportunidades. E trabalhar apenas a imagem não é a resposta.

3) Não é o momento certo, porque estou em fase de transição

A sua promessa de contribuição para o outro não é uma fase. A forma como você a está entregando, sim. E sempre será. Mudaremos de trabalho, projeto, área e posição diversas vezes. E cada vez mais rápido. E esse é o novo padrão da mundo do trabalho. Trabalhar na gestão da sua marca fará com que essas mudanças sejam mais fluidas e estratégicas, já que você estará carregando com você a sua identidade, reputação e a sua visão, que te darão a solidez necessária para você se sentir cada vez mais seguro com as incertezas das transições.

4) Eu não gosto de me autopromover

Aqui são duas as considerações:

Todos nós nos autopromovemos de alguma forma, seja ao conquistar o seu business partner, o seu investidor, o seu chefe em uma entrevista de emprego ou um cliente na sua primeira venda. A forma como você o faz demonstra a sua intenção, que pode ser genuína ou prepotente e é ela que vai determinar a reação do outro a você.

Mas o que quero destacar é o segundo ponto: Quanto mais relevante a sua marca pessoal, menor a necessidade de se autopromover. Como disse Bezos uma vez: Branding é o que os outros falam de você quando não está presente.

5) Eu acredito que o que faz a diferença é a ação, a execução e não apenas falar e fazer promessas

Eu também. E é por isso que a gestão da sua marca pessoal envolve ambos, prometer (o que faz com que você aumente o compromisso com a entrega e estenda os seus limites e zona de conforto) e entregar (o que envolve ação, execução).

Nem sempre o mais esforçado é o que tem mais oportunidades. E nem sempre o que fala mais tem a melhor reputação. Você precisa dos dois.

Em geral, o grande fantasma e pergunta que passa pelas nossas cabeças e nos impede de seguir esse trabalho é: O que acontece se eu não tiver a capacidade de entregar? O que acontece se eu me expor e receber críticas? O que acontece se ninguém quiser o que eu ofereço?

O que faz a diferença é ir em frente.

Personal Branding é uma promessa. E a capacidade de você entregá-la ao outro, consistentemente.

E, acredite, entregar a sua promessa para o mundo é a melhor coisa que você pode fazer. Mesmo sendo assustador (sempre será).



Juliana-SaldanhaJuliana Saldanha
Estrategista em Personal Branding. Possui 5 anos de experiência em ativação de marcas, primeiro para empresas e projetos relacionados à inovação e agora para empreendedores, políticos, acadêmicos e influenciadores com desenvolvimento de metodologia própria. Fundadora do Techmall, aceleradora de startups de BH. Responsável pela ativação e expansão da ioasys do Brasil para Londres. www.julianasaldanha.com.br

Compartilhe!
error0

Em Imagem, um dos tópicos que comentamos é o de Sabotadores de Imagem. Sabotadores de Imagem são “deslizes” que podem desviar o foco do conteúdo da conversa para a Imagem, o que normalmente não é visto como algo positivo. A Imagem deve ser vista e utilizada sempre como uma ferramenta subliminar, algo de apoio ao assunto principal.

Não foi o que aconteceu durante a assinatura do contrato de Neymar. Apesar de muito ser comentado sobre as cifras milionárias do contrato do jogador, sua regata do Batman virou um assunto à parte e ganhou matéria precisa de Pedro Diniz  neste link.

Neste caso, porém, a escolha do que poderia ser um sabotador de imagem foi algo evidentemente intencional. As razões vão desde o fato de o jogador não necessitar respeitar o dresscode esperado de terno e gravata, numa demonstração de autoafirmação e poder, até efetivamente fazer parte de uma ação de marketing de alguma marca. Talvez hoje ainda não seja possível afirmar com certeza. Lembramos que dresscode é o estilo de vestimenta pedido ou esperado em determinada situação, seja ela um evento ou um escritório.

Vale atentar também para os casos de Mark Zuckerberg e Steve Jobs, citados na matéria. O aparente “descaso” com o dresscode na verdade é algo muito bem pensado e com certeza apenas aderido após anos de experiência, e que reverteu inclusive em criação de produtos que só aumentaram os ganhos de quem lançou esta tendência.

Não tente fazer isso em casa! Não respeitar o dresscode é uma das maiores queixas das empresas que nos contratam para treinamentos e palestras. Também optar por algo tão descontraído em uma entrevista de emprego é altamente arriscado, a menos que esteja se candidatando para setores e empresas mais informais.


Jaqueline Araujo e Silvia Beraldo são consultoras de imagem pessoal e corporativa há 10 anos e sócias na Olhar Estratégia de Imagem. Além de executarem processos individuais, ministram palestras e facilitam treinamentos para empresas como Bradesco, Carrefour, Sanofi, Novartis, Cisco, Mattos Filho, Net, dentre outras. Para mais informações e opções de contato, por favor acesse www.oeimagem.com.br

 


Quer aprender mais? No dia 23 de setembro temos a próxima edição da Oficina da Imagem e em breve lançaremos outro curso aberto – Dez Passos Para Uma Imagem Nota Dez!, em que passamos por todos os componentes para uma imagem cuidada e adequada as suas necessidades.

Compartilhe!
error0

Essa tem sido uma pergunta constante em minhas aulas, palestras e discussões, e entender essa diferença é importante para a carreira profissional. Branding pessoal é o mesmo que gestão da marca pessoal e tem por objetivo construir uma marca que se destaque no mercado. Já marketing pessoal vai ajudar a construir essa marca, definindo quais são as estratégias ideias para o sucesso profissional e pessoal.

Então já começo com a pergunta: “qual é o seu plano de marketing? Ou melhor, você tem um plano estratégico de marketing para construção da sua marca pessoal?

Marketing é a ciência que estuda as necessidades e desejos de uma determinada demanda no mercado, com o objetivo de oferecer produtos e serviços que os atendam.

As estratégias de marketing focam em otimizar as ofertas para que sejam o mais bem sucedidas possível em determinado mercado. Assim, estratégias de marketing bem planejadas alavancam o sucesso de produtos, serviços, empresas. Quanto mais consistente e alinhado com o mercado, maiores as chances de sucesso de um plano. Não basta apenas que o produto seja bom, ele precisa estar alinhado com as necessidades de mercado para ter sucesso.

Assim como no marketing de qualquer produto ou serviço no mercado, o marketing pessoal também precisa de estratégia. O seu principal produto é você, no entanto, uma grande parte dos profissionais passa a vida sem traçar um planejamento de carreira consciente e consistente buscando alcançar metas pessoais. Mesmo que você tenha um objetivo bem definido para a sua carreira profissional, sem um plano, ele tem poucas chances de se realizar.

O planejamento de marketing pessoal é equivalente a qualquer planejamento de marketing, aplicando-se a mesma metodologia ao produto “você”. Você conhece o seu ambiente? Mercado? Clientes? Concorrentes? Todo produto é composto de conteúdo (produto ou serviço em si), embalagem e marca. Você conhece bem o seu produto? Você tem marca pessoal? Como é a sua “embalagem”? Quais são as suas características principais?

Após analisarmos o ambiente e produto, precisamos avaliar as nossas competências e os cenários possíveis para podermos escolher as melhores estratégias de atuação. O instrumento que nos auxilia a fazer isso nos planos de marketing é a matriz SWOT (forças, fraquezas, ameaças e oportunidades) – ela é essencial para compreendermos o contexto estratégico do seu produto. Você sabe quais são as suas forças pessoais? E fraquezas? Você já fez uma análise de cenários avaliando ameaças e oportunidades? Qual é a sua situação? Como você pode usar as suas forças para aproveitar as oportunidades do mercado e se defender das ameaças? O que você pode fazer para amenizar as suas fraquezas?

Combinando-se o produto com o seu preço, praça e comunicação (promoção)obtemos as estratégias variadas para se alcançar objetivos distintos. Qual a melhor combinação de produto, preço, praça e promoção para você? Como você se apresenta? Qual é o seu conteúdo? Que plataformas você usa para se promover? Você tira proveito do ambiente digital?

Essas são apenas algumas das questões que precisam ser respondidas para traçar um plano de marketing pessoal. Desenvolver esse planejamento e cuidar da marca pessoal são ações essenciais, pois da mesma forma que os produtos e serviços produzidos e oferecidos por empresas podem ser lançados, substituídos ou descontinuados, o mesmo pode acontecer com você!

Lembre que você é o gestor nesse processo, portanto as estratégias de marketing pessoal bem feito fará a diferença na construção de uma marca pessoal diferenciada no mercado.

Compartilhe!
error0

Imagem é a forma como somos percebidos pelos outros. Nossa identidade e nossa essência são transmitidas através de sinais que compõem nossa comunicação não verbal, ou seja, tudo que comunicamos a nosso respeito que não envolva o mecanismo da fala. Você já parou para pensar que tipo de sinais tem emitido? Que mensagens tem passado sem que você mesmo perceba, seja através de seu gestual e comportamento, seu tom de voz, suas expressões faciais ou sua aparência?

Nossa aparência é parte relevante do pacote que afeta as impressões das pessoas a nosso respeito, sobretudo quando se encontra alguém pela primeira vez. Gostando ou não, a maior parcela da primeira impressão pode vir do impacto visual que causamos. Não seria esta uma ferramenta muito importante para ser deixada de lado, especialmente em ambientes corporativos? Em tempos de comoditização de profissionais, não seria a imagem um grande diferencial competitivo?

Ao contrário de nossa comunicação verbal, que tem princípio, meio e fim, a comunicação não verbal é intermitente, e, muitas vezes, invasiva e involuntária. Ela nos denuncia, podendo ajudar ou dificultar nosso esforço de venda.

A credibilidade, fator fundamental em ambiente corporativo, também encontra suporte em nossa própria imagem. Ela é o conjunto que você apresenta, do qual sua vestimenta faz parte e, de acordo com os conceitos da imagem, as pessoas sempre fazem algum tipo de declaração, eficaz ou deficiente, pela maneira como se vestem.

As pessoas relacionam-se conosco a partir da forma como nos percebem; mais do que isso: fazem negócios com quem elas confiam. Obviamente a confiança envolve valores como competência, reputação, entrega, dentre outros; mas nossa imagem exerce grande influência ao inspirar (ou não) confiança em nossos contatos e amigos.

O universo corporativo está cada vez mais informal e, embora os códigos de vestimenta nestes ambientes estejam mudando, existem algumas recomendações simples que podem fazer com que cada um encontre seu equilíbrio.

A imagem não deve ser a característica mais determinante, mas sim cumprir com louvor seu papel em nossa venda silenciosa, dando suporte aos nossos atos e afirmações. Quanto mais alta nossa posição ou aonde queremos chegar, maior deve ser a preocupação com nossa imagem.

Não permita que os outros o avaliem de forma diferente do que você é. Você tem o poder em suas mãos. Seja seu trabalho formal ou mais informal, para criar uma imagem de profissionalismo e sucesso, sua imagem pessoal deve ser coerente com a mensagem que seus outros atributos projetam.

Para gerenciar sua marca pessoal através de sua imagem:
  1. Conheça seu corpo e tudo que o favorece, desde modelos de roupas a melhores cores. Use peças adequadas ao seu tamanho, ou seja, nem muito justas, nem soltas;
  2. Minimalismo é uma palavra-chave nos dias atuais! Invista em qualidade, e não quantidade;
  3. Tenha algo marcante e torne isto parte de sua marca. Pode ser um relógio, um acessório, seus óculos, um corte de cabelo, algo que faça com que as pessoas vejam e imediatamente se lembrem de você;
  4. Esteja sempre adequado às situações. Se for convidado para um evento e tiver dúvidas, não hesite em perguntar o dress-code;
  5. O sorriso é seu principal acessório sempre!

Jaqueline Araujo e Silvia Beraldo são consultoras de imagem pessoal e corporativa há 10 anos e sócias na Olhar Estratégia de Imagem. Além de executarem processos individuais, ministram palestras e facilitam treinamentos para empresas como Bradesco, Carrefour, Sanofi, Novartis, Cisco, Mattos Filho, Net, dentre outras. Para mais informações e opções de contato, por favor acesse www.oeimagem.com.br

Compartilhe!
error0

Vivemos em um momento em que as marcas estão tentando agir como pessoas e as pessoas estão tentando se tornar marcas.

Basta olhar a enorme quantidade de Youtubers sendo tratados como “experts” ou “superstars”. Por outro lado, muitas empresas estão personificando suas marcas, humanizando-as a tal ponto que esta expressa até sentimentos.

Neste ponto, cria-se um paradoxo. As marcas corporativas não se encaixam bem na personalidade das pessoas – e as pessoas se sentem confinadas no posicionamento que criaram para si mesmas para serem reconhecidas.

Mas ambos buscam a mesma coisa: autenticidade.

Nesta busca, as marcas corporativas se utilizam do design, da publicidade e das mídias digitais para incorporar personalidade às suas marcas. A ideia era que as marcas poderiam se tornar grandes amigas de seus públicos.

Por outro lado, o consumidor tem livre acesso à informação e não acredita mais em tudo o que as marcas dizem. Seu próprio comportamento mudou ao longo dos anos, tornando-o mais ativo e consumindo produtos e serviços mais próximos do seu jeito de ser.

Para complicar ainda mais as coisas, a internet atingiu as marcas como um furacão, pois esta permitiu acesso à informação e a qualquer pessoa expressar sua opinião sobre tudo e todos – dando a possibilidade para qualquer um inovar e reinventar produtos e serviços antes dominados pelas empresas. Mas esta mesma tecnologia criou a necessidade de se expressar e criar uma “personalidade” digital.

Penso que as mídias sociais forneceram um novo fórum para que as marcas pessoais e corporativas se expressassem. No início, havia uma crença de que as mídias sociais resultariam em uma nova era de autenticidade pessoal. Em minha opinião, o contrário aconteceu, pois as mídias sociais inibem a autenticidade uma vez que todos podem assistir, criticar e contestar o que você diz. E pior, a maioria acredita que a sua “autenticidade” é melhor que a do outro, gerando conflitos e intolerância.

No entanto, é muito mais fácil para as pessoas reais serem percebidas como autênticas. Diferente da tela, que aceita tudo, podemos perceber expressões, interpretar o tom de voz e a intenção de sentido. Por outro lado, é difícil para uma embalagem em uma gôndola ou uma land page expressarem autenticidade.

Vejamos a Apple. Sua personalidade está intimamente ligada à personalidade de seu fundador, Steve Jobs.

Afinal, “dar a cara a tapa” na busca pelo bem comum é o melhor caminho para as marcas transmitirem autenticidade, ou seja, ações falam mais alto do que palavras ou imagens bonitas. Ter uma missão e valores bem definidos e sinceros geram crenças. E crenças vendem. Mas isso é mais fácil de dizer do que fazer. Por isso temos tão poucas marcas que não possuem apenas consumidores, mas verdadeiros seguidores.

Um paradoxo final é que as marcas devem continuar tentando ser como as pessoas, sem atingir esse objetivo. E as pessoas usarão técnicas de Branding para se consolidarem como marcas, mesmo que essas técnicas coloquem sua autenticidade pessoal em risco.

Compartilhe!
error0

O termo Personal Branding, ou Gestão de Marca Pessoal, tem sido cada vez mais mencionado como indispensável para a gestão de nossas carreiras ou negócios no mercado atual, seja você empreendedor, celebridade, político ou executivo.

Isso porque a dinâmica de mercado mudou. Observamos agora o foco para as relações mais humanizadas nas instituições, o aumento da competitividade e globalização devido às conexões online e trabalho remoto, a velocidade de mudanças causadas pelo avanço tecnológico, a entrada de uma nova geração com outros anseios e visões no mercado profissional, e as mídias sociais como principal meio de comunicação e ampliação da voz do consumidor. Todos esses fatos refletem na mudança das estruturas organizacionais e na nossa forma de lidar com a carreira/vida profissional.

Sendo assim, é importante que a direção das nossas vidas seja baseada em nossas escolhas e não nas mudanças externas, cada vez mais frequentes. Como disse Tom Peters, precisamos ser CEO de nós mesmos.

Ao contrário do que muitos pensam, a Gestão de Marca Pessoal não se trata da gestão das suas redes sociais e de uma hora para outra começar a falar sobre você no seu Linkedin ou Facebook. Não está relacionado a você se autopromover e não é um desperdício de tempo ou mera futilidade. Personal Branding é um recurso para você se tornar relevante no mercado, diferenciar-se e conectar-se com o seu público de maneira mais humana e autêntica, além de crescer a sua rede de contatos de maneira valiosa.

Aqui trago alguns conceitos e frases referentes ao termo:

Personal Branding é um jeito sistemático e divertido de tornar-se mais definido e claro como um indivíduo, não só aos olhos de outras pessoas, mas também em sua própria mente” – Thomas Gad, autor de 4D Branding (2001).

“A filosofia do Personal Branding parte do pressuposto de que cada um de nós tem dons únicos e propósito e sonhos distintos na vida. Ao conectar esses dons, propósito e sonhos, nós nos abrimos para a felicidade e sucesso na vida” – Frost (2003).

“Independente de idade, posição e negócios que porventura estamos inseridos, todos nós precisamos entender a importância do Branding. Nós somos os CEOs das nossas próprias empresas: EU, Ltda…Para estar no mercado atualmente, a nossa tarefa mais importante é ser head de marketing de uma marca chamada “Você”– Tom Peters (1997).

“Todos nós temos uma marca pessoal, porque simplesmente todo mundo faz uma promessa ao mundo – alguns de forma explícita, mas a maioria implícita. Você é o seu principal recurso” – RajeshSetty (2006).

Personal Branding é construir a autoridade que faz com que as pessoas prestem atenção em sua mensagem, querendo compartilhá-la e recomendá-la aos outros” – Mark Traphagen.

“Sua marca pessoal é o que as pessoas dizem sobre você quando você não está na sala” – Jeff Bezos.

 

É importante ressaltar que visibilidade e reconhecimento não acontecem de maneira imediata, como vêm os likes e comentários na sua fanpage. E quando falamos em resultados na gestão adequada da sua marca pessoal, estes não estão relacionados a métricas de vaidade tais como número de visualizações ou comentários.

Marca pessoal nada mais é do que um nome mais cool para reputação. E você não a constrói em horas ou minutos. Você deve antes conquistar confiança, credibilidade e autoridade durante semanas, meses e anos.

É claro que com as mídias sociais esse período para o alcance do reconhecimento em determinado nicho parece ter sido encurtado. Devemos, sim, aproveitar das ferramentas digitais disponíveis para que possamos ter maior alcance e visibilidade para nossos perfis, mas é necessário lembrar de que essa é apenas a superfície, o canal de comunicação. É necessário entender antes pontos que são os pilares da sua marca: seus objetivos, sua identidade, forças e fraquezas, propósito, valores, mensagem, posicionamento, audiência…

Quer dar o primeiro passo em Personal Branding? Reflita sobre os pontos abaixo:

Quem é você e qual valor você oferece para o outro/mundo/mercado? O que o torna único (experiências, personalidades, história)? De que forma você quer ser reconhecido? E de que forma você compartilha e comunica o seu conhecimento, o seu valor?

A autorreflexão é o primeiro e importante passo para você gerir de forma adequada a sua marca pessoal e, assim, ser o autor da sua própria história.



Juliana-SaldanhaJuliana Saldanha
Estrategista em Personal Branding e sócia-fundadora da aceleradora de startups Techmall. Experiência no desenvolvimento de novos negócios no meio digital, de empreendedorismo e inovação. Tenho como missão ajudar novos projetos e pessoas a alcançar resultados, tornando-os mais atraentes e críveis. Isso por meio da comunicação, inovação, gestão de marca e relacionamento com stakeholders. www.julianasaldanha.com.br

Compartilhe!
error0

O mundo requer que possamos cada vez mais acompanhar mudanças, tendências e oportunidades em um mercado altamente competitivo, onde as pessoas parecem ser todas tão iguais, não explorando aquilo que cada uma tem de único, exclusivo e melhor, ou seja, seus diferenciais.

As pessoas não acreditam que o mundo está mudando. Entretanto, o mundo não caminha a passos largos, mas a pulos gigantescos. Observe o mundo corporativo, fazendo com que as marcas tenham que se movimentar e criar estratégias para diferenciarem-se da concorrência e ainda serem as primeiras a serem lembradas pelos consumidores. As marcas corporativas criam vínculos, obtêm fidelidade, constroem relacionamentos, emocionam, geram experiências e contam histórias; tudo isso para fortalecerem seus diferencias.

Agora imagine essa concorrência entre as marcas pessoais.
Quantos profissionais como você estão neste momento buscando algumas coisas como: recolocação no mercado, motivação na vida profissional, conquistar uma promoção na carreira, qualidade de vida pessoal, habilidades para o mercado, desenvolver competências, ser mais competitivo, ser reconhecido?

Então, vamos refletir sobra as seguintes questões:

  • Como destacar-se da concorrência?
  • Como ser o primeiro a vir à mente das pessoas?
  • Como comunicar de maneira clara e objetiva quem é você?
  • Qual é a reputação da sua marca?
  • Qual é o propósito da sua marca?

Diante desse cenário, pesquisamos e estudamos a interrelação, o alinhamento entre a marca e o marketing e a importância desta gestão nos diferentes ciclos de vida de uma pessoa/profissional.

A partir disso o Projeto Personal Management (Gestão da Marca e do Marketing Pessoal) foi desenvolvido, tendo a coordenação constante de dois profissionais com expertises nessas áreas e que atuam há vários anos pesquisando, criando metodologias e aplicando-as no mercado. Esses profissionais ainda visualizam os reais resultados de uma marca e um marketing pessoal alinhados e bem geridos.

Somos a Personal Management | Gestão da Marca e do Marketing Pessoal e temos o propósito de acompanhar as inúmeras tendências do mercado para facilitar, por meio da conexão entre a marca e o marketing, a gestão da vida e carreira.

Nosso objetivo é que cada pessoa seja protagonista da sua vida e carreira, alinhando todos atributos da marca ao marketing verdadeiro, responsável e ético.

 


 

Saiba mais sobre o Workshop Marca Pessoal que acontecerá no dia 29/04/2017, um dia inteiro trabalhando a metodologia Personal Branding Step by Step!

Desconto especial de 20% para os seguidores do InfoBranding

Digite o código promocional pmabril (promoção com vagas limitadas): www.personalmanagement.com.br/agenda

 


 

Paulo Moreti

Publicitário, sócio diretor da Element Publicidade, estúdio de criação com mais de 25 anos no mercado, Gestor de Marcas Pessoais, Pós-Graduado em Gestão de Marcas pelas Faculdades Integras Rio Branco, criador da metodologia Personal Branding Step by Step única no Brasil, especialista na consultoria e desenvolvimento de identidades corporativas, identidade visual para eventos/cursos e marcas pessoais. Palestrante, Professor convidado das Faculdades Integradas Rio Branco, Istituto Europeo di Design, Instituto Mauá de Tecnologia, Senac (Fortaleza e São Paulo), Faculdades Integradas Oswaldo Cruz (curso de Personal Branding), FMU (curso de Branding), SINESP – sindicato dos Nutricionista de São Paulo(no curso Rumo certo – módulo de marketing e marca pessoal), Professional Coach pela Sociedade Latino Americana e autor do livro O Marketing também veste branco e idealizador do E-book Connective Ideas. Alguns clientes: ABBA Cosméticos, Cia. Lorenz, Assoc. Paulista de Nutrição, Citibank, Nextel, Moça Bonita Bar, Assoc. Paulista de Odontopediatria, CBA International, Seeds of Dreams Institute | Orlando USA, Century 21, Motor Company, Lubian Telhas ecológicas, Leclerc Cosméticos, entre outros.

DulceDulce Regina Migliorini

Profissional multidisciplinar, sócia diretora da Karyon, fonoaudióloga, gestora, consultora organizacional, roteirista, publicitária, palestrante, professora convidada das Faculdades Integradas Rio Branco. Especializada em Comunicação pela PUC, Pós Graduada em Marketing pela ESPM, Saúde Pública pela USP, Storytelling ESPM, Gestão de Marcas pelo Insper, Executive Coach pela Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC). Atua como consultora nas seguintes áreas: desenvolvimento organizacional, comunicação, atendimento ao cliente, retenção, cobrança, vendas, fidelização, pesquisas de comportamento do consumidor, consumer experience em empresas de diversos segmentos tais como: Claro, MarketSystem, SKY, CIEE SP, Itaú, Citi, Santander, American Express, Nextel, Olgivy, Datasearch, Uniscience, Netmovies, Autopel, Plaza Hotéis, entre outros. Autora de metodologia para áreas de Vendas e atendimento ao cliente e idealizadora do e-book Connective Ideas.

Compartilhe!
error0

Há alguns anos falar de branding para o profissional da área da saúde chegava a ser uma heresia. Afinal, foram formados para cuidar do outro e não de sua própria imagem, acreditando que o cliente sempre estaria à sua porta e que, pelo simples fato de estar formado, já seria um vencedor…com pós-graduação então? Uau!

As mídias digitais trouxeram uma nova perspectiva de mercado onde o cliente passou a procurar experiências. E como procurar experiências favoráveis se, por via de regra, ir ao profissional de saúde significa “tratar dor”?? Bingo! A marca do profissional passou a ser a experiência desejada. Bem estar? Confiabilidade? Inovação? E, por aí afora.

Alguns já começaram a perceber que de nada vale o “canudo” debaixo do braço sem uma boa “propaganda”. Aliás, já diziam os antigos que a propaganda é a alma do negócio.

Mas, o que é Branding? De uma forma simplista é a mensagem que queremos passar para o consumidor ou o agrupamento de soluções que uma marca utiliza, seja no logo, música ou site para chegar ao consumidor. O consumidor deseja apenas algo que ele vê valor.

Para os profissionais da área de saúde: dentistas, médicos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos, o valor da marca é empírico. O cliente não está comprando um carro, um aparelho doméstico ou algo que ele possa pegar nas mãos, olhar e comparar…ele compra sem ver o resultado, acreditando na marca do profissional.

Nestes tempos de mudanças onde o consumidor final busca o produto que lhe diz alguma coisa, e esta alguma coisa é o que ele almeja, os profissionais da área de saúde devem se preocupar mais com seu posicionamento frente ao mercado. O que sou? O que quero passar? Aonde quero chegar?


Por Dra. Paula Machado:

Possui graduação em Odontologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1992), especialização em Desordens da ATM e Músculos da Mastigação pela Universidade Federal de São Paulo (2001), especialização em Radiologia pela Universidade Camilo Castelo Branco (1999), mestrado em Morfologia Aplicada à Área da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2005) e aperfeiçoamento em Odontopediatria pelo Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Odontologia (1994). Por dez anos foi preceptora da Universidade Federal de São Paulo, Preceptora do Instituto da Cabeça – Hospital São Paulo e Professora Assistente do Associação Brasileira de Ensino Odontológico. Atuando principalmente nos seguintes temas: Odontologia, Força de mordida, Miopatia Nemalínica, Estética bucal, Disfunções na ATM.

Compartilhe!
error0

Caso você ainda esteja passeando pelas mídias sociais, batendo papinho com amigos e familiares, postando fotos do seu último lanchinho ou aquela balada que acabou com você ontem… talvez seja hora de repensar pois, com toda certeza, elas (mídias sociais) podem não estar ajudando a fortalecer sua marca e, pior, provavelmente estas postagens não estejam dando credibilidade para um possível contato profissional. Você pode até achar que “não pega nada” publicar essas coisas, mas as empresas e seus recrutadores estão atentos a tudo.

Veja os 10 maiores erros cometidos em redes sociais:

  • 46% publicam fotos improprias e depreciativas;
  • 41% publicam informações sobre consumo de álcool ou drogas;
  • 36% publicam reclamações sobre antigos empregos e ex-chefes;
  • 32% publicam habilidades de comunicação pobres;
  • 28% publicam comentários discriminatórios;
  • 25% publicam mentiras sobre qualificações;
  • 24% publicam/compartilham informações confidenciais;
  • 22% publicam ligações com práticas ilícitas;
  • 21% publicam apelidos não profissionais e
  • 13% publicam mentiras sobre ausências no trabalho.

Fonte: Exame

Cada dia mais e mais empresas estão criando estratégias on-line para fortalecer suas marcas,  aproximá-las de seus clientes e também conquistar novos, isso não é exclusividade das empresas, as pessoas também podem e devem construir suas marcas.

Construir uma marca pessoal em mídias sociais não acontece da noite para o dia, é um compromisso de longo prazo. Para garantir o sucesso com sua marca pessoal em mídias sociais é essencial ter um bom design, criar e compartilhar conteúdos interessantes e atuais ou que gerem debates de ideias, e construir um bom relacionamento com outros usuários.

O erro mais comum é que as pessoas iniciam suas páginas na adolescência com apelidos “gatinha gostosa”, ”sarado 15” ou “predador”, etc., e é lógico que nessa idade não passa nem de longe a ideia de se trabalhar a marca pessoal. Agora, já imaginou você se cadastrando numa empresa e a área de recrutamento/RH recebendo sua ficha ou currículo e, no item e-mail está preenchido: lindo27sp@hotmail.com!!! Bom, já deu pra perceber por onde devemos começar essa jornada.

Padronizar e/ou organizar os perfis das suas mídias sociais é o próximo passo, isso trará consistência para a apresentação na sua marca, além de profissionalismo. E é aqui que você precisa evidenciar seus diferenciais, suas habilidadese seu propósito de vida.

Outro ponto a se refletir é o compartilhamento de conteúdo. A internet está cheia de bichinhos fofinhos, vídeos engraçados e memes, mas mesmo que você ache isso tudo legal de postar, não compartilhe em suas páginas de mídia social, seja mais objetivo sobre o que você posta pois através destas postagens você está construindo para os outros, ou melhor, deixando que os outros construam a imagem da sua marca. O objetivo deve ser postar e compartilhar conteúdo que seja significativo, opiniões que sejam perspicazes e pensamentos que sejam valiosos. Conteúdo visual é algo muito interessante, pois somos seres visuais, nosso cérebro é capaz de processar mais imagens e vídeos do que grandes massas de texto.

Porém, nada disso que falamos até agora funcionará se você não tiver um bom networking. Crie sua rede de contatos, busque se conectar a pessoas e interagir com elas.

 

Paulo Moreti

Fundador da Element Comunicação, gestor de marcas e especializado em Gestão de Marcas Pessoais, palestrante, autor do livro o Marketing também Veste Branco, professor convidado em diversas instituições de ensino com o curso Personal Branding – step by step, tais como: Faculdades Integradas Rio Branco, MBA “New Branding Innovation”, IED – Istituto Europeu Di Design, curso de pós-graduação “Fashion Marketing” e Branding Experience, Instituto Mauá de Tecnologia no curso de pós-graduação “Creative Design Business”, no SENAC no curso de pós-graduação “Negócios da Moda: Gestão, Marca e Coleção” e na FMU no curso de extensão em Branding. Cofundador da CreAtiveMood, espaço alternativo para colaborar, pesquisar, educar, experimentar e fazer, onde criamos cursos, palestras, workshops, oficinas e laboratórios para qualquer pessoa que acredite no autodesenvolvimento como ferramenta de inserção e sobrevivência no mundo pessoal e profissional. Associado da BrandTeam, projetos de Branding colaborativos.

Compartilhe!
error0

Enquanto eu pensava em próximos temas para escrever, parei para me questionar em quais áreas ou para quais pessoas a gestão de marca pessoal, ou Personal Branding, pode trazer maiores impactos. Se eu for pensar em ações disruptivas, que podem até causar burburinho pela audácia, uma dessas áreas com certeza é o cenário político.

Nos EUA, o Personal Branding na área política já acontece há anos, país onde os eleitores normalmente elegem pessoas em vez de partidos. Como exemplo de boas práticas, Barack Obama pode ser considerado um mestre – vide seus discursos sempre alinhados com seus valores, consistente com suas ações, seu posicionamento claro e enfático e, claro, o momento em que soube transformar seus sonhos em uma das mais marcantes campanhas políticas de todos os tempos – “Yes we can”.

Ao contrário do que acontece por lá, aqui no Brasil ainda observamos a obsolescência quanto ao tema. Discursos vazios, com mensagens impessoais, sem embasamento ou posicionamento. A não ser, claro, o posicionamento contra o partido concorrente (não vou nem entrar no mérito de entender a lógica em focar o discurso no concorrente em vez de focar em sua própria marca e proposta de valor).

A atual política gera desconfiança e rejeição em vários aspectos. E as campanhas atualmente são mais pano de fundo para memes e piadas do que para informar. As mensagens são as mesmas de sempre, enquanto o cidadão (ou o consumidor) está em outra era, mais exigente, mais informado, mais questionador e também mais cansado. Se hoje os consumidores questionam grandes marcas sobre a veracidade de suas informações e autenticidade, porque não fariam o mesmo com os políticos?

Pode ser que o pensamento do candidato aqui no país seja “em time que está ganhando não se mexe” e ele prefira ir conforme a maré, já que não quer correr o risco de perder eleitores. Bom seria se a lógica do mercado atual fosse aplicada na política, a de que não queremos ser tratados como um mercado de massa, mas sim como indivíduos, e que não queremos ser agradados a qualquer custo e, sim, ir junto e levantar a bandeira daquelas marcas com as quais nos identificamos. E para que consigamos nos identificar com alguém, as opções devem ser diferentes entre si, certo?

Assim como as empresas, os políticos deveriam investir na construção de suas identidades próprias, em que cada um tenha a “permissão” dos partidos e a “audácia” de se posicionar como referência ou expert no assunto x ou y, de se renovar constantemente, de ouvir o seu público-alvo, de dizer não, de ser autêntico. E não só em período eleitoral.

Nós devemos construir nossas marcas baseadas em nossos valores, habilidades e diferenciais e não só usá-las para promoção, mas sim para ganhar credibilidade e confiança do nosso público por meio de ações consistentes e condizentes com o que pregamos.

Será que não é esse investimento em Personal Branding – o investimento em suas marcas e o cumprimento dessas promessas – que estamos esperando dos políticos?

Bom, um passo à frente, ao menos comparado à maioria dos nossos políticos, Donald segue à risca o que o mercado pede e investe em seu Personal Branding (alinhamento de sua marca a partir de quem você é e do que os outros pensam de você, o que lhe dá a diferenciação emocional no mercado) em vez do tradicional Marketing Político (o que você diz sobre si mesmo).

Trump já deve saber que ninguém suporta marcas que são forçadas e querem apenas agradar a todo custo (ele mesmo desagradou muitos candidatos ao dizer sua famosa frase: “You’re fired!” ou “Você está demitido!”).

Se eu pudesse dar um conselho aos nossos futuros candidatos seria: siga o caminho de Trump. Ou seja, seja verdadeiro e assuma quem você é. Seja autêntico em sua comunicação, em suas interações e relacionamentos e condizente com a sua essência e seus valores. Investir em sua marca pessoal não é você agir como um robô com falas decoradas. Não é você só falar sobre você e seu trabalho. Não é você vestir uma máscara e atuar como um personagem. Não é você ser alguém que você não é.

E, por último: deixe transparecer essa identidade não só em suas campanhas, mas em sua vida. Posso até não votar em você dependendo do seu posicionamento, mas com certeza terá o meu respeito. E o respeito de muitos eleitores, sejam eles do seu partido ou não.

Juliana SaldanhaJuliana Saldanha
Estrategista em Personal Branding e sócia-fundadora da aceleradora de startups Techmall. Experiência no desenvolvimento de novos negócios no meio digital, de empreendedorismo e inovação. Tenho como missão ajudar novos projetos e pessoas a alcançar resultados, tornando-os mais atraentes e críveis. Isso por meio da comunicação, inovação, gestão de marca e relacionamento com stakeholders. www.julianasaldanha.com.br

Compartilhe!
error0