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A Transformação digital mudou o comportamento das pessoas e trouxe diversos benefícios e facilidades para as marcas e para o nosso dia a dia. No entanto, percebemos como a perda de privacidade e a disseminação de fake news também foram facilitadas em quantidade e velocidade. Mas não só isso! Cibercriminosos passam a explorar cada vez mais formas e meios de atuar através dos meios digitais.

A Check Point Research (CPR), braço de Inteligência em Ameaças da Check Point® Software Technologies Ltd. (NASDAQ: CHKP), fornecedora global de soluções em cibersegurança, acaba de publicar o relatório mais recente sobre Phishing de Marcas, o “Brand Phishing Report” referente ao primeiro trimestre de 2020.

Você sabe o que é Phishing de Marca?

Em um ataque de phishing, os cibercriminosos procuram imitar o site oficial de uma marca bem conhecida ao utilizar um nome de domínio similar ou uma URL e design de web parecido com o site legítimo. O link para o site falso pode ser enviado às pessoas por e-mail ou por SMS, a fim de redirecioná-las durante a sua navegação web ou mesmo ser ativado a partir de um aplicativo móvel fraudulento. O site falso, muitas vezes, contém um formulário com o intuito de roubar os dados pessoais do usuário, detalhes de pagamentos ou cartões de crédito ou outra informação confidencial.

O relatório destaca as marcas que foram mais imitadas pelos cibercriminosos em suas tentativas de roubo de informação pessoal dos usuários ou de suas senhas de pagamentos nos três primeiros meses deste ano.

Apple, Netflix e Yahoo! são as marcas mais imitadas para tentativas de phishing

A Apple foi a marca alvo dos cibercriminosos, adotada com maior frequência, passando da sétima posição (referente aos 2% de tentativas de phishing em nível global no 4º trimestre de 2019) para o topo do ranking com 10% de todas as tentativas de phishing relacionadas à gigante tecnológica.

A Netflix assumiu a segunda posição com 9% das tentativas de phishing a serem relacionadas com a empresa, provavelmente devido ao aumento de pessoas que passaram a acessar o serviço durante a pandemia de Coronavírus. Já o Chase Bank cresceu em 3% do 4º trimestre de 2019 para ocupar a sexta posição, nesta nova edição do relatório, com 5% das tentativas de phishing explorando esta marca.

O setor com a maior probabilidade de ser alvo de phishing de marca é o da Tecnologia, seguido pelos Bancos e por Mídia e Entretenimento. Isto ilustra bem a abrangência e as áreas mais consumidas pelos usuários, particularmente durante a pandemia do novo Coronavírus e a quarentena, quando as pessoas são levadas a adotar tecnologia de trabalho remoto ou home office, a ajustar a situação financeira e a aumentar a procura por serviços de entretenimento em casa com recurso ao streaming.

Ranking de marcas usadas para phishing no 1º trimestre de 2020

Este ranking de marcas baseia-se na aparição global de tentativas de phishing com base em cada marca:

  1. Apple (com cerca 10% de todas as tentativas de phishing via marcas em nível global)
  2. Netflix (9%)
  3. Yahoo! (6%)
  4. WhatsApp (6%)
  5. PayPal (5%)
  6. Chase (5%)
  7. Facebook (3%)
  8. Microsoft (3%)
  9. eBay (3%)
  10. Amazon (1%)

Ranking de marcas usadas para phishing por plataforma

Durante o 1º trimestre de 2020, marcas similares foram usadas como vetores de ataque de phishing para aplicativos móveis e para web, incluindo bancos e serviços de streaming como o Chase Bank e a Netflix.

O phishing de web foi o mais predominante com 59% dos ataques, seguido por mobile phishing como o segundo tipo de ataque mais comum comparado com o último trimestre de 2019, em que se encontrava na terceira posição. Isto se deve às pessoas ocuparem a maioria do tempo em seus smartphones durante a pandemia, de modo que os cibercriminosos se aproveitaram para obter vantagem dessa situação.

E-mail (18% de todos os ataques de phishing durante o 1º trimestre)

  1. Yahoo!
  2. Microsoft
  3. Outlook
  4. Amazon

Web (59% de todos os ataques de phishing durante o 1º trimestre)

  1. Apple
  2. Netflix
  3. PayPal
  4. eBay

Móvel (23% de todos os ataques de phishing durante o 1º trimestre)

  1. Netflix
  2. Apple
  3. WhatsApp
  4. Chase

“Os cibercriminosos continuam explorando os usuários por meio de tentativas de phishing via e-mail, web e aplicativos móveis adotando marcas reconhecidas sobre as quais sabem do grande interesse por elas, quer seja o lançamento de um produto topo de linha ou simplesmente algo que poderá mudar o comportamento das pessoas, como o que está acontecendo a partir da pandemia do Coronavírus”, afirma Maya Horowitz, diretora de Inteligência de Ameaças & Pesquisa e Produtos da Check Point. “O phishing continuará sendo uma ameaça crescente nos próximos meses, especialmente enquanto os cibercriminosos explorarem os medos e as necessidades das pessoas em utilizar serviços essenciais a partir de casa. Recomendamos sempre aos usuários que se mantenham atentos e cautelosos ao divulgar os seus dados pessoais.”

Os dados do relatório de phishing de marca estão suportados pela Check Point ThreatCloud Intelligence, a maior rede colaborativa contra o cibercrime, que disponibiliza informação e tendências sobre ciberataques por meio de uma rede global de sensores de ameaças. A base de dados da ThreatCloud inclui mais de 250 milhões de atividades de malware diariamente, mais de 11 milhões de assinaturas de malware e mais de 5,5 milhões de websites infectados, além de identificar milhões de tipos de malware diariamente.

No mundo contemporâneo, a sociedade enfrenta um período de mudanças com rápidas transições em todos os âmbitos. O fluxo de informações intercambiáveis e de tecnologias envolvendo sua troca têm permitido que, cada vez mais, pessoas tenham acesso a volumes maiores de conteúdo. Em contrapartida, vive-se um momento de saturação, no qual o usuário tem tantas fontes para consumir este conteúdo que torna desafiador para quem fornece informação competir não só pela atenção do público, mas por algo ainda mais importante: sua fidelidade.

A análise da humanização das marcas se faz relevante considerando a tendência percebida atualmente como tentativa de engajar novos e antigos clientes, em especial aqueles pertencentes à nova geração de consumidores, cujo perfil de compra é diretamente influenciado pela era digital, pela liquidez da modernidade, pelas relações sociais e desejos internos de agora “ser”, em detrimento de “ter”.

É importante lembrar que não basta estabelecer que uma marca se refere a determinado produto: é preciso validar esse reconhecimento orientando o consumidor sobre sua identidade, ao que ele se propõe e o porquê aquele, dentre tantos outros produtos semelhantes, é o ideal.

Antes com suas forças centradas em oferecer ao consumidor valores humanos muito além de simples serviços, culturas ou produtos, o marketing não somente compreendeu a consciência do usuário como também o seu poder ao percebê-lo dotado de acesso às tecnologias.

O modelo de consumir evoluiu gradativamente à medida que o foco mudava. Num primeiro momento, de produto para consumidor e, posteriormente, deste consumidor para o ser humano que ele é: dotado de personalidade, ideais e senso de individualidade.Ao passo que, quando os clientes tomaram consciência do seu poder no meio, a comunidade global passou a se adequar aos modelos “impostos”, centrando seus esforços em acompanhar a jornada desse consumidor emergente, conectado e inquieto, numa tentativa de engajá-los.

Em meio a essa abordagem, convém citar o termo “cibridismo”, que representa a atualidade e nada mais é do que a ponte que conecta o online e o offline. A abordagem se faz pertinente já que, numa discussão sobre a era digital e o cenário do marketing, é preciso esclarecer que o marketing digital não tem a pretensão de substituir o marketing tradicional. A coexistência é imprescindível para que ambos se alicercem na conquista do consumidor.

Não há dúvidas de que o cenário atual é desafiador, especialmente quando potenciais clientes são constantemente expostos a uma carga excessiva de tudo: tanto online, através da publicidade na internet, quanto offline, por meio das opiniões emitidas por aqueles que compõem seu círculo social. De fato, não há fórmula exata para tornar uma marca relevante, mas é fundamental observar que o “caminho do consumidor” pode ser um grande passo na compreensão do perfil para o qual apontar. Desse modo, o foco se configura como uma das chaves principais na distinção e, consequentemente, do valor atribuído à marca.

Já faz algum tempo que o branding tem sido incorporado e trabalhado como elemento do cotidiano das empresas. O seu papel se tornou decisivo nesse cenário globalizado e, no que tange à boa gestão de uma marca, a diferenciação é o fator responsável por tornar a concorrência mais tolerante.

Do ponto de vista do marketing, o consumidor detém o poder decisivo no cenário atual e, apesar de parecer dicotômico, nesse momento ele tem manifestado muito mais seu lado humano. O desafio agora é, então, tornar as marcas mais humanas: criar um fator de identificação com esse público que é constituído por um sem fim de personalidades que não tem nada em comum além de vulnerabilidade.

As marcas vivem um momento em que não deve poupar esforços na aproximação com seu público e, assim, criar laços de amizade.

Ao abordar ansiedades e desejos que tocam o coração do público consumidor, as marcas passam a centrar seus esforços na autorrealização ao passo que elas próprias se tornam também humanas.

É possível interpretar desse contexto que existe uma necessidade de constante reinvenção por parte das marcas para sobreviver no “mercado do momento”. Produto, preço, praça e promoção já não são mais os únicos motores que levam uma pessoa a consumir algo.

As necessidades funcionais ainda estão presentes e sempre estarão, mas as pessoas têm buscado algo mais, às vezes algo quem nem mesmo elas sabem exatamente o quê. E éaí que mora a oportunidade de transformar um cliente em fã: conhecê-lo a ponto de saber o que oferecer para ele em determinado momento – e sabendo quem ele é.

Na atual configuração da era digital da informação,identifica-se a força de um cenário que já não se pode mais deixar de pertencer. A cultura da internet que hoje fomenta a criação e disseminação de conteúdo, de forma massiva e num tempo outrora inimaginável, é a mesma responsável pelo afastamento espacial dos seus usuários.

Considerando esse cenário, percebe-se que o meio digital vive em dicotomia e revela-se como um grande desafio para o mercado atual: o de conciliar, falar muito e conseguir, também, fazer muito. O alinhamento das expectativas externas ao propósito de marca tem se mostrado a melhor aposta das empresas na conquista de visibilidade e engajamento.

A valorização da transparência em uma comunicação sem ruídos e sem rodeios tem oferecido às pessoas um relacionamento que elas estimam ao ponto de desejarem repetir. O valor de discursos que promovem vantagem competitiva norteia o surgimento, desenvolvimento ou reposicionamento de uma marca rumo ao sucesso.

A Nubank, startup brasileira do segmento financeiro, é uma fintech que nasceu em 2013 e vem com esta proposta íntima com seus clientes, atuando como operadora de cartões de crédito e oferecendo como produto o seu próprio cartão no mercado.

Com o objetivo de acabar com a complexidade e burocracia inerentes aos modelos vigentes, aos quais os usuários estão exaustivamente acostumados, a Nubank pretende devolver aos seus clientes o controle do que é deles por direito, propondo resoluções através de sua tecnologia de ponta e esmero com o design.

Apesar de jovem, a Nubank já é um grande case de sucesso de companhia que se utiliza da humanização, desde a sua fundação, para se comunicar com os usuários. Ela estabelece um diálogo objetivo e direto com cada cliente – tratando-os como indivíduos – valorizando opiniões e recebendo em troca a sua merecida confiança, valendo-se dessa troca, que é fruto desse processo de colaboração para obter resultados satisfatórios.

O que comprova que investir na elaboração de um trabalho de branding, com ênfase na humanização, é o cerne da prática orientada para o desdobramento do propósito de uma marca.

Branding digital, também conhecido como Digital Branding, diz respeito à gestão da marca no ambiente online, enquanto Branding é o nome usado globalmente para definir o relacionamento entre marcas e consumidores nos ambientes online e offline.

Em um mundo cada vez mais conectado, as marcas precisam se reinventar para se tornar relevantes diante de consumidores tão exigentes. Acompanhar as dinâmicas do mercado é acompanhar a evolução da sociedade e estar presente na vida das pessoas, significa estar aonde elas estão.

A contemporaneidade pode ser definida como a era da conectividade e, cada vez mais, vemos os consumidores alternando os ambientes off e online.

A criação e popularização da internet é provavelmente uma das maiores revoluções na história da humanidade. A forma como nos comunicamos, nos comportamos e trabalhamos foi totalmente transformada após a chegada dessas tecnologias.

Grande parte de nossos ambientes de trabalho tornaram-se digitalmente dependentes, assim como nós, que checamos as notificações de nossas redes sociais a cada minuto. Podemos até dizer que, nos dias de hoje, estar socialmente incluso sem estar conectado digitalmente é quase impossível.

Todos nós, inevitavelmente, estamos cercados por marcas.

A internet transformou o comportamento do consumidor diante das diversas marcas presentes no mercado, já que o cliente se tornou mais crítico e mais informado. Hoje, é possível pesquisar, comparar, ver críticas e avaliações sobre marcas e produtos com um simples clique. É o consumidor com muito mais poder de escolha e decisão.

É importante entender como o branding digital pode agregar valor à marca da sua empresa para que ela esteja sempre presente no pensamento do consumidor, saindo na frente da concorrência.

Afinal, o que é Branding Digital?

Nada mais é do que a gestão de uma marca na internet. Com a internet e as ferramentas digitais, a ação de comprar um produto ganhou várias opções. Se antes um comprador tinha que ir de loja em loja para encontrar e comparar os produtos, hoje ele consegue fazer isso por meio do seu celular, na palma da sua mão.

Isso é bom tanto para os consumidores quanto para os empreendedores, que passaram a oferecer seus produtos para um público bem maior. No entanto, com a quebra das barreiras físicas, o mercado se tornou mais competitivo e a necessidade de se diferenciar cresceu. E é nesse ponto que aparece o conceito de branding digital!

O branding se refere à construção de uma marca frente à percepção do cliente. E no caso do digital, é a gestão de uma marca na internet, desde a criação, manutenção e posicionamento da sua identidade no ambiente online.

O branding digital fortalece a gestão dos negócios para agregar valor à marca e aumenta a fidelização do cliente. É um trabalho que leva tempo e muita dedicação, mas fundamental nos dias atuais para o sucesso do negócio, abrangendo diversos processos, sejam eles de pesquisa, lançamento de novos produtos, reposicionamento ou conversão de possíveis clientes em consumidores. A comunicação da empresa com o cliente é uma das formas de apresentar seu posicionamento e seus valores.

Não há uma receita pronta para o sucesso. O objetivo principal do branding é fazer com que a marca seja referência em seu segmento, destacando-se da concorrência. Além disso, um branding fortalecido atrai clientes em potencial, transformando-os em consumidores fidelizados e aumentando o lucro do seu negócio.

Case de sucesso Magalu

Atualmente o consumidor conhece o produto na loja física, compra no aplicativo, recebe em casa e interage com a loja pelas redes sociais, e esse relacionamento é natural para ele. Então o grande desafio das marcas atuais é entregar essa experiência para o seu consumidor – processo também conhecido como Omnichanel.

Omnichannel é uma estratégia de mercado relacionada à integração. A ideia é integrar todos os canais de uma marca que, trabalhando de maneira uniforme, proporcionam uma experiência de compra mais agradável ao cliente.

Esta estratégia é muito usada em lojas de varejo e entrega ao cliente uma experiência de compra em 360 graus, permitindo um engajamento maior nos canais da marca.

O Magalu criou uma estratégia omnichannel antes da palavra ser inventada, graças ao CEO Frederico Trajano, que foi um visionário e enxergou a grandeza do digital muito antes de outras empresas.

O que mais tem chamado a atenção do mercado é a maneira como eles conseguem integrar a tecnologia ao calor humano no negócio, mais definido pelo CEO como high tech, high touch.

A marca traz muitas novidades tecnológicas para o consumidor: um app que acompanha as entregas por meio do WhatsApp, sistemas em loja que permitiram reduzir a execução de uma compra de 45 minutos para dois minutos, entregas de pedidos feitas no mesmo dia ou em até 48 horas, entre outras coisas. Por outro lado, há muito calor humano nas interações que a marca estabelece com os clientes. A marca possui uma influenciadora digital, a Lu, que fala em primeira pessoa com eles nas redes sociais, no WhatsApp. Ela não é um robô, não tem voz de robô e não escreve como um robô. É uma amiga que traz pessoalidade para a relação digital, e isso permeia todas as ações digitais da marca.

Como coloca Frederico Trajano, o Magalu também abraça várias bandeiras relacionadas ao universo feminino e isso tem colocado a marca sob holofotes. A Lu fala sobre o combate à violência contra a mulher e o assédio. Também já se ausentou um dia das redes sociais para ir fazer um exame de mama e trazer à tona o câncer e a importância da prevenção, ou seja, o high tech e high touch juntos, passando a essência da marca.

Uma marca que se preocupa tanto com a percepção do cliente quanto com a sua imagem, tem maior facilidade de fidelizá-lo. É importante estar presente nas redes sociais e acompanhar o engajamento das pessoas com a organização e seus produtos.

Com o mercado online, a concorrência se acirrou bastante. A praticidade de compra aumentou as opções para o consumidor e para o mercado em geral. Portanto, é preciso investir na imagem da marca e diferenciá-la dos concorrentes, assim como tem feito com excelência a Magazine Luiza, com a Lu do Magalu.

Por meio de um trabalho diário, o branding digital faz com que a sua marca tenha mais confiabilidade e agregue valor aos olhos do seu público. E tudo isso se reflete no valor da marca!

Tudo o que você precisa saber para acompanhar a mudança

Transformação digital é uma realidade para profissionais e empresas de todos os segmentos e portes, impactando diretamente seus negócios não só de forma imediata, mas também a curto, médio e longo prazo.

Para entender mais sobre o assunto e, principalmente, como pode impactar os resultados de um negócio e de seus profissionais, fomos até a Digital House conversar com Edney Souza ou, como ele é conhecido, InterNey, um verdadeiro expert quando o assunto é o mundo digital.

Na conversa, InterNey destacou pontos relevantes sobre Transformação Digital, abordou seus mitos e verdades, suas tendências e também as abordagens necessárias para tirar vantagem desta realidade.

O papo rendeu e esperamos que você aproveite os pontos que destacamos a seguir:

AFINAL, O QUE É TRANSFORMAÇÃO DIGITAL?

Ao refletir com mais critério sobre o nosso dia a dia, vamos perceber que tudo o que fazemos é digital ou, de alguma forma, envolve processos digitais.

Nosso comportamento mudou e, muitas vezes sem nos darmos conta, adotamos tecnologias que transformaram radicalmente a nossa relação com o mundo.

O celular é um exemplo disso, talvez o maior deles. Já não saímos de casa sem esse supercomputador em nossos bolsos. Com ele estamos conectados, podemos nos divertir, trabalhar e realizar inúmeras tarefas de forma remota, como pagar contas e fazer compras.

Outro grande exemplo dessa mudança são os serviços de streaming que mudaram de vez o modo de consumir conteúdo. Esperar já não é mais uma opção. Queremos acessar conteúdo on-demand, quando, onde e o que quisermos.

E o que consagrou a Netflix e destruiu modelos antecessores, representados emblematicamente pela Blockbuster, está exigindo que grandes players, tanto da TV aberta, TV a cabo, cinema e vídeo game ofereçam serviços de streaming não apenas como uma alternativa a seu modelo tradicional, mas como uma tendência que o substituirá. É só pensar em grandes nomes que entraram em evidência nos últimos tempos: Globo Play, Disney Plus, Apple TV Plus e o mais novo Quibi, anunciado na CES 2020.

Isso tudo mostra que a Transformação Digital é muito mais sobre comportamento do que sobre tecnologias em si.

Isso porque, uma vez que o consumidor muda sua forma de agir, as marcas precisam automaticamente se adequar para permanecerem relevantes.

Pense nos serviços de logística. Por conta do pensamento on-demand, precisaram se reinventar para atender os consumidores que compram tanto no on-line quanto na loja física. Assim, o Mercado Livre e sua entrega em até 48h exerceu grande pressão nessas empresas.

O mesmo acontece com o SAC que, pelo mesmo comportamento, precisou abraçar a tecnologia dos chatbots para estar em contato constante e de forma ágil com um consumidor que não quer mais esperar para receber informações sobre a marca.

Nesse sentido, o digital é o meio e não o fim!

MITOS E VERDADES SOBRE A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

  1. Tecnologia X Comportamento

O primeiro mito já foi revelado acima. Transformação Digital não é sobre tecnologia, é principalmente sobre pessoas e comportamento!

Pessoas mudam a forma de realizar suas tarefas, se divertir e consumir; e as empresas e marcas simplesmente precisam se adequar para se manterem relevantes.

As mais antenadas estão sempre atentas, investindo em pesquisa e criatividade para desenvolver novas soluções, se reinventarem e direcionarem o comportamento, mudando assim, os mercados em que atuam.

  1. Velocidade X Acesso

A Transformação Digital não é só sobre deixar os processos mais rápidos e eficientes. Ela é sobre acesso!

Ou seja, com a tecnologia as pessoas passam a ter acesso às coisas que antes eram inacessíveis, como controle, podendo tomar melhores decisões sobre como e o que consumir; informação, potencializando a construção de conhecimento e aprendizagem; serviços, que antes do advento de tecnologias mobile e internet era difíceis e restritos às situações e agentes específicos.

Tudo isso torna a questão da curadoria um trunfo para as marcas, que atuam de forma a realizar um filtro e direcionar a escolha do consumidor, o ajudando a achar um foco em meio a um oceano de opções.

  1. Físico X Intangível

Tendemos a pensar que a transformação digital está nos smartphones, smart TVs, smartwatches, wearables, carros autônomos e produtos lançados diariamente.

Esses produtos são muito legais, agregam tecnologias a tudo, mas são apenas o meio.

O que está por trás deles é que impacta no comportamento e traz a mudança. Assim, a transformação digital conectou indústria, comércio e serviços de uma maneira nunca antes vista, mudando o foco para o poder acessar e não necessariamente possuir. Tanto para as marcas quanto para as pessoas.

O Airbnb mostrou que o importante não é ter uma estrutura com muitos quartos, mas sim uma rede de credenciados que disponibilizam suas estruturas em uma plataforma que as conecta aos turistas e viajantes a negócio.

O UBER mostrou que, melhor do que possuir um carro, é ter acesso a múltiplos carros sem gastar com gasolina, estacionamento, manutenção e impostos.

IFood e Loggi mostraram que serviços de entrega podem ser terceirizados a menor custo para os estabelecimentos e maior comodidade para os usuários.

O QUE PROFISSIONAIS E EMPREENDEDORES PRECISAM SABER SOBRE TRANSFORMAÇÃO DIGITAL?

Por ser uma questão de comportamento, é preciso que profissionais e empreendedores mudem sua forma de leitura do ambiente e, assim, transformem a si mesmos.

InterNey apresentou 4 mindsets que auxiliam no processo de aprender e assimilar habilidades digitais:

  • Mindset do Programador

Adotar uma visão segundo a qual tarefas possam ser automatizadas com o intuito de ganhar eficiência e direcionar energias para abordagens estratégicas que agreguem valor ao negócio ou carreira.

  • Mindset dos Dados

Pensar nos dados como referência para a tomada de decisão. Geralmente deixamos o dado decidir por nós, como é o caso de quem segue a rota sugerida pelo Waze sem pensar duas vezes ou interferir com referências, por exemplo.

  • Mindset de UX

Pensar a partir do consumidor e suas experiências. Conhecer essa questão em detalhes pode potencializar vantagens competitivas a partir de soluções para o consumidor.

InterNey também lembrou que, hoje em dia, tudo está muito conectado e acessível. Seu consumidor tem acesso a opções muito semelhantes às quais você oferece. Sendo assim,  considerá-lo como o centro da estratégia pode se tornar uma verdadeira vantagem competitiva.

  • Mindset do Marketing

Exercitar a capacidade de contar estórias. Focar em simplificar a mensagem ao máximo e envolver as pessoas em seu contexto, lançando mão de empatia e suporte tecnológico. Imagine-se apresentando uma proposta para o seu chefe: se você usar uma linguagem extremamente técnica referente à sua área pode ser que ele não se envolva. Mas experimente contar uma estória na qual a solução é protagonista. As chances de envolvimento serão maiores.

Além dos 4 mindsets, pequenas atitudes tornam-se acessíveis para serem implementadas e construir uma presença digital de forma mais assertiva, lançando mão de tecnologias que ganham cada dia mais destaque.

Começar criando um perfil do negócio no Google My Business, aumentando as chances de ser encontrado nos mecanismos de busca, o que requer o preenchimento de informações básicas sobre o negócio, como endereço, telefone, site e horário de funcionamento. Uma dica aqui é pensar em qual pergunta o seu consumidor precisa fazer para ter sua marca como melhor resposta e, a partir disso, estruturar as informações que irá disponibilizar.

Esse mesmo raciocínio deve ser utilizado para estruturar um website ou um blog, ambientes nos quais os consumidores interagem com sua marca em ambiente próprio.

Outra tecnologia a ser considerada e estar no radar do empreendedor são as ferramentas de busca por voz ou, pelo menos, a otimização dos websites para tal. Isso porque o comando de voz está se popularizando e se difundindo em celulares, computadores, assistentes de voz, smart TVs e smartwatches.

QR codes como forma de pagamento também estão em ascensão pela facilidade que geram ao usuário por dispensar a necessidade de carregar cartões e pelo fato de estarem sempre munidos de seus celulares.

Para finalizar, merece destaque o uso de chatbots para relacionamento, uma vez que essa tecnologia está cada vez mais acessível e permite que seu ambiente on-line forneça respostas a solicitações e contatos dos consumidores 24 horas por dia e 7 dias por semana de forma automatizada, suprindo a necessidade de serem atendidos on-demand.

PROFISSÕES EM ASCENSÃO

Este cenário em constante mudança, por sua vez, favorece algumas profissões que ganham destaque pela demanda que suprem. InterNey citou 6 delas para que você tenha em seu radar:

  • Programadores: pois todo mundo tem que ter site, app ou estar presente em ambiente online;
  • Analista de marketing digital: é este profissional que auxilia na divulgação dos produtos e no relacionamento com os consumidores;
  • Analista de dados: afinal, é necessário tomar decisões assertivas com base em dados que, por usa vez, precisam ser bem interpretados e organizados;
  • UX-designers: a Transformação Digital é sobre comportamento, que está intimamente relacionado a experiências;
  • Profissionais de desenvolvimento: Project Onwer (topo do projeto para garantir que as metodologias sejam ágeis) e Product Manager (para analisar o mercado, o consumidor e adequar os processos para estabelecer pontes entre eles e a marca);
  • Cyber Security: por conta do aumento da preocupação acerca dos dados que sustentam todo este ambiente digital, o que nos leva para o último tópico abordado.

LGPD – LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS

A Lei Geral de Proteção de Dados já existe desde 2018 e passará a ser aplicada em agosto de 2020, trazendo mudanças nas exigências em relação aos dados das pessoas.

Em linhas gerais, dados pessoais só podem ser coletados e utilizados mediante consentimento do usuário que pode consultar a empresa e solicitar a exclusão de seus dados a qualquer momento.

Nesse sentido, as empresas precisam realizar um movimento de adequação de seus termos de consentimento, investir em servidores e processos de segurança, bem como garantir que todos os dados que possuem em seus bancos tenham o aceite de seus titulares.

Em caso de um eventual vazamento desses dados, a empresa precisa informar publicamente quais dados foram vazados, acarretando, sobretudo, em uma crise de confiança e de imagem para sua marca.

Grandes empresas já estão adequadas à LGPD, especialmente por ela se assemelhar à legislação vigente na Europa e Estados Unidos e, por isso, pressionam o governo para que a lei não tenha sua aplicação adiada, podendo assim, manterem sua vantagem frente aos concorrentes.

Desta forma, a LGPD confirma a necessidade de engajamento constante para a manutenção do consentimento do usuário mediante o acesso à conteúdos de relevância e serviços e produtos de qualidade.

InterNey alerta que, mesmo que pareça que a lei não gere efeitos tão severos de imediato, os usuários tendem a se acostumar com o novo padrão e com a possibilidade de controle de decisão em relação aos seus dados, fato que, a longo prazo, os fará pressionar as empresas.

Para saber mais sobre a LGPD clique aqui.

Para finalizar, a mensagem que fica da conversa com InterNey é que mudar nosso mindset e abraçar as possibilidades do digital para nossos negócios e carreiras é necessário, focando sempre na questão do comportamento e das relações que determinam toda a dinâmica de forma a construir e entregar valor aos nossos consumidores e parceiros.

 

Edney Souza, conhecido no mundo digital como InterNey, é Diretor Acadêmico na Digital House Brasil, Organizador da Social Media Week São Paulo, e editor do blog WordPress.com Brasil.

Formado em Processamento de Dados pela Universidade Mackenzie, com pós-graduação em Tecnologia da Informação Aplicada a Negócios pela FASP, trabalha no mercado de tecnologia e comunicação desde 1990.

Apesar do novo logotipo ter sido apresentado em julho de 2016, ainda vejo algumas pessoas percebendo esta mudança. Mas, afinal, o que justifica essa atualização? Será que foi apenas um redesign para adaptar o logo ao contexto digital?

Não. Não foi apenas uma “simples” atualização da identidade visual.


FOCO NO DIGITAL

O novo projeto de identidade visual foi desenvolvido pelo estúdio de design Pentagram, trazendo simplicidade e clareza para a marca, além da otimização para o digital:

“O objetivo era transmitir simplicidade e modernidade, preservando a herança da empresa e o enorme valor da marca. A tecnologia digital é um segmento crescente dos negócios da Mastercard, e precisava de uma identidade que ajudasse a posicionar a marca como uma empresa de tecnologia voltada para as pessoas e voltada para o futuro. A nova marca foi projetada para funcionar perfeitamente em todas as plataformas digitais, canais de varejo e dispositivos conectados.” (Pentagram)

Imagem: Pentagram.
Imagem: Pentagram.

Segundo Raja Rajamannar, diretor de marketing e comunicações da Mastercard, “hoje, tudo envolve consumidores conectados, e o digital está no coração de possibilitar a eles praticamente tudo o que precisam fazer em todas as esferas de suas vidas”.


NO MORE CARDS!

Crédito, débito, transporte, convênio médico, refeição, carteirinhas e afins…  que sonho seria não precisar carregar uma variedade de cartões, não é? (Há quem goste… inclusive de moedas).

Pois bem. Soluções digitais já fazem as pessoas, principalmente em países mais desenvolvidos, necessitarem cada vez menos dos cartões físicos: as transações podem ser feitas simplesmente inserindo informações de pagamento ou pelo celular com a tecnologia NFC (como Samsung Pay, Apple Pay e Google Pay), além das soluções vestíveis (como pulseiras), que também permitem realizar pagamentos aproximando-as de uma máquina leitora.

E…?

É claro que a Mastercard, umas das marcas mais reconhecidas mundialmente, já estava atenta a todas as mudanças promovidas pela transformação digital há um bom tempo.

Segundo a companhia, a mudança do logo foi mais um passo na preparação da empresa para o momento em que os cartões não serão mais utilizados – a palavra “cartão” tende a cair cada vez mais em desuso (UOL, 2019).


POSICIONAMENTO DE MARCA

A Mastercard planeja ser vista como uma FINTECH (empresa financeira de tecnologia) e não simplesmente como rede de cartões de crédito. Já foram feitas mudanças na comunicação nos últimos anos – a Master agora se proclama uma “companhia de pagamentos digitais”.

Imagem: Mastercard, 2020.

E para iniciar a mudança da marca, uma pesquisa global levou 20 meses para garantir que as pessoas reconheceriam a empresa só pelo logo dos círculos – o número de pessoas que reconhecem espontaneamente passa dos 80%.

Lembre-se: o símbolo da marca vai além da representação visual para diferenciá-la no mercado. Quando o branding é trabalhado, utilizando-se do design de maneira estratégica, o logotipo, o símbolo e as cores transmitem uma série de associações intencionais construídas para a experiência do consumidor com cada ponto de contato da marca.

Desta forma, o design associado às estratégias de marketing e comunicação caminham para fixar o novo posicionamento de uma marca que já tinha nome e imagem consolidados no mercado.


FOCO NO USER EXPERIENCE

Muitos cargos dentro da empresa passaram a ser redirecionados pensando na experiência do consumidor.

Segundo Consumidor Moderno, Francine Cruz, Gerente de Produtos Digitais, afirmou que sua função na empresa vem mudando junto com o reposicionamento da marca: “Deixei de ser uma especialista em meio de pagamentos para ser especialista em UX (User Experience), com conhecimento do todo”. (CONSUMIDOR MODERNO, 2018)

A marca tem trabalhado junto de organizações privadas e do setor público para facilitar entrega de serviços variados que vão desde o pagamento de benefícios até o pagamento do ônibus.

Para se ter uma ideia da evolução deste serviço, o volume de pagamentos por aproximação da Mastercard cresceu 10 vezes em um ano, o uso em pagamentos de transporte público na cidade de São Paulo tem expandido e a empresa ainda prevê o lançamento de uma nova plataforma customizada para o cliente com inteligência artificial para 2020. (GAZETA DO POVO, 2020)


E a sua marca, tem pensado estrategicamente cada ação com foco na transformação digital e na experiência do consumidor ? Lembre-se: tudo isso não é sobre o futuro ou apenas para grandes marcas.


Referências:

Agência Pentagram.

Consumidor Moderno (2018).

Exame (2016).

Gazeta do Povo (2020).

UOL (2019).

O Instagram é uma rede social para compartilhar fotos e vídeos entre usuários e que permite o compartilhamento em outras mídias sociais.

Essa rede social é cada vez mais popular no mundo. De acordo com pesquisa da Hootsuite e We Are Social, o Instagram tem 1 bilhão de usuários e destes, 66 milhões são brasileiros.

Devido ao grande número de usuários, as empresas estão cada vez mais interessadas na rede, tanto que o Instagram tem mais 2 milhões de anunciantes.

Além das vendas, o Instagram também ajuda a fortalecer o Branding da empresa por meio da divulgação e da interação com os seguidores.

Mas para ter sucesso nessa estratégia é preciso que o seu perfil na rede social seja atraente para o público e nós preparamos dicas matadoras para sua marca se destacar no Instagram.

Por que investir em Branding?

Branding é a estratégia de gestão e reconhecimento da marca no mercado por vários fatores.

Isso porque a mudança no comportamento do mercado é cada vez constante. No passado, as empresas se preocupavam em produzir e distribuir os produtos aos clientes com pouca variação.

Com o tempo, o foco tornou-se a gestão direcionada ao marketing, que permitia maior variedade dos produtos, porém, com a grande concorrência, as empresas não tinham um diferencial.

E para mudar essa situação, muitas empresas focaram no branding, investindo na comunicação, entrega e no relacionamento com o cliente para mostrar uma personalidade institucional.

Branding ajuda a empresa a ficar atrativa, pois ela expressa os seus valores diferenciais ao público, tornando-se mais querida pelos consumidores e até para captar novos talentos.

Essa estratégia também é fundamental para se diferenciar da concorrência. A razão disso é a conexão que a marca tem com o público, gerando reconhecimento imediato por meio da comunicação.

Por se tratar de uma rede social, o Instagram possibilita melhorar o branding das empresas pela facilidade em interagir diretamente com os seguidores.

Isso é importante principalmente para as pequenas empresas, que não tem tantos recursos financeiros para investir em marketing e precisa se diferenciar para aumentar as vendas.

Como melhorar o branding pelo Instagram

O primeiro passo para crescer no Instagram é sempre se manter presente. Monte um cronograma de publicações e veja a periodicidade correta antes de postar algo.

Escolher a periodicidade é fundamental para atrair e manter os seguidores engajados, pois sua empresa consegue passar a mensagem para o público e horário certos.

Além da periodicidade, outros elementos são fundamentais para alavancar o branding, como:

Monte um perfil no Instagram

Uma biografia bem feita da empresa no Instagram é muito importante, pois ela é o cartão de visitas para o seu público.

Portanto, coloque informações sobre a sua empresa, a missão, valores da empresa e dados pessoais como o seu nome, com intuito de ficar mais próximo.

Inclua também hashtags relacionadas ao seu mercado para facilitar o posicionamento da empresa na rede e deixe o link da empresa no perfil, redirecionando futuras vendas na rede social.

Produza conteúdo de alto valor

Após criar a biografia, o próximo passo é produzir conteúdo para atrair seguidores e possivelmente um futuro lead (potencial cliente) para a empresa.

O primeiro passo é definir como a companhia pode gerar valor para os seus seguidores. É importante se conectar com essas pessoas e oferecer algo que seja de alto valor para elas.

Como exemplo de conteúdo, informe o seu público com posts sobre os assuntos tratados da sua empresa, e crie conteúdos de motivação que aumentam o interesse do público pelo seu perfil.

Conte histórias no feed

Uma forma de conquistar o público e mantê-los engajados é postando imagens com legendas de histórias inspiradoras.

Fotos com histórias auxiliam no engajamento do público, pois o conteúdo produzido será proveitoso para o público, com intuito de ser uma autoridade no assunto.

Pense em conteúdos que sejam valorosos para seus seguidores, pois isso será decisivo para manter a empresa mais conectada com o público, tornando uma referência para o público, podendo resultar em vendas no futuro.

Invista no fortalecimento da sua marca

O branding é uma estratégia de gestão da empresa enquanto uma marca, com objetivo de ser uma referência para os seus clientes na hora de comprar determinado produto.

Essa estratégia auxilia a empresa a ser uma autoridade no mercado, sendo um ponto chave para a empresa alavancar as suas vendas.

E para a empresa encontrar meios de como vender mais que a concorrência, o branding é fundamental, pois a missão e valores bem construídos da empresa passam a ser mais atraentes que o próprio produto em si.

Portanto, essa é uma oportunidade para as pequenas empresas conseguirem destaque em um mercado altamente concorrido, facilitando o trabalho da equipe de vendas na hora de fechar o negócio.


Mateus Portela: Assessor de Imprensa do Marketing para Indústria

Hoje, somos todos famosos (ou quase). Ao menos, essa é a percepção que temos ao procurarmos nossa trilha digital na Internet: perfis em redes sociais, participação em seleções, comentários em portais de notícias e até divulgação em sites próprios “confirmam” nossa existência. Soma-se a esse processo o acompanhamento de empresas como Google e Facebook, que conseguem saber onde estivemos, com quem interagimos, os assuntos que procuramos e até as fotos nas quais aparecemos. Todo esse movimento tem transformado a vida privada em um espetáculo público, com exposição constante e rastreamento de todas as nossas experiências.

Se a tecnologia é uma facilitadora para guardar e organizar dados, permitindo que tenhamos acesso a documentos e fatos que seriam encontrados há alguns anos apenas em procuras extensas em bibliotecas, ela também pode ser um perigo se não for bem administrada. E, em grande parte das vezes, a culpa é do próprio usuário. Muito do que expomos sobre nosso cotidiano é por escolha. Seja pelas publicações que disponibilizam dados que podem comprometer a segurança (quantas vezes já vimos casos nos quais os sequestradores arquitetaram seus planos com informações extraídas de mídias sociais?), seja por aceitarmos as condições propostas em dezenas de linhas – que geralmente não lemos – para ter acesso a diversos serviços gratuitos ou pagos.

O famoso caso da Cambridge Analytica, que utilizou de maneira indevida os dados de mais de 87 milhões de usuários do Facebook, repercutiu nos últimos meses pela dimensão do impacto. Devido a brechas da maior plataforma social do mundo, a Cambridge teve acesso a informações de pessoas além das que consentiram com os termos do “thisisyourdigitallife”. Tudo isso foi supostamente utilizado em campanhas eleitorais nos Estados Unidos e podem ter influenciado na vitória de Donald Trump, na corrida presidencial de 2016. Desde então, o Facebook tem buscado formas de prover mais segurança, mas a própria mídia social fatura ao utilizar as informações que compartilhamos com ela – não seria um paradoxo?

Nesse cenário, é interessante apontar o que poucos levam em consideração. Ao menos, observamos a preocupação de aplicações para computadores e smartphones sobre medidas de segurança de dados. Mas o que acontece quando incluímos a Internet das Coisas nessa equação? Qual a quantidade de dados estamos fornecendo sem sermos questionados se queremos mesmo compartilhá-los? E o mais importante: o que tem sido feito com essas informações? Seria mesmo a perda de privacidade um fator que pode influenciar na nossa perda de liberdade?

Não podemos apenas demonizar esse processo, até porque também nos beneficiamos da “perda de privacidade” – isso quando ela é compartilhada de forma controlada e utilizada com inteligência. Por exemplo, receber sugestões de filmes ou notícias conforme seus gostos pode ser um facilitador (além de que, ao saber nossas preferências, as empresas podem se adequar para atender melhor às necessidades). Somos tratados como indivíduos e tudo passa a ser personalizado. Entretanto, até que ponto não prejudica quando o que deveria ser privado se torna público?

De toda a exposição que temos nos dias atuais tem algo que realmente é uma perda. Não existe mais o direito ao esquecimento. O passado acaba sempre voltando, com tantas informações disponíveis, muitas das quais passamos a perder o controle. O conteúdo disponibilizado na Internet reverbera: é compartilhado, copiado, roubado. Estar conectado tem um preço. A vida online influencia diretamente a offline. O que deve prevalecer nesses casos é o bom senso e o maior desafio está em encontrar o ponto de equilíbrio entre a exposição e a privacidade.

Fernando Matesco: diretor técnico do Instituto das Cidades Inteligente (ICI).

Durante o primeiro semestre desse ano, a internet trouxe à tona a possibilidade de o Instagram retirar a visualização do número de curtidas de fotos e vídeos publicados na plataforma. A novidade que, inicialmente, foi negada pela empresa em questão, posteriormente confirmada através da Conferência F8 de 2019 e, hoje, colocada em prática na plataforma, trouxe como proposta a busca legítima por conteúdos de qualidade sem a influência das métricas, uma vez que os números se tornaram um sinalizador de popularidade, gerando ansiedade ou, até mesmo, depressão nos usuários e pressão nos resultados de marketing das empresas.

Mesmo com a mudança, os usuários não terão grandes impactos nos alcances de suas publicações, uma vez que a plataforma não deixará de exibir o conteúdo, mas somente os números. Além disso, a novidade faz bastante sentido se pensarmos que um conteúdo produzido na internet não deve ser medido pelo usuário a partir, apenas, do número de curtidas. Ou seja, o seguidor deve se concentrar ao conteúdo que ele de fato acredita ser relevante ou, ainda, compatível com seu estilo de vida.

A questão das métricas só devem interessar ao gerenciador da publicação, de forma que ele possa medir o quanto vem engajando seu público com o conteúdo ofertado. É possível, entretanto, que não havendo transparência no volume de likes, seguidores e alcance dos posts, alguns influenciadores que trabalham com publiposts, venham a inflar os números nos mídia-kits, deixando as marcas contratantes com uma certa insegurança.

Nestes casos, assim como já ocorre com alguns perfis que utilizam robôs para inflar o número de seguidores, o ideal é que as marcas se cerquem sobre a autenticidade dos números exibidos pelo influenciador. As marcas podem solicitar prints online de posts específicos de datas anteriores, ou até mesmo,solicitarem acesso às métricas, dessa forma é possível validar todas as informações.

Em transmissões ao vivo, a marca também poderá checar quantos internautas estão plugados no conteúdo que está sendo transmitido e o endosso de outras empresas que já se utilizaram do canal/influencer também deve constar no rol das checagens.

Vale lembrar que quando a plataforma iniciar os testes sob o novo recurso, nenhum usuário estará livre da atualização. É possível que o Instagram inicie alguns testes, e caso o resultado seja positivo, e saia como esperado, a atualização será global, o que pode dividir bem as opiniões, como geralmente ocorre com ajustes que geram alterações de comportamento nas mídias sociais.

Com as rápidas informações alcançadas na internet, além de seu consumo desenfreado, é normal que usuários levem em consideração as avalições a partir das curtidas e dos comentários em publicações das mídias sociais, blogs, sites, portais e outros. Mas a medida que pode ser tomada pelo Instagram é semelhante ao que já vimos na mídia tradicional.

O interessante da proposta da plataforma é que, se formos analisar o consumo das programações de TV ou, até mesmo, de algumas plataformas de filmes e séries, nós não temos como mensurar, somente em likes e curtidas, o quão relevante aquela produção de fato foi, pela técnica utilizada, pela performance do ator ou ainda, simplesmente, pela preferência de gênero, já que uns gostam mais de drama, enquanto outros de terror.

Nesse sentido, essa é a intenção do Instagram, tornar o conteúdo compatível com determinado usuário e fixar a atenção por familiaridade diante do que foi produzido pela empresa ou pelo influenciador digital, desmistificando as métricas de vaidade.

Como toda novidade traz uma certa resistência de aceitação do público, com a atualização do Instagram não será diferente.A mudança, apesar de positiva, poderá reduzir os altos índices de depressão e ansiedade, além de qualificar os dados e conteúdos publicados. É provável que usuários se sintam bastante incomodados com a alteração dos likes inicialmente, mas por um curto prazo, afinal, as pessoas acabam se acostumando. Logo será possível verificar a qualidade rendendo sob a quantidade, com uma relação mais humana e seletiva sob determinados assuntos.

Fernando Souza é especialista e pioneiro em comunicação e mídias sociais no Brasil e atua no mercado há 15 anos, desde o primeiro blog lançado em 2006: Twitter Brasil. O profissional possui ampla experiência nos mais diferentes processos de marketing digital, mercado no qual vem empreendendo nesse período e, atualmente, ministra cursos In Company na São Paulo Digital School e é docente de Marketing Digital e Negócios Digitais das aulas de pós-graduações do IED (Instituto Europeu de Design) e da FIA (Fundação Instituto de Administração).

Souza é fundador da FS Consultoria & Treinamento, realizando consultoria para empresas de diferentes portes e segmentos, ministrando também palestras e workshops para diversas instituições, tais como: Globosat, Abbott, Ammo Varejo, Quiksilver, GO Eyewear (Cartier, Montblanc, Evoke, Ana Hickmann), Kimberly & Clark, Votorantim Cimentos, Grupo Dass, MIS, Shopping Eldorado, PUC-SP e ESALQ-USP. Mais informações no site.

A gestão de marcas no ambiente digital ajuda a fortalecer a imagem da empresa, atraindo os consumidores que possuem forte presença online. 

Hoje a palavra que rege os negócios é conectividade. Diante disso, a gestão de marcas precisou evoluir, seguindo as inovações tecnológicas, alinhando as estratégias com o ambiente digital. As marcas que desejam ser admiradas e ter resultado devem compreender e praticar, para se relacionar com seu público de acordo com o novo cenário. Existem algumas marcas que se destacam no mercado de consumo atual, gerando mais desejo de aquisição de determinado produto nos consumidores, mesmo que várias empresas tenham produtos similares. Esse destaque é o resultado das estratégias de branding digital.

O fundador do Maka.Branding e consultor em gestão de marcas Leandro Werner – o Maka – comenta que o branding é muito mais amplo e complexo do que a maioria das pessoas costumam imaginar. “Não estamos falando somente de logotipo, e sim do que sentimos, do que determinada experiência transmite aos consumidores. Quando imaginamos isso em um mundo offline fica mais fácil de compreender. Pode ser uma essência em uma loja, uma cor predominante, um som marcante ou até mesmo o jeito de atender os consumidores. Mas, quando vamos para o ambiente digital temos um esforço muito maior para fazer com que todos compreendam a marca da mesma maneira de sempre”, explica.

O branding digital nada mais é do que criar experiências de marca, que estejam alinhadas ao DNA da empresa, que consigam “invadir” e tocar o coração das pessoas, só que em um ambiente digital. Maka também ressalta que, tradicionalmente, criamos experiências que possam ser sentidas no ambiente offline, no ambiente digital todos falam de métricas, performance, resultados e números.

Mas, e o intangível? Onde está inserida a parte em que as marcas revelam a sua essência? Muito mais do que apenas performance e captar leads para a empresa, as marcas precisam revelar o seu real DNA também neste ambiente. Maka comenta que é extremamente importante a parte da performance e a análise de métricas, sem elas o trabalho fica muito mais difícil no meio digital. Porém, cresce cada vez mais a demanda de um ambiente com o DNA da marca no meio digital, que seja a cara da empresa e não apenas para vender produtos a um bom valor. “Lembre-se: as pessoas não compram produtos, elas compram marcas”, observa o empresário.

Gerando mais resultados nos negócios 

No cenário de negócios atual, é indispensável pensar no digital para potencializar a gestão de marcas, visto que esta ferramenta cresce a cada dia. Hoje é possível notar uma infinidade de anúncios de produtos na internet, todos visando ao melhor valor de venda, mas poucos falam de marcas,  passando o real motivo para comprar um determinado produto.

“Existem diversos produtos iguais aos da sua empresa no ambiente digital, o que vai levar o consumidor a ser seu cliente é justamente a forma como sua empresa se posiciona neste meio”, explica. Ou seja, é pelo seu DNA que o consumidor passa a te admirar. Quando unificado ao branding digital aliado a estratégia de performance, o consumidor passa a enxergar muito mais do que somente produtos e venda.

“No mercado digital tudo gira muito rápido e todas as ações demandam ações e resultados rápidos. Sua empresa não precisa estar presente em todos os canais, ela precisa estar presente nos canais que são de acordo com o DNA e propósito da empresa. Desta maneira fica muito mais fácil validar as ações e colher resultados – a longo prazo – mas concretos”, finaliza.


Maka Werner: empresário e consultor de gestão de marcas e gerenciamento de projetos de marketing e design, e facilitador na metodologia Lego® Serious Play® no Brasil.

SKOL brinca com rotinas típicas de um grupo da família para valorizar suas três variantes: Pilsen, Hops e Puro Malte

A família SKOL cresceu e para valorizar a diversidade das suas três “filhas”, SKOL vai brincar com o que é típico a todas as famílias brasileiras: o grupo de Whatsapp. Em campanha que se inicia nesta segunda-feira (8) nas redes sociais e em TV aberta, SKOL vai reproduzir interações de grupos de família e participar de forma bem-humorada de assuntos próprios a todos eles.

Tem o tio do pavê que leva uma invertida da irmã por conta da piada pronta, a vaquinha para dar presente de aniversário que gera uma debandada do grupo, aquele áudio indesejado no meio do expediente e a zoeira depois de mais uma sequência de mensagens de “Boa noite, grupo”.

Os vídeos curtos, de 15 segundos, terminam com uma mensagem de SKOL. “Que família não tem suas pequenas diferenças?” SKOL quer mostrar que numa família cada parente tem suas características, assim como a família SKOL. As pessoas podem ser mais tradicionais, como a SKOL Pilsen, antenadas e modernas como a Hops e exibidas, do tipo que gosta de todas as atenções, como a nova Puro Malte, única Puro Malte que desce redondo no mercado.

Dentro da estratégia da campanha, SKOL também vai apresentar uma nova identidade para o site oficial, além de ativações em pontos de venda, ações com influenciadores e uma série de interações especiais nas redes sociais.

Para fazer o público se sentir parte da família SKOL, a marca preparou também um pacote para o universo do WhatsApp com memes, áudios e stickers que reforçam a campanha, traçando paralelos entre os estilos das cervejas com a dos parentes de uma típica família brasileira.

As comunicações valorizam a leveza e refrescância da cerveja Pilsen, a mais querida dos brasileiros há anos. Fala também dos ingredientes de Hops e seus lúpulos arredondantes, bem como da Puro Malte, que mal chegou e já está dando o que falar.

“Com SKOL temos que estar sempre um passo à frente, ser pioneiros. As relações familiares estão cada vez mais dinâmicas e aproveitamos nossa diversidade de cervejas para valorizar essas características. Essa é a base de ser de Skol. Fazemos isso refletindo a atualidade e, principalmente, conectados com nossos consumidores com uma linguagem que faz parte do dia a dia de todos eles”, disse Maria Fernanda Albuquerque, diretora de marketing de SKOL.

Confira os quatro primeiros filmes baseados em conversas de grupos de família que apresentam a família SKOL:

A criação é da agência F/Nazca Saatchi & Saatchi.