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Criar a marca e colocá-la na internet parece fácil, mas ainda existem muitas empresas cometendo erros básicos como utilização de e-mails gratuitos para se comunicar com seus clientes e fornecedores. Com o mercado cada vez mais competitivo, erros pequenos fazem com que sua empresa perca credibilidade e abra passagem para a concorrência.

Neste artigo vou mostrar 5 dicas básicas para não borrar a marca da sua empresa no mundo digital.

 5-Steps-for-Monitoring-Social-Media-Successfully-11. Crie um site qualificado para sua marca:

Não importa se existam blogs, redes sociais ou qualquer outro veículo online, o primeiro passo para que sua marca tenha relevância com o seu público-alvo é ter um site de qualidade. Isso significa ter um domínio com o nome da sua empresa (ou seu nome caso seja profissional liberal) o www.seunome.com.br é a referencia de qualidade em seus serviços e produtos.

Com esse endereço você pode ter um e-mail contato@seunome.com.br que gera mais credibilidade do que um e-mail uol.com.br, gmail.com, yahoo.com ou qualquer outro. Para o mercado um domínio próprio indica seu profissionalismo.

Quando me refiro a site de qualidade quero dizer que seu site deve ser estruturado para seus objetivos como empresa ou profissional. Se você quer vender mais, ele precisa atrair contatos que possam gerar vendas, se você tem um site e não recebe formulários de contato, há algum problema. Pode ser o conteúdo contido nele, pode ser que não esteja sendo indexado em sites de busca, pode ser diversos motivos. Procure uma empresa qualificada para te ajudar a fazer com que seus objetivos sejam alcançados.

 2. Crie um blog dentro do seu site:

Gerar conteúdo para o público alvo que você deseja atingir cria relevância nos sites de busca, ajuda no ranking de pesquisas gratuitas, demostra sua autonomia sobre o assunto que você se propôs a trabalhar, auxilia no processo de vendas e o mais importante, gera credibilidade para sua marca. Além de tudo isso, você se mantem atualizado, pois escrever conteúdo o obriga a ler e buscar informações sobre seu segmento.

Seu blog deve ter um cadastro de assinaturas RSS, desta forma quando um novo post for publicado as pessoas cadastradas poderão ser automaticamente avisadas sobre o novo conteúdo.

3. Utilize as redes sociais como canal de relacionamento com seu público:

Se você não tem tempo para gerenciar várias redes sociais, eleja pelo menos uma como principal. Verifique onde esta o seu público que deseja atingir e tenha uma conta para promover o conteúdo do blog que você escreve, informações sobre o mercado, novidades sobre seu negócios. Crie relacionamento, converse e troque informações.

4. Unifique as informações:

Divulgue o endereço de seu site em seus cartões de visitas, assinatura de e-mail, folder, pastas, papel timbrado, boletos bancários, todos os canais que você envie a seu público ou clientes deve estar com seu endereço digital.

5. Tenha seus contatos organizados:

Todos os contatos gerados devem ser arquivados com as principais informações: nome, e-mail, telefone e endereço físico, assim você poderá promover ações de mala direta ou e-mail marketing.

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A terra gira em torno do sol e em torno de si mesma, translação e rotação, mas será que não ficamos tontos?

No atual momento, somos sobrecarregados de estímulos vindo das mídias tradicionais e digitais, são campanhas, filmes, notícias, produtos, serviços, aplicativos… Uma tempestade de marcas, o que permite a interação constante e imediata com o que acontece por toda parte, em tempo real e em qualquer lugar. Ficou tonto?

Mais do que uma tempestade de marcas, um temporal de escolhas. Estamos expostos a um painel gigantesco de opções que nos obriga a buscar mais informações, mais opiniões, interagir mais nas redes sociais com as pessoas e com as empresas. E ainda não se pode esquecer do trabalho, da família, dos amigos e claro, de você.

Preciso de tempo, quero tudo na mão, comodidade, antecipe-se, surpreenda-me, quero experimentar, me escute… Ué, mas as empresas e marcas não devem só entregar o produto e que ele atenda as necessidades do cliente? Já passou o tempo que o cliente só queria a entrega do produto a um preço justo e que atendesse a sua necessidade… Agora o cliente é ativo e gerador de conteúdo, faz e acontece e as marcas têm que acompanhar toda essa movimentação.

Viver e sobreviver como marca dentro do atual mercado é um grande desafio para as empresas. As marcas devem estar presentes onde seu público está. No entanto, para estar onde e quando o consumidor quer, as organizações devem combinar as plataformas e estratégias tradicionais (ou conhecidas como off-line) com as digitais (as famosas on-line).

Pensando no digital, o mercado disponibiliza diversas tecnologias que combinadas podem trazer o resultado esperado a empresa, mas CUIDADO… As plataformas e estratégias digitais estão a disposição para otimizar e alavancar a marca e o negócio da empresa, no entanto não se deve simplesmente utilizar todas as plataformas disponíveis para criar presença no ambiente digital. É necessário, como Martha Gabriel já mencionou em seus trabalhos, que qualquer estratégia desenvolvida no ambiente digital ou no tradicional esteja ligada ao objetivo de marketing da empresa. É importante atender este objetivo, caso contrário serão ações isoladas e sem significado, que não contribuíram em nada à marca.

Desta forma, entender que em um ambiente de mercado, cheio de informações e estímulos, marcas e empresas atuando com diversas plataformas, se não houver um objetivo claro e ações alinhadas, é dinheiro jogado fora e confiança não conquistada.

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Imaginemos uma marca que não possui presença na internet (apesar de difícil, isso é muito possível, pois não faz ou não fazia parte do negócio dela), queira buscar esta presença para reforço da marca e reconhecimento de seus principais públicos. Ela faz campanhas muito bacanas através das mídias tradicionais como TV, revistas e jornais. Agora pensando no digital, ela deve simplesmente transferir tais campanhas direto no seu site, igualmente nas redes sociais e ainda disponibilizar o conteúdo em plataformas mobile? CUIDADO! É fundamental manter a mesma mensagem, mas a maneira como ela será transmitida é diferente.

Outro fator essencial que se deve observar está ligado às características de cada plataforma, por isso há a necessidade de conhecer todas as possibilidades, tendo em vista a clareza do objetivo de marketing e assim definir o conteúdo e a linguagem específica de cada uma.

O Facebook é específico para relacionamento, portanto é necessário que a empresa e a marca queira se relacionar com o público (como isso fosse inevitável) e tenha uma equipe e conteúdo preparado para isso. O site deve ter conteúdos específicos e detalhados da empresa e do negócio. Se vou disponibilizar conteúdo mobile, que ele seja específico para esta plataforma, ao usar ferramentas de busca, devo criar mecanismos para ser achado, dentro do meu site e redes sociais e, reforçando, alinhados ao objetivo de marketing. O ideal é que as campanhas sejam multiplataformas, atendam e sirvam para todas elas.

Sem o alinhamento de todas as plataformas e conteúdos, a confusão está armada! Confusão na comunicação e nas informações internas, afinal cada um faz de um jeito. Confusão na mente do público que receberá tanta coisa e terá a sua atenção voltada possivelmente à marca que se destaca, e provavelmente (não é regra) será àquela marca que melhor elaborar seu plano de marketing e conseguir fazer com que as plataformas digitais e tradicionais sejam grandes armas a favor da marca e do negócio. Afinal a tecnologia está à disposição de todos, o importante é saber usá-la adequadamente.

E voltando para o inicio de nosso papo, estamos girando. A terra gira em torno do sol e em torno de si mesma, translação e rotação, mas será que não ficamos tontos? Diante das grandes e rápidas transformações que o mundo enfrenta, a dinâmica das mudanças, a quantidade de informações e marcas no mercado… ouso dizer que SIM… ficamos tontos.

Referências

GABRIEL, Martha. Marketing na Era Digital. São Paulo: Novatec Editora, 2010.
O Globo. http://oglobo.globo.com/tecnologia/a-publicidade-que-se-reinventa-pela-internet-11550204
Revista Exame: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/ricardo-eletro-integra-publicidade-online-e-offline

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O que te inspira a comprar determinado produto? A Marca que ele carrega e o consequente status que esta pode lhe conceder? As funcionalidades? Ter um gadget do momento?

Não importa qual seja a resposta para essas perguntas, podemos ter certeza de apenas uma coisa: ninguém compra sem pretensão alguma. Esta última é comumente chamada pelos profissionais de marketing de necessidade a ser satisfeita, para os que estudam o assunto ainda nos bancos da faculdade, este é o primeiro tópico a ser tratado pelos professores, e logo vem a seguinte pergunta:

Mas afinal, qual a necessidade do cliente?

Nos dias de hoje chegar a essa resposta é algo muito difícil, e cada vez mais os consumidores se tornam muito exigentes. No Brasil, a “Classe C” em especial, cobra qualidade e marcas renomadas.

file2921236408597Para achar a resposta correta, as empresas vêm usando do Big Data para obter informações sobre seus clientes. A ferramenta nada mais é do que a junção de tudo aquilo que as pessoas fazem no mundo virtual, seja nas redes sociais, sites que a pessoa entrou, as pesquisas que fez no Google, todas essas informações misturadas em dados estruturados (aqueles que são checados, limpos e corretos) e os desestruturados que são os dados “sujos” e incompletos.

Mas e para que servem esses dados? Se antes as empresas segmentavam seus clientes e tentavam encontrar grupos com características parecidas, agora com o avanço do uso do Big Data é possível personalizar as ações para cada indivíduo.

Muitos já devem ter percebido que as propagandas no lado direito do seu perfil no Facebook são em sua maioria baseadas em informações que você andou procurando na internet nos últimos dias. Até mesmo em outros sites, você deve ter reparado que os banners que aparecem geralmente são daquele produto que você andou procurando no Google, por exemplo.

Além disso, é possível conhecer hábitos dos consumidores com base no que eles fazem na internet. Segundo uma pesquisa da Universidade de Cambridge, com base nos dados de 58.000 usuários do Facebook foi possível perceber uma relação um tanto quanto incomum, que pessoas com alto QI gostam da voz do ator Morgan Freeman (Revista Veja, 2013).

A ferramenta pode proporcionar não só a chance de personalização, mas também de melhorar o awareness da marca, dar destaque e agregar valor para a mesma. Isso porque quando uma oferta se encaixa perfeitamente aos gostos do usuário, as chances de despertar interesse e efetivação da compra são grandes, consequentemente a identificação com a marca e a possibilidade de fidelização no futuro são maiores.

Dada a importância e os ganhos que o Big Data oferece, cabe as empresas agora aprenderem a utilizar essa ferramenta que oferece também uma vantagem competitiva por aumentar a possibilidade de adaptação da proposta de valor da marca.


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Patricia Gatti Marchesi: Graduanda de Administração de Empresas da ESPM/SP. Desenvolveu o gosto por branding com os estudos, com o trabalho e pelo universo instigante das marcas. Adora dançar, com o ballet desenvolveu a disciplina e a atenção, o que contribuiu para um olhar todo diferente a respeito das marcas e do relacionamento com o consumidor.

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O fenômeno das mídias sociais é cada vez mais forte no mundo do marketing e da gestão de marcas. Todas as empresas, não importam se pequenas, médias ou grandes, querem estar lá!

Uma pesquisa realizada pelo Altimer Group e Wetpaint para a revista Business Week (a pesquisa contou com as 100 empresas mais valiosas do mundo), mostrou que as corporações que investem em mídias sociais apresentam melhores resultados e uma receita final maior. Organizações que realizaram o investimento nas plataformas cresceram em média 18% em um ano.

Além do crescimento, é uma super oportunidade para conhecer mais de perto seus clientes, escutá-los e também saber o que estão falando sobre você. Todas querem ter um perfil nas redes sociais, mas antes é preciso entender “o porquê de tudo isso”.

“Algumas tecnologias da inteligência causam impacto profundo e alteram significativamente o modo como produzimos e tratamos as informações e nossas diversas representações no mundo físico e social, este é o caso das mídias sociais”. (André Telles)

É preciso saber o impacto que essa tecnologia causa e se está contemplado na estratégia de comunicação da empresa. Entender o “por que” da presença neste ambiente e saber quais as causas e efeitos que a instituição absorverá disso é fator chave para o sucesso da sua ação.

Mídias Sociais fazem parte de uma grande estratégia para a gestão da sua marca, mas não é a solução para todos os seus problemas, como algumas corporações acreditam. É preciso ter uma estratégia macro e dentro dela, um dos braços será uma plataforma online de relacionamento, em que a empresa tratará de igual pra igual com seus clientes.

Além disso, toda plataforma já vem com seu propósito de marca pré-estabelecido. Nós como empresa, precisamos saber disso e analisarmos se dentro da nossa estratégia, as ações podem ser realizadas sem acontecer nenhum choque de valores. Entender bem sobre a plataforma de mídia social que você quer atuar é essencial para criar potencial e diferencial competitivo.

Não adianta entrar em todas as mídias sociais achando que isso trará retorno. O mais importante é saber se a ferramenta que você utiliza tem potencial suficiente para seus objetivos e metas como marca. Caso ainda não esteja em nenhuma delas, um estudo mais profundo sobre cada uma determinará a escolha mais assertiva.

 

 

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