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Inovação e Tendências

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A tecnologia da informação é quem abriu as portas para o surgimento do Marketing Digital e a sua aplicação nas empresas de diversos setores atualmente. Mas como isso surgiu? Bom, basicamente deu-se início com a vinda dos primeiros chips na década de 60 que posteriormente veio o computador e diversos aparelhos como o discman, entre outros.
A revolução da tecnologia como é chamada desenvolveu o mundo a partir de uma forma que o mercado mudou a sua própria visão, ou seja, antes as organizações pensavam de forma interna e não expandiam a sua própria “caixa” no sentido de evoluírem e pensarem como o próprio consumidor age, o que ele deseja, as suas necessidades e outros valores, Esta técnica atualmente é conhecida como poder de compra do consumidor final, logicamente que tanto o pré e pós-venda são muito importantes neste processo também.
Foi a partir da década de 70, aproximadamente que as empresas começaram a abrir a sua “caixa”, onde entra a lei de Friedman o qual as organizações devem levar em conta seus ativos que são fundamentais para elas girarem. Esta lei leva em conta todos os custos e benefícios de estado versus não estado. Para a empresa está diretamente ligado a mercado que ela atua e a necessidade que ela tem perante isto, por exemplo, os benefícios que ela terá com uma nova tecnologia ou a implantação de um novo produto.
Com a tecnologia também veio à inovação uma ferramenta muito importante que vigora a criação, desenvolvimento, análise e aplicação de novas ideias no mercado e que possa, por exemplo, atingir um ápice de satisfação dos consumidores e por consequência aumentar as vendas.
Foi com a inovação que o Marketing Digital começou a ganhar mais espaço, além da própria internet que surge neste meio tempo. A internet sofreu uma série de transformações desde a década de 80 aproximadamente até hoje, ou melhor, ela ainda vem mudando.
As empresas perceberam com o tempo que a internet ia muito além do que o esperado para postar informações. As pessoas também virão que estas informações poderiam ser melhores aproveitadas tanto no dia a dia, quanto no ambiente profissional, foi aí que começaram a aplica-las e a desenvolver novas técnicas também.
A internet passou a ser reconhecida como uma forma de comunicação, onde era possível trocar conhecimentos e experiências com outras pessoas e empresas. Era e é possível descobrir sobre as empresas concorrentes, se informar melhor sobre o mercado de atuação, sobre os consumidores, desenvolver o networking, entre outras diversas formas. Outro fator é que estas informações disponíveis devem ser aproveitadas com cuidado, analisá-las bem para você mesmo não cair em uma armadilha, utilizá-la de forma incorreta ou até mesmo coletar informações e dados errados.
Para o Marketing Digital a internet é a base de tudo é onde é possível para as empresas a exposição delas de maneira online, através de websites, vendas de produtos, desenvolvimento de aplicativos para celulares, computadores, Ipads e outros.
Além do mais o Marketing Digital não precisa ser utilizando somente pelas empresas em si, pessoas do mundo todo vem usufruindo desta nova área também, através da criação de websites próprios para venda de produtos, para postarem informações em fóruns, blogs e sites pessoais, para compartilharem experiências de suas vidas pessoais no Facebook e pelo Instagran, etc.
Há várias maneiras para usar e abusar desta área. Mas para tudo deve ser levado em consideração o custo que você terá para desenvolver as plataformas de sites necessárias, o recomendável é que se inicie com plataformas mais baratas e conforme seu negócio for crescendo, opte por aprimorar isso, foque sempre no seu objetivo principal, o mercado que irá atuar, o consumidor, o que ele procura e o que você procura também.
Outra possibilidade são os blogs que onde você compartilha experiências sobre um determinado tema do seu interesse, o qual da maneira que for expandindo é possível trabalhar com o patrocínio de links, ou seja, empresas desenvolvem links ou aplicativos próprios e você pode compartilhar isto na sua página, uma parte dos lucros vai para você mesmo e outra para as empresas que forneceram os links.
Para estimular os valores dos links geralmente são utilizadas por clicks dos internautas, as visualizações deles por página também entram. Existem variadas formas de divulgação também.
Além destas técnicas de uso o Marketing Digital proporcionou um “BOOM” no quesito profissional, algumas empresas surgiram no mercado como é o caso das agências digitais que prestam serviços para outras empresas que ás vezes não optaram por ter este setor dentro delas. Uma grande empresa digital que permanece até hoje e soube aproveitar deste mercado foi a Scup conhecida pela sua plataforma de monitoramento das redes sociais, por exemplo.
Com a inovação, tecnologia, as empresas novas dentro deste mercado e os profissionais estipula-se que o Marketing Digital também colaborou para um aumento nas vendas de smartphones e tablets, o que acabou beneficiando as empresas como Apple e o Google que também investe diretamente em aplicativos e ferramentas como o Google Docs e Google Analytics.
Com os smartphone e tablets além de beneficiar as empresas favoreceu muito o consumidor, porque são aparelhos mais leves, portáteis que podemos levar para todos os lugares e permite que possamos estar sempre conectados com as informações com uma internet Wi-Fi. Veja melhor abaixo:

tabela

Fonte: http://www.emarketer.com/Article/Mobile-Takes-Increasing-Share-of-Email-Opens/1010087

A tecnologia é realmente algo incrível em minha opinião, ela consegue lançar oportunidades no mercado e basta somente nós aproveitarmos elas para desenvolvermos algo novo que seja diferenciado, útil e que agrade a todos os consumidores. Ela realmente abriu as portas para um novo mercado para novas áreas como o Marketing Digital e para novos profissionais.

Mas, por outro lado ela vem colocando em extinção jornais e revistas que são distribuídas de maneira física para as nossas mãos. O que fez as editoras migrarem para o meio digital e passaram a adotar tudo via online, como ocorre com estes sites que fornecem e-books onde é possível ler livros, revistas e jornais diretamente no seu tablete.

Referências:

– E Market, http://www.emarketer.com/Article/Mobile-Takes-Increasing-Share-of-Email-Opens/1010087 Acesso em: 19/09/2013 ás 13 hrs.

– Era dos Computadores, http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/geografia/0016.htmlAcessp em: 19/09/2013 ás 11 e 40 hrs.

– Lei de Friedman, http://www.ordemlivre.org/2011/12/david-friedman-e-o-mercado-de-leis/ Acesso em: 19/09/2013 ás 12 e 30 hrs.

– Marriotti, Humberto. Pensamento diferente: para lidar com a complexidade, a incerteza e a ilusão. São Paulo: Atlas, 2010.

– Marketing Digital, http://www.guiase.com.br/marketing-digital Acesso em: 19/09/2013 ás 12 hrs.

– Kotler, Philip. A Bíblia da Inovação. Lua de Papel, 2011.

– Scup, http://www.scup.com/pt/sobre-nos/quem-somos/ Acesso em: 19/09/2013 ás 12 e 15 hrs.

 

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Priscila Carvalho Ferrari

Formada em Administração de Empresas pela Universidade Anhembi Morumbi e com a pós-graduação em Gestão de Marcas e Branding pela Business School São Paulo. Apaixonada pela área de marketing, porém atualmente trabalha na área comercial. Gosta de viajar, comer em diferentes lugares e aprender novos idiomas. Ela acredita que inovação e criatividade caminham juntos no meio coorporativo.

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Ok, esse é um portal sobre branding, marketing, design, mas sem música nada disso importa.music

Provavelmente surgirão algumas estratégias de branding no texto, entretanto o foco será a música, a arte de combinar harmoniosamente os sons.

Começo com um conselho, dentre minhas experiências profissionais, acadêmicas, textos publicados até então, tudo que fiz até aqui, música sempre foi o meu segredo, a palavra-chave, fonte inspiradora, ponto de equilíbrio, o remédio, meu vício.

“Sem a música, a vida seria um erro.” Friedrich Nietzche

Seja qual for o estilo musical, escolha os seus e viva por música, acredite, ela faz a diferença e leva ao êxito aqueles que sabem usá-la.

Preste atenção nos filmes, os grandes clássicos do cinema, todos eles são compostos por uma belíssima trilha sonora, por exemplo, The Godfather de Nino Rota composta para um dos maiores longas que já foi gravado, O Poderoso Chefão (The Godfather); Outra trilha de sucesso que casou perfeitamente com o enredo da história é My Girl do The Temptations para a obra Meu Primeiro Amor (My Girl); Para mencionar outro, aproveito o elogiado e considerado dos melhores filmes de 2013, A Vida Secreta de Walter Mitty (The Secret Life of Walter Mitty), a história já é excelente e para completar Space Oddity de David Bowie, perfeito!

“A música é o verbo do futuro.” Victor Hugo

Música é uma arte inexplicavelmente  maravilhosa, me lembro muito bem de Beethoven tocando pelas ruas de São Paulo, para ser mais preciso Für Elise (Para Elise) que acompanha os caminhões de gás nos bairros da cidade, sempre que ouço me lembro da marca Ultragaz.

Música é estratégia? Mas é claro!

Pode ser parte da marca, estratégia de comunicação, é só reparar, muitos pontos de venda já trabalham muito bem a música no ambiente, lojas de roupa com música Pop, Rock ou Eletrônica, as Casas Bahia, por exemplo, toca bastante Forró e as músicas que são sucesso na novela, pois são canções e ritmos que conversam com o público da marca; quem já entrou numa loja da Chilli Beans sabe que as músicas que lá tocam casam perfeitamente com o propósito da organização.

Se usada bem, se torna perfeita nos filmes publicitários, nunca me esqueço de uma propaganda da Faber-Castell onde o filme ilustrava a canção Aquarela (Toquinho) e a música dando forma para a campanha, antigamente inúmeros jingles faziam sucesso e eram cantarolados pelo país.

A Coca-Cola é uma marca que sabe utilizar essa arte muito bem, abaixo um dos comerciais da marca, a canção é Whatever do Oasis, além da sincronia música e filme, preste a atenção na assinatura sonora da marca no final do vídeo.

Assinatura sonora é outra estratégia que utiliza da música uma forma de perceber a marca, além da Coca-Cola, a Intel também criou uma muito interessante, que fixa na cabeça.

Música é tão importante que cada nação tem uma, os chamados hinos nacionais, até clube tem hino, além das canções das torcidas para embalar os times, fazê-los jogarem por música.

Ela cria mitos e lendas, como por exemplo, Elvis não morreu, a maldição dos 27 anos, entre outras; Ela transforma pessoas em gênios, Tchaikovsky, Chopin, Jobim, Lennon, Marley, Waters, Cobain, Mercury (Freddie) e muitos outros…
… Ela tem o seu próprio reinado, Michael Jackson e Madonna, Sinatra, Presley, Roberto Carlos.

A música conta histórias ou você não conhece o tal João de Santo Cristo? Fala de amor, algumas de ódio, outras de um bom lugar pra ler um livro, muitas sobre o quão maravilhoso é o mundo… Enfim, ela é assim, capaz de mudar o planeta, as nações, as pessoas, as marcas. Sinceramente, o segredo é a música!

“A vida é como a música. Deve ser composta de ouvido, com sensibilidade e intuição, nunca por normas rígidas.” Samuel Butler

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Nessa terça-feira, 22 de Outubro, aconteceu na BSP-Business School São Paulo a palestra Criatividade e Inovação: o Diferencial para a Competitividade com a professora Ana Lucia Campus Pita, com quem nós do InfoBranding tivemos o prazer de aprender.

Na palestra, com muito conteúdo e alegria, Pita mostrou aos presentes a importância de entender e praticar a criatividade e a inovação. Repleta de exemplos, o evento inspirou os presentes a mudarem sua maneira de pensar e agir de forma mais criativa.

O mundo ficou pequeno! Rápida expansão tecnológica, informação acessível e formação equilibrada entre os profissionais são alguns fatores que tornam tudo homogêneo.

Frente a isso: criatividade e inovação!

De tudo o que foi apresentado na palestra o que ficou de mais importante e que arrisco resumir aqui, é:

Pratique a criatividade, desenvolva-a. Veja o mundo com os olhos de uma criança, não se prenda a rótulos, não tenha preconceitos e não tenha medo de pagar mico! Sonhe e corra atrás desse sonho! Teve uma ideia? Ótimo! Desenvolva-a, coloque em prática, inove! Saia da zona de conforto! Nunca ache que está pronto!

Para fechar, peço licença à professora Pita para reproduzir a seguinte frase de sua apresentação:

“O mundo mudou de dono; deixou de pertencer aos que conhecem os fatos e caiu sob o domínio dos que sabem lidar com eles.”

Inspirado? Não deixe de participar de eventos e estar em contato com profissionais da área. Troque experiências e desenvolva as relações. Aqui no  você sempre encontra dicas de conteúdo e eventos, fique por dentro!

Obrigado Pita pela maravilhosa palestra!

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Abertura

Construir e gerenciar marcas memoráveis são práticas que requerem disciplina, ousadia, estratégia e visão de longo prazo, isso sem contar, muita dedicação, foco e força de vontade. No processo há inúmeras variáveis a serem cuidadosamente analisadas: perfil da empresa, características do produto ou serviço, público interno, público externo, concorrentes (diretos e indiretos), aspectos legais, referências de mercado, aprovação da gerência e muitas outras, que variam de caso a caso.

Nesse cenário, a equipe envolvida no desenvolvimento da estratégia de branding deve se mostrar aberta a constantes debates, análises e testes e, é claro, como todo processo, um pouco de frustração e aborrecimento. No entanto, quando bem gerenciado, o processo de construção e gestão da marca traz resultados gratificantes.

Pergunte aos profissionais da Coca-Cola, Volvo, McDonald’s, Nike, Absolut, Visa entre tantas outras marcas de sucesso se esse processo vale a pena. Ou melhor, observe os resultados colhidos. Esses profissionais trabalham duro todos os dias e se dedicam ao máximo para fazer do seu trabalho um verdadeiro sucesso e, não há nada melhor, do que perceber que o mesmo foi reconhecido.

Complexo não é? Agora imagine todo esse processo acontecendo para criar uma marca que existirá no universo imaginário de um filme ou de uma série televisionada?

Como já foi abordado anteriormente aqui no InfoBranding e em outros meios, uma marca não é meramente um sinal gráfico estampado por toda parte na empresa. Longe disso. Uma marca representa um universo complexo repleto de associações, que constitui uma identidade e permite que todos que entram em contato com ela a identifiquem e reconheçam como única, amando-a ou detestando-a.

Quando pensamos na Nike nos vem à mente o estilo de vida esportivo, competitivo a ideia de vitória paira no ar; chegamos a nos sentir inspirados a praticar esportes e competir. Quando pensamos na Volvo pensamos logo em veículos extremamente seguros, nos quais podemos confiar quase que cegamente a vida de nossos filhos. Quando pensamos em Visa pensamos em facilidade e comodidade, além de inúmeras vantagens. Quando pensamos em OMO pensamos logo em limpeza e em curtir a vida sem se preocupar se a roupa vai sujar, já que temos OMO para resolver isso.

Mas e quando pensamos na Umbrella Corporation? Isso mesmo, a mega empresa global responsável pelo T-Virus, seu vazamento e o consequente apocalipse zoombie que praticamente dizimou a humanidade. O que vem a nossa cabeça? A Umbrella Corporation é a empresa que faz parte do enredo da famosa franquia de jogos de vídeo game “Resident Evil”, da Capcom e que, posteriormente, foi para as telonas com um desempenho igualmente satisfatório.

Umbrella

Pensando na franquia dos filmes a Umbrella Corporation é percebida como uma empresa poderosa, com presença global e com valores duvidosos. Respeito à vida e ao bem-estar das pessoas é algo que passa longe do imaginário enquanto que frieza, tecnologia, armamentos biológicos e desprezo pelo bem-estar do planeta são associações muito fortes. Para quem gosta dos jogos e filmes do Resident Evil a Umbrella Corporation é bem posicionada e sempre se apresenta com uma identidade muito substancial.

Passando para um exemplo mais leve pode-se citar a Dinoco e a Pizza Planet da Pixar, que apareceram inicialmente em ToyStory e depois em outros filmes da renomada empresa de animação. A Dinoco, empresa de postos de gasolina, patrocina uma escuderia no filme Carros, lançado mais de uma década depois de Toy Story. Aliás, os filmes da Pixar são repletos de referências cruzadas entre seus filmes, você já tentou encontrar?

Dinoco

E como não citar a Stark Industries do popular Tony Stark, mais conhecido como Iron Man? A Stark Industries é digna dessa citação uma vez que nos filmes, Tony Stark aparece nas apresentações da empresa como um verdadeiro Show Man, esbanjando personalidade e estilo de vida, como a personificação do bilionário gênio que curte a vida como ninguém. Excentricidades a parte, a situação não é semelhante (dadas as devidas proporções e considerando que Tony Stark é um personagem heróico e fictício) com o burburinho causado pelas apresentações do glorioso Steve Jobs, ao estilo peculiar de Mark Zuckerberg ou até mesmo ao estilo de vida do icônico Hugh Hefner?

Stark Industries

Fora essas empresas podemos ainda citar a InGen de Jurassik Park; USRobotics de Eu Robô; Oscorp de Homem-Aranha; Acme dos desenhos dos Looney-Tunes (sempre pronta para ajudar o Coyote a capturar o Papa-Léguas); Cyberdyne Systems do Exterminador do Futuro; Gemialidades Weasley de Harry Potter; Planeta-Diário de SuperMan; Indústrias Wayne do Batman; M.I.B e seus Homens de Preto; MomCorp da série animada Futurama.

Muitas vezes as marcas saem do universo cinematográfico e passam a fazer parte do nosso mundo, graças a aspirações que suas associações são capazes de criar.

Um exemplo disso são os famosos chocolates da Fantástica Fábrica de Chocolates de Willy Wonka, vendidos como uma linha especial da Nestlé no exterior. Há várias opções de chocolate sob essa marca que faz sucesso especialmente entre as crianças. Tal linha da Nestlé tem uma seção especial na famosa loja de brinquedos Toy “R” Us na Times Square.

Wonka

Mais recentemente uma marca saiu do universo das telinhas e cativou jovens adultos ao redor do mundo. Trata-se da emblemática cerveja de Homer Simpsom, a Duff Beer. A Duff veio para o nosso mundo em 2006 graças a iniciativa do empresário mexicano Rodrigo Contreras e em 2007, graças a uma parceria com a cervejaria belga Haacht Brewery, a Duff passou a ser comercializada na Europa. Em 2009 veio para a América Latina e posteriormente para o Brasil. No entanto, é curioso que a cerveja Duff não é uma marca registrada da FOX e não tem ligação com Matt Groening, criador dos Simpsons. Ou seja, veio de um fan para outros fans. Interessante não é mesmo?

Duff

Para fechar, uma sugestão do colega Felipe Versati aqui do InfoBranding, quem não se lembra da marca Bubba Gump Shrimp & Co. do filme Forest Gump? A marca saiu das telonas em 1996, inspirada no filme Forest Gump estrelado por Tom Hanks em 1994 e hoje conta com 39 restaurantes ao redor do mundo, a maioria nos EUA. A marca é mais um exemplo bem sucedido que veio das telonas para avida real.

Bubba Gump Shrimp & Co

Atualmente no Brasil:

E se pensarmos nas famosas e mundialmente conhecidas telenovelas da Rede Globo? Também temos exemplos a serem citados. No topo da lista o Hospital San Magno do Dr. Cesar, onde o vilão Felix andou fazendo suas falcatruas e desvios financeiros. O bar GigaByte de temporadas passadas de Malhação, onde os alunos do Colégio Multipla Escolha (outra referência interessante) se encontravam. Temos ainda a fábrica de chocolates “BomBom” de Chocolate com Pimenta e a Charlô’s de Guerra dos Sexos e a Carrara Taxis da Grande Família. Fora tantas outras. Embora fictícias essas empresas fazem parte do imaginário popular brasileiro.

E você, lembra de mais algum exemplo de marcas que se mostram verdadeiros exemplos de branding no universo ficcional? Compartilhe com a gente!

Hospital San Magno

 

Referências:

http://www.duffbrasil.com.br/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Duff_Beer

http://en.wikipedia.org/wiki/Bubba_Gump_Shrimp_Company

http://www.bubbagump.com/

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img_artigo 6_b2Eu costumo brincar que, se tomando cerveja quente os egípcios construíram as pirâmides, imagine o que eles fariam se ela estivesse gelada? Brincadeiras à parte, uma das horas mais esperadas pela maioria é a cervejinha gelada do happy hour de sexta, não?

Existem milhares de marcas de cerveja pelo mundo. No Brasil, a marca mais lembrada é de uma cerveja e cada um de nós tem a sua preferida. Uns gostam da que desce redondo, outros têm orgulho de ser “brahmeiros”, tem aqueles que gostam da 100%, os que gostam de ser originais, aqueles que gostam de uma sacanagem, e por ai vai. Sem falar que nos últimos anos houve no País uma invasão de rótulos importados dos mais diversos sabores.

Neste mercado tão concorrido, se existe uma marca idolatrada, que conseguiu transformar seus produtos em um objeto de desejo, que seus consumidores se orgulham de consumir e pagam mais caro por isso é a Stella Artois, ou a “Stellinha”, como já é carinhosamente conhecida nacionalmente. Com um posicionamento tão bem definido e de fazer inveja a muitos vinhos dos quais uma garrafa custa na casa de até cinco dígitos, a Stella Artois está entre as 10 melhores cervejas preferidas do mundo.

Com uma tradição de mais de 600 anos (foi criada em 1366 em Leuven na Bélgica), essa cerveja sempre foi consumida por um público diferenciado, principalmente a partir de 1425, quando uma universidade se instalou na cidade e seus estudantes passaram a realizar pesquisas para aprimorar sua produção. Mas a marca Stella Artois só surgiu em 1926, com uma edição especial de Natal, mais clara, que conquistou os paladares mais requintados da época e tornou-se símbolo da Bélgica.  A partir daí, conquistou toda a Europa.

Em minha opinião, o culto e a valorização da marca são os princípios das campanhas da Stella Artois. A cerveja é um líquido sagrado, do qual não se pode desperdiçar nada. Seu tradicional cálice é o Santo Graal e se deve seguir à risca um ritual para servi-la.

Um conceito forte, simples e arrebatador: ao consumi-la, o prazer vai muito além de degustar uma cerveja; ele está, sim, em poder beber uma Stella Artois. A manutenção deste conceito por tantos anos faz ele ser uma das cervejas mais cultuadas do mundo.  A marca foi construída de uma maneira tão integrada ao longo dos tempos, que hoje eles podem ser pretensiosos ao ponto de adequarem o momento cultural ao seu posicionamento e, mesmo assim, permanecerem simpáticos com seu público-alvo.

Basta dar uma olhada em suas últimas campanhas para perceber a grau de sofisticação da marca. Podemos substituir a cerveja por um relógio Cartier ou um perfume Armani que não veremos diferença, tamanha a força de seu posicionamento.

O que chamar a atenção é que apenas de alguns anos para cá, outras marcas começaram a perceber que o posicionamento de seus produtos tem que ser bem definido para a manutenção de seus mercados e que o apelo da mulher gostosa já não é atrativo suficiente para se destacar neste segmento. O mercado mudou. Mas a maioria das marcas não acompanhou esta mudança.

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stand

Em julho de 2012, sim já se passou mais de um ano, eu fui impactada por uma ação que a marca Bom Ar Air Wick promoveu no shopping Eldorado em São Paulo. Foi uma experiência tão marcante que acredito ser importante compartilhar aqui depois de tanto tempo.

Na época a Air Wick estava lançando uma nova linha de produtos para casa, a Home Perfume Collection e um comercial para promover os três produtos da linha: Soft Perfume, Difusor e Elétrico Liquido. Para ficar claro a ação é importante relembrarmos o comercial.

Para demonstrar as fragrâncias através do comercial, a empresa utilizou-se de um recurso de cores, afinal não conseguimos passar o cheiro através de nossas TVs, certo? Mas ai que estava a grande sacada da ação, a marca criou um brand experience no Shopping Eldorado que conversava com a campanha que estava em veiculação. E como funcionava?

Foi montado um stand no hall de entrada do Shopping, uma espécie de casa, onde o consumidor entrava e vivia a experiência. No momento em que entrei na sala vi um ambiente todo branco sem móveis, mas após alguns segundos começava o espetáculo. Uma narração comentava vários estilos de mulheres, exemplo: “Você que gosta de liberdade, viaja para o campo, é aventureira criamos o Soft Perfume que como você…” Neste momento o ambiente todo mudava através de uma projeção mapeada e você via exatamente o seu perfil ser montado naquela sala, após falar do perfil, as luzes focavam no produto em um ponto da sala e a fragrância saia através das luzes brilhantes, como no comercial veiculado na TV. Abaixo você pode conferir como era a dinâmica da sala.

Com essa junção de som, imagens e experiência a empresa apresentava os três produtos da linha e a sensação que eu tive quando sai foi: UAU, criaram um produto com a minha personalidade e agora posso deixar a minha casa com a minha cara. Que máximo! – Minha experiência foi SEN-SA-CIO-NAL! Quando o espetáculo acabou, sai por uma porta a frente, as consultoras apresentavam as fragrâncias disponíveis para cada produto e você poderia levar amostras para casa.

Analise da Ação:

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  • Conceito integrado: O slogan da marca é “Surpreenda-se com novos ares” e realmente esta ação surpreendeu as pessoas que a vivenciaram.
  • Gerar valor através da emoção: A sensação de ser especial para a empresa, de criar um produto com a minha personalidade, gerou o valor agregado.
  • A surpresa: como disse no item ‘conceito integrado’, nunca eu iria imaginar que a sala se transformaria de acordo com o produto apresentado, é a experiência dos efeitos visuais utilizados na TV, ao vivo, como se eu estivesse dentro do comercial.
  • Visão, audição e olfato juntos: a junção foi perfeita, além de entender os tipos de produtos, pude experimentá-los e ainda levar um presentinho para minha casa.

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Uma ação criativa e inovadora, com certeza!

Agência responsável pela ação: Marketing House
Produtora da projeção mapeada: 5D Experience

A tecnologia utilizada nesta ação é chamada de Projeção Mapeada.

Obs. Hoje a linha Home Perfume Collection conta com mais dois produtos: Velas aromatizadas e velas aromatizadas que mudam de cor. www.airwick.com.br

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candyVocê já deve ter visto alguém no ônibus, no metrô, na aula ou até mesmo no trabalho com o smartphone ou o tablet na mão juntando docinhos e vibrando quando consegue passar de fase. Ou pior, já se assustou com o quanto gastou comprando vidas quando chegou a fatura do cartão de crédito no final do mês.

Simples como o antigo Tetris e de cores vibrantes, o jogo Candy Crush conquistou o mundo. Através do Facebook, este jogo já possui mais de 9 milhões de usuários ativos por dia e, se somarmos as horas de jogo de todos os usuários, já são mais de 100 mil anos dedicados exclusivamente ao Candy Crush. 100 mil anos de contato com a marca da empresa King.com!

Segundo especialistas, o sucesso é a simplicidade do jogo aliada à interatividade com amigos e familiares via Facebook.  Candy Crush não está sozinho na façanha de conquistar usuários que não são gamers tradicionais. Angry Birds, Temple Run e outros jogos simples para plataformas móveis já haviam conquistado um público novo, mas nenhum deles de forma tão arrebatadora quanto o jogo dos doces. Prova disso é a forte adesão feminina. De acordo com a King.com, desenvolvedora do jogo, cerca de 70% dos clientes são mulheres, proporção pouco usual quando se fala de jogos mais pesados, para plataformas como Xbox, PlayStation e PC.

Outro ponto importante é a possibilidade de gastos com o jogo. Existe um limite de cinco vidas, que são recarregadas com o tempo, com a ajuda de amigos, ou com a ajuda do cartão de crédito. As possibilidades de compra são sempre oferecidas aos poucos e por valores baixos, como US$ 0,99. Essa ‘mina de ouro’ do mundo dos games está sendo bastante explorada pela King.com. Recente, a estratégia de atrair o usuário a gastar aos poucos, funciona muito bem. Em um universo em que você tem 100 milhões de usuários, se 3% quiserem investir, já são 3 milhões de pessoas gastando com o game

Mas o que me chama a atenção é que apenas agora a King.com começa a licenciar produtos com a marca. Neste mês, a Happy Socks lançará uma linha de meias com as estampas dos docinhos e, aqui no Brasil, algumas docerias goumerts já produzem doces e bolos iguais aos do jogo.

Mas a questão é outra. Será que os jogadores transfeririam o seu “vício” pelo jogo para produtos com a marca Candy Crush?

Acredito que as empresas que queiram aproveitar desse fenômeno precisam tomar certo cuidado, uma vez que os comportamentos dos jogadores já estão sendo considerados negativos. Por exemplo, em Porto Alegre, órgãos de Saúde realizaram uma pesquisa e comprovaram que o jogo está diretamente ligado à queda de produtividade de algumas empresas e pode prejudicar a saúde.

O produto a ser licenciado, a meu ver, tem que estar diretamente relacionado ao jogo, como doces, balas, confeitos, e produtos alimentícios em geral. Pois num primeiro momento, a imagem da marca Candy Crush pode vender qualquer coisa, de meias à capinha para celular. Mas logo após esta “febre” passa e o prejuízo fica.

Por fim, Candy Crush Saga é um fenômeno e um exemplo de uma nova estratégia de marketing e branding. Só o tempo dirá a eficácia, ou não, dessa estratégia. Enquanto isso, você pode me mandar uma vida?

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Marcas famosas são muito bem posicionadas e definidas na mente do consumidor. Por exemplo, na categoria de refrigerantes, todo mundo sabe e entende que o espírito de Coca-Cola é energia, positividade, amigos, descontração, assim como o conceito de Guaraná Antártica envolve brasilidade, união, família.

Em todas as categorias de produtos e serviços existem marcas muito bem estabelecidas, cujo os atributos estão tatuados nas suas credenciais.

Os atributos que dão forma às marcas na nossa mente são claros e bem diferentes dependendo das categorias.

Por exemplo:

  • Sabão para lavar roupas. Os atributos que giram em torno desta categoria são: limpeza, maciez, cuidado, brancura, fragrância, eficácia;
  • Sorvetes: refrescância, sabor, verão, premiumness;
  • Desodorantes: eficácia, confiança, fragrância, proteção, duração.

Enfim, cada tipo de produtos e serviços possui uma série de atributos mínimos que levam o consumidor a comprar suas marcas. Porém, algumas marcas não trabalham sua comunicação nos espaços mínimos já preenchidos.

Vou contar uma história: OMO existe desde 1957 no Brasil e sua comunicação durante anos foi pautada em atributos de Poder de Limpeza, Brancura e Eficácia. Porém com o lançamento de Ariel e muitas outras marcas que pautavam sua comunicação nos mesmos atributos, o preço passou a ser um fator importante na decisão de compra do consumidor. E já sabemos, que quando o preço é fator determinante na escolha de um produto, significa que as marcas não estão desempenhando o papel para o qual foram inventadas, certo?

Pois é, pensando nisso, a plataforma global DIG (dirt is good) da Unilever, foi trazida para o Brasil, traduzida na expressão “se sujar faz bem” e emprestou suas credenciais para OMO. Desde então, a marca não comunica apenas seus benefícios funcionais, porém a frase que define a comunicação atual desta marca é: “O sabão que permite aos seus filhos se sujarem com total segurança, pois OMO remove as manchas difíceis”

Esta frase traz em si, vários atributos que antes não eram decisivos na compra de um sabão em pó, como: cuidado com a família, praticidade e eficácia. Vejam no final da página, o comercial que traduz este conceito.

A partir disso, quando novas marcas entram no mercado, é preciso investigar e descobrir qual é o espaço em branco na cabeça do consumidor em determinada categoria?

Inovar não é fácil. Inovação anda de mãos dadas com a ousadia. Pode dar certo, como pode dar errado. No caso de OMO, deu certo e essa marca continua sendo o sabão para lavar roupas mais vendido do Brasil, mesmo sendo um dos mais caros.

 

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Geralmente novas e pequenas empresas, que estão começando a criar uma marca, encontram alguns obstáculos no desenvolvimento dessa ideia. Os motivos podem ser vários: uma categoria sem tradição em diferenciação e marketing (isso acontece com produtos de segmentos de mercado muito ligados a performance – como máquinas; ou commodities – produtos ou serviços onde a única diferenciação entre concorrentes é o preço); baixo investimento por parte da companhia, por não acreditar que investimentos em ativação de uma marca vá gerar receita; equipes de marketing sem experiência em inovação de marcas… Enfim, estes são os principais motivos que fazem com que muitas companhias não decolem com suas marcas no mercado.
Porém existem 3 mitos que impedem o desenvolvimento de novas empresas e suas marcas, a chegarem ao sucesso. Chegou a hora de desvendar esses mitos:

1 – Construção de Marcas NÃO é privilégio de grandes companhias!

Existe um mito de que apenas grandes companhias com tradição em marketing são capazes de investir e criar marcas de sucesso. Isso é mentira!
A criação de uma marca, seu espírito e comunicação, não depende do tamanho da companhia e sim da qualidade das suas ideias e investimento nessa iniciativa.
É claro que grandes companhias como Coca-Cola, Unilever, Procter&Gamble, Microsoft, Nestlé, possuem mais recursos e expertise em marketing, e por isso fazem investimos milionários em comunicação que trazem um retorno muito mais rápido.
Existem milhares de exemplos pelo mundo de empresas pequenas, que sonharam grande, criaram marcas realmente inovadoras e investiram nessa ideia. Aqui no Brasil a Maria Brigadeiro é um grande exemplo dessa verdade. Essa companhia situada na região de Pinheiros em São Paulo, que inovou com o conceito de “brigadeiro gourmet”, criou uma marca forte, com pilares emocionais ligados a design e performance de seus produtos, que transformaram esta pequena loja de chocolates em um “ateliê de brigadeiros”. Conheça mais um pouco dessa ideia no www.mariabrigadeiro.com.br.
O segredo do sucesso de uma marca não é o tamanho da empresa, mas a qualidade de suas ideias e vontade de investir nessa iniciativa.

2 – Todas as categorias podem se diferenciar!

Já ouvi muitos profissionais de marketing afirmarem que não conseguem ativar boas campanhas de comunicação, pois a categoria nas quais atuam não permitem que haja diferenciação de marcas, afinal geralmente nesses segmentos o que define a decisão de compra do consumidor é o preço. Este é outro mito!
Há alguns anos atrás esse mito pode até ter sido verdade no Brasil, porém com o aumento da concorrência, desenvolvimento econômico e de mercado, o que pode salvar (ou acabar) com uma empresa é seu conceito de marca.
A marca Camil transformou o simples arroz e feijão em significado de qualidade, confiança e segurança. O açúcar União trouxe para o saquinho de 1 Kg de cana processada o conceito de cuidado com o lar e família. Assim como Bonafont aplicou o conceito de saúde e funcionalidade em uma garrafinha de água. Acima eu citei 3 marcas de commodities, produtos que podem ser fabricados por qualquer empresa: arroz, açúcar e água. Porém essas marcas criaram um conceito de diferenciação sobre esses produtos, que gera percepção de valor na mente dos consumidores que pagam MAIS por essas marcas.
Logo, não existem limites. Todos os produtos e serviços podem se transformar em marcas de sucesso. Crie valor, inove e veja os resultados nas vendas de sua marca.

3 – Marcas fortes geram lucro e receita, sim!

Muitos administradores e líderes de companhias não acreditam que investimentos em comunicação e marketing possam gerar receita real para suas empresas. Porém o desenvolvimento de uma marca é o que difere um produto que briga por preço (aquele que precisa ser sempre mais barato), de um produto que é percebido como uma Marca de Valor!
Não adianta apenas investir em comunicação. É preciso ter um plano de ação estruturado para ativar uma marca, para investir direito.
Para que isso aconteça é necessário ter uma equipe de marketing competente e experiente em inovação de marcas, saber que os resultados podem levar algum tempo, mas que os frutos destes investimentos serão traduzidos em lucro e receita extra para a sua companhia!

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