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#COMPARTILHECONHECIMENTO Foi assim que o Digitalks se posicionou para realizar um dos mais importantes encontros de profissionais no Marketing Digital nesta última terça-feira (13).

eu fuiO evento aconteceu com o objetivo de levar conhecimento, promover debates e fazer com que cada região brasileira evolua o seu mercado digital.

Foram mais de 8h de palestras e debates, que contaram com a presença de CEO´s e gerentes de marketing do mercado, contando um pouco sobre tendências, projeções, performance e mídias sociais. Tudo super embasado e endossado por cases de sucesso, como o e-commerce Pet Love, que se reposicionou e cresceu absurdamente!

O principal palestrante do dia, foi o CEO do Online Marketing Institute, Aaron Kahlow, falando da importância do Marketing de Conteúdo e traçando um passo a passo de como produzir e conduzir ações de impacto e sucesso para as marcas

Perdeu o evento? =( Não se preocupe, temos uma ótima notícia!

Todos os conteúdos das palestras estão disponíveis no site do evento. Assim, mesmo que não tenha participado, poderá ficar por dentro e atualizado!

Agradecemos o convite do Flávio Horta, Diretor do Digitalks.

palestra

flaviomeninas

 

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No dia 1º de agosto, o InfoBranding visitou a 7a edição da Expo Disney 2013, uma feira de negócios que aconteceu no Transamérica Expo Center, São Paulo. O evento contou com a participação de mais de 120 empresas licenciadas e 40 mil produtos em exposição. Com o intuito de promover a integração entre empresas, varejo e parceiros promocionais, além de exibir conteúdos da Disney, Marvel, Star Wars e LucasFilm, a feira também contou com uma área dedicada à ESPN com o “Hall da Fama”, e também teve palestras com convidados nacionais e internacionais.

franquias

“O nome Walt Disney Company imediatamente evoca todo tipo de associações maravilhosas – magia, criatividade, encantamento, imaginação. Com efeito, é tão coberto do pó de fada da Sininho que as pessoas muitas vezes sós e concentram na parte “Walt Disney” e esquecem que ela ainda é uma “empresa”. Nós acreditamos que temos muito em comum com a maioria das outras empresas e que a maior diferença é que os produtos que vendemos envolvem elefantes voadores, sereias e reis leões.” – Michael D. Eisner, ex-CEO da The Walt Disney Company e da Paramount Pictures e Fundador da The Tornante Company.

Devido aos fortes atributos da marca, que transcendem o nível de produtos e serviços e geram experiências e emoções, a Walt Disney Company, uma das maiores empresas licenciadoras no Brasil e no mundo, justifica o crescente interesse das empresas em utilizar a imagem de seus consagrados personagens. Não apenas para atingir o público infantil, já que a Disney busca alcançar todas as idades e fases da vida, de geração para geração. Pense no universo infantil feminino: eles têm as Princesas; para adultos acima dos 25 anos: eles têm a franquia Star Wars e para os jovens que gostam de quadrinhos: eles têm a Marvel.

Na feira foi apresentado um catálogo de franquias para 2014 que explica o licenciamento, mostra o poder das marcas e os atributos associados aos produtos Disney: Ligação emocional, Magia, Relevância global, Modelos flexíveis de negócio, Atemporal e envolvente. O material ainda detalha os atributos que cada linha e personagem possuem e qual público-alvo é atingido por eles, mostrando números, informações de varejo, canais online, quantidade de títulos de CDs, DVDs e prévias de lançamentos para embasar a força do portfólio de marcas da Disney e passar credibilidade aos franqueados.

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A Expo Disney trouxe um pouco do universo Disney. Temos estandes institucionais de segmentos que o grande público não sabe que a empresa está presente, como a Rádio Disney, a Gravadora Disney e até a Corrida Disney. A experiência dos seus Parques Temáticos estava lá, com cenários para tirar fotos com os personagens, atores caracterizados e até a lojinha na entrada tinha os moldes da loja da Disney World.

E para mostrar que a Disney e seus parceiros são uma família, eles liberaram a entrada de crianças no último dia. Os filhos de franqueados, convidados e empresas envolvidas, puderam curtir um Disney Day sem sair do Brasil.

A feira não contou só com exposições de produtos. Foram montados 3 espaços para palestras: a sala Marvel, a sala das Princesas e o auditório Frozen. E a equipe InfoBranding esteve presente em algumas palestras.

 

 

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Rony Rodrigues, da Box 1824, falou sobre Tendências dos Milênios. Ele fez uma breve explicação sobre as gerações dos últimos tempos:

  • Os baby boomers nascidos pós-guerra que têm uma mentalidade um pouco conservadora, preferem a estabilidade do emprego fixo e valorizam a experiência.
  • A geração X, nascida nos anos 60-70s, vivenciou importantes acontecimentos políticos como as Diretas Já e o final da ditadura.
  • A geração Y, bebês dos anos 80s, já experimentavam um mundo tecnológico, são multitarefas: ouvem música, trabalham, navegam na internet. São ansiosos por mudanças e novidades. Uma parte dessa geração foi classificada como yuppie (Young Urban Professional –  Profissional Urbano), jovens ambiciosos que visam rápida ascensão profissional e financeira.
  • A geração Z, nascidos nos anos 90-2000, vivem a era da tecnologia e redes sociais, são imediatistas e impacientes.

Ele traçou o perfil dos jovens de hoje, incluindo temas como as manifestações no País e influência das redes sociais. Também mostrou iniciativas inovadoras como Perestroika, Augusta Lab e VodooHop.

Enfim, os jovens de hoje são dinâmicos e antenados em tecnologia, se manifestam de onde quer que estejam. O Brasil tem mais celulares do que pessoas e mais da metade dos aparelhos já são smartphones. Vivemos a era do conexão e da mobilidade. Sem separação do on e off-line.

 

“Pensando fora da caixa: Mudando mindsets para criar uma cultura de inovação” foi o tema debatido por Timothy Altaffer, da Axialent, em sua palestra. Ele iniciou  a palestra abordando a evolução do ser humano e como as inovações e tecnologias influenciam a vida, criando uma expectativa de vida maior. Ele mostrou um gráfico que nos anos 60 a expectativa de vida de um ser humano era de 61 anos e hoje em dia está em 77 anos. Mas ao mesmo tempo mostrava que as empresas de hoje não duram tanto tempo quanto as de antigamente! A explicação dele foi a falta de inovação.

Ele citou algumas razões para se inovar:

  • Favorecer o crescimento econômico
  • Para o progresso do bem estar humano
  • Obter vantagens competitivas
  • Reduzir de custos não é suficiente
  • Aumentar das receitas
  • Aproveitar as oportunidades
  • Ter mais fluxo de inovação
  • Melhorar os resultados

Para inovar precisamos quebrar os pensamentos padrões, pensar diferente sem medo de ser derrotado.

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disneyDara Trujillo, gerente de Merchandise da Walt Disney Company,  falou sobre “Como Transformar o produto em experiência”. Ela ressaltou a importância da marca Disney sempre se lembrar de sua essência e porque foi fundada. Alguns pontos são essenciais para a marca: nostalgia, amor, confiança, valor, memórias, herança, familiaridade, inovação, humor, entusiasmo, magia, entretenimento. Todos os produtos se desenvolvem de acordo com esses pilares.

E para continuar a encantar novas gerações de buscar diversificação de produtos, a empresa busca inovação e conteúdo criativo. Essas são palavras-chave para o crescimento futuro e desenvolvimento das empresas que fazem parte do grupo. Um exemplo disso foi a Disney Tech que contempla produtos relacionados à tecnologia, como cases de celulares e tablets, uma maneira de acompanhar a vida moderna. A empresa também tem aplicativos para esses dispositivos para oferecer entretenimento no dia-a-dia do consumidor.

Um dos pontos fortes da palestra da Dara falou sobre o desenvolvimento de produtos. A empresa cria souvenires que são vendidos em seus parques, mas com o objetivo que façam parte do estilo de vida dos seus consumidores, que tenham um significado naquele momento (boné com orelhas dos personagens) ou também depois, durante o ano inteiro (linha de móveis da Cinderella ou roupas).

Ela também mostrou cases de produtos e serviços que se tornam experiência: o salão Bibbidi Bobbidi Boutique (que transformam meninas em princesas), miniaturas de chapéus (objetos para coleção) e até uso em pets, e fotos de celebridades que visitam o parque.

Um curioso caso de exploração de oportunidade foi a transformação de elementos do parque em produtos para merchandising. Comidas e até lixeiras podem virar “personagens” licenciáveis, como as turkey legs, os churros e as maçãs do amor que estampam camisetas.

A Disney também proporciona uma experiência de varejo com lojas temáticas, clube de fãs com interesses em comum (trocas de pins e The Pirates League). Assim, a empresa também tem o “reason to buy” pelas experiências, o consumidor não compra apenas para ter um produto, mas para viver o estilo Disney. E é isso que as grandes empresas devem fazer para ter novos consumidores fieis.

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Matéria feita por Amanda Higa, Fernando Rubino e Lets Ikeda

 

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Depois dos anúncios nos novos pontos de ônibus de Sampa, constatamos que aos poucos a publicidade volta às ruas da capital paulista.posto-cidade-limpa
Alguns postos de combustível já tinham banners e cartazes sobre produtos próprios, mas agora, estão divulgando outros produtos.

Sim, os anúncios estão voltando. É só olhar nos totens em frente às bombas de combustível que anunciam a água Crystal.
Algumas ações semelhantes já haviam sido feitas como propaganda disfarçada, como o Pit Stop Skol (uma loja-container que vende cerveja e está em alguns postos). Essa lojinha nada mais é do que um grande outdoor promocional.

Os postos de gasolina, aliás, são uma grande vitrine urbana. Temos loja de conveniência, drogaria, temakerias, fast-food de lanches, loja de utilidades, lavanderia, caixas eletrônicos entre outros. Isso no meio dos serviços do próprio posto, como lava-rápido e troca de óleo, cada um devidamente sinalizado.

A imagem acima ilustra bem essa situação, temos: um banner anunciando o preço do combustível, um totem com os serviços (troca de óleo, lava-rápido e bancos) e o totem da Crystal.

A volta dos anúncios não é um problema, ver uma paisagem cinza não é agradável. Só não podemos deixar que poluam mais nosso ambiente, já que convivemos com poluição sonora e poluição do ar. Vamos ver como a cidade vai se transformar nos próximos meses…

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Muito interessantes estas duas campanhas utilizando o mesmo produto: a cerveja.

No entanto, as mensagens transmitidas por elas são completamente distintas.

A primeira, da FIAT, alerta do perigo de beber e posteriormente dirigir, o risco de se estar ao volante e consumir álcool. Importante ação social de conscientização do consumidor.

A segunda, da SKOL, é um convite para a diversão, para a vida!!! Que não deixa de ser uma ação que invoca a socialização, afinal todos tem o direito ao lazer.

Agora… como trabalhar um produto que, do mesmo modo que ele se mostra perigoso, comprovado por diversas pesquisas, que seu consumo excessivo pode prejudicar os reflexos do condutor de um veículo, leva também ao bem-estar e a confraternização com os amigos e familiares?

Imagens semelhantes, propostas distintas e um imenso desafio do gestor da marca, que deve entender o propósito dela e ainda ressaltar seus valores, tomando cuidado com as consequências do uso dela.

“Se beber, não dirija”… pode-se ter a diversão e preservar sua vida e a do próximo, com decisões de marketing eficientes e principalmente decisões de consumo corretas, ou ao menos coerentes.

Referências das imagens:

Fiat: Catraca Livre – https://www.facebook.com/photo.php?fbid=557447404292275&set=a.150583244978695.23592.145632722140414&type=1&theater

Skol: Fan Page Skol – https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151789773327958&set=pb.132584057957.-2207520000.1375464847.&type=3&theater

 

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Que o mundo vive hoje a síndrome da reclamação e chatice via redes sociais todos nós já sabemos. É um reclama daqui, reclama de lá, xinga muito no Twitter e por aí vai…

Mas ontem, um episódio da síndrome se espalhou, com uma força surreal que já virou meme, Tumblrs e tirinhas.. A partir do momento em que a Giovanna Ferrarezi, que se diz blogueira Capricho, postou em suas redes sociais uma reclamação por não conseguir furar fila e “dar uma olhada” na balada antes de entrar com os amigos, ela caiu de bandeja para ser a nova piada da semana nas redes sociais.

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Voltando o caso para a nossa área de estudo, a gente consegue enxergar este e outros casos diários de reclamações, como a nova doença do mundo! A falta de noção, com uma dose de estrelismo desvirtuado, se torna arma e força para aqueles que precisam e necessitam saber que o mundo os enxerga!

Parece-me indispensável dizer quem sou. […] A desproporção entre  a grandeza da minha tarefa e a pequenez de meus contemporâneos manifestou-se no fato de que não me ouviram, sequer me viram. […]  Quem sabe respirar o ar de meus escritos sabe que é um ar das alturas, um ar forte. É preciso ser feito para ele, senão há o perigo nada pequeno de se resfriar. (Friedrich Nietzsche)

E citando grandes autores e obras como a da Paula Sibília, o com livro “O show do Eu – A intimidade como espetáculo” (vale a pena a leitura), aqui deixo algo para pensarmos: até onde vai a sociedade do espetáculo?

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Créditos para as fotos: Tumblr Blogueira Humildona e Ana Carolina Dellabarba

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itau-nem-parece-bancoQuem frequenta as agências bancárias sabe que elas não são muito amistosas. Somos recebidos por portas giratórias que barram nossa entrada por qualquer sinal de objetos metálicos. Então temos que tirar tudo dos bolsos e bolsas e provar que não estamos portando arma. Não raro, o procedimento precisa ser repetido diversas vezes até que o segurança se convença que não vamos roubar o banco.

Depois dessa prova, finalmente conseguimos ingressar na agência e enfrentamos filas nos caixas, na maioria das vezes, em pé. Isso demonstra que ir ao banco é uma tarefa chata e cansativa que muitos procuram evitar usando o bankline via telefone ou internet.

Para mudar essa imagem, os bancos vêm investindo em comodidades também nas agências bancárias. Já existem bancos que proporcionam ao seu cliente ficar sentado enquanto espera ser atendido pelos caixas. A pessoa pega uma senha e fica sentado assistindo TV até ser chamado, como em laboratórios e hospitais.

Recentemente o Itaú modernizou o mobiliário das agências, com TV, iluminação moderna, puffs que formam lounges e criou caixas modernos com atendimento sentado para parte de seus clientes. Agora vemos uma modernização em suas agências bancárias presentes em shoppings.

É o caso da agência no Shopping Ibirapuera em São Paulo, onde o espaço aumentou com a retirada da área dos caixas eletrônicos de dentro da agência para fora dela, isso desvia a concentração de pessoas que procuram o serviço e libera a circulação interna. Isso é comum fora do País, você não precisa entrar no banco para sacar dinheiro, o caixa fica do lado de fora, até mesmo na rua. Claro que não daria certo aqui devido ao perigo de ser assaltado, mas em um estabelecimento comercial fechado, faz sentido.

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Com o ganho de espaço dos caixas, o ambiente ficou mais amplo e facilitou a criação de espaços diferenciados, como ilhas-lounges com poltronas e áreas de atendimento periférico. O banco ganhou ares de loja-conceito com mobiliário moderno incluindo banquetas altas, conjunto de cadeiras e poltronas num ambiente clean com linhas futuristas. Estilo parecido com lojas de serviços de telefonia celular como a Vivo, cujo objetivo é passar a mensagem de modernidade e tecnologia.

O melhor desse conceito é que a agência não tem aquela porta pequena para entrada, ela tem duas grandes entradas abertas que convidam os clientes a testarem essa nova experiência.

Apesar de ainda ter muito o que evoluir em qualidade de serviço e atendimento, vale a pena conhecer esse novo estilo de se relacionar com o cliente. Verdade ou não, o Itaú que comprou o Unibanco, deve ter assimilado o seu slogan: ‘Nem parece banco’.

Esse conceito já era  aplicado no ambiente da home do Itaú, o site tem um discreto menu e um espaço enorme para o banner. Nada de uma interface cheia de informações e texto, o foco principal fica nas imagens que tem como objetivo se comunicar de maneira amistosa com seus clientes. Os outros bancos (Banco do Brasil, Caixa Econômica, Bradesco e Santander) ainda utilizam aquela interface antiga com muita informação, o que distrai o foco do cliente. Sua estratégia de marketing no meio eletrônico é muito bem-sucedida, figurando sempre no Top of Mind.

Quem disse que banco tem que ter cara de banco?

 

Referência

http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/2013/06/04/Top-of-Mind-Internet-revela-vencedores.html

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Ferias

 

Julho, férias e a criançada em casa?

Opções de entretenimento não faltam para aqueles que passarão as férias ou até o final de semana em São Paulo.

Em meio a parques, shoppings e até nas ruas, as marcas enxergam nesse período mais uma oportunidade de promover seus produtos e serviços, principalmente ao público infantil.

No Shopping Eldorado, por exemplo, o Cartoon Network realiza um evento gratuito, ocupando parte do estacionamento do local com a arena Copa Toon, um espaço com diversas atrações e atividades com os personagens do canal, chamando a atenção não apenas das crianças, mas também de muitos adultos.

No mesmo shopping, a Lego montou um espaço para as crianças brincarem com as peças, a Pampers e Oral-B Stages contaram com Wanessa Camargo e Guilhermina Guinle para promover o ambiente com os produtos inspirados no filme da Disney “Universidade dos Monstros”, onde dois bonecos dos personagens Mike e Sullivan ficam dispostos para fotografia, e a Bayer também participa da onda de férias com um estande de “contação de histórias” promovendo o produto Redoxitos.

Você também viu por aí alguma ação de marcas neste período de férias? Compartilhe conosco!

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Todos os consumidores já tiveram algum tipo de experiência ruim com suas marcas favoritas.
Quem nunca se irritou com alguma marca? Parou de comprar? Falou mal dela para os outros?
Isso é algo muito comum, porém o Slogans Sinceros (http://sloganssinceros.tumblr.com), resolveu colocar a boca no trombone e expressar tudo o que passa na mente dos consumidores com muito bom humor.
Vamos conferir alguns deles… e dar boas risadas:

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Agora com o primeiro grande evento esportivo que começou no dia 15/6, começamos a ouvir falar nesse termo. Para se ter uma ideia, a Fifa contabilizou mais de 100 marcas que estão se utilizando ilegalmente das marcas registradas pela entidade: ‘Copa das Confederações’, ‘Copa do Mundo’, ‘Mundial 2014’, ‘Copa 2014’ e ‘São Paulo 2014’. As empresas foram notificadas, mas ainda não teve ação judicial envolvida.

O Marketing de Emboscada é exatamente ‘pegar carona’ nesses eventos para promover a marca, sem ser o patrocinador oficial.

Vários exemplos aconteceram em outras edições da Copa do Mundo. Em 2010, uma cervejaria holandesa vestiu algumas modelos com uniformes laranjas e as colocaram em alguns jogos. Por serem bonitas, as modelos chamaram atenção da mídia, causando marketing espontâneo para a cervejaria. Ao perceber que era uma ação combinada de marketing, a Fifa expulsou as modelos, visto que a cerveja oficial do evento é a americana Budweiser.

Aliás, a Fifa é um órgão que atua fortemente para proteger os seus patrocinadores, afinal, eles pagaram muito para terem exclusividade. No entanto, a entidade tem que conciliar também os patrocinadores das seleções. Por exemplo, o patrocinador oficial de materiais esportivos é a Adidas, mas cada seleção tem o seu patrocinador, como Nike ou Puma. Da mesma forma, Visa é o cartão oficial da Copa, mas a CBF (seleção brasileira) tem a Mastercard como patrocinadora.

Outro problema é com os recém-inaugurados estádios, o Fonte Nova na Bahia foi batizado pela Itaipava. E como a cerveja oficial é a Budweiser, provavelmente o seu nome oficial não será citado nos eventos oficiais.

Além dos estádios, a entidade também quer fiscalizar as marcas que estarão nos pontos especiais para assistir os jogos, os Fan Fest. Provavelmente terá um esquema especial para que só os fornecedores oficiais possam oferecer comida ou bebida nos locais e proximidades, monopolizando as opções e preços.

Essa exclusividade é racional, mas não pode prejudicar o consumidor ou cidadãos. Um exemplo disso é que se cogita de retirarem o logo e cor das famosas bicicletas do Itaú para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Isso porque o Bradesco é o banco oficial do evento. Mas esse projeto de mobilidade é pioneiro e bem-sucedido e seria estranho ver uma bicicleta compartilhável sem a cor laranja. Já estamos acostumados a vê-las nas ruas, virou um patrimônio das cidades. Seria justo retirá-las de circulação por causa de um evento?

Nessa briga pela divulgação das marcas, uma coisa curiosa acontece com as emissoras de TV, elas escolhem os nomes que querem promover. É comum na Fórmula 1 o narrador da Globo falar das equipes da Mercedes, Renault ou Ferrari; mas por que ele não diz equipe da Red Bull ao invés de RBR?

Mas isso é assunto para uma outra matéria… O importante é que você já sabe o que é Marketing de Emboscada!

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A cada dia que passa as manifestações por todo o Brasil estão crescendo e tomando gigantescas proporções. O povo clamando por uma sociedade saudável e justa. Ao mesmo tempo acontece a Copa das Confederações e os manifestantes já passam a criticar e protestar contra as marcas que apoiam o evento.

Ontem vi numa página que está organizando os protestos em São Paulo um pedido de boicote contra essas marcas. Hoje o perfil da Veja no Twitter foi “hackeado” pelos manifestantes. Ela que tem sido a marca mais criticada nesses manifestos, pois sua linha editorial é de direita conservadora.

Agora cabe as marcas estudarem esse fenômeno e se posicionarem a favor da opinião de seu público-alvo, o que seria mais coerente.

Confira a imagem da página da Veja “hackeada”:

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