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Muito interessantes estas duas campanhas utilizando o mesmo produto: a cerveja.

No entanto, as mensagens transmitidas por elas são completamente distintas.

A primeira, da FIAT, alerta do perigo de beber e posteriormente dirigir, o risco de se estar ao volante e consumir álcool. Importante ação social de conscientização do consumidor.

A segunda, da SKOL, é um convite para a diversão, para a vida!!! Que não deixa de ser uma ação que invoca a socialização, afinal todos tem o direito ao lazer.

Agora… como trabalhar um produto que, do mesmo modo que ele se mostra perigoso, comprovado por diversas pesquisas, que seu consumo excessivo pode prejudicar os reflexos do condutor de um veículo, leva também ao bem-estar e a confraternização com os amigos e familiares?

Imagens semelhantes, propostas distintas e um imenso desafio do gestor da marca, que deve entender o propósito dela e ainda ressaltar seus valores, tomando cuidado com as consequências do uso dela.

“Se beber, não dirija”… pode-se ter a diversão e preservar sua vida e a do próximo, com decisões de marketing eficientes e principalmente decisões de consumo corretas, ou ao menos coerentes.

Referências das imagens:

Fiat: Catraca Livre – https://www.facebook.com/photo.php?fbid=557447404292275&set=a.150583244978695.23592.145632722140414&type=1&theater

Skol: Fan Page Skol – https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151789773327958&set=pb.132584057957.-2207520000.1375464847.&type=3&theater

 

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Que o mundo vive hoje a síndrome da reclamação e chatice via redes sociais todos nós já sabemos. É um reclama daqui, reclama de lá, xinga muito no Twitter e por aí vai…

Mas ontem, um episódio da síndrome se espalhou, com uma força surreal que já virou meme, Tumblrs e tirinhas.. A partir do momento em que a Giovanna Ferrarezi, que se diz blogueira Capricho, postou em suas redes sociais uma reclamação por não conseguir furar fila e “dar uma olhada” na balada antes de entrar com os amigos, ela caiu de bandeja para ser a nova piada da semana nas redes sociais.

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Voltando o caso para a nossa área de estudo, a gente consegue enxergar este e outros casos diários de reclamações, como a nova doença do mundo! A falta de noção, com uma dose de estrelismo desvirtuado, se torna arma e força para aqueles que precisam e necessitam saber que o mundo os enxerga!

Parece-me indispensável dizer quem sou. […] A desproporção entre  a grandeza da minha tarefa e a pequenez de meus contemporâneos manifestou-se no fato de que não me ouviram, sequer me viram. […]  Quem sabe respirar o ar de meus escritos sabe que é um ar das alturas, um ar forte. É preciso ser feito para ele, senão há o perigo nada pequeno de se resfriar. (Friedrich Nietzsche)

E citando grandes autores e obras como a da Paula Sibília, o com livro “O show do Eu – A intimidade como espetáculo” (vale a pena a leitura), aqui deixo algo para pensarmos: até onde vai a sociedade do espetáculo?

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Créditos para as fotos: Tumblr Blogueira Humildona e Ana Carolina Dellabarba

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itau-nem-parece-bancoQuem frequenta as agências bancárias sabe que elas não são muito amistosas. Somos recebidos por portas giratórias que barram nossa entrada por qualquer sinal de objetos metálicos. Então temos que tirar tudo dos bolsos e bolsas e provar que não estamos portando arma. Não raro, o procedimento precisa ser repetido diversas vezes até que o segurança se convença que não vamos roubar o banco.

Depois dessa prova, finalmente conseguimos ingressar na agência e enfrentamos filas nos caixas, na maioria das vezes, em pé. Isso demonstra que ir ao banco é uma tarefa chata e cansativa que muitos procuram evitar usando o bankline via telefone ou internet.

Para mudar essa imagem, os bancos vêm investindo em comodidades também nas agências bancárias. Já existem bancos que proporcionam ao seu cliente ficar sentado enquanto espera ser atendido pelos caixas. A pessoa pega uma senha e fica sentado assistindo TV até ser chamado, como em laboratórios e hospitais.

Recentemente o Itaú modernizou o mobiliário das agências, com TV, iluminação moderna, puffs que formam lounges e criou caixas modernos com atendimento sentado para parte de seus clientes. Agora vemos uma modernização em suas agências bancárias presentes em shoppings.

É o caso da agência no Shopping Ibirapuera em São Paulo, onde o espaço aumentou com a retirada da área dos caixas eletrônicos de dentro da agência para fora dela, isso desvia a concentração de pessoas que procuram o serviço e libera a circulação interna. Isso é comum fora do País, você não precisa entrar no banco para sacar dinheiro, o caixa fica do lado de fora, até mesmo na rua. Claro que não daria certo aqui devido ao perigo de ser assaltado, mas em um estabelecimento comercial fechado, faz sentido.

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Com o ganho de espaço dos caixas, o ambiente ficou mais amplo e facilitou a criação de espaços diferenciados, como ilhas-lounges com poltronas e áreas de atendimento periférico. O banco ganhou ares de loja-conceito com mobiliário moderno incluindo banquetas altas, conjunto de cadeiras e poltronas num ambiente clean com linhas futuristas. Estilo parecido com lojas de serviços de telefonia celular como a Vivo, cujo objetivo é passar a mensagem de modernidade e tecnologia.

O melhor desse conceito é que a agência não tem aquela porta pequena para entrada, ela tem duas grandes entradas abertas que convidam os clientes a testarem essa nova experiência.

Apesar de ainda ter muito o que evoluir em qualidade de serviço e atendimento, vale a pena conhecer esse novo estilo de se relacionar com o cliente. Verdade ou não, o Itaú que comprou o Unibanco, deve ter assimilado o seu slogan: ‘Nem parece banco’.

Esse conceito já era  aplicado no ambiente da home do Itaú, o site tem um discreto menu e um espaço enorme para o banner. Nada de uma interface cheia de informações e texto, o foco principal fica nas imagens que tem como objetivo se comunicar de maneira amistosa com seus clientes. Os outros bancos (Banco do Brasil, Caixa Econômica, Bradesco e Santander) ainda utilizam aquela interface antiga com muita informação, o que distrai o foco do cliente. Sua estratégia de marketing no meio eletrônico é muito bem-sucedida, figurando sempre no Top of Mind.

Quem disse que banco tem que ter cara de banco?

 

Referência

http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/2013/06/04/Top-of-Mind-Internet-revela-vencedores.html

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Ferias

 

Julho, férias e a criançada em casa?

Opções de entretenimento não faltam para aqueles que passarão as férias ou até o final de semana em São Paulo.

Em meio a parques, shoppings e até nas ruas, as marcas enxergam nesse período mais uma oportunidade de promover seus produtos e serviços, principalmente ao público infantil.

No Shopping Eldorado, por exemplo, o Cartoon Network realiza um evento gratuito, ocupando parte do estacionamento do local com a arena Copa Toon, um espaço com diversas atrações e atividades com os personagens do canal, chamando a atenção não apenas das crianças, mas também de muitos adultos.

No mesmo shopping, a Lego montou um espaço para as crianças brincarem com as peças, a Pampers e Oral-B Stages contaram com Wanessa Camargo e Guilhermina Guinle para promover o ambiente com os produtos inspirados no filme da Disney “Universidade dos Monstros”, onde dois bonecos dos personagens Mike e Sullivan ficam dispostos para fotografia, e a Bayer também participa da onda de férias com um estande de “contação de histórias” promovendo o produto Redoxitos.

Você também viu por aí alguma ação de marcas neste período de férias? Compartilhe conosco!

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Todos os consumidores já tiveram algum tipo de experiência ruim com suas marcas favoritas.
Quem nunca se irritou com alguma marca? Parou de comprar? Falou mal dela para os outros?
Isso é algo muito comum, porém o Slogans Sinceros (http://sloganssinceros.tumblr.com), resolveu colocar a boca no trombone e expressar tudo o que passa na mente dos consumidores com muito bom humor.
Vamos conferir alguns deles… e dar boas risadas:

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Agora com o primeiro grande evento esportivo que começou no dia 15/6, começamos a ouvir falar nesse termo. Para se ter uma ideia, a Fifa contabilizou mais de 100 marcas que estão se utilizando ilegalmente das marcas registradas pela entidade: ‘Copa das Confederações’, ‘Copa do Mundo’, ‘Mundial 2014’, ‘Copa 2014’ e ‘São Paulo 2014’. As empresas foram notificadas, mas ainda não teve ação judicial envolvida.

O Marketing de Emboscada é exatamente ‘pegar carona’ nesses eventos para promover a marca, sem ser o patrocinador oficial.

Vários exemplos aconteceram em outras edições da Copa do Mundo. Em 2010, uma cervejaria holandesa vestiu algumas modelos com uniformes laranjas e as colocaram em alguns jogos. Por serem bonitas, as modelos chamaram atenção da mídia, causando marketing espontâneo para a cervejaria. Ao perceber que era uma ação combinada de marketing, a Fifa expulsou as modelos, visto que a cerveja oficial do evento é a americana Budweiser.

Aliás, a Fifa é um órgão que atua fortemente para proteger os seus patrocinadores, afinal, eles pagaram muito para terem exclusividade. No entanto, a entidade tem que conciliar também os patrocinadores das seleções. Por exemplo, o patrocinador oficial de materiais esportivos é a Adidas, mas cada seleção tem o seu patrocinador, como Nike ou Puma. Da mesma forma, Visa é o cartão oficial da Copa, mas a CBF (seleção brasileira) tem a Mastercard como patrocinadora.

Outro problema é com os recém-inaugurados estádios, o Fonte Nova na Bahia foi batizado pela Itaipava. E como a cerveja oficial é a Budweiser, provavelmente o seu nome oficial não será citado nos eventos oficiais.

Além dos estádios, a entidade também quer fiscalizar as marcas que estarão nos pontos especiais para assistir os jogos, os Fan Fest. Provavelmente terá um esquema especial para que só os fornecedores oficiais possam oferecer comida ou bebida nos locais e proximidades, monopolizando as opções e preços.

Essa exclusividade é racional, mas não pode prejudicar o consumidor ou cidadãos. Um exemplo disso é que se cogita de retirarem o logo e cor das famosas bicicletas do Itaú para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Isso porque o Bradesco é o banco oficial do evento. Mas esse projeto de mobilidade é pioneiro e bem-sucedido e seria estranho ver uma bicicleta compartilhável sem a cor laranja. Já estamos acostumados a vê-las nas ruas, virou um patrimônio das cidades. Seria justo retirá-las de circulação por causa de um evento?

Nessa briga pela divulgação das marcas, uma coisa curiosa acontece com as emissoras de TV, elas escolhem os nomes que querem promover. É comum na Fórmula 1 o narrador da Globo falar das equipes da Mercedes, Renault ou Ferrari; mas por que ele não diz equipe da Red Bull ao invés de RBR?

Mas isso é assunto para uma outra matéria… O importante é que você já sabe o que é Marketing de Emboscada!

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A cada dia que passa as manifestações por todo o Brasil estão crescendo e tomando gigantescas proporções. O povo clamando por uma sociedade saudável e justa. Ao mesmo tempo acontece a Copa das Confederações e os manifestantes já passam a criticar e protestar contra as marcas que apoiam o evento.

Ontem vi numa página que está organizando os protestos em São Paulo um pedido de boicote contra essas marcas. Hoje o perfil da Veja no Twitter foi “hackeado” pelos manifestantes. Ela que tem sido a marca mais criticada nesses manifestos, pois sua linha editorial é de direita conservadora.

Agora cabe as marcas estudarem esse fenômeno e se posicionarem a favor da opinião de seu público-alvo, o que seria mais coerente.

Confira a imagem da página da Veja “hackeada”:

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Quando vamos a qualquer lanchonete, é comum ter molhos e condimentos industrializados. A marca desses produtos até determina se o estabelecimento é mais refinado ou não. Por exemplo, é comum ter o ketchup Heinz nas lanchonetes mais caras. A linha de molhos dessa empresa é reconhecida como tradicional e saborosa.

Há muito tempo atrás, o Chicohamburger, lanchonete situada em São Paulo, disponibilizava ketchup e mostarda em frascos padronizados, simples e sem marca. Quem comia, não sabia de que empresa era o molho. Há alguns anos, a lanchonete começou a ofertar o Heinz, seguindo a tendência de as outras lanchonetes premium da cidade. Mas agora outra marca de ketchup desbancou a Heinz. Se a expectativa é de que seria uma marca ainda mais top do que a americana, se enganou. Foi a já familiar Hellmann’s.

Como essa marca tão comum conseguiu pôr a Heinz de escanteio?

Oferecendo uma estratégia de co-branding. As embalagens do ketchup são personalizadas para o Chicohamburger, com direito ao logo do estabelecimento.

Com certeza isso é bom para a marca da lanchonete, que fica estampada e reforçada no rótulo do produto. Imagine se outras marcas fizerem o mesmo? Uma água do Ritz, uma Coca-Cola do The Fifties. Resta saber se os consumidores aprovam esse tipo de troca.

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ValdaMuito bacana a ação da Valda. Uma marca que desenvolve produtos para saúde da garganta se envolvendo com eventos musicais.

Interessante, pois de maneira geral, suas ações “deveriam” ser relacionadas com remédios, evitar aquilo que pode prejudicar a sua saúde.

No entanto, inteligentemente, ela usa a saúde ao seu favor, promove o bem-estar, a alegria e a vida, nada de doença!!!!

E um festival de música tem tudo a ver com este lado positivo da vida. Distribuindo seu produto e apresentando o seu evento em bares e baladas, a um público que em geral é jovem.

Ótima parceria… Vamos curtir uma balada, use um produto que cuida da saúde de sua garganta e ainda com um hálito bom para a paquera! “De quebra”, vamos ver o que “rola” neste festival?

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A campanha da IBM tem como mote Ideias Inteligentes (Smart Ideas), com comunicação descontraída. E mais uma vez a empresa tenta tirar a imagem tradicional e antiga de fornecedora de computadores ou chips (os quais ela não fabrica mais) para reforçar o conceito de uma marca inovadora, de serviços de inteligência.

A Smart Ideas é concretizada em outdoors criativos distribuídos pela Olgivy francesa em várias cidades.

Assim podemos perceber como uma intervenção tão simples pode nos ajudar a viver melhor nas áreas urbanas. Isto é, como deixá-las mais inteligentes para seus cidadãos.

Entre as peças, temos um outodoor-banco, um outdoor-abrigo e um outdoor-rampa.

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