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Metro

Praticamente indispensável para todo o trabalhador, o Metrô se tornou ponto obrigatório na estratégia de marketing de muitas marcas, pois é um local onde consumidor está presente. Mas, vamos pensar… O consumidor está presente ou somente de passagem?

Numa sociedade dinâmica e ágil, consumidores mais exigentes e cumpridores de uma rotina maluca como em São Paulo, consegue ficar atentos às campanhas e propagandas existentes no Metrô?

Em pesquisa apresentada pelo Bom dia São Paulo (Globo –05/06/2013) há 17 milhões de pessoas viajando de transporte público por dia, independente da questão da infraestrutura do transporte público, é um ponto importante para a presença das marcas e, levando também em consideração o tempo gasto para se chegar ao seu destino, o consumidor pode visualizar as marcas das empresas e produtos.

Eu, usuária assídua de transporte público, fico atenta às publicidades por interesse ou simplesmente para passar o tempo até chegar ao meu destino.

 

Confira a matéria do Bom dia São Paulo: http://ibranding.tk/17xSBgT

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Para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente, se inicia hoje a Virada Sustentável 2013!

virada sust

A iniciativa tem como propósito, “difundir e ampliar a informação sobre sustentabilidade na sociedade, utilizando a arte e as atividades lúdicas como principais ferramentas de comunicação, inspirando as pessoas a enxergarem na sustentabilidade um valor coletivo”.

Não deixe de participar. São mais de 150 lugares espalhados pela cidade de São Paulo e mais de 600 atividades para todos os públicos e gostos. Vão desde uma aula de pintura e dança até aulas sobre educação ambiental.

Data: 05 a 09 de junho

Confira mais informações no site oficial do evento: http://www.viradasustentavel.com/si

Falando um pouco sobre as marcas que estão patrocinando e apoiando este evento,  vamos contar um pouco sobre a Braskem (a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas) sabe sobre os impactos ambientais causados pela produção dos seus produtos. Por isso, trabalha aliada ao conceito de sustentabilidade, sempre junto com eventos e iniciativas da área e com uma forte atuação no setor de química sustentável, com a produção de matérias-primas renováveis.

brasken

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Andando pela cidade de São Paulo, é possível ver que alguns bares estão ganhando novas fachadas, financiadas, por acaso ou não, pelos patrocinadores da Copa de 2014. Tanto a Brahma quanto a Coca-cola estão investindo nesse tipo de marketing para reforçar sua imagem para os próximos eventos e driblar restrições como a Lei da Cidade Limpa. Isso está acontecendo há pelo menos dois anos e em outras cidades, mas mais intensamente agora, um ano antes do primeiro grande evento.

Essa estratégia não é nova, Skol, Antarctica e Brahma sempre padronizaram a sinalização dos bares. Mas havia tempo que não se via uma campanha como essa. No caso da Brahma, a Ambev financia a reforma da fachada e não apenas a testeira do bar. O programa iniciado em 2011 e batizado de “Nosso Bar” é destinado aos bares menores e incentiva os microempresários do ramo. É um tipo de franquia destinada à classe C, onde a Ambev fornece um pacote com geladeiras, mobiliário e fachada.

A fachada tem uma padronização e elementos visuais interessantes, o bar ganha um selo em forma de tampa de garrafa com o nome “Nosso Bar”. Em alguns casos, azulejos brancos e vermelhos são instalados dando charme aos estabelecimentos. Mas essa padronização parece durar pouco, os estabelecimentos logo colocam banners e placas de promoções e estragam o conceito visual.

No caso da Coca, a intervenção é menor, os bares tem uma placa pequena vermelha com a famosa “onda” branca do logo da empresa, deixando claro quem patrocinou aquele bar.

É interessante reparar como a paisagem urbana vai se alterando até os tão esperados eventos.

 

No link a seguir, é possível conferir o antes e depois dos bares patrocinados pela ambev: http://www.ambev.com.br/pt-br/bares-e-restaurantes/reformas-de-bares-e-restaurantes/reformas-de-bares-e-restaurantes

E mais sobre o programa Nosso bar: http://www.ciadosbotecos.com/2012/02/nosso-bar.html

 

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O propósito de uma marca atravessa as barreiras do preconceito, da guerra, do embargo. A qualidade de um produto e o valor que ele tem perante o consumidor é algo digno de ser estudado e para isso existe o branding.

Hoje lendo algumas notícias, me deparei com uma no The New York Times. Na faixa de gaza, cerca de 1,7 milhões de pessoas, palestinos, têm acesso restrito para outras regiões, e no local não existem redes de fast-food, não das marcas famosas que estamos acostumados.

A notícia diz que existe um contrabando de refeições do KFC (Kentucky Fried Chicken) e que as pessoas costumam pagar o equivalente a 27 dólares por um balde com 12 pedaços de frango.

Percebe-se o valor da marca, principalmente do produto, que consegue atender as expectativas do consumidor com seus saborosos pedaços de frango. Esse valor percebido faz com que o alimento seja contrabandeado do Egito e percorra um longo caminho até a região de Gaza.

Confira as imagens:

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Imagens: Wissam Nassar/The New York Times; Fonte: http://ibranding.tk/ZappaF

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Você já deve ter reparado que o mobiliário urbano de Sampa ganhou uma nova cara. Estão sendo instalados novos relógios e pontos de ônibus.

E quem é paulistano percebeu mais um fato: a publicidade voltou às ruas da cidade, desde que foi implantada a lei da Cidade Limpa em 2007.

O consórcio Pra SP, formado por Odebrecht, TV Bandeirantes, Kalitera Engenharia e o grupo Ruas, vai trocar e instalar 7.500 pontos de ônibus e 12.500 totens em 3 anos. O projeto prevê mais novos pontos e sua manutenção até 2017. O investimento gira em torno de R$ 167 milhões e em troca poderá explorar a publicidade.

O negócio parece lucrativo, pois há uma grande demanda para esse tipo de exposição visto que com a lei do ex-prefeito Kassab foram proibidos os outdoors e propagandas nas fachadas. A nova prefeitura petista contornou essa lei, dando ao consórcio o monopólio de exploração de publicidade no mobiliário urbano.

São quatro modelos criados pelo designer Guto Indio da Costa. O modelo “caos estruturado” e o “brutalista” estarão na maior parte da cidade. O modelo “high-tech” com painel digital será instalado em centros financeiros, como a Av. Paulista e a Berrini, o modelo discreto “minimalista com ginga” aparecerá no centro antigo.

Os abrigos são cobertos por vidro ou plástico transparente e tem estrutura de aço ou concreto. O modelo que se vê atualmente na maioria das avenidas é o “caos estruturado” e tem um painel de anúncio de 2 m², com iluminação noturna.

Sim, novo mobiliário é moderno e bonito, digno de uma cidade cosmopolita como São Paulo. Mas não é muito funcional. O projeto errou feio ao não ser concebido pensando na manutenção e no usuário. A cobertura e a parede de vidro fragilizam a estrutura e já surgiram os primeiros pontos depredados. Imagine se chover granizo!

A escolha do material não foi muito feliz, em dias ensolarados, o abrigo não protege do calor. O vidro até tem listras opacas que tentam amenizar os raios solares, mas eles não são efetivos, seria mais efetivo colocar uma cobertura opaca e mais resistente.

Outro ponto é a padronização do mobiliário em termos arquitetônicos. Os novos relógios têm um desenho bem diferente dos novos pontos de ônibus. Os abrigos têm linhas estruturais retas de aço avermelhado rústico, enquanto os relógios tem um totem com desenho curvo e orgânico. Os elementos não se conversam, o único ponto em comum é a presença publicitária.

A exploração dos anúncios é tão forte que ao percorrer a Av. Brasil é possível contar 12 relógios ao longo 2,3 km. Quase todos os cruzamentos tem um totem e isso é bem irracional. Quem precisa checar as horas ou a temperatura de quadra a quadra?

A solução da prefeitura que deixou para a iniciativa privada a troca do mobiliário urbano é uma ideia boa, assim a administração municipal pode investir recursos públicos em outras áreas debilitadas, como a educação e a saúde. Mas essa parceria não pode ser irresponsável, a prefeitura deve policiar e regularizar a exploração desses elementos que constituem a paisagem urbana de uma cidade tão importante como São Paulo, caso contrário, continua o caos que já estamos acostumados a viver.

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bibliotaxi2Você certamente já deve ter pego um táxi que oferece revistas ou jornais. Mas já viu um táxi que oferta livros?

E você ainda pode levar o livro para casa e emprestá-lo para outras pessoas.

O Bibliotaxi é um projeto do  Instituto de Mobilidade Verde e o Catraca Livre em parceria com algumas empresas de táxi.  A iniciativa visa estimular a leitura e inserir a cultura do compartilhamento tanto de livro quanto de transporte.

bibliotaxi

O projeto é participativo, pois qualquer pessoa pode doar um livro.

 

No blog do projeto, tem a lista de livro disponibilizados.

Vale a pena conferir essa bela iniciativa. http://bibliotaxi.wordpress.com/sobre/

 

 

 

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Você já ouviu falar em degustação de produtos em supermercados, certo?

A maionese Hellmann’s inovou nesse tipo de promoção de produtos. Esqueçam as promotoras que oferecem os petiscos em um balcão. A empresa usou uma máquina tipo caça-níqueis para divulgar o produto de forma divertida. A instalação chama atenção e os clientes logo chegam para brincar, mas ao invés de moedas, recebem um prato feito com a maionese.

São 280 combinações possíveis e além da degustação, o cliente recebe a receita que está provando.

Esse tipo de campanha que envolve participação do consumidor tem sido cada vez mais usada pelas marcas para gerar empatia. Coca-cola sempre faz essas ações de apelo lúdico.

As máquinas estão em São Paulo, em uma unidade do Oba Hortifruti, um supermercado Sondas e no Boteco São Bento. Vale a pena conferir in loco.

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A Coca-Cola já começa a comunicar pelo fim da obesidade e do sedentarismo, a nova estratégia global da marca.

Em campanha intitulada “E se nos levantarmos?”, a Coca-Cola Portugal prega a combinação de atividades físicas e uma dieta equilibrada para uma vida saudável.

A marca parte de 4 compromissos contra a obesidade e o sedentarismo e disponibiliza eles no site português da empresa, www.cocacola.pt, são eles:

  1. Sensibilizar sobre o sedentarismo;
  2. Promover um estilo de vida saudável;
  3. Oferecer uma alternativa sem calorias para todos os produtos;
  4. Comunicar com honestidade e transparência.

Veja o vídeo da campanha:

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Essa semana publiquei um artigo que fala a respeito da Harley-Davidson, parabenizo a empresa pelos seus 110 anos de história e conto como a marca se envolve emocionalmente com seu público-alvo. Saiba mais http://migre.me/ezVqw .

Para explicar melhor as experiências que abrangem a marca, segue esse vídeo impressionante. Notem como as estratégias da organização são assertivas, visam sempre surpreender e encantar o seu consumidor.

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Vale a pena conferir a matéria Mais empresas lucram com sustentabilidade de José Alberto Gonçalves Pereira. Ele explica detalhes sobre a importância da sustentabilidade como atributo competitivo no cenário mercadológico da atualidade.

O tema está na “moda”, o consumidor se conscientizando e as empresas além de reforçarem sua preocupação para com uma sociedade saudável e ecologicamente correta, notam que ações sustentáveis são lucrativas e valorizam a imagem da marca.

Saiba mais em http://migre.me/eqWXw.

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