Como ficam as marcas no fogo cruzado de uma possível revolução?

A cada dia que passa as manifestações por todo o Brasil estão crescendo e tomando gigantescas proporções. O povo clamando por uma sociedade saudável e justa. Ao mesmo tempo acontece a Copa das Confederações e os manifestantes já passam a criticar e protestar contra as marcas que apoiam o evento.

Ontem vi numa página que está organizando os protestos em São Paulo um pedido de boicote contra essas marcas. Hoje o perfil da Veja no Twitter foi “hackeado” pelos manifestantes. Ela que tem sido a marca mais criticada nesses manifestos, pois sua linha editorial é de direita conservadora.

Agora cabe as marcas estudarem esse fenômeno e se posicionarem a favor da opinião de seu público-alvo, o que seria mais coerente.

Confira a imagem da página da Veja “hackeada”:

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