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O InfoBranding subiu a serra para conhecer a história de um restaurante que há 19 anos fideliza clientes e conquista espaço em seus corações.

Estratégia é uma palavra muito utilizada e enaltecida no mundo dos negócios. E esse uso excessivo pode nos faz esquecer seu real significado, hora sendo enaltecido, distanciando da realidade dos “pobres mortais”, hora sendo banalizado, tornando-se vazio.

Ambíguo, não é mesmo!?

Mas retomando seu significado, estratégia vem do grego stratègós, a junção de stratos (exército) e ago (liderança); uma origem militar que, mais tarde, se tornou mais abrangente, hoje representando o planejamento necessário para se conquistar um objetivo.

Foi com isso que nos deparamos no Canto da Gula, um charmoso restaurante bistrô na cidade serrana de Santo Antônio do Pinhal, próxima à Campos do Jordão, na região do Vale do Paraíba.

O Canto da Gula foi fundado em 2000 pelas amigas Cristina Amaro e Regina Brasilio, que o administram até hoje com a mesma paixão que tinham no início.

A essa altura do texto você deve estar se perguntando: “ok, mas por que começaram falando de estratégia?”.

As duas amigas começaram a empreender o Canto da Gula quando perceberam uma oportunidade e, desde então, planejam cada passo, analisando os recursos necessários e os disponíveis para conquistar o objetivo de ser um restaurante de qualidade, com um atendimento diferenciado e próximo do cliente.

O início da jornada

Com esse objetivo em mente, buscaram um espaço, começaram bem pequeno e, ano após ano, um degrau após o outro, consolidaram o que, hoje, é uma referência gastronômica para a região com destaque na mídia, turismo e também entre os moradores.

Como muitos negócios, o Canto da Gula não surgiu de uma necessidade, mas sim, de uma ideia que uniu duas amigas para empreender.

Cristina e Regina são da região do Vale do Paraíba e, em uma de suas visitas à Santo Antônio do Pinhal, perceberam duas coisas: o potencial turístico da cidade e a necessidade de estabelecimentos com melhores serviços.

Com a vontade de empreender e a paixão pela gastronomia e comidas que lembram receitas e “momentos de família” tiveram a ideia de abrir uma pequena casa de caldos e cremes – algo simples, com apenas dois pratos no cardápio.

Começaram a pesquisar vários locais na região e, por coincidência, acabaram encontrando um salão abaixo da pensão onde estavam hospedadas.

O espaço era pequeno, um cantinho com capacidade para cinco mesas; característica aconchegante que se traduziu no nome do negócio: Canto da Gula, fazendo referência ao local onde você vai para se deliciar com comidinhas caseiras e muito saborosas.

Nesse início as sócias fizeram de tudo para que o Canto da Gula acontecesse e se estabilizasse como sua fonte de renda.

Carregaram caixas, rasparam e reformaram o chão, pintaram as paredes, repararam móveis, enfim, puseram a mão na massa. Além, é claro, de contar com a ajuda de familiares, como suas mães que, no início, ajudavam na confecção dos pratos e menus.

Esta é a realidade comum à maioria dos pequenos empreendedores brasileiros, que começam seus negócios com poucos recursos e muita força de vontade.

Vieram as dificuldades

As empreendedoras não eram de Santo Antônio do Pinhal e, por isso, eram vistas pelos outros negócios como “forasteiras”.

Tal percepção impôs algumas dificuldades para que o Canto da Gula se estabelecesse. Os moradores e outros empreendedores demoraram certo tempo para entender a proposta do restaurante.

Uma marca de sucesso não nasce a partir do momento em que se coloca a placa no estabelecimento. Branding é construído ao longo do tempo e o Canto da Gula deu início ao que, hoje, é uma marca que representa boas experiências e associações que estavam apenas na mente e no coração das fundadoras.

O impacto do novo

Quando uma marca chega com uma proposta inovadora, impacta diretamente seus consumidores e concorrentes. Pode incomodar no início.

Porém, a inovação é fundamental para mover o mercado adiante trazendo benefícios para todos.

O exemplo do Canto da Gula é perfeito para pequenos empreendedores pois lembra que a inovação não se relaciona apenas com tecnologia e mudanças radicais, ela também pode estar relacionada aos processos e ser implementada de forma incremental.

O Canto da Gula trouxe a inovação para o mercado de Santo Antônio do Pinhal ao repaginar receitas clássicas, aqnuelas de família, que nos remetem a bons momentos, lembranças e àquela sensação de almoço de domingo!

Um exemplo disso é o famoso strogonoff de salmão e a broa de milho aerada recheada com peito de frango, requeijão cremoso e milho verde, gratinada com parmesão e salpicada com batata palha e pimenta rosa.

Hoje o Canto da Gula conta com 16 mesas, 58 lugares, 8 funcionários, mais de 40 opções entre entradas, pratos principais, sobremesas e, o mais importante, incontáveis clientes que viraram amigos ao longo desses quase 20 anos.

A evolução da jornada:
Quando a marca começou a ser o centro da comunicação

Como acontece com muitos negócios, a preocupação com a marca, design e comunicação não foi o foco inicial, mesmo porque o empreendedor precisa, sobretudo, fazer a empresa acontecer e se atentar com questões legais e burocráticas que o processo de empreender demanda.

Quando o Canto da Gula abriu suas portas e iniciou sua atuação, não havia foco na gestão de sua marca. Cristina e Regina sabiam o que queriam passar com o negócio, mas não sabiam a melhor forma de transmitir essa ideia aos clientes.

Em um processo natural, começaram divulgando o negócio por meio de flyers quase que improvisados, sendo que a primeira versão nem continha a identificação do local. A partir daí foram evoluindo na maneira de se comunicar e carimbar sua identidade, melhorando a qualidade dos materiais, criando um cartão postal e construindo, pouco a pouco, sua identidade.

O momento de virada para o Canto da Gula se deu no período em que uma terceira sócia, Jane Ciambelli, atuou junto com Cristina e Regina, contribuindo com uma visão mais voltada para o marketing.

Realizaram ações promocionais do tipo “coma à vontade” e também “self-service”, que mantiveram por um tempo, mas, depois, descontinuaram por demandar esforços além de suas possibilidades.

O fato não ameaçou seu princípio de atendimento, personalidade, carinho e qualidade. Tudo isso foi mantido por mais tempo e se mantêm até os dias de hoje. Exemplos dessas mudanças foi o incremento e melhor apresentação do cardápio, reformulação da identidade visual e atenção aos detalhes na ambientação do local.

Quando falamos em experiência de marca, uma das ferramentas do marketing para transmitir a sua essência no ponto de venda é o Visual Merchandising (VM). E engana-se quem pensa que o VM se restringe às lojas.

O Canto da Gula exibe um trabalho encantador de visual merchandising que transmite acolhimento e emoção por meio do espaço físico, valorizando a apresentação de seus produtos e serviços num importante ponto de contato da marca, principalmente no caso de restaurantes.

Essa jornada de experimentação, cautela e implementação no estilo “um passo de cada vez” traz lições importantes, especialmente por serem assimiladas por muitos empreendedores.

Estar aberto a tentar e aprender com os erros é um conceito fundamental para quem empreende. Conceitos clássicos como o Ciclo PDCA (Plan, Do, Check e Act), atribuído à Walter Shewart e popularizado por William Edwards Demming, pai da gestão da qualidade; e o Ciclo do Feedback de Eric Ries na obra A Startup Enxuta são ferramentas interessantes para o acompanhamento das mudança na gestão, acessíveis e aplicáveis a todos os tipos de negócios.

Resultado na mídia

O resultado do esforço e do aprendizado do Canto da Gula é um expressivo reconhecimento regional por parte dos consumidores e, também, por parte da mídia.

A grande lição que Cristina e Regina deixam com a história da evolução de sua preocupação acerca da marca está em um trecho da fala das sócias:

“Uma nova visão empresarial encanta, mas é preciso ter pé no chão para poder segui-la”. (Cristina e Regina, gestoras do Canto da Gula).

Quantos empreendedores não se deslumbram com promessas inspiradoras de ferramentas e abordagens, mas com o tempo acabam percebendo que aquilo não representa um “milagre” divisor de águas nos resultados do negócio?

Em tempos de transformação digital e informação disponível 24/7, é essencial aos empreendedores e profissionais entender a realidade do seu negócio, transformar informações em conhecimento e seguir, de forma rigorosa, seu propósito e posicionamento.

Endobranding e seu reflexo no atendimento aos clientes

Um dos assuntos que mais esteve presente durante a conversa que tivemos com Cristina e Regina foi a preocupação com o desenvolvimento e bem-estar de seus colaboradores.

Sem saber termos e abordagens técnicas, o Canto da Gula possui um belíssimo trabalho de endobranding.

Endobranding é a parte do branding que se dedica a difundir o propósito é cultura da marca para todos os seus colaboradores, integrando-os ao negócio e possibilitando que se desenvolvam ao máximo.

Para o Canto da Gula tal abordagem se fez especialmente importante uma vez que a cidade e região carecem de mão de obra preparada para trabalhar de forma a entregar um serviço diferenciado.

Logo, a saída para as sócias foi contratar, treinar os colaboradores e prepará-los para dar vida ao conceito da marca.

Nesse sentido, Cristina reforça que desde o início existe uma preocupação muito grande em oferecer treinamentos, atenção e carinho para os colaboradores, fazendo-lhes se sentir como parte integrante da marca.

Um exemplo disso está na cozinheira, uma das funcionárias mais antigas do restaurante que, de origem humilde, proveniente de uma família que batia tijolo e trabalhava na lavoura, chegou sem nenhuma experiência.

No início, ela recebeu treinamento direto de Cristina e Regina aprendendo o que as sócias trouxeram de experiência de suas mães. Com o passar do tempo, demonstrando interesse, força de vontade e coragem, recebeu também treinamento de uma consultoria em boas práticas (Coutinho e Cursino treinamentos) e de uma consultora em Gastronomia (Jade Veronese) para a readaptação dos pratos, passando a desenvolvê-los de maneira mais personalizada.

Nesse processo, a vida da cozinheira mudou. Ela aprendeu a trabalhar melhor a parte financeira de sua casa, pode melhorar a condição de sua família e, com muito trabalho, foi melhorando sua situação.

Por isso endobranding é fundamental, afinal, se uma marca bem posicionada e com um propósito claro tem o poder de atrair e engajar consumidores, ela tem igual importância para engajar e tirar o melhor de seus colaboradores.

Como o Canto da Gula trabalha seu Endobranding?

  • Saber escolher o profissional;
  • Buscar sempre o perfil que esteja alinhado com a proposta;
  • Realizar treinamentos internos;
  • Investir em cursos de capacitação, estimulando o interesse pelo crescimento;
  • Trazer referências de fora para compartilhar conhecimento com os funcionários;
  • Buscar meios facilitadores para o funcionário se desenvolver;
  • Fornecer a areia e o cimento, mas também ensinar a construir suas casas (metáfora);
  • Estimular o ambiente familiar, incentivando as famílias dos funcionários a se desenvolverem.

A força do Branding para a região

Nos últimos anos o branding foi bastante difundido Brasil afora e a cada dia se torna mais próximo do pequeno e médio empreendedor, cuja representatividade para a economia do Brasil é imensa, representando a maioria dos negócios aqui registrados e ativos.

Nós, do InfoBranding, ficamos felizes por fazer parte deste processo com conteúdo e eventos, especialmente pelo foco e importância que buscamos conferir ao segmento dos pequenos e médios negócios.

Empreendedores do país inteiro podem se beneficiar com a boa gestão de suas marcas, encarando-as como ativos que podem, de fato, gerar valor para seus negócios.

Santo Antônio do Pinhal e seu entorno, da Serra da Mantiqueira e Vale do Paraíba, são exemplo de como a boa gestão pode valorizar a região e todos os seus empreendedores.

A região possui clima e ambiente bastante característicos, especialmente para casais que buscam um pouco de romance e relaxamento. Nesse sentido, as empresas regionais têm em suas mãos uma grande oportunidade turística a ser explorada.

As fundadoras do Canto da Gula conversaram bastante a respeito do impacto que seu atendimento diferenciado causou na comunidade empreendedora há 20 anos, quando a abordagem ainda não era o foco de seus concorrentes.

Cristina e Regina, antes enxergadas como “forasteiras”, hoje são bastante envolvidas com as atividades voltadas ao empreendedorismo na região, caracterizado em sua grande maioria por pequenos e médios empresários que, na sua união, enxergam uma rica fonte de atualização, networking e capacitação técnica em áreas de gestão.

Um exemplo desta iniciativa é a Associação Comercial de Santo Antônio do Pinhal (ACASAP), que entre outros projetos, é responsável pelo “Saber na Montanha”, focado em compartilhar conhecimento sobre marketing, liderança, atendimento ao cliente entre outros para os empreendedores.

Tal rede de empreendedorismo agrega valor para o conjunto de negócios, desenvolve a mão de obra local, além de nutrir, de forma ativa, a percepção dos consumidores acerca da região, que passa a ser considerada como destino em seus planos de lazer.

Restaurantes atraem turistas de cidades próximas para experiências gastronômicas e simples almoços em família e amigos; por sua vez, estes turistas acabam permanecendo na cidade e movimentam as pousadas e circuito hoteleiro. Durante a estadia, consomem bebidas e artesanatos feitos na região e, assim, contribuem para girar a roda da economia, gerar e manter empregos, e contribuir para a qualidade de vida dos moradores, como acontece com os funcionários do Canto da Gula.

Portanto, investir em branding é fundamental para o sucesso e longevidade de negócios Brasil afora, especialmente por reunir, comunicar e propagar atributos que reforcem o seu valor para o consumidor.

O Canto da Gula hoje

Em breve completando 20 anos, o Canto da Gula é uma marca apaixonante, querida e extremamente valorizada por aqueles que se relacionam e, o mais importante, com o pé no chão.

Os anos de atendimento cuidadoso, personalizado e focado em proporcionar a melhor experiência para seus clientes, sem pressioná-los a consumir mais e respeitando suas preferências, garantiram ao Canto da Gula um lugar de destaque na lista de restaurantes preferidos.

Mensagem final

Por fim, Cristina e Regina deixaram uma mensagem para os nossos leitores com o objetivo de incentivá-los a começar e tornar seus negócios uma marca de sucesso:

DE-DI-CA-ÇÃO. Se você, enquanto empreendedor e profissional, escutar o seu cliente, entender suas motivações se preocupar em dar o seu melhor, ele vai perceber e, o mais importante, ele vai repassar a experiência para sua rede de contatos.

Assim, a ressonância de marca, conceito que abordamos aqui, aumenta e mais pessoas percebem o seu valor, sem mentiras e com a legitimidade da opinião de quem confiam.

Além da dedicação ao cliente o empreendedor jamais pode esquecer da relação custo-benefício do negócio para o cliente e, principalmente, para ele mesmo. Pois sem paixão e dedicação, nada acontece.


Cristina Amaro e Regina Brasilio

Cristina é emoção. Regina é razão. E o Canto da gula alimenta a alma com esse tempero.

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Design é forma, função, estética, estratégia, metodologia, processo, gestão; é experiência, carrega significado e provoca sensações. É um conjunto de fatores fundamental no cotidiano de pessoas e organizações.

E no dia 5 de novembro comemora-se o Dia Nacional do Design, assinado em 1998 pelo presidente Fernando Henrique Cardoso em homenagem à Aloísio Magalhães, importante designer brasileiro nascido na mesma data, no ano de 1927.

Mesmo sem que se perceba, as vertentes do design estão presentes em nosso dia a dia, da embalagem do seu shampoo, passando pela sinalização em cada canto até o mobiliário da sua sala de estar.

Dentre suas principais vertentes destacam-se o design gráfico, design de produtos, design de moda, design de interiores, design de games, design digital e, mais recentemente, ganhando destaque no mundo dos negócios, design thinking e processos de gestão baseados em sua abordagem.

Design demanda estudo, preparo técnico, cultura, abordagem multidisciplinar e, é claro, muita criatividade para desenvolver soluções para problemas e demandas de projeto.

“Design é uma atividade criativa cujo objetivo é estabelecer as qualidades multifacetadas de objetos, processos, serviços e seus sistemas em ciclos de vida completos. Portanto, design é o fator central da humanização inovadora de tecnologias e o fator crucial do intercâmbio cultural e econômico.” International Council of Societies of Industrial Design (ICSID)

Junto ao Branding, em especial, o Design é uma poderosa ferramenta para diferenciação e posicionamento de marcas. Utilizando-se de suas diversas vertentes como parte de um sistema, cria associações diretas com o público conquistando mais do que a sua atenção, fidelizando e criando preferência pela estética, usabilidade e facilidades que entrega.

“Design é um elo na cadeia de uma marca ou um meio de expressar valores da marca e seus diferentes públicos. Design é uma ferramenta para tornar visível uma estratégia.” Brigitte Borja de Mozota

Subestimar o Design na estratégia de uma marca e/ou negócio é negligenciar as oportunidades de otimizar recursos e estreitar relacionamento com as pessoas que, do início ao fim, são a finalidade e o meio para que relações de toda natureza aconteçam.

Parabéns a todos os designers pelo empenho e dedicação em trazer novas formas de viver o cotidiano!

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Calçados trazem embalagem exclusiva inspirada na linha de Monster Trucks da marca de carrinhos mais famosa do mundo

O universo radical de Hot Wheels acaba de ganhar mais um lançamento. Em parceria com a Grendene Kids, a marca de carrinhos mais famosa do mundo apresenta sua nova coleção de babuche e sandálias infantis com estampa inédita e embalagem que se transforma em um brinquedo.

A linha traz também uma opção de sandália emborrachada de palmilha estampada com desenhos exclusivos que retratam a essência aventureira da Hot Wheels, da Mattel (marca presente no Brasil desde 1988, é a líder global em entretenimento infantil, especializada na criação e produção de brinquedos e produtos de consumo inovadores, de qualidade e que geram experiências que inspiram, entretêm e desenvolvem as crianças por meio do brincar).

O grande destaque dos lançamentos é a embalagem inédita – e única do mercado: um supercarro inspirado no Monster Truck.

A linha de calçados está disponível na numeração de 23 ao 34, com três combinações coloridas diferentes e cheias de estilo – a babuche pode ser encontradas nas cores azul com verde, azul com vermelho e preto com amarelo, já a sandália tem a seguinte seleção de cores: azul com vermelho, preto com laranja ou cinza com amarelo. A partir da segunda quinzena de outubro o lançamento poderá ser encontrado nas maiores lojas de calçados do país, a partir de R$ 99,99 cada.

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Cielo, líder em pagamentos eletrônicos na América Latina, inaugurou sua nova loja conceito no Shopping Ibirapuera, São Paulo.

O espaço, cujo design conta com assinatura da agência TAG Produções Especiais, aposta na imersão do cliente com seus produtos e serviços.

A novidade faz parte dos planos da Cielo de evoluir seus pontos de venda, investindo não apenas na tecnologia, mas também no atendimento rápido e personalizado onde o consumidor é o protagonista durante sua visitação às lojas.

Confira alguns detalhes das lojas cuja intenção é surpreender o cliente e fazer a diferença quando o assunto é customer experience:

  • Foco no design inteligente e espaços funcionais transformam o PDV numa atmosfera moderna e interativa.
  • Ambiente convidativo que estimula a experimentação dos produtos e a experiência do consumidor
  • Espaço para workshops relacionados a negócios;
  • Exposição de acessórios para maquininhas de cartão da marca.

“Mergulhamos a fundo na criação do novo conceito da loja, aplicando todas as ferramentas do universo do live marketing, desde o conhecimento em design criativo e funcional, estratégias de atendimento e retenção de público, bem como ativações para garantir um ambiente bastante convidativo onde o visitante possa vivenciar todo portfólio da empresa e suas soluções, seja qual for a modalidade de seus negócios”, diz Tatiana Aulicino, diretora geral da agência TAG.

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Conheça a história de uma marca que não tem medo de ser ela mesma e que conquista seus clientes com irreverência, atendimento personalizado e, é claro, muita criatividade!

Branding é sobre planejamento, estratégia e execução. Uma abordagem analítica aplicada para transmitir uma mensagem de forma eficiente, impactar um determinado público e envolvê-lo por meio de atributos que façam sentido para ele.

Sim, branding é tudo isso. Mas, às vezes, é necessário deixar a emoção falar mais alto e permitir que o feeling guie sua expertise rumo ao sucesso.

É assim que acontece a CAAN Creative Solutions, fruto da vontade de empreender de Charles Cann que, desde o início de sua carreira, buscou implementar suas ideias e forma de trabalho para entregar aquilo que acreditava ser a melhor solução para seus clientes.

Tour pela CAAN!

A abordagem deu certo e, nesta jornada, a CAAN se aperfeiçoou e consolidou um jeito único de fazer design e, com o tempo, sua marca se tornou referência e conquistou atenção e espaço entre grandes empresas globais, como Walt Disney, Warner Bros, HBO, Marvel, Nickelondeon, entre outras. Um sonho que se tornou realidade, mas não por acaso.

Vamos conhecer a história dessa marca!

Às vezes você só precisa de um impulso para começar seu negócio

Por volta de 1993 Charles Caan começou a carreira cursando o colégio técnico de publicidade, período no qual já atendia alguns clientes e iniciou um estágio numa agência de um conhecido de seu pai, onde ouviu uma frase que mudaria tudo:

“Você não será ninguém, será estagiário para sempre porque só está aqui por ser conhecido do dono”.

Segundo Charles, esta frase foi a faísca para que ele se tornasse um empreendedor:

“Foi a combustão para criar a CAAN. Aquilo me motivou a abrir uma empresa para não tratar nenhum funcionário ou parceiro daquela forma” – Charles CAAN.

Enquanto, no colégio, seus amigos pensavam em como seria o local em que trabalhariam no futuro, Charles pensava em como seria o seu próprio escritório. E ao entrar na Belas Artes, no curso de design, acabou fazendo jobs para quase todos os professores.

Com um portfólio de ilustrações em mãos começou a atender a loja Side Play, mais conhecida como loja Looney Tunes. Começava ali seu envolvimento com licenciamento da Warner Bros. Entretainment (detentora dos direitos dos personagens).

Em 2000, ainda com a representação da Warner, Charles mudou o nome da agência de CAN para CAAN, unindo seu nome com o nome de seu irmão Anderson, com quem trabalhou durante 15 anos.

Negociação e processo de criação facilitados pelo OLHO NO OLHO

Em tempos de hiperconexão e transformação digital, enquanto muitos optam por se comunicar de forma remota, seja por tempo ou pela própria facilidade que as tecnologias nos permitem, Charles prioriza as reuniões presenciais.

“Recebo pedidos de orçamento por e-mail mas, independente de onde o cliente esteja, gosto de olho no olho. Pego a moto, carro, avião, ou o que for para ir até o cliente e sentir o que ele espera de mim”, reforça Charles. “Além disso,a apresentação do portfólio pessoalmente é muito maior e é possível se vender melhor do que somente enviar o portfólio por e-mail”.

Fazendo questão de ir até o cliente para entender as suas reais necessidades e expectativas com relação ao projeto, desde a primeira reunião busca transmitir a irreverência e casualidade da marca.

Com isso, a CAAN traz à tona uma importante questão inerente ao branding: a construção de relacionamentos pautados em valores compartilhados e que, por essa razão, estimulam a preferência por parte do consumidor e, não menos importante, a parceria com fornecedores e colaboradores.

Por mais tecnologia que tenhamos, não podemos esquecer que lidamos com pessoas se relacionando com pessoas. Entender essa dinâmica pode fazer toda diferença na consolidação de uma marca, seja ela pessoal ou corporativa.

Briefing – mais relacionamento e menos documento

Quando se fala no processo de criação do design não podemos deixar de falar do briefing, documento conhecido por reunir questões fundamentais para o desenvolvimento dos projetos, contemplando desde especificações técnicas até preferências e visões pessoais do contratante e seus representantes.

Quem trabalha no mercado criativo sabe que existe muita polêmica em torno do briefing e sua confecção. Resultado da falta de entendimento de que é o designer ou o profissional criativo o responsável por extrair as informações necessárias do cliente e, não necessariamente o contrário. Afinal, o cliente sempre quer soluções e não mais trabalho e burocracias.

Quando Charles reforça sua dedicação ao atendimento olho no olho, personalizado, com empatia e que, na maioria das vezes evolui para amizades, ele nos mostra como otimizar o processo criativo. Isso porque, ao se relacionar de forma verdadeira e mais próxima com clientes, é possível transmitir mais segurança e confiança –  fatores determinantes para a contratação de qualquer prestador de serviço e que, na maioria das vezes, são responsáveis pela maioria dos negócios fechados.

Dica InfoBranding: Como sua marca se relaciona com seus clientes?

Pense nisso e procure elencar formas de utilizar as ferramentas digitais como suporte para um relacionamento mais pessoal, próximo e verdadeiro.

Busque ouvir seu cliente e perceber suas demandas sob sua perspectiva: qual o real impacto que seus serviços geram na realidade do seu cliente? Dessa forma, você conseguirá construir elos mais fortes e ser percebido como fornecedor de soluções.

Networking CAAN, uma grande rede de amigos

No decorrer dos 26 anos da CAAN os clientes viraram amigos.

Charles sempre ficou à frente da criação na agência, mas ao mesmo tempo os clientes acabavam solicitando seu atendimento direto devido à amizade e proximidade que foram sendo construídos, visto como um diferencial da marca.

“Mas se for preciso escolher entre o contato de venda ou a criação, abro mão do contato de venda, pois a criação está no sangue”. Charles Caan

96% dos negócios fechados na CAAN é por indicação.

Mesmo com alto investimento em mídia online e na chamada “Maldição CAAN”, forma como Charles descreve sua estratégia de remarketing, que faz com que quem entre em contato com a marca nunca deixe de ficar sabendo das novidades a ela relacionadas; Charles reforça que seus negócios são fechados por indicação em 96% dos casos.

Esse dado lança luz em uma realidade de muitos empreendedores que buscam investir em marketing digital.

Muitas vezes medir o retorno sobre o investimento (ROI – Return Over Investiment) das ações de marketing digital pode ser um grande desafio para os pequenos empreendedores, isso porque muitas vezes a compra ou o fechamento de novos negócios não estão relacionados aos likes, cliques ou compartilhamentos; não à toa muitas vezes denominados como “métricas de vaidade”.

Um conceito fundamental no branding acaba sendo esquecido ou, voluntariamente, deixado de lado: o conceito de brand awareness ou conhecimento de marca.

Brand Awareness diz respeito ao conhecimento que o mercado tem sobre a marca em questão, levando em conta o universo de todos os seus stakeholders – clientes, parceiros, colaboradores, mídia especializada, potenciais clientes, concorrentes entre outros.

É este conhecimento que ecoa ao mercado o diferencial da marca, posicionando-a e destacando-a de suas semelhantes.

Brand Awareness é um dos cinco pilares do Brand Equity de David Aaker, importante teórico do branding, que diz respeito ao valor que a marca tem além de seu custo.

Ao lado do brand awareness destacam-se lealdade a marca, percepção de qualidade, associações de marca e outros ativos que determinam sua vantagem competitiva.

Esse conhecimento de marca é reflexo de uma série de fatores, entre eles a reverberação de experiências, positivas e negativas, por parte dos clientes e também de todas as ações de comunicação da marca, entre elas as ações de marketing digital que mantem o imaginário da marca vivo no dia a dia das pessoas.

Marca Pessoal X Marca Corporativa
A realidade de muitos empreendedores, mesmo que eles não saibam!

A relação CAAN Creative Solutions e a imagem de Charles acabou se tornando tão forte que a associação entre elas é algo espontâneo na mente das pessoas.

A CAAN é o Charles, e o Charles é CAAN – muitos pensam que é o seu sobrenome.

Mas isso é positivo ou negativo?

Esta é uma preocupação de muitos empreendedores, mas para Charles essa associação, hoje, é mais positiva pois carrega o valor da agência: solução.

“Quem procura a CAAN sabe que resolveremos problemas. Minha única preocupação com relação a isso é o desafio da minha filha futuramente, caso ela queira assumir a agência”. Charles

Muitos empreendedores começam seus negócios a partir de um sonho pessoal, algo que os move a atuar de maneira muito próxima e intimista em todas as frentes do negócio, desde a estruturação legal, prospecção de clientes, criação de produtos e estruturação de serviços, contratação e treinamento de equipes, pós-venda e comunicação.

Afinal, empreender é se doar-se 100% ao negócio.

Nesse processo seu nome e seu jeito de ser acabam sendo vinculados à empresa e sua marca, dificultando a percepção de limites entre as duas. Isso pode ser bom ou pode ser ruim, depende de como o empreendedor trabalha a questão.

É importante ressaltar que não existe uma fórmula certo/errado, mas em termos gerais, o crescimento e expansão do negócio está intimamente ligado ao elo entre marca pessoal do empreendedor e marca da empresa, especialmente no momento da sucessão.

Para que esta relação não se torne um problema para a empresa, é necessário que o empreendedor, juntamente a sua liderança e equipe, faça um trabalho de branding capaz de consolidar os pilares do negócio, ou seja, trabalhe seu propósito, missão, visão e valores; instrumentos que ajudam a disseminar o que torna a empresa especial para todos os envolvidos, consolidando assim o seu legado.

CAAN e sua identidade visual

A identidade visual da CAAN é uma história à parte.

Sem medo de errar ou quebrar regras do ‘bom design’, Charles relata que sua identidade é mutante e sempre se adequa ao momento do seu negócio.

Desde o início, por conta de sua proximidade com projetos de licenciamento, a CAAN conta com um mascote: o simpático e divertido ETezinho verde. O ET da CAAN virou sua marca registrada e acompanhou o logo durante anos.

Recentemente a CAAN adotou a tagline Creative Solutions para demonstrar suas soluções 360º em design e comunicação.

Além do arroz com feijão do design e comunicação, a CAAN se destaca pelas suas soluções e projetos para PDV, com esculturas em tamanho real em fibra de vidro de personagens, contando com toda a estrutura necessária para atender seus clientes desde o projeto 3D até a confecção de moldes e finalização.

Por ser uma marca versátil e convicta da importância em customizar o atendimento e os projetos, adequando-os às necessidades do clientes, nada mais adequado do que uma abordagem dinâmica para sua identidade.

Sem medo de errar a CAAN testa a aplicação dos seus logos nas mais distintas realidades, variando em cores e aplicações. Já usou o verde, o amarelo e, mais recentemente, está no processo de adoção do rosa.

Nessa evolução a CAAN não segue regras e usa a experimentação como vetor de sua identidade, tangibilizando valores determinantes como criatividade, qualidade técnica e flexibilidade.

Expertise, novos negócios e oportunidades

Outra lição importante que a história da CAAN deixa para profissionais de diversas áreas é a importância de valorizar sua expertise para explorar oportunidades que surgem ao longo de sua jornada e fazer o negócio crescer.

Sempre dedicado à qualidade técnica de seus projetos a CAAN mergulhou no mundo do licenciamento, se consolidou como um dos principais players do mercado, conquistou grandes clientes multinacionais e, mais recentemente, convergiu tudo isso para explorar novos nichos de mercado.

Desde 2018 a CAAN inovou e passou a atender Hotéis e Resorts nacionais, ajudando-os a construir marcas de primeiro nível quando o assunto é entretenimento, criando mascotes, identidade e uma abordagem que cativa o público.

Isso é possível graças ao aprendizado contínuo de Charles e sua equipe que somaram técnicas, abordagens, dificuldades e soluções para levar a marca adiante.

CAAN4Life e comprometimento em ajudar

Quem conhece o Charles sabe que ele é um profissional que compartilha experiências e divide sua expertise com quem, assim como ele, tem vontade de aprender e crescer constantemente. Mas não só isso, a generosidade do gestor da Caan vai além. Desde que criou a agência busca ajudar causas que julga importante para a sociedade, usando seu trabalho e seus recursos criativos para fazer o bem!

A CAAN apóia projetos como Sopro de Amor, Bom Par e Heróis do Bem, criando logotipos, mascotes, peças de comunicação, sites, entre outras ações, além de, sempre que possível, ajudar com doações pessoais.

São inciativas verdadeiras, reflexos da percepção de que compartilhar e ajudar faz o mundo um lugar melhor, sem trocas de interesse ou contrapartidas.

Para compartilhar as iniciativas dos projetos e engajar sua base de contatos, a CAAN criou o selo CAAN4Life, um exemplo de que sempre é possível contribuir com a sociedade.

Conhecendo esta inciativa destacamos outro ponto importante em uma estratégia de branding, que muitas vezes acaba sendo mal interpretada ou simplesmente utilizada de forma não muito autêntica: a solidariedade e devolução à sociedade.

Marcas que trabalham o aspecto social de forma autêntica acabam se valorizando frente à sociedade, que percebe nela uma iniciativa louvável de contribuir com o meio no qual atua.

Ajudar com sua expertise é uma das melhores formas de ajudar o entorno, uma vez que a marca usa sua atuação para afazer a diferença, consolidando o valor de seu negócio para o mercado.

Quando a abordagem segue este norte, é legítimo que a marca utilize isso em sua comunicação, não apenas para mostrar o que está fazendo, mas para usar sua força para engajar mais pessoas às causas nas quais acredita.

Conheça um pouco mais sobre a Caan Criative Solutions aqui.

Designer, formado pela Universidade de Belas Artes de São Paulo, com expertise em realizar trabalhos relacionados à divulgação institucional, com finalidades distintas, tanto share of mind quando share of marketing. Experiência com concepção, criação e desenvolvimento de produto e posicionamento de mercado, estratégias de divulgação on line, desenvolvimento de hot sites e web sites institucionais, acomodando SEO, SEM, e UX (experiência de usuário). Experiência de 21 anos na área de licencimento e design gráfico.

Conteúdo patrocinado.

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Não deixe de conferir nossa série Jornada do Branding, na qual reunimos cases de marcas realmente especiais que tem muito a agregar com sua história e experiência, especialmente porque, em comum, elas têm a proximidade com os pequenos negócios, tão presentes na economia de nosso pais.

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Depois de lançar a maior campanha 360º da história da Piraquê, a Lew’Lara\TBWA cria a “Piraquê Wear”, uma ação com influenciadores digitais que enaltece o posicionamento da marca de massas, biscoitos e torradas da M. Dias Branco: “A receita é ser original”.

A famosa identidade visual das embalagens de Piraquê, criada no fim dos anos 60 por Lygia Pape – uma das mais importantes artistas plásticas contemporâneas brasileiras –, foi transformada em estampas exclusivas de roupas e acessórios como: bermudas, camisas, meias, blusinhas, pochetes, sacochilas e lenços.

A ação faz parte da plataforma de rejuvenescimento de Piraquê e foi criada a partir do mapeamento das redes sociais, através do social listeningda marca. “Foi por meio de um insight mapeado nas redes sociais que surgiu a ideia da ação Piraquê Wear. Além do fit com o posicionamento da marca, ligado à originalidade, durante o desenvolvimento do projeto descobrimos que não é qualquer marca de biscoito que tem potencial para fazer uma ação assim, o que certamente vai fazer do projeto algo ainda mais exclusivo”, destaca Rodrigo Mainieri, gerente de marketing da M. Dias Branco.

Se a receita é ser original, como diz o próprio posicionamento da marca, as roupas e acessórios da Piraquê destacam essa originalidade com suas estampas e com seu design de repetição da Goiabinha, do salgadinho Presuntinho, do biscoito Leite Maltado e do salgadinho Gergelim. “As embalagens de Piraquê são ícones e ao longo dos anos ganharam essa pegada cool, por preservar a essência desde a criação. Após a aquisição da marca em 2018, temos imenso cuidado em preservar e evidenciar esse diferencial. Traduzir essas estampas em peças de roupas era exatamente o que alguns consumidores da marca pediam nas redes sociais”,  ressalta Rodrigo Mainieri.

Felipe Luchi, sócio e CCO da Lew’Lara\TBWA, destaca que a ideia é materializar a originalidade de Piraquê por meio desta inusitada linha exclusiva de roupas e adereços. “Ter uma iniciativa diferente e inesperada é a coisa mais segura que uma marca pode fazer. A originalidade é uma herança da Piraquê, visível nas receitas e em um dos designs de embalagem mais icônicos da história do marketing brasileiro. Transformamos esse design em roupa e fizemos uma ação super criativa com artistas e influencers no social, o que nada mais é que uma manifestação da originalidade de Piraquê”.

Tudo começou em um show da cantora Duda Beat, em Recife, no qual a diva da sofrência pop, conhecida por sua autenticidade e originalidade se apresentou com um look elaborado pelo stylist da cantora todo trabalhado na icônica estampa da Piraquê, um vestido com a estampa do biscoito da vaquinha de Leite Maltado. Em seguida, o influenciador John Drops conhecido por suas paródias dos looks dos famosos reproduziu a roupa da diva usando as embalagens do biscoito. A brincadeira teve tanto sucesso que a marca convidou o influenciador para fazer o catálogo da exclusiva coleção. “O John Drops é incrível e é uma máquina de gerar conversa, sua originalidade de produção de conteúdo tem tudo a ver com a campanha Piraquê Wear”, complementa Felipe Luchi.

O projeto da marca é ambicioso e não vai parar por aqui. Essas ações marcam o lançamento da coleção Piraquê Wear, e dependendo da repercussão da campanha, outras ações serão desdobradas. “Piraquê Wear não é apenas uma ideia. Estamos pensando nisso como uma plataforma de ativação, que pode gerar mais conteúdo e valor à marca”, finaliza Mainieri, acrescentando que, pelo menos por enquanto, não há intenção de comercializar as roupas e acessórios com estampas exclusivas.

Nas primeiras duas semanas a campanha já teve um total de 103,8k de engajamento, sendo 815K de impressões e 514,4k de alcance orgânico nas redes sociais.

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Ana Couto, agência especializada em branding, lidera o projeto da nova marca e posicionamento da Elemidia, empresa de mídia digital out of home (DOOH) que oferece uma plataforma estratégica de comunicação para anunciantes e agências em três verticais de negócios: edifícios comerciais, condomínios residenciais e shopping centers.

Com investimentos em tecnologia, uso intensivo de dados e formatos diferenciados, a empresa aposta na relevância das mensagens para se tornar mais estratégica: “Queremos desafiar anunciantes e agências a usarem nossos recursos com mais criatividade e efetividade”, diz Eduardo Alvarenga, CEO da Elemidia, ao apresentar o novo posicionamento da marca.

“Crescemos muito nos últimos anos graças à evolução do nosso modelo de negócios. Atualmente oferecemos soluções completas e adaptadas a todos os tipos de projeto, dos maiores e mais tradicionais aos mais diferenciados e customizados. A Elemidia deixou de ser uma mídia complementar. Hoje somos uma plataforma estratégica para a comunicação das marcas que desejam participar de forma relevante da rotina dos consumidores”, define. 

A tecnologia, a expansão de novas verticais (condomínios residenciais e shopping centers), o uso de dados e a oferta de formatos diferenciados orientou a transformação da empresa para ajudar marcas e agências a criar peças mais efetivas e inovadoras. “Agora não falamos apenas com os profissionais de mídia das agências. Nossa conversa é também com os criativos, que buscam novas maneiras de impactar o público, e com os times de planejamento e negócios, que precisam garantir os resultados das campanhas”, afirma Raphael Jimenez, diretor de publicidade da Elemidia.  

Chegando em outubro a 20 mil telas instaladas em 53 cidades de 16 Estados, a Elemidia impacta 25 milhões de pessoas por semana. “Nossa matéria-prima é uma das mais escassas e disputadas no mercado: a atenção. Nossas telas registram 95% de índice de atenção graças a uma combinação virtuosa entre conteúdo e publicidade que impacta os consumidores no momento ideal, entregando utilidade e relevância”, explica Alvarenga.  

“Toda conversa é possível”, o novo slogan da Elemidia

Para refletir esse movimento, a empresa mudou seu posicionamento para apostar nas “conversas que precisam acontecer” e usar big data e IoT para tornar “mais inteligentes” as comunidades ou micro comunidades em que atua.

“A gente precisava de uma identidade que deixasse clara nossa transformação e, ao mesmo tempo, funcionasse como uma plataforma de negócios para impulsionar nosso crescimento futuro”, diz Lucio Schneider, diretor de marketing da empresa.  

Apoiada em seu potencial de “iniciar conversas”, a empresa ajuda as marcas a se conectarem ao momento em que a audiência é impactada pela mensagem, usando informações em tempo real para entregar peças com conteúdos mais úteis e relevantes. “O maior diferencial da Elemidia é a relevância do seu conteúdo, dada sua altíssima retenção, customização por localização e atualização com informações em tempo real.

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Como já dizia Charles Darwin, sobrevive aquele que melhor se adapta as mudanças.

Da Teoria da Evolução das Espécies para o mundo das marcas, sua icônica afirmação traz exemplos já conhecidos como Kodak e Blockbuster, que não foram capazes de inovar e se manter relevantes em um mercado em constante mudança.

No início desta semana, mais precisamente na segunda-feira, 23 de setembro, a Thomas Cook, tradicional empresa de turismo britânica com mais de 178 anos de atuação, entrou em falência e deixou mais de 600 mil clientes em apuros, dando início à maior operação de resgate de britânicos desde a Segunda Guerra Mundial. Confira aqui.

Além do insucesso nas negociações pelo resgate financeiro após uma sequência de resultados ruins (saiba mais), o que nos chama atenção no caso da Thomas Cook é sua dificuldade em inovar e se manter relevante no Século XXI, marcado pela digitalização e crescimento do poder e influência dos consumidores nas dinâmicas de mercado.

Seu modelo de negócios se tornou ultrapassado em uma realidade na qual o consumidor prefere serviços de reserva online como Airbnb e Booking. Suas lojas físicas e agentes especializados se revelaram relevantes para uma pequena parcela dos consumidores que, por seu perfil e representatividade, não foram capazes de sustentar as operações.

O digital há tempos já é realidade e dita as tendências para marcas e empresas mundo afora. Deixar esta realidade de lado simplesmente não é uma opção viável para as marcas, isso porque os consumidores, ou melhor, as pessoas, já aderiram às tecnologias e as incorporam no dia a dia sem nem perceber.

Negócios, marcas e seus gestores precisam estar atentos à evolução das tecnologias e, principalmente, como elas impactam o comportamento das pessoas para que, assim, possam se manter relevantes e oferecer serviços e produtos que de fato atendam às suas demandas.

Fontes: BBC, G1 e Neofeed

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Em um momento em que empoderamento, respeito pelo outro e liberdade estão cada vez mais em pauta, a trajetória das pessoas precisa ser valorizada. Partindo dessa premissa, a Rainha anuncia seu posicionamento no mercado com a campanha “Sua trajetória merece respeito”.

A ação acompanha o lançamento da nova coleção de calçados da marca de moda esportiva, que se destacou nos anos 80 e 90 para milhares de brasileiros produzindo calçados icônicos, como o VL2500 e o Rainha System.

A Rainha quer ser vista como aquela que quer ouvir as histórias das pessoas, caminhar ao lado delas e ajudá-las a atingir seus objetivos, aproximando-se do público jovem, e compartilhando valores como respeito, autenticidade, diversidade e empoderamento.

A campanha contempla um investimento representativo para aumentar a presença da marca e promover ações com digital influencers que tenham conexão com as atitudes valorizadas pela Rainha. Além disso, serão realizadas ações de merchandising na TV, em programas como o Domingo Legal, no SBT; e investimentos de mídia no GoogleYouTube e Mídias Sociais (Facebook Instagram), onde usará a tag #respeitaatrajetória.

“A Rainha faz parte da vida do brasileiro, que usa seus produtos há décadas. A nova campanha mostra que, embora seja uma marca muito tradicional e reconhecida, a Rainha está também conectada aos valores dos jovens atuais, sem perder o compromisso de investir em tecnologia e inovação para entregar produtos cada vez melhores para os nossos clientes”, afirma Victor Lange, gerente geral da Rainha.

Veja só o novo vídeo manifesto da marca, que será veiculado nas redes sociais da marca e em programas de TV. “O intuito do filme é que consigamos transmitir a mensagem chave da nova identidade da Rainha, em um formato de grande aceitação por parte do nosso público-alvo”, completa Lange.

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O Storytelling, ou a “arte de contar estórias”, tem o poder de envolver o público e transportá-lo para o universo da marca. E foi isso que o Itaú fez em comemoração à Semana da Mobilidade 2019 (16 a 23 de setembro) reforçando, ainda, a imagem das famosas bikes laranjas que tanto vemos pela cidade:

O Itaú lançou nesta semana a série “Diários de Bicicleta” a fim de conscientizar e incentivar a mobilidade urbana por meio de histórias reais.

Composta por quatro histórias de pessoas que, ao começarem a andar de bike – sejam particulares ou compartilhadas – mudaram seu estilo de vida e transformaram radicalmente sua percepção sobre a cidade.  

Criada pela Africa, a série dá luz às histórias reais de pessoas que viram na bike uma maneira de melhorar seu dia-a-dia. E para chamar o público junto a essa jornada, Willian Cruz, criador do Vá de Bike e ciclista influenciador, e Renata Falzoni,  fotógrafa, videor repórter, bike-repórter e cicloativista – dois nomes peso no mundo ciclista – foram convidados pelo Itaú para acompanhar e conhecer a história de quatro ciclistas que moram e trabalham em grandes centros urbanos como Rio de Janeiro e São Paulo.

Marcelo, Jefferson, Mariana e Aline, convidados para serem fontes de inspiração das peças, contaram sobre algumas das transformações que aconteceram em suas vidas depois que adotaram as bicicletas. Entre elas estão desviar do trânsito e chegar aos lugares muito mais rápido, se relacionar de uma maneira muito mais prazerosa com a cidade e o caminho, usá-la como uma ferramenta de trabalho com poucos custos e impacto ambiental, além de serem um carro a menos na rua, desafogando o trânsito e diminuindo a poluição.

“Buscamos gerar inspiração e motivação para as pessoas, fazendo com que elas se identifiquem com as histórias contatadas pelo William e pela Renata e vejam como adotar a bicicleta dentro do contexto de mobilidade urbana pode não só mudar hábitos, mas também vidas. Acreditamos que as bikes têm um papel muito importante no desenvolvimento da sociedade, e também atua muito forte na transformação pessoal de cada um”, diz Juliana Cury, superintendente de Marketing Institucional do Itaú Unibanco.

Seguindo o posicionamento “Bike Itaú. O melhor caminho para qualquer caminho”, a série aproveita o momento para mostrar a bike como ferramenta para uma vida mais sustentável, explorando seu poder de transformar a vida das pessoas.

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