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Colaborador InfoBranding

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Ter uma marca pessoal forte é essencial para quem deseja passar uma determinada percepção sobre si. Entretanto, é preciso trabalhar o personal branding, ou seja, a forma como gerenciará a sua marca. Afinal, de que adianta se esforçar para construir uma imagem se ela não for divulgada ou conhecida?

Quando você investe no seu personal branding, as oportunidades de negócio aparecem e sua rede de relacionamentos se amplia. Seu trabalho começa a ser reconhecido por profissionais da sua empresa e de outras e se torna uma referência no seu segmento.

Se está no início desse processo, precisa saber qual a melhor forma de investir no seu personal branding para não errar. Se começar fazendo o certo, no futuro terá muito menos desgaste para arrumar os pontos falhos e sua marca estará muito mais forte.

Como sei que o começo de tudo é sempre mais difícil, separei algumas dicas para te ajudar. Confira!

Cause uma boa impressão

Não importa se presencialmente ou online, sempre deixe uma boa impressão sobre a sua marca pessoal. Pense qual imagem deseja transmitir e invista nela.

Nos encontros presenciais deixe que as pessoas percebam a sua simpatia e demonstre todo o conhecimento que possui sem ser arrogante. Nas redes sociais e mundo online, tome muito cuidado com o que publica, nada de futilidades! Invista em conteúdo que agregue valor e atraia as pessoas.

Estabeleça a sua marca pessoal

Quem é você? Como quer ser vista? Quem é o seu público? Quais são os seus pontos fortes e habilidades? Por que deseja se tornar uma referência? Qual o seu diferencial?

Essas são algumas das perguntas que deve responder para começar a criar a sua marca pessoal e investir no personal branding. É preciso que haja alinhamento entre o que você pensa e suas atitudes, por isso é fundamental ter essas respostas bem claras a todo o momento.

Defina os seus objetivos

É muito importante saber onde quer chegar e o motivo. Comece listando quais são as suas metas, mas cuidado para não pensar em nada inviável nesse momento para não desanimar depois.

Feito isso, estabeleça um plano para alcançar os objetivos e estipule um prazo para que cada um dos itens se concretize. Cuidado para não desviar dos seus objetivos, sempre os tenha em mente e foque neles.

Não vincule a sua marca a uma empresa

A sua marca pessoal, como o nome diz é sua, por isso não crie um rótulo vinculado a uma organização que não seja sua. Não se deixe conhecer como o gerente da empresa X, o presidente da empresa Y. Se um dia sair da empresa ou for mandado embora, junto irá a marca que demorou para construir.

Faça com que as pessoas conheçam o profissional que, independentemente da empresa em que atua, será uma referência e chamará a atenção positivamente. Tenha um nome forte e talvez até uma função, mas que seja vinculada apenas com o seu nome.

Escute os outros

O seu público é quem lhe dará o feedback do trabalho que você está construindo com o seu personal branding. Esteja aberto para ouvir opiniões e, quando elas não forem dadas espontaneamente, peça para que as pessoas digam o que acham da sua marca.

Tenha um canal de relacionamento próximo para que possa trocar informações, ouça e reflita sobre o que é dito. Pode ser que em um primeiro momento o comentário não agrade, mas a pessoa pode ter um ponto de vista diferente do seu e estar certa.

Invista no personal branding

Não crie a sua marca pessoal para que ela fique escondida do mundo, mostre quem você é e atraia cada vez mais seguidores e fãs. Investir na divulgação é fundamental, tanto no mundo virtual como no capital relacional.

Acompanhe os resultados

O personal branding exige que você acompanhe os resultados do que está sendo feito, pois somente assim poderá saber se os efeitos estão sendo os esperados. Verifique o quanto cada um dos objetivos foi alcançado e os analise.

O efeito produzido é importante, mas saber o que fazer com o diagnóstico é mais ainda. Veja o que não saiu como o planejado ou que não teve o impacto que esperava e reveja o planejamento. Faça ações corretivas a fim de melhorar a sua marca.  

Agora que já conhece os passos iniciais, faça o planejamento do seu personal branding no papel antes de colocá-lo em prática. Seguindo esses passos, conforme for concretizando cada etapa, colherá os frutos e perceberá que sua marca pode chegar longe.


Jac Lopes: Especialista em Branding de produtos e de pessoas. Expert Top2YOU. Palestrante do tema: Sua Marca é Você! Carioca, marqueteira, mãe de um único filho e seu maior orgulho o Rafael. Curiosa e muito agregadora, amante de novas culturas e da inovação. Conhece o Brasil como ninguém, por dentro, pelas pessoas, já morou em 19 estados diferentes, de Norte a Sul do país.

Executiva com profundo conhecimento do varejo nacional e da cultura brasileira, morando em todas as regiões, desde o Sul ao Extremo Norte do país. “Posso afirmar poucos conhecem o Brasil sua gente e sua diversidade como eu conheço”.

Com grande talento para o networking tem experiência profissional em diversos segmentos como: farmacêutico, shopping center, moda, educação, franquias e serviços.

A habilidade para o capital relacional adquirido ao longo da carreira profissional fez com que mudasse 9 vezes de empresas em segmentos bem diferentes.

Especialista   em marketing tem cases de sucesso em branding no segmento farmacêutico com a NEOSALDINA, sabe aquele sorriso da Neosa? Aquele branding sensacional que está no produto até hoje? Nasceu em 1997 com uma equipe fantástica e a agência Artplan. Foi com esse primeiro case premiado, que o branding se tornou algo muito prazeroso.

Outros cases de sucesso em outros segmentos de mercado foram, por exemplo, a mudança da marca do Spoleto, rede de franquias de alimentação brasileira. Refazendo todo o branding da rede nasceu a frigideira como símbolo trazendo mais design e mais modernidade. No branding do Beleza Natural, maior rede de salões de beleza para mulheres negras e cacheadas no Brasil, os cachos tornaram-se referência para apresentar o design vibrante da marca.

Mestre em Gestão Empresarial pela EBAPE – FGV RJ, pós-graduada em Marketing pela ESPM e MBA pelo IBMEC é formada em Farmácia pela UFRJ – RJ.

Na área acadêmica é professora dos cursos de Pós-Graduação Online e presencial da FGV.

Muitas histórias de sucesso, muitos desafios, alguns bons fracassos, que levaram a bons aprendizados, muitos amigos e uma certeza:  você sempre pode fazer diferente e a diferença onde estiver.


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Em épocas de crise é muito mais difícil vender e, como consequência, é até normal encontrar empresários e executivos de empresas que se queixam dos seus resultados pequenos, que culpam sempre “a crise”, “a falta de crédito disponível”, e várias outras situações possíveis,dentre o enorme cardápio de mazelas que assolam o Brasil e sua economia atualmente.

É impressionante descobrir numa avaliação, que nem precisa ser tão minuciosa assim, que existe um erro clássico, cometido por muitos, e que castiga diversas empresas: elas trabalham sem implementar um real marketing de relacionamento.

Como tem muita gente que acredita que “essa necessidade” não é para eles, segue aqui um resumo, baseado em teoria de vendas, que vem dos autores Spiro, Rich e Stanton (2010).

Segundo eles, são 4 as possíveis situações/mercados que acompanham o desenvolvimento da história:

  1. Mercados com demanda e falta de oferta de produtos – Isso foi o começo de tudo e mercados com esses hoje são raros, mas ainda existem. Imagine por exemplo que sua empresa produzisse vacinas contra febre amarela em São Paulo…  O foco nesse tipo de situação é obviamente a produção e não é necessário relacionamento algum para vender.
  2. Quando a oferta ficou igual a demanda – aqui as empresas começaram com o “política” do “vender de qualquer jeito”, mentir para cliente não era raro, pensar em relacionamento e satisfação do cliente praticamente não passava pela cabeça de ninguém. (Infelizmente existem empresas que ainda acham que o mercado delas está nessa fase, mesmo quando não está… o futuro é negro para elas)
  3. Quanto a oferta ficou maior que a demanda – Pode-se dizer que aqui surgiu o conceito do marketing, ou seja, já faz tempo. Nesse estágio as coisas mudaram radicalmente, com mais gente querendo vender do que gente querendo comprar, fato que é exacerbado nas crises, onde menos pessoas conseguem comprar. Os pensamentos em relação a venda já são outros – prioriza-se a satisfação do cliente para que o cliente compre novamente e a empresa se mantenha lucrativa por meio do volume de vendas, melhor do que o das empresas com clientes insatisfeitos. Nessa fase o papel do gerente de marketing ganha importância, a proposta de valor precisar ser entregue, tem que haver esforços coordenados e planejamento de produtos correto, estoque na medida certa, e os canais de comunicação com os clientes tem que funcionar para que as empresas possam reagir aos sinais de insatisfação dos clientes para que eles se mantenham: clientes!

* Aqui preciso fazer uma pausa – Muitas empresas nunca operaram de fato, ou operaram muito mal nessa fase, e já vinham tendo resultados ruins antes da crise começar. Ela só acentuou aquilo que já estava ruim.

  1. Estágio de relacionamento – Nesse estágio o que se busca é ir além. Existe muita competição e ter cliente satisfeito não é mais um diferencial. Aqui é necessário se relacionar com o cliente para manter-se vivo na memória dele, para que no caso da necessidade da uma nova compra, a sua empresa seja a primeira escolha que lhe vem à cabeça, preferencialmente de uma forma positiva.

É necessário pensar e agir de forma diferente aqui, mas para aqueles que conseguem existem mais resultados – o primeiro, e mais gritante deles: você não precisa correr atrás de novos clientes de forma desenfreada, o que é potencialmente mais caro. Chega um momento que a sua “carteira de clientes habituais” é tão ampla que eles conseguem manter seu faturamento e seus lucros.

Outra extremamente importante, ainda mais em momentos como agora, em que todas as empresas precisam vender, e tentam tirar os seus clientes, especialmente os lucrativos: As vendas de relacionamento diminuem a sensibilidade do cliente a ofertas externas. Nos casos super bem feitos, alguns clientes simplesmente nem querem ouvir propostas alheias. Ótimo, se esse cliente for seu cliente e não do concorrente.

Percebeu que precisa implantar as vendas de relacionamento? Ok, como faço para não errar…

Se, depois de analisar alguns dos aspectos do seu mercado, você chegou à conclusão de que precisa investir mais no relacionamento com os seus clientes veja, nas próximas linhas, pequenas dicas para evitar armadilhas que podem aumentar seus custos e complexidade de operação, sem trazer resultado algum.

Primeiramente entenda que é necessário planejar! Sair, na correria, comprando sistemas e coletando informações podem resultar apenas em mais um sistema e um grande volume de informações, sem nenhuma utilidade. E pior: dado o trabalho que dá coletar e organizar informações, aprender a operar e a sincronizar sistemas, se nada disso é utilizado depois, um resultado bem provável é que sua equipe (e as vezes você mesmo) perca o interesse no processo. O que era para ajudar nem nasce e já morre, e ainda impede possibilidades futuras – portanto: pense antes de agir.

Segundo, preste atenção aos valores e as propriedades de um relacionamento. Vou comentar apenas dois aspectos, da lista de 13, conforme apontado por Gummesson, em seu livro de 2010. Lembre-se que num relacionamento todos aceitam e até esperam que o equilíbrio de poder não seja idêntico. Mas, o que é aceitação virá completo ódio quando um dos lados exagera na dose. Boas relações evaporam quando o fornecedor abusa e deixa seu cliente sem serviço ou opções, e não dá para querer criar relacionamentos se o abuso de poder faz parte da (errada) mentalidade da sua empresa.

Ainda em relação a propriedades: só existe relacionamento se houver interesse e atração. Se sua marca não é interessante para ninguém se preocupe em torna-la. Se seu produto não tem “sex appeal” arranje uma forma de fazer que tenha, pois, para o relacionamento começar e se manter o interesse tem que estar lá. Ou seja, olhe para suas políticas e formas de atuar e para a força de sua marca e produtos antes de querer gastar rios de dinheiro em relacionamento. É preciso olhar o todo.

Terceiro ponto – cuidado com os sistemas pasteurizados.

Antes de comprar, mesmo o melhor deles, entenda que além de ter uma pessoa que saiba operá-lo, é necessário ter propósito e visão estratégica para a ferramenta, e, realmente é necessário precisar dela. Ter um sistema que alinhe suas necessidades reais com as ofertas reais do mesmo. Comprar menos não te atende, e comprar mais do que precisa só te onera a operação. Lembre-se: um dos melhoresCRMs do mundo é o do balconista da padaria onde você vai sempre. Lá um funcionário, com pouca instrução formal sobre CRMs, na base da simpatia e empirismo aprende que lanche você gosta e como você gosta que ele seja feito. Basta ele te ver para oferecer a coisa certa na hora correta e pronto: seu regime vai pro brejo enquanto o ticket médio dele triplica.  CRM exige um esforço hercúleo, mas ele permite que você agrupe seus clientes e crie ofertas personalizadas e interessantes que farão todos eles acharem que são únicos e importantes para você, e, também por isso, tomam a iniciativa de comprar. Se você não consegue fazer nada disso, sinto muito, você não está nem perto do balconista da padaria e muito menos tem CRM de verdade.

Para terminar, o mais importante: Segundo Kotler, sempre preciso e extremamente pertinente – misture tudo!O que vale agora é a convergência entre online e off-line, a soma dos dois. Tudo feito com elevado grau de “humanidade”. Explico: mais e mais clientes adoram saber que por trás daquela marca, daquele post, do outro lado da tela existe um ser humano.
Acredito, em meio a toda a tecnologia que existe, o toque humano na comunicação e no marketing de relacionamento é apontado como um dos maiores diferenciais das marcas.


Eslei Giarolla: 23 anos de experiência em marketing e vendas trabalhando para empresas de renome como Yamaha, Bombardier (BRP), Ford, Nippondenso, entre outras. Experiência na gestão de unidades de negócios e de pessoas com responsabilidade direta pelo P&L e administração das áreas de marketing, vendas, serviços, canais de venda e rede de concessionários. Experiência nos segmentos automotor, agronegócio, nutrição animal, produtos de luxo, alimentos, produtos de lazer e varejo de moda. Mestre em Gestão de negócios pela FIA – onde desenvolvi dissertação com o tema: “Conquista e retenção de clientes lucrativos por meio de marcas fortes”.  MBA em marketing de Serviços pela ESPM; Engenheiro mecânico formado pela FEI”. Professor de competências de marketing e vendas, consultor de empresas do ramo de varejo e do agronegócio.

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Nessa última sexta, aconteceu em Boston o Brazil Conference, conferência organizada há quatro anos pelo MIT e Harvard, onde grandes nomes, de empresários a políticos, do país são convidados a participar.

Neste último evento, Anitta esteve presente e em quase uma hora explicou o modelo de negócios da sua carreira, do início nas favelas do Rio ganhando R$150 aos palcos internacionais – hoje seu cachê gira em torno de 200 mil e em breve fará sua primeira apresentação no UK, no Royal Albert Hall (atenção amigos queridos de Londres!).

Já acompanho Anitta há algum tempo e ela é o exemplo claro de uma marca pessoal relevante e de quais são os benefícios de uma gestão de marca estratégica bem executada (vide sua ascensão e valorização de marca).

Ao pensar em Personal Branding, muitos trazem à mente a imagem de ações desenfreadas em marketing pessoal, busca de visibilidade instantânea, fórmulas instantâneas para alcance de influência, busca de seguidores e visibilidade nas redes. O que não é o caso (veja o que é Personal Branding nesse vídeo aqui).

Claro, como os experts em crescimento e entregabilidade nos canais digitais sabem, esse é um passo importante em algum momento.

Entretanto, para chegar a esse ponto é preciso entrega e uma estratégia por trás para dar suporte à imagem. Caso contrário, é trabalho em vão (a não ser que a busca seja por 15 minutos de fama).

Com a ansiedade de alcançar resultados imediatos, o que acontece nos bastidores (onde o show realmente acontece) é muitas vezes subestimado. É preciso estratégia e entrega.

Os pontos fundamentais e bem executados da Anitta na gestão de sua marca pessoal:

 

  1. AUTOCONHECIMENTO

Anitta é PR de si mesma, porque a solidez do entendimento de quem ela é, a que veio e do que acredita é grande. Não há gafes, crises de imagem, meias palavras, pedidos de licença ou desculpas. A autenticidade (e inteligência estratégica) domina os seus discursos seja no palco do Brazil Conference ou no feed do Twitter.

Influência só é possível quando há o autoconhecimento. De quem você é, da sua história e do que você entrega de valor.

Não é preciso usar máscaras e o risco de elas caírem, então, é inexistente.

 

  1. CLAREZA AO COMUNICAR

Anitta tem consciência e cuidado com a sua reputação e presta atenção em cada mensagem que envia.

Entende que a comunicação é a ponte entre a sua marca e o público, e nada ali é em vão ou desperdiçado.

Além disso, ela faz questão de corrigir quem a cita de maneira pública se há ali algum provável ou potencial mal entendimento. Afinal, a história é dela e ela faz questão de ser a responsável por contá-la.

A sua mensagem, seja nas músicas ou em suas falas, é simples e direta. Sem palavras vazias ou clichês de mercado. E é, por isso, fácil de permanecer em nossas mentes em um mundo atual com muita informação e deficit de atenção.

 

  1. AUTORIDADE E EDUCAÇÃO DE MERCADO

A percepção da uma marca está intrinsicamente ligada às associações de seu mercado. Nosso cérebro recorre ao que há de familiaridades e conexões pré formatadas para fazer julgamentos e escolhas. E se há preconceito com o mercado, há consequentemente potencial preconceito com a sua marca.

Como autoridade no funk, ela ajuda na educação desse mercado e defende o seu posicionamento. Coloca o outro, que não viveu nessa realidade, em seu lugar. Traz a sua perspectiva sobre o mundo onde o funk reina. Ao invés de impor, ela tem a sensibilidade de traduzir realidades.

“Antes de cantar, eu nunca tinha ido à zona sul do Rio de Janeiro. Então é muito difícil você cantar o ‘barquinho vai, a tardinha cai’ (referência à Bossa Nova) se você nunca viu essas coisas. O funkeiro canta a realidade dele. Se ele acorda, abre a janela e vê gente armada e se drogando, gente se prostituindo, essa é a realidade dele. Para mudar as letras do funk, você tem que mudar antes a realidade de quem está naquela área”.

Essa postura desarma os discursos rígidos, diminui distâncias, desperta a atenção e traz questionamentos àqueles que não são familiares ou fãs de sua marca.

Quer fazer um minicurso em Personal Branding? Acesse o link de BH e SP.

 

  1. POSICIONAMENTO

O posicionamento claro reflete o entendimento da sua marca, do seu público e o que oferece de valor.

Mesmo com a autoedição ou o cuidado em suas falas (importante em um mundo virtual que não pede contextos ou licenças de imagem), o seu discurso não é diplomático ou vazio de conteúdo.

A sua comunicação reflete a sua identidade, personalidade e o que acredita. E por isso, não fica em cima do muro ao expressar suas opiniões (o que é apenas um reflexo de um posicionamento sólido).

O posicionamento (de público, nicho, personalidade, opiniões…) polariza. E essa polarização é característica de marcas fortes. (Nota importante: Polarização é diferente de polemização).

 

  1. VISÃO E ESTRATÉGIA A LONGO PRAZO

Após conquistar um espaço no meio do funk, Anitta traçou a sua estratégia para seguir em direção à sua ambição de visibilidade e alcance internacional.

Se não tivesse essa visão traduzida em passos e objetivos claros, dificilmente as suas ações a levariam ao ponto em que está hoje aos 25 anos.

Em seu discurso recente na Conferência disse que “se caísse no gosto dos brasileiros e dos vizinhos hispânicos, teria cacife e público suficiente para emplacar a carreira também nos Estados Unidos”.

Com esse foco e clareza de posição que queria alcançar em mente, foi então às ruas ouvir e observar.

Foi sozinha às ruas da Espanha e em Los Angeles conversar com empresários e produtores. Conversou e pesquisou nas ruas e baladas quais sons eles ouviam, quais os cantores e músicas tinham presença.

Afinal, se ela queria conquistar o público internacional, ela precisava entender o que eles pediam.

Ao ter a visão de onde queria chegar, Anitta pode aos poucos moldar a sua carreira e ações em direção a esse objetivo. De maneira gradual, estratégica e sólida.

 

  1. CONSISTÊNCIA E FREQUÊNCIA

A consistência de entrega é o que separa aqueles que alcançam o sucesso do restante.

A consistência gera credibilidade e aumenta a confiança do público com a marca, afinal assim ele sabe com o que pode contar. E a confiança abre portas para o engajamento, que acontece quando há o cumprimento de expectativas.

Anitta entregou o que se propôs a fazer de maneira inquestionável.  De forma consistente (em suas falas, ações e valor) e frequente (o que aumentou sua visibilidade) em todos os pontos de contato da sua marca com o público.

O projeto de comunicação da marca Anitta é integrado, bem amarrado e permeia ações em diversos canais, online e offline. Uma de suas campanhas de lançamento pode, por exemplo, ser iniciada com teasers no YouTube em 3 línguas e acabar com a ativação offline, com peças de xadrez gigantes no meio das ruas.

Não há como ser ignorada. Não há como ignorar a relevância, magnitude e onipresença.

 

  1. COBRANDING E PARCERIAS ESTRATÉGICAS

Com o foco em aumentar a sua visibilidade para além das estratégias digitais e para públicos associados a outros gêneros musicais, Anitta soube como associar a sua marca a parceiros estratégicos, dentro e fora do país: entre eles estão Wesley Safadão, Nego do Borel, Pablo Vittar, Maluma, Iggy Azalea e J Balvin (do recente sucesso Downtown).

A Anitta é o case de sucesso inegável no que se diz respeito ao Personal Branding. Foi possível acompanhar o passo a passo da sua trajetória e da valorização da sua marca nesses últimos anos.

Em magnitudes e mercados diferentes, o mesmo se aplica à sua estratégia.

A história deve ser contada por você. E esse controle de direção, ações, tomadas de decisão e comunicação, para alcançar o status de uma marca relevante em seu mercado, só é possível quando há estratégia.

Será que posso te ajudar nisso?

 



Juliana-SaldanhaJuliana Saldanha
Estrategista em Personal Branding. Possui 5 anos de experiência em ativação de marcas, primeiro para empresas e projetos relacionados à inovação e agora para empreendedores, políticos, acadêmicos e influenciadores com desenvolvimento de metodologia própria. Fundadora do Techmall, aceleradora de startups de BH. Responsável pela ativação e expansão da ioasys do Brasil para Londres. www.julianasaldanha.com.br

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Já vai longe o tempo em que o vendedor era aquela pessoa que “não deu certo em outra coisa” e entrou pra área de vendas; Tempos em que, pra vender,  que era só ser bom de conversa, bom de lábia… Longe também o tempo que se achava que o vendedor  era amigo do cliente, a quem pedia uma ajuda no fim do mês pra ”fechar a quota”. Vender nada mais era que saber trabalhar com a tabela de preços – que sempre aumentava no início do mês!

Nesses tempos, sempre voluntarioso, o vendedor era quem levava conhecimento, informações de produtos e análises de mercado. Falando em mercado, este era dominado por poucos fornecedores,  que ditavam preços e tendências. Mais demanda que oferta. Enfim, um mercado comprador.

Well, well, those days are gone…

As transformações mundiais a partir dos anos 1990, advindas principalmente  da popularização da internet fizeram este cenário mudar radicalmente. Ela permitiu a globalização: mais empresas surgiram, com acesso a novos fornecedores e novos mercados, e conseguiram ofertar novos produtos e serviços a pessoas e empresas que antes eram inacessíveis. Em nosso país  o mercado se abriu, a moeda se estabilizou e com isso mais pessoas passaram a consumir.

O mercado e a concorrência aumentaram, a qualidade dos produtos também. O acesso à informação aumentou e a Tecnologia da Informação foi plataforma de impulso para novas formas de fazer negócios – antes inimagináveis !O cenário transformou-se radicalmente. Muito mais competitivo e difícil de se gerenciar.  A figura do vendedor teve que se reinventar também.  Novas competências são necessárias para atuar num mercado que, outrora comprador, passou a ser vendedor.  Hoje o cliente toma a decisão de compra muito melhor informado e influenciado pelas experiências bem ou mal sucedidas de outros clientes – graças à TI e à portabilidade!

Muito mais prático, sem preocupação em se manter fiel a marcas, muito orientado a preços, o cliente sabe que o jogo mudou e que o poder está em suas mãos. E por isso demanda cada vez mais qualidade, prazo e preços em produtos e serviços.

E as novas competências do vendedor neste mercado em constante transformação, passam por estar focado em objetivos, ter profundo conhecimento da empresa e dos produtos que vende e de sua visão estratégica, além de ter a habilidade de transmitir isto ao cliente.

Ah, mas e as soft-skills? Onde ficam as habilidades interpessoais como a simpatia, a empatia, a facilidade de comunicação e de construir relacionamentos?

Entendo que não se perdem, afinal, quem gosta de comprar algo de uma pessoa de cara feia e mal humorada ? Entretanto, há que se somar a isto à habilidade de ser um consultor, de agregar valor ao cliente, seja com produtos ou serviços que satisfaçam e superem suas expectativas e que façam com que a experiência de se relacionar com sua marca seja agradável e deixe um gostinho de quero mais.

Sendo componentes importantes para a marca pessoal do vendedor, as habilidades interpessoais – fluência, clareza, raciocínio rápido e capacidade de argumentação, dentre outras –  influenciam sobremaneira no relacionamento com clientes e prospects e na capacidade de convencer, sendo diretamente responsável pelo atingimento de suas metas e consequente sucesso profissional nos concorridos tempos atuais.

O vendedor passou a ser também um embaixador da marca que representa, sendo um importante termômetro de como estão as coisas no ponto venda, de como anda o nível de satisfação dos clientes, levando informações valiosíssimas para os gerentes de produto e de marketing, propiciando eventuais correções de rota no gerenciamento da marca com rapidez e precisão.


Nelson Alves: Professor e Consultor Empresarial, especializado em Gestão de Vendas e Negociação. Graduado em Direito pelo Mackenzie e  MBA em Gestão Empresarial pela FGV, possui mais de 30 anos de experiência na área comercial, com carreira executiva em empresas de TI, liderando equipes de vendas no Brasil e América Latina, além de vivência como empreendedor no ramo varejista. Atua também como coach e mentor de novos empreendedores.

 

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Você sabe o que é marca? Existem milhares de definições no mercado e mais divulgada é a da American Marketing Association (AMA) que defende que marca é um nome, termo, sinal, símbolo ou combinação dos mesmos, que tem o propósito de IDENTIFICAR bens ou serviços de um vendedor ou grupo de vendedores e de DIFERENCIÁ-LOS dos concorrentes.

Definição complicada, né? Se não, muito grande… e, no meu ponto de vista, incompleta! Por isso, eu acredito que é mais interessante contar uma história do que apoiar algo.

Diz a lenda que o termo marca, em inglês BRAND, veio do verbo marcar, em inglês TO BRAND, que era o que os fazendeiros faziam para identificar seus gados. Pode parecer conversa para boi dormir, mas faz sentido.

Quando o ser humano sentiu a necessidade de negociar, o modelo econômico tomado pela sociedade foi o escambo. Um sistema de troca de mercadorias sem equivalência de valor, pois tudo era commodity (produtos de origem primária) e/ou artesanato (resultado de um trabalho manual com esses produtos). Mas no fim da Idade Média, alguns produtos começaram a ser mais procurados e se tornaram algo como uma moeda, entre eles o gado, e, com isso, os produtores passaram a ter a necessidade de sinalizar propriedade.

Então até aqui, marca era propriedade.

Depois, na sociedade moderna, o mundo se globalizou e os países passaram a se envolver uns com os outros por meio de relações comerciais que foram se expandindo dando início, entre outas coisas, ao capitalismo. As relações de trabalho passaram a existir, os trabalhadores tinham salários (!), o capital passou a ser acumulado em grandes produções e a Revolução Industrial estourou.  Com isso, o artesanato cedeu lugar aos produtos industrializados, que agora eram vendidos e, nesse ponto, não bastava apenas indicar propriedade, os produtores passaram a ter a necessidade de identificar os seus produtos.

Nesse momento, marca virou identificação.

Já na sociedade pós-moderna o capitalismo se consolidou, muitos produtos e serviços similares passaram a coexistir, muitas empresas nasceram, para produzir, para estocar, para transportar, para vender, para tudo, e a competição fez surgirem novas estratégias de comunicação (com muitos elementos por mensagem) e novos canais de mídia, tudo virou suporte a sociedade foi midiatizada e, nesse ponto, os produtores sentiram a necessidade de se diferenciar.

Aqui, marca era diferencial.

Hoje, na era da revolução digital, a globalização cedeu lugar ao pluralismo, temos novos grupos (pequenos ou não) surgindo e influenciando toda a sociedade, novas famílias (fora do modelo padrão: papai, mamãe, filhinho) se estruturando e mudando as relações, novos canais de comunicação e, com tudo isso, sofremos muito mais influência e influenciamos muito mais. Antes a comunicação entre empresa e consumidor era uma via de mão única (empresa > mensagem > consumidor) e hoje se tornou uma via de mão dupla (empresa > mensagem < consumidor), com empresas que passaram a ser vistas como pessoas, que interagem, conversam, têm um propósito e são muito mais expostas.

Por isso, marca virou promessa. E quebrar promessa é pecado!


Eric Miranda

É Pós-graduado em Gestão de Marcas e Branding pela Business School São Paulo e graduado em Design pela Faculdades Oswaldo Cruz. Trabalha como analista de comunicação na Serasa Experian, onde desenvolve materiais para campanhas de incentivo, eventos, feiras e convenções, faz gestão de clientes e fornecedores, e atendimento. Interessado por consumo de alto padrão, design da mobilidade, cultura, gastronomia e música.

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Podemos ter memória de fatos que vemos no dia-a-dia, mas também criar memórias de algo que imaginamos e não vimos. Daí vem a minha pergunta: sua marca faz parte da imaginação do consumidor ou é somente quando ele a vê que se lembra de ti?

A realidade é a exceção, ilusão é a regra. A vida se dá dentro do cérebro das pessoas e não fora dele. Quando eu escrevo aqui: imagine um prato branco e nele um croissant grande, quentinho, folhado, amanteigado, crocante e recheado! Quando você o corta ao meio, escorre um monte de Nutella no prato, quentinha e você a leva à boca e sente o doce sabor e….

Viu! Eu nem te mostrei o croissant! Pior, ele não existe aqui fora, não é real, mas você construiu na sua mente. Você sentiu a quentura, a crocância, e viu até a Nutella escorrendo no prato, além do gosto doce em sua boca. Ah! E sentiu o cheiro amanteigado!

É, meu caro! O mundo se dá dentro da mente do seu cliente e não fora dela. Você precisa começar a provocar sensações no seu cliente e nos consumidores para que realmente você tenha uma estratégia de branding eficiente. Ou Melhor! Eficaz.

Aí vai a minha segunda brandquestion: você provoca sensações em sua loja (olfato, tato, paladar, audição) ou acredita que branding é só provocar a visão?

Humm. Vamos repensar sua marca? Ela tem um sabor? Daí você me diz: ”Ah, mas minha marca não é ligada a alimentos, não é desse setor”. Ah, tá! Então você não pode ligar sua marca a um sabor de anis, por exemplo, ou a um cheiro de canela que ajuda fixar a memória! Claro que pode e sempre que eu chupar uma bala de anis de quem eu vou lembrar? Quando sentir cheiro de canela que marca virá à minha mente?

Brandquestion de número três: seu cartão de visitas tem um “tato”?

Olha que nem precisa ser real, basta uma imagem que meu cérebro vai ler a superfície rugosa, aquosa, lisa como uma seda ou como um veludo.

Ok, vamos lá para a minha última pergunta para ti: quantos adjetivos tem seu branding?

Não sabe?? Xiiii!! Sabe, adjetivos são palavras que caracterizam o substantivo atribuindo-lhes qualidades, estados, aparência… pois é. E se você usá-los com propriedade e descaradamente terás uma percepção brutal da tua marca. Adjetivos nos fazem imaginar.

Já imaginou você ganhando dinheiro porque fez BrainDing? Como? Tocando o sininho no cérebro do consumidor.


Pedro Camargo: Consultor e professor em Marketing, autor de livros em Neuromarketing. Palestras e cursos de Biologia do comportamento do consumidor e neurociência aplicada ao consumo: pedrocjc1@yahoo.com.br

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Quando você sai de um emprego e mesmo depois de muitos anos é lembrado pelos colegas de trabalho, significa que a sua marca pessoal foi trabalhada muito bem a ponto de não ser esquecida. Mas não basta apenas ser notado, é preciso que você seja uma referência.

Na sua empresa, você já deve ter ouvido alguém falar: “Fulano que trabalhava aqui fazia assim e sempre dava muito certo”. A pessoa continua sendo lembrada e não apenas o seu modo de trabalho, e isso é o que você deve buscar.

Ter colegas de trabalho todos nós temos, e podemos ser vistos como referência ou simplesmente como o profissional mediano que só faz o seu trabalho. À partir do momento em que você se torna uma referência, deixa de ser o parceiro, passa a ser uma “celebridade”.

Quero deixar claro que nesse caso ser uma celebridade não é aparecer na TV ou sair na rua e ter pessoas pedindo para tirar selfies com você. É ser o profissional que sabe trabalhar, que todos procuram e querem se espelhar. Se conseguir isso já terá os seus primeiros fãs.

Jac, quero ser uma celebridade, ter a minha marca pessoal lembrada! Se pensou nisso, então, está dando o primeiro passo para ter os seus colegas transformados em fãs.

Conquistando os fãs de sua marca pessoal

Para conquistar os seus fãs é preciso que haja alguma identificação com eles ou que eles recebam a sua atenção. Se for uma excelente profissional e não souber lidar com as pessoas será a chata, arrogante, a metida, mas nunca a que é bem-vista.

Por isso, separei algumas dicas para que possa colocar em prática e conquistar os fãs de sua marca pessoal. Todas são bem simples e vão fazer com que a sua imagem seja cada vez mais positiva e relacionada com de uma pessoa atenciosa.

Não julgue os outros

Sabe aquela pessoa que sempre está reclamando dos outros, critica o tempo todo e acaba ferindo os sentimentos dos outros? Você não deve ser ela!

Todos nós erramos e não devemos ficar apontando os erros de uma forma agressiva ou exagerada. Busque sempre entender o motivo do outro, mas sem julgar. Essa é uma forma de trabalhar o seu capital relacional e fortalecer o seu networking.

Evite discutir

A discussão pode ser positiva quando se troca ideias e as pessoas apresentam ponto de vistas diferentes, mas, normalmente, não acaba nesse limite. Ela costuma ir mais longe, fazendo com que haja uma disputa por quem está certo e quem é o errado.

Portanto, se começar uma discussão não insista em levá-la a frente. Busque ouvir o outro, reflita e admita que você pode estar errada.

Preste atenção no objetivo do outro

Cada um pode ter um objetivo diferente e nem sempre eles são os mesmos que os seus. Nesse caso, é preciso usar a empatia para entender o que o outro espera e assim poder ajudá-lo a chegar onde quer.

É muito importante que você ouça o outro atentamente, por isso faça perguntas e interaja durante a conversa. Chamar a pessoa pelo nome pode fazer uma grande diferença em como ela te verá.

Sorria

Essa é uma dica simples e que faz toda a diferença. O seu sorriso pode contagiar os demais e fazer com que se sintam mais felizes, essa tem que ser uma característica de sua marca pessoal.

E para conseguir sorrir sempre, tem uma frase do Dale Carnegie que gosto muito: “Você nunca alcança o sucesso verdadeiro a menos que você goste do que está fazendo.”

Se fizer o que você gosta o sorriso será natural, pois as suas metas serão atingidas.

Seja líder

Não é preciso ter um cargo de gestão para ser líder. A liderança deve fazer parte da sua marca pessoal, por isso, reúna as características necessárias para isso: elogie, critique sutilmente, respeite o próximo, não se imponha, atue como parceira e incentive o crescimento.

Para transformar colegas de trabalho em fãs é preciso que você tenha uma marca pessoal forte e que entenda que está lidando com pessoas que tem sentimentos e objetivos diversos. Quando conseguir realizar um bom trabalho e ainda manter um clima harmonioso, atingirá os seus objetivos rapidamente.

Espero que, assim como eu, você consiga ter uma marca pessoal forte que transforme os outros em seus fãs e sirva como fonte de inspiração.


Jac Lopes: Especialista em Branding de produtos e de pessoas. Expert Top2YOU. Palestrante do tema: Sua Marca é Você! Carioca, marqueteira, mãe de um único filho e seu maior orgulho o Rafael. Curiosa e muito agregadora, amante de novas culturas e da inovação. Conhece o Brasil como ninguém, por dentro, pelas pessoas, já morou em 19 estados diferentes, de Norte a Sul do país.

Executiva com profundo conhecimento do varejo nacional e da cultura brasileira, morando em todas as regiões, desde o Sul ao Extremo Norte do país. “Posso afirmar poucos conhecem o Brasil sua gente e sua diversidade como eu conheço”.

Com grande talento para o networking tem experiência profissional em diversos segmentos como: farmacêutico, shopping center, moda, educação, franquias e serviços.

A habilidade para o capital relacional adquirido ao longo da carreira profissional fez com que mudasse 9 vezes de empresas em segmentos bem diferentes.

Especialista   em marketing tem cases de sucesso em branding no segmento farmacêutico com a NEOSALDINA, sabe aquele sorriso da Neosa? Aquele branding sensacional que está no produto até hoje? Nasceu em 1997 com uma equipe fantástica e a agência Artplan. Foi com esse primeiro case premiado, que o branding se tornou algo muito prazeroso.

Outros cases de sucesso em outros segmentos de mercado foram, por exemplo, a mudança da marca do Spoleto, rede de franquias de alimentação brasileira. Refazendo todo o branding da rede nasceu a frigideira como símbolo trazendo mais design e mais modernidade. No branding do Beleza Natural, maior rede de salões de beleza para mulheres negras e cacheadas no Brasil, os cachos tornaram-se referência para apresentar o design vibrante da marca.

Mestre em Gestão Empresarial pela EBAPE – FGV RJ, pós-graduada em Marketing pela ESPM e MBA pelo IBMEC é formada em Farmácia pela UFRJ – RJ.

Na área acadêmica é professora dos cursos de Pós-Graduação Online e presencial da FGV.

Muitas histórias de sucesso, muitos desafios, alguns bons fracassos, que levaram a bons aprendizados, muitos amigos e uma certeza:  você sempre pode fazer diferente e a diferença onde estiver.


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Algumas vezes me pergunto qual a real função do e-mail marketing: lotar minha caixa de e-mail ou gerar valor para a marca? Deveria ser a segunda, mas cada vez mais percebo como a primeira predomina em minha vida.

Aqui não vale dizer “você deve passar seu e-mail para tudo”, pois eu sou a chata que tenta não divulgar o meu e-mail se não for realmente necessário. Eu tenho receio de passar meu contato e ter coisas inúteis pipocando em minha caixa de entrada, e até tenho um e-mail antigo que uso menos e recebe todo o spam enviado a mim.

O meu objetivo é refletir sobre alguns elementos até que óbvios sobre o email marketing, muitas vezes negligenciados por gestores, mas de extrema importância para a construção de uma marca.

Branding ou gestão de marcas é o modo como as marcas devem gerar valor por meio da entrega de experiências em todos os pontos de contato com os clientes e não clientes. E-mail é um ponto de contato, e engana-se quem acha que não é mais importante. Quando uma empresa tem acesso ao contato de uma pessoa, ela já passou por algumas das fases da jornada de compra e de brand equity, isso quer dizer que a sua marca não é mais desconhecida e que já pode ser considerada na escolha de compra.

O primeiro passo para construir uma estratégia de marca por e-mail é, obviamente, ter uma base de contatos para enviar. Esqueça a possibilidade de comprar mailing pronto, isso deixa as pessoas mais irritadas, além de ser uma técnica que tende a ter um resultado péssimo, pois o e-mail não tem relevância para quem o recebe. Construir a própria base de dados de e-mails é a melhor forma de se conectar com os leads e gerar um resultado mais interessante. Para isso, vale criar estratégias de ganha-ganha que aumentam as possibilidades de conseguir os preciosos contatos.

Outro problema constante que vejo em minha caixa de entrada: a frequência! Quantidade não é sinônimo de resultado. Às vezes vale mais a pena mandar poucos e-mails, mas bem direcionados e relevantes, do que esperar que as pessoas abram todos os e-mails que a empresa enviar. Com o mundo que vivemos, por mais que sejamos ultraconectados, ninguém quer perder tempo com coisa inútil. Isso significa que se a empresa e seus concorrentes lotarem a caixa de entrada dos indivíduos, a probabilidade de a sua comunicação ir para o lixo é grande.

O conteúdo costuma ser, em minha opinião, um grande problema do e-mail marketing. Recebo muito mais mensagens com foco promocional, distribuídas de forma aleatória do que realmente engajadoras. Eu estaria mais predisposta a abrir um e-mail se visse conteúdos com dicas de uso do produto. Por exemplo, em vez de mostrar repetitivamente quais maquiagens a empresa oferece, usar de uma época como o Carnaval para dar dicas de make para quem vai curtir a festa. Até os e-mails promocionais seriam mais relevantes para mim se estivessem atrelados à minha wishlist criada no site. Lembre-se: e-mails devem gerar um comportamento, e quanto mais personalizado e interessante for o conteúdo entregue, maior a probabilidade de conversão.

Os e-mails devem contar histórias e engajar tanto quanto o conteúdo criado para redes sociais. Percebo que as empresas se esforçam muito mais em ter algo atraente no Facebook ou Instragram, por exemplo, do que no e-mail, sendo que a comunicação integrada deve fazer com que tudo converse e se apoie. Além disso, as redes sociais não são uma plataforma 100% controladas pelas empresas, é quase que um espaço alugado no qual você tem que seguir as regras do proprietário. Com a novidade do Facebook de diminuir a visibilidade de publicações de empresas no feed de notícias, o e-mail marketing pode ser um grande gerador de tráfego. Mas para isso, de novo, precisa ter bom conteúdo.

Por último, respeite quem opta por sair da newsletter. Se a pessoa optou por sair, é porque não se interessa. É melhor para a empresa, que gasta menos com um lead não qualificado, melhor para a pessoa, que não tem que se preocupar em limpar o SPAM recebido. Não vale a insistência de achar que um dia a pessoa compra, pois só vai criar um sentimento negativo sobre a marca, e com certeza deve-se querer gerar valor, e não destruí-lo. Ao fazer e-mail marketing tenha isso em mente: desperte a paixão pela marca. As vendas serão consequência natural.


Patricia Gatti Marchesi: Graduada em Administração de Empresas com ênfase em Marketing pela ESPM-SP. Interessa-se pelo universo das marcas, do marketing digital e da tecnologia. Acredita que a experiência do consumidor deve ser o escopo das estratégias de negócios. Apaixonada pela dança e pela fotografia, que moldaram a sua personalidade observadora e curiosa.

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Em tempos de viralização e julgamento sem empatia, quem tem sabedoria para se construir uma imagem positiva é rei.

Não é a primeira vez que alguém da área da Saúde me liga e diz:

– Liv, estou com um problema sério com a minha equipe.

Durante a conversa, o assunto é quase sempre o mesmo: a forma como os profissionais lidam com as redes sociais. No ano passado, fiz algumas palestras sobre o tema tão importante a todos profissionais e, principalmente, ao pessoal da Saúde que sofre mais este conflito entre suas personas. A última foi para o Seminário de Comunicação da Faculdade de Saúde Pública da USP.

Antigamente, quando não havia virtualidade, as pessoas acordavam, se vestiam com suas roupas de trabalho, iam executar suas funções, se relacionavam com os colegas profissionais e, ao final da jornada, voltavam, entravam em casa, tiravam a roupa que representava a sua profissão, e, só então, passavam a se relacionar pessoalmente, em sua intimidade.

Eram dois ambientes bem separados. E passavam-se meses ou anos para os colegas saírem do ambiente de trabalho e adentrarem no íntimo, tornando-se amigos. O processo era lento e demorado. E quando havia esta mudança de relacionamento (profissional para o pessoal), ambas as partes já tinham adquirido conhecimento suficiente que poderiam dar o próximo passo com bastante segurança. Afinal, a intimidade era criada aos poucos e o tempo ditava a equação.

Havia também uma outra forma de interação. Nos primórdios da Internet, as pessoas precisavam primeiro conhecer aquela empresa, pessoa ou instituição no real, para depois validar a sua virtualidade.

Só que o advento do virtual transformou todos estes cenários. As mídias sociais impedem (por mais que você tente) que você tenha uma vida profissional completamente separada da pessoal e quando você conhece alguma empresa ou quer saber sobre alguém, você dá um Google para ver o que falam a respeito do nome pesquisado. Ou seja, as pessoas vão para a Internet para validarem o que conheceram na realidade.

E, então, você contra argumenta:

– Ué, muito simples, é só não ter mídia social. Ou deixar tudo no privado, convidando somente os amigos bem pessoais.

Bem, por mais que soe estranho, o fato é que você não precisa estar na mídia social para estar na mídia social. Se você lidar com algum cliente, paciente ou qualquer pessoa do seu ambiente profissional e esta pessoa quiser fazer uma crítica a você no Facebook dela, por exemplo, você já estará na mídia social formando uma imagem negativa de seu avatar e, o pior, sem saber o quê estão falando de você ou ter a chance de se defender.

– Avatar, Liv? Que exagero.

Eu não sei se você reparou, mas aquilo que você faz na virtualidade vira a tua representação, o seu eu virtual ou, como carinhosamente chamo, o seu Avatar. Então, você pode não se machucar fisicamente, mas o que o seu Avatar fizer, você pode sentir sim – e muito – na pele. Sinto lhe dizer, mas não há época mais perigosa de ter seu Avatar colocado na fogueira como nos dias de hoje.

Casos mais graves acontecem com os grupos de Whatsapp. O que seria uma ferramenta inicialmente utilizada entre profissionais para facilitar a discussão dos casos e acelerar a elaboração do plano terapêutico do paciente e suas possíveis formas de tratamento, se transformou em A Fantástica Fábrica de Prints.

Quero acreditar que os tropeços virtuais acontecem pela inocência ou ignorância do poder desta mídia. Várias vítimas de A Fantástica Fábrica de Prints relataram que havia uma sensação de estar teclando com seus amigos mais íntimos uma vez que conhecia alguns dos tantos participantes.E, inconscientemente e automaticamente, supunham que todos os integrantes eram semelhantes no pensar, julgar ou agir – eu chamo esta suposição de A Grande Ilusão da década.

E, como era de se esperar, a história que conhecemos de cór se repete. Se o grupo não for utilizado com a devida atenção e for compartilhada alguma selfie comprometedora, um comentário não pensado, uma piada mal colocada, uma foto divulgada sem permissão ou qualquer outro deslize, a chance deste tropeço, dependendo do conteúdo, virar um print, viralizar e cair no mundo em poucas horas é gigantesca.

Destes exemplos, vamos começar pela bendita selfie. Muitas são feitas em ambiente de trabalho, expondo o paciente. E, todos sabemos, o paciente deve ser sempre protegido. Sei, conversando com as vítimas de A Fantástica Fábrica de Prints, que muitas selfies foram feitas ingenuamente. Por mais estranho que pareça, muitos não se deram conta que tinha algum paciente saindo na foto muito menos pensaram que aquele retrato poderia ser anti-ético. O fato é que a rapidez da Internet e os atos sem pensar são uma péssima combinação moderna. Prints com comentários que exponham qualquer tipo de preconceito, posição extremista ou posts irrelevantes para a sua construção profissional são outras infelicidades que vira e mexe vejo acontecer na rede e são fatais.

A consequência destes deslizes? O profissional da Saúde, por lidar com vidas, além de sofrer a perda de credibilidade por ter seu Avatar exposto, pode sofrer injúrias que serão difíceis de consertar em um futuro próximo, podendo perder até o direito de exercer a sua profissão. Os conselhos que regem a saúde são atuantes e possuem uma série de regras que devem ser seguidas à risca.

Calma, nem tudo são lágrimas. Há muitos e muitos sorrisos no caminho. Se você souber usar as mídias sociais e ferramentas virtuais com estratégia e inteligência, poderá sentir uma espécie de massagem positiva no ego de seu Avatar, o que refletirá em credibilidade e status em sua realidade. Seria bom, não seria?

– E como se faz isto, Liv?

Você precisa pesar primeiro o que vale mais: construir uma imagem institucional promissora ou se concentrar na divulgação da sua vida pessoal? Dá para fazer os dois, mas eu sempre digo que nunca vale a pena escancararmos a nossa intimidade ao extremo, porque, como disse acima, você nunca irá conhecer realmente todo mundo que acessa a sua página e não sabe qual a intenção dela ou a forma que ela tem para receber ou interpretar o seu post.

O problema não é postar uma foto ou outra de balada, mas sim quando só se posta foto de um único tema. A construção do seu eu real e do seu eu virtual dependem de você. Assim como você representa no seu dia a dia vários papéis, precisa passar isto também para as mídias sociais. Caso contrário, criará um Avatar que não te retratará por completo e, então, seus seguidores ficarão confusos com o que você passa no virtual versus o seu real. O que afetará negativamente o seu futuro ou até mesmo, dependendo do abismo entre estas representações, o seu presente.

Definições do conceito dos graus do que é intimidade ou a forma de temperar bem a construção do seu Avatar com a proteção e sucesso do seu eu real ficarão para outro artigo. O objetivo neste texto aqui era dar um primeiro passo, o da compreensão. Entenda: não se pode mais separar as duas dimensões. E ter consciência deste cenário é necessário para se construir uma imagem com sabedoria e colher bons frutos ao invés de algo estragado. Lembre-se: sempre há uma trajetória suave que você pode escolher e o meu desejo em 2018 é que os seus caminhos – virtual e real – vivam em harmonia, sejam bonitos, macios e prósperos.


Liv Soban é Estrategista de Marca. Com participação ativa em negociações com clientes e sólido conhecimento em Comunicação interna, externa e, também, nas relações com a imprensa, atua na elaboração, construção e desenvolvimento de Marcas, bem como Planos de Marketing e Comunicação. Executa a gestão do Planejamento estratégico, inclusive no fortalecimento da relação da empresa com seus stakeholders. Graduada em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, cursou especializações relacionadas a Marketing e Comunicação em instituições como FGV, Universidade de Illinois, Universidade de Amsterdã, Bocconi, IBMEC e USP.

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Se você acompanha meus artigos já deve ter lido algumas vezes sobre ressaltar os seus pontos fortes para fortalecer a sua marca pessoal. Eu mesma já dei algumas dicas de como fazer, e agora vou aperfeiçoar um pouco mais o tema. Isso porque só se consegue demonstrar as suas habilidades quando você desenvolve a inteligência emocional.

Nos últimos anos as empresas vêm passando por transformações. Você notou alguma? Uma delas é a mudança na forma de recrutar os seus colaboradores. A qualificação técnica ainda é levada em consideração, mas, o lado comportamental e as características pessoais tem um grande peso na escolha do candidato. Isso quer dizer que o seu personal branding tem mais importância do que você imagina.

Aí você me pergunta: Jac, mas a inteligência emocional é avaliada em um recrutamento? É claro!

Resumidamente, a inteligência emocional é conseguir ler, interpretar e responder de forma condizente com as suas emoções e dos demais ao seu redor. Se ao ler essa definição você lembrou da empatia, você não está errado pois uma depende da outra. Ela é fundamental para saber se um profissional conseguirá lidar com as mais diversas situações.

Sabe aquele dia que você não acorda bem? Se usar a sua inteligência emocional saberá que essa não é a melhor data para realizar uma reunião motivacional com a sua equipe, pois ela será contagiada pelo seu desânimo.

Por isso, a inteligência emocional e a empatia são fundamentais para os profissionais.

Ambas ajudam no feeling de saber o que fazer no momento certo, de saber como agir perante as mais diversas situações. Não importa qual o seu cargo na empresa, a inteligência emocional é fundamental em todos eles.

A inteligência emocional na liderança

Eu costumo dizer que o líder é aquele que faz com que os demais acreditem nas suas ideias e trabalhem em prol dela. Por isso, não entenda líder como alguém que necessariamente ocupa um alto cargo gerencial, existem líderes em todas as áreas das empresas.

Por conseguir motivar os demais, líderes possuem altas responsabilidades. A inteligência emocional pode ser o guia para o sucesso ou fracasso.

Eles precisam ler os sinais e entender os pontos fortes e fracos de cada membro de sua equipe, para aproveitar melhor cada habilidade. Então o verdadeiro líder é aquele que trabalha a sua marca pessoal, usa sua inteligência emocional e com isso consegue planejar melhor suas ações.

Por exemplo, se em uma reunião importantíssima um líder ficar nervoso, ele usará uma válvula de escape a seu favor, através de atividades físicas, meditação ou uma simples conversa para distrair. Essas são forma eficientes de perceber as emoções e usá-las de forma equilibrada. Bem preparado, você conseguirá vender a sua ideia e ainda motivar os outros.

Líderes emocionalmente inteligentes conseguem gerar maiores resultados, e isso é uma verdade. Pense em como as emoções podem influenciar uma relação. Usando-as positivamente você certamente conseguirá atingir os seus objetivos.

Como desenvolver minha inteligência emocional?

Se você não sabe lidar muito bem com as suas emoções, não se preocupe! Todo mundo pode desenvolver a inteligência emocional, é só querer. Eu precisei fazer isso ao longo do tempo, ou você acha que no começo da minha carreira eu não transmite o sentimento errado várias vezes?

Em primeiro lugar, você deve saber identificar os seus sentimentos e buscar uma maneira de lidar com eles. Como disse, cada um lida com isso de uma forma diferente (exercícios, terapia, meditação, conversas, etc.), basta encontrar a sua. Depois é hora de colocar isso em prática, entendendo o melhor momento de se expor e responder aos sentimentos dos demais.

Aos poucos esse processo se tornará natural e, te garanto, quanto mais a sua inteligência emocional for trabalhada, mais destaque você conseguirá.

Em segundo lugar, é fundamental estabelecer sua marca pessoal, uma vez que você quer passar a imagem de profissional bem preparado, adaptado para lidar nas mais variadas situações.

Por último, experimente colocar a sua inteligência emocional em prática gradualmente, e depois me conta o que mudou em relação à sua qualidade de vida e com os colegas de trabalho.

Forte abraço e lembre-se: Sua Marca é você!


Jac Lopes: Especialista em Branding de produtos e de pessoas. Expert Top2YOU. Palestrante do tema: Sua Marca é Você! Carioca, marqueteira, mãe de um único filho e seu maior orgulho o Rafael. Curiosa e muito agregadora, amante de novas culturas e da inovação. Conhece o Brasil como ninguém, por dentro, pelas pessoas, já morou em 19 estados diferentes, de Norte a Sul do país.

Executiva com profundo conhecimento do varejo nacional e da cultura brasileira, morando em todas as regiões, desde o Sul ao Extremo Norte do país. “Posso afirmar poucos conhecem o Brasil sua gente e sua diversidade como eu conheço”.

Com grande talento para o networking tem experiência profissional em diversos segmentos como: farmacêutico, shopping center, moda, educação, franquias e serviços.

A habilidade para o capital relacional adquirido ao longo da carreira profissional fez com que mudasse 9 vezes de empresas em segmentos bem diferentes.

Especialista   em marketing tem cases de sucesso em branding no segmento farmacêutico com a NEOSALDINA, sabe aquele sorriso da Neosa? Aquele branding sensacional que está no produto até hoje? Nasceu em 1997 com uma equipe fantástica e a agência Artplan. Foi com esse primeiro case premiado, que o branding se tornou algo muito prazeroso.

Outros cases de sucesso em outros segmentos de mercado foram, por exemplo, a mudança da marca do Spoleto, rede de franquias de alimentação brasileira. Refazendo todo o branding da rede nasceu a frigideira como símbolo trazendo mais design e mais modernidade. No branding do Beleza Natural, maior rede de salões de beleza para mulheres negras e cacheadas no Brasil, os cachos tornaram-se referência para apresentar o design vibrante da marca.

Mestre em Gestão Empresarial pela EBAPE – FGV RJ, pós-graduada em Marketing pela ESPM e MBA pelo IBMEC é formada em Farmácia pela UFRJ – RJ.

Na área acadêmica é professora dos cursos de Pós-Graduação Online e presencial da FGV.

Muitas histórias de sucesso, muitos desafios, alguns bons fracassos, que levaram a bons aprendizados, muitos amigos e uma certeza:  você sempre pode fazer diferente e a diferença onde estiver.


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