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Felipe Versati

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Semana passada eu li uma matéria brilhante sobre a Geração Y (Millennials) e suas frustrações com seus empregos (link: http://goo.gl/bCmuSd), por eu ser dessa geração, parei para refletir e…

As frustrações dos Millennials vão além do mercado de trabalho, a sociedade como um todo é decepcionante para nós, somos regidos por leis de décadas passadas, regimes burocráticos, empacados e centralizadores, o pior é que não fomos consultados, os mais velhos costumam nos dizer que desde que o mundo é mundo as coisas são assim.

Essa aceitação sem questionamentos, deixar tudo acontecer automaticamente, corroem  as mentes inquietas dos Y’s, pois somos ansiosos por inovação o tempo todo e por termos a necessidade de nos preparar e acumular conhecimento constantemente, a mesmice nos deprime.

Dizem que essa é uma geração de gente fútil e as gerações anteriores nos fazem criticas por sermos mimados e vivermos em constante busca pela felicidade. Vamos parar para pensar, será mesmo que somos uma “geração problema”?

Por exemplo, já ouviram falar do Rio Tietê ou do Rio Pinheiros? Eles cortam a maior cidade da América Latina e fedem bosta, sim as fantásticas gerações anteriores nos entregaram de herança rios poluídos, mas não para por aí…

Outra coisa, a porcentagem Y’s políticos, sim os homens que tomam decisões no país, é mínima, estão lá dinossauros que não “largam o osso” e tomam medidas de acordo com interesses próprios, falam tanto em democracia, mas não vemos um plebiscito há anos, não me admira a insatisfação com o governo, crise econômica e política, um bando de ultrapassados burocratas. Será que a Geração Y está tão errada em apenas quererem ser felizes e simplificarem as coisas?

Estamos acostumados com a praticidade e rapidez de um mundo conectado, global e tecnológico, não temos mais tempo para perder com papeladas, filas, SACs e autoritarismo.

Somos admiradores de marcas como Google, Instagram, Apple, Starbucks, para nós não importa o produto e sim o propósito, a marca tem que ter vida e a empresa alma!

pesquisa edelman

E no mercado de trabalho? Ai que o “bicho pega”!  Criativos, inovadores e cada vez mais preparados, muitos já têm mestrado, doutorado, MBA, com ânsia de reconhecimento, valorizam a meritocracia, trabalham duro, mas exigem qualidade no trabalho e no ambiente corporativo e não adianta pagar mal justificando que são muito jovens, pois os “Y’s” podem criar suas próprias Startups para concorrer com você!

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Amanhã, 28 de novembro, no Brasil teremos a tão controversa e aguardada Black Friday, mas a data não é um privilégio brasileiro e nem aqui foi criada.

Original dos Estados Unidos, a tradicional sexta-feira negra sucede uma das datas mais importantes do país norte-americano, o Dia de Ação de Graças.

O termo “Black Friday” surgiu para retratar eventos de grande calamidade, é antigo e dizem que foi usado pela primeira vez durante uma crise financeira em 1869. Por ser uma sexta-feira pós feriado, os estabelecimentos comerciais ficavam “as moscas” bem num período próximo as festividades Natalinas, portanto a ideia de uma super liquidação com descontos de até 90% em produtos, foi a melhor forma que o comércio encontrou para aquecer as vendas, o evento começou a tomar grandes proporções durante a década de 90 e nos anos 2.000 virou o maior e mais importante dia de compras do país do Tio Sam.

black-fridayAlguns países incorporaram a data, o nosso por exemplo, acredito eu com um pouco de incoerência, pois nem feriado de Ação de Graças temos. Entretanto, aproveitando a onda do American Way Of Life, as empresas tupiniquins e “gringas” que aqui estão, lançam suas “grandes” promoções, a população até encontra boas ofertas, mas a data aqui é marcada por muita reclamação, aguardaremos o acontecimento de 2014 para acompanharmos como será esse próximo capítulo, vamos ver o desempenho das marcas nessa data e como ficará o relacionamento e a imagem delas para os consumidores.

“Quando os preços sobem é inflação; quando descem é promoção.” Joelmir Beting  

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História, segundo o dicionário, narração ordenada, escrita dos acontecimentos e atividades humanas ocorridas no passado. Pode ser também um obra de ficção que cria um universo de seres e acontecimentos de fantasia e/ou imaginação.

Nós seres humanos somos construídos pelas histórias que vivemos e por aquelas que nos foram contadas, que chamamos de referências.

A importância de contar uma boa história é essencial para o desenvolvimento do indivíduo e consequentemente de uma marca, um conto envolvente transforma meros coadjuvantes em gênios atemporais, um dos melhores exemplos é Walt Disney, que construiu seu nome, fez dele uma das marcas mais admiradas do mundo contando histórias.

Outras “marcas” que se propagam há milênios são as religiões, com contos de seus profetas super poderosos, conteúdo pra lá de hollywoodiano, guerra entre céu e inferno, anjos, demônios, santos, pragas e maldições, roteiros de dar inveja em qualquer fã de Senhor dos Anéis ou Star Wars.

Pois bem, o mercado viu que uma boa narrativa agrega valor para a marca e encanta consumidores, surge então uma estratégia chamada Storytelling, uma forma de dialogar com os clientes usando a história da empresa ou de seus produtos, explorando fatos interessantes que fizeram a marca ser o que é, de acordo com o seu propósito e usando uma linguagem pertinente ao seu público-alvo.

Este é um belo exemplo:
http://youtu.be/MnSIp76CvUI

Apesar de ser uma estratégia nova, já foram criadas outras vertentes, como o Transmídia Storytelling, que é utilizar de todas as mídias disponíveis para se relacionar com o público, adaptando a história para o ambiente que está sendo utilizada afim de propagar a ideia da melhor forma possível.

bossUm conto é uma forma de aflorar a imaginação das pessoas, aproveitando da interatividade atual de um mundo conectado, as marcas têm muito para contar, fazem parte da vida e do ambiente dos cidadãos, por exemplo, você sabia que a grife alemã Hugo Boss vestia a alta cúpula do exercito de Hitler? É! Seu criador, o alfaiate que dá nome à marca era nazista ferrenho e usou mão de obra escrava na confecção de suas vestimentas, aliás, durante o período da segunda guerra mundial, estima-se que 90% das marcas alemãs usaram desse vergonhoso artifício, entre elas a badalada BMW.

Mas existem bons contos envolvendo as marcas, uso como referência a cafeteria americana Starbucks, seu logo, uma sereia de 2 caldas foi inspirado em  Moby Dick, assim como seu nome, Starbuck é um personagem do romance.

Uma dica, se vai contar uma história, que seja verdadeira, que realmente envolva o público e que acrescente conteúdo para ele, pois não adianta entrar na “onda” da moda e inventar, que a narrativa case com o propósito de sua marca. Busque referências em livros, filmes, museus, mas cuidado, quem conta um conto aumenta um ponto!

Nós vivemos dentro de um grande conto de fadas, do qual ninguém faz realmente ideia”. Jostein Gaarder

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Let’s talk about sports. More precisely a very famous world brand, which curiously sport in which it acts is not the most practiced in the world.

tattooForget Flamengo, Barcelona, Real Madrid, Los Angeles Lakers, these brands not important near the New York Yankees, the baseball team that transcended the sporting environment and became one of the most important symbols of urban fashion.

Today, anywhere in the world can find at least one person sporting a cap with the logo of the brand. The Yankees are unanimous, even acting in a sport that is not the most popular of his country, losing to football.

One symbol of the New York City, considered the Capital of the World, located in the popular neighborhood of the Bronx, with his temple Yankee Stadium, the team has existed for over 100 years, is the greatest champion of the MLB, american league baseball and has a value of US$ 2,5 billion market, being considered one of the most valuable sports team in the world*.
http://youtu.be/X03_bNuihLU
The Yankees brand is a lifestyle , it’s extremely traditional, with a fanatical fans, is an important part of New York culture, involving famous athletes from other sports and countries, musicians, people around the world and represents a neighborhood so peculiar that houses people from different backgrounds and social classes as the Bronx.

jay

NY Yankees – Our history. Your tradition!

*sourcehttp://epocanegocios.globo.com/Informacao/Acao/noticia/2014/07/real-madri-e-equipe-mais-valiosa-do-mundo.html

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Vamos falar de esporte. Mais precisamente de uma marca mundial muito famosa, que por curiosidade o esporte no qual ela atua não é dos mais praticados do mundo.

tattooEsqueçam Flamengo, Barcelona, Real Madrid, Los Angeles Lakers, essas marcas não chegam aos pés do New York Yankees, o time de baseball que transcendeu o ambiente esportivo e se tornou um dos símbolos mais importantes da moda urbana.

Hoje, em qualquer lugar do mundo é possível encontrar pelo menos uma pessoa ostentando um boné com o logotipo da marca. Os Yankees são uma unanimidade, mesmo atuando num esporte que nem é o mais popular de seu país, perde para o futebol americano.

Um dos símbolos de Nova York, cidade considerada a Capital do Mundo, situado no popular bairro do Bronx, com seu templo Yankee Stadium, o time existe há mais de 100 anos, é o maior campeão da MLB, liga norte-americana de baseball e tem um valor de mercado de US$ 2,5 bilhões, sendo considerada uma das equipes esportivas mais valiosas do mundo*.
http://youtu.be/X03_bNuihLU
A marca dos Yankees define um estilo de vida, é extremamente tradicional, com uma torcida fanática, é parte importante da cultura nova-iorquina, envolve famosos, atletas de outros esportes e países, músicos, pessoas do mundo inteiro, além de representar um bairro tão peculiar que abriga pessoas de diversas origens e classes sociais como o Bronx.

jay

NY Yankees – Nossa história. Sua tradição!

*fonte: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Acao/noticia/2014/07/real-madri-e-equipe-mais-valiosa-do-mundo.html

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As eleições estão chegando e poucos portais de propaganda, marketing e branding discutem as campanhas políticas, sinto um certo receio dos profissionais em abordarem esse tema. Política é muito importante e devemos sim expor nossas opiniões e analisar as estratégias, até mesmo para despertar o interesse por todo o público, se repararmos, vemos poucos jovens envolvidos na política, a geração Y é desinteressada ou até mesmo avessa ao tema, isso se deve porque essa é uma geração que está resgatando os valores éticos, preocupada com aspectos sociais, ambientais, honestidade, e todos nós sabemos que a política brasileira de ética não tem nada. Entretanto, esses indivíduos viram em Marina Silva valores do qual eles compartilham.

Pois bem, essa semana surgiu uma grande discussão com relação à propaganda do Partido dos Trabalhadores, partido esse que administra o país há 12 anos. A propaganda política da candidata Dilma Rousseff compara Marina Silva com os ex-presidentes Fernando Collor e Janio Quadros, o primeiro sofreu um impeachment, o segundo renunciou. Collor citado na campanha, é um dos aliados do governo de Dilma.

O PT sempre usou de estratégias apelativas e táticas ofensivas para atacar seus opositores ao invés de pontuar seu plano de governo, sua marca foi construída com base num discurso populista, porém todos sabemos que a reputação de uma marca se constrói com entrega e não apenas promessas.

O ex-presidente e “grande homem” do partido, Luiz Inácio Lula da Silva, fez promessas do tipo: erradicar o analfabetismo, mas não conseguiu, para se ter uma ideia, o Brasil é o país com menos graduados entre os emergentes*; investiu bilhões na transposição do Rio São Francisco e a obra não tem nem previsão de término. Além disso, a economia brasileira está “engatinhando”, com previsão de crescimento de menos de 1% nesse ano de 2014, enquanto a China planeja um crescimento de 7,5%.

dilma_lulaFora todas as promessas de campanhas não realizadas pelos candidatos do partido, o governo petista coleciona escândalos de corrupção, como o mensalão. Apoiado na guerra entre classes, seus militantes usam de termos de séculos passados como burguesia, clero e proletariado, ao invés de promover a união e o bom relacionamento entre as pessoas, insistem na política de segregação dizendo apoio às “minorias”. Esse discurso populista barato já não é capaz de persuadir uma população conectada e em rede, por isso a grande rejeição dos jovens para com o partido. Sabemos que somos todos interdependentes e uma sociedade só é saudável quando todos ganham, esse discurso burocrático e hipócrita já não cabe nos dias de hoje.

Por fim, esse artigo serve de reflexão, hoje a principal marca da política brasileira, o PT, não cumpre as promessas ao “consumidor”, tem seus valores questionados, usam de táticas sujas para denegrir a imagem de quem já foi aliado do partido, afinal, a Marina Silva foi ministra do governo Lula e hoje ela não serve mais?

O Brasil é um país com um grande potencial e uma marca muito valiosa, é inadmissível aceitarmos como principal marca da nossa política um partido hipócrita e com uma imagem tão deteriorada. Não se constrói uma marca com mentiras!

“Nenhuma herança é tão rica quanto a honestidade.” William Shakespeare

*fonte: Levantamento feito pelo especialista em análise de dados educacionais Ernesto Faria, a partir de relatório da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

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Mais uma da Zara!

Num passado recente a marca assumiu ter usado mão de obra escrava  e condições precárias de trabalho em sua linha de produção. Passado o tempo pediu desculpas para a sociedade, tentando ao máximo amenizar os efeitos negativos na imagem de sua marca.

Pois bem, agora a marca está novamente em foco, com mais uma atitude que interfere na reputação da empresa.

O que pode ter sido uma infeliz coincidência ou uma atitude proposital lamentável, a marca lançou uma camiseta listrada “Xerife” destinada a crianças de três meses a três anos, o produto com listras brancas e azuis e uma estrela amarela de seis pontas na frente é muito semelhante ao uniforme usado pelos prisioneiros judeus em campos de concentração durante a segunda guerra mundial.

A Zara já retirou o produto de circulação, porém chove críticas nas redes sociais e em portais de todo o mundo, afinal o holocausto foi uma das atitudes mais vergonhosas e tristes da humanidade e toda marca deve ter um grande cuidado ao tratar do tema.

Confira a semelhança entre as vestimentas:

zara-uniforme

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Creio que assim como eu, muitos adeptos do sistema liberal, conhecido como capitalismo, estão felizes com a maturidade do mercado ao ponto de empresas tradicionais pontuarem o branding como ferramenta essencial para o mundo dos negócios.

bolsas-principais-paises-continuam-estaveis_ACRIMA20120517_0015_15O sistema capitalista viveu o auge de sua crise depois de o Prêmio Nobel de Economia, Milton Friedman, apresentar a importância do lucro em prol dos acionistas. Então, foram criadas estratégias agressivas de comunicação e marketing por parte das corporações visando vender mais e mais, o que importava, acima de tudo, era o dinheiro. Com isso, o mercado foi se deteriorando, pessoas consumindo sem necessidade real, produções em larga escala, empresas poluindo, agredindo o meio ambiente e a comunidade. Marcas como a Nike tiveram sua imagem desgastada após escândalos de abuso de mão de obra na sua cadeia produtiva.

Após um consumismo fora de controle e sociedades pontuadas em “ter” ao invés de “ser”, facilidades de crédito, mercado financeiro em alta, grandes especulações econômicas; Estourou a crise, gigantes como o Citigroup e a Chrysler “quebraram”.

Atualmente, com o consumidor bem mais sensato e exigente, muito pela facilidade de comunicação e obtenção de informações que a internet trouxe, passou a priorizar marcas com responsabilidade social, com valores reais e com propósito. Surge então a gestão da marca, e empresas que antes pontuavam suas ações em lucro, se voltam a valorizar todo o ambiente que está condicionada.

David Aaker e outros grandes nomes começaram a estudar a marca e o valor que ela agrega para a empresa, surgiu o Brand Equity, que é o valor adicional de um produto/serviço, ele influencia na forma como o consumidor pensa, sente e age em relação à marca; nos preços; em sua parcela de mercado e no lucro gerado pela marca à empresa.

A marca passou a ser um ativo importantíssimo da organização, hoje existem inúmeros rankings de avaliação de seu valor. O valor de marca já é pontuado em suas ações no mercado financeiro, relevante  influenciador na hora da decisão de compra; Estamos na era em que as empresas contam histórias e envolvem pessoas, passou da relação de troca de produto/serviço por capital, o consumidor virou parte da organização, assim como os colaboradores, fornecedores e todos os envolvidos na comunidade de uma determinada marca, seja ela local ou global.

1Chamei de capitalismo sustentável, pois, na era do branding, o liberalismo está sendo exercido da forma que John Locke, Adam Smith, entre outros o imaginaram. Um sistema correto e livre, no qual as empresas são economicamente viáveis, socialmente justas e ecologicamente corretas, onde o lucro é resultado de trabalho duro, digno, com ética e propósito.

Estamos na época em que as marcas, como a Coca-Cola, que orienta seus consumidores sobre o consumo correto e saudável de sua bebida, empresas como o Google, que privilegia  e valoriza seus colaboradores e como a Nike, que se redimiu  investindo no esporte em comunidades carentes como no Capão Redondo, bairro da cidade de São Paulo.

“Se quiser ter uma vida plena, prenda-a a um objetivo, não às pessoas nem às coisas…” 

Albert Einstein

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Ainda estagiário, o meu Diretor de Marketing na AACD, que também era meu professor na universidade, me chamou na sala dele, como eu era um bom aluno e ele gostava do meu comprometimento, resolveu me contar a seguinte fábula:

Certo dia, passava um homem pela frente de um grande canteiro de obras cheio de andaimes, ferragens e madeiras. Ficou surpreso com o tamanho da obra e curioso para saber o que estaria sendo construído ali. Notou que logo próximo da calçada havia um operário trabalhando. Calmamente, com sua enxada, ele misturava areia e cimento.

O homem, então, perguntou: ‘- O que você está fazendo?’ E este, distraído, respondeu: ‘- Estou preparando argamassa.’

Passado algum tempo, o mesmo homem, estando novamente por aquele lugar, encontrou um outro operário também misturando areia e cimento. Tornou a fazer a mesma pergunta para ver se, desta vez, descobria que obra era aquela; e a resposta foi: ‘- Eu estou levantando uma parede.’
Num outro dia o homem, de volta ao mesmo local encontrou um terceiro operário que, como os outros, misturava areia e cimento. E como das outras vezes, também perguntou: ‘- O que você está fazendo?’; o operário, então, parou, olhou para o homem e, com muito orgulho respondeu: ‘- Eu estou construindo uma Catedral.‘”

Como a missão do InfoBranding é transmitir conteúdo relevante, resolvi compartilhar essa história com vocês. Um conto que ilustra muito sobre pessoas que vem para o mundo com um propósito, para fazer a diferença.

O propósito é o alicerce de uma marca, o que a diferencia das demais, a Coca-Cola, por exemplonão mata a sede, a Coca-Cola traz a felicidade, a Harley-Davidson não é um veículo para locomoção, é um símbolo de liberdade. Assim como o propósito do InfoBranding não é produzir conteúdo técnico sobre branding, marketing, design, etc. Nosso propósito é compartilhar conhecimento para inspirar as pessoas. Lembre-se, muitos operários carregavam tijolos, apenas alguns constroem sonhos como a Estátua da Liberdade, o Empire State Building, o Cristo Redentor.

“Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.” Oscar Wilde

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Sim, um dos mais aguardados filmes do ano está em cartaz, baseado no Best-seller de John Green, o longa, assim como o livro, é uma grande lição de vida.

Mas quais são as lições que podemos aplicar para a nossa marca pessoal?

– Determinação é uma delas. Apesar dos personagens principais da trama terem câncer em estado terminal, eles, principalmente Augustus, sabem muito bem o que querem da vida, têm metas, objetivos e lutam para atingi-los. Foi com determinação e propósito que conseguiram ir até Amsterdã encontrar o escritor, por exemplo.

” Quando um homem tem força de vontade, os deuses dão uma ajuda.” Ésquilo

– Foco! Fator fundamental para direcionarmos nossa vida.

Apesar da doença, os personagens são focados naquilo que propõe fazer, desde o tratamento, até mesmo no relacionamento entre eles.

Se repararmos, milhões ou até bilhões de pessoas têm mania de dizer ” viva o momento” ou “o amanhã pertence a Deus” e não planejam suas vidas, as pessoas agem dessa forma por acreditarem que viverão 100 anos, que a vida é muito longa, mas não é preciso ter a certeza da morte breve para planejar e viver aquilo que realmente importa.

Por incrível que pareça, a vida é muito curta para desperdiçarmos cada segundo, muita gente vive intensamente determinados momentos e os outros mais reclamando de tédio.

Vou citar um exemplo que aconteceu comigo, há pouco tempo atrás, uma amiga ficou surpresa ao saber que eu tinha uma lista de 50 coisas para fazer antes de morrer, ficou ainda mais surpresa quando soube que essa já era a segunda lista, pois as 50 primeiras já havia realizado com apenas 27 anos de vida.

Digo isso pois, sei bem o que quero da minha vida, não precisei de uma doença terminal para me esforçar e focar naquilo que realmente importa para mim e sim porque  respeito a oportunidade de estar vivo, com isso gosto de fazer coisas produtivas para mim e quem sabe até para outras pessoas.

Por último e mais importante!

– O amor, para qualquer situação esse sentimento é fundamental, motivou Hazel Grace a continuar viva, motivou Augustus a seguir alegre e divertido até seu último suspiro.

Vivemos numa época em que o amor foi banalizado, o respeito ao próximo está cada vez mais escasso. Falta sinceridade, amor verdadeiro e a degradação do amor é reflexo de uma sociedade gananciosa, egoísta e de caráter duvidoso.

As pessoas têm trabalhado por obrigação ao invés de fazerem o que gostam e amar o que fazem, estão se relacionando por conveniência ou pelo simples fato de não quererem ficar só.

Mas, a falta de amor está diretamente ligada a falta de foco e consequentemente  pouca determinação para atingir os objetivos pertinentes. Se você não sabe o que quer da vida, qualquer coisa serve e é impossível amar qualquer coisa!

a-culpa-e-das-estrelas-livro-2Muita gente “empurra com a barriga” a vida, o trabalho, relacionamentos interpessoais e vivem numa eterna busca da felicidade e diversão, que nunca chegam.

Faça o que gosta, corra atrás de seus sonhos, seja sincero com o próximo e consigo mesmo, seja autêntico, autenticidade é uma grande virtude para uma marca e busque um amor verdadeiro, nas pessoas, no trabalho, naquilo que você se propõe a fazer. Afinal, o verdadeiro amor é aquele que nos inspira, um sentimento que nos move e faz a gente acreditar que, acima de tudo, podemos ser pessoas melhores.

“Só é lutador quem sabe lutar consigo mesmo.” Carlos Drummond de Andrade

Essas são as lições do filme, viva aquilo que realmente importa, com quem realmente importa, tenha fé, foco e lute pelos seus objetivos, o sucesso virá, a felicidade virá e no final você terá o prazer de ter vivido!

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