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Felipe Versati

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LG-G-FlexReproducaoLG quer briga!

Cansada de ver Apple e Samsung dando “um pau” nas concorrentes e disputando o domínio do mercado de smartphones, a marca sul-coreana lançou o G Flex.
Um aparelho côncavo que oferece um encaixe mais confortável nas mãos, além da tela ser mais resistente, pois é feita de Plastic OLED (POLED), um material plástico e não de vidro como os outros aparelhos. Atendendo uma necessidade eminente, já que não é nada raro ver iPhones e Galaxys com a tela rachada por ai.

A novidade é um diferencial, resta saber se é funcional e cairá no gosto da população.

Detalhes técnicos sobre o aparelho, confira em http://www.tecmundo.com.br/lg/46237-lg-g-flex-conheca-o-primeiro-smartphone-de-tela-curva-da-empresa.htm.

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Hoje vou falar sobre os hábitos de consumo e o relacionamento com as marcas de um público que vem crescendo, tem alto poder aquisitivo, mas ainda sente algum receio por parte das empresas em trabalhar a comunicação dirigida para eles. Lembrando que o termo gay é usado para designar um indivíduo homossexual do sexo masculino ou do sexo feminino e por ser muito amplo esse tema, nesse artigo falarei apenas do gay masculino e num artigo futuro, os hábitos de consumo do público gay do sexo feminino.

Para entender melhor os anseios e tendências de compra do gay, fiz uma pesquisa, uma conversa informal de mesa de bar com alguns amigos que são homossexuais; aproveito para agradecê-los pela oportunidade e informações passadas.

lady-gaga-bandeira-gay-e5939Começo pontuando os empecilhos e preconceitos que esse público sofre.
Infelizmente muitas pessoas e até empresas tratam o tema de forma pejorativa, ou até mesmo discriminatória. Algumas marcas têm receio, outras até medo, de criar uma comunicação específica para os gays. Isso acontece, pois o Brasil segue dogmas estabelecidos pelas religiões, muitas pessoas e várias regiões do país ainda são conservadoras, até por parte de alguns políticos há uma grande discriminação contra os homossexuais.

Um bom exemplo é o futebol, esporte extremamente popular em terras tupiniquins. Esse ambiente costuma ser extremamente hostil e machista por parte dos clubes, adeptos e até mesmo pela imprensa. Uma grande miopia de mercado, orientada pelo preconceito, afinal, os gays têm todo direito de consumir o esporte sem serem agredidos e desrespeitados. São fortemente dotados financeiramente, ocupam cargos importantes no mundo dos negócios, mas ao invés de fidelizá-los, o mercado do futebol excluí eles.

Outra reclamação do público é a respeito de produtos personalizados, cartões de natal, aniversário, dia dos namorados, são um problema para eles, não encontram mensagens específicas, sempre uma troca de “carinho” para um relacionamento heterossexual.

Querem também exclusividade, eles sabem que muitas marcas criam coleções específicas e dirigidas para o segmento, mas na hora de comunicar elas não traduzem esse “espírito”. Vale lembrar que o mercado gay é pouco explorado, com um gigantesco potencial, mas muitas organizações esquecem que o preconceito é o maior inimigo da oportunidade e acabam evitando uma aproximação maior com o consumidor homossexual.

303461053_55f23c890aEntretanto tem marcas que aceitaram o desafio e estão criando elementos para tocar o coração desse consumidor. A Diesel, por exemplo, publicou nos Estados Unidos da América um anúncio para chamar a atenção desse público e em prol da diversidade, afinal  “Ninguém é igual a ninguém. Todo ser humano é um estranho ímpar.”  Carlos Drummond de Andrade.

São pessoas extremamente musicais e consomem muito conteúdo cultural, adeptos de teatro, museus, cinema, shows, moda e gastronomia. Preocupados com a aparência, usam bastante cosméticos, gostam de roupas que realcem o corpo, são fãs de marcas como Calvin Klein e Zara; baladeiros, lembram com carinho de casas noturnas como The Week e Bubu Lounge, situadas na cidade de São Paulo, município que tem aberto as portas para os gays e colhendo os frutos desse investimento.

São Paulo possui um dos maiores eventos gay do mundo, a popularmente conhecida como “Parada Gay”, dispõe de locais como a Rua Frei Caneca e o Largo do Arouche, que são muito frequentados e bem quistos por esses consumidores. Outra cidade que vale ser citada é Miami, que também possui grande variedade de entretenimento para o público homossexual.

Cabe uma observação, entre os gays do sexo masculino temos os transexuais, onde seus hábitos de consumo se assemelham ao das mulheres, principalmente em relação às vestimentas.

A oportunidade está ai, um público cada vez mais exigente, consumista, bem-sucedido e inteligente, cabe as marcas aceitarem a diversidade e o desafio, ou deixarem a oportunidade passar diante de seus olhos.

CONSULTAS

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/5534_O+PODEROSO+MERCADO+GAY

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2013/06/01/internas_economia,369065/publico-gay-consome-em-media-30-mais-que-consumidor-hetero.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/09/1345492-publicidade-gay-ainda-nao-saiu-do-armario-no-brasil.shtml

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os-estagiariosEstá em cartaz nos cinemas o filme Os Estagiários (The Internship), que tem como enredo dois caras, Billy (Vince Vaughn) e Nick (Owen Wilson), homens maduros, vendedores que acabam de perder o emprego. Em busca de uma nova oportunidade eles se candidatam para a vaga de estagiário no Google.

A comédia acontece na sede da gigante da tecnologia, retrata o programa de estágio da empresa e como se comportam dois quarentões rodeados de moças e rapazes das gerações X e Y.

O longa consegue transmitir um pouco do que o Google representa para o mundo, sua forma de agir, filosofia e ambiente de trabalho, afinal, é eleito o melhor lugar do planeta para trabalhar, sonho de muitos profissionais. E, acima de tudo, o filme aborda muito bem o propósito da marca Google, que é FACILITAR a vida das pessoas.

Engraçado, divertido e fonte de conhecimento para profissionais de tecnologia, marketing e branding. Vale a pena assistir! #ficadica

 

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Herança, algo passado por gerações, pode ser transferido por ancestrais ou entre pessoas que tiveram alguma relação afetiva. Há vários tipos de herança, a genética, do conhecimento, bens materiais e de consumo. E é a herança de consumo que irei abordar nesse artigo.

O consumo de algumas marcas e até mesmo a paixão por elas pode ser transmitida por gerações, uma questão que ultrapassa as regras de marketing, as abordagens de Kotler, Aaker, entre outros, penetra nas relações de cuidado e carinho entre pais e filhos.

omoAlgumas marcas conseguiram realizar esse trabalho com primor, bem antes da “era do branding”. O sabão em pó OMO pode ser um bom exemplo de marca que ganhou seu espaço, é líder de mercado e consegue ser passada geração pós geração. Se notarmos, a maioria das marcas que aprendemos a consumir com nossos pais e avós são de alimentos ou produtos de limpeza, uso como exemplo o açúcar União, achocolatado Nescau, sal Cisne, maionese Hellmann’s, Veja Multi-uso, marcas que atingiram o coração dos nossos genitores e fomos criados consumindo elas, são tão relevantes na nossa vida que as vezes nem notamos, vamos ao supermercado e acabamos escolhendo essas marcas pelo impulso, sem ao menos reparar nas concorrentes. São marcas que provavelmente não seguimos nas redes sociais, nem reparamos nos seus anúncios, mas elas sempre têm vaga garantida no nosso carrinho de compras.

Entretanto, ter realizado esse trabalho não foi nada fácil, o resultado se deve a alguns fatores:

  • Grande investimento em comunicação de massa;
  • Análise detalhada do público-alvo;
  • Estudos criteriosos de design de embalagem e/ou do produto;
  • Presença ativa no ponto de venda;
  • Excelente desempenho do produto.

A meta do marketing é conhecer e entender o consumidor tão bem, que o produto ou serviço se molde a ele e se venda sozinho.” Peter Drucker, escritor, professor e consultor administrativo, considerado como o pai da administração moderna.

Outra marca que vale a pena ser citada é a Brastemp, é incrível como as nossas mães indicam e defendem ela, a minha costuma dizer “se você não quer ter dor de cabeça com eletrodomésticos, compre Brastemp”. Realmente o desempenho de seus produtos são invejáveis, duram anos e anos sem o menor problema, quando solicitei, a assistência técnica foi precisa e competente, além dos produtos terem um design moderno e inovador, realmente não basta apenas a promessa, tem que ser “assim uma Brastemp”.

A herança de marca vai além da relação compra/consumo, tem sentimento envolvido, pois são marcas que sua mãe e/ou avó usavam para fazer a sua comida, deixar a casa bonita e limpinha, remetem a infância e afinal “os homens são o que as mães fazem deles.” Ralph Emerson, escritor, filósofo e poeta.

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Mito, lenda, rei, fantástico, divino, atributos positivos não faltam para descrever Michael Jordan.

Mas como um garoto pobre,  nascido no Brooklyn/NY e criado na Carolina do Norte se transformou numa marca de sucesso?

Primeiro, com trabalho duro! Existe uma história de que Michael foi cortado do time do colégio onde estudou, o seu treinador da época disse a ele que não teria futuro no basquetebol, Jordan se trancou em seu quarto e chorou durante horas. Esse foi o start para ele trabalhar duro, apesar do talento, ele nunca escondeu que sem esforço e dedicação o sucesso não vem. “Eu jogo para ganhar, seja durante o treino ou num jogo real. E eu não vou deixar que nada fique no caminho de mim e do meu entusiasmo competitivo para ganhar”. Realmente, dedicação, esforço, persistência e trabalho duro são fundamentais para uma marca se torne forte e reconhecida.Michael Jordan

Michael Jordan desenvolveu também sua identidade visual, fator que faz com que uma organização se diferencie das outras. Seus símbolos eram: jogar com a língua para fora da boca, seu bigode ralo e seu salto que se transformou no logotipo da Air Jordan, marca que possui em conjunto com a Nike.

Outro fator presente em Jordan, essencial para uma empresa, é o foco, ele sabia muito bem o que queria, sempre demonstrou competitividade, seu sonho era jogar basquete, se preparou para isso e fazia com alegria. Tanto que quando resolveu se aventurar no baseball não deu certo e foi motivo de chacota, desviou o foco, mas até mesmo uma grande marca pode falhar, se redimiu do erro e voltou para NBA no ano seguinte. “Eu posso aceitar a falha, todos falham em alguma coisa. Mas eu não posso aceitar não tentar”. Uma instituição deve definir seu campo de atuação, seu público-alvo e focar neles.

Por último, a importância do trabalho em equipe e Michael Jordan nunca escondeu de ninguém a influência dos seus companheiros na sua maneira de jogar, principalmente demonstrando gratidão a seu eterno parceiro Scottie Pippen. “O talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe ganha campeonatos”. Seja no esporte, no mundo corporativo ou na vida pessoal, a equipe com quem você trabalha e/ou as pessoas com quem convive são o alicerce para o seu sucesso, “uma andorinha só não faz verão”. Talvez o Chicago Bulls e a seleção dos Estados Unidos não teriam sido campeões sem Michael Jordan, mas certamente não seriam campeões somente com ele. Grandes talentos brilham com o apoio de uma grande equipe.

Com uma bela gestão da sua carreira e marca, que transpira inovação e determinação, Michael Jordan reinventou a forma de jogar basquetebol, popularizou por todo o planeta a NBA e o Chicago Bulls, além de ser considerado por muitos, inclusive eu, o maior atleta da história.

Michael Jeffrey Jordan:

– Está no hall da fama do basquetebol desde o ano de 2009;

– Campeão universitário pela Universidade da Carolina do Norte;

– Bicampeão olímpico pela seleção Norte-americana;

– Seis vezes campeão da NBA pelo Chicago Bulls;

– Eleito o jogador mais valioso da NBA (MVP) em 5 temporadas.

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Imagem FelipeDentre todos os perfis de público-alvo, existe um que sem dúvida nenhuma é o mais peculiar, o NERD.

Eles são críticos e fiéis às marcas que lhes compreendem, mas atender as suas expectativas não é tarefa fácil, são extremamente exigentes e seu comportamento representa muito bem a primeira Lei de Newton, a inércia. “Todo corpo continua em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em uma linha reta, a menos que seja forçado a mudar aquele estado por forças aplicadas sobre ele”.

Um Nerd precisa de um estímulo criativo e inovador de uma marca para que eles possam se apaixonar e idolatrá-la.

O segredo das marcas que entenderam esse público é simples, porém difícil de aplicar de maneira criativa. O ideal para despertar o interesse de um Nerd é falar a língua dele e desafiá-lo a pensar. Como exemplo temos as duas marcas mais amadas dessa “tribo”, Marvel e DC Comics, elas souberam explorar o conhecimento científico em prol da diversão. Um modelo é a história de Peter Parker, o Homem-Aranha, um aluno brilhante, porém fraco fisicamente, que numa experiência no laboratório do colégio é picado por uma aranha geneticamente modificada e após esse evento ele ganha superpoderes. Bazinga, a Marvel deu poder e prestígio para um Nerd, é isso que eles querem!

Outro grande exemplo é Star Wars, existe algo mais legal do que uma guerra entre o bem e o mal que acontece por todo espaço e atravessa as barreiras intergalácticas? Para um Nerd não!

Mas você pode se perguntar do por que ter um carinho especial com esse público?

No primeiro parágrafo eu já tinha respondido, afinal que marca não quer consumidores fiéis. Além disso, os Nerd’s estão dominando o mundo, os poderes deles já não estão apenas nos quadrinhos, ou você nunca ouviu falar de Bill Gates, Steve Jobs, Mark Zuckerberg, entre outros.

São consumidores que anseiam por novidades tecnológicas, desafios mentais, assim é com o vídeo game, os brinquedos LEGO ou então os jogos de RPG, eles adoram robôs e carros híbridos.

O Nerd se tornou tão especial, que é a “bola da vez” no mercado, agora eles que ditam tendência. A TV e o cinema têm direcionado suas apostas para esse público, Iron Man 1, 2, 3; Batman; esse mês tem estreia do novo filme do Superman; The Avengers; seriados como The Walking Dead e The Big Bang Theory, uma história que gira em torno do dia a dia de quatro rapazes Nerds. Até a Livraria Cultura criou uma marca para atuar nesse segmento, a Geek.etc.br, uma loja virtual e também física, situada no Conjunto Nacional, na cidade de São Paulo.

Preste atenção, o Nerd de hoje pode ser o bilionário de amanhã. “Que a força esteja com você”.

 

 

 

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Sim, fundada no ano de 1950 pelo Dr. Renato da Costa Bomfim (com “m” mesmo), a instituição recebeu inicialmente o nome de Associação de Assistência à Criança Defeituosa, depois o termo Defeituoso foi substituído por Deficiente. O Dr. Bomfim adotou o lírio como símbolo da instituição, pois é uma planta que cresce mesmo na adversidade, até na lama.

Hoje a AACD está entre as marcas mais admiradas e valiosas do Brasil, seu logo atualmente é representado por uma menina deficiente física entre a escrita “AACD”, mas o lírio ainda é usado na organização para representar os seus voluntários.

Confira o lírio na sua utilização atual:

voluntariado

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A cada dia que passa as manifestações por todo o Brasil estão crescendo e tomando gigantescas proporções. O povo clamando por uma sociedade saudável e justa. Ao mesmo tempo acontece a Copa das Confederações e os manifestantes já passam a criticar e protestar contra as marcas que apoiam o evento.

Ontem vi numa página que está organizando os protestos em São Paulo um pedido de boicote contra essas marcas. Hoje o perfil da Veja no Twitter foi “hackeado” pelos manifestantes. Ela que tem sido a marca mais criticada nesses manifestos, pois sua linha editorial é de direita conservadora.

Agora cabe as marcas estudarem esse fenômeno e se posicionarem a favor da opinião de seu público-alvo, o que seria mais coerente.

Confira a imagem da página da Veja “hackeada”:

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A sustentabilidade, é a habilidade de sustentar uma ou mais condições exibida por algo ou alguém, é a característica de um processo. Essa termologia é usada para definir o uso dos recursos naturais de maneira continua, visando a renovação do recurso utilizado. É o consumo consciente dos bens oferecidos pela natureza, para suprir as necessidades do ser humano sem agredir o ecossistema e sem afetar a atual e as gerações futuras.

Esse conceito começou a ser desenvolvido na convenção da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre o Meio Ambiente Humano realizado em Estocolmo no ano de 1972. Porém o ideal de desenvolvimento sustentável só foi consolidado no evento ECO-92.

Baseado nessa visão criaram conceitos correlatos, dentre eles a sustentabilidade como parte da estratégia das organizações, que tem como missão gerar vantagem competitiva para um empreendimento com o propósito socioambiental.

Essa cultura organizacional atende a três requisitos básicos: ser ecologicamente correto, economicamente viável e socialmente justo.

sustentabilidade

Mas e as marcas sustentáveis, como agem, como são percebidas e porque adotaram essa filosofia?

Essas marcas transformaram as ações socioambientais em diferencial competitivo e são reconhecidas pelo público por esse compromisso, seus valores sólidos, suas atitudes, filosofia e princípios em prol do meio ambiente e comunidade onde atuam.

A filosofia da sustentabilidade entrou em pauta a partir do final da década de 90 e atualmente está virando realidade.

A população têm se preocupado com o consumo consciente, com a preservação do meio ambiente, condições dignas de trabalho, questões sociais e comunitárias.

Um marco que atraiu atenções para o tema foi o filme Uma Verdade Inconveniente de Albert Arnold Gore Jr., mais conhecido como Al Gore, antigo vice-presidente e candidato na eleição presidencial dos Estados Unidos da América no ano de 2000. O documentário trata de uma séria advertência para a humanidade sobre nossas responsabilidades com as mudanças climáticas e prega equilíbrio ambiental da economia.

Empresas que continuam desmatando, poluindo ou que sua mão de obra sofra abusos, estão sendo duramente criticadas e até boicotadas. “As empresas ruins estão fadadas ao fracasso por conta da transparência que a internet proporciona”, Philip Kotler em sua palestra na HSM ExpoManagement 2010.

As organizações estão se reinventando, criando formas alternativas para sua produção, pesquisas que envolvam desde o plantio e usos de pesticidas, até o reuso, reciclagem e compostagem. Produtos e serviços que consomem menos energia, água e emitam menos poluentes no solo ou atmosfera.

“Esse mercado vai apenas aumentar com o tempo, refletindo mais avanços em design e tecnologia e uma variedade cada vez maior de produtos verdes de alta tecnologia com nomes de marcas de confiança que podem ser prontamente obtidos em lojas e mercados.” Jacquelyn A. Ottman, As novas regras do marketing verde.

A qualidade de vida dos seus funcionários e da sociedade que engloba a empresa também está em pauta, o bem-estar e motivação dos colaboradores têm sido propostos pelas empresas. Instituições viram que o tripé da sustentabilidade, economia, sociedade e meio ambiente deve ser aplicado no cenário empresarial e que seguir esse caminho é lucrativo e valoriza a marca.

Os Produtos com uma cadeia sustentável funcionam tão bem ou até melhor que os demais. As marcas têm se valorizado muito com essa visão de lealdade e respeito dos consumidores. Além disso, essas marcas que já trabalham a sustentabilidade com transparência, estão sendo admiradas, ganhando notoriedade e credibilidade perante seu público-alvo.

E como ser uma marca sustentável?

Reavalie os processos da sua empresa, reveja o consumo de energia e a emissão de gases poluentes, incentive a reciclagem, faça a gestão do lixo, reaproveite ao máximo os materiais que são utilizados pela instituição, busque alternativas que agridem menos ou não agridem o meio ambiente.

Pense na comunidade onde atua e ajude-a, busque funcionários que residam próximo da empresa, oferecer qualidade de vida no ambiente de trabalho também é ser sustentável, seja parceiro de ONGs que tenham o propósito parecido com o da sua empresa e incentive o trabalho voluntário entre os funcionários.

Procure comunicar e atrair apoio para ações que visam o bem-estar da sociedade e do meio ambiente, lembre-se que uma marca sustentável é uma marca com um diferencial competitivo importante e valioso no mercado.

Observação: hoje, 5 de junho é o Dia Mundial do Meio Ambiente e a cidade de São Paulo está comemorando com a Virada Sustentável, saiba mais em www.viradasustentavel.com e divirta-se.

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A Mitsubishi Motors se viu obrigada a mudar o nome de sua Pickup Pajero em alguns países de língua espanhola, por exemplo no México, onde o veículo é chamado de Montero.

O nome precisou ser alterado, pois nesses países Pajero significa masturbação.

Com a globalização das marcas, as organizações devem se adaptar a cultura, dialeto e aos costumes da região onde irá atuar.

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