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Leila Rabello

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maizena

Unir  a universidade com estudos de mercado, cases, geram excelentes pesquisas.  Ainda mais, quando este estudo é exaustivo e contínuo.  Pois é,  o autor desta obra,  pesquisou sobre a marca “Maizena” desde  a sua graduação em Design Gráfico,  continuando no mestrado  na área de comunicação e resultando na publicação nesta obra.
Um perfeito  estudo sobre uma marca que está com quase 150 anos e que desafia o mundo contemporâneo, preservando fidelidade e tradição  de como se comunicar com seus consumidores. O estudo demonstra que a marca se modernizou, para “não ficar velha”,  mas  não realizou  mudanças radicais em sua tradicional embalagem amarela.

Esta é uma obra interessante para qualquer leitor,  pois quem não conhece a “Maizena” ?

Um case que fará os profissionais das áreas de Design, Marcas/Branding , Marketing e  de Comunicação em geral  se encantarem com   história,  as estratégias  do  produto e de sua embalagem clássica.

Tadeu Costa é  designer gráfico,  mestre em Comunicação ,  professor universitário e  com diversos prêmios:  premiado no Salão “Nello Nuno” (FUNARTE – Belo Horizonte),  no Museu da Casa Brasileira  de São Paulo e no Festival do Minuto.

A obra:
COSTA, Tadeu.  Do maíz à maizena: um layout de 140 anos.  São Paulo :  Rosari,  2005.  128 p. (Coleção Textos de Design).

 

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livroCOCRIAÇÃO DE VALOR: conectando a empresa com os consumidores através das redes sociais e ferramentas colaborativas

O interessante nesta obra  é o estudo da integração do consumidor através das mídias sociais. O autor descreve o crescimento das mídias sociais, tais como, Facebook, LinkedIn, YouTube e sua relação com o novo consumidor no Brasil.  Demonstra a Cocriação  em relação ao produto, serviço, marca e promoção.

É um livro importante para o mundo dos negócios, bem como, para a pesquisa acadêmica, principalmente,   pela apresentação de 5 (cinco) cases de grandes marcas (Burger King;  Procter e Gamble (P&G);   Fiat Mio ; Construtora Gafisa  e  GE Healthcare). 

Alexandre LuzziLas Casas é doutor em Administração Mercadológica pela FGV-SP. Mestre em Administração de Empresas em Marketing pela PUC-SP. Graduado em Administração de empresas pela Universidade de Maryland (EUA) e em Administração Mercadológica pela Price Georges College (EUA). É professor titular da PUC‑SP em cursos de graduação e pós-graduação.   Autor  de livros nas áreas de marketing, serviços e vendas.

 A obra:
LAS CASAS, Alexandre.  Cocriação de valor:  Conectando a empresa com os consumidores através das redes sociais e ferramentas colaborativas.  São Paulo: Atlas, 2014. 208 p.

Formatos disponíveis: impresso e digital

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6988122SZO que é uma ideia?  O autor desta obra afirma que a maioria das ideias tem origem antiquíssima e, muitas surgiram na mente das pessoas, antes mesmo da invenção da escrita. Descreve que as novas ideias desestabilizam, chegam a ser perigosas, geram frustração com o modo de ser das coisas ou sugerem possibilidades de elas virem a ser diferentes. Assim, aceitar que as ideias são uma fonte de transformação leva a outra pergunta: qual é a origem das ideias?

É um livro catálogo, traz uma ideia a cada duas páginas,  cerca de 175, é colorido (centenas de fotos e ilustrações) e com uma argumentação sólida.  Para se ter uma noção da obra, a pesquisa histórica  retrata,   desde  a mente do caçador  (30.000-10.000 a.C.)  até a Era da Incerteza (de 1900 aos dias de hoje).

FELIPE FERNÁNDEZ-ARMESTO  nasceu em Londres em 1950. É historiador e foi professor nas universidades de Londres e Oxford e, atualmente leciona na TuftsUniversity (EUA).

É autor de outros três  livros, publicados em diversos idiomas:
AMÉRICO (2011)
 OS DESBRAVADORES (2009)
 ENTÃO VOCÊ PENSA QUE É HUMANO? (2007))

A obra:
FERNANDEZ-ARMESTO, Felipe.  Ideias que mudaram o mundo.  São Paulo : Arx (selo da Ed.Saraiva), 2009. 400 p.

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LIVRO-Brandwashed-O-Lado-Oculto-do-MarketingNesta obra o autor descreve como os consumidores são seduzidos pelos sentidos e o que o marketing conhece sobre o ser humano.  Expõe abertamente os truques psicológicos que são geralmente utilizados pelas grandes empresas para aumentar as vendas.  Conta segredos dos bastidores do marketing e da publicidade. Revela as artimanhas e truques que as empresas e os marqueteiros  usam para que se consuma e gaste muito dinheiro. Descreve, sabiamente, a lógica do consumo.

Martin Lindstrom é um dos mais respeitados consultores de marcas do universo corporativo,   eleito pela revista Time uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, foi consultor de empresas como McDonald’s, Nestlé e Microsoft. Considerado um dos maiores gurus do branding e do marketing.

É autor de outros três  livros, publicados em mais de 30 países :

–  Brand Sense:  os segredos sensoriais que nos levam a comprar (2013)
–  Buy-ology: a ciência do neuromarketing (2009)
–  Brand Sense:  build powerful brands through touch, taste, smell, sight, and sound ( 2005)

A obra:
LINDSTROM, Martin.  Brandwashed: o mundo oculto do marketing.  São Paulo : HSM, 2013. 344 p.

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newA  era digital trouxe diversas tendências , entre elas o acesso a informação em qualquer hora.   É só ter um smartphone,  um netbook,  um tablet  e,   pronto.   Ligou e leu,  rápido assim…   Às vezes se lê a notícia completa – às vezes apenas trechos – às vezes tem que se “logar” e,  ser assinante pagante ou basta um cadastro para saber quem você é (assim receberá algo pago ou gratuito – mas que com certeza não sabia que precisava).

Outra tendência  trazida pela era digital é o de zerar custos.  Alguém faz,  alguém paga,  e alguém usa – grátis.    Pode ser informação, curso, livro , músicas, filmes ,  tudo free  –   produzido e entregue.

“O Grátis do século XXI é diferente do Grátis do século XX.  O “grátis” se transformou no Grátis”.

Nesta obra,  Chris Anderson faz demonstrações de como já utilizamos diversos itens grátis, tais como,  sistemas  operacionais,  Google Docs, back-ups,  blogs,  Twitter e,  até o acesso sem fio pode ser  grátis – é só estar num café.  “Aqui reside o paradoxo do Grátis: as pessoas estão ganhando muito dinheiro sem cobrar nada.  No entanto, o Google é uma das empresas mais lucrativas dos Estados Unidos,  e o café parece estar vendendo cappuccinos mais rapidamente do que consegue prepará-los.

Como isso aconteceu e para onde nos levará?   Essa é a questão central deste livro.

Chris Anderson é físico, é editor-chefe da revista Wired e,  autor da obra  A cauda longa (2006)  que aborda a demanda do consumidor, quando tudo está disponível em uma prateleira infinita.

A obra:
ANDERSON, Chris.  Free/grátis  o futuro dos preços.  Tradução de Cristina Yamagami.    Rio de Janeiro : Campus, 2009. 288 p.

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Melhores-Ideias-Negocios-50-AnosO  século XX parece que foi ontem, mas para se ter um panorama do avanço desta sociedade,  há tão pouco tempo não existia o MP3 (1998). O Google –  uma das  marcas mais valiosa do mundo –  nasceu no ano 2000 (séc.  XXI), está com apenas 14 anos e declara uma missão que é esplêndida , um verdadeiro espetáculo:  “organizar as informações do mundo e torná-las mundialmente acessíveis e úteis”.  O máximo não é?

Assim sendo, a obra  as melhores ideias de negócios dos últimos 50 anos  celebra as sacadas de negócios,  desde a década de 60,  com o surgimento da pílula anticoncepcional ,  e segue  até o ano 2000 com o surgimento do Google e do e-reader. Para se chegar a este resultado – das  50 melhores ideias –  o organizador da obra  percorreu diversas universidades, conversou com pessoas influentes dos negócios e das finanças  e,  elaborou a lista com itens que surpreenderam e revolucionaram  o mundo,  seja para torná-lo mais seguro,  ou mais divertido com os videogames,  bem como, com produtos e serviços criativos e inovadores , tais como,  os códigos de barras e os  tablets .

Ian Wallis  é jornalista,  e neste livro, além de toda a pesquisa realizada e organizada,  narra histórias fantásticas  de como surgem as  ideias, principalmente,  quando se esquece de levar o abridor de latas de cerveja para um piquenique, e assim,  em  1963 surge o anel para abrir, facilmente,  as latas de bebidas e alimentos

A obra: WALLIS, Ian (org.).  As 50 melhores ideias de negócios dos últimos 50 anos.   Tradução Bruno Casotti.   Rio de Janeiro : Best Business, 2013.   380 p.

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distintividade-marcasSendo a marca um bem muito valioso para uma organização, com certeza ela necessita de proteção contra fenômenos que afetem a sua força. A Obra Distintividade das Marcas é interessante por tratar daquilo que distingue;  daquilo que se difere;  não se confunde; que é diferente;   que tem distinção e,  sobre as questões pertinentes ao Direito Marcário.

Assim, uma marca tem que ser única…

O diferencial desta obra é  a interdisciplinaridade, o autor atuante na área jurídica, ultrapassa fronteiras e estabelece discursos entre o Direito, a Linguística, a Comunicação, a Semiótica, o Marketing  e com outras disciplinas.  O autor Lélio Denicoli Schmidt, mestrando em Direito Comercial, é docente em Cursos de Pós-Graduação em Propriedade Intelectual. Já escreveu artigos sobre as inovações da nova Lei da Propriedade Industrial, é pesquisador e advoga no mundo das Marcas e Patentes.

A obra: SCHMIDT, Lélio Denicola.  A distintividade das marcas:  secondary meaning, vulgarização e teoria da distância.   São Paulo : Ed. Saraiva, 2013.   318 p.

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O sucesso de uma marca está especialmente ligado com as que conseguem criar vínculos emocionais com seus clientes e por que não fãs; que oferecem confiança e encantamento e assim, recebem fidelização.

As  marcas conquistam e reagem em paralelo com a paixão e entusiasmo de seus líderes.  O líder de uma organização é fundamental neste papel de encantamento, pois dá atenção ao cliente, oferece valor genuíno, apóia valores permanentes tornando-os fidelizados.

E sabe quais as características do líder que os seguidores admiram?

Estudos realizados com mais de 20.000 pessoas nos quatro continentes por Kouzes e Posner, há mais de vinte anos já demonstravam que são quatro, as principais regras básicas da liderança exemplar, que resulta num quesito maior – a credibilidade. Conforme ilustração 1, o primeiro valor com 88% das opções marcadas pelos entrevistados é a honestidade, o segundo valor com 75% é antecipação dos acontecimentos; o terceiro é ser inspirador e o quarto é a competência.

 Ilustração 1: 

Principais valores (traços ou características pessoais) dos líderes admirados em porcentagem de opções

credibilidade

O que é fidelização? 

A resposta é simples: é aquilo (a diferenciação) que acontece quando o cliente não tem interesse em ir a outra loja  ou procurar por outra marca – ele é fiel e pronto!  Se não tem, não compra,  nem se interesse em conhecer e muito menos experimentar outra opção. É o sentimento que faz o cliente não pensar na possibilidade de tentar outra marca.

Aparentemente Steve Jobs, já conhecia algumas teorias de liderança exemplar e os principais valores dos líderes admirados. Grosso modo, era mundialmente líder em dois valores: 1) antecipar acontecimentos e 2) ser inspirador:  “pois não queria somente vencer a concorrência no ramo dos computadores pessoais, mas sim, mudar uma sociedade, criar uma nova perspectiva de vida para uma nova geração que estava por vir” (Mundo das Marcas, 2011)

E assim se fez, recente pesquisa realizada com dois mil usuários do iPhone,  pela SIM Only Contracts (2014), constatou que 60% dos entrevistados admitiram uma “lealdade cega” a Apple e que adquiriam um novo lançamento da marca sem ao menos considerar modelos concorrentes. Isto é fidelização, uma verdadeira catequese e a conquista efetiva do cliente pela marca.  Para se ter uma ideia desta fidelização, 78% dos entrevistados “alegaram que não imaginariam ter outro smartphone […]”.  Em síntese o resultado da pesquisa demonstra a confiança e a ligação que estes clientes têm com a Empresa Apple.

Na obra Do something (2002), Dennis Duffy  já afirmava que fidelizar é otimizar a relação; é gerar um impacto muito positivo para sua marca;  é gerenciar clientes e não produtos. Clientes fiéis tendem a ser mais conscientes dos benefícios indiretos que a marca oferece.

Outra marca que fidelizou as mulheres da geração Y (nascidas entre 1980 e 2000) segundo pesquisa do Goldman Sachs e da revista Teen Vogue (2013)   é  a Forever 21  constatando que 97,2% desta geração conhecem bem essa marca,  e que 80,5%  se sente bem usando-a e  83,1% gostam de conversar sobre ela.

E esta é a finalidade de uma empresa, captar, conquistar e manter clientes, de preferência fiéis ou evangelistas. Segundo o livro Buzzmarketing (2006) um tanto de características são típicas dos clientes evangelistas, tais como: compram e acreditam fielmente no produto ou serviço; são leais, apaixonados e recomendam a marca em sua rede de contatos; fornecem feedbacks ou realizam  elogios não requisitados e até perdoam as falhas ocasionais no serviço e na qualidade.

Neste contexto, os clientes são os recursos mais importantes de uma empresa e devem ser gerenciados para a maximização de resultados. Destaca-se a empresa que formar o melhor valor agregado, oferecer confiança e credibilidade.

Ser única, encantadora…

O encantamento pode ocorrer nos vilarejos, nas lojas, nos revendedores, nos escritórios, na administração e na Internet. Causa uma mudança voluntária nos corações e nas mentes e, com isso, nas ações. Vai muito além de manipular as pessoas para conseguir alcançar os seus objetivos. O encantamento transforma situações em relacionamentos. Converte hostilidade em civilidade. Reforma a civilidade em afinidade. Transforma céticos e cínicos em adeptos.” (KAWASAKI, 2011)

Em síntese, as marcas querem e precisam ser amadas e seguidas;  algumas provam o quanto são boas; mas poucas estabelecem, efetivamente, um relacionamento fiel e duradouro com seus clientes; um tipo de amor eterno que mantém os concorrentes invisíveis a lealdade cega de seus clientes evangelistas.

 Que seja eterno enquanto dure!

REFERÊNCIAS

CAMPI, Monica.   60% dos usuários de iPhone admitem “lealdade cega” à Apple.   Exame Info, 12 fev.2014. Disponível  em

http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2014/02/60-dos-usuarios-de-iphone-admitem-lealdade-cega-a-apple.shtml  Acesso em fev.2014.

DUFFY, Dennis L.   Do something: guia prático para fidelização de clientes.  Tradução Frank Edwin Duuvoort.   São Paulo : Pearson, 2002.

PORTUGAL, Mirela.  As marcas preferidas das mulheres da geração Y :  pesquisa do Goldman Sachs e da revista Teen Vogue aponta as queridinhas das consumidoras millenials.   Exame.Com, 3 out.2013.  Disponível em http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/as-50-marcas-preferidas-das-mulheres-da-geracao-y  Acesso em fev.2014

KAWASAKI, Guy. Encantamento : a arte de modificar corações, mentes e ações. Rio de Janeiro : Alta Books, 2011.

KOUZES, James M. ; POSNER, Barry Z.   O desafio da liderança.   Rio de Janeiro : Campus, 2009.

MCCONNELL,  Ben; HUBA, Jackie. Buzzmarketing : criando clientes evangelistas. São Paulo: Makron Books,  2006

MUNDO DAS MARCAS.   Apple. Disponível em http://mundodasmarcas.blogspot.com.br/2006/05/apple-think-different.html   Acesso em jan.2014.

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