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Um dos impactos visíveis no panorama econômico causados pela Covid-19 atinge o comportamento dos consumidores à medida que mudam sua forma de consumir e, por consequência, influenciam a dinâmica do mercado de diversos setores. Dessa forma, ações de marketing precisaram ser transformadas para acompanhar esse “novo consumidor”.

Se antes da pandemia as lojas on-line já eram uma alternativa a mais para o empresário e comerciante, hoje vender pela internet é a principal atividade de muitos negócios. Em 2020, o atendimento ao cliente adquiriu ainda mais importância com o crescimento do tráfego no comércio on-line. Sem enxergar fisicamente seu público, tornou-se necessário entender o perfil do consumidor e oferecer atendimento personalizado, assim como, investir em modelos de negócio que correspondam às expectativas do cliente. A massificação do direct-to-consumer (D2C) é prova disso.

De acordo com a pesquisadora e professora de Comunicação, Marketing e Branding da Business School e Programa de Pós-Graduação da Universidade Positivo, Fabiana Mariutti, as relações de consumo e as estratégias de comunicação e marketing — seja no âmbito institucional, informacional, promocional ou puramente comercial — dependem de cada segmento de mercado ou setor econômico.

“Muitos negócios inovam para conseguir sobreviver e surpreender seus clientes atuais ou em prospecção ao aplicar técnicas de negociação e estratégias de valor agregado como poderosos alicerces comerciais para fidelização. Em tempos difíceis para todos, diante das mais diferenciadas emoções e vivências desta longa pandemia, atender humanamente o consumidor — de forma presencial ou virtual — é a palavra que deve estar no propósito da marca e na missão, visão e valores de qualquer estratégia de um negócio”, afirma a pesquisadora.

Ações e estratégias de marketing e vendas – que estão sendo adotadas visando à sobrevivência nos novos tempos – tornam-se ainda mais importantes nesse contexto. Especialistas apontam dez tendências que ganharam força durante a pandemia e seguem em alta para 2022.

Pesquisa por voz

Falar é mais natural e relativamente mais fácil do que digitar. É por isso que a pesquisa por voz faz todo o sentido. Na verdade, é uma inovação tecnológica brilhante que já altera a forma como o consumidor se comunica digitalmente. “A pesquisa por voz simplifica a procura de informações on-line, além de reduzir drasticamente o tempo de tela”, salienta Marcio Pacheco, CEO da PhoneTrack, startup paranaense especializada em Inteligência Artificial aplicada à voz. Segundo um levantamento da Strategy Analytics, as vendas de alto-falantes inteligentes em todo o mundo chegaram, no primeiro trimestre de 2020, a 28 milhões de unidades, um resultado 8% maior que no ano anterior. Projeções estimam que para 2021 o aumento seja de 21% e que até 2024 as vendas cheguem a um total de 640 milhões de unidades. “Para tirar proveito dessa tendência, as marcas devem fazer os ajustes certos sobre como enquadrar os dados para responder adequadamente a esse comportamento emergente do consumidor”, alerta Pacheco.

Inteligência Artificial

A inteligência artificial, o Big Data e o Analytics vêm ganhando cada vez mais espaço no mercado digital, uma vez que automatizam processos, e fazem a gestão de dados e análises. “Ao detectar padrões e facilitar a compreensão do comportamento dos consumidores, as ferramentas baseadas em inteligência artificial ajudam a operar de forma otimizada e com mais foco, proporcionando as melhores experiências aos clientes”, afirma Pacheco. Tecnologias como o call tracking e o speech analytics, por exemplo, trazem informações detalhadas sobre as necessidades do consumidor por meio da análise da voz em ligações telefônicas, ajudando a mensurar campanhas, recuperar contatos perdidos e transformar ligações em novos leads.

Estratégia Omnichannel

A pandemia fez com que muitos estabelecimentos comerciais fechassem as portas, passando a atender apenas com a loja on-line. Outros ampliaram os canais, abrindo estratégias de venda por WhatsApp, delivery e drive-thru. Para Pacheco, adotar novos canais não significa abandonar os tradicionais. Segundo ele, um canal considerado ultrapassado por uma faixa da população pode ser o mais utilizado por outra. O telefone é um exemplo disso. Um levantamento da PhoneTrack mostrou que as ligações telefônicas voltaram a fazer parte da jornada do consumidor. Em 2016, 41% dos consumidores usavam o telefone para entrar em contato com uma empresa após pesquisa on-line. Em 2020, esse número saltou para 60%. Com cada vez mais canais de comunicação e venda, é importante estar onde o consumidor estiver, seja on-line ou off-line. “Mas é bom lembrar que as estratégias não podem ser as mesmas para todos os canais, pois cada um tem a sua particularidade e, às vezes, um público bem específico”, ressalta.

Vendas em Redes Sociais

Cada vez mais, as mídias sociais, além de exercerem papel fundamental na execução de estratégias de marketing, também acabam ajudando na ampliação das vendas. Recentemente, o Instagram implantou o social commerce, que permite às lojas venderem seus produtos na rede social de forma parecida com os marketplaces da web. “A estratégia atrai o consumidor para a conversão dentro das próprias plataformas das redes sociais”, afirma José Paulo Trigueiro, da Agência MKT Real. Segundo ele, em 2022, a tendência é que essa tecnologia seja ainda mais adotada e receba melhorias que impactem positivamente para empresas e clientes.

Holistic Health

A pandemia também fez as pessoas valorizarem mais a saúde e o bem-estar. Nesse sentido, o conceito de holistic health é usado no marketing e nas vendas para entender a saúde do consumidor de forma ampla, sob diferentes aspectos que representam o bem-estar. “É se reconhecer como um todo: somos a resultante de saúde física, mental, emocional, social, intelectual, e espiritual. A pandemia escancarou essa necessidade da gente se ver num contexto maior, e como seres complexos. No marketing não será diferente”, afirma a gerente de marketing da Jasmine Alimentos, Thelma Bayoud.

Comunicação interna

“É importante entender as pessoas, sua individualidade, suas dores e personalizar a comunicação, principalmente com o público interno, que é o principal cliente de organizações de qualquer segmento”, ressalta Cristiano Caporici, CMO da Tecnobank, empresa de tecnologia para negócios. Ele diz que a pandemia, o isolamento social e o trabalho remoto revelaram a importância da comunicação interna para o bom andamento das atividades da empresa. “Mesmo que o trabalho volte a ser 100% presencial, a lição aprendida com a pandemia é que a comunicação interna reflete diretamente nos resultados da companhia”, garante Caporici.

Proteção e segurança de dados

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a crescente sensibilidade dos clientes tornam a proteção e a segurança de dados um desafio importante para as empresas que processam dados pessoais para fins de marketing e vendas. De acordo com Rogério de Lorenzo Leal, gerente de marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, a mudança desse paradigma, no qual os dados pessoais passam a ser cada vez mais entendidos como propriedade da pessoa e não das empresas, irá impactar muito todos os setores. “Tarefas que antes eram naturais para o mercado agora não poderão mais ser executadas sem o devido consentimento do consumidor. Como estamos vivendo um cenário no qual a venda on-line tem desempenhado vertiginoso crescimento, e nesse ambiente virtual a coleta de dados é fundamental, as empresas precisam estar conscientes dos reflexos que a nova legislação impõe antes de estruturar suas ações e estratégias comerciais”, alerta Leal. Numa sociedade em que dados estão se transformando no novo petróleo, todo o mercado será muito impactado e exigirá das empresas maiores investimentos e estudos nesse setor.

Marketing interativo

Um site bom, funcional e responsivo, projetado para oferecer a melhor experiência possível ao usuário, sempre foi essencial. No entanto, isso se tornou ainda mais fundamental com a pandemia. “Agora é necessário ir mais longe e pensar em novas iscas para atrair tráfego para o site da empresa”, alerta Cesar Cantarella, CEO da DealerSites, startup que atua no segmento de e-commerce no setor automotivo. Para ele, no caso da negociação de compra e venda de um carro, por exemplo, a aposta é adicionar elementos interativos ao site, abrindo espaço para o cliente ser ouvido e fazer a sua proposta. “Quando o cliente tem a chance de, no próprio site da concessionária, abrir uma ferramenta que o permita pesquisar o valor de mercado do seu carro usado e apresentar as suas condições de negociação, isso acaba sendo determinante para a conversão”, ressalta.

Transparência

“Anunciar um produto sem o valor é o mesmo que criar um perfil nas Redes Sociais sem foto”, compara Cantarella. Segundo ele, o marketing on-line deve ser transparente – sob o risco de perder o cliente para sempre. “No caso de automóveis, por exemplo, o site da concessionária é um canal para pesquisa de preços e modelos, além de relacionamento entre vendedor e consumidor. Se o preço não está lá, a confiança do cliente na empresa é abalada, pois ele busca informações claras e diretas, sem enrolação e sem ter que procurar muito”, ressalta. O tráfego nos sites de concessionárias aumentou 35% durante a pandemia, segundo estudo da DealerSites.

Responsabilidade Social

Uma coisa que a Covid-19 acelerou é a percepção da necessidade dos consumidores de que as marcas sejam mais socialmente responsáveis. “É cada vez mais comum consumidores utilizarem-se das redes sociais e da cultura de cancelamento para boicotar marcas corruptas, preconceituosas, que agridem o meio ambiente ou maltratam animais, por exemplo”, explica Eliziane Gorniak, diretora do Instituto Positivo. Porém, ela ressalta que é essencial que a empresa tenha autenticidade e coerência nas ações de responsabilidade social que se propuser a fazer, antes de anunciar ao mercado.

Um grande bate papo entre Luc Speisser, Global Chief Innovation Officer na Landor & Fitch, e Nachson Mimran, Co-founder & CEO na To.org, sobre o poder da marca e da criatividade na sustentabilidade. O debate no Web Summit foi aberto, trazendo como ponto de partida o papel das marcas frente aos seus consumidores, o quanto precisam ser mais ativas e ter uma causa muito bem definida, e a importância da sustentabilidade na construção de sua narrativa.

Poucas são as marcas que se destacam em suas narrativas de sustentabilidade e muitas parecem ter simplesmente aderido ao movimento por medo de perder mercado. “É necessário parar de olhar para a sustentabilidade como um custo e ter a visão de investimento que precisa entregar ROI, e para fazer isso, precisa-se olhar para o poder de uma marca para realmente se diferenciar no mundo de hoje. Por meio de uma abordagem liderada pela marca, os investimentos em sustentabilidade de uma empresa podem gerar impacto em sua própria maneira distinta e única, e assim criar preferência de valor para os seus consumidores”, destacou Luc.

Nachon reforçou a importância das marcas assumirem a responsabilidade pelo mundo, que se tornou uma pauta de extrema urgência, enfrentando as mudanças climáticas, as crises humanitárias, entre outros assuntos de relevância para a comunidade global, pois o planeta clama por mudanças na postura do ser humano, e as marcas podem ser grandes porta-vozes na defesa desses temas emergenciais junto aos seus consumidores.

O encontro dos executivos foi um debate atualíssimo e que reforça o quanto o consumidor já não compra mais produtos e serviços, e sim, experiências com significado e a possibilidade de reforçar laços com o planeta, estando a frente das tendências de consumo dos próximos anos.


Por Lucas Lima

Fonte: Blog Midiaria.com: www.midiaria.com/blog

Leia mais sobre o Web Summit neste link.

Por que não pensar em brand experience e criar uma playlist que reforce seus atributos e personalidade?

Foi o que a Tegra Incorporadora, empresa do grupo canadense Brookfield, fez. A empresa criou seleções musicais no Spotify que reforçam o conceito de seus empreendimentos, apresentando ambientações musicais para os seus lançamentos imobiliários.

A estratégia, que amplia a atuação digital da marca, contou também com playlists temáticas para ambientar momentos cotidianos dentro de casa, tudo a ver com o universo da marca Tegra. São trilhas sonoras para valorizar as experiências dentro de casa, segundo a empresa.

“As playlists criam um vínculo afetivo. Por meio da curadoria de músicas, queremos proporcionar experiências agradáveis para acompanhar a rotina das pessoas, que, hoje, passam muito mais tempo dentro de casa. Já os lançamentos da Tegra remetem a diferentes personalidades e estilos de vida, por isso cada um deles agora tem sua própria seleção musical” _Flávia Schmidt, gerente geral de marketing da Tegra.

Saiba mais sobre o projeto para alimentar as ideias:

“Investiremos em playlists e em podcasts que possam enriquecer a jornada dos clientes Tegra. Queremos entregar mais do que um produto imobiliário. Buscamos oferecer uma experiência completa”, reforça Flávia.

  • Totens com “spotify codes” para as playlists foram distribuídos nos estandes de venda dos empreendimentos da Tegra e nos materiais promocionais dos lançamentos. Acesse aqui pelo link direto.

São 3 playlists temáticas com foco em qualidade de vida estão disponíveis no perfil da companhia:

  • A seleção “Café e Música” tem canções acústicas que ambientam as primeiras horas do dia, com sucessos de artistas como The Cardigans e Caetano Veloso.
  • A playlist “Cozinhando e Cantando”, com clima de karaokê, traz hits que vão de Bon Jovi a Marisa Monte.
  • A lista “Jazz e Foco”, idealizada para quem atua em home office, é mais serena e sofisticada, com canções de Miles Davis, Herbie Hancock, entre outros artistas.

Alguns lançamentos da Tegra em São Paulo e no Rio de Janeiro já contam com temas musicais:

  • Edifício Gravura Perdizes: de perfil familiar, tem uma playlist que remete a um estilo de vida tranquilo e momentos de inspiração, com obras de artistas da MPB como Gilberto Gil e João Donato.
  • Neo Brooklin: próximo à agitação corporativa, aposta no ar urbano de Nova York, com uma seleção que passa por Alicia Keys, Lou Reed e MGMT.

George Slefo, editor do The Trade Desk, promoveu um bate papo com a CMO da Mars, Jane Wakely, sobre os temas Marketing de Responsabilidade e Greenwashing, temas de grande relevância e de debate dentro das principais companhias do mundo.

Conceitualmente o Marketing de Responsabilidade corporativo tem como objetivo criar uma união entre os interesses da sociedade e os das empresas, no qual a organização fica preservada e são produzidos benefícios à comunidade, além de produzir vantagem competitiva e o desenvolvimento de novas estratégias de negócios, como também uma maior aproximação com os consumidores que buscam por marcas defensoras de causas.

Já o greenwashing, que na tradução literal significa “lavagem verde” ou “pintado de verde”, pode ser praticado por empresas e indústrias públicas ou privadas, organizações não governamentais (ONGs), governos ou políticos, consistindo na estratégia de promover discursos, anúncios, ações, documentos, propagandas e campanhas publicitárias sobre ser ambientalmente/ecologicamente correto (ser uma instituição eco-friendly), e a intenção principal é relacionar a imagem de quem divulga essas informações à defesa do ambiente, com medidas reais que colaborem com a minimização ou solução dos problemas ambientais. O greenwashing, no final do dia, é como uma propaganda enganosa (uma imagem é passada, porém, a realidade é outra).

“Hoje, boa parte do meu trabalho está em traduzir metas de sustentabilidade em roteiros de inovação, privacidade de dados essenciais, responsabilidades em mídia social e investimento responsável em mídia”, destaca Jane. Ou seja, o tópico sustentabilidade é o direcional estratégico e diário que precisa ser colocado à frente das estratégias da companhia, buscando criar atributos, conexão com os consumidores e acima de tudo insights com foco na inovação, o que nos mostra que a sustentabilidade deve estar nos questionamentos para qualquer tomada de decisão de negócios a partir de hoje.

O jornalista perguntou à executiva uma definição mais clara de Greenwashing, e ela trouxe de forma muito simples: “Podemos definir como uma lavagem verde, e na pior das hipóteses é quando uma empresa ou marca faz uma afirmação que não pode comprovar – é também onde uma marca se associa pela causa, ela toma emprestado o patrimônio sem ter uma ação concreta”.

Marketing de responsabilidade na prática

Em linhas gerais é como uma empresa “abraçar” a causa das mudanças climáticas no planeta para se passar de “green- friendly” e na prática não ter nenhuma ação efetiva.

“Na Mars, acreditamos que o crescimento precisa ser mais sustentável para o planeta e a sociedade. E em 2017, lançamos nossos investimentos sustentáveis em um plano de geração de bilhões de dólares para melhorar nosso impacto sobre as mudanças climáticas. E o diferencial é a maneira como pensamos sobre tudo isso: empresas como os governos precisam intensificar e fazer seus devidos trabalhos para solução mais profundas do mundo”, reforça a executiva.

Wakely complementou: “Estamos em uma emergência climática e temos realmente mais uma década para definir nosso planeta pela causa certa. O que fizemos recentemente na Mars foi aprofundar nossos compromissos com o clima e lançamos no mês passado o compromisso com o Zero Líquido de Gases de Efeito Estufa até 2050, com uma visão baseada na ciência, e um trabalho justo e muito bem definido para resolvê-lo”.

Trata-se de uma discussão muito ampla, mas procurei trazer as principais definições como insights para quem quer se aprofundar nesse tema para as organizações, mas que precisam ser levados a sério por meio de ações que sejam concretas e reais. Fora desse contexto é o famoso “chover no molhado” e se “pintar de verde”.


Por Lucas Lima

Fonte: Midiaria.com 

Leia mais sobre o Web Summit neste link.

Imagine a seguinte situação: você tem um bom produto e precisa crescer. Mas você não tem uma estratégia forte para redes sociais. E o público está encontrando os seus concorrentes, mas não a sua marca. Isso é um pesadelo para qualquer empresário. Essa realidade é muito comum.

A boa notícia é que isso é algo que dá para ser resolvido em um curto período de tempo se você tiver os parceiros corretos.

De pronto há duas opções: terceirizar ou contratar internamente. Na primeira delas, se pode economizar tempo e não há a dor de cabeça de negociar, revisar, treinar o especialista e acompanhar os conteúdos.

Já a segunda opção, contratar internamente, leva a mais gastos mas pode ser vantajosa a longo prazo.

Foi isso que a startup Company Hero, plataforma de soluções digitais, percebeu e busca agora solucionar com seu mais recente produto: pacote de posts para redes sociais.

Simplificar e derrubar barreiras burocráticas de processos já é algo caro à Hero. Desde 2018, a startup já ajudou mais de 5 mil empresas a migrar do físico para o digital com suas soluções: abertura de empresas, endereço fiscal e comercial e soluções em legalização de empresas e registro de marcas.

Agora também ajuda seus clientes com marketing digital. O objetivo da Hero é facilitar a experiência complicada que qualquer empreendedor(a) tem na busca por ter posts de qualidade sendo criados para sua marca.

A importância de postar conteúdo relevante e fortalecer sua marca.

As redes sociais abriram muitas portas e oportunidades para as marcas de todos os tamanhos e perfis. Ter uma presença consolidada nas redes sociais não é mais uma exclusividade dos grandes nomes do mercado.

O ponto principal é a descoberta de que seu mercado (clientes em potencial e concorrentes) muito provavelmente já está lá. Plataformas como Facebook, Instagram e LinkedIn (e outras) transformaram e continuam transformando a forma como todos nós nos comunicamos.

As pessoas passam horas lendo seus feeds de notícias em diferentes momentos do dia e mais do que nunca é decisivo para as marcas agregar valor nesse momento.

Estudos já mostraram que pelo menos 38% dos consumidores avaliam a presença digital de uma marca dentro do seu processo de compra (fonte: Sprout Social).

“Nós somos impactados todos os dias por marcas nas redes sociais sem nem percebermos. É difícil pensar, hoje, num cliente digital que não faça uma mínima pesquisa sobre seu negócio por lá.” nos contou Lana Nascimento, Líder de Produto da Company Hero.

Mas esses mesmos fatos também nos levam a outro ponto: as pessoas surfam por seus feeds em busca de valor e não para receber ofertas diretas.

Publicações personalizadas e com uma identidade visual agradável e profissional é fundamental para você se destacar, gerar credibilidade e claro, vender mais! Além disso, o conteúdo é muito importante e é ele que vai prender o seu público e aumentar as chances dele consumir o que você publica com muito mais frequência.

Existem várias formas de produzir conteúdos interessantes:

1. Dicas
2. Top 5 diferenciais do seu produto
3. Depoimento dos seus clientes
4. Bastidores da sua marca
5. Tendências do mercado que você atua
6. Notícias relevantes

Por que postar:
  • Sua audiência e seus concorrentes já estão lá, assim como uma grande oportunidade de ser conhecido por novos públicos
  • Entregar valor de forma gratuita e fidelizar cada vez mais sua audiência
O que postar:
  • Conteúdo diversificado (educativo, de engajamento ou sobre sua marca) e personalizado
  • Arte, texto e hashtags (posts com arte podem gerar até 190% a mais de engajamento do que apenas texto)

Postar diferentes tipos de conteúdo para o seu público fortalece a sua marca

Outro ponto que a Company Hero descobriu com pesquisas sobre esse mercado é que, para ter uma estratégia consistente nessas plataformas, é preciso publicar toda semana, no mínimo.

“Para você ter uma ideia, apenas considerando o algoritmo Edgerank, do Facebook, a cada 100 seguidores seus, 20 são impactados. Se você não possui uma frequência alta de postagens, e postagens que sejam de qualidade e gerem impacto e engajamento nos seus visitantes virtuais, você ficará para trás. Nem sempre é fácil para as pequenas e médias empresas, com operações pequenas e times enxutos, realizar toda a criação, planejamento e execução dessa estratégia.”, explicou Lana.

A Company Hero aposta numa estratégia de marketing nas redes sociais que consiste em conteúdo educativo, de engajamento e de publicidade.

Todos seus pacotes de posts são criados com base na estratégia para diversificar ao máximo o conteúdo publicado em qualquer página nas redes sociais. Dessa forma, a audiência não recebe apenas posts sobre produtos e serviços, com intenção de venda, mas recebe informações e dicas úteis que agregam valor ao seu dia a dia e estimula comentários, likes e compartilhamentos.

Toda a operação é feita em conjunto com uma rede de mais de 100 parceiros especialistas em marketing digital.

“O objetivo é que o cliente tenha uma experiência cômoda, apenas tendo que aprovar e ou reprovar postagens, ou com publicar ele mesmo, se essa for a opção que ele ou ela escolher.”, explicou Lana.

Ou seja, a própria plataforma se responsabiliza por treinar os especialistas, revisar os posts internamente e simplificar os processos antes da entrega dos posts prontos.

O ponto chave aqui é acessibilidade. Para começar é só entrar no site e escolher o seu pacote. No mesmo dia o processo já começa e você é informado sobre as principais etapas da produção. Essa dinâmica é versátil e beneficia muito pequenos e médios empresários, para os quais o tempo realmente vale ouro.

Como a Company Hero cria posts personalizados para qualquer marca

A Company Hero já ajudou a poupar mais de 537 mil horas e R$125 milhões dos seus clientes no processo de abertura de novos negócios e suas soluções de legalização.

Agora a ideia é ajudar a fazer o mesmo com marketing digital. O processo desenvolvido visa se destacar pela estratégia de postagem própria, também utilizada pela empresa e agora disponibilizada para seus mais de 5 mil clientes.

Você já pensou que ter as redes sociais povoada com postagens de qualidade pode ser mais fácil do que você imagina.

Acesse aqui se tiver interesse em conhecer mais e receber posts personalizados para sua marca criados pela Company Hero!


Frederico Foini: Especialista de marketing e empreendedor, apaixonado por tecnologia e por novas estratégias de crescimento de negócios e marcas. Atua na Company Hero e
compartilha sua obsessão pela felicidade do cliente, focado na missão de apoiar o
sucesso de pequenas e médias empresas.

 

Foi com a pandemia da Covid-19 que muitas empresas foram, podemos dizer, forçadas a ser adaptar à tão discutida transformação digital.

Mesmo quem não era tão a favor do trabalho remoto, da educação à distância, entre outros, utilizou a tecnologia para seguir com as atividades.

Não é de hoje que toda essa oferta digital esteve disponível no mercado para as marcas, mas com certeza muitos segmentos passaram por uma digitalização sem volta.

E o mercado de pesquisa não foge à regra, cada vez mais impulsionado por inteligência artificial, disrupção e automação. A pesquisa tradicional, como conhecida, é extremamente complexa e muitas vezes lenta. E o desafio de tornar a pesquisa mais fácil e rápida para o cliente, para que todos aqueles interessados no processo de inovação possam facilmente acessar atividades e resultados, também é um oceano a ser explorado.

A multinacional Toluna, líder em insights sobre consumidores e inteligência que atende marcas como Danone, Procter, Globo, Colgate e Ambev, é uma dessas navegantes do mar da pesquisa de mercado que usam a tecnologia como forte aliada.

Marcas, tecnologia e pesquisa de mercado na prática

“Hoje em dia, a mudança é a última constante, portanto, é mais crucial do que nunca que as empresas avaliem regularmente as percepções, sentimentos e preferências de consumidores a fim de se basear em decisões comerciais e em dados reais para alcançar o máximo de sucesso. As empresas devem ser capazes de entender como aproveitar essas valiosas informações para prever o que os consumidores vão querer e precisar agora e no futuro’’, analisa Luca Bon, gerente LATAM da companhia.

Uma das tendências de mercado é a customização cada vez maior das entregas. E quando se trata de pesquisa, envolvendo um grande volume de dados e uma realidade que exige cada vez mais velocidade e assertividade por parte das marcas, ferramentas que possam auxiliar neste desafio é um trunfo poderoso para os profissionais.

Toluna Start é uma plataforma, resultado de duas décadas de inovação tecnológica e metodologia premiada, que tem a capacidade de flexibilizar a composição das amostras e insights acessíveis em dashboards, de forma que os usuários sejam capazes de customizar os insights em cada parte do processo de coleta de dados.

Focada em machine learning e inteligência artificial, a ferramenta integra o painel Toluna de mais de 30 milhões de membros globais, servindo a seus clientes com um profundo entendimento dos consumidores, além de insights sobre o que pensam, sentem e fazem.

“Os CEOs não terão mais o luxo de esperar meses para tomar uma decisão, mas terão de agir em dias, senão em horas. E o acesso regular às informações em tempo real permitirá que os líderes operem em um novo ritmo. Agilidade é a qualidade chave que pode oferecer as organizações uma linha de vida e suporte a negócios já estáveis’’, acrescenta o executivo, reforçando a agilidade para que as marcas consigam se manter sempre competitivas no mercado.

Alguns insights da Toluna para a sua marca

  • Sintonia com a metodologia agile, otimizando fluxos de trabalho e melhorando a produtividade de projetos com foco nos quatro pilares: indivíduos e interações acima de processos e ferramentas, software funcionando acima de documentação abrangente, colaboração com o consumidor/cliente acima de negociação de contratos e respostas às transformações/mudanças, mais do que seguir um plano.
  • Conexão de informações diferentes aplicados em projetos a serem realizados em maior frequência.
  • Atualização constante do consumidor e do mercado, permitindo a detecção de novas tendências e comportamentos do mercado.
  • Monitoramento de sentimentos e necessidades num cenário que exige marcas mais humanas e empáticas.
  • Pesquisa veloz e automatizada, já que tempo e espaço podem ser encurtados e facilitados pela tecnologia.
  • Resultados de trackings que não estejam baseados apenas no ROI de campanhas passadas, mas que antecipem a força e a fraqueza de futuras gerações para que seu produto esteja alinhado com todas as demandas dos exigentes consumidores atuais, permitindo uma visão 360º.

Que todos fomos afetados pela pandemia, não é novidade, mas junto à Covid-19, vivenciamos uma enorme ‘infodemia’: uma pandemia de desinformação que tomou conta daquilo que vivenciamos, assistimos, e lemos. E isso vem fantasiado de notícia. O excesso de informações gera confusão, permite que as fake news ganhem espaço e dificulta a consistência de uma comunicação integrada e estratégica.

E quando temos uma ‘infodemia’ que acaba se alastrando mais rápido do que o próprio vírus? E o que nós, comunicadores, podemos fazer para combater este mal? O mais importante de tudo é comunicar com verdade e legitimidade. Ou seja, mesmo que você esteja falando a verdade, se não acreditar naquilo, seu interlocutor não vai acreditar e a sua marca vai perder credibilidade. Além disso, listo abaixo os dez pilares de uma comunicação eficiente que funcionam perfeitamente em tempos de incertezas, como o que estamos vivendo. São eles:

  1. Tom de voz: é preciso unidade para haver engajamento! Não posso falar com meus clientes de um jeito diferente daquele que trato com a imprensa; não posso tratar meus acionistas com teor diferente daquele que utilizo com meus colaboradores. A unidade na comunicação e o tom de voz alinhado é parte fundamental do sucesso e do engajamento.
  2. Branding e identidade de marca: se minha identidade, minha apresentação visual e meu conteúdo não forem consistentes, dificilmente terei engajamento. O respeito ao DNA da sua marca é fundamental na hora de comunicar.
  3. Inovação não precisa ser pirotecnia: é natural que, ao falarmos de inovação – seja na comunicação ou em qualquer outro âmbito corporativo -, nos lembremos imediatamente do Vale do Silício e das gigantes da tecnologia. Mas inovação não é necessariamente pirotecnia. Mais do que isso, é ter novas ideias que tragam impacto positivo na vida do seu stakeholder. Um exemplo bastante simples é inovar nos canais: se sua audiência (sejam clientes, colaboradores, parceiros, acionistas ou sociedade) não gosta de ler, o que você está esperando para começar a produzir podcasts?
  4. Antecipe necessidades: para isso, comunique-se! Pergunte, pesquise, converse, ouça, analise cases, estude dados. A máxima de que ‘o marketing não questiona necessidades, ele as cria’ é incrível! Eu vou além: se o marketing cria necessidades e se a inovação as provoca, a comunicação deve antecipá-las e solucioná-las. Ao lançar uma nova plataforma para o segmento financeiro com algum nível de complexidade, em vez de esperar que o cliente traga dúvidas, é mais eficaz desenvolver os manuais e tutoriais mais completos que ele já viu.
  5. Encontre seus embaixadores: você provavelmente conhece alguém que ama o iPhone e defende a Apple com unhas e dentes. Você, com certeza, já ouviu alguém elogiando a experiência que teve com a Nespresso. Ah, se você falar mal da Heineken para aquele seu amigo, ele vai entrar em uma briga contigo em defesa da cerveja. Sim, os brand lovers são uma ferramenta muito poderosa. E não precisamos ir para o segmento de consumo e varejo, não. Seus colaboradores, clientes e parceiros, se tiverem uma ótima experiência com seus produtos e serviços, somada a uma comunicação eficiente, clara, facilitadora e integrada, certamente serão os embaixadores da sua empresa.
  6. Dados não são mais o novo petróleo: porque hoje os dados são absolutamente tudo! E são eles que vão direcionar a sua estratégia, ser fonte para as suas análises, ser insumos para suas correções de rota. Avalie quais os dados mais estratégicos para o seu negócio e conte com profissionais e parceiros para minerá-los. E aqui, não posso deixar de dizer: olhe com muita atenção para a LGPD. A Lei Geral de Proteção de Dados é sua aliada e não sua inimiga.
  7. Teste o novo e o diferente: nunca é demais testar opções, pilotar, experimentar, implementar novidades. Para isso, uma dica importante é: construa em conjunto, crie com pessoas diferentes, busque a diversidade e a heterogeneidade. As diferenças trazem riqueza e novas visões. Mais gente diferente criando e comunicando, significa que mais gente diferente também entenderá melhor sua mensagem.
  8. Esteja atento às novidades: Pix, Open Banking, LGPD, marketing digital, estratégias de relacionamento, assistentes virtuais, ‘novo normal’. Não deixe as novidades te ultrapassarem, esteja atento e antenado. Todo bom comunicador e marketeiro deve reservar parte do seu dia para estudar. Lifelong learning não deve ser apenas um termo moderno que você cita em uma palestra ou outra.
  9. Você não precisa de tudo ao mesmo tempo: não é porque a empresa tal está no Instagram, no Facebook e na Globo que você precisa estar. Se sua marca não tem fit cultural com o Tik Tok, qual a necessidade de estar lá apenas ‘por estar’? Foco é o rei do processo estratégico.
  10. E o mais importante: as pessoas: o foco da comunicação deve ser sempre o ser humano! Uma comunicação humanizada, feita por e para pessoas. Uma máxima que sempre persigo com meus times é: digitalizar sem desumanizar.

Cristiano Caporici é diretor de Comunicação e Marketing da Tecnobank

 

 

 

Imagem: @jasonrosewell

Para entender como o LinkedIn pode ajudar a marca pessoal de um profissional, analisei as estratégias de Personal Branding dos brasileiros eleitos Top Voices LinkedIn em 2019 em estudo feito para monografia de conclusão do MBA de Marketing da USP/Esalq.

Nesse processo, foram realizadas entrevistas com quinze dos vinte e cinco nomeados. Além disso, o estudo contou com análise do perfil na rede social dessas pessoas e todas as informações colhidas foram divididas em três pilares principais, são eles: identidade, imagem e valor de marca. 

Para já dar um spoiler do que vem por aí, um ponto foi comprovado: estar ativo no LinkedIn é extremamente positivo para um profissional, mas só isso não necessariamente será suficiente para você atingir seus objetivos.

SUA MARCA PESSOAL JÁ EXISTE

Independente do que já faz conscientemente ou não, sua marca pessoal já existe, sabe por quê? Em todos os meios que você está presente, as pessoas já possuem uma percepção de quem é você, do que deseja, da confiança que sentem, se você é uma referência ou não e em qual assunto.

Por isso, segundo Arthur Bender, Personal Branding é a gestão da sua marca pessoal, ou seja, é você construir, de forma estratégica como quer ser reconhecido. Sem essa estratégia estruturada por trás, você pode estar passando uma mensagem que não está alinhada aos seus objetivos. 

No estudo ficou evidente que os Top Voices que têm maior clareza dos seus objetivos, ainda que não tenham uma estratégia estruturada por trás, conseguiram aproveitar muito mais as oportunidades que o título trouxe. O motivo é justamente o fato de conseguirem transmitir para a audiência deles, com mais consistência, o que almejam na vida profissional.

Dessa forma, fica clara a importância de trabalhar as estratégias para ter uma marca pessoal a seu favor e que impulsione a conquistas dos seus objetivos. Contudo é preciso conhecer a base da estratégia, pois é isso que impulsionará suas conquistas e te ajudará a atrair oportunidades relevantes para você.

A BASE DE UMA BOA ESTRATÉGIA

Para realizar o estudo e compreender as estratégias de marca pessoal, foram colhidas informações que compõem os três pilares principais, extraídos e agrupados a partir do livro Personal branding: Construindo sua marca pessoal, de Arthur Bender.

1. Identidade de Marca: saiba quem você é e o que você quer

Esse é o primeiro pilar e considero como o mais importante. Formado pelo autoconhecimento, clareza dos objetivos e propósito de um profissional, esses elementos compõem o DNA da marca. 

Durante o estudo ficou evidente o quanto ter esse pilar fortalecido pode impactar os demais. Conhecer o que em você constitui esses elementos torna sua estratégia muito mais consistente e assertiva, principalmente porque as suas escolhas, o que você transmite e oportunidades que busca, tendem a estarem alinhadas ao seu propósito de vida.

2. Imagem de Marca: entenda a percepção dos outros sobre você

Nesse pilar o objetivo é diminuir a dissonância entre o que você é e como os outros veem. Por isso, no estudo foi avaliado a clareza do profissional sobre como as pessoas o vêem e como essa pessoa realiza o planejamento estratégico de sua marca pessoal.

Acredito que a principal contribuição deste pilar na estratégia é colher respostas de quem está a sua volta sobre o seu posicionamento. É como ter um termômetro se as suas ações estão indo a favor ou não do que você quer construir para si e ter uma plano de ação montando para progredir em suas conquistas.

3. Valor de Marca: como potencializar sua estratégia para crescer

São todos os movimentos táticos que podem impulsionar a carreira do profissional. Para isso, considerou-se a autoridade em determinado assunto, o diferencial dentro do segmento que atua e a importância do networking no fortalecimento da marca pessoal.

É interessante compreender que esse pilar é extremamente estratégico, por isso saber usar os elementos a seu favor fará toda a diferença. Não é fácil encontrar o seu diferencial, visto que ele também tem que atender demandas do mercado, nem é fácil ter relacionamentos e parcerias que somem ao que você almeja. Por isso, ter os outros pilares fortalecidos e reforçar sua autoridade é essencial para trazer maior credibilidade e consistência aos outros elementos desse pilar.

LINKEDIN É UMA FERRAMENTA IMPORTANTE

Ao construir a sua identidade de marca e entender com clareza seus objetivos, você terá os insumos para construir o seu planejamento estratégico de carreira. Nele é importante considerar que todas as ações que você irá tomar estejam alinhadas com seu objetivo final, com o seu propósito.

Para isso, avalie quem são as pessoas que você quer se comunicar, quem são as pessoas referência no seu segmento e que já alcançaram o que você almeja, quais experiências você quer viver, quais conhecimentos são importantes obter, quais as tendências do seu mercado…Enfim, aqui há uma enorme variedade de pontos a serem compreendidos.

Nesse momento você pode estar se perguntando o que o Linkedin tem a ver com isso, né? Reflita comigo, em qual outro lugar você consegue obter esse tipo de informação de pessoas que você nem mesmo conhece e ainda se conectar com elas? É por isso que o Linkedin pode te ajudar tanto a conquistar seus objetivos, se você usá-lo de forma estratégica.

Por isso, aproveite esse espaço para se conectar com pessoas, para aprender com quem já passou pelo caminho que você deseja trilhar, e aqui não estou falando de necessariamente conversar com essa pessoa, mas de acompanhar as postagens e entrar no perfil dela e entender o que ela já fez na vida, entre em grupos para discutir assuntos da sua área e entender como pensam os profissionais que atuam no seu segmento e compartilhe o que você faz, qual seu sonho, onde quer chegar para que outras pessoas te ajudem na sua trajetória.

Estar ativo no Linkedin é uma forma de reforçar diariamente para a sua rede quem é você, o que você faz e qual o seu sonho. Por isso é tão importante estar ativo na rede, se você já souber fazer isso de forma relevante e estratégica melhor ainda! Se não, tome consciência do que precisa para ser mais assertivo enquanto dá os primeiros passos na rede, não adie para depois porque oportunidades podem surgir.

ASSUMA O PROTAGONISMO

O primeiro passo de todos é entender o que você quer, qual seu objetivo e propósito de vida. Com isso claro, o segundo passo é compreender seus pontos fortes e aqueles que você precisa desenvolver para atingir o que deseja.

Não é fácil dar esses primeiros passos, mas com certeza é preciso AGIR! Se você já tem consciência deles, o que você está fazendo para atingir o que almeja? Se você ainda não tem, o que está fazendo para descobrir? Ficar parado é o que não dá! Experimente, busque, converse com outras pessoas, vá atrás do seu autoconhecimento e assuma as rédeas da sua carreira.

Personal Brading tem como objetivo final te ajudar a se diferenciar e se destacar no mercado de trabalho, mas para isso é preciso assumir o comando da sua carreira.


Amanda Peconick: Publicitária e Especialista em Marketing, com aproximadamente 10 anos de atuação e experiência em diferentes estratégias de Marketing Digital. Tenho como missão ajudar as pessoas a criarem as oportunidades que almejam ao ajudá-las a impulsionar seu desenvolvimento.

Como tudo começou?

A VisaBrand começou em novembro de 2019, quando a já formada em design de interiores Raphaella Almeida apresentava seu segundo projeto de conclusão de curso, dessa vez em Gestão de Economia Criativa.

Já com trabalhos desenvolvidos na área de interiores, a designer queria explorar novas rumos que a permitissem desenvolver algo que se complementava ao seu trabalho e até mesmo dando fruto a novos projetos, como a VisaBrand.

Um desejo de fazer diferente sem deixar de lado seu propósito em auxiliar mulheres que decidem viver de seus próprios trabalhos e ideias e escolhem não viver de cargos em empresas, mas sim de si mesmas. São mulheres que, assim como Raphaella, enfrentam diariamente barreiras por serem quem são.

A ideia foi unir conceitos, pontos de vista, vivências, autoconhecimento e o desejo de ver a mudança que tanto queremos ser, em um único formato de trabalho.

Sobre a Raphaella

Raphaella gosta de dizer que veio ao mundo com o propósito: “I WAS CREATED TO CREATE.”

Desde nova o desejo de criar, construir, ajudar e inovar era forte e foi o que a direcionou por todas as áreas em que passou. Quase 10 anos criando através do Design de Interiores e, agora, da gestão criativa. No entanto, a designer ainda sentia falta de criar tudo com um toque mais seu, com o propósito que estivesse mais alinhado com a mulher que vem se tornando.

Empreender foi o caminho, e hoje orienta mulheres a se desenvolverem de duas formas, uma em um estúdio de beleza em sociedade com sua mãe, Cida Almeida, e a outra na VisaBrand, onde ajuda na gestão das marcas pessoais dessas mulheres. Ambos projetos trabalham com princípios como, autenticidade, autoconhecimento, valorização de suas histórias e o conceito do visagismo.

A principal bandeira e uma nova forma de se encontrar

O principal compromisso que deu início à VisaBrand, foi a importância em se falar, desconstruir e lutar contra os padrões de beleza estabelecidos na sociedade contemporânea.

Vivemos a constante exigência de se enquadrar nos novos padrões, em questão a estética feminina, mulheres de todas as classes sociais e lugares do mundo se veem em situações onde são cobradas a serem, usarem, comprarem, aquilo que não as representa. Essa constante exigência produz um culto ao corpo e à beleza de uma forma que gera grande angústia, ansiedade e medo constante em não fazer parte de algo. A indústria, através dos meios de comunicação, encarrega-se de criar desejos e reforçar imagens padronizando ideias de beleza, quando na verdade deveriam mostrar representações diversas corporais sinalizando como nós, humanos, estamos em constante transformação.

As transformações atuais carregam fatores que marcam uma nova revolução, cada vez mais rápida, e com um forte impacto de longo alcance. A busca por novas formas de ser relevante além do produto que vende acontece principalmente com uma ruptura dos padrões que estão presentes em vários momentos. Com um número cada vez maior de brasileiros que se identificam como influenciadores, sem limitações geográficas a mescla de opiniões, movimentos, tribos e influência sobre diversos assuntos é enorme. Criando assim, uma forte corrente de reciprocidade, respeito e interação a partir de interesses comuns. Grupos que antes não tinham voz estão se expondo cada vez mais nas redes e se tornando autores do conteúdo e produtos que eles tanto queriam ver e que se identificam.

Um conceito ainda desconhecido

O visagismo é um conceito e não meramente uma técnica. Pouco comentado, o visagismo para muitos se trata de uma técnica e uma boa ferramenta para trabalhar a estética, mas possui uma verdadeira grandeza que permite que profissionais atendam às necessidades de seus clientes com uma profundidade jamais vista. Resgatando, assim, o indivíduo da massificação e da uniformização, integrando a beleza e estilo a uma identidade própria e o auxiliando a encontrar e trilhar novas perspectivas, seja na vida pessoal quanto na profissional.

Além disso, pode ser muito bem aplicado hoje na sociedade contemporânea em que vivemos, onde a cada dia busca-se a personalização, valores e propósitos das marcas ainda mais claros. Com conceitos pouco explorados, o visagismo lida diretamente com a psicologia da imagem, sendo fundamental uma consultoria presencial, diferenciada de consultorias de imagem, ou assessoria.

Na prática, o visagismo funciona com uma consultoria onde se destaca às principais características do cliente, físicas ou de personalidade. Com medições no rosto, com o uso de um paquímetro, definimos os formatos/desenhos (de queixo, nariz, boca, olhos…), sendo de grande importância ser realizado com cuidado e atenção, pois com essas informações descobrimos os temperamentos de cada cliente e a resposta para grande parte de suas atitudes, desejos e formas de se comunicar com o mundo.

Temos 4 categorias em que podemos classificar o cliente: sanguíneo, colérico, melancólico e fleumático. Todas as pessoas apresentam partes das características destes temperamentos, mas em graus diferentes. Esses temperamentos existem apenas como base para se enquadrar melhor as características e personalidade das pessoas, não existe com o intuito de colocá-las em grupos ou pré julgá-las, mas sim de ajudar a melhorar alguns pontos.

É preciso pensar em cada pessoa como única, um ser individual, um ser humano em busca de autoconhecimento e direção, para trilhar novos caminhos. E o que o torna essa pessoa única, e a distingue dos demais, não é sua profissão ou as roupas que usa, mas sim suas características pessoais, personalidade, estilo de vida seus sonhos e desafios.

Construindo a partir de uma união

Visagismo + Branding Pessoal, reforçando o autoconhecimento feminino e desconstruindo padrões de beleza para empoderar o Branding Pessoal de empreendedoras. VisaBrand vem trabalhando a linguagem visual através dos arquétipos, desde o logo em que transmite o poder e resultados dessa união, como também detalhes e personalidade da Raphaella.

O futuro da VisaBrand

Trabalhar na expansão da marca para ainda mais mulheres, mantendo o propósito e valores que nos conectam a elas.

E esses passos já começaram a serem dados, contando com as clientes que vem surgindo e da presença no V Congresso Internacional de Branding.

É preciso investir tempo no planejamento, aprendizado e atualizações constantes, estando cada vez em mais lugares, compartilhando esse universo de conceitos e métodos juntos.


Raphaella Almeida: Designer e Gestora, apaixonada por empoderar, desafiar e vivenciar o melhor que existe em ser mulher. Criou a VisaBrand e se dedica a ajudar mulheres empreendedoras a enxergar, vivenciar e se apropriar de suas histórias para transformar o mundo.

Em meio a uma pandemia global que atinge todo o planeta de maneira devastadora, contaminando mais de 26 milhões de pessoas e matando quase 900 mil, e durante uma das mais intensas crises econômicas já vividas nas últimas décadas, com o PIB do 2º trimestre caindo a -9,7%, o brasileiro encontrou uma maneira de rir e fazer meme.

E a responsabilidade é de ninguém menos que o próprio Banco Central, que resolveu lançar uma nova cédula de real, no valor de R$ 200, tendo como símbolo o lobo-guará, animal que faz parte de nossa fauna e que, agora, integra o ‘time’ de representantes de nossa moeda, formado também por tartaruga-de-pente (R$ 2), garça branca (R$ 5), arara vermelha (R$ 10), mico-leão dourado (R$ 20), onça-pintada (R$ 50) e garoupa (R$ 100).

Nosso querido beija-flor, que ilustrava a nota de R$ 1, saiu do grupo em 2005, quando a cédula deixou de ser fabricada no Brasil.

Não bastasse toda a ‘campanha’, tipicamente brasileira, clamando pelo uso do vira-lata caramelo como mascote da cédula de R$ 200, o debate sobre a nova nota foi muito além. E isso nos traz cinco grandes reflexões.

O deboche como estratégia de marketing

Se o brasileiro quer o vira-lata caramelo como protagonista da nova nota, afinal, nenhum outro bicho representa tão bem o nosso país, o Banco Central, debochado, criativo e inteligente, usou o famigerado a seu favor. Primeiramente, ao dizer que cogitava, sim, trazer o canino para a cédula. Mas, na verdade, a ‘ação relacionada ao animal’, citada pela diretora de administração do BC, Carolina de Assis Barros, referia-se à campanha de lançamento, divulgada nas redes sociais do órgão. Na peça, um vira-lata caramelo pede para a população receber o lobo-guará (ou ‘caramelo do serrado’) com carinho.

É sempre bom lembrar a importância do branding

Entre os assuntos mais comentados após a divulgação da nova cédula, seu layout foi, com certeza, o principal. E aqui, não estou falando – ainda, fica para o próximo item – sobre estética, mas sim sobre branding e alinhamento de marca. A diferença entre fontes, elementos tamanho e estrutura é bastante perceptível em relação às demais notas. Nunca é demais relembrar que nós, profissionais de comunicação e marketing, temos um compromisso com a unidade de nossas marcas e produtos, e, geralmente, os reflexos causados por desalinhamentos de KV são imediatos. Mas, o branding vai além do aspecto visual, pois está diretamente ligado à identidade e à gestão de uma marca, e isso impacta até mesmo no posicionamento estabelecido por uma corporação.

Não subestime a estética

E agora sim, além do branding, a estética como um todo. O lobo-guará utilizado na representação está em uma posição desfavorável, com aplicação que remete a imagens de baixa qualidade e com composição que prejudica sua visualização. Isso, claro, sem citar o ‘arbusto’ destoante localizado acima da grafia ‘duzentos reais’. Independentemente de questões de segurança – que são, claro, absolutamente indispensáveis -, não podemos subestimar a estética de qualquer item, seja marca, produto, embalagem ou acessório.

Qual a necessidade disso… agora?

São diversos os argumentos utilizados para justificar a criação da nota de R$ 200 neste momento. Mas, não podemos desconsiderar a crise econômica pela qual o Brasil está passando. E com isso, vem a pergunta: precisávamos destes custos de produção na Casa da Moeda em pleno período de pandemia? E ainda sobre o lançamento da nova cédula, deixo para os colegas de compliance a reflexão sobre potencial aumento de crimes como corrupção e lavagem de dinheiro, que são comumente facilitados com uso de notas de maior valor.

Use a ‘fábrica de memes’ a seu favor

E por último, o principal aprendizado: planejar uma boa estratégia de marketing no Brasil sem levar em consideração que somos a maior fábrica de memes do planeta é quase impossível. Nesse sentido, o Banco Central soube aproveitar muito bem a repercussão – que poderia ter tomado uma conotação negativa – a seu favor. Trazer o vira-lata caramelo para sua campanha de lançamento foi uma das maiores sacadas da publicidade brasileira em 2020.

Se depois de seis meses de isolamento social e de números tão assustadores (seja na pandemia ou na economia) nós encontramos na nova nota de R$ 200 razões para nos distrairmos, que assim seja.


Cristiano Caporici é diretor de Comunicação e Marketing da Tecnobank