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Branding Pessoal

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Desenvolver uma marca pessoal envolve cultivar e tornar perceptível diferentes atributos de personalidade. Um dos atributos mais úteis profissionalmente e que você deve considerar adicioná-lo ao seu perfil é o da assertividade.

Assertividade é uma forma de se comunicar clara, simples e direta. É o meio do caminho entre a comunicação passiva e a comunicação agressiva.

Algumas pessoas são caracterizadas pela sua passividade. Recebem o rótulo de “Maria vai com as outras”, um atributo não muito legal de fazer parte da sua marca pessoal. O comportamento passivo é aquele em que a pessoa prefere não se posicionar nas discussões. Baixa a cabeça e deixa que os outros decidam o rumo das coisas. Claro, eventualmente fará sentido deixar a discussão. Especialmente quando não se domina o assunto. O problema é quando isso se torna uma regra.

Por outro lado existe a comunicação agressiva. Aquela em que a pessoa tenta forçar sua vontade sobre as outras. Utiliza vocabulário e tom de voz intimidador. Em alguns casos chega até mesmo a praticar bullying como forma de auto-afirmação. Esta também não é uma forma de se comunicar adequadamente no ambiente profissional. Mais provavelmente o que você irá conseguir é que as pessoas se afastem de você e não aceitem as ideias impostas.

A assertividade é uma solução alternativa mais adequada. Significa abandonar a passividade e participar. Se posicionar a respeito dos temas em discussão. Ao mesmo tempo fazer isso de forma respeitosa e disposta a ouvir a opinião dos demais. O comportamento assertivo é muito mais colaborativo. Ajuda você a conquistar respeito dos colegas pela sua capacidade de colaboração.

A seguir algumas dicas de como você pode desenvolver um comportamento mais assertivo tornando-o parte da sua marca pessoal.

Por Juan O’Keeffe: bacharel e mestre em Administração de Empresas e tem vasta experiência atuando em empresas multinacionais de grande porte. Escreve sobre desenvolvimento pessoal no blog Evolução Pessoal.com.br.

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Ter uma marca pessoal forte é essencial para quem deseja passar uma determinada percepção sobre si. Entretanto, é preciso trabalhar o personal branding, ou seja, a forma como gerenciará a sua marca. Afinal, de que adianta se esforçar para construir uma imagem se ela não for divulgada ou conhecida?

Quando você investe no seu personal branding, as oportunidades de negócio aparecem e sua rede de relacionamentos se amplia. Seu trabalho começa a ser reconhecido por profissionais da sua empresa e de outras e se torna uma referência no seu segmento.

Se está no início desse processo, precisa saber qual a melhor forma de investir no seu personal branding para não errar. Se começar fazendo o certo, no futuro terá muito menos desgaste para arrumar os pontos falhos e sua marca estará muito mais forte.

Como sei que o começo de tudo é sempre mais difícil, separei algumas dicas para te ajudar. Confira!

Cause uma boa impressão

Não importa se presencialmente ou online, sempre deixe uma boa impressão sobre a sua marca pessoal. Pense qual imagem deseja transmitir e invista nela.

Nos encontros presenciais deixe que as pessoas percebam a sua simpatia e demonstre todo o conhecimento que possui sem ser arrogante. Nas redes sociais e mundo online, tome muito cuidado com o que publica, nada de futilidades! Invista em conteúdo que agregue valor e atraia as pessoas.

Estabeleça a sua marca pessoal

Quem é você? Como quer ser vista? Quem é o seu público? Quais são os seus pontos fortes e habilidades? Por que deseja se tornar uma referência? Qual o seu diferencial?

Essas são algumas das perguntas que deve responder para começar a criar a sua marca pessoal e investir no personal branding. É preciso que haja alinhamento entre o que você pensa e suas atitudes, por isso é fundamental ter essas respostas bem claras a todo o momento.

Defina os seus objetivos

É muito importante saber onde quer chegar e o motivo. Comece listando quais são as suas metas, mas cuidado para não pensar em nada inviável nesse momento para não desanimar depois.

Feito isso, estabeleça um plano para alcançar os objetivos e estipule um prazo para que cada um dos itens se concretize. Cuidado para não desviar dos seus objetivos, sempre os tenha em mente e foque neles.

Não vincule a sua marca a uma empresa

A sua marca pessoal, como o nome diz é sua, por isso não crie um rótulo vinculado a uma organização que não seja sua. Não se deixe conhecer como o gerente da empresa X, o presidente da empresa Y. Se um dia sair da empresa ou for mandado embora, junto irá a marca que demorou para construir.

Faça com que as pessoas conheçam o profissional que, independentemente da empresa em que atua, será uma referência e chamará a atenção positivamente. Tenha um nome forte e talvez até uma função, mas que seja vinculada apenas com o seu nome.

Escute os outros

O seu público é quem lhe dará o feedback do trabalho que você está construindo com o seu personal branding. Esteja aberto para ouvir opiniões e, quando elas não forem dadas espontaneamente, peça para que as pessoas digam o que acham da sua marca.

Tenha um canal de relacionamento próximo para que possa trocar informações, ouça e reflita sobre o que é dito. Pode ser que em um primeiro momento o comentário não agrade, mas a pessoa pode ter um ponto de vista diferente do seu e estar certa.

Invista no personal branding

Não crie a sua marca pessoal para que ela fique escondida do mundo, mostre quem você é e atraia cada vez mais seguidores e fãs. Investir na divulgação é fundamental, tanto no mundo virtual como no capital relacional.

Acompanhe os resultados

O personal branding exige que você acompanhe os resultados do que está sendo feito, pois somente assim poderá saber se os efeitos estão sendo os esperados. Verifique o quanto cada um dos objetivos foi alcançado e os analise.

O efeito produzido é importante, mas saber o que fazer com o diagnóstico é mais ainda. Veja o que não saiu como o planejado ou que não teve o impacto que esperava e reveja o planejamento. Faça ações corretivas a fim de melhorar a sua marca.  

Agora que já conhece os passos iniciais, faça o planejamento do seu personal branding no papel antes de colocá-lo em prática. Seguindo esses passos, conforme for concretizando cada etapa, colherá os frutos e perceberá que sua marca pode chegar longe.


Jac Lopes: Especialista em Branding de produtos e de pessoas. Expert Top2YOU. Palestrante do tema: Sua Marca é Você! Carioca, marqueteira, mãe de um único filho e seu maior orgulho o Rafael. Curiosa e muito agregadora, amante de novas culturas e da inovação. Conhece o Brasil como ninguém, por dentro, pelas pessoas, já morou em 19 estados diferentes, de Norte a Sul do país.

Executiva com profundo conhecimento do varejo nacional e da cultura brasileira, morando em todas as regiões, desde o Sul ao Extremo Norte do país. “Posso afirmar poucos conhecem o Brasil sua gente e sua diversidade como eu conheço”.

Com grande talento para o networking tem experiência profissional em diversos segmentos como: farmacêutico, shopping center, moda, educação, franquias e serviços.

A habilidade para o capital relacional adquirido ao longo da carreira profissional fez com que mudasse 9 vezes de empresas em segmentos bem diferentes.

Especialista   em marketing tem cases de sucesso em branding no segmento farmacêutico com a NEOSALDINA, sabe aquele sorriso da Neosa? Aquele branding sensacional que está no produto até hoje? Nasceu em 1997 com uma equipe fantástica e a agência Artplan. Foi com esse primeiro case premiado, que o branding se tornou algo muito prazeroso.

Outros cases de sucesso em outros segmentos de mercado foram, por exemplo, a mudança da marca do Spoleto, rede de franquias de alimentação brasileira. Refazendo todo o branding da rede nasceu a frigideira como símbolo trazendo mais design e mais modernidade. No branding do Beleza Natural, maior rede de salões de beleza para mulheres negras e cacheadas no Brasil, os cachos tornaram-se referência para apresentar o design vibrante da marca.

Mestre em Gestão Empresarial pela EBAPE – FGV RJ, pós-graduada em Marketing pela ESPM e MBA pelo IBMEC é formada em Farmácia pela UFRJ – RJ.

Na área acadêmica é professora dos cursos de Pós-Graduação Online e presencial da FGV.

Muitas histórias de sucesso, muitos desafios, alguns bons fracassos, que levaram a bons aprendizados, muitos amigos e uma certeza:  você sempre pode fazer diferente e a diferença onde estiver.


Gostou do texto? Não deixe de me seguir no FacebookLinkedin e Instagram. Estou sempre postando conteúdos exclusivos nesses canais.

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Nessa última sexta, aconteceu em Boston o Brazil Conference, conferência organizada há quatro anos pelo MIT e Harvard, onde grandes nomes, de empresários a políticos, do país são convidados a participar.

Neste último evento, Anitta esteve presente e em quase uma hora explicou o modelo de negócios da sua carreira, do início nas favelas do Rio ganhando R$150 aos palcos internacionais – hoje seu cachê gira em torno de 200 mil e em breve fará sua primeira apresentação no UK, no Royal Albert Hall (atenção amigos queridos de Londres!).

Já acompanho Anitta há algum tempo e ela é o exemplo claro de uma marca pessoal relevante e de quais são os benefícios de uma gestão de marca estratégica bem executada (vide sua ascensão e valorização de marca).

Ao pensar em Personal Branding, muitos trazem à mente a imagem de ações desenfreadas em marketing pessoal, busca de visibilidade instantânea, fórmulas instantâneas para alcance de influência, busca de seguidores e visibilidade nas redes. O que não é o caso (veja o que é Personal Branding nesse vídeo aqui).

Claro, como os experts em crescimento e entregabilidade nos canais digitais sabem, esse é um passo importante em algum momento.

Entretanto, para chegar a esse ponto é preciso entrega e uma estratégia por trás para dar suporte à imagem. Caso contrário, é trabalho em vão (a não ser que a busca seja por 15 minutos de fama).

Com a ansiedade de alcançar resultados imediatos, o que acontece nos bastidores (onde o show realmente acontece) é muitas vezes subestimado. É preciso estratégia e entrega.

Os pontos fundamentais e bem executados da Anitta na gestão de sua marca pessoal:

 

  1. AUTOCONHECIMENTO

Anitta é PR de si mesma, porque a solidez do entendimento de quem ela é, a que veio e do que acredita é grande. Não há gafes, crises de imagem, meias palavras, pedidos de licença ou desculpas. A autenticidade (e inteligência estratégica) domina os seus discursos seja no palco do Brazil Conference ou no feed do Twitter.

Influência só é possível quando há o autoconhecimento. De quem você é, da sua história e do que você entrega de valor.

Não é preciso usar máscaras e o risco de elas caírem, então, é inexistente.

 

  1. CLAREZA AO COMUNICAR

Anitta tem consciência e cuidado com a sua reputação e presta atenção em cada mensagem que envia.

Entende que a comunicação é a ponte entre a sua marca e o público, e nada ali é em vão ou desperdiçado.

Além disso, ela faz questão de corrigir quem a cita de maneira pública se há ali algum provável ou potencial mal entendimento. Afinal, a história é dela e ela faz questão de ser a responsável por contá-la.

A sua mensagem, seja nas músicas ou em suas falas, é simples e direta. Sem palavras vazias ou clichês de mercado. E é, por isso, fácil de permanecer em nossas mentes em um mundo atual com muita informação e deficit de atenção.

 

  1. AUTORIDADE E EDUCAÇÃO DE MERCADO

A percepção da uma marca está intrinsicamente ligada às associações de seu mercado. Nosso cérebro recorre ao que há de familiaridades e conexões pré formatadas para fazer julgamentos e escolhas. E se há preconceito com o mercado, há consequentemente potencial preconceito com a sua marca.

Como autoridade no funk, ela ajuda na educação desse mercado e defende o seu posicionamento. Coloca o outro, que não viveu nessa realidade, em seu lugar. Traz a sua perspectiva sobre o mundo onde o funk reina. Ao invés de impor, ela tem a sensibilidade de traduzir realidades.

“Antes de cantar, eu nunca tinha ido à zona sul do Rio de Janeiro. Então é muito difícil você cantar o ‘barquinho vai, a tardinha cai’ (referência à Bossa Nova) se você nunca viu essas coisas. O funkeiro canta a realidade dele. Se ele acorda, abre a janela e vê gente armada e se drogando, gente se prostituindo, essa é a realidade dele. Para mudar as letras do funk, você tem que mudar antes a realidade de quem está naquela área”.

Essa postura desarma os discursos rígidos, diminui distâncias, desperta a atenção e traz questionamentos àqueles que não são familiares ou fãs de sua marca.

Quer fazer um minicurso em Personal Branding? Acesse o link de BH e SP.

 

  1. POSICIONAMENTO

O posicionamento claro reflete o entendimento da sua marca, do seu público e o que oferece de valor.

Mesmo com a autoedição ou o cuidado em suas falas (importante em um mundo virtual que não pede contextos ou licenças de imagem), o seu discurso não é diplomático ou vazio de conteúdo.

A sua comunicação reflete a sua identidade, personalidade e o que acredita. E por isso, não fica em cima do muro ao expressar suas opiniões (o que é apenas um reflexo de um posicionamento sólido).

O posicionamento (de público, nicho, personalidade, opiniões…) polariza. E essa polarização é característica de marcas fortes. (Nota importante: Polarização é diferente de polemização).

 

  1. VISÃO E ESTRATÉGIA A LONGO PRAZO

Após conquistar um espaço no meio do funk, Anitta traçou a sua estratégia para seguir em direção à sua ambição de visibilidade e alcance internacional.

Se não tivesse essa visão traduzida em passos e objetivos claros, dificilmente as suas ações a levariam ao ponto em que está hoje aos 25 anos.

Em seu discurso recente na Conferência disse que “se caísse no gosto dos brasileiros e dos vizinhos hispânicos, teria cacife e público suficiente para emplacar a carreira também nos Estados Unidos”.

Com esse foco e clareza de posição que queria alcançar em mente, foi então às ruas ouvir e observar.

Foi sozinha às ruas da Espanha e em Los Angeles conversar com empresários e produtores. Conversou e pesquisou nas ruas e baladas quais sons eles ouviam, quais os cantores e músicas tinham presença.

Afinal, se ela queria conquistar o público internacional, ela precisava entender o que eles pediam.

Ao ter a visão de onde queria chegar, Anitta pode aos poucos moldar a sua carreira e ações em direção a esse objetivo. De maneira gradual, estratégica e sólida.

 

  1. CONSISTÊNCIA E FREQUÊNCIA

A consistência de entrega é o que separa aqueles que alcançam o sucesso do restante.

A consistência gera credibilidade e aumenta a confiança do público com a marca, afinal assim ele sabe com o que pode contar. E a confiança abre portas para o engajamento, que acontece quando há o cumprimento de expectativas.

Anitta entregou o que se propôs a fazer de maneira inquestionável.  De forma consistente (em suas falas, ações e valor) e frequente (o que aumentou sua visibilidade) em todos os pontos de contato da sua marca com o público.

O projeto de comunicação da marca Anitta é integrado, bem amarrado e permeia ações em diversos canais, online e offline. Uma de suas campanhas de lançamento pode, por exemplo, ser iniciada com teasers no YouTube em 3 línguas e acabar com a ativação offline, com peças de xadrez gigantes no meio das ruas.

Não há como ser ignorada. Não há como ignorar a relevância, magnitude e onipresença.

 

  1. COBRANDING E PARCERIAS ESTRATÉGICAS

Com o foco em aumentar a sua visibilidade para além das estratégias digitais e para públicos associados a outros gêneros musicais, Anitta soube como associar a sua marca a parceiros estratégicos, dentro e fora do país: entre eles estão Wesley Safadão, Nego do Borel, Pablo Vittar, Maluma, Iggy Azalea e J Balvin (do recente sucesso Downtown).

A Anitta é o case de sucesso inegável no que se diz respeito ao Personal Branding. Foi possível acompanhar o passo a passo da sua trajetória e da valorização da sua marca nesses últimos anos.

Em magnitudes e mercados diferentes, o mesmo se aplica à sua estratégia.

A história deve ser contada por você. E esse controle de direção, ações, tomadas de decisão e comunicação, para alcançar o status de uma marca relevante em seu mercado, só é possível quando há estratégia.

Será que posso te ajudar nisso?

 



Juliana-SaldanhaJuliana Saldanha
Estrategista em Personal Branding. Possui 5 anos de experiência em ativação de marcas, primeiro para empresas e projetos relacionados à inovação e agora para empreendedores, políticos, acadêmicos e influenciadores com desenvolvimento de metodologia própria. Fundadora do Techmall, aceleradora de startups de BH. Responsável pela ativação e expansão da ioasys do Brasil para Londres. www.julianasaldanha.com.br

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Será que somente as empresas devem fazer o planejamento estratégico? E a marca pessoal neste contexto? Assim como todo e qualquer produto ou serviço no mercado, o branding pessoal também precisa de estratégia. O seu principal produto é você, no entanto, uma grande parte dos profissionais passa a vida sem traçar um planejamento de carreira consciente e consistente buscando alcançar metas pessoais. Mesmo que você tenha um objetivo bem definido para a sua carreira profissional, sem um plano, ele tem poucas chances de se realizar.

Planejamento é pensar detalhadamente antes de fazer alguma coisa. A finalidade é criar um guia de ações para direcionar a administração da marca pessoal, visando atingir resultados com o máximo de eficiência dentro de um tempo pré-determinado. É fundamental que o profissional tenha sempre em mente que ele é o gestor da sua marca e que o plano é essencial e representa o caminho a perseguir para atingir as suas metas anuais e, no longo prazo, o objetivo estratégico da marca pessoal.

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA MARCA PESSOAL 

“As empresas são como navios que, se não traçarem uma rota para sua viagem, certamente não chegarão ao seu destino” (ANÔNIMO)

Então, esse é o momento para traçar a sua rota e seguir o seu caminho em busca do seu objetivo estratégico profissional e pessoal. Então aqui vão as dicas para desenvolver o seu plano:

1 Propósito da marca: Definir a missão (razão de ser da sua marca, o motivo da sua existência), a visão (como você quer ser lembrado, o ponto de partida para conquistar o seu sonho) e os valores da sua marca pessoal (valores éticos que irão nortear a marca, para nunca perder o foco).

2 Definição do posicionamento: Qual é a imagem que você quer passar da sua identidade no mercado? Como estabelecer uma presença única para a sua marca pessoal? De duas formas distintas: com visão interna e visão externa. Visão interna é você quem define, é a sua identidade, é a imagem que revela a sua marca, o seu DNA. Já a visão externa é definida pelo mercado, ou melhor, é a percepção que o público tem da sua imagem nos seus diversos pontos de contato. O planejamento estratégico, por meio do marketing e da comunicação, aproxima essas duas visões, identificando o posicionamento na mente e no coração do mercado alvo. Agora, pergunte a si mesmo: e a minha marca? Que palavra define a minha identidade? O DNA da sua marca pessoal. Veja esses exemplos: Madre Teresa de Calcutá traz à mente a ajuda aos pobres e um comportamento santificado. Quando pensamos em Oprah Winfrey, nos lembramos de sua simpatia e no empowerment das mulheres.

3 Pesquisa do mercado: Como nas empresas o profissional precisa conhecer seu mercado de atuação, analisar e entender o que seus concorrentes estão fazendo de diferente, identificar como capitalizar forças, superar pontos fracos, além de buscar as oportunidades do mercado.

4 Análise SWOT
(Strengths (Forças), Weaknesses(Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças)

Depois da pesquisa de mercado, é preciso fazer a análise SWOT. É pessoal e imprescindível, pois forma a base de sua marca e de seus objetivos pessoais. Nela são examinadas as oportunidades e ameaças no ambiente externo (mercado) e os pontos fortes e fracos da sua marca no ambiente interno (concorrentes).  Essa análise o ajudará a identificar, também, as áreas nas quais você poderá produzir melhorias e assim encontrar diferenciais competitivos.

5 Objetivos estratégicos: é o planejamento estratégico, longo prazo. Pense na sua marca no longo prazo. Imagine como quer que sua marca esteja daqui a 10 anos no mercado. Um exemplo: Executivo de Marketing reconhecido no Brasil. Ótimo. Então o próximo passo é focar neste objetivo. Se você quer construir uma imagem consistente na área de marketing, ser diferente, com valor no mercado e impulsionar sua carreira, seus investimentos de tempo e de esforços terão de ser estrategicamente voltados para o máximo de otimização.

6 Metas Anuais: é o planejamento tático, curto prazo, mais especificamente as ações estratégicas para um ano. A marca pessoal precisa estabelecer quais ações estratégias irá fixar para os próximos 12 meses. Lembre-se que as metas anuais são importantes para o atingimento do objetivo estratégico. A cada ano é preciso analisar o que foi feito ou não. Se as metas foram atingidas, novas metas devem ser estabelecidas para o ano seguinte. O plano tático precisa ser realizado a cada ano, caso contrário o plano estratégico não terá resultado. Como metas anuais e pensando no exemplo estratégico pode-se propor: buscar uma promoção na empresa de analista de marketing para gerente júnior, um aumento de salário de 20%, ou ainda entrar para o departamento de marketing de uma empresa. Definidas as metas é hora de seguir para as ações estratégicas, a fim de alcançá-las ao final de mais um ano.

7 Ações estratégicas: Nesse item a pergunta é: como fazer? Quais são as ações estratégicas que a marca precisa para atingir as metas anuais e o objetivo estratégico do longo prazo. As ações estão embasadas nos famosos 4Ps do marketing: produto, preço, ponto de venda e promoção.

Por último, é importante verificar se o mercado está percebendo o posicionamento da sua marca frente ao plano estratégico de sua marca pessoal. Como foi dito anteriormente, para ter a marca reconhecida no mercado, torna-se necessário estabelecer a visão interna e verificar se a visão externa, ou seja, se todos os seus pontos de contato estão percebendo o seu posicionamento estratégico: o seu DNA!

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Já vai longe o tempo em que o vendedor era aquela pessoa que “não deu certo em outra coisa” e entrou pra área de vendas; Tempos em que, pra vender,  que era só ser bom de conversa, bom de lábia… Longe também o tempo que se achava que o vendedor  era amigo do cliente, a quem pedia uma ajuda no fim do mês pra ”fechar a quota”. Vender nada mais era que saber trabalhar com a tabela de preços – que sempre aumentava no início do mês!

Nesses tempos, sempre voluntarioso, o vendedor era quem levava conhecimento, informações de produtos e análises de mercado. Falando em mercado, este era dominado por poucos fornecedores,  que ditavam preços e tendências. Mais demanda que oferta. Enfim, um mercado comprador.

Well, well, those days are gone…

As transformações mundiais a partir dos anos 1990, advindas principalmente  da popularização da internet fizeram este cenário mudar radicalmente. Ela permitiu a globalização: mais empresas surgiram, com acesso a novos fornecedores e novos mercados, e conseguiram ofertar novos produtos e serviços a pessoas e empresas que antes eram inacessíveis. Em nosso país  o mercado se abriu, a moeda se estabilizou e com isso mais pessoas passaram a consumir.

O mercado e a concorrência aumentaram, a qualidade dos produtos também. O acesso à informação aumentou e a Tecnologia da Informação foi plataforma de impulso para novas formas de fazer negócios – antes inimagináveis !O cenário transformou-se radicalmente. Muito mais competitivo e difícil de se gerenciar.  A figura do vendedor teve que se reinventar também.  Novas competências são necessárias para atuar num mercado que, outrora comprador, passou a ser vendedor.  Hoje o cliente toma a decisão de compra muito melhor informado e influenciado pelas experiências bem ou mal sucedidas de outros clientes – graças à TI e à portabilidade!

Muito mais prático, sem preocupação em se manter fiel a marcas, muito orientado a preços, o cliente sabe que o jogo mudou e que o poder está em suas mãos. E por isso demanda cada vez mais qualidade, prazo e preços em produtos e serviços.

E as novas competências do vendedor neste mercado em constante transformação, passam por estar focado em objetivos, ter profundo conhecimento da empresa e dos produtos que vende e de sua visão estratégica, além de ter a habilidade de transmitir isto ao cliente.

Ah, mas e as soft-skills? Onde ficam as habilidades interpessoais como a simpatia, a empatia, a facilidade de comunicação e de construir relacionamentos?

Entendo que não se perdem, afinal, quem gosta de comprar algo de uma pessoa de cara feia e mal humorada ? Entretanto, há que se somar a isto à habilidade de ser um consultor, de agregar valor ao cliente, seja com produtos ou serviços que satisfaçam e superem suas expectativas e que façam com que a experiência de se relacionar com sua marca seja agradável e deixe um gostinho de quero mais.

Sendo componentes importantes para a marca pessoal do vendedor, as habilidades interpessoais – fluência, clareza, raciocínio rápido e capacidade de argumentação, dentre outras –  influenciam sobremaneira no relacionamento com clientes e prospects e na capacidade de convencer, sendo diretamente responsável pelo atingimento de suas metas e consequente sucesso profissional nos concorridos tempos atuais.

O vendedor passou a ser também um embaixador da marca que representa, sendo um importante termômetro de como estão as coisas no ponto venda, de como anda o nível de satisfação dos clientes, levando informações valiosíssimas para os gerentes de produto e de marketing, propiciando eventuais correções de rota no gerenciamento da marca com rapidez e precisão.


Nelson Alves: Professor e Consultor Empresarial, especializado em Gestão de Vendas e Negociação. Graduado em Direito pelo Mackenzie e  MBA em Gestão Empresarial pela FGV, possui mais de 30 anos de experiência na área comercial, com carreira executiva em empresas de TI, liderando equipes de vendas no Brasil e América Latina, além de vivência como empreendedor no ramo varejista. Atua também como coach e mentor de novos empreendedores.

 

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Quando você sai de um emprego e mesmo depois de muitos anos é lembrado pelos colegas de trabalho, significa que a sua marca pessoal foi trabalhada muito bem a ponto de não ser esquecida. Mas não basta apenas ser notado, é preciso que você seja uma referência.

Na sua empresa, você já deve ter ouvido alguém falar: “Fulano que trabalhava aqui fazia assim e sempre dava muito certo”. A pessoa continua sendo lembrada e não apenas o seu modo de trabalho, e isso é o que você deve buscar.

Ter colegas de trabalho todos nós temos, e podemos ser vistos como referência ou simplesmente como o profissional mediano que só faz o seu trabalho. À partir do momento em que você se torna uma referência, deixa de ser o parceiro, passa a ser uma “celebridade”.

Quero deixar claro que nesse caso ser uma celebridade não é aparecer na TV ou sair na rua e ter pessoas pedindo para tirar selfies com você. É ser o profissional que sabe trabalhar, que todos procuram e querem se espelhar. Se conseguir isso já terá os seus primeiros fãs.

Jac, quero ser uma celebridade, ter a minha marca pessoal lembrada! Se pensou nisso, então, está dando o primeiro passo para ter os seus colegas transformados em fãs.

Conquistando os fãs de sua marca pessoal

Para conquistar os seus fãs é preciso que haja alguma identificação com eles ou que eles recebam a sua atenção. Se for uma excelente profissional e não souber lidar com as pessoas será a chata, arrogante, a metida, mas nunca a que é bem-vista.

Por isso, separei algumas dicas para que possa colocar em prática e conquistar os fãs de sua marca pessoal. Todas são bem simples e vão fazer com que a sua imagem seja cada vez mais positiva e relacionada com de uma pessoa atenciosa.

Não julgue os outros

Sabe aquela pessoa que sempre está reclamando dos outros, critica o tempo todo e acaba ferindo os sentimentos dos outros? Você não deve ser ela!

Todos nós erramos e não devemos ficar apontando os erros de uma forma agressiva ou exagerada. Busque sempre entender o motivo do outro, mas sem julgar. Essa é uma forma de trabalhar o seu capital relacional e fortalecer o seu networking.

Evite discutir

A discussão pode ser positiva quando se troca ideias e as pessoas apresentam ponto de vistas diferentes, mas, normalmente, não acaba nesse limite. Ela costuma ir mais longe, fazendo com que haja uma disputa por quem está certo e quem é o errado.

Portanto, se começar uma discussão não insista em levá-la a frente. Busque ouvir o outro, reflita e admita que você pode estar errada.

Preste atenção no objetivo do outro

Cada um pode ter um objetivo diferente e nem sempre eles são os mesmos que os seus. Nesse caso, é preciso usar a empatia para entender o que o outro espera e assim poder ajudá-lo a chegar onde quer.

É muito importante que você ouça o outro atentamente, por isso faça perguntas e interaja durante a conversa. Chamar a pessoa pelo nome pode fazer uma grande diferença em como ela te verá.

Sorria

Essa é uma dica simples e que faz toda a diferença. O seu sorriso pode contagiar os demais e fazer com que se sintam mais felizes, essa tem que ser uma característica de sua marca pessoal.

E para conseguir sorrir sempre, tem uma frase do Dale Carnegie que gosto muito: “Você nunca alcança o sucesso verdadeiro a menos que você goste do que está fazendo.”

Se fizer o que você gosta o sorriso será natural, pois as suas metas serão atingidas.

Seja líder

Não é preciso ter um cargo de gestão para ser líder. A liderança deve fazer parte da sua marca pessoal, por isso, reúna as características necessárias para isso: elogie, critique sutilmente, respeite o próximo, não se imponha, atue como parceira e incentive o crescimento.

Para transformar colegas de trabalho em fãs é preciso que você tenha uma marca pessoal forte e que entenda que está lidando com pessoas que tem sentimentos e objetivos diversos. Quando conseguir realizar um bom trabalho e ainda manter um clima harmonioso, atingirá os seus objetivos rapidamente.

Espero que, assim como eu, você consiga ter uma marca pessoal forte que transforme os outros em seus fãs e sirva como fonte de inspiração.


Jac Lopes: Especialista em Branding de produtos e de pessoas. Expert Top2YOU. Palestrante do tema: Sua Marca é Você! Carioca, marqueteira, mãe de um único filho e seu maior orgulho o Rafael. Curiosa e muito agregadora, amante de novas culturas e da inovação. Conhece o Brasil como ninguém, por dentro, pelas pessoas, já morou em 19 estados diferentes, de Norte a Sul do país.

Executiva com profundo conhecimento do varejo nacional e da cultura brasileira, morando em todas as regiões, desde o Sul ao Extremo Norte do país. “Posso afirmar poucos conhecem o Brasil sua gente e sua diversidade como eu conheço”.

Com grande talento para o networking tem experiência profissional em diversos segmentos como: farmacêutico, shopping center, moda, educação, franquias e serviços.

A habilidade para o capital relacional adquirido ao longo da carreira profissional fez com que mudasse 9 vezes de empresas em segmentos bem diferentes.

Especialista   em marketing tem cases de sucesso em branding no segmento farmacêutico com a NEOSALDINA, sabe aquele sorriso da Neosa? Aquele branding sensacional que está no produto até hoje? Nasceu em 1997 com uma equipe fantástica e a agência Artplan. Foi com esse primeiro case premiado, que o branding se tornou algo muito prazeroso.

Outros cases de sucesso em outros segmentos de mercado foram, por exemplo, a mudança da marca do Spoleto, rede de franquias de alimentação brasileira. Refazendo todo o branding da rede nasceu a frigideira como símbolo trazendo mais design e mais modernidade. No branding do Beleza Natural, maior rede de salões de beleza para mulheres negras e cacheadas no Brasil, os cachos tornaram-se referência para apresentar o design vibrante da marca.

Mestre em Gestão Empresarial pela EBAPE – FGV RJ, pós-graduada em Marketing pela ESPM e MBA pelo IBMEC é formada em Farmácia pela UFRJ – RJ.

Na área acadêmica é professora dos cursos de Pós-Graduação Online e presencial da FGV.

Muitas histórias de sucesso, muitos desafios, alguns bons fracassos, que levaram a bons aprendizados, muitos amigos e uma certeza:  você sempre pode fazer diferente e a diferença onde estiver.


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Em tempos de viralização e julgamento sem empatia, quem tem sabedoria para se construir uma imagem positiva é rei.

Não é a primeira vez que alguém da área da Saúde me liga e diz:

– Liv, estou com um problema sério com a minha equipe.

Durante a conversa, o assunto é quase sempre o mesmo: a forma como os profissionais lidam com as redes sociais. No ano passado, fiz algumas palestras sobre o tema tão importante a todos profissionais e, principalmente, ao pessoal da Saúde que sofre mais este conflito entre suas personas. A última foi para o Seminário de Comunicação da Faculdade de Saúde Pública da USP.

Antigamente, quando não havia virtualidade, as pessoas acordavam, se vestiam com suas roupas de trabalho, iam executar suas funções, se relacionavam com os colegas profissionais e, ao final da jornada, voltavam, entravam em casa, tiravam a roupa que representava a sua profissão, e, só então, passavam a se relacionar pessoalmente, em sua intimidade.

Eram dois ambientes bem separados. E passavam-se meses ou anos para os colegas saírem do ambiente de trabalho e adentrarem no íntimo, tornando-se amigos. O processo era lento e demorado. E quando havia esta mudança de relacionamento (profissional para o pessoal), ambas as partes já tinham adquirido conhecimento suficiente que poderiam dar o próximo passo com bastante segurança. Afinal, a intimidade era criada aos poucos e o tempo ditava a equação.

Havia também uma outra forma de interação. Nos primórdios da Internet, as pessoas precisavam primeiro conhecer aquela empresa, pessoa ou instituição no real, para depois validar a sua virtualidade.

Só que o advento do virtual transformou todos estes cenários. As mídias sociais impedem (por mais que você tente) que você tenha uma vida profissional completamente separada da pessoal e quando você conhece alguma empresa ou quer saber sobre alguém, você dá um Google para ver o que falam a respeito do nome pesquisado. Ou seja, as pessoas vão para a Internet para validarem o que conheceram na realidade.

E, então, você contra argumenta:

– Ué, muito simples, é só não ter mídia social. Ou deixar tudo no privado, convidando somente os amigos bem pessoais.

Bem, por mais que soe estranho, o fato é que você não precisa estar na mídia social para estar na mídia social. Se você lidar com algum cliente, paciente ou qualquer pessoa do seu ambiente profissional e esta pessoa quiser fazer uma crítica a você no Facebook dela, por exemplo, você já estará na mídia social formando uma imagem negativa de seu avatar e, o pior, sem saber o quê estão falando de você ou ter a chance de se defender.

– Avatar, Liv? Que exagero.

Eu não sei se você reparou, mas aquilo que você faz na virtualidade vira a tua representação, o seu eu virtual ou, como carinhosamente chamo, o seu Avatar. Então, você pode não se machucar fisicamente, mas o que o seu Avatar fizer, você pode sentir sim – e muito – na pele. Sinto lhe dizer, mas não há época mais perigosa de ter seu Avatar colocado na fogueira como nos dias de hoje.

Casos mais graves acontecem com os grupos de Whatsapp. O que seria uma ferramenta inicialmente utilizada entre profissionais para facilitar a discussão dos casos e acelerar a elaboração do plano terapêutico do paciente e suas possíveis formas de tratamento, se transformou em A Fantástica Fábrica de Prints.

Quero acreditar que os tropeços virtuais acontecem pela inocência ou ignorância do poder desta mídia. Várias vítimas de A Fantástica Fábrica de Prints relataram que havia uma sensação de estar teclando com seus amigos mais íntimos uma vez que conhecia alguns dos tantos participantes.E, inconscientemente e automaticamente, supunham que todos os integrantes eram semelhantes no pensar, julgar ou agir – eu chamo esta suposição de A Grande Ilusão da década.

E, como era de se esperar, a história que conhecemos de cór se repete. Se o grupo não for utilizado com a devida atenção e for compartilhada alguma selfie comprometedora, um comentário não pensado, uma piada mal colocada, uma foto divulgada sem permissão ou qualquer outro deslize, a chance deste tropeço, dependendo do conteúdo, virar um print, viralizar e cair no mundo em poucas horas é gigantesca.

Destes exemplos, vamos começar pela bendita selfie. Muitas são feitas em ambiente de trabalho, expondo o paciente. E, todos sabemos, o paciente deve ser sempre protegido. Sei, conversando com as vítimas de A Fantástica Fábrica de Prints, que muitas selfies foram feitas ingenuamente. Por mais estranho que pareça, muitos não se deram conta que tinha algum paciente saindo na foto muito menos pensaram que aquele retrato poderia ser anti-ético. O fato é que a rapidez da Internet e os atos sem pensar são uma péssima combinação moderna. Prints com comentários que exponham qualquer tipo de preconceito, posição extremista ou posts irrelevantes para a sua construção profissional são outras infelicidades que vira e mexe vejo acontecer na rede e são fatais.

A consequência destes deslizes? O profissional da Saúde, por lidar com vidas, além de sofrer a perda de credibilidade por ter seu Avatar exposto, pode sofrer injúrias que serão difíceis de consertar em um futuro próximo, podendo perder até o direito de exercer a sua profissão. Os conselhos que regem a saúde são atuantes e possuem uma série de regras que devem ser seguidas à risca.

Calma, nem tudo são lágrimas. Há muitos e muitos sorrisos no caminho. Se você souber usar as mídias sociais e ferramentas virtuais com estratégia e inteligência, poderá sentir uma espécie de massagem positiva no ego de seu Avatar, o que refletirá em credibilidade e status em sua realidade. Seria bom, não seria?

– E como se faz isto, Liv?

Você precisa pesar primeiro o que vale mais: construir uma imagem institucional promissora ou se concentrar na divulgação da sua vida pessoal? Dá para fazer os dois, mas eu sempre digo que nunca vale a pena escancararmos a nossa intimidade ao extremo, porque, como disse acima, você nunca irá conhecer realmente todo mundo que acessa a sua página e não sabe qual a intenção dela ou a forma que ela tem para receber ou interpretar o seu post.

O problema não é postar uma foto ou outra de balada, mas sim quando só se posta foto de um único tema. A construção do seu eu real e do seu eu virtual dependem de você. Assim como você representa no seu dia a dia vários papéis, precisa passar isto também para as mídias sociais. Caso contrário, criará um Avatar que não te retratará por completo e, então, seus seguidores ficarão confusos com o que você passa no virtual versus o seu real. O que afetará negativamente o seu futuro ou até mesmo, dependendo do abismo entre estas representações, o seu presente.

Definições do conceito dos graus do que é intimidade ou a forma de temperar bem a construção do seu Avatar com a proteção e sucesso do seu eu real ficarão para outro artigo. O objetivo neste texto aqui era dar um primeiro passo, o da compreensão. Entenda: não se pode mais separar as duas dimensões. E ter consciência deste cenário é necessário para se construir uma imagem com sabedoria e colher bons frutos ao invés de algo estragado. Lembre-se: sempre há uma trajetória suave que você pode escolher e o meu desejo em 2018 é que os seus caminhos – virtual e real – vivam em harmonia, sejam bonitos, macios e prósperos.


Liv Soban é Estrategista de Marca. Com participação ativa em negociações com clientes e sólido conhecimento em Comunicação interna, externa e, também, nas relações com a imprensa, atua na elaboração, construção e desenvolvimento de Marcas, bem como Planos de Marketing e Comunicação. Executa a gestão do Planejamento estratégico, inclusive no fortalecimento da relação da empresa com seus stakeholders. Graduada em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, cursou especializações relacionadas a Marketing e Comunicação em instituições como FGV, Universidade de Illinois, Universidade de Amsterdã, Bocconi, IBMEC e USP.

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Se você acompanha meus artigos já deve ter lido algumas vezes sobre ressaltar os seus pontos fortes para fortalecer a sua marca pessoal. Eu mesma já dei algumas dicas de como fazer, e agora vou aperfeiçoar um pouco mais o tema. Isso porque só se consegue demonstrar as suas habilidades quando você desenvolve a inteligência emocional.

Nos últimos anos as empresas vêm passando por transformações. Você notou alguma? Uma delas é a mudança na forma de recrutar os seus colaboradores. A qualificação técnica ainda é levada em consideração, mas, o lado comportamental e as características pessoais tem um grande peso na escolha do candidato. Isso quer dizer que o seu personal branding tem mais importância do que você imagina.

Aí você me pergunta: Jac, mas a inteligência emocional é avaliada em um recrutamento? É claro!

Resumidamente, a inteligência emocional é conseguir ler, interpretar e responder de forma condizente com as suas emoções e dos demais ao seu redor. Se ao ler essa definição você lembrou da empatia, você não está errado pois uma depende da outra. Ela é fundamental para saber se um profissional conseguirá lidar com as mais diversas situações.

Sabe aquele dia que você não acorda bem? Se usar a sua inteligência emocional saberá que essa não é a melhor data para realizar uma reunião motivacional com a sua equipe, pois ela será contagiada pelo seu desânimo.

Por isso, a inteligência emocional e a empatia são fundamentais para os profissionais.

Ambas ajudam no feeling de saber o que fazer no momento certo, de saber como agir perante as mais diversas situações. Não importa qual o seu cargo na empresa, a inteligência emocional é fundamental em todos eles.

A inteligência emocional na liderança

Eu costumo dizer que o líder é aquele que faz com que os demais acreditem nas suas ideias e trabalhem em prol dela. Por isso, não entenda líder como alguém que necessariamente ocupa um alto cargo gerencial, existem líderes em todas as áreas das empresas.

Por conseguir motivar os demais, líderes possuem altas responsabilidades. A inteligência emocional pode ser o guia para o sucesso ou fracasso.

Eles precisam ler os sinais e entender os pontos fortes e fracos de cada membro de sua equipe, para aproveitar melhor cada habilidade. Então o verdadeiro líder é aquele que trabalha a sua marca pessoal, usa sua inteligência emocional e com isso consegue planejar melhor suas ações.

Por exemplo, se em uma reunião importantíssima um líder ficar nervoso, ele usará uma válvula de escape a seu favor, através de atividades físicas, meditação ou uma simples conversa para distrair. Essas são forma eficientes de perceber as emoções e usá-las de forma equilibrada. Bem preparado, você conseguirá vender a sua ideia e ainda motivar os outros.

Líderes emocionalmente inteligentes conseguem gerar maiores resultados, e isso é uma verdade. Pense em como as emoções podem influenciar uma relação. Usando-as positivamente você certamente conseguirá atingir os seus objetivos.

Como desenvolver minha inteligência emocional?

Se você não sabe lidar muito bem com as suas emoções, não se preocupe! Todo mundo pode desenvolver a inteligência emocional, é só querer. Eu precisei fazer isso ao longo do tempo, ou você acha que no começo da minha carreira eu não transmite o sentimento errado várias vezes?

Em primeiro lugar, você deve saber identificar os seus sentimentos e buscar uma maneira de lidar com eles. Como disse, cada um lida com isso de uma forma diferente (exercícios, terapia, meditação, conversas, etc.), basta encontrar a sua. Depois é hora de colocar isso em prática, entendendo o melhor momento de se expor e responder aos sentimentos dos demais.

Aos poucos esse processo se tornará natural e, te garanto, quanto mais a sua inteligência emocional for trabalhada, mais destaque você conseguirá.

Em segundo lugar, é fundamental estabelecer sua marca pessoal, uma vez que você quer passar a imagem de profissional bem preparado, adaptado para lidar nas mais variadas situações.

Por último, experimente colocar a sua inteligência emocional em prática gradualmente, e depois me conta o que mudou em relação à sua qualidade de vida e com os colegas de trabalho.

Forte abraço e lembre-se: Sua Marca é você!


Jac Lopes: Especialista em Branding de produtos e de pessoas. Expert Top2YOU. Palestrante do tema: Sua Marca é Você! Carioca, marqueteira, mãe de um único filho e seu maior orgulho o Rafael. Curiosa e muito agregadora, amante de novas culturas e da inovação. Conhece o Brasil como ninguém, por dentro, pelas pessoas, já morou em 19 estados diferentes, de Norte a Sul do país.

Executiva com profundo conhecimento do varejo nacional e da cultura brasileira, morando em todas as regiões, desde o Sul ao Extremo Norte do país. “Posso afirmar poucos conhecem o Brasil sua gente e sua diversidade como eu conheço”.

Com grande talento para o networking tem experiência profissional em diversos segmentos como: farmacêutico, shopping center, moda, educação, franquias e serviços.

A habilidade para o capital relacional adquirido ao longo da carreira profissional fez com que mudasse 9 vezes de empresas em segmentos bem diferentes.

Especialista   em marketing tem cases de sucesso em branding no segmento farmacêutico com a NEOSALDINA, sabe aquele sorriso da Neosa? Aquele branding sensacional que está no produto até hoje? Nasceu em 1997 com uma equipe fantástica e a agência Artplan. Foi com esse primeiro case premiado, que o branding se tornou algo muito prazeroso.

Outros cases de sucesso em outros segmentos de mercado foram, por exemplo, a mudança da marca do Spoleto, rede de franquias de alimentação brasileira. Refazendo todo o branding da rede nasceu a frigideira como símbolo trazendo mais design e mais modernidade. No branding do Beleza Natural, maior rede de salões de beleza para mulheres negras e cacheadas no Brasil, os cachos tornaram-se referência para apresentar o design vibrante da marca.

Mestre em Gestão Empresarial pela EBAPE – FGV RJ, pós-graduada em Marketing pela ESPM e MBA pelo IBMEC é formada em Farmácia pela UFRJ – RJ.

Na área acadêmica é professora dos cursos de Pós-Graduação Online e presencial da FGV.

Muitas histórias de sucesso, muitos desafios, alguns bons fracassos, que levaram a bons aprendizados, muitos amigos e uma certeza:  você sempre pode fazer diferente e a diferença onde estiver.


Gostou do texto? Não deixe de me seguir no FacebookLinkedin e Instagram. Estou sempre postando conteúdos exclusivos nesses canais.

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Faça networking! Essa é quase que uma regra para os profissionais que querem manter bons relacionamentos profissionais e serem lembrados. Porém, o que eu vejo é que muita gente acredita que apenas entrar em contato com outra pessoa é networking.

Está na hora de entender que essa palavra vai muito além de ter um telefone ou ter a pessoa adicionada em sua rede social. É preciso, antes de mais nada, que o outro saiba quem você é.

Há pouco tempo eu estive no PBEX Experience 2017 e entre as muitas coisas que lá aprendi foi sobre capital relacional. Acho que esse termo explica muito melhor o valor de uma rede de contatos de qualidade.

Afinal, estar conectado com pessoas influentes e que possam contribuir para o seu crescimento profissional e pessoal é uma espécie de capital que te ajudará a divulgar a sua marca pessoal.

Mas como ter certeza que seu networking realmente seja uma rede de sucesso e que seu personal branding possa se fortalecer com isso? Confira algumas dicas que separei com você.

Não tenha preconceitos

Não selecione com preconceito com quais pessoas irá se relacionar, esteja sempre aberto a conhecer os mais diversos profissionais. Às vezes, aquela pessoa que você achava que não poderia te ajudar pode fazer uma grande diferença em sua carreira.

Deixe que o capital relacional faça parte de sua rotina

O networking deve ser algo incorporado ao seu personal branding, isso quer dizer que não existe hora para se relacionar. Deixe que uma das suas habilidades seja o capital relacional e se relacione todos os dias.

Use a tecnologia para criar seu networking

A tecnologia é uma grande aliada para chegarmos em pessoas que estão distantes, mas que podem agregar a nossa rede. Não hesite em investir nas redes sociais e de começar conversas com pessoas que sejam do seu interesse. Ao adicionar uma pessoa que admira na sua rede, pode chamar a atenção dela com seus comentários e também de novos seguidores.

Não seja inconveniente com sua rede de contatos

O que pode enfraquecer a sua rede de contatos e fazer com que as pessoas se afastam é ser inconveniente. Não há nada pior do que as pessoas que ficam mandando correntes ou puxando assuntos sem sentido apenas para aparecer. Sempre busque por assuntos em comum e quando não tiver o que falar é melhor ficar quieta.

Também não use o seu networking apenas para pedir favores, lembre-se que ele é uma via de duas mãos: você ajuda e é ajudada, você fornece informações e recebe outras em troca.

Sempre dê retornos

Não há nada pior do que alguém lhe procurar e não ter um retorno. Se receber uma mensagem ou e-mail e não puder responder imediatamente, não tem problema. Mas, não deixe que passe muito tempo para você dar um retorno a pessoa.

Se for o caso, avise que está ocupado, mas que depois irá ver a solicitação com a atenção.

Se faça presente em eventos

Eventos são ótimos para ampliar o seu capital relacional, até porque as pessoas que estão lá já possuem um ponto em comum: o tema abordado. Esse já é um bom motivo para começar a conversar com as pessoas e trabalhar o networking.

Preze pela qualidade das conversas

Deixe o seu personal branding evidente para a sua rede de contatos, deixem que conheçam quais são os seus pontos fortes. As conversas devem ter conteúdo e expressar o que você pensa ou a forma como vê as coisas.

Lembre-se que o networking não é apenas importante para a sua carreira, mas para a construção do seu personal branding, o que permitirá que você se torne uma referência. Por isso, não construa apenas uma rede, invista no capital relacional para ter sucesso.

Forte abraço e lembre-se: Sua Marca é você!


Jac Lopes: Especialista em Branding de produtos e de pessoas. Expert Top2YOU. Palestrante do tema: Sua Marca é Você! Carioca, marqueteira, mãe de um único filho e seu maior orgulho o Rafael. Curiosa e muito agregadora, amante de novas culturas e da inovação. Conhece o Brasil como ninguém, por dentro, pelas pessoas, já morou em 19 estados diferentes, de Norte a Sul do país.

Executiva com profundo conhecimento do varejo nacional e da cultura brasileira, morando em todas as regiões, desde o Sul ao Extremo Norte do país. “Posso afirmar poucos conhecem o Brasil sua gente e sua diversidade como eu conheço”.

Com grande talento para o networking tem experiência profissional em diversos segmentos como: farmacêutico, shopping center, moda, educação, franquias e serviços.

A habilidade para o capital relacional adquirido ao longo da carreira profissional fez com que mudasse 9 vezes de empresas em segmentos bem diferentes.

Especialista   em marketing tem cases de sucesso em branding no segmento farmacêutico com a NEOSALDINA, sabe aquele sorriso da Neosa? Aquele branding sensacional que está no produto até hoje? Nasceu em 1997 com uma equipe fantástica e a agência Artplan. Foi com esse primeiro case premiado, que o branding se tornou algo muito prazeroso.

Outros cases de sucesso em outros segmentos de mercado foram, por exemplo, a mudança da marca do Spoleto, rede de franquias de alimentação brasileira. Refazendo todo o branding da rede nasceu a frigideira como símbolo trazendo mais design e mais modernidade. No branding do Beleza Natural, maior rede de salões de beleza para mulheres negras e cacheadas no Brasil, os cachos tornaram-se referência para apresentar o design vibrante da marca.

Mestre em Gestão Empresarial pela EBAPE – FGV RJ, pós-graduada em Marketing pela ESPM e MBA pelo IBMEC é formada em Farmácia pela UFRJ – RJ.

Na área acadêmica é professora dos cursos de Pós-Graduação Online e presencial da FGV.

Muitas histórias de sucesso, muitos desafios, alguns bons fracassos, que levaram a bons aprendizados, muitos amigos e uma certeza:  você sempre pode fazer diferente e a diferença onde estiver.


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A empatia é uma palavra bastante falada e não importa onde você esteja, não é raro ouvir: você precisa ser empático.

Por muito tempo, a empatia foi explicada como sendo a arte se colocar no lugar do outro, porém, ela vai muito além.

Mas, você sabe o que é empatia?

Costumo dizer que a empatia não é se colocar no lugar do outro, até porque você não pode ser a outra pessoa. Mas, isso não quer dizer que você não deva tentar entender como o outro pensa, ouvindo o que ele tem a dizer e sendo curiosa em aprender, sem fazer julgamentos.

A empatia é uma maneira de ampliar os seus limites e criar conexões. É conhecer o próximo, vivenciar as mesmas experiências e descobrir pontos em comum. Assim, você compreenderá os sentimentos de quem está próximo e orientará melhor as suas ações.

Como a empatia pode contribuir para a sua marca pessoal?

Agora, quando ouvir falar de empatia saberá que ela tem um significado muito mais amplo do que apenas se colocar no lugar do outro e, isso pode ajudar muito com a sua marca pessoal.

Os cientistas dizem que criamos empatia principalmente nos primeiros meses de vida, mas que ela está sendo desenvolvida a todo o momento. E fazer com que ela seja sempre nutrida ajuda você a se aproximar das pessoas, fazer com que elas se identifiquem com você de alguma forma e se torne uma referência. Eu sempre pratiquei empatia, desde bem pequena, vejo o quanto isso contribuiu positivamente para minha carreira.

Você conhece alguém que possui uma marca pessoal forte e que não é empática? Provavelmente não, e posso dizer isso pela minha experiência e observando que quanto mais empática eu sou, mais minha marca pessoal se torna mais forte.

Por isso, faça um teste! Faça da empatia um hábito e veja as mudanças que começaram a acontecer na sua vida.

Dicas para ser mais empática no seu dia a dia

Aprenda sobre pessoas desconhecidas

Conversar com as pessoas na fila, no ônibus ou em outros lugares improváveis, nada mais é do que alimentar a sua curiosidade pelo outro. Ao fazer isso se consegue uma aproximação, mas, para que haja a empatia é preciso respeitar.

Mais, do que ouvir você deve ser neutro, não julgue a opinião ou pensamento do outro, faça com que esse bate papo seja agradável. Sempre que possível converse com desconhecidos, eu acho muito bom poder conhecer pessoas nos lugares menos prováveis.

Descubra pontos em comum

Um grande erro que cometemos é olhar para as pessoas e querermos julgar, sem nem ao menos conhecer. Já pensou que em vez de fazer isso você poder ser mais empática, quebrando esse pré-conceito e tentando achar pontos em comum?

Vivencie a sua empatia

Se você realmente quer entender o outro, se colocando no lugar dele, que tal fazer as mesmas coisas? A empatia experimental consiste em compreender o outro de uma maneira prática.

Você pode fazer isso de diversas maneiras como, frequentando a igreja do outro, praticando um esporte radical que ele goste ou simplesmente indo a um restaurante que ele costuma frequentar.

Saiba ouvir e compartilhar

Se realmente quiser ser empática e entender o outro, antes de tudo aprenda a ouvir. Tudo o que for dito você deve prestar atenção e tentar entender o que a outra pessoa está sentindo. Porém, não fique somente como um ouvinte, demonstre os seus sentimentos e compartilhe as experiências.  

Lembre-se que a empatia só ocorre se ela for uma via de mão dupla, por isso, a importância de ouvir para entender o outro e trocar experiência.

Pratique a empatia em massa

Se está trabalhando a sua marca pessoal essa é uma dica fundamental. Já pensou que você pode ser empática com um grupo grande e não apenas com um indivíduo?

Se você busca entender a sua audiência e troca experiências com ela, pode ser empática com um grande grupo e promover mudanças sociais. Já parou para pensar no poder das redes sociais e o impacto que tem sobre as pessoas?

Tenha empatia com seus “inimigos”

Quando uso a palavra “inimigos” nesse caso, quero me referir a quem pensa diferente você. Pode ser uma colega de trabalho que nunca concorda com as suas ideias, uma empresa concorrente ou até mesmo uma vizinha.

Se você criar empatia conseguirá entender os motivos que a levaram a ser tão diferente de você e poderá entendê-la melhor. Dessa forma, se cria uma maneira de aproximação e de empatia. Se conseguir fazer isso, terá um inimigo a menos e fortalecerá a sua marca pessoal.


Jac Lopes: Especialista em Branding de produtos e de pessoas. Expert Top2YOU. Palestrante do tema: Sua Marca é Você! Carioca, marqueteira, mãe de um único filho e seu maior orgulho o Rafael. Curiosa e muito agregadora, amante de novas culturas e da inovação. Conhece o Brasil como ninguém, por dentro, pelas pessoas, já morou em 19 estados diferentes, de Norte a Sul do país.

Executiva com profundo conhecimento do varejo nacional e da cultura brasileira, morando em todas as regiões, desde o Sul ao Extremo Norte do país. “Posso afirmar poucos conhecem o Brasil sua gente e sua diversidade como eu conheço”.

Com grande talento para o networking tem experiência profissional em diversos segmentos como: farmacêutico, shopping center, moda, educação, franquias e serviços.

A habilidade para o capital relacional adquirido ao longo da carreira profissional fez com que mudasse 9 vezes de empresas em segmentos bem diferentes.

Especialista   em marketing tem cases de sucesso em branding no segmento farmacêutico com a NEOSALDINA, sabe aquele sorriso da Neosa? Aquele branding sensacional que está no produto até hoje? Nasceu em 1997 com uma equipe fantástica e a agência Artplan. Foi com esse primeiro case premiado, que o branding se tornou algo muito prazeroso.

Outros cases de sucesso em outros segmentos de mercado foram, por exemplo, a mudança da marca do Spoleto, rede de franquias de alimentação brasileira. Refazendo todo o branding da rede nasceu a frigideira como símbolo trazendo mais design e mais modernidade. No branding do Beleza Natural, maior rede de salões de beleza para mulheres negras e cacheadas no Brasil, os cachos tornaram-se referência para apresentar o design vibrante da marca.

Mestre em Gestão Empresarial pela EBAPE – FGV RJ, pós-graduada em Marketing pela ESPM e MBA pelo IBMEC é formada em Farmácia pela UFRJ – RJ.

Na área acadêmica é professora dos cursos de Pós-Graduação Online e presencial da FGV.

Muitas histórias de sucesso, muitos desafios, alguns bons fracassos, que levaram a bons aprendizados, muitos amigos e uma certeza:  você sempre pode fazer diferente e a diferença onde estiver.

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