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Branding Pessoal

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Você está em um coquetel e conversa com um antigo colega de trabalho, que agora abriu uma empresa e com muita empolgação conta sobre sua nova rotina, seus novos desafios. De repente, um grande amigo chega à roda para cumprimentá-lo.  Naturalmente você quer apresentá-lo ao seu colega, mas as únicas palavras que vem à sua mente sobre ele são ligadas à época em que saíam na faculdade e assim você o referencia. Do outro lado, apesar de estar conversando há 15 minutos com o seu ex-colega de trabalho, você mal consegue falar sobre o que a sua nova empresa faz e sendo assim o cita como um querido ex-colega mesmo.

Deixando de lado de que você pudesse estar desatento ou tenha uma memória ruim (más notícias caso você queira construir e manter boas relações profissionais), o problema pode não estar em você.

Um amigo pede a você que indique alguém que domine o assunto “Comunicação Corporativa” para uma grande oportunidade. Qual é a primeira pessoa que vem à sua mente? Será que é necessariamente aquele colega que um diate pediu ajuda para indicar alguma oportunidade na área? Ou será que é quem diariamente aparece em seu feed postando notícias sobre o tema, te envia e-mails com novidades e quando o encontra fala sobre o assunto com paixão e confiança?

É claro que não há como controlarmos o que os outros fazem, pensam ou falam sobre nós. Afinal, você não tem controle da sua rede, assim como as marcas do mundo corporativo não tem controle sobre o que a sua base de clientes fala na rede.

Poderíamos então colocar a culpa em nossa falta de sorte em ser referenciado para aquele trabalho ou em conseguir transformar um novo contato em uma oportunidade. Afinal, o que posso fazer?Não dá para obrigar os meus contatos a se lembrarem ou a gostarem de mim.

Tem razão, não dá para obrigar. Mas o poder que você tem em mãos faz bastante diferença: Trabalhar a gestão da sua marca pessoal.

Sua marca pessoal é a sua reputação. Ela é composta de tudo sobre você: sua experiência, personalidade, ética de trabalho, a maneira de vestir, sua maneira de se comunicar. Basicamente, é tudo o que você coloca para fora no mundo. No entanto, isso é apenas metade da equação. A outra metade é a percepção que os outros têm de você.

Você não quer ser apenas mais um na multidão e passar despercebido. Quer ser reconhecido pelo seu trabalho, pelos seus pontos fortes e pela sua personalidade. O ponto aqui é cada um de nós somos únicos, mas muitas vezes por medo ou pressão externa, agimos como a maioria e não potencializamos o que temos de singular.

Os dois casos acima são exemplos que acontecem em nosso dia a dia. Você a todo o momento é definido por alguém em algum lugar. Por que não começar a influenciar o que os outros têm a dizer sobre você? Por que não começar a ouvir o que você quer ouvir quando for apresentado a alguém? Por que não começar a receber mensagens pedindo conselhos ou recebendo indicações sobre o que você faz de melhor?

Se você quer ter uma marca forte e memorável:

Posicione-se: Tenha conhecimento do que acontece no seu mercado. Exponha argumentos e opiniões sólidas sobre os temas. Assim você começa a ser visto como alguém que entende do assunto.

Comunique-se e seja claro: Repita a mesma mensagem. De várias formas e em vários momentos. Temos a tendência em achar que estamos em evidência para todos os nossos contatos e, por isso, eles sabem exatamente o que fazemos e qual valor oferecemos. Sendo assim, poupamos os nossos esforços. Lembre-se: vivemos em um mundo com excesso de informações e muito barulho. Você precisa sim enviar sinais e mensagens claros ao seu público e de forma constante.

Não tenha medo de ser diferente: esqueça o seu trauma de adolescente, época em que odiava ser visto como o diferente da turma, por causa de seus óculos, do seu nariz avantajado ou por gostar de ler livros de poesia em latim. E fique feliz. Essas características ajudam e muito a você não passar despercebido. Por isso, enfatize-as.

Seja autêntico: Ninguém suporta marcas que são forçadas e querem apenas agradar a todo custo. Seja verdadeiro e assuma quem você é. Seja autêntico em sua comunicação, em suas interações e relacionamentos e condizente com a sua essência e seus valores. Investir em sua marca pessoal não é você agir como um robô com falas decoradas. Não é você falar apenas sobre você. Não é você vestir uma máscara e atuar como um personagem. É você ser e agir conforme quem você realmente é.

Juliana SaldanhaJuliana Saldanha
Estrategista em Personal Branding e sócia-fundadora da aceleradora de startups Techmall. Experiência no desenvolvimento de novos negócios no meio digital, de empreendedorismo e inovação. Tenho como missão ajudar novos projetos e pessoas a alcançar resultados, tornando-os mais atraentes e críveis. Isso por meio da comunicação, inovação, gestão de marca e relacionamento com stakeholders. www.julianasaldanha.com.br

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A recessão chegou forte. Basta dar uma olhada nos portais de notícias e jornais para encontrar inúmeras reportagens sobre o aumento do desemprego, alta dos preços, impostos atingindo a casa de dois dígitos e muitas empresas e marcas desaparecendo.

A situação está tão feia que as empresas já começaram a demitir funcionários mais qualificados. Para termos uma ideia de como a coisa está preta, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego, foram fechadas mais de 115 mil vagas com carteira assinada para os profissionais com curso superior completo ou incompleto em 2015. Se levarmos em consideração que este tipo de profissional normalmente é o último a ser desligado, devido à falta de mão de obra qualificada no país, esta crise só tente a piorar.

Com isso, muitos destes profissionais vão buscar o empreendedorismo como uma maneira de continuar ativos economicamente.  Entretanto, muitos destes profissionais nunca pensaram em investir em suas marcas profissionais fora do ambiente corporativo e, tornando-se donos de uma marca, tendem a levar tudo para o lado pessoal.

Mas a verdade é que, quando se trata de ser um empresário e proprietário de uma pequena empresa, é impossível não a levar pessoalmente. Na verdade, é isso mesmo: é tudo sobre você. É a sua visão, sua paixão, sua equipe – é o seu negócio, e é impossível separar o material negócio das emoções pessoais.

O posicionamento da marca da sua recém-criada empresa deve refletir quem você é como pessoa e como um empreendedor. Você realmente não pode separar como você posicionou o seu negócio com a forma como você se posiciona como pessoa.

Sua marca pessoal é também a sua marca de negócio quando você é um empreendedor ou microempresário, e o seu posicionamento de marca deve estar presente em ambos. Você não pode criar um posicionamento para a sua marca que é inconsistente com quem você é como pessoa. Aqui mora o perigo, pois muitos empreendedores buscam separar os dois e não consegue desenvolver nenhuma das duas, fazendo com que tenha uma reação emocional forte quando deveria ser racional em uma negociação ou racionalizando decisões que deveriam ser mais emocionais, principalmente com sua família, por exemplo.

Por isso que você também deve refletir pessoalmente o seu posicionamento como marca. Pois este posicionamento deverá guiar suas decisões nos negócios, bem como orientar os seus comportamentos pessoais. Seu estilo de vida deve incorporar o seu posicionamento de marca, tanto quanto o seu posicionamento de marca incorpora quem você é.

Celebridades, com suas marcas, na maioria das vezes sabem fazer isso muito bem. Suas vidas pessoais se tornam abertas, o que acaba por conduzir as percepções públicas e influenciam as oportunidades em suas carreiras. Celebridades inteligentes entendem que eles têm que equilibrar suas escolhas pessoais com decisões de carreira com um lado influenciando o outro.

Portanto, ambos devem trabalhar em conjunto para você também.

Com este posicionamento bem definido, você terá o poder de motivar. Você vai ser capaz de motivar suas equipes e levá-los a compartilhar a sua visão de negócio e ser capaz de motivá-los a compartilhar o seu sucesso. Seus amigos e familiares vão se envolver a tal ponto que se tornarão seus maiores embaixadores de marca.

Por fim, antes de entrar de cabeça em um novo negócio, invista um tempo para posicionar-se como marca, pois esta é a coisa mais inteligente a se fazer para guiar o seu negócio e orientar sua vida, pessoalmente e profissionalmente.

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Estamos vivendo em tempos conturbados, com crises econômicas, financeiras, amorosas, existenciais, de imagem dentre outras. Somos seres que se adaptam (pelo menos a maioria) e que buscam maneiras de sobreviver diante das mudanças, ou de sobressair, para outros. Afinal, a crise também é oportunidade de inovação, criatividade e reflexão.

Sem novidade, certo? Certo! Então… por que voltar a este assunto, já que todo mundo sabe disto? Por que voltar a este assunto se iniciamos o ano há pouco e sempre fazemos uma reflexão sobre nossa atuação neste mundo (profissional ou pessoal)? Para que voltar a este tema se todo mundo já falou sobre isso?

Porque você NÃO é ou NÃO DEVERIA se considerar TODO MUNDO!

A reflexão constante nos alimenta de conhecimento e pode refinar nossas atitudes, então nos permita mais uma, sobre aquele tema…

Como iniciei, estamos agitados e com incertezas no trabalho, no país, no mundo, na vida… e pensar como atuar de maneira diferente pode ser a saída para uma situação mais satisfatória. No entanto, a reflexão sem a ação não significa muita coisa. Reforço!

Pensar em suas ações e como elas refletem para as pessoas ao seu redor é importante, uma vez que a sua imagem dirá muito sobre você. Se a primeira impressão é a que fica, é fundamental que seja honesta e verdadeira, para que ela transmita o que você realmente é, ou pelo menos para que veio e o que está disposto a fazer.

Se conhecer é o primeiro passo para iniciar um processo de reflexão para a mudança. Entenda quais são as suas habilidades e o que precisa melhorar. Certamente você tem talentos, quais são? Sócrates, o filósofo, já dizia: “Conhece-te a ti mesmo, torna-te consciente da tua ignorância e será sábio”.

Entenda qual a imagem que você passa para o outro. Qual a impressão que as pessoas tem de você? Pergunte a elas, mas tenha em mente que você poderá ouvir o que não quer… você está disposto?

Em seguida identifique os pontos falhos. Em que você deve melhorar? Perfeição não existe, mas a busca por ela deve ser constante, então busque.

Ser perseverante e positivo é essencial neste momento. Já existem muitas pessoas e instituições dizendo que a situação é difícil, não seja mais um. Faça a sua parte.

Se atualize, estude, leia, se informe… construa conhecimento e compartilhe. Não adianta tanto esforço se você não compartilha e não renova. As fontes são as mesmas.

Então o dinamismo do mercado é grande e permanente, e mudar é necessário, evoluímos assim. Neste sentido, se adapte a este cenário, mudando hábitos, postura e dando um upgrade na imagem, o que refletirá nas suas ações. Refine a sua marca e a deixe mais acessível, amigável e interessante. Não esqueça que a imagem deve REFLETIR o que você realmente é. Só assim você criará a confiança necessária para permitir que as oportunidades apareçam, e que elas sejam uma boa maneira de enfrentar as mudanças, crises e obstáculos que surgirão pela frente. Lembre-se: “Cada segundo é tempo para mudar tudo para sempre” Charlie Chaplin.

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intern_xlgSão vários os filmes motivacionais e inspiradores para carreira profissional. Temos Gladiador, À procura da felicidadeA vida secreta de Walter Mitty com o tema de superação e até aqueles que mostram a agressividade e a sagacidade do mundo dos negócios como O lobo de Wall Street, A Rede Social, Amor sem Escalas e O diabo veste Prada.


Mas um filme despretensioso, que no primeiro momento parecia uma comédia tipo Os Estagiários (aquele sobre o Google) com o Robert De Niro, me chamou a atenção. O senhor estagiário é uma história leve, mas cheia de questões pessoais e profissionais que nos faz refletir sobre como está nossa carreira e como podemos evoluir.

O filme mostra diferentes pessoas em diversos estágios da vida e carreira:

  • um aposentado em busca de novos desafios;
  • uma jovem CEO que precisa provar sua competência para os acionistas e conciliar o sucesso da carreira com a vida pessoal;
  • uma profissional formada em administração que trabalha diretamente com a CEO, mas faz papel de secretária;
  • um jovem promissor que larga a carreira para cuidar da família;
  • jovens profissionais que tem qualidades técnicas, mas pouca experiência comportamental.

Certamente você já deve ter identificado perfis parecidos no seu círculo social ou até em seu momento profissional: Você tem formação superior em uma boa escola, mas seu trabalho não te valoriza (arquétipo da secretária). Ou os mais velhos e experientes da empresa não tem confiança em você por ter 10 anos a menos que eles.

Como contornar essas situações?! Listei as principais questões levantadas pelo filme e que podem ajudar você a pensar melhor na sua carreira (sem spoilers):

 

1 – A aposentadoria não é o fim

O que fazer com a carreira quando você se aposenta? Se está acostumado com a rotina profissional, não pare, comece tudo de maneira nova. Tenha coragem de iniciar uma nova carreira. 

Uma nova vida profissional pode trazer benefícios para a sua vida pessoal. No fim da sua vida, você pode perder amigos (falecimento), seus filhos já têm sua própria família, então é hora de expandir seu círculo de amigos e relacionamentos. Você também pode trocar experiências com outras gerações e se adaptar às novas tendências com mais facilidades quando o ambiente é favorável.

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2 – Não há trabalho ruim

Você tinha um cargo bom quando se aposentou ou foi demitido e agora tem que encarar uma vaga inferior. Isso afeta a autoestima e você se sente desconfortável, mas lembre-se do Gladiador que era general, virou escravo e depois se superou, foque no seu objetivo final e faça um bom trabalho. 

Seja humilde e entenda que: qualquer aprendizado é válido e pode ser uma porta para outras oportunidades. Se oferecer para fazer alguma tarefa difícil (que os outros não querem) pode demonstrar que você não tem medo de desafios e é capaz de fazer algo a mais, além do que sua vaga permite.

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3 – Estagiário também pode ensinar

Ouvir é tão (ou mais) importante quanto falar. Qualquer adulto pode aprender algo com uma criança e até o CEO pode aprender do estagiário. Grandes soluções são encontradas com observação e conversa com qualquer tipo de pessoa. Não deixe o preconceito definir seu círculo social no ambiente profissional.

 

4 – Entenda e participe dos processos

Um bom líder não é aquele que fica fechado em reuniões, direto no computador e dá ordens de sua sala. É preciso entender e vivenciar todos os processos da empresa. Como o cliente é atendido, do que ele reclama, qual a melhor forma de atendê-lo?! Separe um pouco da sua agenda lotada para encarnar o atendente ou visitar o estoque e ver como seus funcionários trabalham, quais são as suas queixas. Pequenos gestos podem ter um impacto grande na percepção de colaboradores e consumidores.

tumblr_ntca0jjgKD1uvw5nko1_1280Se você não é líder, interagir e conhecer os processos da empresa é importante para sugerir e implantar melhorias que possam te ajudar a conseguir promoções.

 

5 – Falta de tempo

Às vezes culpamos a falta de tempo pelo atraso em alguma reunião ou ausência em algum compromisso familiar. O fato é que a culpa não é apenas do tempo, é nossa, da nossa organização e do critério de prioridade que damos para cada compromisso.

O objetivo é crescer na carreira e para isso você tem que trabalhar até tarde, mas qual será o impacto para sua vida pessoal? Será que vale a pena o sacrifício? Será que a sua promoção depende só de você ou alguém pode te ajudar? Há horas que precisamos deixar o individualismo de lado e aceitar trabalho em equipe.

 

The-intern6 – Socialize

Se você é novo na empresa ou não, vença a timidez e não seja invisível. Use qualquer oportunidade para se relacionar com as pessoas. Oferecendo ajuda ou quebrando o gelo, sem ser invasivo. Intimidade e confiança se constroem com o tempo.

 

7 – Aceite ajuda ao invés de competir

Quando entra um novo funcionário na sua área você se sente ameaçado? Ainda mais quando essa pessoa nova conquista seu chefe e é popular com o resto da equipe. Parece que todas as suas chances de reconhecimento e promoção acabaram, mas não fique na defensiva e não o encare como adversário.

Se seu novo colega for bom profissional, ele gostará de trocar experiências com você e trabalhará em equipe. O sucesso de um pode ajudar o outro.

 

CNNMp8SU8AA5obu8 – O Guru

Às vezes precisamos de um guru ou um coach. É um guia que pode te aconselhar na sua vida profissional ou indicar o rumo da empresa. Gurus são pensadores que influenciam o mundo dos negócios, lembra da teoria do Oceano Azul? Onde a marca/empresa cria um novo mercado, o oceano azul, onde enfrenta pouca concorrência, explorando-o ao máximo.

O seu guru não precisa ser um grande pensador ou um famoso empreendedor, também pode ser seu pai, seu chefe, seu professor. Alguém que sabe onde você quer chegar e te indica caminhos ou insights.

 

9 – Siga seus instintos

Aceite os conselhos dos outros, mas ouça sua voz interior. Como foi explicado, ouvir é fundamental, mas não podemos deixar de respeitar nossos instintos e lógica. No final das contas, você é o responsável pelas suas decisões.

 

Espero que essas dicas tenham te inspirado. Se você assistiu o filme, deve ter reconhecido algumas dessas situações, senão, aproveite o fim de semana para assistir O senhor estagiário!

 

Referências

10 filmes que todo empreendedor deveria ver

http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2015/10/5-licoes-do-filme-o-senhor-estagiario-para-empreendedores.html

10 gurus mais influentes do mundo dos negócios

Imagens do Filme: http://www.theinternmovie.com/

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Ao ministrar uma aula num curso de pós-graduação eu afirmei que para ter sucesso profissional e consequentemente ser feliz é preciso primeiro acreditar naquilo que faz, ou seja, amar a sua profissão e se preparar para ser melhor naquele assunto. Caso contrário, o mercado não irá acreditar e muito menos valorizar o seu trabalho. De repente um aluno levanta a mão e diz “professora, isso é autoajuda”.  Ups!!!  Parei um pouco, pensei e retomei a aula. Aquilo me incomodou, pois precisava explicar a ele e deixar claro para toda a sala a diferença entre os dois conceitos. E de maneira clara e objetiva apresentei qual a diferença entre branding pessoal e autoajuda sob a minha ótica. Foi então por este motivo que resolvi escrever este artigo de final de ano.

“Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior. A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe. Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.”
Augusto Cury – Médico, Psiquiatra, Psicoterapeuta e Escritor

Sempre me encanta quando converso com pessoas apaixonadas pela profissão e aprendo muito com elas. E já tive a oportunidade de conhecer desde uma faxineira a um CEO apaixonados por aquilo que fazem e ambos com aquele atributo maior: “brilho no olhar”. E quando o brilho no olhar é forte, pode ter certeza que esses profissionais sabem muito sobre a sua profissão, se prepararam para estar lá e, na maioria das vezes, ganham mais que seus colegas que estejam no mesmo nível de hierarquia.

Vale lembrar que as faxineiras, os catadores de lixo, os diretores de empresa, todos são profissionais. Alguns podem não ter tido a oportunidade de fazer um curso universitário, mas tiveram a sabedoria de adquirir o conhecimento que a vida lhes proporcionou e souberam aproveitar essa chance; outros aproveitarem os cursos e suas especializações, mas ambos com o mesmo objetivo: fazer o melhor na sua área.

Sabe o que mais admiro nestes profissionais? Eles adoram o que fazem e sabem do seu real valor na sociedade. E procuram fazer melhor, pois têm consciência de que o que fazem é importante. O profissional apaixonado por aquilo que faz se prepara para ser melhor e não importa o grau de escolaridade, pois sabe que o seu conhecimento especializado é importante e tem um valor diferenciado.

E corroboro com a frase acima do Augusto Cury, o que realmente vale é a sabedoria superior que é dada pelo quanto o profissional tem consciência de que não sabe. Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.

Branding pessoal significa saber gerenciar sua marca pessoal com sabedoria e não importa qual o grau de formação. Entender que você é o protagonista da sua história e saber qual o caminho quer seguir para a construção desta jornada é o início de tudo. Seja o médico, catador de lixo, professor, gerente de banco, empresário, não importa qual profissão, mas sim o quanto a ama e, principalmente, o quanto acredita que ela é importante para contribuir por um mundo melhor. Autoajuda para um profissional que está preocupado com o salário no final do mês não consegue resolver em nada a sua estima. Só é possível ajudar um profissional com sabedoria de que dinheiro é consequência de um trabalho realizado com amor e com significância para o outro.

Saber gerenciar a marca pessoal com sabedoria é saber gerenciar a vida com sabedoria. Profissionais apaixonados fazem um mundo melhor.

Aproveito para desejar a todos um excelente 2016 com muita sabedoria superior!

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Quando chega essa época do ano começamos a olhar para trás para ver o que deu certo e, ao mesmo tempo, olhar para frente para planejar nosso futuro. Tornam-se destaques as simpatias e tradições que, no imaginário das pessoas, marcam a passagem de um ano para o outro de forma positiva e esperançosa. Tudo isso é válido e evidencia a pluralidade cultural com a qual convivemos todos os dias.

O fato é que a virada de ano marca uma transformação, o fim de um ciclo e o início de outro, fazendo do momento a oportunidade ideal de planejar os próximos passos. Como todo planejamento, este só tem seu valor se quem o fizer tiver disciplina para programá-lo por meio de ações. Mas antes de tudo é preciso ter ideias, afinal, são elas que nos movem.

Do ponto de vista profissional, foco deste portal, essa ideia pode estar vinculada à vontade de empreender, não apenas criando um negócio novo para fugir da crise, mas também se relacionando com a nossa postura no ambiente no qual trabalhamos.

É sabido que estamos vivendo um período de crises política e econômica, que nos fizeram presenciar um aumento latente na taxa de desemprego do país, fazendo necessário mostrarmos nosso valor enquanto profissionais, dia após dia, ação após ação, empreendendo e perseguindo novas ideias.

Do ponto de vista do branding isso significa pensar estrategicamente para nos posicionar por intermédio de atributos e valores que não apenas comunicamos, mas praticamos, tornando-os reais e percebíveis, consolidando uma identidade capaz de nos diferenciar.

Pensar estrategicamente requer a identificação de nossas forças e fraquezas para que saibamos lidar com as oportunidades e ameaças (SWOT), de forma a ter consciência de como estamos em nível de preparo, para dar os passos rumo à diferenciação. Passos estes que têm como terreno o ambiente no qual estamos inseridos e que, por isso, precisam ser dados em meio a outros profissionais, deixando pegadas difíceis de serem sobrepostas.

Nesse processo a vida segue passando, demandando-nos respostas constantes, que uma após a outra formam o nosso histórico e marcam a maneira como vamos ser lembrados. Construir a nossa marca é “trocar o pneu com o carro andando”, como diz a conhecida expressão popular, pois, embora exista a fase do planejamento, que visa resultado em longo prazo, também precisamos estar preparados para fornecer respostas imediatas para situações que nem sempre prevemos.

E como isso é possível? O propósito de marca é o ponto de partida para toda a nossa estratégia. É ele que nos permite traçar uma linha condutora e também uma maneira de filtrar as ideias que perseguiremos até que se realizem, isto é, sejam colocadas em prática.

O propósito dá a marca uma razão de ser. É o responsável pelo filtro que possibilita termos “FOCO”, pois permite que apenas as ideias coerentes passem do “imaginário” ao “real”.

Perceber o cenário, identificar oportunidades que agregam valor, conceber ideias capazes de preencher tais oportunidades e traçar planos de ação que possibilitem execução para gerar resultados é o que vai diferenciar a atuação de um profissional, já que valida tudo aquilo que absorveu em sua formação, mostrando que todos os conceitos e teorias são aplicáveis. Essa postura faz diferença tanto para os que buscam criar seus negócios quanto para os que procuram crescer nas organizações.

Por esses motivos o momento é oportuno para um convite! Isto mesmo, um convite! Entre os inúmeros compromissos deste final de ano, o InfoBranding convida você a reservar um momento para você mesmo! Um momento para pensar na sua marca e em como quer desenvolvê-la em 2016. E, para isso, colabora deixando esse infográfico:

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Diferencie-se no mercado competitivo com uma marca pessoal de valor.

Muito do que venho lendo sobre Personal Branding pelos “sites.br” afora e em artigos nacionais, são definições de como comunicar as habilidades e competências, de como comportar-se em público, como ser, como fazer, etc. Erro atrás de erro.

O mercado profissional em que vivemos hoje exige padrões competitivos muito altos, ser um profissional empenhado, com pós-graduação, falando mais de um idioma, já não é aquele diferencial no mercado, muitos e muitos estão no mesmo nível que você. Então você pensa: ok, além disso eu me expresso bem, sou comunicativo, atencioso e educado, ando sempre arrumado, estou atualizado tecnologicamente com equipamentos de última geração (como smartphone), etc. Pois é, isso tudo é bom, mas continua não sendo um diferencial.

Ou então alguns profissionais equivocados acham que pegar uma monte de dicas e macetes do tipo como vestir-se e se comportar em público já seria o suficiente e, ao serem questionados, dizem: ESTOU FAZENDO MEU MARKETING PESSOAL, achando que isso será sinônimo de sucesso.

Nessa busca do “vender-se” melhor que o concorrente, vamos atrás de tudo, desde um bom programa de marketing pessoal, curso de oratória, coaching, etc. Quero deixar bem claro aqui que, de forma alguma estou desmerecendo esses temas, pois são muito significantes, mas no tempo certo.

O Marketing Pessoal vem para dar visibilidade às habilidades e competências relevantes, é saber comunicar o que irá gerar reconhecimento por parte dos outros.

Mas você deve estar se perguntando, e onde entra o Personal Branding então?

 

O que fazer? Como fazer? O que muda no processo de “me vender”?

Primeiro queria que você refletisse: Você acha que pode fazer seu Marketing Pessoal sem ter uma Marca Pessoal? Muitos acham que sim!

Respondo: Não, não adianta pular etapas. Marca Pessoal (Personal Branding) é algo que vai muito além do marketing pessoal, principalmente para o profissional de hoje. Não há consistência em comunicar sem se conhecer.

Primeiro precisamos partir do autoconhecimento, pois é fácil apontar para os outros e falar deles, mas na hora que virar o mesmo dedo para o nosso peito e nos expormos falando de nós, uhhhmmmm… aí a coisa muda de figura. Terceirizamos o nosso autoconhecimento aos livros de autoajuda, mapa astral, tarô, horóscopo, etc., mas não fazemos o principal que é buscar em nós essas informações, entendendo quem somos e como somos. Parece terapia, e de início é! Como posso comercializar ou fazer o marketing de algo que não conheço?

Então o primeiro passo é o autoconhecimento, seguido de uma boa pesquisa e um diagnóstico como no branding corporativo, para identificarmos nossas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, através de uma análise SWOT pessoal, além é claro,de conhecer o seu mercado.

Mas não para por aí. É possível, por meio de uma metodologia, criar a sua plataforma de Marca Pessoal, identificando seus valores e capacidades, criando seu posicionamento, missão e visão de futuro bem claras e objetivas. Definir seus diferenciais, desenvolver seu trueline, que gosto de chamar de mantra da Marca Pessoal, bem como seu tagline.

Com a construção de uma plataforma bem definida e embasada da Marca Pessoal, o Marketing Pessoal será eficaz e a “venda” desta marca será bem mais fácil, pois estará transmitindo aquilo que realmente você é, ou seja, a comunicação estará alinhada com seu conteúdo. Existirá a entrega de uma promessa.

O objetivo é construir reputação e ajudar a aumentar a rede de contatos de uma forma que o procurem pelo seu conhecimento e expertise. Uma marca bem feita vale dinheiro para as empresas, prestígio e espaço para quem quer se destacar na carreira.

Invista na sua Marca Pessoal.

 

Paulo Moreti

Formado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda (Faculdades Integradas Alcântara Machado) e pós-graduado em Branding – Gestão de Marcas (Faculdades Integradas Rio Branco). Proprietário da Element Publicidade, estúdio de criação há 25 anos de mercado. Gestor de Marcas Pessoais (Personal Branding). Professor das Faculdades Integradas Rio Branco (MBA Branding Innovation e módulo Personal Branding em São Paulo e Rio de Janeiro), e FMU (curso de extensão em Branding). Professor convidado do IED – Istituto Europeu di Design (curso de Branding) e do SINESP – Sindicato dos Nutricionistas de São Paulo (curso Rumo Certo), no módulo Estrada 6 – que versa sobre marketing e marketing pessoal. Autor do Livro O Marketing também veste branco.

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Quando se trabalha no processo de valoração de uma marca, diversos itens são levados em consideração, como qualidade, tradição, custo e benefício. Ter uma marca que é referência faz toda diferença e impacta diretamente nos negócios das empresas. O cuidado com a imagem do negócio ou do produto pode tornar a empresa reconhecida e seus diferenciais em relação à concorrência é o que a torna especial e única.

Se para as empresas estes fatores são decisivos no momento de atrair clientes, realizar vendas ou firmar contratos, com a sua marca pessoal a premissa é a mesma. Já parou para pensar no que Silvio Santos, Xuxa, Neymar Júnior e Ronaldo Fenômeno têm em comum? Nem precisa ir tão longe: sabe aquele colega de trabalho que senta ao seu lado e passa credibilidade e confiança a todos os seus superiores? Todos eles possuem uma marca pessoal forte que os tornam altamente atrativos para empresas contratantes.

“Se você fosse criar uma marca nova no mercado, você gostaria que essa marca fosse somente “mais uma” ou que a sua marca fosse a mais querida, reconhecida, desejada, lembrada, a mais procurada e bem remunerada do mercado? Pois é, isso também acontece com pessoas, devemos construir uma marca pessoal onde o produto é você”, diz o especialista em marketing profissional e pessoal, Frederico Reis Pacheco.

E se esta é a sua meta para 2015, saiba que a construção de uma marca pessoal forte depende de algumas estratégias simples, porém bem definidas e que exigem atenção constante do profissional. Anderson Fernandes, palestrante há mais de 10 anos, escritor e executivo, explica que definir um “norte” é o primeiro passo para obter sucesso. “É muito comum que os profissionais não tenham um foco devidamente definido e com isso tenham uma estratégia dispersa e com poucos resultados. Apostar na internet é o caminho mais curto para disseminar uma marca forte. Tenha um site pessoal ou blog, participe de redes direcionadas, invista em conteúdo e aumente a sua rede de relacionamentos. A relevância e especialidade são altamente valorizadas na internet, por isso apegue-se ao seu foco”, conta.

Mesmo tendo a internet como forte aliada, tenha cuidado. Ela também pode colocar tudo a perder. Passar o dia conectado e achar que isso por si só garantirá resultados não é uma estratégia válida. “As redes são um apoio à marca pessoal, mas não devem ser o único canal. Pense e repense antes de fazer uma postagem evitando denegrir o seu marketing pessoal”, diz Fernandes. Vale ressaltar sempre: rede social não deve ser encarada como um livro aberto da vida particular e pessoal. Nada de fotos vulgares que exponham demais o corpo ou mensagens sobre a empresa onde trabalha. Escrever banalidades, frases com erros gramaticais ou postar fotos com bebidas alcoólicas também são ações proibidas nas redes. As empresas e empregadores olham os perfis de redes sociais antes das contratações.

O especialista também acredita ser importante a contratação de um personal branding ou coaching para avaliar suas ações de marca pessoal. “Avaliar o feedback de outras pessoas pode ajudar muito a compreensão de como você está conduzindo suas ações de marketing pessoal”, comenta. Vale ressaltar que todos estão sujeitos a cometer erros que poderiam manchar a própria marca, mas o maior deles é não fazer nada rapidamente. “Na maior parte dos casos um reconhecimento formal e um sincero pedido de desculpas seguido de ações que minimizem o fato ocorrido serão determinantes para manter a sua credibilidade”, diz.

Não importa que você seja um médico, um engenheiro, um analista de sistemas, uma secretária ou um terapeuta. Todos, de alguma forma, podem ser as melhores marcas pessoais para determinados nichos de mercado. E o mais importante, bem mais do que todas as dicas acima citadas, é escolher uma atividade que você tenha prazer em realizar, que vai de encontro com os seus princípios e valores de vida. Se você tiver paixão pelo faz, você certamente já terá percorrido mais da metade do caminho.

CONSULTAS:

www.melhorandopessoas.com.br

www.administradores.com.br

 

fotocamilaCamila Garcia

Formada em Jornalismo pela Universidade Guarulhos (UnG) e pós-graduada em Comunicação Integrada e Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Trabalhou em jornais e revistas cobrindo editorias de economia, política, esportes, cidades, saúde e entretenimento.  Migrou para o segmento da comunicação empresarial e atualmente é Assessora de Comunicação da Universidade Guarulhos (UnG), sendo responsável pelos trabalhos de assessoria de imprensa, comunicação digital e conteúdos editoriais. Em 2012, teve duas produções laureadas pelo Selo Ambiental de Guarulhos.

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Sabe aquilo que mais nos incomoda num aeroporto, numa loja de roupas, num hotel ou mesmo no ambiente de trabalho?

A falta do famoso atendimento cordial, carinhoso e espontâneo. Como faz mal termos um atendimento amargo, sem expressão, e mesmo não conseguirmos um sorriso de um colega de trabalho quando o desejamos um bom dia.  E sabe qual é a resposta para essas pessoas estarem assim? Paixão.

Paixão por aquilo que faz, ou melhor, envolvimento pelo trabalho que realiza, o entendimento do real significado do seu serviço e sua importância no processo da construção de algo maior. E não importa a função, cargo ou grau de hierarquia no trabalho, o importante é gostar daquilo que faz.  Toda vez ao final de uma aula, palestra ou de um encontro profissional, sempre alguém quer conversar comigo e a pergunta é a mesma: “o que fazer para encontrar o meu caminho no mercado de trabalho”?  E o porquê desta pergunta? Todos infelizes com o que fazem no seu trabalho e o grande problema fazem aquilo que não gostam todos os dias. Terrível, não? Pois é, já dizia  o sábio Confúcio, conhecido como um jovem educado, cortês e justo  (nascido há  551 a.C) “ escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida”. É isto, não há excelência e resultado positivo sem alegria.

Assim como no mercado corporativo, a competição é acirrada e muitos são os produtos comoditizados brigando por preço. A globalização é uma realidade na vida de todos. Qual é o resultado deste cenário para o profissional? Vários profissionais disputando a mesma vaga, oferecendo os mesmos atributos: graduação, pós-graduação, dois idiomas e experiências internacionais. O que falta: “brilho no olhar”. Agora a questão é como encontrar esse brilho no olhar?

Minha resposta: Branding Pessoal!

Branding Pessoal nada mais é do que gestão da marca pessoal. Como nas empresas, conhecer o seu mercado, entender do seu produto e concorrência são fundamentais para encontrar o objetivo. O objetivo principal é criar valor para sua marca pessoal e gerenciar esse valor com competência, fazendo diferença com o seu conteúdo e identificando a sua imagem em todos os seus pontos de contato, ou melhor, em toda a sua rede de relacionamento.  A maior parte das decisões de compra se baseia na confiança e no sentimento de conexão, ou emoções, que as pessoas sentem em relação a determinado produto, serviço ou indivíduo. Gerenciar esse processo exige habilidade do profissional e, por este motivo, o branding é essencial.

A marca pessoal precisar ter identidade forte e uma posição diferente no mercado. Uma marca pessoal estrategicamente bem trabalhada gera resultados para as empresas e prestígio  para quem quer se destacar na carreira.

Marca pessoal é a percepção que o seu público tem da sua identidade, ou seja, do seu posicionamento estratégico, que determina qual a imagem que se quer passar, o DNA da sua marca pessoal. Como nas empresas, o profissional precisa revelar qual é a sua missão (razão de ser), visão (como quer ser lembrado) e valores (princípios éticos). A partir destes três elementos, o profissional estabelece uma estratégia de marketing pessoal que pode ser descrita como uma estratégia individual para atrair e desenvolver contatos e relacionamentos interessantes do ponto de vista pessoal e profissional.Dar visibilidade a características, habilidades e competências relevantes na perspectiva da aceitação, e do reconhecimento das potencialidades, no mercado.  A credibilidade é despertada a partir da consistência da gestão desta imagem, ou seja, da gestão da marca pessoal.

Tudo começa com o propósito, com algo que conduza à marca pessoal. É um pensar mais além, mais abrangente, é a motivação que alimenta um sonho, é a força que move a pessoa em relação à sua vida profissional e pessoal. A determinação do propósito é o ponto de partida, pois quando ela assume a vida e apoiada por um desejo ardente de transformar o objetivo, com certeza o resultado é alcançado.

Um propósito de vida muito bem definido e planejado ajuda a encontrar ou concretizar a razão de ser da sua marca pessoal. Quando o profissional sabe o que quer, fica mais fácil definir a sua missão de vida, a sua visão no longo prazo e os valores governantes que irão conduzi-lo ao melhor caminho a seguir, a fim de atingir suas metas e objetivos. Como consequência ele define seu espaço.

A gestão da marca é essencial para o desenvolvimento da carreira. É uma ferramenta eficaz que ajuda a designar quem somos, em que acreditamos, o que nos torna únicos, especiais e diferentes. Explica que estamos aptos a realizar algo e por que devemos ser contratados. A pergunta é: como começar? E minha resposta é: com Planejamento Estratégico da Marca Pessoal. Mas esse assunto é para o nosso próximo encontro!!!

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Com palestra e sessão de autógrafos na Feira do Livro, que aconteceu em Porto Alegre, o deputado federal Ronaldo Nogueira avança, significativamente nas ações de branding para aumentar, ainda mais, o território geográfico da sua Marca.

Há um ano, Ronaldo Nogueira, numa experiência pioneira no Rio Grande do Sul, e já publicada em nível nacional no maior portal de branding, “InfoBranding” (clique e confira a publicação), incorporou o modelo de Gestão de Marcas (branding), característico do mundo corporativo, em sua rotina administrativa. O gerenciamento da Marca RN, como um “produto”, seguindo passo a passo o que a metodologia preconiza (potencialização das vendas, através do “relacionamento permanente” da Marca com o mercado), foi aplicado, pela primeira vez, em uma campanha política.

A aceitação do “produto RN” nos principais públicos-alvo evidenciou-se nas urnas do último pleito, quando o parlamentar foi eleito com 77.017 mil votos, comprovando a eficiência do ‘laboratório’ que vinha sendo desenvolvido.  Quem responde por este projeto é o estrategista de marcas, João Carlos Hilgert do Amarante, que salienta: “a Marca RN” é o primeiro case de branding no cenário político no estado do Rio Grande do Sul, e este projeto inovador já entrou para a história da política.”

Para a próxima fase do projeto está prevista a implantação de uma nova e revolucionária estrutura administrativa, com quebra de paradigma neste segmento onde, ao invés de gabinete parlamentar (conceito tradicional), Ronaldo Nogueira implantará três eixos: operacional, comunicação e político, implementando, definitivamente, o modelo de gestão sistêmica (360º), com foco na Marca.

Joao-HilgertJoão Carlos Hilgert do Amarante

Branding & Endobranding Especialist, sócio-fundador (+Branding) da H+D Ateliê Branding Design, autor do projeto de Branding “Pioneirismo da Gestão Corporativa na Política”. Apaixonado por gestão de pessoas e movido a desafios.

 

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