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Comunicação e Marketing

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Você já ouviu falar em Calendários do Advento ou Advent Calendars?

O Calendário do Advento é uma contagem regressiva para o dia de Natal que teve origem pelos Luteranos Alemães no começo do século XIX, com o passar do tempo virou tradição em toda Europa.

São produzidos em diversos formatos e as datas não precisam estar em ordem, pelo contrário, é mais divertido quando estão embaralhadas para as crianças procurarem o dia correto, pois em cada data há uma portinha a ser aberta e dentro encontra-se um lindo presentinho. Tradicionalmente, os calendários são produzidos para as crianças entrarem no clima de Natal e as surpresas são doces ou chocolates, porém diversas marcas, desde cosméticos até bebidas estão entrando na onda para atrair o público adulto.

Confira abaixo alguns exemplos de Advent Calendars.

Benefit Cosmetics (Link para o site)

Benefit-Cosmetics

 

Chocolates Lindt (Link para o site)

lindt

Drinks by The Dram (Link para o site)

Whisky-Advent
Aplicativo Milka

Ano passado a Milka já trouxe o calendário para o mundo digital. Ao comprar o calendário físico o usuário ganha em cada presentinho um código para debloquear novos conteúdos para IOS ou Android App. Confira o vídeo.

Demorou para as marcas brasileiras começarem a fazer por aqui, não acha? Eu compraria com certeza!

Fonte: http://www.creativebloq.com/design/24-advent-calendar-designs-11121296

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Você se preocupa mais com suas forças ou fraquezas?

Com a correria do dia-a-dia, dificilmente paramos para reparar onde estamos colocando a nossa atenção, e isto pode estar embaraçando a nossa felicidade (não só no trabalho mas também nos relacionamentos).

Na palestra que aconteceu na HSM Expo Management deste ano, Tal Ben-Shahar (professor de dois dos cursos mais populares da história da Harvard University: Psicologia Positiva e Psicologia da Liderança) tratou sobre o tema “Psicologia Positiva: a ciência da felicidade no trabalho” no painel de liderança e gestão de pessoas.

Esta ciência aborda a Felicidade, a partir da década de 80, com uma perspectiva diferente da até então utilizada pela psicologia tradicional, ainda utilizando-se de bases científicas.

Ben-Shahar informa que a ciência da felicidade trata de concentrar-se naquilo que funciona, enquanto a psicologia tradicional direciona suas análises com foco em perguntas acerca do que não está funcionando. Por exemplo, em vez de focar no porquê determinados indivíduos fracassavam, concentrando-se no erro, passaram a investigar o sucesso (sem desconsiderar os pontos negativos, que também são essenciais na psicologia positiva, catalisando, desta forma, as análises).

Um estudo analisou as características de crianças que obtiveram sucesso e destaque dentre as demais. A análise mostrou que não se tratavam de “super crianças”, mas que estas possuíam características normais e ainda assim alcançavam resultados extraordinários.

Confira as características encontradas:

sucesso-e-felicidade2

  • Resiliência
    Temos que ser resilientes porque a vida constantemente nos proporciona momentos difíceis. É preciso ter a capacidade de se recuperar das atitudes falhas e dos fracassos.
  • Definição de metas
    Ter algo para alcançar é importante e só pode se tornar possível a partir do momento em que o temos em mente.
  • Voluntariado
    Doar e auxiliar o próximo não é apenas um clichê para alimentar a felicidade de quem exerce. Um estudo da Harvard Business School constatou que existe uma relação significativa entre a felicidade e o ato de doar.
  • Perspectiva otimista
    Não refere-se à esperança deslumbrada de que “tudo vai dar certo”, mas do pensamento “se eu me esforçar, vou conseguir”.
  • Possuir modelos
    Ter referências, pessoas que o inspire!
  • Concentração nos pontos fortes
    Focar no que faz melhor, mas sem desconsiderar os pontos fracos.
  • Praticar exercícios físicos regularmente
    Além de ser benéfico à saúde, estimula a criatividade, permite que as pessoas fiquem mais calmas e abertas ao trabalho em grupo.

Concluiu-se, então, que o caminho para a felicidade, para a liderança e para a vida não está em segredos ou super poderes, mas em encarar a realidade.

Quais são seus pontos fortes? O que lhe motiva?
Segundo Ben-Shahar, é na sobreposição destas duas perguntas que você encontrará mais sucesso!

“Alcançar a felicidade não diz respeito a trabalhar menos, mas a trabalhar duro para as coisas certas” (Tal Ben-Shahar)

Fonte: HSM Educação Executiva
Fonte: HSM Educação Executiva

O que funciona na sua vida, no seu departamento, na sua equipe?
Analise o foco de seus questionamentos, pois as respostas estão nas perguntas que fazemos.

“Promover a mudança na própria vida depende de você.” (Tal Ben-Shahar)

Marcas são feitas por pessoas e para pessoas. Líderes, equipes e relacionamentos são construídos e aperfeiçoados a cada dia. Se quiser alcançar pleno potencial da organização ou dos relacionamentos é preciso começar em você.

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Parafraseando meu amigo e professor de Branding, Daniel Padilha, vamos falar de coisa séria? Vamos falar de experiência de marca? Independente do país, estado ou região, a marca precisa ter o mesmo tom de voz, falar com sinergia e de acordo com o direcionamento global da empresa/marca. Isso se aplica a todas as situações e pontos de contato. Quanto mais coerente e direcionado for, mais a marca falará “uma só língua” e terá um único posicionamento.

“Experiências transcendem o simples ato da venda e compra, invadindo em definitivo o terreno dos valores intangíveis criados pela nossa marca. Valores que não estão relacionados à objetividade do produto e de suas características, mas sim às diferenças que promovemos na vida de cada cliente.” Eduardo Zugaib

A ação replicada hoje via Facebook, que está dando o que falar é um caso de total falta de foco e comunicação de marca com o mesmo tom de voz. Quem é a Samsung? Como ela se posiciona no mercado? Quando foi que vimos a marca “falar” desta forma?

Uma coisa é fato: Não é mais suficiente apenas atender as expectativas dos clientes momentaneamente. É preciso surpreender, encantar e deixar lembrança de marca. As marcas com boas experiências um dia também falham. Mas as marcas com excelentes experiências vencem e deixam legado!

Confira o vídeo da inauguração da loja em Campo dos Goytacazes e deixe a sua opinião.

Ação Samsung

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Para os paulistanos a Vila Madalena já é o principal bairro boêmio da cidade. Com sua concentração de bares e restaurantes “descolados”, público eclético e diversas opções culturais, desde os anos 80 se mantém como roteiro certo para quem mora e visita a cidade.

Mas nesta Copa, a Vila Madalena alcançou status de marca global. Ninguém imaginou que haveria mais de 40 mil pessoas invadindo as ruas do bairro para acompanhar não apenas os jogos da seleção. Mas, em todos os jogos as ruas estavam lotadas de alemães, argentinos, holandeses, mexicanos, italianos, croatas e milhares de pessoas dos quatro cantos do planeta.

A região ganhou a mídia, infelizmente, mais pelos problemas que esta concentração de torcedores causou do que pela diversidade de opções de entretenimento que possui.

A prefeitura de São Paulo, mediante a situação, até que fez alguns esforços para minimizar os transtornos gerados por esta invasão. Entretanto, como o bairro se tornou uma marca de boemia na cidade, ela precisa se esforçar mais para gerar uma experiência memorável para os turistas que visitam São Paulo.

Por outro lado, os donos de bares e restaurantes da região reclamaram que o movimento em seus estabelecimentos estava abaixo do esperado e alguns contabilizam até prejuízos! Em minha opinião, estes empresários perderam uma excelente oportunidade de trabalharem suas marcas para conquistar um número maior de clientes. Está certo que o grande fluxo de pessoas na região não estava nos planos de ninguém, mas cobrar preços exorbitantes de entrada, aumentar em média 30% os valores de seus produtos para aproveitar a “onda” de estrangeiros na região foi um a estratégia ruim. Eles esqueceram que os “gringos” vão embora e quem fica serão seus clientes habituais, que, por serem mal atendidos durante a Copa, podem muito bem trocar de lugar para um happy hour com os amigos quando o mundial acabar.

Entretanto, alguns estabelecimentos souberam aproveitar este período para criar uma experiência positiva. O Jacaré Bar e Grill, além de dar prioridade para seus clientes em relação a reservas, após os jogos colocou uma banda para tocar quase na calçada. Consequentemente, manteve o fluxo de clientes e a animação das pessoas que ficavam na porta do bar. Outro exemplo interessante que presenciei foi ao lado do Jacaré, no Bar Freguesia, onde um bloco de carnaval da região tocou em todos os jogos e fez um controle da lotação, oferecendo um pouco mais de conforto para seus clientes diante da multidão que circulava na região.

São exemplos de gestão de marcas como essas que, mesmo com tantos “oportunistas” que visaram apenas o lucro em curto prazo, que é possível se diferenciarem na multidão e o que faz da Vila Madalena não mais um bairro, e sim uma marca sinônimo de diversão, entretenimento e, a partir de agora, não mais tão querido apenas dos paulistanos.

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Geralmente novas e pequenas empresas, que estão começando a criar uma marca, encontram alguns obstáculos no desenvolvimento dessa ideia. Os motivos podem ser vários: uma categoria sem tradição em diferenciação e marketing (isso acontece com produtos de segmentos de mercado muito ligados a performance – como máquinas; ou commodities – produtos ou serviços onde a única diferenciação entre concorrentes é o preço); baixo investimento por parte da companhia, por não acreditar que investimentos em ativação de uma marca vá gerar receita; equipes de marketing sem experiência em inovação de marcas… Enfim, estes são os principais motivos que fazem com que muitas companhias não decolem com suas marcas no mercado.
Porém existem 3 mitos que impedem o desenvolvimento de novas empresas e suas marcas, a chegarem ao sucesso. Chegou a hora de desvendar esses mitos:

1 – Construção de Marcas NÃO é privilégio de grandes companhias!

Existe um mito de que apenas grandes companhias com tradição em marketing são capazes de investir e criar marcas de sucesso. Isso é mentira!
A criação de uma marca, seu espírito e comunicação, não depende do tamanho da companhia e sim da qualidade das suas ideias e investimento nessa iniciativa.
É claro que grandes companhias como Coca-Cola, Unilever, Procter&Gamble, Microsoft, Nestlé, possuem mais recursos e expertise em marketing, e por isso fazem investimos milionários em comunicação que trazem um retorno muito mais rápido.
Existem milhares de exemplos pelo mundo de empresas pequenas, que sonharam grande, criaram marcas realmente inovadoras e investiram nessa ideia. Aqui no Brasil a Maria Brigadeiro é um grande exemplo dessa verdade. Essa companhia situada na região de Pinheiros em São Paulo, que inovou com o conceito de “brigadeiro gourmet”, criou uma marca forte, com pilares emocionais ligados a design e performance de seus produtos, que transformaram esta pequena loja de chocolates em um “ateliê de brigadeiros”. Conheça mais um pouco dessa ideia no www.mariabrigadeiro.com.br.
O segredo do sucesso de uma marca não é o tamanho da empresa, mas a qualidade de suas ideias e vontade de investir nessa iniciativa.

2 – Todas as categorias podem se diferenciar!

Já ouvi muitos profissionais de marketing afirmarem que não conseguem ativar boas campanhas de comunicação, pois a categoria nas quais atuam não permitem que haja diferenciação de marcas, afinal geralmente nesses segmentos o que define a decisão de compra do consumidor é o preço. Este é outro mito!
Há alguns anos atrás esse mito pode até ter sido verdade no Brasil, porém com o aumento da concorrência, desenvolvimento econômico e de mercado, o que pode salvar (ou acabar) com uma empresa é seu conceito de marca.
A marca Camil transformou o simples arroz e feijão em significado de qualidade, confiança e segurança. O açúcar União trouxe para o saquinho de 1 Kg de cana processada o conceito de cuidado com o lar e família. Assim como Bonafont aplicou o conceito de saúde e funcionalidade em uma garrafinha de água. Acima eu citei 3 marcas de commodities, produtos que podem ser fabricados por qualquer empresa: arroz, açúcar e água. Porém essas marcas criaram um conceito de diferenciação sobre esses produtos, que gera percepção de valor na mente dos consumidores que pagam MAIS por essas marcas.
Logo, não existem limites. Todos os produtos e serviços podem se transformar em marcas de sucesso. Crie valor, inove e veja os resultados nas vendas de sua marca.

3 – Marcas fortes geram lucro e receita, sim!

Muitos administradores e líderes de companhias não acreditam que investimentos em comunicação e marketing possam gerar receita real para suas empresas. Porém o desenvolvimento de uma marca é o que difere um produto que briga por preço (aquele que precisa ser sempre mais barato), de um produto que é percebido como uma Marca de Valor!
Não adianta apenas investir em comunicação. É preciso ter um plano de ação estruturado para ativar uma marca, para investir direito.
Para que isso aconteça é necessário ter uma equipe de marketing competente e experiente em inovação de marcas, saber que os resultados podem levar algum tempo, mas que os frutos destes investimentos serão traduzidos em lucro e receita extra para a sua companhia!

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Estamos vivendo um momento em que as tecnologias de vanguarda facilitam e permitem a rápida expansão do conhecimento, mas, ao mesmo tempo, “engessam” o comportamento. Por isso, somente por agirmos criativamente é que podemos tomar consciência disso e inovar.

Assim, é fundamental que os profissionais liberem, desenvolvam e expandam suas habilidades criativas, percebendo criticamente esse mundo que os cerca, a fim de que sobrevivam com sucesso, alavancando novas práticas e estratégias capazes de satisfazer as atuais exigências do mercado.

Pensando nisso, neste artigo falaremos sobre as habilidades criativas, para que vocês possam se perceber e perceber o mundo de maneira crítica, sentindo-se estimulados ao exercício de tais habilidades.

Criatividade: que “bicho” é esse? 

Criatividade é a tradução dos talentos humanos natos para uma realidade exterior que seja nova e útil, dentro de um contexto individual, social e cultural. É, portanto, uma habilidade para gerar novidade e, com isso, ideias e soluções úteis para resolver os problemas e desafios do dia-a-dia.

[+] Se você se interessa pelo assunto, acesse: www.academiadecriatividade.com.br

As empresas precisam de pessoas criativas para encontrar novas soluções para problemas antigos, criar novos produtos, fazer melhor que o concorrente, encontrar novos caminhos entre planos e resultados, atrair o cliente, adivinhar o que o cliente quer, aumentar sua participação no mercado ou fazer algo que nenhuma empresa pensou em fazer antes.

Contudo, por mais paradoxal que pareça, Criatividade está relacionada com simplicidade. Nada ou pouco tem a ver com conhecimento e inteligência, aquela do Q.I. Todos nós, potencialmente, somos criativos, nascemos criativos, mas precisamos estimular e aperfeiçoar tal habilidade.

“Dentro da pedra já existe uma obra de arte. Eu apenas tiro o excesso de mármore!” (Michelangelo)

Criatividade é, portanto, um “estado de espírito” que precisa encontrar um ambiente propício para aflorar. É preciso olhar o mundo como de fato é, e não como achamos que seja!

Infelizmente, deixamos de ser o que éramos quando criança: bons “filósofos”! E ser um bom filósofo é se permitir observar as coisas. Observá-las tais como elas são, sem preconceitos e pré-julgamentos, sem paradigmas.

Hoje, mais e mais pessoas reconhecem que ser criativo é algo decisivo para a felicidade e a realização profissional. As pessoas criativas são aquelas que se antecipam no que fazem, dão início a novos negócios, inventam produtos, constroem, projetam, produzem, fazem coisas de grande beleza. As pessoas criativas geralmente são aquelas que levam uma vida social excitante e estimulante, de modo a estarem constantemente aprendendo e fazendo. Pessoas criativas acabam ocupando cargos elevados, tornando-se líderes, pessoas que entendem como solucionar problemas ou inspiram outras para que se aperfeiçoem.

Ter ideias é descobrir relações novas entre coisas conhecidas. É por isto que dizemos que as ideias mais simples são as melhores. A simplicidade faz parte da criatividade e muitas vezes a solução, por ser tão óbvia, não é vista com tanta facilidade. O processo criativo é de domínio público, inerente a cada um de nós. E, consciente ou inconscientemente, nascemos com habilidades criativas.

Precisamos, portanto, aprender a trabalhar tais habilidades e desenvolver o nosso “viver criativo”. Para isso, concluiremos com a indicação das 4 qualidades indispensáveis para sermos criativos e levarmos uma vida criativa:

  • Curiosidade: a força inquisitiva
  • Abertura: flexibilidade e respeito pelo novo
  • Tolerância ao Risco: a coragem de abandonar o “conforto” do conhecido
  • Ânimo: o combustível para a criatividade

“O (sujeito) criador se sobressai em termos de personalidade, temperamento e ponto de vista. Está constantemente descontente com os padrões mais comuns. Nada em direções pouco conhecidas e gosta, ou pelo menos aceita o fato de ser diferente da multidão. Quando surge alguma coisa anormal (…), ele não recua diante da surpresa. Quer entender e determinar se constitui um erro trivial, um acaso raro ou uma importante, mas até agora desconhecida, verdade. Ele é confiante e resoluto. Há uma razão para que tantos criadores famosos odeiem ou larguem a escola – eles não gostam de marchar na cadência dos outros…

(GARDNER, Howard. A Mente Criativa. Revista Época Negócios, no2, Abril de 2007)

 

Por Ana Lucia Pita

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