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Inovação e Tendências

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O seu negócio está em desenvolvimento e tem pontos que precisam ser melhorados ou está planejando iniciar uma nova empreitada. Sabe exatamente quais são as dores que precisam ser resolvidas? Conhece o cenário em que está inserido? Sabe como extrair os insights mais assertivos e que irão gerar valor para os clientes?

A metodologia do design thinking tem sua origem em um modelo mental que a partir da empatia identifica problemas e busca soluções, muitas vezes não convencionais ou esperadas pelo padrão vigente na empresa.

Para solucionar problemas e também identificá-los sem viés de interpretação e amarras, é necessário ter uma visão que aborde diversas perspectivas em um contexto multidisciplinar onde há espaço para novos insights e inovação.

As pessoas são o centro desse trabalho, participantes ativas da construção de todo o processo em uma série de interações e aprendizagens, onde o erro colabora para traçar novos direcionamentos e identificar oportunidades para inovação.

Segundo Pinheiro e Alt (2012, p. 6), “o Design Thinking se sustenta em um tripé: Empatia, Colaboração e Experimentação”.

1. Empatia

A empatia é nada mais que a compreensão dos desejos e ideias da outra pessoa, tão necessária para identificar os problemas a partir da visão do cliente ou colaboradores. Nessa etapa é preciso ouvir, observar e conhecer todos os envolvidos com o negócio. Você pode organizar reuniões com a equipe, percorrer a experiência de compra ou elaborar entrevistas exploratórias com alguns clientes e fornecedores, para levantar as questões do cotidiano e também entender as dores e valores que clientes e stakeholders reconhecem no seu produto e serviço.

O conteúdo gerado e organizado a partir dessas interações, promove insights que devem ser considerados, relacionados e categorizados para se transformarem em ideias e soluções de novos produtos ou processos para melhorar seus resultados.

2. Experimentação

Avalie cada insight gerado e como ele pode ser desenvolvido dentro do contexto da empresa, agrupe-os em categorias, defina prioridades de acordo com a criticidade para testar a viabilidade e possibilidade de implementação, inicie o processo de experimentação ou prototipagem.

Na etapa de prototipagem é definida a forma como a solução será apresentada, crie um modelo ou simulação a ser testado, aqui há a tangibilização das soluções.

Importante lembrar que essa etapa traz a importância de aprender a errar cedo para aprender logo, a ajustar e evoluir as ideias antes de gastar muitos recursos. É parte do processo a construção do raciocínio para implantação e a formulação de cenários para os negócios futuros.

3. Colaboração

A colaboração entre as pessoas está presente ao longo do processo, que é coletivo e depende do envolvimento de todos criando sinergia e permitindo uma visão ampla do negócio. A organização e os gestores se beneficiam do aprendizado do design thinking ao enxergar o mundo de forma mais conectada, mais próxima do ponto de vista dos clientes.

Pode ser aplicada a negócios, empresas, serviços diversos e tudo o que pode ser transformado para melhor de forma incremental ou para a inovação a favor da estratégia do seu negócio.

Essa abordagemproporciona mais flexibilidade para inovar, passa por momentos de expansão ou convergência em suas várias etapas, não perdendo o foco e ao mesmo tempo proporcionando espaços inventivos, sempre em um trabalho de cocriação entre as pessoas envolvidas, permitindo assim soluções criativas, assertivas e aderentes ao negócio.


Sylvia Luber: Gerente de Marketing na Pier 1 Cruise Experts. MBA em Gestão de Negócios pelo IBMEC, pós graduação em Marketing pelo Mackenzie e graduação em Design Gráfico pela Belas Artes. Atua há mais de 10 anos nas áreas de Marketing e Comunicação, passando pelos setores de educação, saúde e turismo.


Referências:

PINHEIRO, T.e ALT, L. Design Thinking Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.

VIANNA, Y.; VIANNA, M.; ADLER, I. K. Design Thinking: Inovação em Negócios. São Paulo: MJV Tecnologia LTDA , 2013.

Imagem: Freepik.

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Recentemente, visitei Palo Alto (CA) e o místico Vale do Silício.

Uma região linda, que respira bytes e inovação. Fiquei muito atenta ao clima, às pessoas, ao dia a dia da região e até bebi água dos bebedouros de Stanford para ver se alguma boa ideia brotava na minha cabeça (vai que… ????) .

Dos inúmeros aprendizados que tive por lá, um me chamou muito a atenção: A GARAGEM

Por que uma garagem ? Qual é o poder disruptivo de uma garagem ? Qual a simbologia atrás daqueles portões de madeira ?

Garagem HP | Marco do início do Vale do Silício

Duas palavras resumiram meu aprendizado:

1ª. | SIMPLICIDADE

Não importa o quão complexa seja sua ideia ou a operação que você está criando; você precisa ter como premissa a busca pelo simples.

A GARAGEM É SIMPLES !

É uma metáfora do pensamento vigente e empreendedor da região. As pessoas são simples. Agem de forma simples. Buscam o novo no simples.

A lógica de manter o foco no foco do cliente e entender que nosso papel é simplificar a jornada de compra ou uso do produto ou serviço eleva nosso nível de pensamento e ação.

Google, Uber, Facebook entregam ideias simples por trás de requintados sistemas e desenvolvimento tecnológico.

Em 1977, Steve Jobs disse:

“What we’re trying to do is remove the barrier of having to learn to use a computer.”

Fizeram um produto simples de usar. Isso rompe barreiras.

A tecnologia por trás do simples e o olhar no foco do usuário faz tudo parecer mágica.

As pessoas não querem entender a mágica. Elas querem se encantar com a magia. (Camilla Cusatis)

Simples assim.

 

2º. | PROPÓSITO

O segundo aprendizado é sobre como o poder de transformar o mundo é infinitamente mais atrativo do que o lucro que a sua ideia pode gerar. E aí entra a minha segunda reflexão: Propósito.

Garagem Apple | Antiga Casa do Steve Jobs

As pessoas por lá não querem mudar a rua do seu bairro.

Elas querem (e vão) mudar o mundo.

Mas, por quê ?

E aqui cabe uma reflexão do Simon Sinek, que eu adoro:

“Quando as empresas passam a ser reconhecidas pelos seus “porquês” elas e seus produtos deixam de ser commodities”

O Google não facilita a busca por informação. Ele te dá respostas.

A Apple vende qualquer coisa, menos celular. Outras empresas vendem celular. A Apple não.

Propósito é muito mais que tecnologia, produto ou serviço. Propósito é o PORQUÊ!

É a profunda compreensão de entender por que seu produto ou serviço vai mudar a vida de alguém.

Fácil ? Se fosse, o mundo estaria cheio de “Gates”, “Jobs”, “Zuckerbergs”, “Musks” etc

… e como não estamos cercados por gênios, vale a pena aprender (inspirar-se) com eles.

Por fim, um vídeo muito antigo, mas que eu não me canso de ver:

O quão simples é a vida do seu consumidor pois sua empresa existe e trabalha para ele?? Pense nisso.

Foram dias de pura inspiração – acho que foi a água de Stanford ???? !

Não importa o que aconteça.

Be Simple. Believe in your purpouse. (Camilla Cusatis)


Camilla Cusatis: experiência de aproximadamente 20 anos em marketing e comunicação, com formação acadêmica em reconhecidas universidades, tais como: FGV, PUC e Mackenzie. Recentemente recebeu o título de Mestre em Administração de Empresas pela UNITAU. Capacidade de definir e gerenciar os planos estratégicos da empresa e sua atuação no mercado, por meio de planejamento, organização, execução e controle das ações e ferramentas de marketing e, também, avaliação dos resultados, garantindo atingir as metas propostas com foco na qualidade do trabalho desenvolvido. Alto conhecimento em planejar e elaborar Estudos de Posicionamento de Mercado, Marca e Produtos, com seus desdobramentos operacionais para implementação das novas diretrizes adotadas. Experiência em estudos de inteligência de mercado com destaque para mapeamento para expansão de negócios, avaliação de concorrência e atuação comercial. Hands on, capacidade de execução, dinâmica, com grande capacidade gestão e soluções para busca de resultados. Participação efetiva em alguns premiados projetos de comunicação reconhecidos por instituições no mercado brasileiro e internacional. Docente, coordenou o Curso de Marketing do Centro Universitário Senac, sendo a responsável pela reformulação do curso, esse reconhecido como 3º. Melhor do Estado de São Paulo, pelo Ministério da Educação; e também pela criação do curso em EAD (Ensino a distância). É também palestrante e ministra cursos e treinamentos para empresas.

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Será que o ditado popular: “não se mexe em time que está ganhando” deve ser levado ao pé da letra?

No senso comum, não se deve. Mas considerando o ambiente atual de constante mudança, de conectividade e de dinamismo, se torna importante não considerar algo inflexível e imutável. É necessário ter a mente aberta para a inovação de produtos e serviços, como também em processos.

Neste sentido, todos os elementos da marca devem ser monitorados e analisados constantemente. Sim, parece óbvio, mas não é.

Não é porque a inovação não está ligada exclusivamente à mudança do design, cores, fontes, dentre outros elementos da marca, mas também em reconhecer o momento em que ela está inserida, os elementos que a compõe, os canais de comunicação e a sua relevância.

A marca, como os produtos, possui um ciclo de vida que pode ser curto ou longo. O que define a sua longevidade é o quanto a marca e a organização se adaptam às necessidades e crises no mercado e a sua capacidade e disponibilidade de inovação.

A Coca-Cola, por exemplo, é uma marca que não tem uma expectativa de fim. Ela, com o mesmo líquido preto, busca inovação em seus produtos e embalagens por meio de suas campanhas e se mostra mais presente em nosso cotidiano. A marca se demonstra disposta a atender às expectativas de todos os públicos, mexeu em sua fórmula reduzindo o açúcar, enfim, a sua marca, como design ela não mexeu, mas inova sempre na comunicação.

Desta forma, pensar constantemente na marca é um ato de cuidado e convicção de que é um desejo que ela se perpetue.

A equipe de InfoBranders sempre busca refletir na marca do Portal InfoBranding e o que poderia agregar a ela; não só em conteúdo, mas em experiências, novos olhares e paixões.

Ser uma marca capaz de se moldar, ser flexível às mudanças e, principalmente, ser aberta ao novo, é ser uma marca disposta a se conectar ao mercado.

O vídeo acima retrata de maneira interessante e bem-humorada um processo de inovação de uma marca de automóvel, que se dispõe a não focar somente nos atributos do produto e da marca, mas aborda, em parceria com o Porta dos Fundos, a forma de se comunicar diferente.

Observe os exemplos como a Avon e o Itaú, que buscam se conectar ao mercado jovem, que de certa forma conseguiram devido a atenção e o objetivo forte em se permanecer no mercado.

São grandes marcas, com reconhecimento do público, que quebra o estereótipo da “marca da vovó” e a outra de um mercado tão restrito e tradicional, se torna e se fortalece em processos e serviços digitais.

A Adnews apresentou, em setembro de 2014, um resumo da apresentação de Philip Kotler em evento promovido pela HSM em 2014, em São Paulo. Dentre os diversos insights que ele nos agraciou, um deles está relacionado à inovação, conforme segue: “Uma companhia não sobrevive se não mudar”, afirma Kotler. Para ele, é preciso ter um pensamento disruptivo. É preciso refletir: o que ameaça sua empresa? E então pensar em soluções neste foco. Citando a Kodak, o professor exemplifica uma empresa que não entendeu os sinais do tempo e não conseguiu manter um domínio sobre um mercado.

O que o público quer? É difícil definir, pois ele é dinâmico e suas vontades mudam a cada instante. Mas uma coisa é certa: parar e esperar garante um fim rápido e espaço para a concorrência.

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O que Harvard está aprendendo sobre Exploradores, que Steve Jobs já sabia

 

Quando Steve Jobs terminou seu famoso discurso em Stanford com a frase “Mantenham-se ávidos por conhecimento, e não se levem tão a sério” (tradução livre), ele estava presenteando a todos com a sua fórmula do sucesso! Naquela metáfora, Jobs traduziu o maior segredo de todos – mais valioso do que o projeto do iPod, iPhone ou iPad na mão do principal concorrente!

Jobs não era mágico, não era mais inteligente do que Gates ou Wozniak, outros ícones de sua geração. Seu segredo era saber procurar incansavelmente os dados necessários, cruzando-os com outras informações que sempre coletava.

Procurar…

No século XXl, quando a internet é o grande Oráculo, qualquer um pode enxergar a grande Matrix… Basta saber como e onde procurar.

Todo este cenário muda até mesmo o papel do Professor. Aquele que tinha a função de ser o “depositário do conhecimento” perde esta função mas adquire outra: a de ser o guia na exploração do desconhecido. O Xerpa guiando os alunos rumo ao cume das maiores montanhas para novas descobertas.

Os alunos perdem o papel de vítimas da matéria dada, que mudava apenas quando um grupo de coordenadores se reunia e resolvia atualizá-la de 5 anos atrás para 1 ano atrás. A matéria já chegava aos alunos desatualizada. Hoje, os bons alunos customizam o conhecimento. Se o professor é o Xerpa, eles são os exploradores, e isso é magnífico.

No vídeo de 2 minutos, o filósofo francês Michell Serres trata sobre estas perdas temporais e o papel importante que exercem na nossa evolução, como a função da boca mudou assim que o homem aprendeu a andar sobre 2 patas. “Deixamos de usar a boca para caçar, aprendemos a falar com ela, e a comunicação nos fez dominar a terra”.

Na década de 70, as grandes universidades americanas de gestão, se notabilizaram pelos estudos de caso de grandes empresas globais. Um estudante normal tinha que estudar até 400 casos ao ano dentro da grade obrigatória. No entanto, em 2011, a Escola de Negócios de Harvard percebeu que deveria reduzir a importância depositada sobre estes estudos e incluir visitas a empresas globais para ouvirem suas demandas e estudarem proposições.

E o que Havard está fazendo? Ensinando seus estudantes a procurar sobre o mundo real. Ensinando executivos a se debruçarem sobre um monte de problemas dados e enxergar aquilo que a própria empresa não consegue ver.

Quando alguém cunhou a frase, hoje um chavão: “Não existe receita de bolo”, estava querendo dizer justamente isso: faça você a sua própria receita. Explore as possibilidades. Todos podem ser Chefs!

Klaus Schwab, em seu livro A 4a Revolução Industrial, trata do poder de destruição e de construção fervorosa do futuro, que chamou de disruptura. “Vão dominar o futuro aqueles que souberem perder conhecimentos desnecessários – não acumular conhecimento como faziam nossos pais.”

Em pleno século XXI, o valor da inovação volta para Colombo ou Cabral – os Exploradores. Não havia satélite em 1500. Não havia uma rota definida para as Américas. Haviam suposições embasadas sobre o relatos de outros exploradores. Ideias sobre correntes marítimas, clima, ou sobre a migração das aves. Os grandes exploradores sabiam juntar fragmentos, e com eles justificar o investimento em frotas de navios e recrutamento de homens.

No 3º milênio, o grande insight não é feito de relâmpagos súbitos de genialidade criativa. Vivemos no mundo da democratização do conhecimento, compartilhado por um monte de gente desprovida de ego, disposta a considerar múltiplas possibilidades e customizar o próprio sucesso!


Marcello-LageMarcello Lage é empresário e professor convidado em MBAs nas disciplinas de Gestão Estratégica e Gestão da Complexidade. É mestre em Hospitalidade, e MBA em Gestão Financeira e em Marketing.

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Assim como no mundo real, no ambiente digital estamos presenciando um bombardeio de e-books, promoções, conteúdos que defendem ser a solução dos seus problemas, e mais, duplique ou triplique a sua renda. Você que está lendo este artigo, não deixe de terminar a leitura até o final, meu compromisso é abordar a verdade e a realidade sobre o Marketing Digital para Empresas.

Vamos lá! Não precisamos voltar muitos anos atrás, a TV, o jornal e a rádio eram os meios de comunicação atuantes e que davam notícias, entretenimento ao seu público. Anos se passaram o Marketing Digital apareceu e evolui a cada dia, dando opções pra quem quer escolher comprar um produto ou serviço em poucos minutos. Marketing Digital que vem de origem do Marketing é um dos termos que tem crescido nos buscadores (Google).

Eu pergunto agora a você! Porque investir em Marketing Digital? Porque a sua empresa deve cuidar da marca?

Pense pra você e reflita, quanto tempo gastamos e investimos em outras formas de publicidade?

Fechar sua loja física e iniciar um projeto de e-commerce vai resolver os problemas da sua empresa? Não!

Comprar listas de e-mails para enviar campanhas e mais campanhas de e-mail marketing, sem ao menos conhecer sequer 20 pessoas da lista de 2.000?

Tem aqueles que preferem criar contas em todas as redes sociais e não gerenciar nenhuma.

Quero aparecer na primeira página e no primeiro lugar do Google.

A maior ilusão: Quando inicio um trabalho para a minha empresa na internet o custo é zero! Não mesmo!

Big Data está aí, a análise de dados nunca foi tão requisitada em tempos que existe excesso de informação para tomada de decisões. É preciso investimento sim, mas tudo depende de um bom planejamento e Consultoria de Marketing e Vendas Online.

O que comprova o que estou dizendo: CNI informou no ano passado que muitos brasileiros ainda utilizam o meio tradicional ao comprar. E que 74% dos brasileiros nunca compraram pela rede mundial de computadores. Ou seja ainda precisamos entender nosso público alvo, ouvir e atender as necessidades básicas, para depois pensar em inovação, em atuar fortemente no ambiente digital.

Acredito que o ato de comprar, ou ter uma boa experiência com a marca, produtos e serviços de uma empresa é algo que ainda precisa de mais atenção, não podemos pensar que apenas estratégias de marketing digital irão sanar todos os problemas, ele é o meio, a plataforma que viabiliza muita coisa.

Por essas e outras que o empresário, empreendedor, ou quem for cuidar da sua empresa precisa ter uma visão holística. Vamos ver 5 pontos importantes para você cuidar da sua empresa:

1) Forma de Pensar (Mindset)

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É tão importante quanto escolher o endereço ou o cartão de visita da sua empresa. Conheça você, sua mente e você irá conseguir cuidar de quase tudo.

2) Atendimento

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Não adianta investir em publicidade, conhecer os diferenciais da sua empresa se você não cuida dos pilares do atendimento mais importantes: telefônico, pessoal, chat, e-mail e redes sociais.

3) Branding

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estudo da marca, como registrar, planejamento e estudo que antecedem o design da marca é um trabalho detalhado que é necessário prestar muita atenção.

4) Marketing Digital

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Conhecer seus concorrentes, seu público alvo e antecipar problemas e propor soluções são uma de muitas vantagens no ambiente digital, grandes marcas cuidam minuciosamente de suas campanhas e de como abordam seus clientes.

5) Ouça seu Cliente

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Você ouve seu cliente de verdade, ou apenas o direciona para um canal de 0800? Não faz pesquisa de satisfação? E quando ele adquire um produto ou serviço seu? Você volta a conversar?

Eu não quero te oferecer fórmulas mágicas para ter uma empresa de sucesso, porque o mundo muda, as empresas precisam mudar, e principalmente as pessoas mudam. O que eu vou oferecer de forma gratuita é conhecimento, vejamos mais informações relevantes para a sua empresa:

→ Registre o domínio do seu site pelo seu CPF (Se fizer por terceiros pode ter dor de cabeça).

→ Registre sua marca no INPI.

→ Invista na construção da marca da sua empresa.

→ Invista em estudo e planejamento de Marketing e Vendas.

→ Integre o seu atendimento a um CRM.

→ Tenha um blog da sua empresa com conteúdo atualizado recorrente.

Para Não Esquecer…

A grande ilusão de muitos empresários é que não é necessário investir em marketing digital, ou quando toma a decisão de investir é que a empresa vai ser salva, ou as vendas vão aumentar automaticamente ao colocar seu site em campanhas do google, facebook. Ou simplesmente ao criar um site ou uma loja virtual ele passará a vender 7 dias da semana, 24 horas por dia. Pode até acontecer, mas sem estratégia, sem equipes, pessoas prontas para receber pontos positivos ou até mesmo negativos, não é possível que o marketing digital na sua empresa faça milagres.

Eu acredito que este conteúdo vai despertar no mínimo uma inquietação, e se você tem uma empresa e quer investir no ambiente online, saiba…quem compra são pessoas, elas se identificam, se emocionam, gastam horas e horas no celular interagindo com marcas que se importam com elas e que as respeitam, não são robôs condicionados a compra, elas tem necessidades emocionais, físicas e precisam ser ouvidas.

Obrigado por ter lido até aqui, comente o que achou do conteúdo vai ser uma honra responder! 😉

Colab-Daniel-AndradeDaniel Andrade

Seu objetivo é ajudar as pessoas com informações relevantes sobre Marketing Digital. Atuante no ambiente online, acredita que as pessoas são o primeiro alvo e depois vem as ações e campanhas de venda pela internet. Ama trabalhos sociais e modelos colaborativos. Com formação em Comunicação Social com Habilitação em Design Digital, se especializou em Marketing Digital através de cursos pela ESPM e entregando valor para empresas em diversos setores. Hoje atua como estrategista da Onest – Consultoria Digital. Facebook / LinkedIn

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Não é velado que o país vive um período de crise política e econômica. Para todo lado que se olha é possível perceber que a situação não está fácil. Empresas estão fazendo de tudo para enxugar a operação e otimizar suas despesas e custos, o desemprego está aumentando, o consumo diminuindo e, cada vez mais, fica clara a necessidade de readequar estruturas existentes.

 O momento é preocupante, mas, por outro lado, configura-se como uma oportunidade para repensar a maneira como as coisas funcionam. Desconstruir paradigmas e criar formas de fazer mais e melhor, aproveitando ao máximo cada recurso disponível.

 

É chegada a hora de “pensar fora da caixa”!

A maneira como essa expressão é amplamente utilizada faz parecer que é muito fácil colocá-la em prática e tornar-se o herói da solução inovadora. Mas a realidade não é bem essa, pois não existe fórmula ou um passo a passo estruturado. Tudo depende de você, das pessoas envolvidas e da realidade vivenciada! São diversos fatores que interagem e influenciam a maneira como se lida com os problemas.

 Nesse sentido é importante estar preparado e agir de forma estratégica, capacitando-se para aplicar diferentes metodologias de forma a aproveitar o melhor de cada uma delas e adaptar-se as variações que podem acontecer.

 O design thinking surge então como um processo que possibilita  rever a forma como as coisas são feitas. Sua estruturação permite agir desde a percepção do problema até a entrega da solução, passando por etapas intermediárias de desenvolvimento e amadurecimento.

 Trata-se de um processo que convida as pessoas, em geral organizadas em equipes multidisciplinares, a olhar para os problemas, termo utilizado como referência para a demanda e/ou necessidade, de forma a questionar possibilidades múltiplas para solucioná-los; através do levantamento de dados, elaboração de diversas ideias, que depois serão testadas e validades para então serem apresentadas como viáveis. Tudo isso segundo um processo que promove o choque de diferentes pontos de vista, dando origem a uma abordagem mais rica, ágil e inovadora.

 A estrutura do design thinking valoriza a capacitação do indivíduo, incentivando-o a se atualizar constantemente e a aplicar os diversos conhecimentos em situações do dia a dia, agregando valor para os projetos.

Enquanto processo o design thinking agrega várias metodologias e não se restringe a uma área específica, podendo contribuir de maneira global nas organizações e carreiras de seus profissionais.

 Devido sua importância e poder de contribuição para a construção e gestão de marcas o InfoBranding preparou o curso “Branding & Design Thinking” com o objetivo de relacionar os dois temas e evidenciar as vantagens dessa integração.

Para conhecer o programa e os palestrantes acesse o link e inscreva-se:

 http://www.infobranding.com.br/cursos/branding-design-thinking/

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Hoje estamos vivendo um período de transição, a situação econômica do Brasil não está bem, aumento de desemprego, redução do consumo e, consequentemente, as empresas investem menos.  Num cenário tão pessimista assim, as marcas assumem um papel de destaque em qualquer negócio, pois pode ser o fator decisivo na escolha do que consumir.

Entretanto, o quanto do que as marcas falam é sincero, verdadeiro? Recentemente tivemos alguns destaques na mídia sobre a Diletto e Do Bem. Também escrevi um artigo sobre este assunto (clique aqui) e está cada vez mais claro que as pessoas não acreditam mais em todas as histórias contadas pelas marcas.

Muitas empresas falam em inovação, o que virou o “jargão” do momento. Segundo uma pesquisa realizada em março deste ano pela agência Umbigo do Mundo, 71% dos executivos não estão satisfeitos com suas marcas no quesito inovação. Elas querem sair da zona de conforto mas continuam seguindo a cartilha corporativa em momentos de crise, com redução de custos nas áreas de P&D, comunicação, marketing, trade e principalmente, pesquisa.

Em minha opinião, o que as empresas precisam fazer é estabelecer um diálogo constante e o mais personalizado possível de acordo com os interesses de cada steakholders. Precisam aproveitar este momento para ouvir mais e olhar para fora para identificar as oportunidades e transformar a forma de comunicar, passando de algo institucionalizado para algo mais direto e próximo do público, envolve-lo no processo e, aí sim, as marcas terão ferramentas e informação para inovar de verdade e estreitar o relacionamento com seus consumidores.

Para isso, as empresas precisam deixar de lado as supostas “soluções” nos momentos de crise e assumir uma cultura de inovação total: dos processos da empresa até ao posicionamento da marca através de um planejamento consistente e utilizar mais o feeling das pessoas participantes dos processos e menos as métricas. Os números são importantes sim, mas não é a verdade absoluta como muitas empresas pensam nos dias de hoje.

Com isso, penso que é possível gerar eficiência para as marcas e para o consumidor, simplifica processos, o que gera redução de custos e abre oportunidades para inovar de verdade e fortalecer a marca com uma história verdadeira. Afinal, as pessoas gostam de marcas que fazem.

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História, segundo o dicionário, narração ordenada, escrita dos acontecimentos e atividades humanas ocorridas no passado. Pode ser também um obra de ficção que cria um universo de seres e acontecimentos de fantasia e/ou imaginação.

Nós seres humanos somos construídos pelas histórias que vivemos e por aquelas que nos foram contadas, que chamamos de referências.

A importância de contar uma boa história é essencial para o desenvolvimento do indivíduo e consequentemente de uma marca, um conto envolvente transforma meros coadjuvantes em gênios atemporais, um dos melhores exemplos é Walt Disney, que construiu seu nome, fez dele uma das marcas mais admiradas do mundo contando histórias.

Outras “marcas” que se propagam há milênios são as religiões, com contos de seus profetas super poderosos, conteúdo pra lá de hollywoodiano, guerra entre céu e inferno, anjos, demônios, santos, pragas e maldições, roteiros de dar inveja em qualquer fã de Senhor dos Anéis ou Star Wars.

Pois bem, o mercado viu que uma boa narrativa agrega valor para a marca e encanta consumidores, surge então uma estratégia chamada Storytelling, uma forma de dialogar com os clientes usando a história da empresa ou de seus produtos, explorando fatos interessantes que fizeram a marca ser o que é, de acordo com o seu propósito e usando uma linguagem pertinente ao seu público-alvo.

Este é um belo exemplo:
http://youtu.be/MnSIp76CvUI

Apesar de ser uma estratégia nova, já foram criadas outras vertentes, como o Transmídia Storytelling, que é utilizar de todas as mídias disponíveis para se relacionar com o público, adaptando a história para o ambiente que está sendo utilizada afim de propagar a ideia da melhor forma possível.

bossUm conto é uma forma de aflorar a imaginação das pessoas, aproveitando da interatividade atual de um mundo conectado, as marcas têm muito para contar, fazem parte da vida e do ambiente dos cidadãos, por exemplo, você sabia que a grife alemã Hugo Boss vestia a alta cúpula do exercito de Hitler? É! Seu criador, o alfaiate que dá nome à marca era nazista ferrenho e usou mão de obra escrava na confecção de suas vestimentas, aliás, durante o período da segunda guerra mundial, estima-se que 90% das marcas alemãs usaram desse vergonhoso artifício, entre elas a badalada BMW.

Mas existem bons contos envolvendo as marcas, uso como referência a cafeteria americana Starbucks, seu logo, uma sereia de 2 caldas foi inspirado em  Moby Dick, assim como seu nome, Starbuck é um personagem do romance.

Uma dica, se vai contar uma história, que seja verdadeira, que realmente envolva o público e que acrescente conteúdo para ele, pois não adianta entrar na “onda” da moda e inventar, que a narrativa case com o propósito de sua marca. Busque referências em livros, filmes, museus, mas cuidado, quem conta um conto aumenta um ponto!

Nós vivemos dentro de um grande conto de fadas, do qual ninguém faz realmente ideia”. Jostein Gaarder

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Em muitas das pesquisas que estou realizando, textos que estou lendo e cases que estou estudando, me percebi tendendo para uma área. O empreendedorismo.

Primeiro pela história do InfoBranding, segundo pelo que vejo no mercado com os surgimentos de startups e outros negócios e, por fim, devido a um case que será apresentado em breve neste veículo, sobre o Magazine Luiza.

Refletindo a respeito do assunto de maneira geral, percebo que o que dizem sobre empreendedorismo não me pareceu novidade, quando digo de conceito, mas também de sua presença na sociedade. Quando me formei há 10 anos a conceituação e o perfil do empreendedor eram os mesmos dos dias de hoje. Buscando em Dornelas (2008), grande referência da área: “Empreendedorismo é o envolvimento de pessoas e processos que, em conjunto, levam à transformação de ideias em oportunidades”. Intangível em tangível. Processo de transformação onde envolvo risco, pessoas, recursos. TransformAÇÃO!

E diante disto e olhando ao nosso redor, todos estão buscando alternativas de melhorar o que faz e buscando oportunidades para sua vida, pois o empreendedorismo está ligado a melhoria de vida.

Escritores apresentam maneiras para viabilizar seus negócios, instituições como o Sebrae apoiam os empreendedores com orientações e capacitação, e o mercado pedindo novidades, inovações e brilho nos olhos.

Por meio de técnicas de gestão o empreendedor busca criar uma estrutura sólida para seu negócio. Traça metas, objetivos, perspectiva de resultados e custos, define seu público, analisa as tendências de mercado e busca sempre cursos para melhorar seu desempenho.

O mercado sempre apresentou um cenário para tornar tudo isso possível! Teoria básica de economia: Demanda e Oferta. Há uma demanda, devo atendê-la mediante a uma oferta, e ai envolvo preço, disponibilidade do produto… No entanto, apesar do mercado apresentar cenário favorável ao empreendedorismo e o brasileiro ser considerado, em sua essência, um empreendedor, percebo que falta algo, acho que falta brilho nos olhos.

Outros estudiosos falam deste “brilho nos olhos”, nesta confiança e paixão que existe no inicio de um negócio, mas diante das dificuldades este brilho se apaga, ou ao menos a bateria se mostra fraca para manter um brilho mais forte. E isso me fez perceber que o brilho pode se enfraquecer quando surgem desafios não esperados, as pessoas não estão envolvidas, os recursos se acabam e, na minha opinião, quando o propósito não é de fato vivido.

Entender e vivenciar o propósito de uma organização, sendo ela pequena ou uma grande organização é fundamental para a longevidade dela. Pois é o propósito que sustenta a organização nos momentos mais desafiadores que ela passar. Realizar as ações com consciência e atento às mudanças do mercado é importante, mas sem PAIXÃO, é vazio. Se é para ser mais um, onde esta a inovação? Onde está o diferencial? Na marca? Não!

Uma marca sem propósito é só um símbolo sem significado, sem vida. Uma marca com propósito é forte e coerente. Se posiciona e possui musculatura para enfrentar a concorrência. Não é mais uma! Mas deve-se gerenciar estes elementos para que tudo isso seja de fato tranformAÇÃO, oportunidade e paixão!

Brilho nos olhos” para empreender não é para gerar riquezas, mas sim trabalhar com paixão, reconhecer que os desafios virão e deve-se estar preparado para eles e que a marca, por meio do propósito da organização deve ser de fato grande diferencial no mercado e na sociedade, gerar riquezas ao empreendedor, mas poder contribuir par ao desenvolvimento do mercado.

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Nos últimos meses, uma marca de refrigerante tem chamado atenção, por sua campanha de marketing agressiva. A propaganda usa estrela internacional e é direta contra as concorrentes. Dá pra adivinhar qual é a marca?

Guaraná Antarctica? Não, estamos falando de bebidas do cenário internacional, cuja propaganda veicula no Super Bowl, maior audiência esportiva do planeta.coca pepsi soda

Pepsi ou Coca? Você deve ter pensado na latinha vermelha ao ler o título do artigo. Mas a ideia do texto é falar um pouco de inovação e a Coca até se reinventa, mas ainda com limites de uma companhia centenária.

Você deve ter ouvido pouco sobre a SodaStream, eles até tem um site em português (http://www.sodastream.eco.br/), mas lá fora, a marca israelense tem crescido muito desde 2006, quando foi comprada a beira da falência. A receita saltou de US$ 136,2 milhões (2009) a US$ 436,3 milhões (2012).

Os novos gestores souberam revitalizar a companhia fundada em 1903, focando no consumidor e seu hábito. O produto consistia em uma máquina de produzir refrigerante. Quem nunca sonhou em ter uma máquina dessas em casa?!

Em tempos de obesidade e atitudes politicamente corretas, a estratégia adotada foi inteligente e realista: Como se diferenciar dos grandes? Dando o poder para o consumidor, o poder de produzir seu próprio refrigerante e, principalmente, com menos desperdício. A SodaStream se tornou uma opção mais econômica, saudável e sustentável em comparação com as grande Pepsi e Coca.

volume de lixoA empresa soube se reinventar com o mesmo produto, essa máquina havia sido criada há um século, mas o modo de vender o produto fez a diferença. Para algo que fica no coração da casa, a cozinha, o aparelho foi desenvolvido para ser prático e com design atraente. O apelo sustentável é um atrativo aos que se preocupam com o meio ambiente, nos EUA uma família descarta uma média de duas mil latas e garrafas por ano, equivalente ao tamanho de três minivans.

E deixar o consumidor criar seu próprio refrigerante está diretamente ligado à customização, co-criação e independência. A marca muda também a relação e momento de consumo ao disponibilizar a bebida a qualquer hora e em casa.

A prova do sucesso é que apesar da marca israelense ser bem menor que uma Coca com receita anual de US$ 11,46 bilhões, a americana não ficou parada em disputa de Davi e Golias. Comprou participação de 10% na Green Mountain por US$ 1,25 bilhão, uma empresa que produz máquinas e cápsulas para produção de café e bebidas quentes. A parceria indica o desenvolvimento de cápsulas para bebidas frias, ou seja, fazer Coca-Cola em casa.

O case da SodaStream e da própria Coca-Cola, nos mostra que inovação não é só criar, é se reinventar.

Veja abaixo o comercial com a atriz Scarlett Johansson que foi banido do Super Bowl porque fazia referência direta às grandes marcas:

REFERÊNCIAS

Revista Harvard Business Review, Volume 92, Número 1. Janeiro 2014

Exame: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/coca-cola-compra-empresa-para-fazer-capsulas-de-refrigerante

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