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Dicas de Leitura

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daviA história de Davi e Golias narra a vitória de um pequeno e simples pastor diante de um grande e forte guerreiro, onde o conhecimento das próprias habilidades e a ousadia fazem a diferença no momento de qualquer batalha, afinal: “Você nunca sabe a força que tem, até que a sua única alternativa é ser forte.” Johnny Depp

Malcolm Gladwell, autor dos livros “Fora de Série” e “Ponto da Virada” (recomendo ambos), busca refletir como as situações e decisões podem favorecer as pessoas, dentro de um ambiente desfavorável como pode surgir uma grande oportunidade.

Ele busca com exemplos de personagens que fizeram parte de fatos históricos como o Martin Luther King Jr. e seus companheiros de luta, dentre outras pessoas que tiveram destaques na história.

Ele também instiga o leitor com a pergunta que inicia um de seus capítulos: “Você não ia querer um filho disléxico. Ou ia?” Essa pergunta é interessante quando você entende o contexto em que ela é inserida.

Encontrar uma oportunidade em meio a crise é como encontrar um diamante no meio de uma tempestade. E, este livro permite algumas reflexões, buscar alternativas de se destacar no ambiente e nas situações, e quem sabe encontrar soluções para casos quase impossíveis?

Boa Leitura!!!

A obra: GLADWELL, Malcolm. Davi e Golias – A arte de enfrentar gigantes. Rio de Janeiro: Ed. Sextante. 2014.

maizena

Unir  a universidade com estudos de mercado, cases, geram excelentes pesquisas.  Ainda mais, quando este estudo é exaustivo e contínuo.  Pois é,  o autor desta obra,  pesquisou sobre a marca “Maizena” desde  a sua graduação em Design Gráfico,  continuando no mestrado  na área de comunicação e resultando na publicação nesta obra.
Um perfeito  estudo sobre uma marca que está com quase 150 anos e que desafia o mundo contemporâneo, preservando fidelidade e tradição  de como se comunicar com seus consumidores. O estudo demonstra que a marca se modernizou, para “não ficar velha”,  mas  não realizou  mudanças radicais em sua tradicional embalagem amarela.

Esta é uma obra interessante para qualquer leitor,  pois quem não conhece a “Maizena” ?

Um case que fará os profissionais das áreas de Design, Marcas/Branding , Marketing e  de Comunicação em geral  se encantarem com   história,  as estratégias  do  produto e de sua embalagem clássica.

Tadeu Costa é  designer gráfico,  mestre em Comunicação ,  professor universitário e  com diversos prêmios:  premiado no Salão “Nello Nuno” (FUNARTE – Belo Horizonte),  no Museu da Casa Brasileira  de São Paulo e no Festival do Minuto.

A obra:
COSTA, Tadeu.  Do maíz à maizena: um layout de 140 anos.  São Paulo :  Rosari,  2005.  128 p. (Coleção Textos de Design).

 

livroCOCRIAÇÃO DE VALOR: conectando a empresa com os consumidores através das redes sociais e ferramentas colaborativas

O interessante nesta obra  é o estudo da integração do consumidor através das mídias sociais. O autor descreve o crescimento das mídias sociais, tais como, Facebook, LinkedIn, YouTube e sua relação com o novo consumidor no Brasil.  Demonstra a Cocriação  em relação ao produto, serviço, marca e promoção.

É um livro importante para o mundo dos negócios, bem como, para a pesquisa acadêmica, principalmente,   pela apresentação de 5 (cinco) cases de grandes marcas (Burger King;  Procter e Gamble (P&G);   Fiat Mio ; Construtora Gafisa  e  GE Healthcare). 

Alexandre LuzziLas Casas é doutor em Administração Mercadológica pela FGV-SP. Mestre em Administração de Empresas em Marketing pela PUC-SP. Graduado em Administração de empresas pela Universidade de Maryland (EUA) e em Administração Mercadológica pela Price Georges College (EUA). É professor titular da PUC‑SP em cursos de graduação e pós-graduação.   Autor  de livros nas áreas de marketing, serviços e vendas.

 A obra:
LAS CASAS, Alexandre.  Cocriação de valor:  Conectando a empresa com os consumidores através das redes sociais e ferramentas colaborativas.  São Paulo: Atlas, 2014. 208 p.

Formatos disponíveis: impresso e digital

6988122SZO que é uma ideia?  O autor desta obra afirma que a maioria das ideias tem origem antiquíssima e, muitas surgiram na mente das pessoas, antes mesmo da invenção da escrita. Descreve que as novas ideias desestabilizam, chegam a ser perigosas, geram frustração com o modo de ser das coisas ou sugerem possibilidades de elas virem a ser diferentes. Assim, aceitar que as ideias são uma fonte de transformação leva a outra pergunta: qual é a origem das ideias?

É um livro catálogo, traz uma ideia a cada duas páginas,  cerca de 175, é colorido (centenas de fotos e ilustrações) e com uma argumentação sólida.  Para se ter uma noção da obra, a pesquisa histórica  retrata,   desde  a mente do caçador  (30.000-10.000 a.C.)  até a Era da Incerteza (de 1900 aos dias de hoje).

FELIPE FERNÁNDEZ-ARMESTO  nasceu em Londres em 1950. É historiador e foi professor nas universidades de Londres e Oxford e, atualmente leciona na TuftsUniversity (EUA).

É autor de outros três  livros, publicados em diversos idiomas:
AMÉRICO (2011)
 OS DESBRAVADORES (2009)
 ENTÃO VOCÊ PENSA QUE É HUMANO? (2007))

A obra:
FERNANDEZ-ARMESTO, Felipe.  Ideias que mudaram o mundo.  São Paulo : Arx (selo da Ed.Saraiva), 2009. 400 p.

LIVRO-Brandwashed-O-Lado-Oculto-do-MarketingNesta obra o autor descreve como os consumidores são seduzidos pelos sentidos e o que o marketing conhece sobre o ser humano.  Expõe abertamente os truques psicológicos que são geralmente utilizados pelas grandes empresas para aumentar as vendas.  Conta segredos dos bastidores do marketing e da publicidade. Revela as artimanhas e truques que as empresas e os marqueteiros  usam para que se consuma e gaste muito dinheiro. Descreve, sabiamente, a lógica do consumo.

Martin Lindstrom é um dos mais respeitados consultores de marcas do universo corporativo,   eleito pela revista Time uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, foi consultor de empresas como McDonald’s, Nestlé e Microsoft. Considerado um dos maiores gurus do branding e do marketing.

É autor de outros três  livros, publicados em mais de 30 países :

–  Brand Sense:  os segredos sensoriais que nos levam a comprar (2013)
–  Buy-ology: a ciência do neuromarketing (2009)
–  Brand Sense:  build powerful brands through touch, taste, smell, sight, and sound ( 2005)

A obra:
LINDSTROM, Martin.  Brandwashed: o mundo oculto do marketing.  São Paulo : HSM, 2013. 344 p.

newA  era digital trouxe diversas tendências , entre elas o acesso a informação em qualquer hora.   É só ter um smartphone,  um netbook,  um tablet  e,   pronto.   Ligou e leu,  rápido assim…   Às vezes se lê a notícia completa – às vezes apenas trechos – às vezes tem que se “logar” e,  ser assinante pagante ou basta um cadastro para saber quem você é (assim receberá algo pago ou gratuito – mas que com certeza não sabia que precisava).

Outra tendência  trazida pela era digital é o de zerar custos.  Alguém faz,  alguém paga,  e alguém usa – grátis.    Pode ser informação, curso, livro , músicas, filmes ,  tudo free  –   produzido e entregue.

“O Grátis do século XXI é diferente do Grátis do século XX.  O “grátis” se transformou no Grátis”.

Nesta obra,  Chris Anderson faz demonstrações de como já utilizamos diversos itens grátis, tais como,  sistemas  operacionais,  Google Docs, back-ups,  blogs,  Twitter e,  até o acesso sem fio pode ser  grátis – é só estar num café.  “Aqui reside o paradoxo do Grátis: as pessoas estão ganhando muito dinheiro sem cobrar nada.  No entanto, o Google é uma das empresas mais lucrativas dos Estados Unidos,  e o café parece estar vendendo cappuccinos mais rapidamente do que consegue prepará-los.

Como isso aconteceu e para onde nos levará?   Essa é a questão central deste livro.

Chris Anderson é físico, é editor-chefe da revista Wired e,  autor da obra  A cauda longa (2006)  que aborda a demanda do consumidor, quando tudo está disponível em uma prateleira infinita.

A obra:
ANDERSON, Chris.  Free/grátis  o futuro dos preços.  Tradução de Cristina Yamagami.    Rio de Janeiro : Campus, 2009. 288 p.

Melhores-Ideias-Negocios-50-AnosO  século XX parece que foi ontem, mas para se ter um panorama do avanço desta sociedade,  há tão pouco tempo não existia o MP3 (1998). O Google –  uma das  marcas mais valiosa do mundo –  nasceu no ano 2000 (séc.  XXI), está com apenas 14 anos e declara uma missão que é esplêndida , um verdadeiro espetáculo:  “organizar as informações do mundo e torná-las mundialmente acessíveis e úteis”.  O máximo não é?

Assim sendo, a obra  as melhores ideias de negócios dos últimos 50 anos  celebra as sacadas de negócios,  desde a década de 60,  com o surgimento da pílula anticoncepcional ,  e segue  até o ano 2000 com o surgimento do Google e do e-reader. Para se chegar a este resultado – das  50 melhores ideias –  o organizador da obra  percorreu diversas universidades, conversou com pessoas influentes dos negócios e das finanças  e,  elaborou a lista com itens que surpreenderam e revolucionaram  o mundo,  seja para torná-lo mais seguro,  ou mais divertido com os videogames,  bem como, com produtos e serviços criativos e inovadores , tais como,  os códigos de barras e os  tablets .

Ian Wallis  é jornalista,  e neste livro, além de toda a pesquisa realizada e organizada,  narra histórias fantásticas  de como surgem as  ideias, principalmente,  quando se esquece de levar o abridor de latas de cerveja para um piquenique, e assim,  em  1963 surge o anel para abrir, facilmente,  as latas de bebidas e alimentos

A obra: WALLIS, Ian (org.).  As 50 melhores ideias de negócios dos últimos 50 anos.   Tradução Bruno Casotti.   Rio de Janeiro : Best Business, 2013.   380 p.

distintividade-marcasSendo a marca um bem muito valioso para uma organização, com certeza ela necessita de proteção contra fenômenos que afetem a sua força. A Obra Distintividade das Marcas é interessante por tratar daquilo que distingue;  daquilo que se difere;  não se confunde; que é diferente;   que tem distinção e,  sobre as questões pertinentes ao Direito Marcário.

Assim, uma marca tem que ser única…

O diferencial desta obra é  a interdisciplinaridade, o autor atuante na área jurídica, ultrapassa fronteiras e estabelece discursos entre o Direito, a Linguística, a Comunicação, a Semiótica, o Marketing  e com outras disciplinas.  O autor Lélio Denicoli Schmidt, mestrando em Direito Comercial, é docente em Cursos de Pós-Graduação em Propriedade Intelectual. Já escreveu artigos sobre as inovações da nova Lei da Propriedade Industrial, é pesquisador e advoga no mundo das Marcas e Patentes.

A obra: SCHMIDT, Lélio Denicola.  A distintividade das marcas:  secondary meaning, vulgarização e teoria da distância.   São Paulo : Ed. Saraiva, 2013.   318 p.

Marcas feitas para vencer. Esse título é uma brincadeira que faz referência ao aclamado livro escrito por Jim Collins, intitulado “Empresas feitas para vencer”.

“Empresas feitas para vencer” é resultado de uma pesquisa realizada por Jim Collins e sua equipe ao longo de cinco anos, com o objetivo de entender como empresas passam a ser “ótimas”. Como resultado, diversos conceitos foram identificados e apresentados ao longo dos capítulos, quase de forma a representar os degraus de uma escada que leva ao status de “ótimas”, embora essa idéia não se encontre expressa dessa forma no texto.


Capa_Empresas Feitas Para VencerMas o que esses conceitos têm a ver com branding?

Através de paralelos é possível perceber que os conceitos de Jim Collins podem sim ser relacionados e utilizados pela gestão de marcas. Afinal, administração e branding têm muito em comum.

A relação entre os conceitos de Jim Collins e os conceitos de branding se sustenta sobre a prerrogativa de que marcas e empresas são indissociáveis, no sentido em que são percebidas como algo único pelo público. Segundo essa prerrogativa, quando é feita uma referência a empresa é feita uma referência a marca, mesmo que o empreendedor ou aquele que faz a analogia não se deem conta disso. Isso porque mesmo sem perceber quando falamos de uma empresa, estamos falando o tempo todo de sua marca, estamos falando o seu nome e lembrando de diversas associações que temos com ela.

Logo no início do livro Jim Collins fala sobre a dificuldade de sair da inércia. Segundo ele ser bom é relativamente fácil e, por isso, é muito fácil se acomodar, buscando receitas prontas e se esquecendo de ver o que realmente pode ser explorado como diferencial. Agora pense no branding. É a mesma questão. Muitas empresas buscam receitas prontas para gerir suas marcas e se esquecem de que cada marca é única e precisa ser sustentada por alicerces firmes e particulares, se esquecem de seu propósito de marca, de explorar sua base de valores próprios e exclusivos. Não podemos esquecer que as grandes marcas que hoje são idolatradas e gozam de uma posição de prestígio na mente das pessoas, um dia, decidiram explorar seus propósitos.

Essa decisão e processo de gestão requer, sem dúvida alguma, uma boa liderança. Essa liderança precisa focar no desenvolvimento da empresa e não temer mudanças tão pouco se abster diante de dificuldades. É preciso foco para tomar as decisões certas e explorar o propósito como algo primordial. É isso que Jim Collins aborda quando fala de Liderança Nível 5, ideia segundo a qual o líder precisa afastar de si questões relativas ao seu ego, focar no benefício da empresa e saber, reconhecer os sucessos conquistados pela sua equipe e se predispor a enfrentar de frente os eventuais erros cometidos, Não se colocando em um patamar elevado, mas siam como parte do time.

É o líder que é responsável por alinhar os valores da empresa, e conseqüentemente da marca, aos valores de sua equipe, eliminando dissonâncias e colocando as pessoas certas para fazer parte do time. Nesse ponto os conceitos de Collins se assemelham, e muito, ao conceito de endobranding.

Outro pensamento interessante na obra de Jim Collins é o conceito dos “Três Círculos”, cuja intersecção caracteriza um conceito simples e cristalino que guia todos os esforços da empresa, denominado como “Conceito do Porco Espinho”. Cada um dos círculos representa respectivamente a percepção daquilo em que a empresa pode ser a melhor, daquilo que movimenta o seu motor econômico e daquilo que desperta sua paixão; com tal percepção a empresa define seu conceito unificador que guia a suas ações, permitindo que um cenário complexo possa ser simplificado e mantendo uma linha de ação.

Mas por que “Conceito Porco Espinho”? Por conta do ensaio de Isaiah Berlin sobre o porco espinho e a raposa, na qual a raposa sempre ataca o porco espinho de diversas maneiras, que gastam sua energia e não trazem resultados, enquanto que o porco espinho age sempre de forma focada, se defendendo da raposa apenas se posicionando como uma bola cheia de espinhos. Segundo essa metáfora a raposa é aquela marca que atua em várias frentes, que faz diversas ações e se posiciona de diversas maneiras, sem foco, em geral seguindo modismos e perdendo eficácia. O porco espinho por sua vez, seria a marca que entende toda a complexidade a sua volta e tem a capacidade de se focar, se basear no seu propósito e valores e construir ações certeiras, focadas e com maior eficácia.

Raposa e Porco Espinho

Esses dois somados se relacionam ao conceito do Círculo de Ouro de Simon Sinek apresentado no meu artigo anterior (http://www.infobranding.com.br/as-pessoas-nao-compram-o-que-voce-faz-elas-compram-porque-voce-faz-isso/), que aborda o propósito como algo central a estratégia da empresa e por conseqüência, a estratégia de marca.

A existência e prática de um propósito, paralelamente a uma boa liderança, possibilita o desenvolvimento e manutenção de uma verdadeira cultura organizacional que permite, dentre outras coisas, a diminuição da burocracia e o real engajamento da equipe, que através do alinhamento de valores e clima organizacional se sente valorizada e trabalha melhor. Possibilita que a equipe de colaboradores compre as idéias defendidas pela marca e transmita para o público externo a percepção de legitimidade em relação ao que é comunicado pela marca.

Outro conceito apresentado por Jim Collins e que pode ser relacionado ao branding é o “Volante de Ruptura”, segundo o qual não existe apenas uma ação que marca a passagem de uma empresa do status de boa para o status de ótima, mas sim um conjunto de ações coordenadas e constantes que juntas vão ganhado força e impulsionando as práticas organizacionais de maneira a gerar a ruptura, que nada mais é que o momento em que a força gerada pelo conjunto de ações faz o volante girar sozinho. Ou seja, quando há a prática constante de ações alinhadas pelo propósito da empresa, chega uma hora em que tudo se mantém de forma natural, chega uma hora em que a cultura organizacional está plenamente instaurada.

O “Volante da Ruptura” é, na minha humilde opinião, o conceito de Jim Collins que melhor se relaciona com o processo de branding, principalmente quando somado aos outros conceitos apresentados. Isso porque ele mostra que, não é apenas uma ação que vai levar a marca ao sucesso e reconhecimento, mas sim um conjunto de ações alinhadas a um propósito. Tal entendimento é muito importante para o empreendedor e gestor da marca, pois possibilita uma visão holística da estratégia e conseqüentemente torna as decisões de investimento mais acertadas.

O livro de Jim Collins apresenta diversos conceitos que podem ser adotados pelos profissionais de branding, não apenas esses apresentados nesse artigo. Reforço à importância de o profissional de branding relacionar diversas informações e conceitos para direcionar sua atuação, pois isso a torna mais embasada e assertiva, valorizando sua atividade e melhorando a percepção e entendimento que o mercado tem do branding.

Para terminar esse artigo, convido você leitor, a mostrar sua opinião para que, junto com a equipe do InfoBranding, possamos construir um diálogo multidisciplinar e enriquecedor.

Referência:

COLLINS, Jim. Empresas feitas para vencer. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.

 

 

Todos os consumidores já tiveram algum tipo de experiência ruim com suas marcas favoritas.
Quem nunca se irritou com alguma marca? Parou de comprar? Falou mal dela para os outros?
Isso é algo muito comum, porém o Slogans Sinceros (http://sloganssinceros.tumblr.com), resolveu colocar a boca no trombone e expressar tudo o que passa na mente dos consumidores com muito bom humor.
Vamos conferir alguns deles… e dar boas risadas:

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