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LG-G-FlexReproducaoLG quer briga!

Cansada de ver Apple e Samsung dando “um pau” nas concorrentes e disputando o domínio do mercado de smartphones, a marca sul-coreana lançou o G Flex.
Um aparelho côncavo que oferece um encaixe mais confortável nas mãos, além da tela ser mais resistente, pois é feita de Plastic OLED (POLED), um material plástico e não de vidro como os outros aparelhos. Atendendo uma necessidade eminente, já que não é nada raro ver iPhones e Galaxys com a tela rachada por ai.

A novidade é um diferencial, resta saber se é funcional e cairá no gosto da população.

Detalhes técnicos sobre o aparelho, confira em http://www.tecmundo.com.br/lg/46237-lg-g-flex-conheca-o-primeiro-smartphone-de-tela-curva-da-empresa.htm.

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Nessa terça-feira, 22 de Outubro, aconteceu na BSP-Business School São Paulo a palestra Criatividade e Inovação: o Diferencial para a Competitividade com a professora Ana Lucia Campus Pita, com quem nós do InfoBranding tivemos o prazer de aprender.

Na palestra, com muito conteúdo e alegria, Pita mostrou aos presentes a importância de entender e praticar a criatividade e a inovação. Repleta de exemplos, o evento inspirou os presentes a mudarem sua maneira de pensar e agir de forma mais criativa.

O mundo ficou pequeno! Rápida expansão tecnológica, informação acessível e formação equilibrada entre os profissionais são alguns fatores que tornam tudo homogêneo.

Frente a isso: criatividade e inovação!

De tudo o que foi apresentado na palestra o que ficou de mais importante e que arrisco resumir aqui, é:

Pratique a criatividade, desenvolva-a. Veja o mundo com os olhos de uma criança, não se prenda a rótulos, não tenha preconceitos e não tenha medo de pagar mico! Sonhe e corra atrás desse sonho! Teve uma ideia? Ótimo! Desenvolva-a, coloque em prática, inove! Saia da zona de conforto! Nunca ache que está pronto!

Para fechar, peço licença à professora Pita para reproduzir a seguinte frase de sua apresentação:

“O mundo mudou de dono; deixou de pertencer aos que conhecem os fatos e caiu sob o domínio dos que sabem lidar com eles.”

Inspirado? Não deixe de participar de eventos e estar em contato com profissionais da área. Troque experiências e desenvolva as relações. Aqui no  você sempre encontra dicas de conteúdo e eventos, fique por dentro!

Obrigado Pita pela maravilhosa palestra!

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Primeiramente gostaria que lessem a notícia: Anitta é escolhida pela Nike para divulgar a marca ( http://ibranding.tk/16dkxXW)

Cantora vai receber produtos e participar de corridas promovidas pela gigante esportiva.

Já comentamos anteriormente o sucesso da marca Anitta, no artigo “Anitta. A Poderosa do Benchmarking”  de  Kdu Muniz (http://ibranding.tk/GzX6fs)

Mas acho que desta vez a Nike conseguiu o que queria: causar polêmica.

Mas por que polêmica?
Todos nós que estamos, reclamando, xingando, falando que deveriam dar oportunidades aos verdadeiros atletas profissionais que estão treinando duro para disputar as Olimpíadas do Rio 2016, ou até mesmo representar o nosso Brasil em campeonatos mundiais, seja no atletismo, nas corridas de rua ou em qualquer esporte.

Talvez nós não somos esse público que eles querem atingir: os atletas amadores, profissionais, ou que praticam corrida ou qualquer outro esporte para qualidade de vida e até os admiradores da marca.

Os fãs de Anitta sim, com certeza irão investir o seu dinheiro para comprar uma camiseta NIKE RUN – ANITTA, um NIKE SHOX by ANITTA e gerar lucro a eles.
Acho que essa é a jogada de marketing.
Errada ou não, o que eles querem é dinheiro no bolso, infelizmente. Resultado, vendas, crescimento e retorno.

Anitta também postou no Instagram uma foto com a carta que recebeu da equipe da Nike (Foto: Instagram / Reprodução)
Anitta também postou no Instagram uma foto com a carta que recebeu da equipe da Nike (Foto: Instagram / Reprodução)

Preocupação ZERO em gerir uma marca de tanto sucesso mundial!

Sucesso ou não, isso veremos nos próximos capítulos.

E você, como e o que pensa sobre isso?

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A fabricante alemã lançou recentemente mais um vídeo para promover a estabilidade de seus novos carros. E o astro do comercial não foi o carro, mas sim uma galinha.

Esse novo vídeo passou de 300 mil visualizações em menos de 24 horas e em quatro dias, já passou de 2 milhões, mais um viral de 2013. Apesar de ter sido uma ideia criativa, está dividindo opiniões, mas quando o assunto envolve o posicionamento da marca, não está de acordo com a estratégia que a Mercedes sempre definiu e principalmente com a maneira que a empresa sempre se comunica com seu público-alvo. Um posicionamento voltado a usuários de maior poder aquisitivo, com mais de 30 anos e geralmente empresários requer uma linguagem mais formal e objetiva, onde o centro de atenção é o carro e seus atributos, jamais podendo ser vinculado a uma galinha.

O vídeo pode entregar o que promete, que é mostrar a total estabilidade do carro, mas dessa maneira, não parece que por trás está uma mas maiores montadoras de carros de luxo do mundo. Ficou claro que foi na intenção de lançar um viral na internet.

Assista outro vídeo da Mercedes-Benz explicando o funcionamento do Magic Body Control e veja a diferença da maneira que a empresa se comunica, que estrategicamente falando, é muito mais de acordo com o posicionamento da fabricante.

Outro comercial criado pela Mercedes Benz para divulgar o novo Classe A no Brasil gerou certa polêmica. A empresa alemã abusou de sua imagem e colocou como trilha sonora da campanha a música mais comentada do momento no mundo do funk, o Ah Lelek lek lek. Assista ao vídeo para entender melhor a jogada com a letra A e o passinho do volante que a Mercedes utilizou para promover a nova versão do seu carro.

A Mercedes não divulgou nenhuma justificativa, mas ficam claras algumas estratégias de marca:

– Aproveitando a moda do funk ostentação, a Mercedes tentou popularizar o seu carro para este público. Esperou que o carro fosse desejado pelos MC’s e que depois disso fosse utilizado em novos clipes;

– Oportunidade de fazer um vídeo viral e gerar repercussão;

– Criar lembrança na memória do consumidor. O vídeo do Lelek foi visto mais de 38 milhões de vezes e saiu em diversos canais de tv, se o carro Classe A fosse lembrando cada vez que o vídeo foi visto, seria um sucesso para a Mercedes.

O que leva a crer nessas estratégias foi o comercial do Classe A foi em outros países, totalmente diferente deste divulgado no Brasil e muito mais de acordo com o posicionamento da marca que estamos acostumados a ver. Se quiser assistir ao vídeo, clique aqui.

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20130922_191900 (2) 20130922_191921Seguindo exemplos de outras empresas e marcas, e principalmente atendendo uma exigência do mercado de estar presente onde o consumidor está, de maneira prática, a Johnson&Johnson está disponibilizando máquinas de autoatendimento (vending machines) em locais estratégicos, com acesso a todos o públicos, como o metrô (foto tirada no Metrô Consolação – Linha Verde – SP). Creio que as empresas de refrigerantes, como a Coca-Cola, foram as pioneiras neste tipo de venda, sendo seguidas por outras empresas ligadas a produtos de alimentação como salgadinhos, doces, chocolates. O que se percebe é que hoje este tipo de abordagem está se tornando muito comum, a praticidade e a economia do tempo para se fazer compras de itens considerados importantes, como, por exemplo, para atender uma necessidade imediata como uma garrafa de água ou uma fome repentina com uma barra de cereal ou salgadinho, e ainda para aguardar o metrô, pode-se comprar o um livro de R$5,00 e preencho o meu tempo de espera lendo algum clássico da literatura.

Com isso as marcas estão expostas e “conversando” com o consumidor – “Estou aqui, hein!” – e ainda os espaços para esta exposição cada vez mais amplos e acessíveis ao cliente, seja nos smartphones, nas revistas, no transporte público ou dentre outros. E mais, elas encontraram mais um espaço para expressar seu propósito e missão, no caso da Johnson&Johnson, é clara a sua mensagem – Carinho inspira carinho – envolvendo o consumidor à sua proposta, e quem sabe, enviando uma mensagem de tolerância no metrô.

 

 

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rock-in-rio-eu-vouRock in Rio acontecendo e você com certeza já ouviu alguém dizendo: “O que a Beyonce, Ivete Sangalo e a Pink estavam fazendo em um festival de rock?” ou então, “Pra que colocar pop, Rock in Rio já foi melhor”.

Para um festival que já teve como abertura da sua primeira edição em 1985 a célebre banda Queen, com o eterno Freddie Mercury protagonizando a música “Love of my life”, ter a participação de divas do pop não é exatamente o ideal.

Apesar do objetivo de criar um festival voltado para o rock, a primeira edição já lançou mão para bandas/cantores brasileiros como Alceu Valença, Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Kid Abelha & Os Abóboras Selvagens, Pepeu Gomes & Baby Consuelo, entre outros. Nas edições seguintes, a presença dos outros estilos musicais foi maciça, chegando a ter como atração a cantora Britney Spears. Apesar de sugestivo, o nome pode ter outro significado, que justificaria a falta de alinhamento. A palavra Rock pode significar “tremer, balançar” se foi intencional ou não, não podemos afirmar, mas neste contexto faz sentido a presença de outros gêneros musicais.

Com estes exemplos, creio que já foi possível demonstrar que a escolha do nome do festival, pelo aspecto de significado, não foi lá dos melhores já que restringiu a um determinado estilo musical que não foi suportado desde o princípio. Mas boa parte do conceito original ainda é carregado, pois apesar da influência de outros estilos, o principal ainda continua sendo o rock.

No entanto o significado do festival para o Brasil foi grande e a marca perdurou. Se lembrarmos do ano de 1985, podemos perceber o momento que o país estava no começo da transição da ditadura para a democracia. O criador, Roberto Medina, decidiu comemorar o momento de liberdade organizando um festival de rock.

Penso que neste momento a criação do nome não se deu apenas por um gosto musical que o criador tinha, mas também pelo fato do estilo estar frequentemente associado à rebeldia e a liberdade de valores comuns e caretas da sociedade, algo super a ver com o momento.

Com o passar do tempo e a vinda de outras edições, o festival tornou-se um case de marketing e branding muito interessante. A marca Rock in Rio tornou-se conhecida no mundo, respeitada e sinônimo de festival de música, e não um nome que faça referência a um estilo ou local específicos.  Existe hoje uma extensão desta marca, o Rock in Rio Lisboa, que assim como no Brasil, tenta unir a tradição local com os astros do rock.

1236720_561781027204900_34534091_nO evento, hoje representa diversidade musical e ponto de divulgação de marcas e entretenimento. A exemplo, o Rock in Rio de 2011 foi o primeiro a ter uma roda gigante na Cidade do Rock, neste ano de 2013 acontece um show de ativação de marcas, com destaque para o Banco Itaú que soube explorar bem o fato de ser patrocinador e além de espalhar materiais de comunicação pela cidade do rock, decorou a roda gigante, presente também nesta edição, e as pulseiras com a marca, que, em minha opinião, foi uma das sacadas mais geniais em eventos. Consiste em uma pulseira da cor laranja, característica do banco, e que emite uma luz da mesma cor, e esta luz fica piscando ao longo do festival, proporcionando um show de luzes nas noites do evento. Ação que instiga a lembrança da marca e que no final é levada para a casa pelos espectadores e fica em contato direto com estes durante o evento.

Isso significa que não é somente um festival de bandas e músicas, é a oportunidade de eternizar os momentos na memória e na vida das pessoas, basta ver o orgulho que tem as pessoas que assistiram a primeira edição, e junto com esses momentos a marca, como parceira ou facilitador daquela experiência.

 

 

REFERÊNCIAS

http://www.cifraclubnews.com.br/especiais/27445-rock-in-rio-conheca-a-historia-do-maior-festival-de-mosica-do-brasil.html

Imagem retirada da página do banco Itaú no Facebook, Créditos: ISABEL MACHADO.

 

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Patricia Gatti

Graduanda de Administração de Empresas da ESPM/SP. Desenvolveu o gosto por branding com os estudos, com o trabalho e pelo universo instigante das marcas. Adora dançar, com o ballet desenvolveu a disciplina e a atenção, o que contribuiu para um olhar todo diferente a respeito das marcas e do relacionamento com o consumidor.

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aba branding snickers Chegamos a nossa última parte. Vamos dar uma passada rápida sobre as palestras de Snickers, Heineken, McDonald’s, ranking The Best Global Green Brands e falar sobre questões legais das marcas. Também faremos uma avaliação geral sobre o evento. Se você perdeu as duas primeiras partes, acesse parte I e a parte II.

 

Fernando Rodrigues contou um pouco da história da Mars que tem em seu portfólio marcas como M&Ms, Twix, Uncle Ben’s, e também Pedigree e Whiskas para cães e gatos.

Cada marca tem uma linha de comunicação diferente e a Mars quis trabalhar no Brasil com Snickers:

  • uma barra composta por nougat, amendoins e caramelo, coberto com chocolate ao leite
  • lançado em 1930
  • muito conhecido lá fora, e um dos principais produtos da marca

 

Fernando mostrou a evolução da comunicação do produto por meio dos comerciais:

  • inicialmente era vendido como chocolate para a família e que sustenta (vale por uma refeição).
  • a linguagem da marca Snickers evoluiu para jovem e descolada.

 

Alguns problemas identificados:

  • vinha perdendo popularidade perante concorrentes como KitKat e Oreo
  • A linguagem jovem muitas vezes caía no nonsense adolescente
  • a descentralização das campanhas em todo o mundo, cada país tinha um mote diferente.
  • Muitas vezes, os comerciais conversavam só para um nicho (Ex: Snickers como ser um alimento para skatistas), restringindo assim, o público-alvo e perdendo mercado.

 

A solução foi:

  • focar no benefício (a barra que por uma refeição)
  • direcionar para o público jovem em geral
  • com uma linguagem bem-humorada, mas não nonsense.

Para isso criou a campanha: ‘Você não é você quando está com fome’. A mensagem do comercial é: as pessoas se transformam quando estão com fome. Para isso, usou a atriz Betty White e estreou no Super Bowl gerando um buzz, identificação com vários públicos e empatia.

O sucesso da campanha foi replicado mundialmente com artistas famosos e para a versão nacional, Snickers usou a Betty Faria. Como resultado, as vendas cresceram e ultrapassaram os concorrentes.

A principal lição foi voltar para o conceito da marca e unificar a comunicação sem perder a personalidade.

 

aba brandingTatiana Campello da Demarest falou sobre proteção legal de sons, aromas e trade dress de produtos e lojas.

Explicou que as marcas que podem ser registradas, sobre um olhar jurídico, se dividem em quatro categorias:

  • marca nominativa (só o nome)
  • marca figurativa (a maça da Apple, por exemplo)
  • marca tridimensional (o objeto em si)
  • marca mista (que é a soma de tipia + símbolo gráfico).

 

Tatiana exemplificou marcas não tradicionais (como cheiros, cores, sons, imagens em movimento, etc.) que, segundo a legislação brasileira, não podem ser registradas e mostrou alternativas inteligentes da Nokia, que registrou sua vinheta Connecting People, dentro da categoria Signos animados e multimídia, representando o movimento em quatro frames e da Reckitt Benckiser, que registrou um desenho simplificado da embalagem do Veja – Multiuso, dentro da categoria Trade dress.

Ao contrário do Brasil, a legislação americana permite o registro de cheiros, cores e sons como marcas: a Harley registrou o som do motor de suas motos e a MGM registrou o rugido de seu leão.

O conceito de trade dress surgiu nos Estados Unidos e se referia à forma que um produto “se vestia para ir ao mercado” (como as lojas do McDonalds que tem arquitetura e composição interna características), com o tempo, o conceito mudou um pouco e agora se refere à aparência de um produto, marca ou serviço, englobando rótulo, embalagem, configuração, disposição e recipiente (como a garrafa da Coca-Cola, por exemplo) e se caracteriza por:

  • distintividade (originalidade);
  • possibilidade de causar confusão ao consumidor médio;
  • análise do conjunto e não de itens isolados;
  • não pode ser de uso comum;
  • diferença em relação aos demais produtos/serviços do mercado;
  • não pode ser funcional, nem caracterizar-se como uma ferramenta de marketing ou forma de “operação do negócio”.

 

Hoje o Brasil tem proteção institucional para o conceito de Trade Dress, a fim de garantir o desenvolvimento tecnológico e econômico do país e o interesse social da população (limitando concorrência desleal, por exemplo). Com isso, alguns embates judiciais já foram travados:

  • Spoleto X Julietto: o Spoletto garantiu proteção da configuração visual, arquitetônica de sua lojas
  • China in Box X Uai in Box (comida mineira): O primeiro conseguiu proteção para as suas caixinhas e do termo “in box”
  • Protex X Francis Protection: Protex ganhou a causa, pois foi comprovada semelhança visual

aba branding heinekenJosé Carlos Vaz e Dias da VDAV, aprofundou o tema falando sobre a importância e proteção legal das cores.

Ele explicou que, diante da concorrência, velocidade e quantidade de informação, as cores são essenciais para os produtos pois elas facilitam a conexão do produto com o consumidor, tendo quase que a mesma função do logo.

Hoje não são registráveis como marca, cores e suas denominações, somente se forem combinadas de modo único, de toda forma a apropriação tem que atender alguns requisitos:

  • é necessário o uso prolongado da cor no produto para criação do “mito”
  • a cor não deve exercer função ornamental, utilitária e essencial
  • o produto tem que ter capacidade de ser distintivo
  • a caracterização e definição do produto tem que ser indiscutível

Com isso, ele trouxe os casos dos sapatos Christian Louboutin, que garantiu proteção e uso exclusivo do solado vermelho associado a outra cor em seu sapatos e da Neutrox, que hoje “briga” com onze marcas similares em nome, formato de embalagem, uso de cor, para tentar garantir proteção ao “trade dress” de seu produto.

 

A Heineken falou storytelling, co-criação, marketing em tempo real.

A marca desembarcou no Brasil em 2010 com objetivo de mudar o mindset:

Antes

Depois

  • mensagem

  • impressões

  • eficiência numérica

  • picos nas campanhas

  • foco na entrega

  • estatístico

  • consumidores

  • ideias/storytelling

  • expressões (das pessoas)

  • valor (social + eficiência numérica)

  • picos nos assuntos mais relevantes

  • engajamento nas conversas (dinâmico)

  • fãs, advogados de marca, co-criadores

 

Definiu a relação entre as partes envolvidas como Conversa 3D:

  1. marca > consumidor

  2. consumidor > marca

  3. consumidor > consumidor

E por fim, mostrou exemplos de atuação da marca em campanhas como: UEFA Champions League (patrocínio e ações especiais), Heineken Delegates (consumidores avaliam bares, ganham pontos e recompensas), 007 Skyfall (product placement), filme Latitude (8 capítulos feitos para web).

 

aba branding eventoSobre McDonald’s, as principais mensagens são:

  • é uma empresa de operação e não de marketing
  • gostam de padronizar tudo: qualidade e procedimentos
  • tem forte controle do uso da marca (normatização global)
  • é uma marca orientada pelo consumidor
  • acompanha as mudanças sociais e econômicas do País: inflação, entrada da mulher no mercado de trabalho, ascensão da classe C
  • estão cada vez mais preocupados com a cadeia de produção
  • alta produtividade e eficiência com sustentabilidade (uso da água, Mc Dia Feliz, Mulheres em Movimento.

 

Para o Ranking The Best Global Green Brands a Interbrand explicou os critérios para a avaliação das marcas.

O que a empresa precisa fazer para entrar no ranking e quais iniciativas estão sendo feitas para um mundo mais sustentável. O ponto mais interessante é que as primeiras posições do ranking são ocupadas por marcas da indústria automobilística como Toyota, Ford e Nissan. Essas empresas estão investindo pesado em pesquisas para reverter a imagem da sociedade de que seus produtos são os maiores poluidores do meio ambiente.

 

Sobre o evento

O evento, em geral, foi muito bem estruturado. Realizado no prédio do Centro Britânico Brasileiro em São Paulo. Teve um ótimo serviço de A&B (alimentos e bebidas). Alguns coffees contaram com intervenções de parceiros da entidade, como a ESPM que ofereceu quindins gourmet, a Mars trouxe Snickers e o Santander Select distribuiu cookies de castanha.

Aos que esperavam falar apenas sobre Branding, o XIII Fórum Internacional Aba Branding englobou muito mais marketing, publicidade, posicionamento e outros assuntos. Tudo o que gira em torno da marca e sua comunicação.

Um ponto desfavorável foi a falta de integração nos intervalos e almoço, faltou dinâmicas para networking, tão importante hoje em dia. Seria ótimo alguns estandes para patrocinadores interagirem com os participantes (como em eventos como o Próxxima) e um almoço organizado.

No mais, os materiais essenciais: bloco de anotações, caneta, materiais de divulgação dos patrocinadores (alguns bem interessantes, como o relatório das marcas mais valiosas da Brand Analytics) foram distribuídos dentro de uma sacola ecológica.

 

Matéria feita com a colaboração de Eric Miranda.

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os-estagiariosEstá em cartaz nos cinemas o filme Os Estagiários (The Internship), que tem como enredo dois caras, Billy (Vince Vaughn) e Nick (Owen Wilson), homens maduros, vendedores que acabam de perder o emprego. Em busca de uma nova oportunidade eles se candidatam para a vaga de estagiário no Google.

A comédia acontece na sede da gigante da tecnologia, retrata o programa de estágio da empresa e como se comportam dois quarentões rodeados de moças e rapazes das gerações X e Y.

O longa consegue transmitir um pouco do que o Google representa para o mundo, sua forma de agir, filosofia e ambiente de trabalho, afinal, é eleito o melhor lugar do planeta para trabalhar, sonho de muitos profissionais. E, acima de tudo, o filme aborda muito bem o propósito da marca Google, que é FACILITAR a vida das pessoas.

Engraçado, divertido e fonte de conhecimento para profissionais de tecnologia, marketing e branding. Vale a pena assistir! #ficadica

 

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Outro dia estava andando pelo setor de bebidas no Pão de Açúcar e me deparei com um logo familiar num rótulo de cerveja. Fiquei surpresa e resolvi escrever essa matéria.

Quem tem entre 25-30 anos lembra bem da Rádio Rock, que não chegava a ser uma Kiss FM com superclássicos, mas a 89.1 fm tocava rock (comercial e alguns clássicos).
E como toda marca, sofreu altos e baixos e até crise de identidade. Mudou seu estilo musical entre 2006-2012, assumindo um lado bem pop e comercial, os fãs das antigas estranharam muito quando sintonizavam a 89 e ouviam black music ou Justin Bieber. A estratégia era combater a queda de audiência, dando o que o público das outras rádios queria ouvir. Mas as outras rádios eram Jovem Pan e Metropolitana, assumidamente emissoras pop e para uma marca que se construiu no rock não fazia muito sentido, impactando no público.

Os fãs estranharam e protestaram, mas a direção comercial manteve o novo conceito musical. Assim a marca perdeu os antigos ouvintes e ganhou outros novos de faixa etária menor. Até seria uma boa estratégia para renovar o público, mas não parecia que a marca estava convencendo nem novos e nem os antigos. Faltava-lhe consistência, qual era a sua história? O jovem rebelde que virou adolescente pop?!

1Em 2011, uma parceria com a Nestlé renomeou a emissora para Fast 89. Começava outra fase que evidenciava mais uma crise de identidade misturada com manobra de interesse comercial. Vários programas foram rebatizados de Fast alguma coisa, e assim o ouvinte perdia de novo a ligação com a marca que havia sido construída. A audiência caiu e foi se recuperando até chegar a vice-liderança, quando algo surpreendente estava por vir.

A reviravolta aconteceu no fim de 2012, quando alguns sites noticiavam que a rádio ia acabar para dar lugar a uma programação religiosa. Como a rádio ia migrar para web, foram feitos alguns programas especiais com antigos locutores e músicas da fase rock com a finalidade de anunciar o novo canal online. O buzz e o sucesso foi tanto que os controladores negociaram com os religiosos e decidiu-se pelo renascimento da Rádio Rock.

Outra parceria com o UOL viabilizou o negócio e o conceito musical das antigas voltava, para felicidade dos saudosistas. Hoje a Rádio Rock se reafirmou e está na liderança do segmento rock, com novos programas, quadros, interação forte no meio online, e até dá nome a produtos. Muito mais que a perua com o adesivo do logo, a 89 virou cerveja: A cerveja Rock, presente em vários supermercados e o motivo pelo qual escrevi essa matéria.

Isso é o renascimento de uma marca.

 

Referência

Wikipedia

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popupstore-airwickSemana passada postamos um artigo sobre a fragrância através do som e imagens que contava sobre uma ação que a Air Wick fez no Shopping Eldorado em São Paulo, e não é que a marca ataca novamente com suas ações sensoriais?

A Air Wick conta com dois pop up stores em shoppings da Capital Paulista e com esta ação a empresa visa apresentar aos consumidores todos os itens da linha Home Perfume Collection em um ponto de venda exclusivo que promove uma experiência sensorial com os produtos.

A grande novidade é a Vela Perfumada que Muda de Cor, opção decorativa inovadora com tecnologia exclusiva no país que une agradáveis fragrâncias a um fascinante jogo de luzes. Todos os itens da linha Home Perfume Collection podem ser adquiridos nas pop up stores de Air Wick até 30 de outubro.

Confira os endereços disponíveis dos quiosque:

Shopping Morumbi, Piso Superior
Endereço: Av. Roque Petroni Júnior – Itaim Bibi, São Paulo-SP
Data: todos os dias, até 30 de outubro de 2013
Horário: 10h/22h (seg. a sab.); 14h/20h (dom.).

Shopping Anália Franco, Piso Orquídea
Endereço: Av. Regente Feijó, 1739 – Jd. Anália Franco, São Paulo-SP
Data: todos os dias, até 30 de outubro de 2013
Horário: 10h/22h (seg. a sab.); 14h/20h (dom.).

Agora você pode dar um presentinho surpresa para a sua casa depois que voltar das compras no Shopping.

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