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os-estagiariosEstá em cartaz nos cinemas o filme Os Estagiários (The Internship), que tem como enredo dois caras, Billy (Vince Vaughn) e Nick (Owen Wilson), homens maduros, vendedores que acabam de perder o emprego. Em busca de uma nova oportunidade eles se candidatam para a vaga de estagiário no Google.

A comédia acontece na sede da gigante da tecnologia, retrata o programa de estágio da empresa e como se comportam dois quarentões rodeados de moças e rapazes das gerações X e Y.

O longa consegue transmitir um pouco do que o Google representa para o mundo, sua forma de agir, filosofia e ambiente de trabalho, afinal, é eleito o melhor lugar do planeta para trabalhar, sonho de muitos profissionais. E, acima de tudo, o filme aborda muito bem o propósito da marca Google, que é FACILITAR a vida das pessoas.

Engraçado, divertido e fonte de conhecimento para profissionais de tecnologia, marketing e branding. Vale a pena assistir! #ficadica

 

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Outro dia estava andando pelo setor de bebidas no Pão de Açúcar e me deparei com um logo familiar num rótulo de cerveja. Fiquei surpresa e resolvi escrever essa matéria.

Quem tem entre 25-30 anos lembra bem da Rádio Rock, que não chegava a ser uma Kiss FM com superclássicos, mas a 89.1 fm tocava rock (comercial e alguns clássicos).
E como toda marca, sofreu altos e baixos e até crise de identidade. Mudou seu estilo musical entre 2006-2012, assumindo um lado bem pop e comercial, os fãs das antigas estranharam muito quando sintonizavam a 89 e ouviam black music ou Justin Bieber. A estratégia era combater a queda de audiência, dando o que o público das outras rádios queria ouvir. Mas as outras rádios eram Jovem Pan e Metropolitana, assumidamente emissoras pop e para uma marca que se construiu no rock não fazia muito sentido, impactando no público.

Os fãs estranharam e protestaram, mas a direção comercial manteve o novo conceito musical. Assim a marca perdeu os antigos ouvintes e ganhou outros novos de faixa etária menor. Até seria uma boa estratégia para renovar o público, mas não parecia que a marca estava convencendo nem novos e nem os antigos. Faltava-lhe consistência, qual era a sua história? O jovem rebelde que virou adolescente pop?!

1Em 2011, uma parceria com a Nestlé renomeou a emissora para Fast 89. Começava outra fase que evidenciava mais uma crise de identidade misturada com manobra de interesse comercial. Vários programas foram rebatizados de Fast alguma coisa, e assim o ouvinte perdia de novo a ligação com a marca que havia sido construída. A audiência caiu e foi se recuperando até chegar a vice-liderança, quando algo surpreendente estava por vir.

A reviravolta aconteceu no fim de 2012, quando alguns sites noticiavam que a rádio ia acabar para dar lugar a uma programação religiosa. Como a rádio ia migrar para web, foram feitos alguns programas especiais com antigos locutores e músicas da fase rock com a finalidade de anunciar o novo canal online. O buzz e o sucesso foi tanto que os controladores negociaram com os religiosos e decidiu-se pelo renascimento da Rádio Rock.

Outra parceria com o UOL viabilizou o negócio e o conceito musical das antigas voltava, para felicidade dos saudosistas. Hoje a Rádio Rock se reafirmou e está na liderança do segmento rock, com novos programas, quadros, interação forte no meio online, e até dá nome a produtos. Muito mais que a perua com o adesivo do logo, a 89 virou cerveja: A cerveja Rock, presente em vários supermercados e o motivo pelo qual escrevi essa matéria.

Isso é o renascimento de uma marca.

 

Referência

Wikipedia

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popupstore-airwickSemana passada postamos um artigo sobre a fragrância através do som e imagens que contava sobre uma ação que a Air Wick fez no Shopping Eldorado em São Paulo, e não é que a marca ataca novamente com suas ações sensoriais?

A Air Wick conta com dois pop up stores em shoppings da Capital Paulista e com esta ação a empresa visa apresentar aos consumidores todos os itens da linha Home Perfume Collection em um ponto de venda exclusivo que promove uma experiência sensorial com os produtos.

A grande novidade é a Vela Perfumada que Muda de Cor, opção decorativa inovadora com tecnologia exclusiva no país que une agradáveis fragrâncias a um fascinante jogo de luzes. Todos os itens da linha Home Perfume Collection podem ser adquiridos nas pop up stores de Air Wick até 30 de outubro.

Confira os endereços disponíveis dos quiosque:

Shopping Morumbi, Piso Superior
Endereço: Av. Roque Petroni Júnior – Itaim Bibi, São Paulo-SP
Data: todos os dias, até 30 de outubro de 2013
Horário: 10h/22h (seg. a sab.); 14h/20h (dom.).

Shopping Anália Franco, Piso Orquídea
Endereço: Av. Regente Feijó, 1739 – Jd. Anália Franco, São Paulo-SP
Data: todos os dias, até 30 de outubro de 2013
Horário: 10h/22h (seg. a sab.); 14h/20h (dom.).

Agora você pode dar um presentinho surpresa para a sua casa depois que voltar das compras no Shopping.

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pgNesta parte, faremos um overview das palestras da P&G, da Brand Analytics e de Allen Adamson, no XIII Fórum Internacional Aba Branding. Se você perdeu a primeira parte, acesse aqui.

Gabriela Onofre contou um pouco da história da P&G, marca-mãe de outras marcas famosas como Gillette, Pampers, Pantene e Oral B. Essa corporação tem 175 anos e o seu propósito é oferecer produtos de qualidade e valor superior que melhorem a vida dos consumidores. A P&G sempre foi pioneira em pesquisas (você já deve ter vistos os comerciais que comprovam a eficácia dos produtos) e marketing (seu primeiro anúncio é de 1880). Hoje, é o maior anunciante do mundo, com 25 produtos que ultrapassam US$ 1 bilhão em vendas anuais (imagine a força da empresa perante a mídia)!

A história da P&G no Brasil começou há quase 25 anos. E em 2010, a empresa decidiu investir pesado para que os consumidores brasileiros conheçam a marca corporativa e não apenas o seu portfolio. A mesma estratégia já havia sido adotada pela concorrente Unilever e continua atual com marcas como Johnson & Johnson e Coca-Cola Company. Reforçar a marca corporativa ajuda a consolidar as marcas já existentes e embasar o lançamento de novas marcas.

A primeira iniciativa foi a promoção “produto brother”, no Big Brother. Era uma campanha para ‘plantar a semente’ no consumidor, não falava sobre a P&G, mas sobre diversas marcas que tinham algo em comum.

Depois lançou a promoção Provou e Gostou – P&G Avião do Faustão, já revelando a marca por trás dos produtos e associando o título à sigla (Provou e Gostou). Vale reforçar que foi usada uma estratégia muito eficaz para a familiarização do brasileiro, já que a companhia não adotou seu nome original: Procter & Gamble, de difícil memorização e pronúncia. O que economizou esforços de Marketing.

Marcos Machado (TopBrands) explicou que quando Gatorade seria lançado no País, a agência teve que fazer pesquisas para saber o que o consumidor achava sobre a marca e grande parte pensava que se referia à produtos para gatos. Além de estudar o posicionamento no PDV, a marca teve que reforçar em seus comerciais a pronúncia correta do produto.

O P&G Avião do Faustão foi um sucesso, garantindo visibilidade da marca corporativa e aumento de vendas cruzadas. Como a P&G é formada de várias companhias, todas marcas tiveram que investir na campanha. As mais conhecidas e com maior faturamento (como Gillette e Pampers) tiveram que desembolsar mais dinheiro para promover as outras menos populares (ex. Head & Shoulders).

Em paralelo com a promoção do avião, a P&G fez outras campanhas que reforçam a história por trás das suas marcas, que demonstram cientificamente a eficácia dos produtos e ainda criou os embaixadores (Luciano Huck, Ganso, Fernanda Torres, entre outros). Isto é, apresentou sua família de produtos para a família brasileira.

A estratégia de marketing, iniciada em 2010, foi bem-sucedida:

  • aumento do conhecimento da marca que era de menos de 10% (2009) para os atuais 87%;
  • aumento de 18% na reputação da marca;
  • alcance de + 7 milhões de lares;
  • 2x mais confiança do consumidor.

Vale ressaltar que a multinacional no Brasil também está alinhada com os interesses da globais. Como patrocinadora das Olimpíadas em 2012, a P&G fez a campanha ‘Obrigado, mãe’, onde agradecia o esforço rotineiro das mães de atletas. O comercial destoou da linha comunicativa da empresa, que é mais lógica e prática e mostrou um lado mais emocional e sensível, com o objetivo de tocar a mãe, personagem decisivo no momento da compra. E ao mesmo tempo, ligar a mãe à uma marca-mãe.

 

baA palestra do Eduardo Tomiya da Brand Analytics explicou um pouco melhor sobre sua consultoria (parte do grupo WPP), que trabalha para alcançar soluções estratégicas para as marcas com abordagem analítica entre estratégia de negócio, percepções externas, análise financeira e aspectos de comunicação e semiótica. Ele ressaltou que a Marca é um ativo mais valioso e perene para uma organização e que as estratégias de Branding não devem vir das agências ou da área de Marketing, a iniciativa deve ser da diretoria – top down. Só assim Branding estará alinhado com as outras estratégias da empresa.

Eduardo deu um exemplo curioso de gestão de marca: o caso Snapple. A marca de bebidas surgiu em 1978 e era divulgada como uma alternativa saudável aos refrigerantes, tinha um preço um pouco mais elevado. Em 1994, foi comprada pela Quaker em por US$ 1,7 bilhões.

A chance de alcance maior fez os olhos da Quaker brilharem, ela já tinha Gatorade no seu portfolio. Então, posicionaram Snapple como bebida de massa e perderam o propósito da marca e seu público. Snapple nasceu para um nicho específico que valorizava a diferenciação.

O resultado do mau posicionamento foi uma queda brusca nas vendas e em 1997, a Quaker se desfez do negócio repassando para a Triac por US$ 0,3 bilhões, ou seja, quase um sexto do valor que pagou ­­– um prejuízo que impactou no valor das suas ações. A nova controladora trabalhou para recuperar os antigos consumidores e o propósito inicial de Snapples, como resultado, vendeu o negócio por US$ 1 bilhao para a Cadbury Schweppes, três anos depois de comprá-la.

A Brand Analytics também trouxe o case Santander com Paola Sette que falou sobre Marca, como experiência intangível. E exemplificou o tipo de Gestão da Marca feito pelo Banco:

  1. Diagnóstico de posicionamento;
  2. Planos/Projetos que vão alavancar novo cenário;
  3. Novo diagnóstico;
  4. Consumidor interagindo;
  5. Consumidor avaliando.

 

allan3A palestra mais interessante foi a The Edge – 5o Tips from brands that lead (livro homônimo), de Allen Adamson da Landor NY. Ele falou como as marcas podem surpreender os consumidores já que eles agora são multitarefas: ouvem música e lêem uma notícia no smartphone enquanto estão na academia treinando. Eles fazem tudo ao mesmo tempo e como eles conhecerão sua marca?

O mais difícil é a execução, para isso, ele falou como a Landor entende o Branding. Através da própria palavra: BRAND é a história, a estratégia, o posicionamento e BRANDING é como você conta essa história ou mensagem para o mercado. As marcas precisam combinar um boa campanha (meio) à uma boa história (relevante).

É preciso focar nos objetivos, qual a sua serventia, o propósito (ex: trecho do filme O Náufrago, em que Tom Hanks fala sobre a importância do tempo e eficiência para FedEx); e garantir sua importância para o consumidor, criar uma ligação (ex: comercial da British Airways que uniu o filho que morava em Londres à sua mãe que morava em Mumbai).

Foram feitas muitas pesquisas com várias marcas, em vários países ao longo dos anos, através das dimensões Brand Asset Valuation. E quanto mais pontos a marca atinge, maior a sua força.

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Sobre a história da marca temos:

  • O quê/Como – ponto principal da história
  • Quem você é – personificação da marca
  • Por que você faz isso – começar por dentro/core/DNA

Ele deu algumas dicas para as empresas alcançarem o limite e fortalecerem suas marcas, em um mundo de constante mudança e muitos touchpoints:

  1. Plano >> Mapa >> Jornada do consumidor >> foco no consumidor
  2. Dentro para fora >> Funcionários/Colaboradores >> Time (GE);
  3. Reinventar o antigo >> Tudo está mudando (Coca-Cola com a garrafa de gelo);
  4. Criar o novo >> Novas maneiras de vender/novos touchpoints (supermercado coreano no metrô e Ikea com realidade aumentada);
  5. Abrir o boca-a-boca >> Dar algo para que os consumidores falem a respeito >> Criar experiências, espalhar histórias, mudar as vidas ao redor dos clientes >> Conectar-se emocionalmente >> comunidades (BMW Experience).

Não se esquecer também da parte visual, pois hoje as imagens contam histórias (iPhone).

Ele finalizou a palestra reforçando que as marcas devem dar importância à uma boa execução e devem dar atenção ao que acontece ao redor do mundo do consumidor, para se comunicarem de forma mais efetiva e relevante.

 

Não perca a última parte com as questões legais das marcas, a Heineken, Mc Donald’s, o Best Global Green Brands e a avaliação geral do evento.

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aba-1Nos dias 27 e 28 de agosto, ocorreu o XIII Fórum Internacional Aba Branding, um evento composto por várias palestras de agências, anunciantes e especialistas das áreas de Marketing, Publicidade e Branding. O InfoBranding esteve lá e trouxe os principais pontos discutidos para nossos apaixonados por marcas que não puderam participar.

O evento se iniciou com a pesquisa Top of Mind 2013 (Quest e Top Brands) sobre as preferências e comportamentos do consumidor. O processo foi feito via telefone e o metódo consiste em computar o primeiro nome que é respondido pelo consumidor. Veja os principais pontos analisados por Marcos Machado (Top Brands):

  • Das cinco capitais analisadas (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, São Paulo e Porto Alegre), os consumidores mais fieis são os gaúchos e os menos fieis são os cariocas.
  • A indicação de amigo é muito relevante na fidelização.
  • Sustentabilidade é um tema a ser melhor trabalhado pelas marcas, pois apenas 32% das pessoas acreditam que funcione, e a classe A é a que mais crê.
  • Entre as marcas de TV, a Samsung (27%) e a LG (26%) figuram entre os primeiros lugares, mas a Sony tem um índice de confiança maior.
  • No segmento de automóveis, a Volkswagen (29%) lidera, seguida da Fiat (23%). A montadora alemã tem seu público mais fiel no Rio e os mineiros preferem Fiat. A Volks também tem maior número de defensores, ao contrário da Chevrolet, com mais opositores. Toyota e Honda, assim como outras marcas menores não participaram da pesquisa, devido às suas bases pequenas.
  • O Itaú (29%) é o banco mais lembrado e o Bradesco fica em segundo com 25%. Um dado pareceu meio controverso: o Banco do Brasil é o mais lembrado entre a classe A e o Itaú é o mais entre a classe B e C. Marcos explicou que isso deve ocorrer devido à grande base de funcionários públicos do BB.
  • Entre as operadoras móveis, a Tim está na frente com 29%, seguida pela Claro com 23%. Em contrapartida, a Tim apresenta a menor confiança do consumidor. A Vivo está mais presente na classe A, enquanto Tim e Oi são mais lembradas pelas classes B e C, respectivamente.
  • Em publicações, a Veja é líder absoluta com 44%, seguida pela Caras (7%).
  • Dados curiosos saíram no item Portal de Internet, 30% dos entrevistados não sabiam responder um nome e 20% responderam o buscador Google, que também é o mais confiável. O primeiro portal que aparece na lista é o Uol com 11%.
  • Entre as emissoras de TV, a Globo (60%) lidera, com a Record (11%) em segundo lugar. A Band tem a maior parcela de defensores ao contrário da Globo que tem maior taxa de opositores.

 

aba2A segunda palestra foi sobre Ingredient Branding (criação de uma marca a partir de um ingrediente/componente do produto) com o Thomas Karsch da Tigre. Ele deu alguns exemplos de marcas nesse perfil, como Lycra, Intel, Teflon.

A Intel serviu como bom exemplo. Considerado uma commodity, o processador da marca foi posicionado como produto premium, se diferenciando dos concorrentes. Aliado a uma parceria com fabricantes de computadores, a Intel conseguiu um aumento de 63% na vendas, além de repetidos aumentos de conhecimento de marca ao longo dos anos.

Sobre a Tigre, Thomas contou um pouco da história da empresa, que inicialmente fabricava pentes de chifre de boi. Com a chegada do plástico na Indústria, a empresa viu a oportunidade de ser pioneira em fabricação de tubos em PVC em substituição ao tubos de ferro da época (por volta de 1958). Mas como convencer o consumidor a trocar e confiar em um novo produto?

Fomentando o mercado. Inicialmente, o produto era vendido em consignação e seu primeiro lote foi comprado pela própria empresa, disfarçadamente, sob a forma de consumidor defensor. Ao perceber que os novos tubos tinham saída de vendas, as lojas começaram a encomendar mais e recomendar aos seus consumidores.

A grande lição da Tigre é que ela atinge todos os públicos envolvidos em torno do produto. Faz ações para as lojas (treinamentos e Mundo Tigre, um programa de relacionamento); para os técnicos encanadores e engenheiros (cursos, fóruns, canal de dúvidas, vídeos tutoriais, eventos de relacionamento e sala de aula itinerante); e para o consumidor final (campanhas de rádio, TV, mídias sociais e ativação no PDV).

A empresa valoriza o instalador, pois ele é o maior influenciador para a escolha do produto. Esse discurso aparece nos comerciais da marca, onde o encanador é o protagonista ou sempre está presente.

A prova de que a empresa adotou uma boa estratégia é que em 2012, a marca conseguiu atingir 80% de Top of Mind, mesmo com a chegada de um outro player (Amanco). Para a Tigre, a marca representa 40% do valor da Empresa.

 

aba3A próxima palestra foi sobre o Santander Select e trouxe Paula Nader do banco e Gilberto Strunck da agência Dia. Eles explicaram que o conceito de desenvolvimento da marca foi encará-la com uma pessoa, persona. E o projeto envolveu diversas áreas internas e a aprovação da matriz na Espanha, o que necessita de uma sinergia muito boa e eficiente para o sucesso na implantação.

O projeto que era inicialmente importado sofreu adaptações para atender às necessidades brasileiras e se diferenciar dos concorrentes (também analisados em um estudo). Basicamente foi feito um estudo do perfil do público e se descobriu que essas pessoas são ativas, bem informadas, gostam de glamour, tradição e exclusividade. E querem ser reconhecidas pelos seus feitos do que pelos bens que têm. Tudo isso foi resumido no conceito: “Simplicidade refinada sem ostentação”.

Seguindo tendências atuais de projetos que procuram estimular os cinco sentidos (veja a teoria de Jinsop Lee), o Santander Select trabalhou:

  • Visão – definição de paleta de cores, tipos de imagens e fotografias exclusivas, aplicadas por um filtro especial;
  • Audição – criação de uma trilha exclusiva para as agências;
  • Olfato – desenvolvimento de um perfume pela Air Sense;
  • Paladar – em parceria com a chef Helena Rizzo, criou um cardápio exclusivo de petiscos a disposição dos clientes;
  • Tato – investiu em texturas diferenciadas para os móveis das agências.

O mais interessante desse case foi que o Santander investiu na construção de um protótipo para testar o projeto antes de implementar em todas as localidades. Como um bom banco, eles fizeram uma análise de risco, antes de investir efetivamente.

Aguardem a próxima parte com as palestras da P&G, Brand Analytics e o palestrante internacional Allen Adamson da agência Landor de NY.

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bicicletario CrystalAs bicicletas do Itaú chamam atenção sobre a mobilidade urbana e a ação da marca para alternativas sustentáveis. Mas a água Crystal (da Coca-Cola) também está fazendo bonito.

Em maio, foram instalados dezenas de bicicletários em parques, faculdades e shoppings, hipermercados em Belo Horizonte e São Paulo. A ação foi desenvolvida pela agência Aktuell e o mais interessante é o que a estrutura tem a cara da marca: um aramado que forma uma garrafa de água. Uma iniciativa simpática que reforça os ideais da marca: sustentabilidade e vida saudável.
Aliás, a água Crystal também tem um embalagem inovadora, que pode ser facilmente torcida para reduzir o volume de lixo, a Eco PET, feita com 20% menos plástico e até 30% de PET da cana-de-açúcar. O processo reduz até 25% de emissão de CO2 e diminui a dependência de fontes não-renováveis.

“Com mais essa ação, a água mineral Crystal promove a inclusão da bicicleta como meio de transporte limpo, sustentável, saudável e que aparece como uma ótima solução para a mobilidade urbana em grandes cidades. Os bicicletários têm tudo a ver com o conceito da marca Crystal de promover a vitalidade e um estilo de vida mais saudável”, conclui Luciane Chimenti, gerente de não-carbonatados da Coca-Cola FEMSA Brasil.

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Além de ser uma ótima iniciativa para uma vida melhor nas cidades, com certeza contribui para uma melhor percepção da marca. Muito melhor que um anúncio em ponto de ônibus, a plaquinha aqui, tem um propósito.
Assista o vídeo da camanha aqui.

 

 

Referências:

Mobilize

Crystal

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Na última semana, entre os dias 14 e 17 de agosto, aconteceu a Craft Design, feira que apresenta novidades e tendências nas áreas de decoração, arte e design. E o InfoBranding marcou presença!

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Um dos objetivos da feira é integrar profissionais da área, além de apresentar novos talentos para “o mundo”. Foram mais de 180 stands, com marcas já consolidadas e outras em sua primeira feira!

Conversamos com bastante gente, trocamos várias ideias sobre o segmento e o mercado, chegamos a uma conclusão: cada vez mais, o mercado investe e valoriza o que é criativo, diferenciado e personalizado! Quem aposta nessa “pegada” consegue agregar valor ao seu produto e vendê-lo por um maior custo.

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1002352_560244687344099_1024704404_nAlém disso, o Branding ganha cada dia mais força, principalmente em marcas que já nascem dentro do mundo da arte e do design. Ter uma empresa/marca com uma linguagem única, uma identidade visual uniforme e uma comunicação integrada, faz toda a diferença!

A feira acontece semestralmente e caso você já queira garantir a sua vaga na próxima edição, fique ligado nas novidades, através da Fan Page do evento.

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#COMPARTILHECONHECIMENTO Foi assim que o Digitalks se posicionou para realizar um dos mais importantes encontros de profissionais no Marketing Digital nesta última terça-feira (13).

eu fuiO evento aconteceu com o objetivo de levar conhecimento, promover debates e fazer com que cada região brasileira evolua o seu mercado digital.

Foram mais de 8h de palestras e debates, que contaram com a presença de CEO´s e gerentes de marketing do mercado, contando um pouco sobre tendências, projeções, performance e mídias sociais. Tudo super embasado e endossado por cases de sucesso, como o e-commerce Pet Love, que se reposicionou e cresceu absurdamente!

O principal palestrante do dia, foi o CEO do Online Marketing Institute, Aaron Kahlow, falando da importância do Marketing de Conteúdo e traçando um passo a passo de como produzir e conduzir ações de impacto e sucesso para as marcas

Perdeu o evento? =( Não se preocupe, temos uma ótima notícia!

Todos os conteúdos das palestras estão disponíveis no site do evento. Assim, mesmo que não tenha participado, poderá ficar por dentro e atualizado!

Agradecemos o convite do Flávio Horta, Diretor do Digitalks.

palestra

flaviomeninas

 

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No dia 1º de agosto, o InfoBranding visitou a 7a edição da Expo Disney 2013, uma feira de negócios que aconteceu no Transamérica Expo Center, São Paulo. O evento contou com a participação de mais de 120 empresas licenciadas e 40 mil produtos em exposição. Com o intuito de promover a integração entre empresas, varejo e parceiros promocionais, além de exibir conteúdos da Disney, Marvel, Star Wars e LucasFilm, a feira também contou com uma área dedicada à ESPN com o “Hall da Fama”, e também teve palestras com convidados nacionais e internacionais.

franquias

“O nome Walt Disney Company imediatamente evoca todo tipo de associações maravilhosas – magia, criatividade, encantamento, imaginação. Com efeito, é tão coberto do pó de fada da Sininho que as pessoas muitas vezes sós e concentram na parte “Walt Disney” e esquecem que ela ainda é uma “empresa”. Nós acreditamos que temos muito em comum com a maioria das outras empresas e que a maior diferença é que os produtos que vendemos envolvem elefantes voadores, sereias e reis leões.” – Michael D. Eisner, ex-CEO da The Walt Disney Company e da Paramount Pictures e Fundador da The Tornante Company.

Devido aos fortes atributos da marca, que transcendem o nível de produtos e serviços e geram experiências e emoções, a Walt Disney Company, uma das maiores empresas licenciadoras no Brasil e no mundo, justifica o crescente interesse das empresas em utilizar a imagem de seus consagrados personagens. Não apenas para atingir o público infantil, já que a Disney busca alcançar todas as idades e fases da vida, de geração para geração. Pense no universo infantil feminino: eles têm as Princesas; para adultos acima dos 25 anos: eles têm a franquia Star Wars e para os jovens que gostam de quadrinhos: eles têm a Marvel.

Na feira foi apresentado um catálogo de franquias para 2014 que explica o licenciamento, mostra o poder das marcas e os atributos associados aos produtos Disney: Ligação emocional, Magia, Relevância global, Modelos flexíveis de negócio, Atemporal e envolvente. O material ainda detalha os atributos que cada linha e personagem possuem e qual público-alvo é atingido por eles, mostrando números, informações de varejo, canais online, quantidade de títulos de CDs, DVDs e prévias de lançamentos para embasar a força do portfólio de marcas da Disney e passar credibilidade aos franqueados.

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A Expo Disney trouxe um pouco do universo Disney. Temos estandes institucionais de segmentos que o grande público não sabe que a empresa está presente, como a Rádio Disney, a Gravadora Disney e até a Corrida Disney. A experiência dos seus Parques Temáticos estava lá, com cenários para tirar fotos com os personagens, atores caracterizados e até a lojinha na entrada tinha os moldes da loja da Disney World.

E para mostrar que a Disney e seus parceiros são uma família, eles liberaram a entrada de crianças no último dia. Os filhos de franqueados, convidados e empresas envolvidas, puderam curtir um Disney Day sem sair do Brasil.

A feira não contou só com exposições de produtos. Foram montados 3 espaços para palestras: a sala Marvel, a sala das Princesas e o auditório Frozen. E a equipe InfoBranding esteve presente em algumas palestras.

 

 

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Rony Rodrigues, da Box 1824, falou sobre Tendências dos Milênios. Ele fez uma breve explicação sobre as gerações dos últimos tempos:

  • Os baby boomers nascidos pós-guerra que têm uma mentalidade um pouco conservadora, preferem a estabilidade do emprego fixo e valorizam a experiência.
  • A geração X, nascida nos anos 60-70s, vivenciou importantes acontecimentos políticos como as Diretas Já e o final da ditadura.
  • A geração Y, bebês dos anos 80s, já experimentavam um mundo tecnológico, são multitarefas: ouvem música, trabalham, navegam na internet. São ansiosos por mudanças e novidades. Uma parte dessa geração foi classificada como yuppie (Young Urban Professional –  Profissional Urbano), jovens ambiciosos que visam rápida ascensão profissional e financeira.
  • A geração Z, nascidos nos anos 90-2000, vivem a era da tecnologia e redes sociais, são imediatistas e impacientes.

Ele traçou o perfil dos jovens de hoje, incluindo temas como as manifestações no País e influência das redes sociais. Também mostrou iniciativas inovadoras como Perestroika, Augusta Lab e VodooHop.

Enfim, os jovens de hoje são dinâmicos e antenados em tecnologia, se manifestam de onde quer que estejam. O Brasil tem mais celulares do que pessoas e mais da metade dos aparelhos já são smartphones. Vivemos a era do conexão e da mobilidade. Sem separação do on e off-line.

 

“Pensando fora da caixa: Mudando mindsets para criar uma cultura de inovação” foi o tema debatido por Timothy Altaffer, da Axialent, em sua palestra. Ele iniciou  a palestra abordando a evolução do ser humano e como as inovações e tecnologias influenciam a vida, criando uma expectativa de vida maior. Ele mostrou um gráfico que nos anos 60 a expectativa de vida de um ser humano era de 61 anos e hoje em dia está em 77 anos. Mas ao mesmo tempo mostrava que as empresas de hoje não duram tanto tempo quanto as de antigamente! A explicação dele foi a falta de inovação.

Ele citou algumas razões para se inovar:

  • Favorecer o crescimento econômico
  • Para o progresso do bem estar humano
  • Obter vantagens competitivas
  • Reduzir de custos não é suficiente
  • Aumentar das receitas
  • Aproveitar as oportunidades
  • Ter mais fluxo de inovação
  • Melhorar os resultados

Para inovar precisamos quebrar os pensamentos padrões, pensar diferente sem medo de ser derrotado.

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disneyDara Trujillo, gerente de Merchandise da Walt Disney Company,  falou sobre “Como Transformar o produto em experiência”. Ela ressaltou a importância da marca Disney sempre se lembrar de sua essência e porque foi fundada. Alguns pontos são essenciais para a marca: nostalgia, amor, confiança, valor, memórias, herança, familiaridade, inovação, humor, entusiasmo, magia, entretenimento. Todos os produtos se desenvolvem de acordo com esses pilares.

E para continuar a encantar novas gerações de buscar diversificação de produtos, a empresa busca inovação e conteúdo criativo. Essas são palavras-chave para o crescimento futuro e desenvolvimento das empresas que fazem parte do grupo. Um exemplo disso foi a Disney Tech que contempla produtos relacionados à tecnologia, como cases de celulares e tablets, uma maneira de acompanhar a vida moderna. A empresa também tem aplicativos para esses dispositivos para oferecer entretenimento no dia-a-dia do consumidor.

Um dos pontos fortes da palestra da Dara falou sobre o desenvolvimento de produtos. A empresa cria souvenires que são vendidos em seus parques, mas com o objetivo que façam parte do estilo de vida dos seus consumidores, que tenham um significado naquele momento (boné com orelhas dos personagens) ou também depois, durante o ano inteiro (linha de móveis da Cinderella ou roupas).

Ela também mostrou cases de produtos e serviços que se tornam experiência: o salão Bibbidi Bobbidi Boutique (que transformam meninas em princesas), miniaturas de chapéus (objetos para coleção) e até uso em pets, e fotos de celebridades que visitam o parque.

Um curioso caso de exploração de oportunidade foi a transformação de elementos do parque em produtos para merchandising. Comidas e até lixeiras podem virar “personagens” licenciáveis, como as turkey legs, os churros e as maçãs do amor que estampam camisetas.

A Disney também proporciona uma experiência de varejo com lojas temáticas, clube de fãs com interesses em comum (trocas de pins e The Pirates League). Assim, a empresa também tem o “reason to buy” pelas experiências, o consumidor não compra apenas para ter um produto, mas para viver o estilo Disney. E é isso que as grandes empresas devem fazer para ter novos consumidores fieis.

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Matéria feita por Amanda Higa, Fernando Rubino e Lets Ikeda

 

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Depois dos anúncios nos novos pontos de ônibus de Sampa, constatamos que aos poucos a publicidade volta às ruas da capital paulista.posto-cidade-limpa
Alguns postos de combustível já tinham banners e cartazes sobre produtos próprios, mas agora, estão divulgando outros produtos.

Sim, os anúncios estão voltando. É só olhar nos totens em frente às bombas de combustível que anunciam a água Crystal.
Algumas ações semelhantes já haviam sido feitas como propaganda disfarçada, como o Pit Stop Skol (uma loja-container que vende cerveja e está em alguns postos). Essa lojinha nada mais é do que um grande outdoor promocional.

Os postos de gasolina, aliás, são uma grande vitrine urbana. Temos loja de conveniência, drogaria, temakerias, fast-food de lanches, loja de utilidades, lavanderia, caixas eletrônicos entre outros. Isso no meio dos serviços do próprio posto, como lava-rápido e troca de óleo, cada um devidamente sinalizado.

A imagem acima ilustra bem essa situação, temos: um banner anunciando o preço do combustível, um totem com os serviços (troca de óleo, lava-rápido e bancos) e o totem da Crystal.

A volta dos anúncios não é um problema, ver uma paisagem cinza não é agradável. Só não podemos deixar que poluam mais nosso ambiente, já que convivemos com poluição sonora e poluição do ar. Vamos ver como a cidade vai se transformar nos próximos meses…

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