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O Estadão e a Troiano Branding apresentaram o ranking Marcas Mais, apontando as 25 marcas de produtos e serviços reconhecidas pelo melhor envolvimento com seus consumidores.

Foram entrevistadas pela Troiano, em janeiro e fevereiro de 2015, 2.500 pessoas e selecionadas empresas em 25 categorias (sendo três empresas vencedoras em cada categoria) para apresentar as marcas mais envolventes e que engajam seus consumidores.

Na pesquisa foram abordados awareness espontâneo e estimulado, preferência, rejeição e idealização das marcas preferidas com aspectos intrínsecos às categorias. Por meio das respostas, o ranking foi definido com base em 5 níveis de envolvimento e classificou, assim, 69 empresas (algumas delas estiveram em mais de um segmento).

“O Marcas Mais é uma evolução em relação a outros tipos de indicadores e diferentes rankings do mercado, que medem o quanto uma marca é lembrada pelos consumidores (awareness, no jargão de marketing). Faz uma medição mais profunda, que exige um questionário mais completo, em diversas etapas”, explica Ernesto Bernardes para Propmark, diretor de Projetos Especiais do Estadão, responsável pelo projeto.

Segundo Bernardes, a pesquisa se diferencia pelo que o consumidor percebe efetivamente da marca, no seu engajamento. “Não é necessariamente a marca de cuja campanha as pessoas se lembram. Mas a que mais engaja o consumidor – ou seja, a que gera sentimentos mais próximos da intenção de compra”.

Os resultados foram apresentados no dia 28 de maio (quinta-feira) em um suplemento especial do jornal e revista com estudo completo vendida em bancas.

Confira o site do projeto: http://patrocinados.estadao.com.br/marcasmais/

A prática de escolher marcas é exercida de forma quase que involuntária diariamente, do creme dental ao sabonete, dos ingredientes do café da manhã, a roupa que será usada para o trabalho.

Em tempos digitais, com as redes sociais tomando cada vez mais horas das pessoas e do e-commerce ganhando mais adeptos, vencem no mercado as marcas e empresas que atuam com inovação e criatividade. Cada dia mais as pessoas valorizam marcas autênticas e com identidade própria.

O grande diferencial nesse mercado é fazer com que o consumidor tenha fácil acesso ao produto, que seja respeitado e perceba a marca como mais adequada solução para o que ele busca, tornando uma experiência sensorial e única. E é nesse contexto que o Branding ganha cada vez mais espaço. Tendência no mercado de grandes marcas, o Branding Emocional vem ganhando espaço no mercado cearense, despertando sorrisos e afetos nos clientes, ao mesmo tempo gerando lucratividade.

As exigências do mercado têm feito os profissionais de marketing suarem a camisa em busca da diferenciação da própria marca para encantar clientes e aumentar os lucros das empresas. Neste sentido, o Branding Emocional surge trabalhando a emoção do consumidor como uma oportunidade de mercado para fortalecer marcas e gerar lucros.

Existe em Fortaleza esta lacuna no mercado, onde aos poucos, em passos lentos, o empresariado começa a investir na construção de marcas fortes por meio da emoção e, assim, tornando-as apaixonantes e memoráveis. Este trabalho de Branding Emocional precisa ter consistência e tempo. É um trabalho contínuo!

 

janainaJuliana Praça – facebook.com/mosaicobranding

Cearense , taurina e viciada em samba suor e cerveja. Graduada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade pela Universidade Federal do Ceará – UFC, cursou especialização em Desing Gráfico pela Faculdade Sete de Setembro – Fa7 e em Assessoria de Comunicação pela Universidade Fortaleza – Unifor. Iniciou seus trabalhos na área na Petrobras Ceará, como profissional de Comunicação. Atualmente é diretora da Mosaico Branding, agência que fundou há 6 anos. Garante que o trabalho mais prazeroso e desafiador é cuidar do pequeno Vicente, o filho de apenas 9 meses. Adora ler e sair com amigos. Ama praia e chega a tomar banho no mar cearense por até duas horas sem parar.

Como começar a carreira de designer

InfoBranding na BA - AmandaEscolher uma carreira é difícil, mas definir onde começá-la também é uma dúvida frequente. O InfoBranding esteve na Faculdade Belas Artes nos dias 9 e 10 de março para conversar com os alunos do primeiro semestre do curso de Design. Amanda Higa e Lets Ikeda passaram um pouco da experiência de carreira e mostraram os processos de design que utilizam.

 

As áreas de maior interesse dos alunos foram: design gráfico, editoração, design de games, audiovisual e web; e onde a maioria dos alunos pensa em trabalhar depois da graduação? Em agências! Ser freela aparece logo em seguida e poucos pretendem trabalhar em empresas e corporações.

Um fator importante para definir qual o caminho a ser seguido é mapear os pontos de afinidade dentro da área: com o que você gostaria de trabalhar? Esse ponto você também pode descobrir ao longo da graduação ou mesmo durante o estágio.

Amanda, por exemplo, trabalha com foco em Design Corporativo e Branding, envolvendo Marketing Direto, Gerenciamento de Projetos e também Pesquisa acerca do Design e de Gestão de Marcas. Ela relatou rapidamente sua carreira que se iniciou como estagiária em uma agência 360º onde descobriu que tinha interesse em produtos e serviços ligados ao bem-estar e qualidade de vida.

InfoBranding na BA - LetsAtualmente trabalha na área corporativa em uma empresa da área farmacêutica. Para ela, as principais vantagens de estar numa empresa é a carga horária que permite conciliar outros projetos e pesquisas, o acesso a outras áreas que vão além da criação, permitindo ampliar o olhar do designer com um sistema organizacional consolidado, e, particularmente, a autonomia de uma gestão que busca constante inovação.

Assim como a Amanda, Lets Ikeda trabalha com Comunicação & Branding também em uma empresa. Ela reforçou que devemos abrir os horizontes e enxergar uma carreira além das agências. As corporações não podem ser mais vistas como ambientes formais onde inovação e ideias não circulam. A concorrência do mercado é feroz e as empresas estão descobrindo novas formas de se trabalhar: com pessoas de perfil e idades diferentes,  flexibilidade de horários, benefícios diferenciados (como home office), reforçando o endobranding que reflete na marca que o mercado vê.

areas de design

Como iniciar o processo de design?

Cada agência, cada empresa, cada designer usa uma metodologia de design e tem seu próprio processo de criação. O importante é pesquisar, selecionar e testar os métodos que combinam com o seu sistema de trabalho e que vai garantir uma melhor entrega ao cliente.

Amanda explicou seu processo de trabalho: as áreas envolvidas (clientes internos), a importância do fluxo de informações, o controle de qualidade, o mapeamento do projeto e as etapas de criação (problematização, desenvolvimento e realização).

Também ressaltou pontos que considera essenciais para o processo de design dentro da empresa – o tempo, o budget (orçamento disponível) e as pessoas, analisando os projetos por meio da abordagem do design thinking (viabilidade, praticabilidade e desejabilidade).

 

processo de criacao designLets mostrou simplificadamente o processo de criação que ela utiliza. É importante a definição de um cronograma (o tempo ideal para cada etapa) para que o designer e o cliente possam se programar:

1) O cliente passa o Briefing para o Designer ou Atendente.

É importante ele passar um formulário preenchido antes da reunião de briefing, assim o designer pode levantar possíveis dúvidas para esclarecer na reunião. No briefing ele explica o que quer com a ação, qual o serviço/produto, qual o público, especificações de guide e etc. Se houver mais dúvidas depois da reunião de briefing e durante o processo de criação, é interessante fazer uma reunião de debriefing.

2) O processo de criação se inicia com um brainstorm.

Você pode fazer sozinho ou com mais pessoas. Tente pensar em palavras e imagens que vêm à mente quando se pensa na ação a ser criada. Não existe certo ou errado.

3) Selecione as melhores ideias do brainstorm e comece a pesquisa.

Você pode usar o seu conhecimento, livros, pessoas, internet, lugares.

4) Depois vem a hora de reunir todas as informações e colocar as ideias na prancheta.

Três, cinco, dez ou mais conceitos podem ser criados, mas você precisa selecionar 3 ou 4 para apresentar. É importante ter variedade entre as opções de escolha.

5) A apresentação pode ser por e-mail ou com uma apresentação formal.

Caso seja feita via e-mail, é interessante enviar um texto de defesa para cada conceito. No caso da apresentação pessoal, a defesa será feita por você.

6) Se tudo for reprovado, não desanime!

Você deverá anotar os pontos rejeitados e voltar para criação e seguir o fluxo novamente.

7) Aprovou?!

Se algum dos conceitos for aprovado, você faz os ajustes e finaliza.

8) Depois de finalizar é hora de entregar o trabalho.

Atenção para os formatos!

Na hora dos ajustes e finalização, não se esqueça de:

– Fazer um checklist das peças a serem criadas.
– Manter a visão geral da campanha, as peças devem se conversar.
– Focar. Cada peça tem sua particularidade e você deve prestar atenção nos detalhes.
– Na comunicação. Pense na mensagem e para quem você está falando.
– Usar todas as ferramentas possíveis para realizar um bom trabalho.
– Manter o equilíbrio não só nos elementos de sua arte, mas o equilíbrio pessoal.
– Controlar o seu tempo. Respeite os prazos de entrega, deadline. Se não for conseguir entregar, negocie outro prazo com antecedência.

 


Quer saber mais?

As apresentações das palestras estão no nosso slideshare, acesse:
http://pt.slideshare.net/InfoBranding

No dia 27 de novembro a equipe do InfoBranding participou do lançamento dos livros “Marketing e Gestão Comercial” e “Gestão de Recursos Humanos” organizados pelas InfoBranders Leila Rabello e Marcia Auriani. Os livros fazem parte da coleção Inovação & Negócios da BSP – Business School São Paulo, um projeto que tem como objetivo divulgar os trabalhos dos alunos de Master e MBA que se destacaram.

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O lançamento começou com a palestra de José León, vice-presidente de Maxxi Cash&Carry – Walmart Brasil, que apresentou as tendências de marketing para 2015. De forma clara e objetiva, León abordou alguns pontos considerando um mercado cada vez mais dinâmico, dominado pelo avanço tecnológico e que tem exigido maior transparência, ética e integridade nos negócios.

Ainda acrescentou que o marketing deve ter o foco nas pessoas e na forma como elas lidam com a tecnologia, destacando pontos como sustentabilidade, conveniência, informação, bem-estar, saúde e economia (maiores lucros).

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Em seguida Gilberto Guimarães, colunista de carreiras do jornal Valor Econômico, ministrou a palestra de tendências na área de recursos humanos. De maneira descontraída, Guimarães informou que o grande diferencial das empresas está na boa gestão do conhecimento das pessoas.

Hoje, o líder (diferente do chefe) deve agir como um maestro, que tem e transmite a visão da empresa para que todos façam o que deve ser feito, ele precisa mobilizar a equipe.

Por fim, Guimarães comunicou a importância das pessoas encontrarem um propósito profundo naquilo que fazem, a sua vocação, pois o engajamento com o trabalho promove efeitos positivos nos resultados e na produtividade.

Parabéns aos autores por esta conquista e, em especial, a Leila Rabello e Marcia Auriani, as nossas InfoBranders!

Por Amanda Higa, Denise Cavalcanti e Kdu Munis

A Red Bull com suas campanhas criativas e ousadas, cativa e estimula as pessoas a se permitirem e a arriscarem. Suas ações são voltadas, na maioria dos casos, aos esportes radicais, grandes desafios (veja vídeo abaixo) pautados em um slogan bem diferente e bem humorado: “Red Bull te dá aaasas”.

O energético é forte como alternativa de bebida noturna e não para uso diurno. Apesar do bom humor, a marca tem como proposta dar mais vigor no dia a dia do consumidor, ajudá-lo na concentração e no desempenho diário. No entanto a marca, apesar de buscar atender essas necessidades, ainda está muito associada com ambientes de festas, baladas e eventos.

Pensando em seu posicionamento e proposta , de maneira muito geral, a Red Bull tem em um dos elementos característicos dessa proposta o seu slogan: “Red Bull te dá aaasas”, mas considerando branding, será que essa mensagem realmente traduz o seu objetivo?

CARTOONS DA RED BULL

Busco essa reflexão considerando uma notícia recente informando que a marca perdeu um processo por não cumprir a sua promessa, por ela não “dar asas” ao consumidor, por não atender a expectativa de fornecer mais energia e disposição. O detalhe da reportagem você pode ver clicando aqui!

Apesar da marca apresentar sua proposta de maneira lúdica e simples, deixa, aparentemente clara o seu objetivo e a funcionalidade do produto, mas o grande problema é: Não Cumprir a Sua Promessa.

Particularmente, não tenho queixas em relação a funcionalidade à bebida enérgica, mas é importante se atentar que todos os elementos da marca devem estar alinhados e cumprir e atender as expectativas dos consumidores.

Se a Red Bull “te dá asas”, este “voo” deve ser efetivo e permitir que a marca se fortaleça com isso, e que não corra o risco de “derrapar na pista” e deixar de entregar o que prometeu.

Veja mais campanhas no site oficial da Red Bull

No último dia 29, o Sport Club Corinthians fechou uma parceria com a 20th Century Fox International para criar produtos licenciados com a famosa família da TV americana – Os Simpsons.

A parceria foi oficializada no final da tarde de hoje (04) no jogo contra o Sport. Segundo a Agência Corinthians, o ônibus que transporta a delegação corinthiana chegou à Arena Corinthians com uma “cara” nova e comemorativa ao momento. E no desembarque, além dos jogadores e membros da comissão técnica, Homer, um dos principais personagens da animação, também marcou presença.

Fonte: Site oficial do Sport Club Corinthians Paulista (http://www.corinthians.com.br/)
Fonte: Site oficial do Sport Club Corinthians Paulista

Outro detalhe que caracteriza a parceria é a tipografia amarela, a mesma utilizada pela série, que também foi utilizada para identificar os nomes dos jogadores na camisa.

O Corinthians foi o quinto time do mundo a fechar uma parceria com a Fox (além de Barcelona, Boca Juniors, Chelsea e Zenit), mas o primeiro a licenciar produtos com a imagem de Bart, Lisa, Meg, Marge e Homer.

Como esperado, a notícia recebeu uma rápida resposta do público nas redes sociais:

Fonte: Fanpage oficial do Sport Club Corinthians Paulista no Facebook
Fonte: Fanpage oficial do Sport Club Corinthians Paulista no Facebook

Entretanto, apesar de muitos terem vibrado com a notícia, não podemos esquecer que Os Simpsons não é apenas uma série de sucesso norte-americano, mas é uma marca bastante querida pelos brasileiros incluindo torcedores “não-corinthianos” ou até “anti-corinthianos”. Então, é claro, não deixarão de aparecer comentários lamentando a associação dos personagens amarelos ao time alvinegro.

Fonte: Site oficial do Sport Club Corinthians Paulista
Fonte: Site oficial do Sport Club Corinthians Paulista

 


 

Consultas:

Fonte da imagem de destaque: https://www.facebook.com/corinthians

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/camisa-do-corinthians-fara-referencia-aos-simpsons

http://www1.folha.uol.com.br/esporte/2014/10/1526877-onibus-do-corinthians-e-envelopado-com-desenho-os-simpsons.shtml

http://www.corinthians.com.br/site/noticias/2014/10/04/17h54-id23947-com-presenca-de-homer-na-arena-parceria-com-os-simpsons-e-lancada.shtml#.VDBubfldUXw

 

A Under Armour, marca americana de roupas e equipamentos esportivos fez uma contratação de peso para sua nova campanha: I Will What I Want, nada mais nada menos que a super modelo Gisele Bündchen, o que gerou diversos comentários (positivos e negativos), não só pela escolha, mas também pelo valor ofertado em mais de U$25 milhões.

Entretanto, parece que foi muito bem pensado este papel para ela, que apesar de nunca ter feito campanhas para marcas esportivas, seu marido é o famoso e também patrocinado jogador de futebol americano,Tom Brady; a campanha será lançada no dia da abertura da temporada da NFL, liga de futebol americano.

O teaser lançado no Youtube já fez com que as ações da empresa se valorizassem em 4%, um aumento de U$ 591 milhões no seu valor de mercado.

Outro fator importante é que a marca chegou a pouco tempo no Brasil e com a modelo brasileira em suas campanhas, promete alavancar as novas operações e gerar muita mídia espontânea.

O primeiro vídeo da campanha com ela mostra os comentários dos internautas na parede, críticas e elogios que parecem a deixar com uma fúria que a faz chutar e socar o saco de areia, mostrando exatamente  o porque ela foi contratada: Eu sou o que eu quero ser.

Realmente uma estratégia arrojada que já mostrou sucesso antes mesmo de ser lançada.

Mais uma da Zara!

Num passado recente a marca assumiu ter usado mão de obra escrava  e condições precárias de trabalho em sua linha de produção. Passado o tempo pediu desculpas para a sociedade, tentando ao máximo amenizar os efeitos negativos na imagem de sua marca.

Pois bem, agora a marca está novamente em foco, com mais uma atitude que interfere na reputação da empresa.

O que pode ter sido uma infeliz coincidência ou uma atitude proposital lamentável, a marca lançou uma camiseta listrada “Xerife” destinada a crianças de três meses a três anos, o produto com listras brancas e azuis e uma estrela amarela de seis pontas na frente é muito semelhante ao uniforme usado pelos prisioneiros judeus em campos de concentração durante a segunda guerra mundial.

A Zara já retirou o produto de circulação, porém chove críticas nas redes sociais e em portais de todo o mundo, afinal o holocausto foi uma das atitudes mais vergonhosas e tristes da humanidade e toda marca deve ter um grande cuidado ao tratar do tema.

Confira a semelhança entre as vestimentas:

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Você sabe o que é uma Selfie? Isso mesmo, selfie, aquela foto estilo autorretrato que você tira de si mesmo com uma câmera de celular que é compartilhada na internet. Pois saiba que agora dá para você ajudar crianças com paralisia cerebral com uma ação similar.

A Associação Cruz Verde, instituição filantrópica que atende pessoas com este tipo de doença acaba de lançar a campanha Selfie do Bem. O curioso que a ação foi criada por meio do processo de Design Thinking, aplicado por Thiago Padovan junto ao Grupo de Jovens Voluntários da instituição e ao departamento de marketing da Cruz Verde, a campanha consiste em tirar uma foto de notas fiscais de compras feitas no Estado de São Paulo, nas quais o CPF do doador não foi indicado, e mandar para a Associação pelo aplicativo WhatsApp.

Essa ação ajuda a ONG arrecadar verba e cumprir sua missão de garantir o melhor para os pacientes que atende por meio de assistência qualificada especializada.

O lado interessante deste case, é como as organizações não governamentais estão utilizando de ferramentas de comunicação para aumentar o índice de arrecadação, algo antes exclusivo de grandes programas, como, por exemplo, Criança Esperança e Teleton, mas agora possível graças as redes sociais e aplicativos mobile.

É com certeza uma ação de marca inovadora no setor filantrópico, capaz de aumentar o awareness da marca Cruz Verde e consequentemente garantir novos doadores para a causa.

Para quem quiser participar, basta enviar por WhatsApp uma foto da sua nota fiscal sem CPF para o número 11 98719-6107.

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patyPatricia Gatti Marchesi

Administradora de Empresas com especialização em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing – SP. Apaixonada pela dança, o que a ajudou a desenvolver a disciplina e a atenção que contribuíram para um olhar todo diferente a respeito das marcas e do relacionamento com o consumidor. Interessa-se pelo universo das marcas, do marketing digital, do consumo e das tendências.

 

aplicacoes-incorretas-senacMexer no logo de uma marca conhecida é um grande desafio e uma tarefa quase proibida. Neste caso, não estou falando de um novo logo ou evolução do design. É quando alguém resolve alterar o logo para deixá-lo adequado a certo material.

É muito comum os próprios funcionários ou fornecedores adaptarem os tamanhos, comprimindo ou esticando para ‘fazer caber’ o tal do logo em qualquer lugar. É aquela apresentação quem tem muita imagem e aperta o logo na parte de baixo ou aquele brinde em que o logo vermelho ficou rosa.

Apesar de toda a marca ter um manual de identidade visual com normas de aplicação (veja ao lado o exemplo do uso incorreto do logo do Senac), para desespero dos designers e criadores da marca, não há limites para  a criatividade alheia.

É certo mudar o logo?logos-verde-amarelo

Minha reflexão aconteceu ao ver a nova campanha das Casas Bahia. A marca vermelho e azul com splashes amarelo, agora aparece multicolorida como as cores do iphone 5C (veja abaixo). Supercool e super jovem. A estética parece abertura da série teen Malhação. Nos comerciais o logo aparece várias vezes com diferentes combinações de cores como quadros do Andy Warhol.

É ruim? Ousado com certeza! Uma tentativa de se reinventar em um mercado competitivo (Ponto Frio, Magazine Luiza e os hipermercados como Extra e Carrefour) e tentar voltar ao posto de maior anunciante do Brasil, perdido pela Unilever. Talvez as Casas Bahia tenham gostado de colorir o logo, como fizeram na Copa do Mundo no Brasil, como tantas outras marcas fizeram.

iphone5cO Google faz uma espécie de brincadeira com os doodles, o Yahoo também. E nessa onda criativa e tão dinâmica, podem os designers se revoltarem? Vejam os comerciais e concluam. 

 

Referências

Unilever supera Casas Bahia