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Como ficam as marcas no fogo cruzado de uma possível revolução?

A cada dia que passa as manifestações por todo o Brasil estão crescendo e tomando gigantescas proporções. O povo clamando por uma sociedade saudável e justa. Ao mesmo tempo acontece a Copa das Confederações e os manifestantes já passam a criticar e protestar contra as marcas que apoiam o evento.

Ontem vi numa página que está organizando os protestos em São Paulo um pedido de boicote contra essas marcas. Hoje o perfil da Veja no Twitter foi “hackeado” pelos manifestantes. Ela que tem sido a marca mais criticada nesses manifestos, pois sua linha editorial é de direita conservadora.

Agora cabe as marcas estudarem esse fenômeno e se posicionarem a favor da opinião de seu público-alvo, o que seria mais coerente.

Confira a imagem da página da Veja “hackeada”:

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2 respostas

  1. Fantástica colocação.
    É super interessante notar que as marcas acabam no olho do furacão, isso envolve toda uma análise de marketing, são oportunidades ou ameaças, pra Veja foi uma ameaça, vejo que pra FIAT é uma oportunidade, pois seu slogan virou tema das manifestações.
    Parabéns.

  2. Verdade… como se posicionar diante de todas essas ações? Vejam que muitos bancos foram quebrados, e nitidamente alguns foram do Itaú, como se manifestar? Se calar e assumir os prejuízos ou falar? A Globo, outra marca que está sendo alvo das manifestações… como contornar essa fama de manipuladora?

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