newA  era digital trouxe diversas tendências , entre elas o acesso a informação em qualquer hora.   É só ter um smartphone,  um netbook,  um tablet  e,   pronto.   Ligou e leu,  rápido assim…   Às vezes se lê a notícia completa – às vezes apenas trechos – às vezes tem que se “logar” e,  ser assinante pagante ou basta um cadastro para saber quem você é (assim receberá algo pago ou gratuito – mas que com certeza não sabia que precisava).

Outra tendência  trazida pela era digital é o de zerar custos.  Alguém faz,  alguém paga,  e alguém usa – grátis.    Pode ser informação, curso, livro , músicas, filmes ,  tudo free  –   produzido e entregue.

“O Grátis do século XXI é diferente do Grátis do século XX.  O “grátis” se transformou no Grátis”.

Nesta obra,  Chris Anderson faz demonstrações de como já utilizamos diversos itens grátis, tais como,  sistemas  operacionais,  Google Docs, back-ups,  blogs,  Twitter e,  até o acesso sem fio pode ser  grátis – é só estar num café.  “Aqui reside o paradoxo do Grátis: as pessoas estão ganhando muito dinheiro sem cobrar nada.  No entanto, o Google é uma das empresas mais lucrativas dos Estados Unidos,  e o café parece estar vendendo cappuccinos mais rapidamente do que consegue prepará-los.

Como isso aconteceu e para onde nos levará?   Essa é a questão central deste livro.

Chris Anderson é físico, é editor-chefe da revista Wired e,  autor da obra  A cauda longa (2006)  que aborda a demanda do consumidor, quando tudo está disponível em uma prateleira infinita.

A obra:
ANDERSON, Chris.  Free/grátis  o futuro dos preços.  Tradução de Cristina Yamagami.    Rio de Janeiro : Campus, 2009. 288 p.

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