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Criar ou mudar o nome de uma empresa pode ser muito mais difícil do que parece, e acredite: só vai piorar. Desenvolver um projeto de Branding envolve várias disciplinas e etapas. Se você está aqui no Portal, provavelmente já sabe que entre o diagnóstico e o manual da marca há meses de trabalho e muito suor. Mas digo para vocês uma coisa: nada pode ser pior que naming. Calma, eu explico.

Primeiro: esta não é uma opinião isenta. É o resultado da vivência de quem está há exatos 15 anos fazendo a mesma coisa: aprovando nomes. E por isso tomo a liberdade de decretar: nada em Branding é mais complexo do que aprovar nomes. Notem que usei e repeti de forma pensada o verbo aprovar ao invés de criar. Porque a criação não é a fase mais desafiadora, é uma consequência do naming quando se tem a técnica e alguma experiência.

O que torna realmente complexo e cada vez mais difícil aprovar nomes, é fazer com que uma simples palavra cumpra tantos requisitos. É um campo minado. Você vai se aproximando de riscos por todos os lados. Há o risco de surgir algo parecido, do cliente achar que o nome lembra alguma outra coisa, do advogado de marcas e patentes dizer que é arriscado pedir o registro, só para citar alguns exemplos. Ah, e precisa ser curto, fácil de pronunciar, de escrever, global, e o toque final: o “vou levar a apresentação para a minha família ver antes de aprovar”.

Enfim, o ponto é que nenhuma das outras etapas de Branding é tão arriscada e subjetiva. Pois todos sabem ler e escrever, e isso os tornam aptos a assassinar nomes. Não é uma crítica às opiniões; é um fato. Todos temos ferramentas para julgar nomes. Assim, declaro, sem medo de errar, que naming é a disciplina com o maior desafio de aprovação no Branding. Há muito mais dedicação nas checagens, buscas de registro e similaridade, na montagem de uma apresentação persuasiva do que há tempo dedicado ao ato criativo em si. Nomes surgem, mas naming é suor. E vamos ter que suar mais e mais, já que obter registro de nome será cada vez mais difícil com a antiquada análise de similaridades do INPI1 e a indústria de riscos alimentada pelos escritórios de marcas e patentes. É um quanto pior, melhor. Melhor para eles.

Exemplifico todo esse cenário de riscos com uma marca recentemente lançada, da qual não participei do projeto, mas tenho informações que nem precisaria para afirmar o que direi a vocês: a Latam.

A consultoria de Branding passou muitos meses trabalhando nesse nome para a união entre Tam e Lan. Entre Brasil e Chile. Entre duas culturas internas distintas tentando se impor no meio de uma união organizacional complexa. Latam foi o nome que declara ao mundo que não houve um consenso, a saída política foi Latam. E garanto que não foi porque não haviam melhores nomes. A criação tenho certeza que “mandou bem”. Foi ele, o risco, que gerou Latam. Todos esperávamos mais, mas ele não deixou. O risco.

O risco controlado faz parte da vida, desde que se prepare e anteveja as suas consequências. Em Branding também é assim. Não estamos falando de irresponsabilidade ou molecagem, ao contrário, naming é fazer gestão de riscos para ter o risco de dar tudo certo. Muitas vezes, na busca pelo “risco zero” (que é uma utopia), perdemos grandes oportunidades. E talvez possamos nos deparar com outros riscos, como o de ser ordinário e banal.

Pessoalmente, eu nunca lembro do nome Latam e até hoje falo Tam e digito tam ponto com ponto bê érre para comprar passagens. E você? Se arrisca?


1: INPI: Instituto Nacional de Propriedade Industrial, entidade onde são efetuados os registros de marcas e patentes no Brasil.


 Rodrigo Conde é head de identidade verbal na Led Project e professor do MBA de Branding das Fac. Int. Rio Branco em São Paulo.

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“Design é a ferramenta para a diferenciação competitiva do produto. Um bom design, do ponto de vista da empresa, deve ser fácil de ser fabricado e de ser distribuído. Sob o ponto de vista do cliente, o bom design deve ser agradável de ser visto, assim como fácil de ser desembalado, instalado, usado consertado, revendido ou abandonado”.

 Philip Kotler (2014)

O sucesso de uma empresa nos dias atuais, no mercado exigente como se apresenta, depende, fundamentalmente, do reconhecimento de sua identidade e do diferencial competitivo oferecido por seus produtos e/ou serviços. E num cenário onde qualidade e tecnologia tornaram-se pré-requisitos básicos, Tom Peters ressalta que “o design é o segredo; é a chave do sucesso”.

De fato, desde a década de 90, o tema tornou-se alvo de grande divulgação na mídia, tanto nacional quanto internacional, sendo objeto de uma série de eventos, debates, programas governamentais e setoriais. Tudo isso contribuiu para promover a popularização desse anglicismo incorporado à nossa língua, seja como substantivo, ou mesmo como adjetivo qualificador de determinado estilo, de “chique”, sofisticado, de vanguarda, exclusivo e diferenciado.

· Inovação é a alma do negócio

Competir hoje num cenário de concorrência globalizada é o grande desafio das empresas. Conforme apontam inúmeras pesquisas nacionais e internacionais, o grande diferencial entre as empresas atualmente, o “algo mais que faz a diferença” é o design. No entanto, para atingir o sucesso não basta oferecer ao mercado produtos com design, ou apresentar uma marca bem elaborada, a partir da contratação de uma consultoria adequada. O design deve fazer parta da filosofia e estratégia global da empresa, integrando-se nas atividades de planejamento e gestão.

O design tem se tornado crucial para as empresas, sobretudo as de menor porte, nesse cenário atual de concorrência em escala global. É ele que viabiliza vantagens competitivas traduzidas na avaliação clara, por parte do público-alvo, dos benefícios x custos em relação a produtos concorrentes no mercado. É ele que vem permitido a substituição de uma concorrência baseada em commodities, onde vende mais quem tem menor preço, por uma competitividade com design apoiada na inovação, na agregação de valor, na identidade e diferenciação de produtos e empresas no mercado.

E isso não significa maiores despesas para as empresas. Ao contrário: parte fundamental do processo do design é a busca da redução de custos, seja por meio da economia de material, da redução de componentes e etapas de fabricação, da padronização de componentes, da simplificação na montagem/desmontagem associada à logística de distribuição.

Por essas razões é que hoje o design tem se integrado à gestão empresarial, contribuindo decisivamente para ajustar objetivos mercadológicos das empresas às suas capacidades e ao seu nicho de atuação. Faz isso com realismo e ousadia, não mais apenas acompanhando as tendências, mas antecipando-se a elas, ampliando benefícios e gerando novas demandas, possibilitando a conquista e a fidelização de clientes.

 · Design como fator competitivo

Hoje, a situação no mercado global é claramente de uma concorrência acirrada. Somente sobrevivem as empresas que conhecem o mercado e entendem as necessidades individuais do seu público-alvo. Empresas bem conhecidas nos mercados nacionais às vezes desaparecem de um dia para outro ou tornam-se parte de uma empresa multinacional. Por outro lado, existem empresas pequenas, médias e grandes muito bem-sucedidas no mercado, que desfrutam de um bom negócio e da confiança dos consumidores. Essas empresas se caracterizam geralmente por seu posicionamento muito bem definido no mercado.

A gestão do design é uma ferramenta estratégica para criar e implantar uma cultura empresarial que transmita uma imagem positiva da empresa e posicione sua marca no mercado alvo, pela estratégia da competitividade.


Conheça nosso evento Brand & Design Management que será no dia 07 de outubro. Programação e inscrição aqui.

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Toda marca tem uma história para contar. Uma história que tem início em sua concepção, ainda na fase de ideias e que, com o tempo ganha força e passa a ser contada no mercado dia após dia, conquista após conquista.

A história do InfoBranding começou no início de 2013, quando um grupo de especialistas em branding se reuniu para dar vida a um propósito: descomplicar o branding e gerar conteúdo de qualidade, para ser compartilhado com o mercado, difundindo boas práticas.

Não foi fácil, diversos desafios apareceram, mas nunca nenhum deles foi uma barreira. Nosso propósito era cristalino e estava difundido em nossa equipe, que transformam cada desafio em uma oportunidade de colocar o propósito da marca em prática.

Começamos com a ideia de criar um portal para que pudéssemos reunir e compartilhar bons conteúdos. Depois de muita discussão é um fervoroso brainstorming surgiu o nome InfoBranding, que une Informações e Branding e, a partir dele surgiu o “brroba”, símbolo que sustenta nosso logotipo é que logo despertou simpatia e passou a transmitir nosso conceito.

O portal se estabeleceu como centro de nossa ações pelo fato da internet facilitar e impulsionar o alcance e o acesso a marca. Mas queríamos mais, queríamos discussões é um contato mais próximo das pessoas que, assim como nos, tem paixão pelo branding e sede por conhecimento.

Criamos então os Diálogos InfoBranding, uma oportunidade de juntar em um só lugar especialistas referência no mercado com profissionais em desenvolvimento, para trocar ideias e experiências.

Nesses encontros buscamos sempre definir uma temática central para guiar a definição dos programas e a escolha dos palestrantes. Ao longo dos anos já abordamos diversos temas: inovação e design, gestão de marcas esportivas, marcas brasileiras, empreendedorismo feminino, brand experience, design thinking, estratégia de negócios entre outros, entendo a multidisciplinariedade que envolve o mundo da gestão de marcas e atestando nossa assinatura: Marcas, ideias e afins!

Nossa linguagem é descomplicada é só pode ser assim porque entemos do assunto é não negamos nossas raízes acadêmicas, por isso também participamos de todos os Congressos Internacionais de Branding, passando por Leiria(Portugal), Lajeado (Rio Grande do Sul) e São Paulo. Também lançamos um livro que reúne as pesquisas de nossos fundadores!

Em 2017 aumentamos nossa equipe, agregando o pessoal de Goiânia responsável pelo lançamento do AlfaBranding, intensificando nossas atividades e expandindo nossa atuação pelo Brasil.

E acha que estamos satisfeitos? Claro que não! Somos eternos inquietos e queremos sempre ir mais longe!

Quer fazer parte da nossa história? Então acompanhe nosso portal, siga-nos nas redes sociais, participe de nossos eventos, mandem conteúdos e nos ajudem a levar o InfoBranding para a sua região

Participe de nosso próximo evento:

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No dia 5 de agosto, o Senac Lapa Scipião realiza a palestra Design + Branding: a estratégia na criação de identidades de marca.

Sandra Cameira apresentará como a relação entre a prática do design gráfico e a estratégia de gestão de marcas foi construída nos escritórios brasileiros de design, mostrando as histórias por trás dos projetos de transformação de grandes marcas nacionais.

Sandra Cameira lançou, recentemente, o livro Branding + Design: a estratégia na criação de identidades de marca,cuja dica de leitura você confere aqui!

Saiba mais sobre o evento:

https://goo.gl/T2XoGc

 

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Será que o ditado popular: “não se mexe em time que está ganhando” deve ser levado ao pé da letra?

No senso comum, não se deve. Mas considerando o ambiente atual de constante mudança, de conectividade e de dinamismo, se torna importante não considerar algo inflexível e imutável. É necessário ter a mente aberta para a inovação de produtos e serviços, como também em processos.

Neste sentido, todos os elementos da marca devem ser monitorados e analisados constantemente. Sim, parece óbvio, mas não é.

Não é porque a inovação não está ligada exclusivamente à mudança do design, cores, fontes, dentre outros elementos da marca, mas também em reconhecer o momento em que ela está inserida, os elementos que a compõe, os canais de comunicação e a sua relevância.

A marca, como os produtos, possui um ciclo de vida que pode ser curto ou longo. O que define a sua longevidade é o quanto a marca e a organização se adaptam às necessidades e crises no mercado e a sua capacidade e disponibilidade de inovação.

A Coca-Cola, por exemplo, é uma marca que não tem uma expectativa de fim. Ela, com o mesmo líquido preto, busca inovação em seus produtos e embalagens por meio de suas campanhas e se mostra mais presente em nosso cotidiano. A marca se demonstra disposta a atender às expectativas de todos os públicos, mexeu em sua fórmula reduzindo o açúcar, enfim, a sua marca, como design ela não mexeu, mas inova sempre na comunicação.

Desta forma, pensar constantemente na marca é um ato de cuidado e convicção de que é um desejo que ela se perpetue.

A equipe de InfoBranders sempre busca refletir na marca do Portal InfoBranding e o que poderia agregar a ela; não só em conteúdo, mas em experiências, novos olhares e paixões.

Ser uma marca capaz de se moldar, ser flexível às mudanças e, principalmente, ser aberta ao novo, é ser uma marca disposta a se conectar ao mercado.

O vídeo acima retrata de maneira interessante e bem-humorada um processo de inovação de uma marca de automóvel, que se dispõe a não focar somente nos atributos do produto e da marca, mas aborda, em parceria com o Porta dos Fundos, a forma de se comunicar diferente.

Observe os exemplos como a Avon e o Itaú, que buscam se conectar ao mercado jovem, que de certa forma conseguiram devido a atenção e o objetivo forte em se permanecer no mercado.

São grandes marcas, com reconhecimento do público, que quebra o estereótipo da “marca da vovó” e a outra de um mercado tão restrito e tradicional, se torna e se fortalece em processos e serviços digitais.

A Adnews apresentou, em setembro de 2014, um resumo da apresentação de Philip Kotler em evento promovido pela HSM em 2014, em São Paulo. Dentre os diversos insights que ele nos agraciou, um deles está relacionado à inovação, conforme segue: “Uma companhia não sobrevive se não mudar”, afirma Kotler. Para ele, é preciso ter um pensamento disruptivo. É preciso refletir: o que ameaça sua empresa? E então pensar em soluções neste foco. Citando a Kodak, o professor exemplifica uma empresa que não entendeu os sinais do tempo e não conseguiu manter um domínio sobre um mercado.

O que o público quer? É difícil definir, pois ele é dinâmico e suas vontades mudam a cada instante. Mas uma coisa é certa: parar e esperar garante um fim rápido e espaço para a concorrência.

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5.000. Exatamente. C I N C O M I L.
Esse é o número aproximado de marcas com as quais temos contato diário, segundo Jay Walker-Smith, especialista em pesquisa de mercado.

Se o número assusta, mais assustador ainda é descobrir que ele dobrou com relação a 2008, antes do boom mobile. Nesse mar saturado de informações (e oportunidades), já parou para pensar em quantas delas realmente nos lembramos?

Faça um exercício rápido: olhe ao seu redor e conte quantas marcas você vê?

Nesse momento, escrevo em um voo da Gol. Ao meu lado, um rapaz com um relógio Fóssil, usando uma camisa Polo Ralph Lauren com um iPhone na mão e fones Beats nos ouvidos. Há poucos minutos se iniciou o serviço de bordo: água mineral Indaiá com snacks Tribos, da Mãe Terra, um produto com selo Orgânico Brasil.

As marcas estão em todos os lugares. Em todos os cantos. Diariamente. E para o desespero dos profissionais de marketing e comunicação, em número crescente.

A verdade é que o volume diário de informação sob as quais estamos expostos é tão absurdo que não nos damos conta, e a reação natural do nosso cérebro é ignorar grande parte do que vemos ou ouvimos. É um mecanismo de defesa: Não estamos preparados para absorver tanta coisa assim. Quanto mais informação, maior a dificuldade para se escolher algo.

Reflexos disso? O crescimento do minimalismo enquanto estilo de vida. O consumo consciente. Menos televisão e rádio. Aumento do número de usuários de Adblocks. Informação demais cansa. No mundo, por exemplo, 11% da população já bloqueia propaganda online (AdblocksReport 2017).

Com tanta gente comunicando e tanta gente sem interesse em absorver essas mensagens, as marcas vivem a era da Disputa pela Atenção. Nessa briga por holofotes ganha, não aquela que se faz presente em todos os lugares, mas aquelas capazes de estabelecer conexões reais com as pessoas. Daí a importância de uma gestão de marcas eficiente do planejamento à execução.

Ok. Mas e na prática?

Na prática, vale pensar em alguns pontos para fazer a diferença no seu mercado:

1. Enxergue o todo.
Desde sempre, percebemos o mundo ao nosso redor através dos sentidos principais: olfato, visão, audição, tato e paladar. Com tantas possibilidades, perde quem ainda só se comunica verbal ou visualmente. Qual o cheiro da sua marca? Ela grita ou dialoga? Ela é Bossa ou Rock? Samba ou Jazz?

2. Criatividade não é opcional; é estratégia e vital.
Há muita competição por atenção e os gestores precisam entender que as receitas que deram certo durante os últimos 20 anos não darão mais certo nas próximas duas semanas. Só a criatividade, aliada a uma estratégia bem desenhada, será capaz de levar o seu negócio a ganhar espaço nos corações, mentes e mercado. Se você não olhar para a estratégia por trás do que está fazendo, todos os esforços serão em vão e sua mensagem vai se perder na multidão.

3. Conheça seu público e se relacione com eles.
Marcas são como pessoas. Quanto melhor conhecemos algo ou alguém, mais profundo serão os nossos relacionamentos. Saiba quem são as pessoas que sustentam, dependem e influenciam o seu negócio e busque relevância no seu relacionamento com elas.

4. Tenha um propósito claro.
Nada é mais poderoso que uma ideia. O que move o seu negócio? Defina claramente quem você é e em que sua marca acredita. Ideias contagiam, engajam e movimentam. Foque grande parte da sua atenção na forma como você gostaria que as pessoas percebessem suas marcas ou produtos.

5. Não entre no jogo para ser mais um.
Se antigamente marcas e pessoas mantinham relacionamentos exclusivos, hoje, lealdade de marca é algo raro. Nenhum negócio está seguro caso seja mais do mesmo. Se a sua marca não importa para as pessoas, o seu negócio passa a ser visto como commodity. Conheça seus diferenciais e construa sua reputação em favor disso.

Lembre-se: Cinco mil marcas por dia.
Dentre tantas opções, por que as pessoas escolherão exatamente a sua?
Se essa resposta não estiver clara para você, provavelmente não estarão claras na mente dos seus consumidores.


Ciro Rocha é Diretor Executivo da Enredo, consultoria de Branding e Inovação. Diretor Regional da ABEDESIGN e Professor de MBA,, é Administrador com extensão em Strategic Marketing pela HEC-ULg, Bélgica, especialista em Branding e Service Designer. Durante sua trajetória, trabalhou em projetos de branding para marcas como Oi, Ipiranga, Ponto Frio e Mitsubishi Corp. À frente da Enredo, levou a empresa a conquistar importantes premiações no Brasil e Mundo, dentre elas o El Ojo de Iberoamerica, a Bienal de Design Gráfico, Lusos e Clap!, além de ter sido jurado do Lisbon Ad Festival e Lusófonos da Criatividade, ambos em Portugal.

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Dia 25 de Maio aconteceu o evento Branding: Estratégia para Alavancar Negócios, uma iniciativa do InfoBranding e da Mentorii Comunicação para colocar o branding em discussão entre empreendedores em São José dos Campos e região do Vale do Paraiba.

Os temas foram estruturados de forma a mostrar ao empresariado como  a gestão de marca pode contribuir para a alavancagem do negócio, destacando-o das inúmera opções que disputam espaço no mercado e transmitindo valor para o público, tanto interno quanto externo à empresa.

O desafio de Branding na Gestão dos Negócios

Marcia Auriani, executiva de branding e gestora do InfoBranding, abriu as apresentações explorando o conceito de marca e sua abrangência, ilustrando com exemplos e aproximando sua percepção estratégica da realidade das empresas de menor porte que, muitas vezes, acabam por acreditar que a gestão de marcas é só para grandes.

Marcas orientadas pelo Propósito

A partir dos conceitos apresentados, Gabriel Meneses, gestor executivo de branding e design do InfoBranding aprofundou o tema do Propósito de Marca, abordando sua importância na sustentação da estratégia de branding (gestão de marcas) e mostrando, em forma de passo a passo, como trazer o conceito para a prática, de forma a mostrar para o empreendedor que aquilo que o diferencia e sustenta sua identificação e relacionamento com o público, pode sim ser colocado na prática, dependendo menos de grandes investimentos e mais de atitudes, atenção e força de vontade.

Marca INVOZ – Integrando Vozes Para O Futuro

Para fechar a equipe da Mentorii Comunicação, representada por Daniel Borges, Marcos Almeida e Vera Coralino consolidou os conceitos apresentados através da apresentação do case da marca Invoz – Integrando Vozes para o Futuro, do Instituto Ozires Silvas. O case transbordou propósito e gestão no seu desenvolvimento e, mostrou de maneira certeira, como é possível fazer uma marca acontecer através da gestão cuidadosa de todos os detalhes que integram uma estratégia de marca.

Após a apresentação os palestrantes e plateia interagiram e levaram adiante uma saudável troca de ideias, consolidando o sucesso do evento na integração e na necessidade de se discutir temas que podem fazer a diferença no mercado.

Temos certeza que muitos projetos virão desse encontro e, a gestão de marca, estará cada vez mais consolidada no empreendedorismo de nosso país.

A todos os envolvidos fica o nosso muito obrigado. Tenham a certeza que estamos sempre a disposição para falar de marcas, ideias e afins.

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CAPAVocê já parou para se perguntar por que gosta tanto de alguns lugares e não de outros? O que torna um lugar especial? Qual a relação entre as pessoas e os lugares? Foi justamente a inquietação de responder essas perguntas que motivou o autor Caio Esteves escrever o primeiro livro do Brasil sobre place branding ou construção de marca- lugar. O place branding identifica vocações, potencializa identidades e fortalece os lugares com o objetivo de torna-los únicos. Neste livro pioneiro, que mistura urbanismo e comunicação como poucas vezes vimos, Caio Esteves conduz renomados especialistas por reflexões contemporâneas e candentes acerca daquilo que nos rodeia: os bairros, as cidades, as nações e os espaços públicos em geral. Por que temos nossos lugares favoritos? Por que alguns parecem ter mais personalidade do que outros? Como podemos melhorar os espaços físicos ao nosso redor? E através de exemplos desenvolvidos em trabalhos pela sua agência a Places for us nos explica didaticamente como se constrói uma marca-lugar. Cabe a você, leitor, juntar-se a esse time, analisar os conceitos e experiências apresentados – sempre repletos de exemplos práticos nacionais e internacionais – e aplicá-los ao mundo real, concreto, ao alcance de todos. Toda mudança começa com o indivíduo. Sejamos todos agentes de um lugar melhor.


AAEAAQAAAAAAAAiEAAAAJDlhYjM1NDM3LTQxNTItNGNjYi05ZTA3LTZhMzZmYmNmNTk5OACaio Esteves é fundador da Places for Us, 1º consultoria especializada em Place Branding do Brasil, e também a 1º startup certificada com o selo B corp de impacto social. Autor do livro “Place Branding”, 1º livro sobre place branding do país. Colaborador, membro do conselho consultivo e jurado do City Nation Place, congresso internacional de Place Branding em Londres, Membro do Institute of Place Management de Manchester-UK e associado a IPBA- International Place Branding Associaton. Coordenador da Pós-graduação em Branding do IED-SP. Idealizador e coordenador do MBA Place Branding das Faculdades Integradas Rio Branco. Professor de branding no IED-SP, Rio Branco-SP e Alfa- GO.

 

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22438_detalheO livro Branding + Design: a estratégia na criação de identidades de marca está organizado em duas partes:

A primeira é composta pela exposição de definições e contextos inerentes aos universos do design, das marcas e do branding. Ainda na primeira parte, os profissionais entrevistados discorrem sobre a inclusão do branding na criação dos sistemas de identidade visual. Esse “olhar do mercado” não apenas embasa o livro como também amplia a percepção de estudantes e profissionais de design gráfico a respeito do campo em que atuam no mercado.

A segunda parte consiste na apresentação dos quatros casos citados e na comparação destes. Um grande quadro-resumo sintetiza os resultados, facilitando a consulta e o entendimento do leitor.

As considerações conclusivas, ao refletir sobre as principais mudanças ocorridas nos escritórios de design com a introdução do branding no escopo do projeto de construção de marca, abordam as competências profissionais que os designers devem possuir para atender às novas demandas.

Como afirma Gilberto Strunk “Este livro registra a evolução dos processos de identidade visual das marcas até os de branding, vivenciados por alguns dos principais escritórios de design brasileiros. É uma leitura indispensável para todos que trabalham com marcas ou se interessam pelo assunto”.

 


 

AAEAAQAAAAAAAAfqAAAAJGRiYzdiMDg1LTk2MGEtNDYzMy05MWRjLTgwNzBjMTkzNzM0OASandra Ribeiro Cameira é mestre em design e arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU_USP) e bacharel em comunicação visual pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Desde 2002, leciona em cursos de graduação em design e publicidade e, mais recentemente, de pós-graduação em branding. Trabalhou como designer e diretora de arte em diversas agências no Rio de Janeiro e em São Paulo. Desde de 2001, é sócia do escritório Id Design Planejamento e Projeto Gráfico, onde atua, principalmente, com projetos de construção de marca e comunicação institucional.

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No dia 27 de abril o Rio de Janeiro recebe o Workshop Básico de Branding para Startups com Andrei Scheiner, professor convidado dos MBAs da FGV Management, palestrante, consultor e fundador da Metodik Consultoria & Capacitação.

O evento aborda princípios da gestão de marcas para startups, pequenas e médias empresas (PME´s) e profissionais liberais. As vagas são limitadas. Não perca esta oportunidade.

Quer saber mais e se inscrever? Acesse:

https://credencial.imasters.com.br/workshop-basico-de-branding-para-startups-pmes-e-profissionais-liberais/

 

 

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