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Para quem achava que Public Relations estava morto… está mais vivo do que nunca!

Com o advento das redes sociais, o PR (ou public relations, para os não íntimos) foi colocado na geladeira de forma injusta.

Agora ele volta com força total e mostra que é o grande protagonista para a construção e fortalecimento de marcas em uma realidade na qual marcas perceberam que, embora importantes e relevantes para a sua comunicação, as redes sociais não são garantia para engajamento e para que a mensagem chegue ao seu público de interesse no timing correto.

E, para falar sobre as relações públicas e seu novo momento, conversamos com o nosso parceiro Lucas Lima, diretor de estratégia de marca da Midiaria.com. Os melhores momentos foram compilados em uma série de vídeos. Acompanhe!

1. O que é relações publicas?

Para Lucas, “toda estratégia de PR precisa estar ligada a um plano integrado de comunicação, pois somente assim ela vai gerar valor para marcas e consumidores”. Portanto, mais do que fazer um press release, é preciso pensar como o jornalista ou influenciador enxergará relevância naquele conteúdo, e até mesmo vivenciar a experiência que a marca pretende fomentar.

2. Novo momento das Relações Públicas

No próximo vídeo você saberá quais desafios uma pequena empresa enfrenta na hora de aplicar as Relações Públicas em sua comunicação! Não deixe de acompanhar!

Lucas Lima: Cofundador é líder de projetos em branding na Midiaria.com. Comunicólogo de mercado pela Universidade Metodista de São Paulo, especialista em Comunicação Organizacional pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero e Master em Gestão de Marcas e Branding pela Business School São Paulo. Experiência nas áreas de Relações Públicas, Branding, Gestão da Imagem e Reputação.

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A comunicação é algo que está intrínseco nos animais, cada um se comunica de uma forma, alguns animais utilizam rugido, outros gestos, outros utilizam de expressões e odores, alguns até escrevem e falam… interessante isso, pois os animais buscam maneiras de entender e de se fazer entendido, de expressar ideias, opiniões, necessidades e vontades. Todos desejam ser satisfeitos. No entanto, não é possível agradar a todos.

Refletindo sobre o bicho homem, temos o Marketing que desempenha papel fundamental neste processo de oferecer algo que atenda as necessidades das pessoas, reforçando isso, busco Kotler (2000) que diz: “… o marketing lida com a identificação e o atendimento das necessidades humanas e sociais… é atender a necessidades de maneira lucrativa”. Sendo assim os profissionais de marketing devem reconhecer (para alguns autores, despertar) as necessidades e desejos nas pessoas e criar meios para atendê-las. E saber se comunicar para entender a atender as necessidades das pessoas é fundamental.

Veja o processo básico de comunicação retirado de uma das edições do livro do Kotler (2000):

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Existe basicamente um emissor, uma mensagem e um receptor, e no processo de comunicação há o código, a decodificação, um feedback e uma resposta… e durante todo o processo pode ter ruídos que farão a mensagem ser entendida ou não. Situação simples quando falamos de comunicação com consumidores que possuem diversas ferramentas e plataformas para se comunicar, desde tecnológicas às naturais.

O que chamo de naturais? Ai que chamo a atenção dos leitores… Pessoas que podem e tem a habilidade de falar bem, escrever com clareza e se expressar de maneira que as empresas consigam entender, tem maiores possibilidades de ser atendidas, e as demais que possuem limitações, como por exemplo um surdo? O que as empresas oferecem para atender suas necessidades?

Observo que muitas campanhas possuem elementos que buscam explorar os sentidos, com imagens, som, frases impactantes, mas não sei até que ponto atendem todas as pessoas, pois, muitas das sensações são aguçadas pela audição e resgatando o meu exemplo, o surdo não tem essa habilidade e vejo que não é explorado, ou melhor atendido. E um portador de deficiência visual, será que é melhor atendido? Com a audição ele poder ter melhores experiências com as marcas? A reflexão é importante, uma vez que as empresas têm por objetivo atender as pessoas e que isso lhe gere rentabilidade, será que é rentável?

Acredito que muitas empresas utilizam interpretes para transmitir suas mensagens, e propósitos para assim poder ser mais inclusiva dentro de diversos processos e diminuir essa barreira na comunicação. Há aplicativos e tradutores para sites que permitem a tradução de palavras para Libras, o que ajuda no conhecimento de campanhas e serviços. No entanto, de maneira geral, observo que a comunicação e o marketing ainda não incluem todos os públicos.

Sem a pretensão de fazer qualquer tipo de propaganda, o serviço abaixo busca oferecer soluções para reduzir essa barreira na comunicação, que é bastante interessante no que diz respeito à inclusão, em outras palavras, há um desejo da sociedade e das empresas em poder oferecer o melhor (assim quero acreditar).

Uma empresa mais inclusiva não é somente aquela que contrata e respeita a diversidade dentro dela, respeitando uma cota para pessoas com necessidades especiais, outra para gêneros e raças, com funcionários diferentes, com respeito as suas limitações. Uma empresa também é inclusiva quando ela acolhe também um consumidor com características específicas e especiais. Quando em suas campanhas ela insere um tradutor ou uma legenda para o surdo entender a experiência e a proposta da marca, por exemplo.

Por outro lado, não justifica, mas pode explicar como uma empresa pode ser inclusiva em suas comunicações se as famílias e a sociedade não são tão inclusivas assim? Conversando com uma amiga, que trabalha com educação especial, que disse que o maior desafio do surdo (resgatando mais uma vez meu exemplo) é a família, que muitas vezes não dá oportunidade a ele de se desenvolver. Muitas vezes o surdo não é alfabetizado, o que dificulta qualquer organização fazer algo mais inclusivo e global.

Desta maneira o relacionamento da marca com o público não é algo simples. O desafio em atender diferentes grupos é crescente e as necessidades da sociedade são grandes. Cabe ao gestor de marca refletir suas ações para engajar não somente muitas pessoas, mas diversos públicos, para que a marca e a empresa sejam inclusivas em diversos ambitos, não somente nas exigências legais, mas sim como valor genuíno.

REFERÊNCIAS

Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos de São Paulo. Disponível em http://www.feneissp.org.br/

KOTLER, Philip. Administração de Marketing: a edição do novo milênio. São Paulo: Prentice Hall, 2000.

União dos cegos do Brasil. Disponível em http://uniaodoscegosnobrasil.org.br/ledores.htm

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stand

Em julho de 2012, sim já se passou mais de um ano, eu fui impactada por uma ação que a marca Bom Ar Air Wick promoveu no shopping Eldorado em São Paulo. Foi uma experiência tão marcante que acredito ser importante compartilhar aqui depois de tanto tempo.

Na época a Air Wick estava lançando uma nova linha de produtos para casa, a Home Perfume Collection e um comercial para promover os três produtos da linha: Soft Perfume, Difusor e Elétrico Liquido. Para ficar claro a ação é importante relembrarmos o comercial.

Para demonstrar as fragrâncias através do comercial, a empresa utilizou-se de um recurso de cores, afinal não conseguimos passar o cheiro através de nossas TVs, certo? Mas ai que estava a grande sacada da ação, a marca criou um brand experience no Shopping Eldorado que conversava com a campanha que estava em veiculação. E como funcionava?

Foi montado um stand no hall de entrada do Shopping, uma espécie de casa, onde o consumidor entrava e vivia a experiência. No momento em que entrei na sala vi um ambiente todo branco sem móveis, mas após alguns segundos começava o espetáculo. Uma narração comentava vários estilos de mulheres, exemplo: “Você que gosta de liberdade, viaja para o campo, é aventureira criamos o Soft Perfume que como você…” Neste momento o ambiente todo mudava através de uma projeção mapeada e você via exatamente o seu perfil ser montado naquela sala, após falar do perfil, as luzes focavam no produto em um ponto da sala e a fragrância saia através das luzes brilhantes, como no comercial veiculado na TV. Abaixo você pode conferir como era a dinâmica da sala.

Com essa junção de som, imagens e experiência a empresa apresentava os três produtos da linha e a sensação que eu tive quando sai foi: UAU, criaram um produto com a minha personalidade e agora posso deixar a minha casa com a minha cara. Que máximo! – Minha experiência foi SEN-SA-CIO-NAL! Quando o espetáculo acabou, sai por uma porta a frente, as consultoras apresentavam as fragrâncias disponíveis para cada produto e você poderia levar amostras para casa.

Analise da Ação:

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  • Conceito integrado: O slogan da marca é “Surpreenda-se com novos ares” e realmente esta ação surpreendeu as pessoas que a vivenciaram.
  • Gerar valor através da emoção: A sensação de ser especial para a empresa, de criar um produto com a minha personalidade, gerou o valor agregado.
  • A surpresa: como disse no item ‘conceito integrado’, nunca eu iria imaginar que a sala se transformaria de acordo com o produto apresentado, é a experiência dos efeitos visuais utilizados na TV, ao vivo, como se eu estivesse dentro do comercial.
  • Visão, audição e olfato juntos: a junção foi perfeita, além de entender os tipos de produtos, pude experimentá-los e ainda levar um presentinho para minha casa.

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Uma ação criativa e inovadora, com certeza!

Agência responsável pela ação: Marketing House
Produtora da projeção mapeada: 5D Experience

A tecnologia utilizada nesta ação é chamada de Projeção Mapeada.

Obs. Hoje a linha Home Perfume Collection conta com mais dois produtos: Velas aromatizadas e velas aromatizadas que mudam de cor. www.airwick.com.br

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estrategias-facebook3Esta é a terceira parte do artigo sobre Estratégias de marcas para o Facebook. Clique para ver a  Parte I ou Parte II.

Nos artigos anteriores, falamos sobre como a quantidade de fãs é um indicador importante, mas não crucial para demonstrar o sucesso de sua marca. Mostramos também algumas estratégias básicas de como moldar o perfil e o tom de voz de sua marca ao Facebook, além de evitar o desperdício com Engajamento vazio.

Agora, vamos falar sobre algumas questões importantes de como trabalhar a otimização do desempenho da marca.

 

– Experimente

Seus consumidores têm uma visão clara sobre sua marca – a não ser que ela tenha acabado de entrar no mercado. O Facebook é o lugar certo para reforçar esta imagem ou mudá-la. Para isso, você pode, e deve, experimentar o máximo que puder.

Faça diversos tipos diferentes de posts, analise seus resultados e siga na melhor direção. Ao perceber que a direção em que está seguindo não está trazendo resultados, não tenha medo de mudar. Os fãs não vão perceber a mudança e ela pode trazer benefícios no desempenho da marca. Faça alterações sempre para que você tenha cada vez um melhor entendimento do que te leva mais próximo de atingir seu objetivo.

Mas claro que o experimentar não significa mudar o tom de voz da marca e nem seu posicionamento (a não ser que este seja o objetivo desde o começo). Mantenha o tom e mude o formato dos posts.

 

– Converse com seu Cliente

Em certo ponto, quando acertar a mão na comunicação, o consumidor vai começar a interagir. Responda-o, sempre que possível, dentro do seu tom de voz. Se o consumidor tiver uma crítica a fazer, entre em contato com ele por mensagens e entenda seu problema.

Se alguém estiver mais inflamado e postar alguma informação, verídica ou não, que possa prejudicar sua marca e “viralizar” de forma negativa, não exclua o comentário de forma alguma. Responda publicamente, com ponderação e educação, sempre, tirando a dúvida e peça para a pessoa entrar em contato por mensagem para resolver o problema. Se isso não resolver e a pessoa continuar inflamada e difamando, ignore-a e faça outro post em cima. Se não resolver, aí você pode bloquear a pessoa de sua página. Mas tome cuidado, você não quer se tornar a próxima Visou.

Lembre-se que seu cliente é o bem mais precioso e ter ele curtindo sua página e interagindo é um privilégio. Trate-o bem e terá consumidores fidelizados a longo prazo.

 

– Integre seus esforços de comunicação

Não adianta fazer uma ótima campanha para a TV se a marca tem uma comunicação falha na internet. E vice-versa. Os esforços devem ser todos integrados, de forma a fortalecer a marca como um todo. A mesma mensagem passada offline deve estar presente online também. Isso transmite unidade e mostra que a marca não está batendo cabeça e nem está tendo uma comunicação esquizofrênica.

Uma marca em que fica muito claro a falta de comunicação entre Online e Offline é Vanish.  Enquanto a marca, no ambiente online, trabalha com o conceito de Sim Sra, fazendo uma brincadeira com a velha expressão “lugar de mulher é no tanquinho”, no offline eu aposto que você nunca viu nenhuma menção sobre isso. O off conta somente com o velho “confie no rosa, esqueça as manchas”. Essa confusão causa estranheza e enfraquece a marca. Evite isso.

vanish

– Quantos posts devo fazer em minha página?

Essa é uma pergunta que é bastante comum e, como em todos os outros assuntos, não existe um limite máximo e nem mínimo. O próprio Facebook recomenda que seja feito pelo menos 1 post por dia. Há marcas que fazem 5, 6 posts por dia e têm bons resultados. Há outras que postam entre 4 e 5 vezes por semana e também têm bons resultados.

Aqui, como em todos os assuntos que tangem os resultados do Facebook há apenas uma solução: testar. O que funciona para uma marca pode não funcionar para a sua.

Então, primeiro, faça pelo menos uma postagem por dia. Sim, inclusive aos finais de semana. Mas lembre-se que os resultados que você vai ver em um final de semana (a não ser que faça algum tipo de cobertura de baladas, ou uma produtora de eventos) provavelmente serão mais baixos do que no resto da semana.

Para fazer os posts no final de semana, não precisa entrar no Facebook e fazer o post todo sábado e domingo. É possível agendar estas publicações, assim você não terá nenhum trabalho. Para todo o resto dos dias, teste. Teste fazer 1 post por dia, depois teste 2. Veja o que te traz melhores resultados e passe a utilizar aquela estratégia.

Mas, uma coisa importante de se saber: Sempre que for fazer algum anúncio ou lançamento importante, tente entender o horário do dia em que seus posts possuem melhor alcance e engajamento e faça naquele dia. Dê preferência para os dias da semana entre 11h e 17h, que é o horário em que o Facebook costuma estar mais movimentado.

 

Espero que vocês tenham gostado das dicas e que consigam aproveitá-las para otimizar suas marcas e sua utilização do Facebook. Estas são apenas algumas das centenas de estratégias que podem ser aplicadas no Facebook para impulsionar sua marca.

Você tem alguma sugestão do que mais podemos colocar aqui, alguma dúvida sobre alguma estratégia ou algo que você faz? Ou então discorda de algo que disse por aqui? Manda aí nos comentários e vamos conversar. =)

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henriqueHenrique Tardeli

É publicitário pós-graduado em Gestão de Marcas e Branding pela BSP, tem também uma especialização em E-Commerce. Já atuou durante 5 anos como programador de sistemas, 2 anos como diretor de arte e atua já há 5 anos com Business Intelligence com foco para a internet, gerando um leque de conhecimentos peculiar, mas que ajuda a entender a importância de páginas bem feitas e bem programadas na experiência do usuário. Atua e atuou na otimização de desempenho através de estudos em sites e processos de grandes marcas, como Casas Bahia, Itaú, Reckitt Beckinser e Skol.

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