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economia criativa

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Diante do mercado globalizado, competitivo e tendencioso, as marcas buscam por inovar, criar, desenvolver soluções que as destaquem tornando-as mais próximas de seus consumidores. As empresas tem aplicado uma série de alternativas e ferramentas para um movimento estratégico de modo que atenda a necessidade de sua permanência no mercado e assegurar sua longevidade com qualidade e conceito.

Contam então com a “criatividade”, matéria-prima da Indústria Criativa, um assunto ainda pouco discutido no Brasil. A criatividade é algo que impulsiona o ser humano e nos leva a evolução. Os seres humanos dotados de criatividade moldam o mundo a sua volta.

A indústria criativa não é apenas economicamente valiosa por si própria, mas funciona como consolidadora e fornecedora de valores intangíveis. A economia criativa vai além de produtos, serviços e tecnologias, inclui também processos, modelos de negócios e gestão.Cresce a cada dia o reconhecimento da criatividade e o papel dos setores criativos no desenvolvimento da competitividade econômica de um país.

Para que as marcas consigam se posicionar no mercado, é preciso identificar quais são as emoções e valores que seus consumidores se identificam, e então partir para ações criativas que atraiam esse público. É neste momento que a economia criativa pode contribuir para a marca, utilizando a matéria-prima do setor, a criatividade como ferramenta, gerando assim um novo valor econômico e contribuindo para o fortalecimento dos atributos da marca, posicionamento no mercado, sofisticação, fidelização, criar uma identidade, fortalecimento no mercado e inovação.

Algumas marcas entendem importância de se atualizar, inovar, se recriar, e têm tomado algumas ações para se aproximar do consumidor, superando expectativas e gerando valor econômico para o mercado.É o caso das marcas que tem utilizado a tendência de “foodtruck” para trabalhar seus atributos, marcas que patrocinam alguns eventos de cunho criativo, ou seja, que tenham setores da economia criativa envolvido, marcas que se preocupam com o ambiente socioeconômico e a partir daí criam ações ou projetos que envolvem outros setores que contribuem para a economia criativa e começam a se beneficiar do ponto de vista de marca e sua construção, e como consequência gerando valor econômico.

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Thalita Arrans

Graduada em Administração com habilitação em Comércio Exterior pela Universidade São Judas Tadeu, pós-graduada em Gestão de Marcas e Branding pela BSP. Profissional da área Comercial, com sólido conhecimento e experiência  em vendas e logística (importação e exportação). Criativa,  comunicativa, disposta, estudiosa e com sede do novo, desenvolve estudos  relacionados a economia criativa , utilizando a criatividade como fonte para desenvolvimento do mercado de branding.

 

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