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“Ética”, construção de marca e empreendedorismo

Vou começar esse bate-papo reforçando que esse filme foi lançado em março desse ano, mas eu só fui assistir essa semana depois da minha querida amiga e parceira de trabalho indicar.

Se você ainda não assistiu, desculpe, mas vou dar spoiler. Eu não consigo dar minha opinião sem resumir o filme ou contar alguns detalhes. Por esse motivo, não leia esse artigo agora, assista primeiro e depois volte aqui para acrescentar a sua opinião. Eu quero saber!

Resumão do filme

Baseado em fatos reais, o filme mostra a história de um vendedor de máquinas de Milk Shake que virou o “fundador” do McDonald’s, o nome dele é Ray Croc (interpretado pelo ator Michael Keaton). Um cara de 52 anos, que sempre tentou encontrar uma grande oportunidade empreendedora e nunca desistiu. A sua vida mudou no dia que ele encontrou os irmãos McDonald, os caras que criaram o conceito de fast-food no mundo.

Assista o trailer abaixo:

https://youtu.be/hpSRzLUFkN4

Eu achei muito foda esse filme por 3 motivos: Ética, construção de marca e empreendedorismo. Abaixo eu vou pontuar em detalhes cada item.

1) ÉTICA:

Esse é uma das premissas básica da minha vida, eu aprendi com meus pais e nunca abrirei mão disso. A ética não pode ser confundida com as leis, mas ela está relacionada com o sentimento de justiça social, tudo depende do grupo que vivemos ou fomos criados.

“A ética é a moral de uma pessoa, ela é construída por uma sociedade com base nos valores culturais e históricos.”

Irmãos McDonald. Imagem: http://veja.abril.com.br/blog

O filme conta como o Ray Croc passou a perna nos irmãos McDonald (imagem acima).

O Ray não inventou o modelo de fast-food, mas em determinado momento do filme, ele falava que tinha sido o criador desse conceito.

Sacou onde está a falta de ética e caráter nesse caso?

Além disso, ele também registrou a marca “McDonald’s” antes dos irmãos, que inventaram o negócio e tinham, inclusive, o sobrenome McDonald.

O cara foi tão “fdp” que, no final da história, os verdadeiros idealizadores tiveram que mudar o nome da sua primeira lanchonete.

Abaixo eu vou comentar um pouco mais sobre o REGISTRO DE MARCA e a sua devida importância.

“A ÉTICA SEMPRE ANDOU DO MEU LADO”

Eu já errei e aprendi muito na minha vida profissional, por diversos motivos: alinhamento de expectativas, falha de gestão e processos… mas na minha concepção, eu nunca errei quando o assunto foi ética ou caráter. Eu já deixei de ganhar dinheiro, atender grandes projetos e não me arrependo dessas decisões que foram baseadas nas minhas crenças e convicções.

Se você colocar a ética na frente de tudo, sempre tomará decisões com base nos seus valores, não na grana ou poder. Pense nisso!


2) CONSTRUÇÃO DE MARCA:

Chegou o tema que eu mais gosto! Primeiro de tudo vamos alinhar as expectativas com relação ao tema: A maioria das pessoas pensa que branding é apenas criar um logotipo. Tenho outro artigo que explica isso, clique aqui pra ler.

No filme, ficou claro o pensamento de MARCA que o Ray Croc sempre teve. Ele enxergou o McDonald’s de outra maneira, abaixo alguns exemplos que mostram claramente a construção de marca alinhada com a visão de negócio que ele tinha.

“O MCDONALD’S PODE SER A NOVA IGREJA AMERICANA E NÃO VAI ABRIR SÓ AOS DOMINGOS”: Essa frase resume o pensamento de marca, o Ray já estava projetando o McDonald’s no futuro e na vida das pessoas.

“QUERÍAMOS ALGO DIFERENTE”

Nessa frase dos irmãos, estamos falando de POSICIONAMENTO. Como aquela marca poderia se diferenciar das outras lanchonetes que já existiam? (O posicionamento faz parte da plataforma de marca)

Qual é a primeira marca que vem na sua cabeça quando você pensa em fast-food de hambúrgueres?

Você e a maioria das pessoas responderia McDonald’s, depois Burger King. Isso acontece porque o Mc criou um posicionamento de marca eficiente na sua mente, a partir de várias estratégias de Branding e Marketing.

ÚNICO E ORIGINAL:

Quando o Ray conheceu os irmãos e o novo modelo de negócio, ele percebeu algo muito poderoso que todas as grandes marcas tem: ORIGINALIDADE. O nome tinha força e o negócio era diferente de tudo que ele já tinha visto.

A marca McDonald’s era o maior ativo que os irmão tinham… O Ray poderia copiar o modelo de negócio, mas aquela verdadeira essência ele tinha certeza que não.

OS ARCOS DOURADOS:

Em determinado momento do filme, ele conheceu os “arcos dourados”, criação de 1 dos irmãos que não tinha saído do papel. Nesse caso, estamos falando de outro ponto importante para a construção de uma marca, a sua identidade:

O símbolo e as cores do Mc Donald’s são facilmente reconhecidos, isso faz parte da identidade visual.

A identidade visual não é só estética. Se analisarmos a psicologia das cores, estamos falando das sensações que cada cor pode nos causar.O vermelho por exemplo desperta o desejo, o consumo. O amarelo é considerado chamativo, temos aqui uma eficiente estratégia para o ramo de fast food, não acha?

Sem contar o símbolo, que podemos chamar de um ícone nacional!

Franqueada distribuindo sorriso na fila da nova loja do McDonald’s.

No momento de expansão da rede, Ray começou a vender a franquia de forma acelerada. Teve uma cena, que uma das novas franqueadas ficava distribuindo pirulitos com a marca e recepcionando todas as famílias que estavam na fila .

Esse caso foi isolado e não fazia parte “ainda” de nenhum treinamento para os franqueados. Mas, todas as boas ideias que surgiam eram aplicadas por Ray como melhoria e isso era uma constante no crescimento da rede.

O alinhamento de discurso é um ponto extremamente importante. Lembre-se que uma marca é construída sempre de dentro para fora. 😉

Aqui na Insane, nós sempre acreditamos muito no treinamento e aprendemos muito com um cliente que atendemos: A IDEALE, que também é nossa grande parceira prestando serviço para outros clientes.

NÃO PENSARAM NO REGISTRO DA MARCA:

O registro da sua marca é um ponto muito importante, que a maioria dos “novos” empreendedores não entendem, não valorizam ou não foram instruídos por algum profissional. No final do filme, os verdadeiros idealizadores tiveram que mudar o nome da sua primeira lanchonete.

Não deixe para depois, registre a sua marca se você acredita no seu negócio! Além de garantir os direitos de uso, você terá segurança para suas decisões estratégicas no futuro.


3) EMPREENDEDORISMO:

São várias lições que o filme ensinou, vou começar pela palavra em destaque no começo do trailer:

SEJA PERSISTENTE:

Esse cara, o Ray Croc, sempre tentou encontrar uma grande oportunidade empreendedora e nunca desistiu. (Na foto ao lado, ele estava mais uma vez saindo de uma lanchonete SEM VENDER a sua máquina)

Todo empreendedor precisa persistir se ele realmente acredita e ama aquilo que faz. Desde que eu fundei a YEP em 2009, que hoje é a INSANE, eu estou persistindo nas minhas convicções e vou continuar! Não é fácil, várias vezes eu já tive vontade de jogar tudo pra cima… Dica: Quando acontece isso, eu paro, respiro e penso em tudo que já passei para conquistar aquela humilde trajetória, até hoje deu certo rs.

ESTUDE MUITO:

O Ray era um cara muito observador, curioso, ele não tinha medo de perguntar e sempre teve muita vontade de aprender. Foi assim quando ele entrou pela primeira vez na cozinha do McDonald’s, ele parecia uma esponja absorvendo tudo e analisando cada detalhe.

No mundo de hoje, não existe espaço para aventureiros, estude muito o mercado que você pretende atuar, estude o comportamento das pessoas até as mudanças que estão rolando no mundo…pesquise e só tome as decisões quando tiver alguma base.

SEJA CORAJOSO:

O Ray foi o grande responsável pela expansão da rede nos Estados Unidos. Os irmãos tiveram a oportunidade antes dele, mas não tiveram coragem. O nome já diz tudo, sem coragem você não vai conquistar nada! Sim, você pode e deve ser arrojado, mas a sua chance de errar será menor se tiver analisado o cenário com calma.

A INSANE só nasceu porque nós tivemos coragem de encarar esse desafio de unir as 03 agências, eu tive coragem quando aceitei fazer uma fusão com 07 sócios e foi muito difícil tomar essa decisão, mas acreditem, está sendo um tesão!

PREPARE-SE PARA ABRIR MÃO DE ALGUMAS COISAS:

O Ray e os irmão abriram mão de algumas coisas para realizar aquele sonho. Em algum momento você vai deixar de jantar com a sua esposa, ir num bar com os amigos, deixar de assistir aquele jogo de futebol… mas calma! Eu não estou dizendo que você deve fazer isso, empreender não significa perder todas essas coisas, mas você precisa estar pronto para lidar com essas situações. Por exemplo antecipando e alinhando as expectativas do momento que está você está vivendo.

ESCOLHA PESSOAS COMPETENTES E ENGAJADAS PARA TRABALHAR COM VOCÊ:

O Ray sempre teve um braço direito ou encontrou alguém para ajudá-lo durante a sua trajetória. Nós não sabemos tudo e precisamos nos cercar de pessoas capacitadas para realizarmos os nossos sonhos. Acrescentei aqui um comentário de um amigo/leitor: “escolha bem os seus sócios”.

Escolha com cautela, crie bons processos e confie nas pessoas que você escolheu! Os sócios da INSANE são pessoas que me complementam, cada um com a sua expertise e responsabilidade. Além deles, temos diversas pessoas que nos ajudam até hoje a conquistar cada etapa da nossa jornada.

Resumindo, esse cara não foi ético, mas precisamos admitir que ele é um PUTA empreendedor! Vamos separar os temas e só avaliar esse perfil visionário, arrojado e persistente que ele teve.

Seria perfeito se ele não tivesse passado por cima dos irmãos e construído junto com eles esse legado.

O artigo foi longo, mas fiquei tão empolgado que precisava dividir com vocês todos esses detalhes. Espero que levem daqui pelo menos um aprendizado para vida de vocês.



Aandre-correa-2ndré Luis Corrêa: 
Sócio-Fundador e Diretor de Branding da INSANE Estratégia e Comunicação, idealizador do projeto Marcaz. (@marcaz_oficial). Publicitário, Estrategista-Designer de Marcas, Pós-graduando em Comunicação Empresarial pela Universidade Metodista. Atual vice-presidente de Comunicação da AACP (Associação das Agências de Comunicação e Publicidade do ABC). Amante e estudioso pela construção/gestão de marcas, André possui diversos cursos de especialização focados em Branding e Design pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e Belas Artes.

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Quando um pequeno empreendedor pensa em criar um negócio, a marca normalmente não é a sua prioridade. Mas quando ele vai pensar nisso, logo pensa em marcas como o inconfundível lettering vermelho e branco da Coca-Cola, o Just do It da Nike ou até mesmo o “Quer pagar quanto” da Casas Bahia. Mas, como uma pequena empresa, este empreendedor imagina o nível de investimento e o trabalho que é feito para que essas marcas se tornem icônicas e logo se desanima em investir na construção de sua marca.

Na verdade, construir uma marca é mais fácil do que a maioria imagina. O mais importante, neste ponto, é certificar-se de evitar algumas armadilhas comuns e erros de branding ao construir uma marca. Listei 7 desses erros:

1. Não entender o poder de uma marca.

Da perspectiva do cliente-relacionamento, ter uma marca forte é obviamente vantajoso. Por exemplo, quando as pessoas pensam em comprar material esportivo online, elas pensam logo em Netshoes. Logo, você vai querer ter esse tipo de relação imediata e definitiva com os seus compradores também.

Como estamos cada vez mais digitais, definir uma marca clara é essencial do ponto de vista de SEO. O Google gosta de priorizar anúncios de marca em seus resultados de busca orgânica, uma vez que os visitantes são mais propensos a clicar sobre eles. Mais cliques tende a conquistar mais clientes, o que significa que o foco na construção da marca pode levar a inesperados benefícios de tráfego ao seu website e, consequentemente, maiores vendas.

2. Esquecer de estabelecer diretrizes de marca bem definidos.

Então, você sabe que a sua empresa pode desenvolver uma marca, mas o que exatamente significa isso? Ao criar uma identidade de marca, você vai querer estabelecer diretrizes bem definidas que cobrem todos os pontos de contato com sua marca, fazendo com que ela seja reconhecida. Entretanto, é muito comum encontrarmos marcas aplicadas de um mesmo negócio completamente diferentes. Basta você parar em um barzinho para tomar um café ou almoçar para perceber que o logo é um, o cardápio é outro e até o uniforme dos funcionários é diferente do resto.

Aqui estão alguns pontos a considerar.

Logo – quando pensar no seu logo, imagine todas as aplicações que este terá no seu negócio. Se você fabricará produtos, as marcas destes precisam lembrar a marca da empresa, seja no conceito, ou na forma. Ele tem que ser claro, de fácil leitura e refletir o seu negócio/produto.

Cores da Marca – aqui mora um grande perigo. Muitos empreendedores levam em consideração o seu gosto pessoal para definir as cores da marca do seu negócio. Mas será que elas refletem tudo o que a sua marca representa? Mas você pode pensar que, “se eu usar uma cor totalmente diferente do que meus concorrentes usam vou me destacar…” Será? É importante sim ter uma identidade colormétrica, mas se o mercado em que você atua tem uma prática comum em relação ao uso de cores, é necessário que você leve isso em consideração. Invista um tempo para ver a aplicabilidade da cor que você escolheu nos diversos substratos em que sua marca será aplicada. Dependendo do material da embalagem de um produto, por exemplo, a diferença de Pantone® e de seu correspondente em CMYK é gritante.

Fontes e tipografia – novamente o “gosto pessoal” do empreendedor pode pôr tudo a perder na construção de uma marca. A fonte utilizada precisa ser clara e refletir o conceito da marca. Tem que ser legível, de fácil compreensão e leitura. Observe as fontes utilizadas em alguns cardápios de alguns restaurantes. Não dá para ler! Além disso o uso de diversas tipologias além de confundir o leitor, não transmite os valores da marca.

Imagens – hoje em dia é cada vez mais comum o uso de bancos de imagens para a criação de diversos materiais para representar a sua marca. Além disso, muitos empreendedores buscam no Google imagens para colocar em seus panfletos, websites e diversos outros materiais. Levando em consideração que o investimento na contratação de um fotógrafo é muito alto, esta escolha tem que ser bem direcionada e o risco de outra empresa usar a mesma imagem que você é muito alto.

Mascotes e porta-vozes – quando você pensa em uma mascote que representa uma marca o que vem à sua mente? Dolinho. A escolha de uma mascote ou porta-voz é extremamente importante para vários negócios, mas você tem que ter claro em sua estratégia que ele será a “cara” da sua marca.

Claramente, esta lista não é exaustiva. Se há alguma outra característica de marca que você sente que é necessário para definir o seu negócio, vá em frente para adicioná-lo ao seu manual de identidade da marca. A pior coisa que poderia fazer é evitar a criação desses documentos importantes por completo. Sem eles, seus esforços de branding não terá a consistência e a direção necessária para o sucesso.

3. Complicar a sua marca.

Dê uma olhada em como o logotipo clássico de Coca Cola mudou desde a sua primeira utilização em 1887. Enquanto as fontes usadas variaram ligeiramente, a aparência original ainda é em grande parte intacta após mais de 127 anos de serviço.

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Pequenas empresas podem aprender uma lição com este gigante do setor de bebidas. Ao iniciar o processo de branding, pode ser tentador adicionar mais variáveis ​​do que você realmente precisa. Mas o seu logotipo não precisa possuir seis cores diferentes, e ele não precisa ter seis elementos gráficos individuais para representar os diferentes braços de sua empresa. Elementos simples e claros são mais propensos a ser reconhecidos e lembrados pelos consumidores, então evite complicar os elementos da sua marca.

4. Caindo na armadilha da marca indecisa.

Novamente, desenvolver diretrizes de marca e elementos que nada revelam sobre sua empresa e sua proposta de valor. Provavelmente, você já viu isso antes em logotipos genéricos ou na linguagem de marketing que é absolutamente repetitiva. Por exemplo, “best-seller” para livros, “O melhor alguma coisa” da região e tantos outros adjetivos superlativos que realmente não significa nada.

Podemos chamar es tipo preguiçoso de marca de “marca papel de parede”, ou seja, pega-se tudo que tem sido repetido tantas vezes que perdeu todo o significado.

Então, qual é a solução? Linguagem clara, logos e imagens. Para um grande exemplo, dê uma olhada na seguinte captura de tela da home page do processador móvel de pagamento da empresa americana Square de 2013. Não só o logotipo da empresa imita o produto de uma forma que é inconfundível, a proposta de valor indicado no slogan da empresa “começar a aceitar cartões de crédito hoje” é clara.

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5. “Enganar” suas diretrizes de marca.

Você já sentou e trabalhou nas suas diretrizes da marca com todo cuidado, criou um manual de identidade com todas as diretrizes para a aplicação de sua marca e começou a implementá-los em todos os materiais de marketing de sua empresa. Mas, dois meses depois, você precisa criar um novo anúncio para uma linha de produtos que irá lançar, e seria ótimo se você pudesse usar algumas cores fora da paleta especificada na documentação de branding.

Você pode fazer? Claro que você pode. Mas lembre-se, cada vez que você desviar suas diretrizes de marca, você dilui o seu poder por uma pequena situação. Ao fazer isso, você está introduzindo essencialmente uma nova imagem de marca para seus clientes, diminuindo a força da associação que teriam de uma campanha da marca mais unificada.

6. Não policiar o uso da sua marca.

Desenvolvimento e implementação de diretrizes de marca da sua pequena empresa é apenas metade da batalha. Além disso, você tem que ser pró-ativo sobre o monitoramento de onde e como os outros estão usando seus elementos de marca em seu nome. Se não, você poderá ter concorrentes que criarão um logotipo que se parece com o seu ou um parceiro que pode publicar um anúncio com o seu logotipo, mas com as cores erradas.

Alguns desses problemas podem ser menores, mas em outras situações, pode ser necessário tomar medidas legais se você sentir que seus elementos de marca estão sendo desrespeitados.

7. Mudar constantemente a sua marca.

Não há nada de errado com rebranding. Isto é, a menos que você o fizer sem critérios. Tenha em mente que todas as alterações feitas em sua marca já estabelecida reduz a conexão que você construiu com seus clientes. Portanto, é importante apenas fazer alterações quando os benefícios verdadeiramente superam os riscos de perder o negócio. Se você decidir fazer uma alteração, você precisa informar com clareza os seus seguidores sobre as mudanças que você está fazendo.

Enquanto o branding é, certamente, uma das principais estratégias de marketing, ela não precisa ser complicada. Basta ter em mente seus valores e propósitos bem definidos, evitar ao máximo estes pequenos erros e esta estratégia será um ótimo caminho para criar conexões vitais entre o seu pequeno negócio e seus clientes.

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A recessão chegou forte. Basta dar uma olhada nos portais de notícias e jornais para encontrar inúmeras reportagens sobre o aumento do desemprego, alta dos preços, impostos atingindo a casa de dois dígitos e muitas empresas e marcas desaparecendo.

A situação está tão feia que as empresas já começaram a demitir funcionários mais qualificados. Para termos uma ideia de como a coisa está preta, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego, foram fechadas mais de 115 mil vagas com carteira assinada para os profissionais com curso superior completo ou incompleto em 2015. Se levarmos em consideração que este tipo de profissional normalmente é o último a ser desligado, devido à falta de mão de obra qualificada no país, esta crise só tente a piorar.

Com isso, muitos destes profissionais vão buscar o empreendedorismo como uma maneira de continuar ativos economicamente.  Entretanto, muitos destes profissionais nunca pensaram em investir em suas marcas profissionais fora do ambiente corporativo e, tornando-se donos de uma marca, tendem a levar tudo para o lado pessoal.

Mas a verdade é que, quando se trata de ser um empresário e proprietário de uma pequena empresa, é impossível não a levar pessoalmente. Na verdade, é isso mesmo: é tudo sobre você. É a sua visão, sua paixão, sua equipe – é o seu negócio, e é impossível separar o material negócio das emoções pessoais.

O posicionamento da marca da sua recém-criada empresa deve refletir quem você é como pessoa e como um empreendedor. Você realmente não pode separar como você posicionou o seu negócio com a forma como você se posiciona como pessoa.

Sua marca pessoal é também a sua marca de negócio quando você é um empreendedor ou microempresário, e o seu posicionamento de marca deve estar presente em ambos. Você não pode criar um posicionamento para a sua marca que é inconsistente com quem você é como pessoa. Aqui mora o perigo, pois muitos empreendedores buscam separar os dois e não consegue desenvolver nenhuma das duas, fazendo com que tenha uma reação emocional forte quando deveria ser racional em uma negociação ou racionalizando decisões que deveriam ser mais emocionais, principalmente com sua família, por exemplo.

Por isso que você também deve refletir pessoalmente o seu posicionamento como marca. Pois este posicionamento deverá guiar suas decisões nos negócios, bem como orientar os seus comportamentos pessoais. Seu estilo de vida deve incorporar o seu posicionamento de marca, tanto quanto o seu posicionamento de marca incorpora quem você é.

Celebridades, com suas marcas, na maioria das vezes sabem fazer isso muito bem. Suas vidas pessoais se tornam abertas, o que acaba por conduzir as percepções públicas e influenciam as oportunidades em suas carreiras. Celebridades inteligentes entendem que eles têm que equilibrar suas escolhas pessoais com decisões de carreira com um lado influenciando o outro.

Portanto, ambos devem trabalhar em conjunto para você também.

Com este posicionamento bem definido, você terá o poder de motivar. Você vai ser capaz de motivar suas equipes e levá-los a compartilhar a sua visão de negócio e ser capaz de motivá-los a compartilhar o seu sucesso. Seus amigos e familiares vão se envolver a tal ponto que se tornarão seus maiores embaixadores de marca.

Por fim, antes de entrar de cabeça em um novo negócio, invista um tempo para posicionar-se como marca, pois esta é a coisa mais inteligente a se fazer para guiar o seu negócio e orientar sua vida, pessoalmente e profissionalmente.

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Semana passada eu li uma matéria brilhante sobre a Geração Y (Millennials) e suas frustrações com seus empregos (link: http://goo.gl/bCmuSd), por eu ser dessa geração, parei para refletir e…

As frustrações dos Millennials vão além do mercado de trabalho, a sociedade como um todo é decepcionante para nós, somos regidos por leis de décadas passadas, regimes burocráticos, empacados e centralizadores, o pior é que não fomos consultados, os mais velhos costumam nos dizer que desde que o mundo é mundo as coisas são assim.

Essa aceitação sem questionamentos, deixar tudo acontecer automaticamente, corroem  as mentes inquietas dos Y’s, pois somos ansiosos por inovação o tempo todo e por termos a necessidade de nos preparar e acumular conhecimento constantemente, a mesmice nos deprime.

Dizem que essa é uma geração de gente fútil e as gerações anteriores nos fazem criticas por sermos mimados e vivermos em constante busca pela felicidade. Vamos parar para pensar, será mesmo que somos uma “geração problema”?

Por exemplo, já ouviram falar do Rio Tietê ou do Rio Pinheiros? Eles cortam a maior cidade da América Latina e fedem bosta, sim as fantásticas gerações anteriores nos entregaram de herança rios poluídos, mas não para por aí…

Outra coisa, a porcentagem Y’s políticos, sim os homens que tomam decisões no país, é mínima, estão lá dinossauros que não “largam o osso” e tomam medidas de acordo com interesses próprios, falam tanto em democracia, mas não vemos um plebiscito há anos, não me admira a insatisfação com o governo, crise econômica e política, um bando de ultrapassados burocratas. Será que a Geração Y está tão errada em apenas quererem ser felizes e simplificarem as coisas?

Estamos acostumados com a praticidade e rapidez de um mundo conectado, global e tecnológico, não temos mais tempo para perder com papeladas, filas, SACs e autoritarismo.

Somos admiradores de marcas como Google, Instagram, Apple, Starbucks, para nós não importa o produto e sim o propósito, a marca tem que ter vida e a empresa alma!

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E no mercado de trabalho? Ai que o “bicho pega”!  Criativos, inovadores e cada vez mais preparados, muitos já têm mestrado, doutorado, MBA, com ânsia de reconhecimento, valorizam a meritocracia, trabalham duro, mas exigem qualidade no trabalho e no ambiente corporativo e não adianta pagar mal justificando que são muito jovens, pois os “Y’s” podem criar suas próprias Startups para concorrer com você!

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Entre uma ideia e o sucesso existe um árduo caminho a ser percorrido, um caminho cheio de obstáculos  para o qual não há mapas para guiar o viajante. O nome desse caminho chama-se empreendedorismo e a ausência de mapas se deve ao fato do sucesso ter múltiplos significados, que dependem única e exclusivamente da percepção do viajante: o empreendedor.

Para seguir em frente nessa viajem, que diga-se de passagem, não tem volta, o viajante deve ter em mente seu objetivo, sua meta, além de estar munido de seu “kit de sobrevivência básico” composto competência, comprometimento, coerência e trabalho, muito trabalho.

Nessa jornada se destacam as mulheres, viajantes que carregam consigo algo a mais, que na busca por seus objetivos se dedicam ao máximo, acumulando tarefas e se desdobrando  em mil, sem perder o charme e as características que as tornam tão especiais.

Foi pensando nelas que no dia 14 de Abril o InfoBranding realizou o seu 4º Diálogo com o tema “Empreendedorismo Feminino”, onde exemplos de sucesso contaram suas histórias, comentaram suas experiências e apresentaram seus pontos de vista acerca do tema, inspirando a plateia lotada de empreendedoras e mostrando que para um grande sonho não há limites, apenas possibilidades.

Para abrir o evento e dar um panorama do cenário pelo qual as empreendedoras trilham seus caminhos, nossa cofundadora, parceira e empreendedora  Marcia Auriani, que mostrou que as mulheres vieram para ficar no mundo dos negócios, representando uma grande parcela no comando de empreendimentos. Mas, também pontuou questões importantes como planejamento, estratégia e foco no diferencial, sem os quais a perenidade do negócio pode ser seriamente comprometida. E reforçou que para não cair na “commoditização” é preciso que a empreendedora (e empreendedores também) devem investir naquilo que os torna únicos: suas marcas.

Em seguida a palavra passou para Janaína Dias, empreendedora de São José dos Campos, que apresentou como transformou um sonho em realidade e criou o CME- Conselho da Mulher Empreendedora, em parceria com um grupo de mulheres que compartilhavam dos mesmos valores. Uma marca que tem claro o seu propósito: conectar empresárias e executivas de diferentes setores, estimular seu desenvolvimento profissional e pessoal através de encontros periódicos, palestras, debates, eventos e cursos, incentivando um crescimento conjunto de todas as empreendedoras”.

Se há uma mensagem que podemos destacar da palestra da Janaína é a de que com determinação e compartilhamento de valores em torno de uma causa, é possível fazer a diferença e transformar uma ideia em realidade, ou seja, empreender.

A terceira palestrante foi Monica Adan, co-presidente da CIAGROUP. Através de uma apresentação pautada nos conceitos de storytelling, Monica mostrou para os presentes que as oportunidades e experiências que a vida proporciona devem ser agarradas, mas não de qualquer maneira e sim com foco, determinação, competência e viés de aprendizado, fazendo com que os erros sejam os catalizadores de um futuro melhor e que os frutos são colhidos depois do trabalho realizado, ela utilizou-se da metáfora do Bambu para representar a resiliência e visão de longo prazo (entende-se planejamento) como fatores importantes para o sucesso.

Para fechar o ciclo de palestras foi promovido o tradicional diálogo entre as palestrantes, a plateia e a equipe do InfoBranding, o que rendeu muita discussão, interesse e, sobretudo,  estreitou de vez a relação do empreendedorismo com o branding, um tópico que nós adoramos abordar (Conteúdo relacionado: “Branding e Empreendedorismo – A Marca InfoBranding”).

Quando questionadas sobre como elas chegaram a conclusão de que a marca era algo determinante para os seus negócios, as três palestrantes foram unânimes ao ressaltar que a importância da marca não surge de uma hora para a outra, ela é total e existe desde o primeiro momento do negócio e, configura-se com algo a ser dedicadamente trabalhado através de uma visão de longo prazo e planejamento estratégico.

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A todas as mulheres empreendedoras fica a admiração da nossa equipe, que reconhece que seu papel no mercado e na sociedade é determinante para a construção de um futuro melhor.

Agra é pensar no nosso 5º diálogo, o qual já estamos preparando para você. Fique de olho!

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Sonhos e projetos são fatores que nos impulsionam a caminhar e a buscar novas possibilidades de realização pessoal e profissional. Quando estamos entusiasmados com algo buscamos fazer com que essa sensação não acabe, portanto alimentamos esses sonhos e trabalhamos em cima desses projetos  visando a sua realização. No entanto para a realização destes necessitamos nos esforçar, nos dedicar e transpirar.

Em um artigo recente que escrevi eu abordei a questão do “brilho nos olhos”, neste me propus a refletir sobre quando este brilho se apaga e precisamos dizer “Adeus”. Acreditar em algo que tem tudo para dar certo é tão fascinante e estimulador, mas quando tudo isso deixa de encantar, empurramos com a barriga ou simplesmente deixamos de lado… uma obra inacabada.

O que me parece é que a falta de entendimento entre os envolvidos no processo de realização e ainda, a não atenção ao que acontece com o tal projeto bacana, podem contribuir para que se torne secundário, desinteressante e chato. Onde está o brilho nos olhos? E a Paixão? E a empolgação inicial? Tudo se acabou sem antes transpirar e se comprometer?

Há pequenos empreendimentos e projetos que se finalizam logo no seu início por falta de preparo, planejamento e visão de negócio. Outros terminam pelo simples fato de não haver mais ânimo de continuar, pois como nem tudo é perfeito como no início, é preferível deixar para lá.

Imagino se Steve Jobs tivesse deixado tudo para lá…

Casamentos se acabam pois os casais não estão preparados ou dispostos a enfrentar as adversidades que ocorrem ao longo da vida, sejam elas pessoais, profissionais, financeiros… enfim é mais fácil deixar.

Pensar nisto é também pensar em Marketing e Branding!

Marcas que foram deixadas para lá não foram conhecidas e não chegaram ao sucesso.

Buscando histórias de sucesso, vem aos montes na minha cabeça, lembro de empreendedores entusiasmados e dedicados. Transpiravam seus valores, respiravam seus negócios e disseminavam seu propósito.

Luiza Helena, Romero Rodrigues, Alexandre Costa, Samuel Klein, Comandante Rolin… Dentre tantos outros que fizeram histórias e outros que farão… mas isso só acontecerá se não for deixado para lá.

Não quero dizer Adeus! Não quero desistir deste sonho… devo caminhar e persistir!

Dificuldades são diversas e elas surgirão, sem dúvida, mas para se fazer história é necessário coragem e persistência. Não desistir!

Como disse Steve Jobs: “Cada sonho que você deixa pra trás, é um pedaço do seu futuro que deixa de existir”.

Um novo projeto, um novo ano, um novo emprego e novas perspectivas… a dedicação e transpiração são necessárias, as dificuldades também! Então… tenha PERSEVERANÇA e busque aquele projeto que ficou parado, mas ainda há carinho por ele e faça acontecer.

Conheça um pouco das histórias de empreendedores que fazem, fizeram ou farão história…você não quer fazer parte deste grupo?

 

Consultas:

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-historias-de-empreendedores-brasileiros-de-sucesso

http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/06/8-adolescentes-que-ja-sao-empreendedores-de-sucesso.html

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No início de outubro, cerca de um mês atrás, a equipe do InfoBranding representava sua marca e história no Primeiro Congresso Internacional em Marcas/Branding, realizado no Instituto Politécnico de Leiria, Portugal, co-organizado pela Univates e Observatório de Marcas.

O congresso foi uma oportunidade que marcou a internacionalização da marca InfoBranding. Nele a equipe, representada pelos integrantes Denise Cavalcanti, Felipe Versati, Gabriel Meneses, Leila Rabello e Marcia Auriani, teve contato com diversas abordagens acerca do branding, o que, além de enriquecer seu repertório, ampliou sua rede de contatos e, sobretudo, colaborou percepção do reconhecimento que a marca InfoBranding tem hoje.

Entre os profissionais que conhecemos está Joan Costa, comunicólogo, sociólogo, designer e consultor corporativo. Simpático e atencioso, Joan Costa concedeu uma entrevista exclusiva para o InfoBranding e autografou seu livro “Los 5 pilares del branding: Anatomia de la marca”, que apresenta a teoria que embasou sua palestra na abertura do congresso.

Equipe com Joan Costa

Também conhecemos a professora Elizete Kroz, da Univates e Observatório de Marcas, uma excelente profissional, que se envolveu de corpo e alma na organização do congresso ao lado de Carminda Silvestre, do IPL de Leiria, que nos recebeu muito bem. Ambas se identificaram com a iniciativa do InfoBranding e temos certeza de que foi o início de uma grande parceria.

O tema escolhido para ser apresentado no congresso foi “Branding & Empreendedorismo: A Marca InfoBranding” veio de encontro com a realidade atual, na qual o empreendedorismo ganha força e se mostra um assunto cada vez mais relacionado ao universo do branding.

Afinal, branding nada mais é do que a gestão da marca, que se dá através da construção de uma estratégia composta por um conjunto de ações orientadas por um propósito claro; o que permite que um negócio ganhe fora no mercado em que atua e se consolide na mente de seus consumidores.

O Grande Momento

Tal relação foi apresentada através de um estudo de caso: a nossa história. Isso mesmo, no artigo relacionamos a criação e desenvolvimento da marca InfoBranding, desde a identificação da oportunidade, passando pela definição da estratégia, pelas ações e chegando, finalmente, no estado em que a marca se encontra hoje.

Foi gratificante perceber o quanto a história do InfoBranding, permeada pela atitude empreendedora de seus fundadores e gestores, foi capaz de inspirar outros profissionais que, com muito carinho, expressaram sua admiração na ocasião de nossa apresentação.

Painel de Momentos

Tanto no artigo quanto na apresentação fizemos questão de ressaltar que nosso sucesso é reflexo direto de nossa dedicação a algo que, um dia, tivemos a coragem e determinação de assumir como compromisso: descomplicar o branding.

Com isso a mensagem que buscamos passar foi que praticando aquilo que pregamos que fizemos do InfoBranding o maior portal de branding do Brasil.

Gostaríamos de agradecer a todos ao IPL Leiria, Univates, Observatório de Marcas e a todos aqueles que conhecemos no congresso pelo carinho e pela grande troca de experiência. Não podemos esquecer do agradecimento especial para nosso colega Gustavo Henrique, que nos acompanhou desde a época do curso de pós-graduação em branding na BSP e nos ajudou com as gravações ao longo do evento.

Um Pouco de Leiria

BSP Parabeniza

 

Baixe aqui o artigo apresentado no congresso.

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Brasil, a maior economia da América Latina, sétima maior do mundo segundo o Banco Mundial. Conhecido pela grande produção na área da agricultura, minérios e pecuária, o país se destaca, por exemplo, como maior produtor mundial de laranja, 18,3 milhões de toneladas/ano*. Porém, não é apenas a matéria-prima movimenta sua economia.

O país possui importantes marcas no cenário internacional, como EMBRAER e Havaianas.

Pois bem, visando descomplicar e dialogar sobre branding para o mundo, o InfoBranding se torna uma marca mundial. O primeiro passo, iremos representar o nosso querido Brasil no 1º Congresso Internacional em Marcas/Branding, que acontecerá em Leiria, Portugal.

O evento acontecerá entre os dias 02 e 04 de outubro, iremos apresentar o case BRANDING E EMPREENDEDORISMO: A MARCA INFOBRANDING. Optou-se por falar da história da marca segundo um foco empreendedor, afinal, a marca InfoBranding está sendo reconhecida e com credibilidade graças à visão empreendedora de seus gestores, que transformaram suas ideias em prática.

Logo após o evento, disponibilizaremos para o público o artigo e a apresentação expostos no evento. Além de levarmos ao exterior um conteúdo legitimamente brasileiro, traremos para os brasileiros entrevistas e artigos de profissionais renomados na “gringa”.

Acompanhe a cobertura e fique por dentro das novidades trazidas por nossa equipe, que, a cada ação, busca descomplicar o branding para você.

Fica nossa gratidão a todos os leitores do portal, que nos ajudam construir a nossa marca. Com muito amor e dedicação podemos mostrar ao mundo a qualidade do produto intelectual brasileiro.

Nós somos o InfoBranding – O portal de marcas ideias e afins!
Por: Denise Cavalcanti, Felipe Versati e Gabriel Meneses.

 

Referências:

http://www.worldbank.org/pt/country/brazil/overview#1

*fonte: Food and Agriculture Organization of the United Nations – 2007.

 

 

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Em muitas das pesquisas que estou realizando, textos que estou lendo e cases que estou estudando, me percebi tendendo para uma área. O empreendedorismo.

Primeiro pela história do InfoBranding, segundo pelo que vejo no mercado com os surgimentos de startups e outros negócios e, por fim, devido a um case que será apresentado em breve neste veículo, sobre o Magazine Luiza.

Refletindo a respeito do assunto de maneira geral, percebo que o que dizem sobre empreendedorismo não me pareceu novidade, quando digo de conceito, mas também de sua presença na sociedade. Quando me formei há 10 anos a conceituação e o perfil do empreendedor eram os mesmos dos dias de hoje. Buscando em Dornelas (2008), grande referência da área: “Empreendedorismo é o envolvimento de pessoas e processos que, em conjunto, levam à transformação de ideias em oportunidades”. Intangível em tangível. Processo de transformação onde envolvo risco, pessoas, recursos. TransformAÇÃO!

E diante disto e olhando ao nosso redor, todos estão buscando alternativas de melhorar o que faz e buscando oportunidades para sua vida, pois o empreendedorismo está ligado a melhoria de vida.

Escritores apresentam maneiras para viabilizar seus negócios, instituições como o Sebrae apoiam os empreendedores com orientações e capacitação, e o mercado pedindo novidades, inovações e brilho nos olhos.

Por meio de técnicas de gestão o empreendedor busca criar uma estrutura sólida para seu negócio. Traça metas, objetivos, perspectiva de resultados e custos, define seu público, analisa as tendências de mercado e busca sempre cursos para melhorar seu desempenho.

O mercado sempre apresentou um cenário para tornar tudo isso possível! Teoria básica de economia: Demanda e Oferta. Há uma demanda, devo atendê-la mediante a uma oferta, e ai envolvo preço, disponibilidade do produto… No entanto, apesar do mercado apresentar cenário favorável ao empreendedorismo e o brasileiro ser considerado, em sua essência, um empreendedor, percebo que falta algo, acho que falta brilho nos olhos.

Outros estudiosos falam deste “brilho nos olhos”, nesta confiança e paixão que existe no inicio de um negócio, mas diante das dificuldades este brilho se apaga, ou ao menos a bateria se mostra fraca para manter um brilho mais forte. E isso me fez perceber que o brilho pode se enfraquecer quando surgem desafios não esperados, as pessoas não estão envolvidas, os recursos se acabam e, na minha opinião, quando o propósito não é de fato vivido.

Entender e vivenciar o propósito de uma organização, sendo ela pequena ou uma grande organização é fundamental para a longevidade dela. Pois é o propósito que sustenta a organização nos momentos mais desafiadores que ela passar. Realizar as ações com consciência e atento às mudanças do mercado é importante, mas sem PAIXÃO, é vazio. Se é para ser mais um, onde esta a inovação? Onde está o diferencial? Na marca? Não!

Uma marca sem propósito é só um símbolo sem significado, sem vida. Uma marca com propósito é forte e coerente. Se posiciona e possui musculatura para enfrentar a concorrência. Não é mais uma! Mas deve-se gerenciar estes elementos para que tudo isso seja de fato tranformAÇÃO, oportunidade e paixão!

Brilho nos olhos” para empreender não é para gerar riquezas, mas sim trabalhar com paixão, reconhecer que os desafios virão e deve-se estar preparado para eles e que a marca, por meio do propósito da organização deve ser de fato grande diferencial no mercado e na sociedade, gerar riquezas ao empreendedor, mas poder contribuir par ao desenvolvimento do mercado.

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Recentemente foi lançada a versão 2014 das “Melhores & Maiores – As 1000 maiores empresas do Brasil” da revista Exame. Uma publicação muito interessante para aqueles que querem mudar de emprego, aprimorar algum processo interno ou ter mais um canal para apresentar e fortalecer a sua marca.

Este anuário pode ser um canal de informações muito importante, pois apresenta pesquisas de mercado, desafios, oportunidades dos segmentos e análises políticas e econômicas. Que maravilha… o empresário e o empreendedor têm tudo que precisa para a tomada de decisão em uma publicação de aproximadamente 700 páginas, sendo que 1/3 disto são anúncios. Cuidado… Este anuário é só mais uma fonte de informação! Que pode não dizer tudo o que você precisa e quer saber.

O documento é baseado na análise do balanço de cada empresa, valor da ação na bolsa, seu crescimento, ações ligadas a sustentabilidade, estrutura, estratégia, dentre outros aspectos que indicam confiança, transparência e perenidade das organizações.

O que me parece importante neste material é que ele é desenvolvido de uma maneira que a questão “transparência” seja seu ponto chave, uma vez que são envolvidos profissionais e empresas independentes para auditar as informações e o levantamento e pesquisas realizadas são aprofundados, o que confere credibilidade aos dados e a publicação. No entanto, o que parece pedir a atenção dos leitores é que ainda há instituições que podem mascarar seus dados e ludibriar o mais experiente profissional e instituição. A Revista Exame é uma marca que conquistou respeito no meio que atua e busca preservar isso, mas são envolvidos muitos profissionais neste processo que possuem a sua própria ética e opinião, o que reforça o meu ponto de vista em não adotar como verdade as informações de uma única fonte, e sim saber usar, sabiamente, em conjunto com outras fontes e elementos que possibilitem a tomada de decisão.

exame

Dito isso, retomo diversas reflexões que já realizei que valem compartilhar… Estar presente neste anuário é importante para o fortalecimento da marca. Muitas empresas estão presentes pela primeira vez e isso significa uma grande conquista, “ser uma das melhores”, possibilidade de investimento, crescimento, novos negócios e atração de talentos. Outras deixaram de estar no anuário ou perderam posições, mas isso não significa que suas receitas não foram altas (guardando as devidas proporções), mas sim, que seu crescimento não foi tão significativo como as demais e que pode estar ligado a novos negócios, investimento em P&D, fusões e aquisições e por estratégias e decisões bem embasadas.

Para as que estão pela primeira vez, é uma oportunidade de apresentar a sua marca para o mundo empresarial e para o público em geral. Empresários buscam maneiras de se comunicar melhor com seus públicos sejam B2B ou B2C, e o anuário é um canal de comunicação.

Todas as empresas buscam lucro, é para isso que elas existem, mas elas podem associar isso à ações efetivas em outras áreas como a de sustentabilidade. Se sua marca já não nasce com a sustentabilidade em seu DNA, que é o caso da Natura, que é a 23ª empresa mais sustentáveis no mundo segundo a Forbes, este DNA e atitudes podem ser desenvolvidas ao longo de seus negócios e ser valor de fato da organização.

Crescimento orgânico e financeiro, informações transparentes, investimento em P&D, valor na bolsa, decisões coerentes, redução de custos, são alguns dos elementos que fazem uma empresa ser considerada uma das melhores empresas no mercado onde atua, mas ética, profissionais talentosos, uma boa reputação e imagem, cultura organizacional coerente com seus valores e paixão pelo que faz, são elementos que fazem uma empresa ser perene e sustentável neste cenário tão competitivo e dinâmico em que estão inseridas.

 Confira: Revista Exame – Melhores & Maiores de 2014.

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