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estratégias de mídias sociais

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No mundo contemporâneo, gestão de marcas não se refere apenas às empresas, produtos e serviços, mas também a pessoas. Neste sentido, a importância do desenvolvimento de habilidades, de competências e de engajamento constrói o reconhecimento no mercado.

Como auxílio para o trabalho, objetiva-se com este estudo mostrar a importância das mídias sociais para atingir o maior número de pessoas e mostrar “quem somos” e o “que fazemos”, além de apresentar a opção da rede social Linkedin, que é pouco lembrada e usada pelos internautas, mas que possui papel fundamental no processo de construção de uma marca pessoal sólida e significativa.

É importante destacar que as plataformas digitais de sociabilização não possuem barreiras geográficas. É neste local que as pessoas conseguem expressar pensamentos e crenças na forma de conteúdo, além de ser um ambiente em que as pessoas estão mais propícias à receber informação, de todos os gêneros. Ao pensarmos em rede social, a plataforma do Facebook é top of mind, pois é onde se tem o maior número de amigos e contatos. Na plataforma, publica-se tudo sobre o dia a dia, pessoal e profissional.

Postar no Facebook virou situação rotineira, quase como escovar os dentes. Trabalha-se tão fortemente nesta plataforma, com atualizações diárias, publicações pessoais e participações em eventos, palestras e cursos que, muitas vezes, o internauta deixa passar a informação de que além dessa rede, existem outras opções de redes sociais, onde é possível explorar o perfil pessoal e trabalhá-lo com o foco no “Selfie Branding”.

Um exemplo é o Linkedin, uma plataforma criada com foco em network. A rede já atingiu mais de 15 milhões de usuários no Brasil, estando na terceira colocação no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e Índia. Desde 2003, seu ano de nascimento, busca aperfeiçoamento das ferramentas para aproximar e envolver os contatos. A rede, além de ajudar a realizar conexões, traz espaço para filtros, recomendações, exposição do currículo, além de um termômetro de “skills” que são preenchidos por amigos de rede social. É preciso entender que o LinkedIn é muito mais importate do que entrar em qualquer outra rede, quando o assunto é a gestão da marca pessoal. Existem pontos na plataformas que se utilizados, fazem total diferença no resultado final do processo de construção do “Selfie Branding”.

É importante que o usuário se relacione com extrema veracidade e mostre confiança as suas conexões. Além disso, a rede de contatos está ali não apenas para ser uma “estante”: é essencial cuidar da rede, sempre estabelecendo um posicionamento de acordo com os objetivos profissionais e pessoais. Estudar, pesquisar e entender mais a plataforma é prioridade para quem quer trabalhar a gestão da sua marca pessoal.

A partir dessa metodologia de estudo, que visa o melhor aproveitamento da plataforma do Linkedin, através da análise e do aprendizado de como utilizar as ferramentas que a mídia oferece, é possível visualizar uma grande mudança nas ações para o crescimento da carreira profissional e do trabalho efetivo de gestão de marca pessoal.

A cada dia nos deparamos com novos conceitos na área de comunicação. Com o avanço da internet e o surgimento das mídias sociais, diversos foram os nomes criados para designar as funções pertencentes ao marketing digital. Um desses conceitos, mais disseminado recentemente, é o e-branding.

Sendo rapidamente aceito no mercado, já é comum vermos artigos, cursos e profissionais utilizando o termo. Porém, vejo alguns contrapontos nessa utilização.

Primeiro, porque a maioria das pessoas o utiliza para falar do posicionamento de uma marca na internet, ou seja, da presença digital dela. O e-branding é entendido como a maneira que as marcas utilizam a internet para se relacionarem. E é esse sentido que, para mim, soa como algo contraditório à definição do termo branding.

Sem a menor dúvida, a internet é cada vez mais necessária para as marcas. Poucas são aquelas que, por motivos específicos (como confidencialidade, por exemplo), não necessitam da internet dentro da sua estratégia de comunicação. Inúmeras são as mídias sociais existentes (Facebook, Twitter, Instagram, Pinterest, Tumblr, Blogs, entre muitas outras) e, inevitavelmente, pelo menos uma delas poderá ser apropriada para a comunicação da empresa.

Porém, eu sempre entendi que o trabalho de uma marca na internet, independente dos canais utilizados, faz parte da fase de “experiênciada marca” – ou seja, depois que ela for construída, que pontos estratégicos forem pensados, que questões técnicas estiverem definidas, chega o momento de aparecer para o mercado e iniciar um relacionamento com o seu público. Essa é a essência do branding, não é? Pensar, construir e gerir uma marca.

Então, considerando esse ciclo, sabemos que o branding existe como um todo – integrando as funções estratégicas aos canais de comunicação. Portanto, a fase de estar presente na internet não existe se não houver, antes, um processo offline. Claro, muitas marcas ignoram esses primeiros passos, atropelando todas as fases de branding e, depois de escolher um nome e criar uma identidade visual, monta-se uma fanpage no Facebook, iniciando um trabalho online. Mas será que, nesses casos, podemos chamar essa presença digital de e-branding, sendo que não houve um trabalho de branding? Sendo que a marca surgiu e está iniciando um relacionamento sem um pensamento estratégico? E, quando a marca é construída a partir de um trabalho de branding, será que podemos definir a presença digital dela utilizando o termo e-branding como se não houvesse tido, anteriormente, um trabalho offline?

O que quero dizer é que, se o branding designa o trabalho completo de construção de marca, ele, por si só, já absorve a experiência da marca nos canais digitais (e canais offline também). Assim, segmentá-lo com o termo e-branding, além de se fazer desnecessário, pode, facilmente, incitar que inserir a marca nas mídias sociais é o suficiente para que se possa dizer que houve uma construção de marca e que há uma gestão completa utilizando apenas os canais digitais, quando, na verdade, isso seria bastante contraditório à definição de branding.

É por isso que, ao mencionar a inserção das marcas na internet, e o trabalho online que está sendo feito, considero preferível utilizar conceitos como “presença digital” ou “experiência de marca online”. Acredito que, assim, haja uma maior clareza e coerência quanto à fase – e ao trabalho – que está sendo feito.

 

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Tânia d’Ávila

Graduada em Relações Públicas pela FAAP e pós-graduada em Marketing pelo Mackenzie, cursou Docência com foco em Metodologia de Ensino Superior e Pesquisa pela FGV. É apaixonada pelo mundo das marcas e defende a forte relação existente entre Branding e RP. Interessada em disseminar conhecimento, em um futuro próximo quer ser chamada de professora.

estrategias-facebook3Esta é a terceira parte do artigo sobre Estratégias de marcas para o Facebook. Clique para ver a  Parte I ou Parte II.

Nos artigos anteriores, falamos sobre como a quantidade de fãs é um indicador importante, mas não crucial para demonstrar o sucesso de sua marca. Mostramos também algumas estratégias básicas de como moldar o perfil e o tom de voz de sua marca ao Facebook, além de evitar o desperdício com Engajamento vazio.

Agora, vamos falar sobre algumas questões importantes de como trabalhar a otimização do desempenho da marca.

 

– Experimente

Seus consumidores têm uma visão clara sobre sua marca – a não ser que ela tenha acabado de entrar no mercado. O Facebook é o lugar certo para reforçar esta imagem ou mudá-la. Para isso, você pode, e deve, experimentar o máximo que puder.

Faça diversos tipos diferentes de posts, analise seus resultados e siga na melhor direção. Ao perceber que a direção em que está seguindo não está trazendo resultados, não tenha medo de mudar. Os fãs não vão perceber a mudança e ela pode trazer benefícios no desempenho da marca. Faça alterações sempre para que você tenha cada vez um melhor entendimento do que te leva mais próximo de atingir seu objetivo.

Mas claro que o experimentar não significa mudar o tom de voz da marca e nem seu posicionamento (a não ser que este seja o objetivo desde o começo). Mantenha o tom e mude o formato dos posts.

 

– Converse com seu Cliente

Em certo ponto, quando acertar a mão na comunicação, o consumidor vai começar a interagir. Responda-o, sempre que possível, dentro do seu tom de voz. Se o consumidor tiver uma crítica a fazer, entre em contato com ele por mensagens e entenda seu problema.

Se alguém estiver mais inflamado e postar alguma informação, verídica ou não, que possa prejudicar sua marca e “viralizar” de forma negativa, não exclua o comentário de forma alguma. Responda publicamente, com ponderação e educação, sempre, tirando a dúvida e peça para a pessoa entrar em contato por mensagem para resolver o problema. Se isso não resolver e a pessoa continuar inflamada e difamando, ignore-a e faça outro post em cima. Se não resolver, aí você pode bloquear a pessoa de sua página. Mas tome cuidado, você não quer se tornar a próxima Visou.

Lembre-se que seu cliente é o bem mais precioso e ter ele curtindo sua página e interagindo é um privilégio. Trate-o bem e terá consumidores fidelizados a longo prazo.

 

– Integre seus esforços de comunicação

Não adianta fazer uma ótima campanha para a TV se a marca tem uma comunicação falha na internet. E vice-versa. Os esforços devem ser todos integrados, de forma a fortalecer a marca como um todo. A mesma mensagem passada offline deve estar presente online também. Isso transmite unidade e mostra que a marca não está batendo cabeça e nem está tendo uma comunicação esquizofrênica.

Uma marca em que fica muito claro a falta de comunicação entre Online e Offline é Vanish.  Enquanto a marca, no ambiente online, trabalha com o conceito de Sim Sra, fazendo uma brincadeira com a velha expressão “lugar de mulher é no tanquinho”, no offline eu aposto que você nunca viu nenhuma menção sobre isso. O off conta somente com o velho “confie no rosa, esqueça as manchas”. Essa confusão causa estranheza e enfraquece a marca. Evite isso.

vanish

– Quantos posts devo fazer em minha página?

Essa é uma pergunta que é bastante comum e, como em todos os outros assuntos, não existe um limite máximo e nem mínimo. O próprio Facebook recomenda que seja feito pelo menos 1 post por dia. Há marcas que fazem 5, 6 posts por dia e têm bons resultados. Há outras que postam entre 4 e 5 vezes por semana e também têm bons resultados.

Aqui, como em todos os assuntos que tangem os resultados do Facebook há apenas uma solução: testar. O que funciona para uma marca pode não funcionar para a sua.

Então, primeiro, faça pelo menos uma postagem por dia. Sim, inclusive aos finais de semana. Mas lembre-se que os resultados que você vai ver em um final de semana (a não ser que faça algum tipo de cobertura de baladas, ou uma produtora de eventos) provavelmente serão mais baixos do que no resto da semana.

Para fazer os posts no final de semana, não precisa entrar no Facebook e fazer o post todo sábado e domingo. É possível agendar estas publicações, assim você não terá nenhum trabalho. Para todo o resto dos dias, teste. Teste fazer 1 post por dia, depois teste 2. Veja o que te traz melhores resultados e passe a utilizar aquela estratégia.

Mas, uma coisa importante de se saber: Sempre que for fazer algum anúncio ou lançamento importante, tente entender o horário do dia em que seus posts possuem melhor alcance e engajamento e faça naquele dia. Dê preferência para os dias da semana entre 11h e 17h, que é o horário em que o Facebook costuma estar mais movimentado.

 

Espero que vocês tenham gostado das dicas e que consigam aproveitá-las para otimizar suas marcas e sua utilização do Facebook. Estas são apenas algumas das centenas de estratégias que podem ser aplicadas no Facebook para impulsionar sua marca.

Você tem alguma sugestão do que mais podemos colocar aqui, alguma dúvida sobre alguma estratégia ou algo que você faz? Ou então discorda de algo que disse por aqui? Manda aí nos comentários e vamos conversar. =)

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henriqueHenrique Tardeli

É publicitário pós-graduado em Gestão de Marcas e Branding pela BSP, tem também uma especialização em E-Commerce. Já atuou durante 5 anos como programador de sistemas, 2 anos como diretor de arte e atua já há 5 anos com Business Intelligence com foco para a internet, gerando um leque de conhecimentos peculiar, mas que ajuda a entender a importância de páginas bem feitas e bem programadas na experiência do usuário. Atua e atuou na otimização de desempenho através de estudos em sites e processos de grandes marcas, como Casas Bahia, Itaú, Reckitt Beckinser e Skol.

estrategias-facebook2Esta é a segunda parte do artigo sobre Estratégias de marcas para ser utilizadas no Facebook. Se você perdeu a parte 1, clique aqui.

No artigo anterior, mostrei como o número de fãs é, sim, um número importante, mas que o foco principal é buscar o engajamento dos fãs. Para aqueles que não sabem, engajamento é um termo abrasileirado de Engagement, ou noivado, em tradução literal, que se refere a quanto seus consumidores estão fidelizados ou quanto eles interagem com a marca. No Facebook, isso é traduzido através da quantidade de likes, shares, comentários, plays em vídeos, ampliações de fotos, cliques em links e qualquer outra ação que aconteça em um post. A seguir, algumas dicas de como aperfeiçoar e trazer mais resultados.

 

 

– Engajamento

Não existe nenhuma fórmula que seja 100% efetiva na comunicação pelo Facebook. No entanto, há alguns direcionamentos que são bem conhecidos e ajudam a marca a ter bons resultados. São eles:

  • Sempre que possível, utilize imagens nos posts – que representem o assunto do conteúdo publicado;
  • Seja sucinto: Nada de textos muito grandes, as pessoas não vão ler. Além disso, depois de alguns caracteres, o Facebook trunca sua mensagem, tornando necessário clicar no “veja mais” para continuar a leitura;
  • Sempre que necessário, utilize links reduzidos. Links grandes poluem a leitura e tiram espaço do que realmente importa.
  • Se preferir deixar a imagem do link em vez de subir uma nova, não esqueça de remover o link depois de o Facebook gerar o preview. Isso vai deixar o post mais limpo. Você também consegue editar o título e a descrição do conteúdo do link. Caso necessário, faça isso;
  • Evite enquetes, a não ser que seja extremamente necessário.

Essas questões são básicas e devem estar sempre em mente ao desenvolver o conteúdo que irá ao ar. Agora, as questões que tangem à marca:

 

– Seja fiel à sua marca

Toda marca tem ou deveria ter personalidade própria. Existe uma imagem, conceito e posicionamento que são passados aos consumidores. No Facebook, deve-se ser fiel a isso. A não ser que esteja sendo feito um trabalho de reposicionamento, não devem ser esquecidas todas as características que a marca possui. Inspire-se em outras páginas, mas lembre-se de ter personalidade própria. Caso contrário, pode-se atrair para a página consumidores que não estão interessados na marca, ou que não são seu público-alvo. Para marcas premium isso pode ser um problema.

 

– Use Personas

Toda marca tem uma voz que a identifica e dá o tom de toda sua comunicação. No Facebook, está a melhor chance para aplicar esta entonação. A melhor forma de fazer isso é criando um persona, ou seja, criar um personagem que irá se utilizar da voz da marca. Para isso, é necessário um breve estudo.

Primeiro, é preciso saber a forma como a marca deve soar. Você quer que sua marca seja bem-humorada? Ou um humor mais ácido? Quer que seja séria? Mais voltada para mulheres? Para homens? Entenda com quem se comunicar e veja a forma com que eles se expressam.

Depois, pense numa celebridade (ou mesmo em outra marca) que possa ter um tom que encaixe com o persona que você está criando. Veja a forma como a pessoa posta, suas frases, o tom que coloca na comunicação. Alguns exemplos:

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Pesquise e veja o que mais se encaixa na sua persona e entenda a forma de falar. Passe a utilizar na comunicação.

 

– Fuja de posts de Engajamento Vazio

Engajamento vazio é o tipo de post em que a pessoa somente curte por achar a imagem ou mensagem bonitinha mas, normalmente, não quer dizer nada. Você já deve ter visto marcas que publicam “bom dia” todos os dias. Isso é engajamento vazio. Não está dizendo nada relevante sobre sua marca. Ou pior.

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O Restaurante Web é uma marca que te permite fazer pedidos delivery de comida pela internet. Mas seu perfil no Facebook sempre tem pérolas de engajamento vazio como este post ao lado. É mais provável que as pessoas curtam e comentem no post por causa da imagem do cachorro do que por causa de algo relacionado com a marca. Este tipo de publicação, além de não acrescentar nada para o consumidor, é potencialmente prejudicial para a marca.

 

– Não fale apenas da marca/não tente apenas vender

O Facebook é um lugar onde pode-se mostrar, além do que a marca faz, no que ela acredita. Desde que se relacione com a marca de alguma forma, faça isso. Por exemplo, se você tem uma marca de cerveja artesanal, é interessante para os seus consumidores que você coloque informações sobre como degustar as cervejas, quando terão festivais, aulas sobre os diferentes tipos de cerveja e tudo mais que tiver relacionado.

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Além disso, é uma oportunidade única: é possível falar para a pessoa onde você vende seus produtos, mostrar seu processo de produção. Passar informações que sejam úteis e de utilidade pública também é válido. A Skol, por exemplo, fez um vídeo, recentemente, falando sobre os efeitos da cerveja no corpo, incentivando o consumo com moderação. O resultado foi excelente.

É importante, claro, falar sobre sua marca, o que ela faz e seus produtos. Mas intercale com outros posts que sejam relevantes aos consumidores e que tenham a ver com seus produtos e serviços. Além de trazer mais fãs, vai aproximar a marca dos consumidores.

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henriqueHenrique Tardeli

É publicitário pós-graduado em Gestão de Marcas e Branding pela BSP, tem também uma especialização em E-Commerce. Já atuou durante 5 anos como programador de sistemas, 2 anos como diretor de arte e atua já há 5 anos com Business Intelligence com foco para a internet, gerando um leque de conhecimentos peculiar, mas que ajuda a entender a importância de páginas bem feitas e bem programadas na experiência do usuário. Atua e atuou na otimização de desempenho através de estudos em sites e processos de grandes marcas, como Casas Bahia, Itaú, Reckitt Beckinser e Skol.

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Hoje, é comum ser impactado por marcas o tempo inteiro no Facebook. Todos querem um pouco da atenção do usuário que está ali e muitos investem pesado, em tempo e recursos. Também, o Facebook tem hoje mais de 1 bilhão (sim, Bilhão) de usuários, 84 milhões somente no Brasil. Então, nada mais natural que tentar atingir seu público dentro da rede social. Mas quais são as melhores maneiras de fazer isso?

 

Não há uma fórmula milagrosa que irá fazer sua marca entrar no Facebook e tornar-se uma referência dentro dele. É necessário entender como seu público funciona, o que ele quer ver e, principalmente, saber medir seus resultados para poder mudar de direção quando necessário.

Mas, antes de ter uma página no Facebook, é preciso responder à pergunta: Qual meu objetivo ali? A resposta para isso pode ser uma variedade de motivos: tornar sua marca conhecida, dar suporte na venda de produtos, criar um canal de contato direto com seus consumidores, apresentar seus produtos e novidades ao público. Ou tudo isso ao mesmo tempo. Porém, para ter um direcionamento na produção de conteúdo, é preciso ter essa resposta muito clara na mente.

 

Ganho de fãs

Em seguida, é preciso ter em mente que número de fãs não é tudo. É mais importante ter uma base de fãs enxuta, mas de pessoas que entendem e engajam com sua empresa, do que ter milhões de fãs na página que simplesmente a ignoram. Ter fãs é sim valioso, mas não é o principal indicador que deve ser acompanhado.

O número de fãs é importante pelo motivo que, quanto maior esse número, mais pessoas o conteúdo atingirá. Quanto mais pessoas o conteúdo atingir, maior a probabilidade de ele ser “viralizado” e gerar conversações (conhecido como “pessoas falando sobre isso” ou “people talking about”). Inicialmente, este é um indicador a ser considerado e é de fácil visualização. Para mostrar como o número de fãs não significa nada, observe as imagens abaixo e pense qual página tem melhores resultados:

camiseteria

Olhando por cima, é possível perceber que a Camiseteria, mesmo tendo um número de fãs bastante menor que a Schin, possui um volume maior de pessoas falando sobre a marca. E é neste sentido que os conteúdo deve ser trabalhado.

É importante lembrar também que o Facebook puxa o alcance de seus posts para baixo dependendo da quantidade de fãs que você tem. Quando mais fãs, menor o percentual de alcançados. Ao fazer o cálculo, não há grandes diferenças, pois, mesmo com percentual menor, o volume absoluto de fãs vai ser cada vez maior. No entanto, não deixa de ser um problema não ter a possibilidade de alcançar todas as pessoas que curtem a página.

schin

 

O nome disso chama-se EdgeRank, que é um algorítimo do facebook que determina a relevância de sua página para o usuário. Pouco se sabe deste cálculo, mas sabe-se que o próprio usuário influencia nele. Ou seja, posts que passam completamente desapercebidos são ruins para o EdgeRank. Posts que possuem um volume muito alto de negative feedback, também (apertar o X do post, remover assinatura da página, “descurtir”, denunciar, etc). Mas, se as pessoas interagirem com seu material, seu EdgeRank sobe. Com isso, você passa a atingir mais pessoas com seu conteúdo de forma orgânica. Com isso, já dá para saber para onde os esforços devem ser direcionados, certo?

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henriqueHenrique Tardeli

É publicitário pós-graduado em Gestão de Marcas e Branding pela BSP, tem também uma especialização em E-Commerce. Já atuou durante 5 anos como programador de sistemas, 2 anos como diretor de arte e atua já há 5 anos com Business Intelligence com foco para a internet, gerando um leque de conhecimentos peculiar, mas que ajuda a entender a importância de páginas bem feitas e bem programadas na experiência do usuário. Atuou e atua na otimização de desempenho através de estudos em sites e processos de grandes marcas, como Casas Bahia, Itaú, Reckitt Beckinser e Skol.