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Branding e Lego® Serious Play®: entenda a aplicação desta metodologia na gestão de marcas, gerando um melhor posicionamento, visão de futuro e inovação para as marcas

A metodologia Lego® Serious Play® é um método estratégico, inovador e experiencial projetado para conduzir reuniões, melhorar a comunicação, facilitar o pensamento, materializar ideias e auxiliar nos processos de análise e busca de soluções de problemas complexos. A metodologia surgiu no ano de 1996, quando a Executive Discovery – empresa independente associada ao LEGO Group na época – decidiu criar uma metodologia que elevasse a cultura criativa das empresas ao máximo nível.

O principal objetivo da metodologia é a utilização de metáforas e histórias contadas por seus participantes para que, desta maneira, todos possam participar e explorar sentidos e novos rumos até então não descobertos. A metodologia evoluiu bastante e acabou tornando-se uma das melhores estratégias para a tomada de decisão e criação de novos mindsets nas organizações.

Ao unirmos a metodologia do Lego® Serious Play® com o branding, temos um resultado extraordinário. Desta forma, conseguimos visualizar melhor a visão de marca que os stakeholders possuem e esperam de uma organização. Pode-se destacar que a metodologia é capaz de unificar e categorizar visões até então não reveladas pelos seus participantes.

É importante também que as marcas tenham uma visão de futuro, do que querem ser amanhã e, principalmente, de como querem ser vistas por seus consumidores. Com a metodologia Lego é possível definir estes canais, já que é possível ter uma visão 3D de todo o processo.

Outro fator que valoriza a implementação da metodologia é a capacidade de gerir novos mindsets e mudar comportamentos dentro da organização. Desta maneira o processo de pulverização das marcas fica muito mais visível, todas as estratégias conseguem ser tangilibizadas e exploradas ao máximo.

Com a utilização de metáforas e a criação de cenários para as organizações é possível ter uma visão maior de todas as possibilidades de estratégias que possamos desenvolvemos nos planejamentos da gestão de marcas. Além disso os participantes do processo de branding também possuem a possibilidade de incluir e distribuir as funções em tempo real, no momento de aplicação da metodologia.

Atualmente, muitas empresas utilizam entre os colaboradores em processo de desenvolvimento de marcas, como também em projetos em conjunto com clientes, seja no desenvolvimento de marcas, visão de futuro ou implementação de novos pensamentos de inovação e criatividade na organização, criando projetos co-criativos entre os envolvidos. Neste sentido, a metodologia aliada a outras pode potencializar ainda mais o resultado, como acontece, por exemplo, com a metodologia do TXM Branding, desenvolvida em parceria com o Laboratório de Orientação da Gênese Organizacional da Universidade Federal de Santa Catarina (LOGO/UFSC).

Neste método, todos os participantes participam ativamente durante o processo, diferentemente de outros modelos, onde apenas alguns fazem o uso da palavra e os demais apenas concordam.

Por último, é importante ressaltar que a metodologia consiste em várias etapas que podem ser moldadas de acordo com a necessidade de cada empresa, seja interna ou externa. São inúmeras as possibilidades de utilização deste processo em uma organização ou em sala de aula.


Maka Werner: empresário e consultor de gestão de marcas e gerenciamento de projetos de marketing e design, e facilitador na metodologia Lego® Serious Play® no Brasil.

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A Mondelēz International, empresa detentora de marcas como Trident, Halls, Lacta, Bis, Sonho de Valsa, Club Social, Oreo e Trakinas, anunciou um investimento de mais de US$ 5 milhões em seu centro técnico global, em Wroclaw, na Polônia, para expansão das atividades de pesquisa e desenvolvimento em chocolate, bakery, balas e gomas.

Um ano e meio após sua inauguração, o Centro recebe o aporte financeiro inicial de US$ 17 milhões, uma fatia dos US$ 65 milhões destinados pela companhia ao investimento em grandes centros de pesquisa, desenvolvimento e qualidade em todo o mundo.

As instalações de última geração em Wroclaw funcionarão como base para um hub de inovação para marcas locais e globais da companhia, como os biscoitos Oreo e belVita, os chocolates Milka, Cadburry, Dairy Milk e Toblerone, e balas e gomas como Trident, Hollywood, Stimorol e Dirol.

“O centro polonês é único não apenas pela diversidade e talentosos cientistas e engenheiros que reúne, como também pelo alto nível tecnológico empregado para pesquisas em chocolates, biscoitos, balas e gomas. O objetivo desse investimento é criar combinações, sabores, recheios e formatos para surpreender e atender as demandas de nossos consumidores”, afirma Kevin Powell, vice-presidente de Pesquisa, Desenvolvimento e Qualidade para Biscoitos, Balas e Gomas da Mondelēz International.

“Nossa missão é oferecer aos nossos consumidores o snack certo, no momento certo, feito da maneira certa e essa rede global de centros técnicos é crucial para apoiar esse processo”, diz Rob Hargrove, vice-presidente Executivo de Pesquisa, Desenvolvimento e Qualidade. “A extensão gerou 50 novos empregos e vai colaborar para uma rede de produção de mais de 40 fábricas em toda a Europa”.

Além da fábrica, o núcleo conta com laboratórios analíticos e sensoriais que totalizam 12.500 m² de espaço criativo para novas ideias e experimentos e abrigam mais de 200 profissionais, cientistas e engenheiros, entre outras especialidades, de 28 nacionalidades diferentes.

Além do centro de inovação, a companhia conta outros 10 centros técnicos já em operação no mundo: Curitiba, no Brasil; East Hanover e Nova Jersey, nos Estados Unidos; Bournville e Reading, no Reino Unido; Thane, na Índia; Singapura; Suzhou, na China; Saclay, na França; e Munique, na Alemanha.

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Muita gente diz que o ano só começa depois do carnaval, então pronto, 2018 começou!

E se você perdeu o que aconteceu até agora a gente te atualiza nesse infográfico que também mostra algumas tendências para as marcas nesse ano.

 

 

Referências

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/o-que-vem-pela-frente-para-a-spacex-apos-lancamento-do-falcon-heavy.ghtml

http://www.businessinsider.com/most-valuable-brands-in-the-world-for-2018-brand-finance-2018-2

https://oglobo.globo.com/economia/amazon-inaugura-loja-sem-caixas-registradoras-22312712

http://m.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/integre-seus-canais-de-vendas-a-partir-do-conceito-de-omni-channel,87426f65a8f3a410VgnVCM2000003c74010aRCRD#this

http://www.infomoney.com.br/carreira/gestao-e-lideranca/noticia/7241691/geek-que-ajudou-revolucionar-magazine-luiza-conquistou-mercado-financeiro

https://epoca.globo.com/amp/vida/noticia/2016/03/mulheres-costumam-conduzir-transformacoes-diz-empresaria-luiza-trajano.html

http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2017/02/28/marcas-apoiam-empoderamento-feminino-no-carnaval.html

http://vogue.globo.com/lifestyle/cultura/noticia/2018/01/o-pin-da-campanha-times-que-sera-usado-no-globo-de-ouro.html

 

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No último dia 25 de novembro o InfoBranding participou da primeira edição do Education Summit, evento organizado por Luis Antonio Vilalta, Marcia Auriani e Martha Gabriel, professores com vasta experiência no meio acadêmico e referências no mercado profissional.

O Education Summit recebeu apoio institucional da Fappes, faculdade inovadora cujo sistema de ensino Blox® permite ao aluno a personalização de seu aprendizado de forma ativa e baseada no desenvolvimento de competências. Conheça mais sobre a Fappes e o Sistema Blox® aqui.

Alessandro Saade, professor e consultor referência na área de empreendedorismo, abordou o tema “Educação é o Novo Marketing”, enfatizando o papel determinante que a educação, alinhada às tendências do mercado, assumiu não apenas na dinâmica dos negócios, mas também na relação das marcas com os consumidores, que aprendem a cada relação estabelecida e que têm na educação uma grande oportunidade de construção de valor. Questões como a valorização das competências no processo de aprendizado foram abordadas e correlacionadas com a crescente importância do content marketing, nanodegrees e do uso de metodologias compartilhadas. Confira o recado do Alessandro Saade para o InfoBranding:

Wagner Sanchez, diretor acadêmico na FIAP, apresentou o tema “Educação analógica versus geração digital: os desafios dos educadores na formação das novas gerações, na área da cognificação”, destacando o crescente papel de facilitador que o professor assume perante a evolução tecnológica, acesso a informações nunca antes visto e demanda por novos modelos de aprendizagem como o PBL (Project Based Learning). Além disso Wagner destacou a diferença na evolução dos workplaces e modelos educacionais e a necessidade da adequação as demandas da era dos conceitos, confira!

O primeiro debate aconteceu entre Alessandro Saade, Wagner Sanchez e Marcia Auriani, quem  mediou as discussões entre os palestrantes e a plateia que, engajada, interagiu e incrementou a construção de conhecimento proposta pelo evento. Dentre as questões colocadas, merecem destaque especial a necessidade em investir na formação baseada em competências com valor para o mercado, algo que deve acontecer e ser incentivado desde a educação de base, a qual precisa se adequar a realidade da colaboração e às tendências impostas pelo mercado em constante evolução.

Na sequência, Luis Antonio Vilalta, Head de Metodologias Inovadoras da Fappes, Bruno  Berchielli, CEO do Sistema Blox®, e Leandro Berchielli, Co-founder e Academic Dean na Fappes, apresentaram o tema “Implementação de um modelo efetivo de mudança na educação” com a participação da professora Vanessa Dohme, Head de Criatividade e Metodologia do Sistema Blox®. No painel foram apresentados os potenciais pontos de inovação no ensino, com destaque especial para os currículos que, em geral, são comoditizados e engessados em um modelo que, aos poucos, deixa de atender as demandas do mercado. O Sistema Blox® foi apresentado e reforçou a importância do aprendizado por competências e empoderamento do aluno abordados nas apresentações anteriores.

A segunda parte do Education Summit foi dividida em dois workshops, um de “Design Thinking e Tecnologias Exponenciais Transformando as Salas de Aula”, com Wagner Sanchez e outro com o tema “Liquidificador de Mentes (Metodologias Ativas)” com Vanessa Dohme. Os participantes do Education Summit dividiram-se entre os dois workshops de forma equilibrada, reforçando a importância da disrupção e novas abordagens na área da educação e negócios.

Para finalizar o evento, Martha Gabriel, consultora, autora de best-seller e keynote speaker, abordou o tema “Disrupção digitalina vida, sociedade e educação” integrando de forma precisa os impactos da tecnologia na forma como as pessoas se relacionam, seja no âmbito pessoal, profissional ou educacional. Em relação a este último, Martha Gabriel conferiu especial atenção a questões como a necessidade das pessoas e instituições de ensino focarem no preparo como determinante para a construção de valor a partir da quantidade crescente de informação que a era digital proporciona. Confira o recado da Martha Gabriel para o InfoBranding.

A proposta do Education Summit se consolidou como importante e determinante para o futuro de uma educação mais focada nas mudanças tecnológicas e nos novos paradigmas do mercado, que beneficia a sociedade com um todo ao colocar sob o foco da discussão as novas dinâmicas pessoais e profissionais, bem como a necessidade de inovação e adaptação para trazer soluções que façam a diferença em curto, médio e longo prazo.

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Recentemente, visitei Palo Alto (CA) e o místico Vale do Silício.

Uma região linda, que respira bytes e inovação. Fiquei muito atenta ao clima, às pessoas, ao dia a dia da região e até bebi água dos bebedouros de Stanford para ver se alguma boa ideia brotava na minha cabeça (vai que… ????) .

Dos inúmeros aprendizados que tive por lá, um me chamou muito a atenção: A GARAGEM

Por que uma garagem ? Qual é o poder disruptivo de uma garagem ? Qual a simbologia atrás daqueles portões de madeira ?

Garagem HP | Marco do início do Vale do Silício

Duas palavras resumiram meu aprendizado:

1ª. | SIMPLICIDADE

Não importa o quão complexa seja sua ideia ou a operação que você está criando; você precisa ter como premissa a busca pelo simples.

A GARAGEM É SIMPLES !

É uma metáfora do pensamento vigente e empreendedor da região. As pessoas são simples. Agem de forma simples. Buscam o novo no simples.

A lógica de manter o foco no foco do cliente e entender que nosso papel é simplificar a jornada de compra ou uso do produto ou serviço eleva nosso nível de pensamento e ação.

Google, Uber, Facebook entregam ideias simples por trás de requintados sistemas e desenvolvimento tecnológico.

Em 1977, Steve Jobs disse:

“What we’re trying to do is remove the barrier of having to learn to use a computer.”

Fizeram um produto simples de usar. Isso rompe barreiras.

A tecnologia por trás do simples e o olhar no foco do usuário faz tudo parecer mágica.

As pessoas não querem entender a mágica. Elas querem se encantar com a magia. (Camilla Cusatis)

Simples assim.

 

2º. | PROPÓSITO

O segundo aprendizado é sobre como o poder de transformar o mundo é infinitamente mais atrativo do que o lucro que a sua ideia pode gerar. E aí entra a minha segunda reflexão: Propósito.

Garagem Apple | Antiga Casa do Steve Jobs

As pessoas por lá não querem mudar a rua do seu bairro.

Elas querem (e vão) mudar o mundo.

Mas, por quê ?

E aqui cabe uma reflexão do Simon Sinek, que eu adoro:

“Quando as empresas passam a ser reconhecidas pelos seus “porquês” elas e seus produtos deixam de ser commodities”

O Google não facilita a busca por informação. Ele te dá respostas.

A Apple vende qualquer coisa, menos celular. Outras empresas vendem celular. A Apple não.

Propósito é muito mais que tecnologia, produto ou serviço. Propósito é o PORQUÊ!

É a profunda compreensão de entender por que seu produto ou serviço vai mudar a vida de alguém.

Fácil ? Se fosse, o mundo estaria cheio de “Gates”, “Jobs”, “Zuckerbergs”, “Musks” etc

… e como não estamos cercados por gênios, vale a pena aprender (inspirar-se) com eles.

Por fim, um vídeo muito antigo, mas que eu não me canso de ver:

O quão simples é a vida do seu consumidor pois sua empresa existe e trabalha para ele?? Pense nisso.

Foram dias de pura inspiração – acho que foi a água de Stanford ???? !

Não importa o que aconteça.

Be Simple. Believe in your purpouse. (Camilla Cusatis)


Camilla Cusatis: experiência de aproximadamente 20 anos em marketing e comunicação, com formação acadêmica em reconhecidas universidades, tais como: FGV, PUC e Mackenzie. Recentemente recebeu o título de Mestre em Administração de Empresas pela UNITAU. Capacidade de definir e gerenciar os planos estratégicos da empresa e sua atuação no mercado, por meio de planejamento, organização, execução e controle das ações e ferramentas de marketing e, também, avaliação dos resultados, garantindo atingir as metas propostas com foco na qualidade do trabalho desenvolvido. Alto conhecimento em planejar e elaborar Estudos de Posicionamento de Mercado, Marca e Produtos, com seus desdobramentos operacionais para implementação das novas diretrizes adotadas. Experiência em estudos de inteligência de mercado com destaque para mapeamento para expansão de negócios, avaliação de concorrência e atuação comercial. Hands on, capacidade de execução, dinâmica, com grande capacidade gestão e soluções para busca de resultados. Participação efetiva em alguns premiados projetos de comunicação reconhecidos por instituições no mercado brasileiro e internacional. Docente, coordenou o Curso de Marketing do Centro Universitário Senac, sendo a responsável pela reformulação do curso, esse reconhecido como 3º. Melhor do Estado de São Paulo, pelo Ministério da Educação; e também pela criação do curso em EAD (Ensino a distância). É também palestrante e ministra cursos e treinamentos para empresas.

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Será que o ditado popular: “não se mexe em time que está ganhando” deve ser levado ao pé da letra?

No senso comum, não se deve. Mas considerando o ambiente atual de constante mudança, de conectividade e de dinamismo, se torna importante não considerar algo inflexível e imutável. É necessário ter a mente aberta para a inovação de produtos e serviços, como também em processos.

Neste sentido, todos os elementos da marca devem ser monitorados e analisados constantemente. Sim, parece óbvio, mas não é.

Não é porque a inovação não está ligada exclusivamente à mudança do design, cores, fontes, dentre outros elementos da marca, mas também em reconhecer o momento em que ela está inserida, os elementos que a compõe, os canais de comunicação e a sua relevância.

A marca, como os produtos, possui um ciclo de vida que pode ser curto ou longo. O que define a sua longevidade é o quanto a marca e a organização se adaptam às necessidades e crises no mercado e a sua capacidade e disponibilidade de inovação.

A Coca-Cola, por exemplo, é uma marca que não tem uma expectativa de fim. Ela, com o mesmo líquido preto, busca inovação em seus produtos e embalagens por meio de suas campanhas e se mostra mais presente em nosso cotidiano. A marca se demonstra disposta a atender às expectativas de todos os públicos, mexeu em sua fórmula reduzindo o açúcar, enfim, a sua marca, como design ela não mexeu, mas inova sempre na comunicação.

Desta forma, pensar constantemente na marca é um ato de cuidado e convicção de que é um desejo que ela se perpetue.

A equipe de InfoBranders sempre busca refletir na marca do Portal InfoBranding e o que poderia agregar a ela; não só em conteúdo, mas em experiências, novos olhares e paixões.

Ser uma marca capaz de se moldar, ser flexível às mudanças e, principalmente, ser aberta ao novo, é ser uma marca disposta a se conectar ao mercado.

O vídeo acima retrata de maneira interessante e bem-humorada um processo de inovação de uma marca de automóvel, que se dispõe a não focar somente nos atributos do produto e da marca, mas aborda, em parceria com o Porta dos Fundos, a forma de se comunicar diferente.

Observe os exemplos como a Avon e o Itaú, que buscam se conectar ao mercado jovem, que de certa forma conseguiram devido a atenção e o objetivo forte em se permanecer no mercado.

São grandes marcas, com reconhecimento do público, que quebra o estereótipo da “marca da vovó” e a outra de um mercado tão restrito e tradicional, se torna e se fortalece em processos e serviços digitais.

A Adnews apresentou, em setembro de 2014, um resumo da apresentação de Philip Kotler em evento promovido pela HSM em 2014, em São Paulo. Dentre os diversos insights que ele nos agraciou, um deles está relacionado à inovação, conforme segue: “Uma companhia não sobrevive se não mudar”, afirma Kotler. Para ele, é preciso ter um pensamento disruptivo. É preciso refletir: o que ameaça sua empresa? E então pensar em soluções neste foco. Citando a Kodak, o professor exemplifica uma empresa que não entendeu os sinais do tempo e não conseguiu manter um domínio sobre um mercado.

O que o público quer? É difícil definir, pois ele é dinâmico e suas vontades mudam a cada instante. Mas uma coisa é certa: parar e esperar garante um fim rápido e espaço para a concorrência.

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Já parou para refletir sobre Sustentabilidade? Veja que interessante este vídeo de Carlos Piazza, especialista em sustentabilidade. Nele Carlos Piazza explica o que é sustentabilidade e define seus pilares, explicando de forma simples e eficaz. Não deixe de conferir!

O vídeo foi postado originalmente no canal da FIAP no YouTube:

https://www.youtube.com/channel/UCGpFBaQ8bDiU2Y_x01SXjbg

 

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No dia 27 de abril acontece o curso ABERJ de Criatividade e Inovação: ferramentas para sobreviver no Terceiro Milênio com a nossa querida parceira Ana Lucia Pita, conhecida carinhosamente como Profa. Pita!

O curso é uma oportunidade de “sair da caixa” e oferece ao aluno a capacitação para perceber o mundo de forma mais ampla, de forma a aprimorar sua competência criativa e ter mais desenvoltura e competência na inovação empreendedora.

Para saber mais acesse o link do curso e garanta a sua inscrição:

http://cursosaberje.com.br/cursos/criatividade-e-inovacao-ferramentas-para-sobreviver-no-terceiro-milenio-2.html#.WOTZc4jyvIV

 

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Ultimamente o termo “estratégia” tem sido amplamente utilizado nas empresas e no meio acadêmico: estratégia de mídias sociais, estratégia de implementação, estratégia de vendas, design estratégico, estratégia de marketing e assim por diante. Mas será que o seu significado é amplamente compreendido e, principalmente, aplicado no dia a dia das áreas relacionadas e de seus profissionais? Seja como for, essa tendência evidencia a importância da estratégia para o funcionamento do mercado, seja pelo reconhecimento de sua aplicação bem-sucedida ou pela expectativa que gera para aqueles que aspiram modificar a forma de executar as tarefas relativas a seu trabalho.

Ao pegar o dicionário e buscar esse termo, você vai se deparar com definições que fazem referência a incursões militares e busca por vantagens em cenários de guerra e, de maneira mais próxima da nossa realidade, meios que permitem explorar certas condições para alcançar objetivos específicos. E é deste segundo caminho que vamos falar a seguir, pois é ele que conduz a ampla abordagem da estratégia em instituições de referência no mundo dos negócios, seja na área acadêmica ou no mundo empresarial.

Estratégia é a maneira pela qual podemos traçar linhas de ação para conquistar objetivos pré-determinados. Não é o fim, é o meio, envolvendo as capacidades de quem a executa bem como as ações que são tomadas.

Para que a estratégia aconteça, é necessário que haja um entendimento do contexto, mais especificamente o reconhecimento de “onde se está” e de “aonde se quer chegar”, uma vez que, para que planos de ações sejam traçados e coordenados, a necessidade de direcionamento é implícita.

Nesse sentido a estratégia é um elemento comum para o branding e para o design, atividades que andam juntas para gerar diferenciação e vantagens competitivas e cuja execução demanda:

Contextualização:

Entender o ambiente interno e externo à empresa, bem como a maneira como esses dois mundos se relacionam, considerando seus agentes, suas demandas e suas entregas.

Planejamento:

Definição do passo a passo para alcançar o objetivo, definindo prioridades, possibilidades, prazo, orçamento e alternativas para possíveis problemas de percurso.

Pensamento lógico:

Entender quis atividades são envolvidas no processo de execução e qual a relação de interdependência entre elas, buscando organizá-las e executá-las de maneira a otimizar recursos e evitar retrabalhos.

Capacidade analítica constante:

Pensar sobre o processo e repercussão que o projeto gera no ambiente, reconhecendo o que foi bem-sucedido, entendendo e desenvolvendo aquilo que precisa ser aperfeiçoado e aprendendo com o erro, de forma a perseguir a melhoria constante.

O branding enquanto atividade de construção e gestão de marcas traz o entendimento de todas as atividades que se relacionam para que a empresa entregue valor para seus consumidores e as direciona em uma única direção, de modo a construir uma identidade e posicionar a marca no mercado com eficiência, possibilitando a identificação das vantagens que ela proporciona e diferenciando-a de propostas que, à primeira vista, podem parecer semelhantes.

A sustentação do branding encontra-se no propósito, conceito que reúne tudo o que a marca é, representa e almeja, proporcionando uma linha condutora de ações capaz de otimizar decisões e garantir a percepção de integridade e coerência, consolidando a identidade da marca em longo prazo.

Assim como o branding, o design também se relaciona com o conceito de estratégia, no sentido em que sua existência atende a objetivos traçados. Em sua análise sobre a etimologia da palavra “Design”, Mozota (2001, p. 15-16) ressalta que dois significados podem coexistir, o de intenção e o de desenho, o que sugere duas frentes: a de planejamento e a de execução.

Assim, o design, seja de produto, visual, de moda ou de ambientes, incorpora em si a percepção de uma necessidade e a execução de um projeto que a atenda plenamente, transmitindo uma mensagem e consolidando uma ideia.

Juntos, branding e design são atividades que exercem grande impacto em um mercado em que produzir um produto ou oferecer um serviço já não é mais suficiente para atender a demanda dos consumidores.

Uma empresa que se oriente pela visão do branding somada ao design tem em suas mãos grandes chances de se posicionar de maneira diferenciada da sua concorrência, podendo construir e gerenciar uma imagem que desperte no consumidor a vontade de pertencer e se relacionar, uma vez que cada ação é pensada para entregar uma promessa, e afastar a empresa da ideia de “apenas mais uma exercendo o mesmo papel”.

Ao falar de branding e design relacionados à gestão de uma empresa é inevitável abordar o tema da inovação, conceito que demanda uma estratégia orientada para a desconstrução e reordenação do que já se faz e daquilo que já se domina, de forma a sair da zona de conforto e possibilitar o novo.

O conceito de inovação vai além de oferecer algo puramente novo, embora isso também seja inovação, mas com a ideia de olhar as coisas de outra maneira, estabelecer relações e reordená-las para gerar novas ideias, aplicando-as e possibilitando resultados.

É por isso que junto com branding e design se relaciona com estratégia, na perspectiva em que define o modelo de gestão da empresa, alinhando se ao seu propósito e sustentando a construção da marca, que traduzirá para o mercado o posicionamento que a empresa busca estabelecer no mercado, processo no qual o design exerce importante papel ao organizar, padronizar e tornar o conceito atrativo e pregnante para os olhos, mentes e corações.

Sem essa percepção não existe diferenciação e consolidação de conceitos que atraiam a atenção e preferência dos consumidores que, frente ao avalanche de ofertas, buscam aquelas que mais agregam valor e facilitam suas vidas, o que vai na direção inversa da acomodação.

Por isso, quem busca empreender uma ideia, seja dentro ou fora de uma organização, precisa se dedicar a conhecer o conceito e aplicação da estratégia que, relacionando-se com os parâmetros do branding, design e inovação possibilita que a marca seja “A” marca e não apenas “UMA” marca.

Referência:

MOZOTA, Brigitte Borja de. Gestão do Design: usando o design para construir valor de marca e inovação corporativa. Porto Alegre: Bookman, 2011.

 

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Diante do mercado globalizado, competitivo e tendencioso, as marcas buscam por inovar, criar, desenvolver soluções que as destaquem tornando-as mais próximas de seus consumidores. As empresas tem aplicado uma série de alternativas e ferramentas para um movimento estratégico de modo que atenda a necessidade de sua permanência no mercado e assegurar sua longevidade com qualidade e conceito.

Contam então com a “criatividade”, matéria-prima da Indústria Criativa, um assunto ainda pouco discutido no Brasil. A criatividade é algo que impulsiona o ser humano e nos leva a evolução. Os seres humanos dotados de criatividade moldam o mundo a sua volta.

A indústria criativa não é apenas economicamente valiosa por si própria, mas funciona como consolidadora e fornecedora de valores intangíveis. A economia criativa vai além de produtos, serviços e tecnologias, inclui também processos, modelos de negócios e gestão.Cresce a cada dia o reconhecimento da criatividade e o papel dos setores criativos no desenvolvimento da competitividade econômica de um país.

Para que as marcas consigam se posicionar no mercado, é preciso identificar quais são as emoções e valores que seus consumidores se identificam, e então partir para ações criativas que atraiam esse público. É neste momento que a economia criativa pode contribuir para a marca, utilizando a matéria-prima do setor, a criatividade como ferramenta, gerando assim um novo valor econômico e contribuindo para o fortalecimento dos atributos da marca, posicionamento no mercado, sofisticação, fidelização, criar uma identidade, fortalecimento no mercado e inovação.

Algumas marcas entendem importância de se atualizar, inovar, se recriar, e têm tomado algumas ações para se aproximar do consumidor, superando expectativas e gerando valor econômico para o mercado.É o caso das marcas que tem utilizado a tendência de “foodtruck” para trabalhar seus atributos, marcas que patrocinam alguns eventos de cunho criativo, ou seja, que tenham setores da economia criativa envolvido, marcas que se preocupam com o ambiente socioeconômico e a partir daí criam ações ou projetos que envolvem outros setores que contribuem para a economia criativa e começam a se beneficiar do ponto de vista de marca e sua construção, e como consequência gerando valor econômico.

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Thalita Arrans

Graduada em Administração com habilitação em Comércio Exterior pela Universidade São Judas Tadeu, pós-graduada em Gestão de Marcas e Branding pela BSP. Profissional da área Comercial, com sólido conhecimento e experiência  em vendas e logística (importação e exportação). Criativa,  comunicativa, disposta, estudiosa e com sede do novo, desenvolve estudos  relacionados a economia criativa , utilizando a criatividade como fonte para desenvolvimento do mercado de branding.

 

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