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Marketing digital

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O Instagram é uma rede social para compartilhar fotos e vídeos entre usuários e que permite o compartilhamento em outras mídias sociais.

Essa rede social é cada vez mais popular no mundo. De acordo com pesquisa da Hootsuite e We Are Social, o Instagram tem 1 bilhão de usuários e destes, 66 milhões são brasileiros.

Devido ao grande número de usuários, as empresas estão cada vez mais interessadas na rede, tanto que o Instagram tem mais 2 milhões de anunciantes.

Além das vendas, o Instagram também ajuda a fortalecer o Branding da empresa por meio da divulgação e da interação com os seguidores.

Mas para ter sucesso nessa estratégia é preciso que o seu perfil na rede social seja atraente para o público e nós preparamos dicas matadoras para sua marca se destacar no Instagram.

Por que investir em Branding?

Branding é a estratégia de gestão e reconhecimento da marca no mercado por vários fatores.

Isso porque a mudança no comportamento do mercado é cada vez constante. No passado, as empresas se preocupavam em produzir e distribuir os produtos aos clientes com pouca variação.

Com o tempo, o foco tornou-se a gestão direcionada ao marketing, que permitia maior variedade dos produtos, porém, com a grande concorrência, as empresas não tinham um diferencial.

E para mudar essa situação, muitas empresas focaram no branding, investindo na comunicação, entrega e no relacionamento com o cliente para mostrar uma personalidade institucional.

Branding ajuda a empresa a ficar atrativa, pois ela expressa os seus valores diferenciais ao público, tornando-se mais querida pelos consumidores e até para captar novos talentos.

Essa estratégia também é fundamental para se diferenciar da concorrência. A razão disso é a conexão que a marca tem com o público, gerando reconhecimento imediato por meio da comunicação.

Por se tratar de uma rede social, o Instagram possibilita melhorar o branding das empresas pela facilidade em interagir diretamente com os seguidores.

Isso é importante principalmente para as pequenas empresas, que não tem tantos recursos financeiros para investir em marketing e precisa se diferenciar para aumentar as vendas.

Como melhorar o branding pelo Instagram

O primeiro passo para crescer no Instagram é sempre se manter presente. Monte um cronograma de publicações e veja a periodicidade correta antes de postar algo.

Escolher a periodicidade é fundamental para atrair e manter os seguidores engajados, pois sua empresa consegue passar a mensagem para o público e horário certos.

Além da periodicidade, outros elementos são fundamentais para alavancar o branding, como:

Monte um perfil no Instagram

Uma biografia bem feita da empresa no Instagram é muito importante, pois ela é o cartão de visitas para o seu público.

Portanto, coloque informações sobre a sua empresa, a missão, valores da empresa e dados pessoais como o seu nome, com intuito de ficar mais próximo.

Inclua também hashtags relacionadas ao seu mercado para facilitar o posicionamento da empresa na rede e deixe o link da empresa no perfil, redirecionando futuras vendas na rede social.

Produza conteúdo de alto valor

Após criar a biografia, o próximo passo é produzir conteúdo para atrair seguidores e possivelmente um futuro lead (potencial cliente) para a empresa.

O primeiro passo é definir como a companhia pode gerar valor para os seus seguidores. É importante se conectar com essas pessoas e oferecer algo que seja de alto valor para elas.

Como exemplo de conteúdo, informe o seu público com posts sobre os assuntos tratados da sua empresa, e crie conteúdos de motivação que aumentam o interesse do público pelo seu perfil.

Conte histórias no feed

Uma forma de conquistar o público e mantê-los engajados é postando imagens com legendas de histórias inspiradoras.

Fotos com histórias auxiliam no engajamento do público, pois o conteúdo produzido será proveitoso para o público, com intuito de ser uma autoridade no assunto.

Pense em conteúdos que sejam valorosos para seus seguidores, pois isso será decisivo para manter a empresa mais conectada com o público, tornando uma referência para o público, podendo resultar em vendas no futuro.

Invista no fortalecimento da sua marca

O branding é uma estratégia de gestão da empresa enquanto uma marca, com objetivo de ser uma referência para os seus clientes na hora de comprar determinado produto.

Essa estratégia auxilia a empresa a ser uma autoridade no mercado, sendo um ponto chave para a empresa alavancar as suas vendas.

E para a empresa encontrar meios de como vender mais que a concorrência, o branding é fundamental, pois a missão e valores bem construídos da empresa passam a ser mais atraentes que o próprio produto em si.

Portanto, essa é uma oportunidade para as pequenas empresas conseguirem destaque em um mercado altamente concorrido, facilitando o trabalho da equipe de vendas na hora de fechar o negócio.


Mateus Portela: Assessor de Imprensa do Marketing para Indústria

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Vivemos em uma era em que a tecnologia vem crescendo exponencialmente!

Em função desse crescimento identificamos a facilidade que se tem em obter ou compartilhar dados, tornando factível transformar qualquer material em informação.

E vem desse turbilhão de informações a nossa necessidade atual em mensurar o que é importante ou não para nós ou para uma empresa.

As métricas nas mídias sociais são usadas por muitos times a fim identificar o que é fundamental para o negócio, ainda mais quando se trata de disseminar uma marca.

E pensando em divulgação de marca, no caso do marketing, por exemplo, é possível afirmar que se pode converter simples visitas ao site das empresas em leads, o que torna o alcance da marca ainda mais amplo.

Mas devemos pensar que a informação está todo lugar e esse fator torna o trabalho de mineração de dados um tanto quanto árduo, pois há uma infinidade de meios digitais passíveis de análise e, para que seja de fato efetivo o nosso trabalho, manter a monitoração constante durante um período mínimo é essencial, pois possibilita a otimização de estratégias para serem executadas nos canais digitais que podem proporcionar maior sucesso a uma marca, por exemplo.

Mas o que é a métrica de mídia digital?

Consideramos métrica como uma forma de medir e analisar qualquer tipo de dado. Nas mídias digitais analisamos pessoas ou empresas com o intuito de vislumbrar qual é o desempenho deles em suas atividades nos meios digitais. Para isso, podem ser utilizadas ferramentas de monitoramento, que são especializadas em capturar o dia-a-dia dessas pessoas nas redes.

O maior desafio que as equipes de monitoramento enfrentam é juntar material das redes sociais e consolidar algo realmente significativo para as empresas. Apesar de existirem muitas ferramentas poderosas para análise dos dados, até o momento nenhuma plataforma foi capaz de fazer isso isoladamente de forma completa, e é por esse motivo que é necessário obter dados do máximo de mídias sociais possível, a fim de entender o panorama geral. Afinal, não são apenas conversas que nos trazem dados, mas também as ações resultantes dessas conversas.

A intenção de monitorar as métricas de mídia social é usar os dados adquiridos para melhorar os esforços de marketing e engajar o cliente. Por exemplo, a mídia social e a presença nos sites devem ser integradas porque elas direcionam o tráfego de outras pessoas, além de envolver o público de maneira diferente. Meça coisas às quais você pode atribuir significado, coisas que podem ajudá-lo a tomar decisões importantes para ampliar o direcionamento da marca de uma empresa.

As métricas de mídia social são uma boa indicação de como as pessoas estão visualizando sua empresa ou uma campanha, a qualidade de seu conteúdo e qual o interesse geral que elas têm em relação à companhia.

Se você ainda não achou tão importante assim mensurar os dados, pense que o crescimento financeiro da sua empresa e o destaque que a sua marca vai ganhar podem ser diretamente afetados por essas informações vindas das mídias digitais e passíveis de análise.

O retorno do investimento (ROI) em mídias sociais é a prova monetária de que as suas estratégias estão funcionando em prol da sua empresa ou não. De acordo com o Social Media Examiner, “O ROI da mídia social é definido como uma medida da eficiência de uma campanha de marketing”.

Acompanhar o ROI permite que se saiba o que está funcionando e o que não está. A fim de melhorar as táticas e alocar tempo e recursos de maneira adequada. Mas antes de acompanhar o ROI, você precisa definir metas para as métricas específicas de mídia social que deseja acompanhar.

As metas são os objetivos que queremos alcançar, e são esses objetivos que determinam quais métricas iremos criar, como, por exemplo, aumentar o destaque da marca da empresa.

Podemos citar como um exemplo de métrica o rastreamento dos links que são publicados no Twitter da nossa empresa através da ferramenta Bitly, que auxilia também no cálculo do ROI.

Já em outro caso, podemos pensar em analisar a quantidade de seguidores, de tráfego social, de conversões de visitas em leads, que dão um viés totalmente diferente, mas que são extremamente importantes para as empresas.

Enfim, vemos que acompanhar as métricas de mídias digitais permite às equipes tomarem decisões importantes, que podem ser até em tempo real, com foco nos resultados e de forma muito mais assertiva, aumentando, assim, o sucesso dos negócios.

Então vamos aprender mais sobre as inúmeras ferramentas disponíveis no mercado e começar a ver como as informações podem trabalhar a favor da nossa marca.

Imagem: Pressfoto

Carol Jaime: Especialista em Design Digital e Novas Mídias. Líder de UX. Estrategista em desenvolvimento de softwares com aplicação de metodologia Ágil. Com 14 anos de experiência em soluções para o mercado financeiro, agora atuando em softwares na área da saúde, onde leva para esse mundo os poderes do design totalmente integrados à alta tecnologia.

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Em seu novo livro intitulado “Marketing 4.0“, o guru do marketing moderno Philip Kotler dá continuidade a abordagem centrada no ser humano iniciada na obra Marketing 3.0 mas, dessa vez, focando nas relações entre o tradicional e o digital; o off-line e o on-line, como complementares e interdependentes.

O livro é dividido em três partes e onze capítulos, que vão se complementando de forma didática, contribuindo para que o leitor questione sua realidade e estabeleça relações diretas entre o conteúdo, repleto de exemplos práticos, e o dia a dia da marca que gerencia.

A primeira parte do livro é dedicada a apresentar tendências que estão moldando o marketing, de forma a contextualizar sua aplicação e promover uma reflexão interessante sobre os dias de hoje e a maneira como nossa forma de se relacionar com o mundo evolui junto com a tecnologia.

Dentre as tendências, destacam-se a da inclusão, a da horizontalização e a do processo de compra cada vez mais pessoal.

Inclusão no sentido de a conectividade diminuir distâncias e eliminar barreiras, de forma a permitir que as pessoas se comuniquem, criem comunidades e troquem experiências de forma abrangente.

Horizontalização da dinâmica de mercado, no que diz respeito a forma como as marcas inovam e se relacionam com as pessoas, cenário no qual os consumidores passam a fornecer insights, cocriar e relacionar-se de maneira mais próxima das marcas que, em contrapartida, precisam agir como seus pares e amigas;

Processo de compra mais pessoal na medida em que cada vez mais as pessoas estabelecem relações de confiança entre seus pares, buscando neles referências no momento da aquisição de um bem ou serviço.

Essa primeira parte segue adiante apresentando paradoxos que a conectividade trouxe ao marketing, com destaque especial a interação on-line x interação off-line que, por coexistirem e serem complementares, dão o tom para a continuidade dos conceitos abordados no livro.

Aprofundando no cenário digital e no impacto que ele traz para as empresas, Kotler aborda segmentos-chave que desfrutam de grande influência, os jovens, as mulheres e os nascidos na realidade da internet, denominados pela sigla em inglês YWN – Youth, Women and Netzens.

Para concluir a contextualização a qual se dedica a primeira parte do livro, são abordados conceitos que definem o papel do Marketing 4.0 na economia digital, de forma a completar a leitura de que a realidade mudou e com a mudança vieram novas estruturas com as quais profissionais precisam se adaptar. Dentre estes conceitos, há o aprofundamento do encontro do on-line com o off-line, abordado anteriormente, e que, agora, enfatiza os impactos que traz para a construção de significado para as marcas e como as relações máquina-para-máquina não se sustentam sem que coexistam com relações que integrem humanos com humanos, deixando clara a valorização das pessoas no centro das estratégias e reforçando a continuidade em relação à obra anterior, Marketing 3.0.

Após se contextualizar, o leitor encontra na segunda parte do livro um aprofundamento teórico acerca de das estruturas do marketing na economia digital.

O primeiro ponto abordado é a maneira como o consumidor se comporta diante de multicanais e da grande quantidade de ofertas e informações com as quais são bombardeados diariamente o que, acaba por confundir o consumidor, levando-o cada vez mais a dar preferência às informações que colhe de sua rede de amigos e familiares.

Nesse sentido, cabe às marcas entender tal dinâmica e perceber que múltiplos canais e múltiplas mensagens não necessariamente significam que sua comunicação aconteça de maneira eficiente e que, para melhor atingir seus objetivos, devem se concentrar no caminho de compra percorrido pelos consumidores, identificar os potenciais pontos de contato e reforçar, de maneira estratégica, os canais e as mensagens de modo pontual.

Com esse entendimento, o autor apresenta então um novo caminho do consumidor nesse cenário digital e multicanal, que vai do conhecimento à advocacia, isto é, a defesa voluntária da marca. Trata-se dos 5As, do inglês aware (consciência/conhecimento), appeal (apelo), ask (pergunta/questionamento), act (ação) e advocate (advocacia). Uma a uma cada fase vai sendo esmiuçada e explicada por meio de exemplos e análises específicas, proporcionando não apenas seu entendimento, mas também a reflexão do leitor ao aplicar tal conceito à sua realidade.

Foi nesse ponto do livro que a leitura revelou novos subsídios para o estudo e aprimoramento da gestão prática de marcas, pelo fato de apresentar aspectos que influenciam diretamente o desenho da estratégia de gestão. Por exemplo, ao apresentar cada fase do caminho do consumidor, o autor deixa claro que ele não necessariamente é linear, podendo inclusive ser espiral ou ter fases que são puladas pelo consumidor, dependendo das características do mercado no qual a marca atua.

Adiante com os conceitos, são apresentadas e explicadas métricas para o acompanhamento do conhecimento e advocacia de marca, permitindo medir os resultados obtidos com o consumidor ao percorrer o caminho de compra apresentado anteriormente. Essas métricas são o PAR (Purchase Awareness Ratio) e o BAR (Brand Advocacy Ratio) e seu entendimento e acompanhamento permitem medir a produtividade das ações da marca, além de indicarem melhores formas de analisar os resultados do processo.

Também são apresentados arquétipos da indústria em relação ao caminho de compra do consumidor e, em seguida, são sugeridas as melhores práticas para cada caso, em que são identificados qual fase, quais canais e que tipo de ação devem ser tomados para conduzir o consumidor do conhecimento para a advocacia de marca da forma mais eficiente possível.

A terceira e última parte do livro apresenta aplicações táticas de marketing na economia digital.

Primeiro é apresentado como marcas centradas no ser humano podem aumentar sua atratividade ao entender o comportamento das pessoas e adotar atributos que promovam sua aproximação como aspectos físicos atrativos, aspectos intelectuais que promovam a inovação e a solução dos problemas das pessoas, aspectos sociais que alavanquem engajamento, aspectos emocionais que impulsionem sua conexão com as pessoas, personalidade para defender seu propósito e posicionamento, e moralidade, de forma a serem guiadas por seus valores e buscarem sempre as melhores práticas para o seu sucesso sem ignorar os impactos causados na sociedade.

O storytelling e o marketing de conteúdo são abordados como formas de aguçar a curiosidade acerca das marcas, mostrando que aquilo que antes era vigente, como a veiculação de anúncios e peças publicitárias, deu lugar a conteúdos relevantes e dignos de serem compartilhados que, além de agregar valor ao público, ajuda a contar estórias envolventes sobre as marcas. A abordagem do conceito de marketing digital conta ainda com um passo a passo composto por oito etapas, ajudando o leitor a organizar suas ideias e planejar suas ações.

Esse ponto é especialmente relevante pois toca numa questão importante para o branding, uma vez que representa a necessidade de mudança do mindset das marcas, para se manterem em constante relacionamento com os consumidores, colocando em prática todos os conceitos apresentados anteriormente de forma simultânea e constante, em um caminho sem volta rumo à realidade conectada, transparência e queda de barreiras entre as marcas e seu público.

Essa mudança de mindset também se mostra necessária para o assunto que o livro aborda na sequência, o Omnichannel Marketing, ou marketing multicanal, como forma de impulsionar o comprometimento de marcas. A integração do tradicional com o on-line, tema que guia o conteúdo por todo o livro, ganha destaque como fator determinante para a construção de experiências completas para os consumidores e valorização das marcas.

A multiplicidade de canais implica ainda em comportamentos que geram a demanda constante por análise de dados (big data) e leitura comportamental, coroando as pessoas e as informações que geram como centrais em qualquer estratégia de marca.

Para finalizar o livro, são abordadas, com direito a apresentação de passo a passo, estratégias de marketing de engajamento para gerar afinidade com as marcas, destacando o uso de aplicativos mobile, gamification e social CRM para alavancar experiências e estimular conversas entre marcas e seu público.

Como bônus, o autor aborda o Momento do WOW, no qual o consumidor se surpreende com a experiência vivenciada e leva consigo a lembrança da marca que proporcionou tal momento, com grande propensão a se tornar seu defensor. O interessante nesse momento é o fato do livro deixar claro que o WOW pode ser projetado por meio do entendimento do caminho percorrido pelo consumidor, mostrando que marcas que buscam exceder os limites do bom serviço e atendimento podem se aproveitar da leitura de dados, das ferramentas digitais e da integração do tradicional e do digital para se tornarem inesquecíveis.

Tentando apresentar cada detalhe importante presente em Marketing 4.0, acabei por escrever muito, isso porque esta leitura me trouxe muitos insights e incentivos para considerar diversos aspectos do meu dia a dia como gestor de marca, percebendo que o cenário complexo no qual estamos inseridos –  marcado pela constante interação com múltiplos canais de comunicação que coexistem e, às vezes, se sobrepõe, e pela enorme quantidade de informações e exposição a demandas cada vez mais aceleradas – traz grandes desafios, mas também grandes possibilidades.

Espero que o conteúdo que apresentei tenha despertado seu interesse pela leitura de Marketing 4.0, a qual contribuiu muito com o meu conhecimento e vontade de sempre aprender mais! Me senti na obrigação de compartilhar com vocês.

Dados do livro:

KOTLER, Philip, KARTAJAYA, Hermawan e SETIAWAN, Iwan. Marketing 4.0: Moving from Traditional to Digital. New Jersey: Wiley, 2017.

PPhilip_Kotlerhilp Kotler é uma das maiores autoridades mundiais do Marketing. É mestre e doutor em economia pela Universidade de Chicago e pelo MIT respectivamente, além de possuir um pós-doutorado em matemática pela Universidade e Harvard e em Ciência Comportamental pela Universidade de Chicago. Autor do best-seller Administração de Marketing, Kotler contribui constantemente com o estudo e aplicação do Marketing, tendo escrito mais de cinquenta livros e contribuído com a trajetória de grandes empresas como General Eletric, IBM, Ford, Motorola, Merck, Disney, Intel, At&T e Nike.

 

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Toda a equipe do InfoBranding está feliz pela nossa parceira Martha Gabriel, que no dia 4 abril, Dia do Profissional Digital,  recebeu a Homenagem Especial no 2º Prêmio Profissional Digital 2017 ABRADi-SP.

O prêmio é reflexo de todo trabalho e dedicação com conteúdos de qualidade que impulsionam profissionais a fazerem o melhor no cenário digital do país.

Parabéns Martha Gabriel! Temos certeza que sua atuação continuará fazendo a diferença no cenário digital do nosso país!

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2016 não foi fácil para ninguém. Não vou falar da crise econômica nunca antes vista neste país. Também não vou falar do grande índice de desemprego que assola o mercado, principalmente nas áreas de marketing e comunicação.

Como em todos os períodos complicados na economia e na política, muitas empresas reduziram suas áreas de comunicação e marketing pelo simples fato de encarar estas como custo, não como investimento estratégico para a manutenção das vendas ou até mesmo para o crescimento da empresa em tempos difíceis.

Lembro que no final dos anos 1990, eu trabalhava em uma das primeiras empresas de “anúncios online” e as vendas estouraram pelo simples fato da internet ser uma novidade, e pelo baixo investimento considerando os preços das mídias tradicionais como jornais e TV aberta. Milhões de pequenas, médias e grandes empresas inundaram os portais e sites com banners e gifs animados com promoções e anúncios. O mercado foi inundado de agências e freelas que se especializaram em websites e o conteúdo de portais como UOL, Yahoo, AOL (lembra dele?) e tantos outros desapareciam em meio de tanta publicidade.

De lá para cá, o mercado evoluiu, surgiram novas tecnologias, novos hábitos de consumo, uma geração inteira conectada cresceu, o BIG DATA gera bilhões de bites de informação por segundo sobre tudo e todos, novas redes sociais surgiram e temos acesso à informação pelos nossos celulares em qualquer lugar.

O que percebi? O mesmo movimento que vivenciei no fim do século passado. Um verdadeiro “efeito manada”. Empresas e profissionais prometendo aumentar o número de curtidas e seguidores em questão de horas, informações superficiais (em sua maioria) sendo vendidas como conteúdo, e, em minha opinião o pior, somos obrigados a ver e ouvir milhares de anúncios pelo simples fato de ter feito uma pesquisa sobre algum produto, serviço ou assunto no Google.

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E esta demanda por mais e mais anúncios e campanhas online tem um grande efeito colateral. Mensagens ralas e superficiais como acontecia na era dos classificados off-line. Será que estas agências e as empresas que aprovam estas campanhas não pensam que hoje o consumidor quer uma propaganda com conteúdo relevante? Que esta enxurrada de anúncios só serve para afastar o consumidor e encher os bolsos das agências e veículos?

Infelizmente contam-se nas teclas “F’s” do teclado as marcas que criaram campanhas realmente marcantes baseadas em experiências e, principalmente, que utilizaram o marketing online como ferramenta de algo maior, e não como um grande hidrante de anúncios jorrando um logotipo goela a baixo do maior número de pessoas possíveis.

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Para mim, o social media é uma ferramenta de comunicação e marketing, como o rádio, a televisão, a embalagem e tantos outros meios e veículos. Só que com vantagens enormes: a interação imediata com o consumidor, maior mensuração de retorno e a possibilidade de ajustes “quase” em tempo real.

Então, porque não pensar o social media como um caminho para criar e/ou reforçar experiências reais com os consumidores? Como um verdadeiro canal de interação e não de postagens bobas com um design legal? Penso que, em sua grande maioria, os consumidores ainda percebem o mundo pelos 5 sentidos. E experiências marcantes não são vividas através de pequenas telas brilhantes. Estão no cheiro de um café servido em um copo com o seu nome, estão na possibilidade de vivenciar a pilotagem de um carro de Fórmula 1 e até quando sua marca de cerveja preferida pensa em sua segurança quando fala para você maneirar no consumo porque vai dirigir.

Por fim, marcas, marqueteiros e afins: menos anúncios e mais experiências em 2017.

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Para muitos a Moda é lançar tendências que inspirem as pessoas seja na área têxtil, de utilitários, do couro na produção de sapatos e bolsas, nos acessórios, entre outros. Para outros, a Moda é: o conjunto de opiniões, gostos, assim como modos de agir, viver, sentir e se expressar. É mostrar a identidade de cada indivíduo através da forma como ele age, se comporta e uma fonte de expiração para muitos.

Estima-se que a Moda deu-se início desde a época que os serem humanos passaram a colorir peles para se protegerem do frio e posteriormente no período bizantino onde aparecem os primeiros tecidos dentre eles a seda na Ásia, tingida em diversas tonalidades e os bordados clássicos Indianos, Chineses e Árabes.

Com o passar do tempo e com o desenvolvimento do trabalho artesão, a Moda passou a fazer parte das pessoas na produção de vestes personalizadas para a nobreza que era visto como símbolo de poder na época. As vestes coloridas e bem trabalhadas de acordo com a cultura de cada país chamava atenção pelas ruas e enxia os olhos de brilho tanto de damas e cavalheiros junto com as jóias e acessórios que davam um complemento.

Com o passar dos anos as vestes foram se transformando de acordo com cada época, os trajes se tornaram mais leves, surgiram saias, vestidos, casacos, conjuntos de tiê, posteriormente as calças até chegar à modernidade que é hoje.

Foram várias transformações e tudo que vai volta com um estilo modernizado trazendo, assim, grande variedade de produtos.

Acompanhar as tendências da indústria fashion faz parte já do cotidiano de muitos curiosos de plantão atualmente.

Mas como é possível a moda hoje estar tão presente na vida das pessoas além do que é mostrado nos desfiles, nos canais de TV e nas lojas?

 

Bom, a partir dos anos 2.000 a internet tomou um rumo diferente da década de 90 e abriu portas para muitos usuários.

As redes deixaram de serem discadas nos computadores o que dificultava o acesso as informações e a internet passou a ser comercializada de forma mais aberta a todos.

Passamos realmente por uma grande revolução no setor de tecnologia, isso não aconteceu somente para os computadores, mas também para os celulares que deixaram de serem básicos e passaram a serem chamados de smartphones com grande capacidade de armazenamento e acesso a diversos aplicativos.

Essa transformação toda influenciou vários setores e impactou muito a indústria da moda no sentido em que abriu portas no mercado de trabalho para novas áreas dentro desse setor como: Gestão de Marcas, Gestão de Marketing Digital, Gestão de TI com foco em produção de aplicativos, Gestão da Comunicação, Gestão de Eventos e muito mais. Apareceram novas ferramentas de trabalho como: SEO, Google Anlystics, CRM, Inbound Marketing, Gestão de Conteúdo, etc.

Essas ferramentas podem atuar em conjunto para melhorar o acesso às informações na internet via digital para: blogs, websites, redes sociais, canais online, vídeos e podcasts.

Atualmente pode-se ter acesso a tudo isso com um click em nossos computadores e smartphones.

A Moda está passando ainda por essa transformação com a necessidade de adaptar-se ao meio digital e saber trabalhar suas marcas e produtos de forma coerente.

Porém, tudo tem seu lado positivo e negativo. Vamos começar pelo positivo: você pode publicar uma coleção de estilista completa seja com fotos no Instagram e Facebook ou, por exemplo, através de um vídeo completo do desfile feito na Fashion Week e muitas pessoas vão ter acesso a este conteúdo e terem a liberdade de expressão de opinarem, mostrarem ou não interesse pela marca ou ainda com um click entrarem na página divulgada e comprarem todos os looks.

O Meio digital é uma boa forma de divulgar os produtos através de um bom trabalho com gestão de conteúdo, feito com as postagens nas redes sociais referentes: a forma como a marca se expressa com seus seguidores, fornecer um bom atendimento nas redes sociais para esclarecer dúvidas, realizar posts diários de mixagem de peças, divulgação de newsletters sobre lançamentos, ações sociais, promoções e muito mais.

É possível criar e propagar muita informação nas redes sociais com essas ferramentas mencionadas. Porém por outro lado as marcas ficam muito expostas e se essas ações não forem trabalhadas com muito cuidado, tudo que foi feito pode cair água abaixo. Por estarem muito expostas. as marcas podem ser alvos de críticas sociais diversas, outro ponto é que a internet é um livro aberto – tudo que é publicado é visualizado por muitas pessoas ao mesmo tempo, de certa forma um conteúdo pode viralizar muito rápido após ser divulgado.

Um bom exemplo disso foi o que aconteceu com a marca Reserva de vestuário masculino. Essa marca carioca achou que colocar os manequins negros de ponta cabeça nas vitrines de suas lojas para anunciar a época de “sales” seria uma boa estratégia. Mas não deu muito certo. Após a Reserva divulgar as fotos das vitrines em sua página do Facebook e Instagram, muitos usuários se manifestaram de forma negativa, informando que a ação foi de mau gosto e preconceituosa. Então a marca se defendeu e disse que não havia intensão de mostrar isso e teve que se justificar publicamente sobre o assunto.

Às vezes pensamos que é uma boa ideia nos arriscarmos mais, produzir algo diferente para atrair o público com nossos produtos e comportamento, mas realizando de forma errônea a ação pode não agradar boa parte do público.

Por isso, hoje em dia tudo que se faz no meio digital deve ser feito com uma atenção devida. Utilizado o meio digital de forma sábia pode agregar muito. O importante é nunca esquecer que toda marca tem sua identidade e essência, por mais que ela não respire com livre espontânea vontade como nós, seres humanos, mas somos nós que damos vida a ela.

Os blogs também são grandes influenciadores no meio digital quando se fala em acompanhar tendências desse setor.

Com as redes sociais surgiram as blogueiras, pessoas que postam sua rotina em uma espécie de diário online. Existem blogueiras e blogueiros de diversas categorias como o fashion, food, desing e arquitetura, triper (viajante) e entre outros.

Essas pessoas impactam e muito a vida de nós seres humanos. Elas chegam a ter milhares de seguidores que interagem com elas, se identificam com os looks, vão atrás das peças e compram. São grandes influenciadores no comportamento de consumo da Moda.

As celebridades que exibem peças de grandes estilistas em novelas, programas de TV e eventos sociais passaram a influenciar menos as pessoas desde 2004 com o surgimento das primeiras blogueiras.

Fique claro que existem blogs tanto para o âmbito feminino que é a maioria no caso e no masculino que vem crescendo cada vez mais e conquistando o seu espaço na internet.

O e-commerce, venda de produtos online na web é uma forma que ganhou o seu espaço com as lojas online com a utilização de provadores virtuais.

As pessoas estão sempre na correria sem tempo para nada e o e-commerce surge com a proposta de entregar produtos na comodidade da sua casa via correios ou transportadores.

A Dafiti, e-commerce online que vende: roupas, sapatos e acessórios para mulheres e homens com diversas marcas nacionais e algumas importadas vieram com essa proposta, se consolidou nesse mercado conquistando uma grande parcela do seu público. O diferencial é a rapidez na entrega e a possibilidade de ser com hora marca, fora o atendimento prestado via chat online.

Cada e-commerce tem a sua essência, existem alguns como o Magic Box, onde mulheres trocam produtos online através de uma caixa. A pessoa pode usar o vestido uma vez em um evento e passar a caixa adiante para outra colega usar, com um custo baixo e tudo isso feito pelos correios. Foi um projeto bem interessante e se consolidou com muita força nos EUA. Garante a forma das mulheres evitarem repetirem roupas nos eventos.

A moda faz parte do comportamento de consumo de cada individuo,abre portas para a cultura e o design também, conseguindo gerar novas tendências e satisfazer seus fiéis seguidores, deixando com aquele gostinho de quero mais.

A Casa Cor é uma mostra de arquitetura, arte e decoração que acontece todo ano entre Maio e Julho geralmente.

Essa mostra acontece praticamente no Brasil inteiro e em São Paulo alguns estilistas de moda já entraram nesse setor.

Martha Medeiros estilista brasileira consagrada pela alta costura em vestidos de festas participou da mostra de 2016, foi possível ver peças clássicas da estilista expostas nos ambientes criados pelos arquitetos da Casa Cor tornando-os bem realistas, como se alguém realmente vivesse ali.

Esse co-branding deixa bem claro como a moda vai além da confecção de roupas, ela faz parte do nosso cotidiano e abraça outras categorias que envolvam design, arquitetura e a arte.

Essa indústria da moda trabalha com todos os cinco sentidos humanos: visão, audição, paladar, tato e olfato.

Visão: o primeiro impacto que se tem quando se visualiza uma peça ou a coleção do estilista por completo e/ou por um clip.

Audição: pela música atrelada à identidade da marca, quando entramos em uma loja, ou visualizamos um clip que possua algo marcante.

Paladar: esse sentido é muito trabalhado em eventos da marca ou em coquetéis de lançamento utilizando comidas e bebidas.

Tato: pelo toque dos tecidos, texturas e bordados.

Olfato: se a marca possui uma essência própria que a identifique de longe. As marcas Loungerie e Le Lis Blanc, por exemplo, trabalham muito com este sentido através do uso de um perfume feito exclusivo e a segunda inclusive o vende como essência para ambiente.

Essa estratégia é conhecida como Brand Sensorial, uma tática que traz vida as marcas.

Existem muitas formas de trabalhar com as marcas, independente do setor que atue, o importante é só saber aplicar a melhor ideia para o seu negócio e a torna-la rentável.

Em momentos de crise o marketing digital ganha mais espaço com a expectativa do corte de gastos com publicidade em TV e mídia impressa.

O digital por um lado alcança uma massa maior, é possível cortar os gastos, investir em e-mail marketing e newsletters para “prospects” e clientes convencionais, é bem maleável, mas ao mesmo tempo catastrófico se não comunicado da maneira correta.


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Priscila Carvalho Ferrari

Formada em Administração de Empresas pela Universidade Anhembi Morumbi e com a pós-graduação em Gestão de Marcas e Branding pela Business School São Paulo. Apaixonada pela área de marketing e branding. Trabalha desde 2008 com marcas e atualmente está em uma agência de licenciamento de marcas. Gosta de viajar, comer em diferentes lugares e aprender novos idiomas. Ela acredita que inovação e criatividade caminham juntas no meio corporativo.

Referências:

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/215633/Marca-de-Luciano-Huck-volta-a-ser-acusada-de-racismo.htm

https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_moda

http://www.significados.com.br/moda/

http://modahistorica.blogspot.com.br/

http://historia-da-moda.info/

Portal

http://revistas.udesc.br/index.php/modapalavra/article/view/1982615×08162015116/4643

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Caso você ainda esteja passeando pelas mídias sociais, batendo papinho com amigos e familiares, postando fotos do seu último lanchinho ou aquela balada que acabou com você ontem… talvez seja hora de repensar pois, com toda certeza, elas (mídias sociais) podem não estar ajudando a fortalecer sua marca e, pior, provavelmente estas postagens não estejam dando credibilidade para um possível contato profissional. Você pode até achar que “não pega nada” publicar essas coisas, mas as empresas e seus recrutadores estão atentos a tudo.

Veja os 10 maiores erros cometidos em redes sociais:

  • 46% publicam fotos improprias e depreciativas;
  • 41% publicam informações sobre consumo de álcool ou drogas;
  • 36% publicam reclamações sobre antigos empregos e ex-chefes;
  • 32% publicam habilidades de comunicação pobres;
  • 28% publicam comentários discriminatórios;
  • 25% publicam mentiras sobre qualificações;
  • 24% publicam/compartilham informações confidenciais;
  • 22% publicam ligações com práticas ilícitas;
  • 21% publicam apelidos não profissionais e
  • 13% publicam mentiras sobre ausências no trabalho.

Fonte: Exame

Cada dia mais e mais empresas estão criando estratégias on-line para fortalecer suas marcas,  aproximá-las de seus clientes e também conquistar novos, isso não é exclusividade das empresas, as pessoas também podem e devem construir suas marcas.

Construir uma marca pessoal em mídias sociais não acontece da noite para o dia, é um compromisso de longo prazo. Para garantir o sucesso com sua marca pessoal em mídias sociais é essencial ter um bom design, criar e compartilhar conteúdos interessantes e atuais ou que gerem debates de ideias, e construir um bom relacionamento com outros usuários.

O erro mais comum é que as pessoas iniciam suas páginas na adolescência com apelidos “gatinha gostosa”, ”sarado 15” ou “predador”, etc., e é lógico que nessa idade não passa nem de longe a ideia de se trabalhar a marca pessoal. Agora, já imaginou você se cadastrando numa empresa e a área de recrutamento/RH recebendo sua ficha ou currículo e, no item e-mail está preenchido: lindo27sp@hotmail.com!!! Bom, já deu pra perceber por onde devemos começar essa jornada.

Padronizar e/ou organizar os perfis das suas mídias sociais é o próximo passo, isso trará consistência para a apresentação na sua marca, além de profissionalismo. E é aqui que você precisa evidenciar seus diferenciais, suas habilidadese seu propósito de vida.

Outro ponto a se refletir é o compartilhamento de conteúdo. A internet está cheia de bichinhos fofinhos, vídeos engraçados e memes, mas mesmo que você ache isso tudo legal de postar, não compartilhe em suas páginas de mídia social, seja mais objetivo sobre o que você posta pois através destas postagens você está construindo para os outros, ou melhor, deixando que os outros construam a imagem da sua marca. O objetivo deve ser postar e compartilhar conteúdo que seja significativo, opiniões que sejam perspicazes e pensamentos que sejam valiosos. Conteúdo visual é algo muito interessante, pois somos seres visuais, nosso cérebro é capaz de processar mais imagens e vídeos do que grandes massas de texto.

Porém, nada disso que falamos até agora funcionará se você não tiver um bom networking. Crie sua rede de contatos, busque se conectar a pessoas e interagir com elas.

 

Paulo Moreti

Fundador da Element Comunicação, gestor de marcas e especializado em Gestão de Marcas Pessoais, palestrante, autor do livro o Marketing também Veste Branco, professor convidado em diversas instituições de ensino com o curso Personal Branding – step by step, tais como: Faculdades Integradas Rio Branco, MBA “New Branding Innovation”, IED – Istituto Europeu Di Design, curso de pós-graduação “Fashion Marketing” e Branding Experience, Instituto Mauá de Tecnologia no curso de pós-graduação “Creative Design Business”, no SENAC no curso de pós-graduação “Negócios da Moda: Gestão, Marca e Coleção” e na FMU no curso de extensão em Branding. Cofundador da CreAtiveMood, espaço alternativo para colaborar, pesquisar, educar, experimentar e fazer, onde criamos cursos, palestras, workshops, oficinas e laboratórios para qualquer pessoa que acredite no autodesenvolvimento como ferramenta de inserção e sobrevivência no mundo pessoal e profissional. Associado da BrandTeam, projetos de Branding colaborativos.

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Mesmo correndo um apreciável risco ao afirmar que as redes sociais estão entrando em uma fase de maturidade – tanto a respeito do seu entendimento, quanto em relação às suas possibilidades – é hora de, baixada a poeira, tentar organizar os pensamentos sobre a conexão entre essa inovação em comunicação e o conceito de branding.

Parece claro que as redes sociais descortinaram um potencial relevante no sentido de reforçar a transmissão da essência da marca. Também trouxeram considerável evolução ao permitir que as pessoas pudessem, além de manifestar algum tipo de sentimento, partilhar e engajar com as mensagens. Conclui-se, portanto, que as redes sociais devem se submeter ao branding. Este é o ponto crucial, já que as traz para o universo do marketing, como mais um tipo de mídia sem, no entanto, menosprezar as suas particularidades e inegáveis quebras disruptivas.

A partir daí, entra em cena as análises de comunicação e as questões operacionais. Quantas redes sociais administrar? Quais redes sociais gerenciar? Quais as reais diferenças e complementaridades entre elas? O quê, efetivamente, cada uma pode agregar de valor à marca? Como estabelecer um calendário de conteúdo que perpassa todas as necessidades da marca? Qual a frequência ideal de inserções? Orgânico ou patrocinado? Segmentar ou generalizar? Quais indicadores de resultado buscar? É preciso apoio externo? É possível realizar pesquisas de mercado confiáveis nesse campo? Qual a metodologia de análise para absorver ou descartar as novidades do meio? E por aí vai…

Todavia, antes de responder a estas e outras questões, é preciso, além de recorrer à alma da marca, avaliar friamente o perfil do seu público-alvo e analisar o quê os principais concorrentes andam fazendo nas redes sociais. Primeiro para descobrir há sinergia (a química) entre a rede social, o cerne da marca e o seu cliente. Onde, afinal, o povo em potencial da marca está ou poderá estar? Segundo, como aproveitar os gaps de comunicação dos meus concorrentes, sejam nas redes existentes ou, se for pertinente, em nichos ainda não trabalhados pelos competidores?

Aqui as possibilidades de comunicação são fartas: fortalecer, como já mencionado, o conjunto de missão, visão e princípios da marca, mas também lançar mão do marketing de conteúdo (está na vanguarda), publicidade tradicional de produtos e serviços, reverberação de parcerias e patrocínios, notícias, promoções, experiências, etc.

Não menos importante, e que vem no âmbito do surgimento e do aprimoramento das redes sociais, encontra-se o monitoramento das estratégias e ações de comunicação. É cada vez mais rápido, acessível e consistente o trabalho de análise nesse ambiente. É imperativo fazer a lição de casa nessa esfera, diante das facilidades de obtenção de dados.

Vale citar ainda a diferença de amplitude e o caráter de propriedade entre as redes e as mídias sociais. Estas abrangem aquelas, por meio de outras ferramentas como o site e o blog. Nota-se que a casa virtual e o diário eletrônico são de posse, de domínio da marca. Em outras palavras, deve-se dedicar tão ou maior atenção a estas mídias porque estão a salvo de movimentos bruscos dos proprietários das redes sociais. Perceba a nuance dessa diferença.

Por fim, e talvez o mais importante, retomando o segundo parágrafo, temos a verdadeira natureza deste artigo: relembrar o profissional de branding que as redes sociais estão a serviço dos propósitos da marca e, ao profissional de marketing – também este submisso ao branding – que elas são muito bem vindas para ampliar o leque de comunicação e as inúmeras possibilidades que trazem consigo. E ponto. Devemos tomar o cuidado de, por boa fé ou por modismos, não nos escravizarmos a elas…

No fundo, é uma questão de organizar as cartas sobre a mesa, sem jamais esquecer que o alvo é o branding, o meio é marketing e as redes sociais são um dos galhos da árvore de comunicação.

Pode parecer jornal velho, mas será que todos os colegas estão cientes disso?

 

7 - Christian Navarro - NexxterChristian Miranda Navarro

Sócio fundador da Nexxter em 2013 – uma consultoria de branding e marketing – atuou como executivo de vendas e marketing em grandes organizações como Nielsen, Saint-Gobain e Sotreq-Caterpillar. Graduado em Administração de Empresas pela PUC-SP, MBA pela ESPM-SP e especializado em Branding pela ESPM-SP, é ainda fundador e autor no blog Clear Branding, um espaço para a publicação de artigos e comentários sobre o universo do Branding e do Marketing.

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Assim como no mundo real, no ambiente digital estamos presenciando um bombardeio de e-books, promoções, conteúdos que defendem ser a solução dos seus problemas, e mais, duplique ou triplique a sua renda. Você que está lendo este artigo, não deixe de terminar a leitura até o final, meu compromisso é abordar a verdade e a realidade sobre o Marketing Digital para Empresas.

Vamos lá! Não precisamos voltar muitos anos atrás, a TV, o jornal e a rádio eram os meios de comunicação atuantes e que davam notícias, entretenimento ao seu público. Anos se passaram o Marketing Digital apareceu e evolui a cada dia, dando opções pra quem quer escolher comprar um produto ou serviço em poucos minutos. Marketing Digital que vem de origem do Marketing é um dos termos que tem crescido nos buscadores (Google).

Eu pergunto agora a você! Porque investir em Marketing Digital? Porque a sua empresa deve cuidar da marca?

Pense pra você e reflita, quanto tempo gastamos e investimos em outras formas de publicidade?

Fechar sua loja física e iniciar um projeto de e-commerce vai resolver os problemas da sua empresa? Não!

Comprar listas de e-mails para enviar campanhas e mais campanhas de e-mail marketing, sem ao menos conhecer sequer 20 pessoas da lista de 2.000?

Tem aqueles que preferem criar contas em todas as redes sociais e não gerenciar nenhuma.

Quero aparecer na primeira página e no primeiro lugar do Google.

A maior ilusão: Quando inicio um trabalho para a minha empresa na internet o custo é zero! Não mesmo!

Big Data está aí, a análise de dados nunca foi tão requisitada em tempos que existe excesso de informação para tomada de decisões. É preciso investimento sim, mas tudo depende de um bom planejamento e Consultoria de Marketing e Vendas Online.

O que comprova o que estou dizendo: CNI informou no ano passado que muitos brasileiros ainda utilizam o meio tradicional ao comprar. E que 74% dos brasileiros nunca compraram pela rede mundial de computadores. Ou seja ainda precisamos entender nosso público alvo, ouvir e atender as necessidades básicas, para depois pensar em inovação, em atuar fortemente no ambiente digital.

Acredito que o ato de comprar, ou ter uma boa experiência com a marca, produtos e serviços de uma empresa é algo que ainda precisa de mais atenção, não podemos pensar que apenas estratégias de marketing digital irão sanar todos os problemas, ele é o meio, a plataforma que viabiliza muita coisa.

Por essas e outras que o empresário, empreendedor, ou quem for cuidar da sua empresa precisa ter uma visão holística. Vamos ver 5 pontos importantes para você cuidar da sua empresa:

1) Forma de Pensar (Mindset)

Daniel_artigo-1_mindset

É tão importante quanto escolher o endereço ou o cartão de visita da sua empresa. Conheça você, sua mente e você irá conseguir cuidar de quase tudo.

2) Atendimento

Daniel_artigo-2_atendimento

Não adianta investir em publicidade, conhecer os diferenciais da sua empresa se você não cuida dos pilares do atendimento mais importantes: telefônico, pessoal, chat, e-mail e redes sociais.

3) Branding

Daniel_artigo-3_branding

estudo da marca, como registrar, planejamento e estudo que antecedem o design da marca é um trabalho detalhado que é necessário prestar muita atenção.

4) Marketing Digital

Daniel_artigo-4_marketingdigital

Conhecer seus concorrentes, seu público alvo e antecipar problemas e propor soluções são uma de muitas vantagens no ambiente digital, grandes marcas cuidam minuciosamente de suas campanhas e de como abordam seus clientes.

5) Ouça seu Cliente

Daniel_artigo-5_ouvircliente

Você ouve seu cliente de verdade, ou apenas o direciona para um canal de 0800? Não faz pesquisa de satisfação? E quando ele adquire um produto ou serviço seu? Você volta a conversar?

Eu não quero te oferecer fórmulas mágicas para ter uma empresa de sucesso, porque o mundo muda, as empresas precisam mudar, e principalmente as pessoas mudam. O que eu vou oferecer de forma gratuita é conhecimento, vejamos mais informações relevantes para a sua empresa:

→ Registre o domínio do seu site pelo seu CPF (Se fizer por terceiros pode ter dor de cabeça).

→ Registre sua marca no INPI.

→ Invista na construção da marca da sua empresa.

→ Invista em estudo e planejamento de Marketing e Vendas.

→ Integre o seu atendimento a um CRM.

→ Tenha um blog da sua empresa com conteúdo atualizado recorrente.

Para Não Esquecer…

A grande ilusão de muitos empresários é que não é necessário investir em marketing digital, ou quando toma a decisão de investir é que a empresa vai ser salva, ou as vendas vão aumentar automaticamente ao colocar seu site em campanhas do google, facebook. Ou simplesmente ao criar um site ou uma loja virtual ele passará a vender 7 dias da semana, 24 horas por dia. Pode até acontecer, mas sem estratégia, sem equipes, pessoas prontas para receber pontos positivos ou até mesmo negativos, não é possível que o marketing digital na sua empresa faça milagres.

Eu acredito que este conteúdo vai despertar no mínimo uma inquietação, e se você tem uma empresa e quer investir no ambiente online, saiba…quem compra são pessoas, elas se identificam, se emocionam, gastam horas e horas no celular interagindo com marcas que se importam com elas e que as respeitam, não são robôs condicionados a compra, elas tem necessidades emocionais, físicas e precisam ser ouvidas.

Obrigado por ter lido até aqui, comente o que achou do conteúdo vai ser uma honra responder! 😉

Colab-Daniel-AndradeDaniel Andrade

Seu objetivo é ajudar as pessoas com informações relevantes sobre Marketing Digital. Atuante no ambiente online, acredita que as pessoas são o primeiro alvo e depois vem as ações e campanhas de venda pela internet. Ama trabalhos sociais e modelos colaborativos. Com formação em Comunicação Social com Habilitação em Design Digital, se especializou em Marketing Digital através de cursos pela ESPM e entregando valor para empresas em diversos setores. Hoje atua como estrategista da Onest – Consultoria Digital. Facebook / LinkedIn

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O “Efeito Manada” ocorre quando indivíduos recebem determinadas informações e passam a atuar em bando, como uma manada. Isso acontece porque não tomamos uma decisão consciente, e seguimos a maioria; assim, um sujeito passivo simplesmente adere a uma decisão coletiva, deixando-se guiar pelo instinto.

Na natureza, em animais que andam em grupo, é comum esse tipo de comportamento. Não raramente, quando estão em bando e u, antílope começa a correr, os outros o acompanham, mas por trás disso existe uma função evolutiva: se um antílope saiu correndo, deve haver algum perigo por perto. Nesse caso, seguir o grupo pode fazer toda a diferença, pois um antílope que demorar mais tempo para fazer algo pode se tornar um alvo mais fácil.

No ser humano não é tão diferente. Diante de uma crise, um efeito manada de acionistas vendendo ações pode ocasionar uma ruptura na bolsa de valores. Como uma manada, todo mundo criou sua conta no Orkut, e quando este já não era bom o bastante, migraram como uma manada para o Facebook. Ou, quando uma empresa que quer se “modernizar”, decide contar uma história que nem sempre é a verdadeira história da empresa. Basta pensar em marcas como a Dilletto, sucos Do Bem e, recentemente, a Hollister.

Pensando em marketing digital, muitas marcas aderiram as redes sociais pelo simples fato de que seus concorrentes já estarem nelas ou por pensarem que como todo mundo acessa iriam aumentar as suas vendas. Basta ver qualquer site de empregos que você pode notar que entre as inúmeras funções para um analista de marketing ou de comunicação, estão pedindo também domínio em marketing digital com seus Adwords, SEO’s e afins. Além disso, preocupa-se mais pela quantidade de likes e seguidores do que pela qualidade dos mesmos, priorizando muito mais as métricas do que a mensagem transmitida.

Penso que isso é um grande perigo para as marcas que não possuem um posicionamento aberto e adequado para o uso das ferramentas digitais. Pois a partir do momento que a empresa coloca uma página no Facebook ou uma conta no Instagram, por exemplo, eles estarão disponibilizando um canal direto com o consumidor que expressará sua opinião e sua (in)satisfação com a mesma, e com isso se faz necessário uma equipe treinada e uma empresa preparada para responder tanto as críticas como também os elogios que receberão, além de pensar em conteúdo específico para estes canais, e não simples adequações de materiais produzidos para outras mídias.

Por outro lado, muitas agências e profissionais “digitais”, simplesmente seguem uma “cartilha” de ações sem se preocupar em desenvolver uma estratégia pensada não só no perfil do cliente, mas também no perfil dos prospects deste. Por exemplo, será que uma indústria de porcas e parafusos precisa de uma conta no Instagram ou no Facebook? Ou não seria melhor uma estratégia de SEO?

Em minha opinião, as empresas que queiram entrar nas redes sociais precisam analisar se seu posicionamento e sua cultura estão prontas para estes canais, buscar entender como seus clientes e prospects utilizam as redes sociais e, terem bem claro, que as ferramentas digitais NÃO são a solução dos problemas da empresa, e sim uma ferramenta, principalmente nestes tempos de crise.

Um outro aspecto onde o “efeito manada” pode ser observado são nos “negócios da moda”. Basta perceber a quantidade de paleterias, casas de bolos caseiros e quiosques de cupcakes que abriram e fecharam nos últimos anos. Isso ocorre porque o empreendedor brasileiro, em sua maioria, não tem o hábito de planejar e possui um “excesso” de otimismo em relação ao negócio, além de pensar em curtíssimo prazo. Tirando a marca precursora do segmento, as que “surgiram no embalo” terão que se esforçar muito mais para se manterem no mercado.

Podemos observar também o efeito manada no design e na comunicação de muitas marcas. Neste caso, os designers gostam de falar que são ‘tendências”, mas na verdade penso que vivemos em um período de “preguiça” criativa causada principalmente pelo Google. Basta fazer qualquer pesquisa sobre qualquer logo e verá as inúmeras similaridades entre os resultados. Percebo que não há mais aquele período de brainstorm para o desenvolvimento de uma identidade visual ou até mesmo de uma marca. Tudo é muito similar. E muitas vezes vem do próprio cliente (marca) a orientação de ”seguir” esta ou aquela linha de design.

Por fim, penso que além de “pensar fora da caixa” (outro jargão que virou lugar comum) os profissionais de marcas, design e digitais precisam AGIR fora da caixa e confiar mais em seus talentos do que na busca do Google.

Só assim conseguirão ser o antílope que corre primeiro.

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