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Criar a marca e colocá-la na internet parece fácil, mas ainda existem muitas empresas cometendo erros básicos como utilização de e-mails gratuitos para se comunicar com seus clientes e fornecedores. Com o mercado cada vez mais competitivo, erros pequenos fazem com que sua empresa perca credibilidade e abra passagem para a concorrência.

Neste artigo vou mostrar 5 dicas básicas para não borrar a marca da sua empresa no mundo digital.

 5-Steps-for-Monitoring-Social-Media-Successfully-11. Crie um site qualificado para sua marca:

Não importa se existam blogs, redes sociais ou qualquer outro veículo online, o primeiro passo para que sua marca tenha relevância com o seu público-alvo é ter um site de qualidade. Isso significa ter um domínio com o nome da sua empresa (ou seu nome caso seja profissional liberal) o www.seunome.com.br é a referencia de qualidade em seus serviços e produtos.

Com esse endereço você pode ter um e-mail contato@seunome.com.br que gera mais credibilidade do que um e-mail uol.com.br, gmail.com, yahoo.com ou qualquer outro. Para o mercado um domínio próprio indica seu profissionalismo.

Quando me refiro a site de qualidade quero dizer que seu site deve ser estruturado para seus objetivos como empresa ou profissional. Se você quer vender mais, ele precisa atrair contatos que possam gerar vendas, se você tem um site e não recebe formulários de contato, há algum problema. Pode ser o conteúdo contido nele, pode ser que não esteja sendo indexado em sites de busca, pode ser diversos motivos. Procure uma empresa qualificada para te ajudar a fazer com que seus objetivos sejam alcançados.

 2. Crie um blog dentro do seu site:

Gerar conteúdo para o público alvo que você deseja atingir cria relevância nos sites de busca, ajuda no ranking de pesquisas gratuitas, demostra sua autonomia sobre o assunto que você se propôs a trabalhar, auxilia no processo de vendas e o mais importante, gera credibilidade para sua marca. Além de tudo isso, você se mantem atualizado, pois escrever conteúdo o obriga a ler e buscar informações sobre seu segmento.

Seu blog deve ter um cadastro de assinaturas RSS, desta forma quando um novo post for publicado as pessoas cadastradas poderão ser automaticamente avisadas sobre o novo conteúdo.

3. Utilize as redes sociais como canal de relacionamento com seu público:

Se você não tem tempo para gerenciar várias redes sociais, eleja pelo menos uma como principal. Verifique onde esta o seu público que deseja atingir e tenha uma conta para promover o conteúdo do blog que você escreve, informações sobre o mercado, novidades sobre seu negócios. Crie relacionamento, converse e troque informações.

4. Unifique as informações:

Divulgue o endereço de seu site em seus cartões de visitas, assinatura de e-mail, folder, pastas, papel timbrado, boletos bancários, todos os canais que você envie a seu público ou clientes deve estar com seu endereço digital.

5. Tenha seus contatos organizados:

Todos os contatos gerados devem ser arquivados com as principais informações: nome, e-mail, telefone e endereço físico, assim você poderá promover ações de mala direta ou e-mail marketing.

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As plataformas de rede social são uma realidade na vida de todos nós. É difícil alguém não ter uma conta no Facebook (estou me contendo a uma plataforma), e compartilhar suas experiências, pensamentos, angústias e impressões, sobre notícias, textos, imagens, enfim, assuntos diversos… e como diz uma amiga minha: “Caiu na rede é peixe!”.

Bacana a possibilidade, disponibilidade e a oportunidade que temos em compartilhar o que sentimos, pensamos e vemos em uma rede social por meio do computador e dos smartphones. Segundo pesquisa da IDC, apresentada na Valor Econômico, em 2013, 68 aparelhos foram comprados por minuto no Brasil, “O mercado cresceu 123% frente a uma base de 16 milhões em 2012, o que é um resultado considerável e que deverá se manter também para os próximos anos”, disse Leonardo Munin, analista da IDC em comunicado. Isso possibilitou o acesso de um maior número de pessoas à internet e em tempo real. Super legal!

Então penso… posso ter minhas reações, publicações no momento que acontecer e publicar da MANEIRA que eu quiser??????? Acho melhor NÃO!!!! E neste momento compartilho a minha reflexão…

Eu tenho a impressão que a rede social é uma plataforma para se firmar, resgatar e criar relacionamentos com as pessoas, e as marcas adotaram este ambiente também para se relacionar com o cliente. Muito valioso, pois queremos estar juntos, Maslow já demonstrava em seus estudos e com a hierarquia das necessidades humanas que uma das nossas principais necessidades é de nos relacionarmos e de nos sentirmos pertencentes à um grupo, portanto, estar inserido e interagindo em alguma rede social é essencial para a nossa formação, mas não posso agir de qualquer jeito. Afinal, NORMALMENTE, não agimos de qualquer jeito na nossa família, no trabalho, na escola, na igreja, no clube… enfim, nos locais onde nos relacionamos de modo offline.

O que percebo nas redes sociais, e vou usar o Facebook como exemplo, é que somos bombardeados por imagens desnecessárias como de animais feridos e mortos, pessoas doentes, mutiladas e a beira da morte, preconceito e discriminação escancarados, correntes e mensagens religiosas em excesso e ameaçadoras (por exemplo “Deus vai te castigar”), “selfies” desnecessárias (chega de biquinho), frases e imagens com apelo sexual (sabemos que é também uma necessidade humana, mas não precisa perder o respeito!) e ainda… as imagens das refeições (você já imaginou a fome do “infeliz” que está vendo a sua foto? rs).

Muitos destes posts são engraçados, confesso que dou muita risada de vários, acho válidos os posts de piadinhas, imagens engraçadas, que dá uma quebrada na rotina pesada do dia. Mas também confesso que bloqueio diversas pessoas só para não ver suas atualizações. Pois a página do Facebook é pessoal, ela te permite fazer o que quiser, e como eu gerencio a minha, eu escolho o que me trará a melhor experiência no momento que acesso, evitando agressão e desrespeito de muitos posts (normalmente indiretamente, mas empatia é uma qualidade que estou desenvolvendo). Defendo que é extremamente importante expor sua opinião e defendê-la, e isso deve ser feito, aproveitem da democracia que vivemos (ou não…). No entanto o excesso é desnecessário.

Reforço é necessário respeitar as páginas de Facebook de cada um, como afirmei, é pessoal e cada um cuida do seu, mas é importante tomar cuidado com o que se posta, para preservar seus relacionamentos e sua própria integridade. A exposição em demasia nas redes sociais pode causar um prejuízo ao usuário muito grande. Uma campanha recente da Safernet (organização não governamental de conscientização sobre os perigos da internet) aborda justamente a questão da privacidade do usuário da internet, com o tema “A internet não guarda segredos”.

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Neste sentido não é somente respeitar o espaço do outro, é proteger sua privacidade e sua imagem. A exposição inadequada pode gerar prejuízos profissionais, com a família e amigos. Já ouvimos falar muito sobre casos de pedofilia, homofobia, bullying causados por meio das redes sociais, e outros casos em que uma má interpretação dos fatos e do próprio texto, pessoas são definidas como isso ou aquilo sem ter nenhuma relação.

O que quero dizer é cuidado com sua imagem, proteja a sua privacidade e respeite o próximo, muitos buscam fazer isso no seu dia-a-dia, nos ambientes onde vive e se relaciona, por que não na internet?

Por isso tire os cotovelos da mesa! É importante ter etiqueta ou netiqueta nas redes sociais, na escolha das imagens, nos comentários, com o CAPS LOCK (normalmente entendido como grito)… Mas sejamos participativos, compartilhando nossas opiniões e respeitando as dos demais, por favor mantenham as piadinhas… Elas também fazem parte da rede, mas RESPEITEM os demais!

Consultas:

http://www.valor.com.br/empresas/3503518/venda-de-smartphones-chega-68-aparelhos-por-minuto-no-brasil-em-2013
http://etiquetanaweb.com/dicas/

http://www.mundoeducacao.com/psicologia/maslow-as-necessidades-humanas.htm

http://www.safernet.org.br/site/

http://www.adnews.com.br/internet/anuncio-mostra-que-a-internet-nao-guarda-segredos

http://chic.ig.com.br/buscar/netiqueta

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A tecnologia da informação é quem abriu as portas para o surgimento do Marketing Digital e a sua aplicação nas empresas de diversos setores atualmente. Mas como isso surgiu? Bom, basicamente deu-se início com a vinda dos primeiros chips na década de 60 que posteriormente veio o computador e diversos aparelhos como o discman, entre outros.
A revolução da tecnologia como é chamada desenvolveu o mundo a partir de uma forma que o mercado mudou a sua própria visão, ou seja, antes as organizações pensavam de forma interna e não expandiam a sua própria “caixa” no sentido de evoluírem e pensarem como o próprio consumidor age, o que ele deseja, as suas necessidades e outros valores, Esta técnica atualmente é conhecida como poder de compra do consumidor final, logicamente que tanto o pré e pós-venda são muito importantes neste processo também.
Foi a partir da década de 70, aproximadamente que as empresas começaram a abrir a sua “caixa”, onde entra a lei de Friedman o qual as organizações devem levar em conta seus ativos que são fundamentais para elas girarem. Esta lei leva em conta todos os custos e benefícios de estado versus não estado. Para a empresa está diretamente ligado a mercado que ela atua e a necessidade que ela tem perante isto, por exemplo, os benefícios que ela terá com uma nova tecnologia ou a implantação de um novo produto.
Com a tecnologia também veio à inovação uma ferramenta muito importante que vigora a criação, desenvolvimento, análise e aplicação de novas ideias no mercado e que possa, por exemplo, atingir um ápice de satisfação dos consumidores e por consequência aumentar as vendas.
Foi com a inovação que o Marketing Digital começou a ganhar mais espaço, além da própria internet que surge neste meio tempo. A internet sofreu uma série de transformações desde a década de 80 aproximadamente até hoje, ou melhor, ela ainda vem mudando.
As empresas perceberam com o tempo que a internet ia muito além do que o esperado para postar informações. As pessoas também virão que estas informações poderiam ser melhores aproveitadas tanto no dia a dia, quanto no ambiente profissional, foi aí que começaram a aplica-las e a desenvolver novas técnicas também.
A internet passou a ser reconhecida como uma forma de comunicação, onde era possível trocar conhecimentos e experiências com outras pessoas e empresas. Era e é possível descobrir sobre as empresas concorrentes, se informar melhor sobre o mercado de atuação, sobre os consumidores, desenvolver o networking, entre outras diversas formas. Outro fator é que estas informações disponíveis devem ser aproveitadas com cuidado, analisá-las bem para você mesmo não cair em uma armadilha, utilizá-la de forma incorreta ou até mesmo coletar informações e dados errados.
Para o Marketing Digital a internet é a base de tudo é onde é possível para as empresas a exposição delas de maneira online, através de websites, vendas de produtos, desenvolvimento de aplicativos para celulares, computadores, Ipads e outros.
Além do mais o Marketing Digital não precisa ser utilizando somente pelas empresas em si, pessoas do mundo todo vem usufruindo desta nova área também, através da criação de websites próprios para venda de produtos, para postarem informações em fóruns, blogs e sites pessoais, para compartilharem experiências de suas vidas pessoais no Facebook e pelo Instagran, etc.
Há várias maneiras para usar e abusar desta área. Mas para tudo deve ser levado em consideração o custo que você terá para desenvolver as plataformas de sites necessárias, o recomendável é que se inicie com plataformas mais baratas e conforme seu negócio for crescendo, opte por aprimorar isso, foque sempre no seu objetivo principal, o mercado que irá atuar, o consumidor, o que ele procura e o que você procura também.
Outra possibilidade são os blogs que onde você compartilha experiências sobre um determinado tema do seu interesse, o qual da maneira que for expandindo é possível trabalhar com o patrocínio de links, ou seja, empresas desenvolvem links ou aplicativos próprios e você pode compartilhar isto na sua página, uma parte dos lucros vai para você mesmo e outra para as empresas que forneceram os links.
Para estimular os valores dos links geralmente são utilizadas por clicks dos internautas, as visualizações deles por página também entram. Existem variadas formas de divulgação também.
Além destas técnicas de uso o Marketing Digital proporcionou um “BOOM” no quesito profissional, algumas empresas surgiram no mercado como é o caso das agências digitais que prestam serviços para outras empresas que ás vezes não optaram por ter este setor dentro delas. Uma grande empresa digital que permanece até hoje e soube aproveitar deste mercado foi a Scup conhecida pela sua plataforma de monitoramento das redes sociais, por exemplo.
Com a inovação, tecnologia, as empresas novas dentro deste mercado e os profissionais estipula-se que o Marketing Digital também colaborou para um aumento nas vendas de smartphones e tablets, o que acabou beneficiando as empresas como Apple e o Google que também investe diretamente em aplicativos e ferramentas como o Google Docs e Google Analytics.
Com os smartphone e tablets além de beneficiar as empresas favoreceu muito o consumidor, porque são aparelhos mais leves, portáteis que podemos levar para todos os lugares e permite que possamos estar sempre conectados com as informações com uma internet Wi-Fi. Veja melhor abaixo:

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Fonte: http://www.emarketer.com/Article/Mobile-Takes-Increasing-Share-of-Email-Opens/1010087

A tecnologia é realmente algo incrível em minha opinião, ela consegue lançar oportunidades no mercado e basta somente nós aproveitarmos elas para desenvolvermos algo novo que seja diferenciado, útil e que agrade a todos os consumidores. Ela realmente abriu as portas para um novo mercado para novas áreas como o Marketing Digital e para novos profissionais.

Mas, por outro lado ela vem colocando em extinção jornais e revistas que são distribuídas de maneira física para as nossas mãos. O que fez as editoras migrarem para o meio digital e passaram a adotar tudo via online, como ocorre com estes sites que fornecem e-books onde é possível ler livros, revistas e jornais diretamente no seu tablete.

Referências:

– E Market, http://www.emarketer.com/Article/Mobile-Takes-Increasing-Share-of-Email-Opens/1010087 Acesso em: 19/09/2013 ás 13 hrs.

– Era dos Computadores, http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/geografia/0016.htmlAcessp em: 19/09/2013 ás 11 e 40 hrs.

– Lei de Friedman, http://www.ordemlivre.org/2011/12/david-friedman-e-o-mercado-de-leis/ Acesso em: 19/09/2013 ás 12 e 30 hrs.

– Marriotti, Humberto. Pensamento diferente: para lidar com a complexidade, a incerteza e a ilusão. São Paulo: Atlas, 2010.

– Marketing Digital, http://www.guiase.com.br/marketing-digital Acesso em: 19/09/2013 ás 12 hrs.

– Kotler, Philip. A Bíblia da Inovação. Lua de Papel, 2011.

– Scup, http://www.scup.com/pt/sobre-nos/quem-somos/ Acesso em: 19/09/2013 ás 12 e 15 hrs.

 

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Priscila Carvalho Ferrari

Formada em Administração de Empresas pela Universidade Anhembi Morumbi e com a pós-graduação em Gestão de Marcas e Branding pela Business School São Paulo. Apaixonada pela área de marketing, porém atualmente trabalha na área comercial. Gosta de viajar, comer em diferentes lugares e aprender novos idiomas. Ela acredita que inovação e criatividade caminham juntos no meio coorporativo.

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Foi-se o tempo que celular bom era aquele praticamente indestrutível. Hoje em dia a marca, o design, a câmera, a velocidade do processador, a cor, o tamanho, a memória, o sistema operacional e outros atributos são importantes na escolha de um aparelho novo e atual, mas quem desequilibrou a balança entre algumas empresas de celulares e tablets com certeza foram os aplicativos.

Havia quem comprava o iPhone só por causa do Instagram, quando ainda estava liberado apenas para os aparelhos da maçã. O aplicativo virou objeto de status, poder e diferenciação. Este poder dos apps cresceu tanto que parece não ter mais limites, virou uma mina de ouro para desenvolvedores de softwares de celular e atraiu uma legião de empresas com seus aplicativos próprios disponibilizados para uso dos clientes, como aqueles de banco, que facilita o acesso do usuário à sua conta. Jovens desenvolvedores fizeram sua fortuna apenas criando aplicativos, como é o caso de Mike Krieger, 24 anos, criador do Instagram que vendeu o aplicativo ao Facebook por US$ 1 bilhão.

Assim como as empresas, os aplicativos possuem uma marca, público, posicionamento e concorrentes, mas apenas aqueles que possuem estratégias relacionadas ao branding saem na frente, pois não são diferentes de outras marcas, os aplicativos precisam passar pelos mesmos processos e ter as mesmas estratégias que as empresas criam para lançar e posicionar seus produtos no mercado. Uma falha estratégica pode acarretar em um trabalho perdido que não vai pra frente e não tem retorno financeiro aos desenvolvedores. Pode acontecer também que essa falta ou erro de estratégia derrube grandes aplicativos, com os conflitos frequentes de apps concorrentes, o exemplo mais recente é a batalha travada entre o gigante WhatsApp com o novato WeChat, ambos aplicativos são como o falecido Messenger. O que fez o WeChat ganhar espaço entre os aplicativos favoritos foi a possibilidade de gravar uma mensagem de voz ao invés de digitar, o que antes era impossível no WhatsApp, tornou realidade rapidamente, quando viu seu concorrente ganhar o mercado, uma atualização foi disponibilizada e o mesmo sistema de mensagem por voz foi incluído no app antes que fosse tarde de mais.

As lojas de aplicativos para celulares estão como os supermercados, lotados de marcas, umas boas, outras piores, algumas caras, outras nem tanto. Tem os preferidos dos consumidores, aquele que nunca pode faltar na lista, os que se destacam, que são bem falados, que são fáceis de usar, enfim, há um mundo sendo explorado e a tendência é aumentar ainda mais, já que o número de smartphones vendidos no Brasil cresceu 86% no primeiro trimestre de 2013 ante o mesmo período do ano passado. De acordo com estudo realizado pela IDC, o mercado brasileiro comercializou 5,4 milhões de aparelhos nos primeiros três meses do ano. Ainda segundo a consultoria, no mundo, mais de 950 milhões de smartphones devem ser vendidos este ano, o que representaria um crescimento de 33% frente ao ano passado.

Fonte: G1   /   Imagem: Adobe

 

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Todos os dias ouvimos uma série de relatos sobre experiências que os consumidores vivenciaram com determinadas marcas, e as reclamações são muito mais comuns do que os elogios. Por isso, é imprescindível avaliar qual a promessa que a marca demonstra ao mercado, além de identificar e solucionar os gargalos dos processos, produtos e serviços que são repassados aos consumidores. A correção de pequenos detalhes pode ser crucial para perder um cliente ou ganhar um fã.

A globalização disseminou a incerteza de um tempo de transformações e a sobrevivência das organizações está diretamente ligada à capacidade de se adequar às mudanças. A internet e as novas gerações estão modificando a forma de pensar e interagir de maneira muito dinâmica e cabe às empresas acompanharem essas mudanças culturais e sociais na forma de se comunicar.

Hoje, a rapidez e a qualidade de comunicação são um dos elementos de diferenciação e consequente vantagem competitiva, pois os consumidores conseguem obter rapidamente informações sobre a reputação das marcas como potente influenciador na decisão de compra de um produto ou contratação de um serviço. A internet é utilizada como verdadeira ferramenta de comparação que mostra a eficiência e a credibilidade das marcas perante a solução de crises, criando potencial para o crescimento exponencial da informação.

Inicialmente é preciso que as marcas estejam preparadas para atender e se relacionar com seus clientes com coerência e aderência às suas respectivas promessas. De nada adianta atrair um público que não tem o perfil de seus produtos e serviços.  Neste ponto, é imprescindível avaliar o mix de comunicação da marca (comunicação interna, comunicação externa e comunicação mercadológica), pois ele servirá como base para a construção da imagem da marca.

O primeiro ponto é a avaliação da comunicação interna: é preciso otimizar e integrar os processos e a comunicação entre todos os setores da empresa. Mas isso deve ser despertado nas pessoas como forma de trabalho em equipe. É uma questão de “embeber” os colaboradores em valores e missões verdadeiras. E isso começa a partir do exemplo que os superiores repassam (mesmo que indiretamente) para os seus subordinados. Se cada um fizer o seu trabalho em prol de um objetivo em comum, já é um bom começo! Se esse objetivo for atingido e cada um for valorizado como peça fundamental para essa execução, o ciclo virtuoso estará fechado! Segundo Kotler (1998), o Marketing interno é como uma “tarefa bem-sucedida de contratar, treinar e motivar funcionários hábeis que desejam atender bem aos consumidores”. Cabe aos colaboradores esclarecer o cliente de maneira satisfatória e eficaz, e proporcionar um atendimento de excelência.

O segundo ponto é que as marcas devem analisar se sua estratégia está orientada para o marketing ou para vendas. Pois a abordagem deve começar de fora para dentro, onde o foco deve ser voltado ao cliente e à gestão de relacionamento com o mesmo. Segundo Theodore Levitt em “O Marketing da Miopia”, a venda está voltada para as necessidades do vendedor, já o marketing está voltado para as necessidades do comprador. O caminho é esse: escutar a necessidades das pessoas, analisá-las estrategicamente e traçar ações para satisfazê-las. Dentro desse processo dinâmico e contínuo deve haver um interesse genuíno em satisfazer às necessidades, principalmente se tratando de um momento em que os consumidores possuem papel ativo na construção das marcas. Esse constante crescimento de interações entre consumidores e marcas deve ser visto como uma excelente oportunidade para a criação de um ambiente de confiança e a identificação, surgindo à dependência e confiabilidade (dependability) do cliente com a marca.

Vale salientar sobre a importância da humanização das marcas, afinal, empresas são compostas por pessoas e a reputação das organizações diz respeito ao que as pessoas sentem e pensam sobre elas. O primeiro passo é contar histórias reais, tornar o conteúdo relevante (importante naquele determinado momento) para seu público de forma a se comunicar com qualidade, com transparência e coragem em se expor, assumindo defeitos e humildade para corrigi-los.

Ao mesmo tempo, vemos diariamente milhares de apelos das marcas para chamar a nossa atenção, porém algumas empresas abusam do marketing de interrupção e se tornam invasivas, ao ponto de causar incômodos, criando uma experiência e um conceito negativo. Para não se tornarem “marcas xarope” as empresas devem buscar o marketing de permissão, que é mais espontâneo e de fácil propagação, onde as organizações “pedem licença” para se comunicar e promovem experiências que cativam e engajam o seu público-alvo.

Finalmente é preciso identificar e solucionar problemas de forma eficaz e compensar clientes frente a transtornos sofridos. Vale a pena surpreendê-los e cativá-los disponibilizando mais do que a sua expectativa, oferecendo benefícios ou serviços gratuitos, por exemplo, mesmo que por experimentação, agregando valor para possíveis compras futuras.

Segundo Eustáquio (2009), “Marca é uma fusão metafórica entre histórias que as pessoas têm de um produto e suas próprias histórias. Esta definição mostra o quanto a força de uma marca depende muito mais do que os consumidores sentem dela, do que, de maneira inversa, elas dizem aos consumidores”.

 

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Liana Vila Nova Jucá

Consultora de Marketing na Era Digital e entusiasta pela junção do marketing com a tecnologia. Pós-graduada em Marketing pela HSM Educação e Graduada em Medicina Veterinária pela UFRPE, com mais de 6 anos de experiência no mercado de produtos veterinários.

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O fenômeno das mídias sociais é cada vez mais forte no mundo do marketing e da gestão de marcas. Todas as empresas, não importam se pequenas, médias ou grandes, querem estar lá!

Uma pesquisa realizada pelo Altimer Group e Wetpaint para a revista Business Week (a pesquisa contou com as 100 empresas mais valiosas do mundo), mostrou que as corporações que investem em mídias sociais apresentam melhores resultados e uma receita final maior. Organizações que realizaram o investimento nas plataformas cresceram em média 18% em um ano.

Além do crescimento, é uma super oportunidade para conhecer mais de perto seus clientes, escutá-los e também saber o que estão falando sobre você. Todas querem ter um perfil nas redes sociais, mas antes é preciso entender “o porquê de tudo isso”.

“Algumas tecnologias da inteligência causam impacto profundo e alteram significativamente o modo como produzimos e tratamos as informações e nossas diversas representações no mundo físico e social, este é o caso das mídias sociais”. (André Telles)

É preciso saber o impacto que essa tecnologia causa e se está contemplado na estratégia de comunicação da empresa. Entender o “por que” da presença neste ambiente e saber quais as causas e efeitos que a instituição absorverá disso é fator chave para o sucesso da sua ação.

Mídias Sociais fazem parte de uma grande estratégia para a gestão da sua marca, mas não é a solução para todos os seus problemas, como algumas corporações acreditam. É preciso ter uma estratégia macro e dentro dela, um dos braços será uma plataforma online de relacionamento, em que a empresa tratará de igual pra igual com seus clientes.

Além disso, toda plataforma já vem com seu propósito de marca pré-estabelecido. Nós como empresa, precisamos saber disso e analisarmos se dentro da nossa estratégia, as ações podem ser realizadas sem acontecer nenhum choque de valores. Entender bem sobre a plataforma de mídia social que você quer atuar é essencial para criar potencial e diferencial competitivo.

Não adianta entrar em todas as mídias sociais achando que isso trará retorno. O mais importante é saber se a ferramenta que você utiliza tem potencial suficiente para seus objetivos e metas como marca. Caso ainda não esteja em nenhuma delas, um estudo mais profundo sobre cada uma determinará a escolha mais assertiva.

 

 

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