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O que é Marketing Sensorial?

É um conjunto de estratégias que analisa o comportamento do cliente, criando um vínculo emocional entre o produto e o consumidor. É a maneira de explorar as sensações percebidas pelos cinco sentidos humanos e transformá-las em diferenciais competitivos. Esta estratégia tem conquistado cada vez mais espaço centralizando os esforços na transformação da experiência do consumo, em uma atividade envolvente e marcante, considerando que os 5 sentidos (visão, audição, tato, paladar e olfato) são responsáveis pelas nossas decisões.

Há alguns anos, Martin Lindstron, uma das 100 pessoas mais influentes no mundo, teve a necessidade de provar a importância da percepção sensorial no ato do consumo, isso virou uma pesquisa mundial que acabou se transformando em livro. O livro envolveu 600 pesquisadores no mundo todo, falando diversos idiomas, em diferentes culturas, sendo realizado em 13 países. Ou seja, “Estima-se que 40% das 500 marcas mundiais da Fortune incluirão uma estratégia de branding sensorial em seu planejamento de marketing até o final dessa década. Sua sobrevivência no futuro simplesmente vai depender disso! Se as marcas quiserem construir e manter a fidelidade no futuro, terão que estabelecer uma estratégia que apele a todos os sentidos. Não há outra saída!”

Os Sentidos

Quando utilizamos um dos os 5 sentidos é liberada no cérebro a dopamina, que é o mesmo neurotransmissor que produz as sensações do prazer que sentimos ao fazermos algo prazeroso. Eles são os responsáveis pelo controle emocional do comportamento humano. Por isso os pontos de contato são elementos essenciais para a relação do consumidor com a marca. O apelo multissensorial afeta diretamente a percepção da qualidade do produto e consequentemente o valor da marca e do produto.

A Música

A música é o despertar da emoção, por isso o correto é utilizamos essa estratégia desde a estrutura da criação da marca ou do produto, passando pelo endomarketing e chegando até o envolvimento do PDV. A música abre o canal emotivo, extra sensorial e curador que alimenta a alma, sua utilização se dá em fazer as pessoas se transportarem para o local que estão ouvindo, agindo diretamente no inconsciente, fazendo com que as pessoas sintam a sinestesia e construam a identidade visual, olfativa, tátil e degustativa e, assim, sentir a necessidade de estar, de querer e de ter. Ela define a situação! Por isso, música não é produção, música é criação! Agora imagine, o que o produto ou a marca poderá causar por meio de uma música no coração e na mente das pessoas? Ritual, Clima, Sentimento, Sensações, Balanço, Memória, Emoção, Alma, Viagem, Identidade, Credibilidade, Felicidade, Evangelização, Ritmo, Prazer, Experiência, Confiança. Sem contar que é a única que pode amarrar todo o planejamento de sua campanha.

Sound & Music Branding

É o processo que transforma o conceito e a linguagem visual da marca ou produto em uma linguagem sonora única e especial, que deve ser aplicada em todos os pontos de contato com o consumidor, causando o tão esperado “recall” da marca e do produto. Quando bem utilizada, a estratégia pode garantir um aumento de vendas em até 28% no PDV criando um microclima sensorial, e 60% a mais de aproveitamento dos funcionários. Pesquisas indicam que o consumidor chega a passar 30% mais tempo nos estabelecimentos que “despertam boas sensações”, o que resulta em mais vendas.


Por Vanessa Mandotti:

Diretora de Criação e Atendimento (Conteúdo/Cena), trabalhou na TV Globo por 18 anos, 7 anos em agência de publicidade e é proprietária desde 2004 da Primeira e Única Produtora de Áudio especializada no Marketing Sensorial através do Sound & Music Branding www.ideacreativemusic.com, chegando a ser em 2015 tema de TCC no BSP BUSINESS SCHOOL SÃO PAULO Laureate international Universities Master em Gestão de Marcas e Branding e criando em 2016 a www.brandingsensorial.com.br, onde ministra palestras corporativas e motivacionais, oferece workshops, presta consultoria especializada, cria e desenvolve projetos de Branding Content e lança produtos e marcas. Com prêmios reconhecidos com conceitos sonoros no “Master Imobiliário” em 2012 / 2013 / 2014 / 2015. Em 2013 foi vencedora do Concurso Cultural de Música com criação e concepção do Hino Oficial do Mercadão Municipal de São Paulo. Em 2011 foi vencedora do Prêmio da melhor campanha do Ministério Público de SP com o filme “Contra a Pedofilia”. Em 2009 foi revelação na TV Globo com a melhor história de maior pico de audiência no “Domingão do Faustão”. Possui 8 projetos de Economia Criativa na industria da Comunicação em andamento, dois deles on line já concluídos e no ar “O Banco de Trilhas e Locutores mais bacana e fácil de comprar do Brasil” em www.trilhandoidea.com.br em 2015 e o “1o Reality Show de Competição Comportamental na internet” em www.caonossodecadadia.com.br em 2016.

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O título desse artigo é um desabafo. Isso mesmo: não aguento mais ouvir profissionais da área de Marketing e Comunicação falando besteira. Não estou falando dos designers, mas dos gestores, diretores das empresas e agências. Vou resumir as diferenças, porque o objetivo desse artigo não é apenas esclarecer:é plantar uma semente a respeito da importância de construir e gerir uma marca.

Logotipo é apenas um desenho gráfico que identifica a sua empresa ou produto. O logo é uma parte da identidade visual da marca. Um elemento muito importante, mas não único.

O branding é o ato de gerir uma marca. Não se trata apenas de uma atividade ou um projeto: é uma postura empresarial, uma filosofia de trabalho que utiliza conceitos de marketing, design, administração, arquitetura, antropologia, psicologia e propaganda para comunicar um universo de valores que representem o seu negócio. O principal objetivo de um trabalho nessa área é atrair consumidores para sua marca, buscando diferenciais e criando valor através de experiências.

E a marca?

A marca é o seu logotipo, a sua fachada, o sorriso do seu vendedor, a forma que você trata seus funcionários, a maneira que você escolhe um fornecedor, o seu cartão de visitas, a embalagem do seu produto… a marca está em todo lugar, dentro e fora das empresas. Quando você enfatiza tudo isso numa estratégia de branding, a marca fica guardada na mente e no coração das pessoas. Segundo estudos, 75% das decisões de compras são baseadas em memórias ou emoções.

Pequenos negócios também precisam de branding. Entendo que a maturidade de investimento já é outra questão, por isso estou escrevendo artigos como este para reforçar a importância dessa “filosofia”. Antes de investir, o empresário precisa pensar e agir como uma Marca.

Já ouvi muitas pessoas dizendo “A empresa que eu trabalho ou o meu negócio não precisam de branding”.Eu sempre respondi fazendo uma pergunta: “Seu negócio tem concorrente?”. Todas as pessoas com quem tive essa conversa afirmaram que sim, e a minha conclusão foi bem objetiva: “Onde tem concorrência, há necessidade de branding”.Simples assim.

Se a sua marca já está no mercado, ela precisa se comunicar com o seu público. Com o trabalho de branding bem elaborado, sua marca vai se comunicar com clareza e conquistar diversos benefícios: Preservar a sua identidade, demonstrar a sua personalidade, potencializar o seu diferencial e com isso agregar mais valor para o seu público.

O branding também não é Marketing: eles se complementam. O Marketing identifica necessidades e desejos que não foram realizados, olhando para o negócio/mercado.

Por isso, amigos empresários, um logotipo bonitinho sem nenhuma gestão de branding não vai ajudar a sua empresa. Uma marca se constrói com experiências de todos os públicos que se relacionem com ela: público interno, clientes, fornecedores, parceiros… os chamados stakeholders.

Mas André, um logo bonito não vai me ajudar? Sim, apenas na sua imagem inicial. Tenham um logo bonito, mas pensem nas estratégias que podem alcançar os principais objetivos do seu negócio. Vivam como uma MARCA, descubram o seu real propósito de existir, sejam verdadeiros com os seus clientes, entreguem tudo o que estão prometendo e com isso já estarão praticando branding.

2 - Andre Luis CorreaAndré Luis Corrêa

Sócio/Fundador e Diretor de Criação na Agência INSANE Marketing e Comunicação, idealizador do projeto AZ Das Marcas. Publicitário, designer estrategista de marcas, pós-graduando em Comunicação Empresarial pela Universidade Metodista. Atual vice-presidente de Comunicação da AACP (Associação das Agências de Comunicação e Publicidade do ABC). Amante e estudioso pela construção/gestão de marcas, André possui diversos cursos de especialização focados em Branding e Design pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e Belas Artes. Blog / InstagramAZ das Marcas

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Em tempos de incertezas econômicas e políticas, a maioria das empresas tomam como primeira atitude suspender e reduzir os investimentos em marketing. Mas não é o marketing que alavanca as vendas e constrói suas marcas?

Quando pensamos em branding, o marketing constrói todo tipo de experiências que sua marca entrega para seus consumidores. Quanto mais convincente for esta experiência, mais rápido sua empresa construirá uma relação de lealdade com sua marca. É fato, a experiência tem o objetivo de construir na mente do consumidor a sua marca.

Temos que pensar tanto a totalidade, bem como a tonalidade da experiência.  O equilíbrio e a combinação certa destes fatores vão construir uma experiência única e motivadora para seus consumidores. Sem ambos, você não vai ter uma experiência única de marca e será apenas mais um produto no mercado.

 

Totalidade da Brand Experience

Podemos entender como totalidade a completude e a consistência do uso dos vários elementos de marketing. Ou seja, se a experiência criada pelo marketing não for completa e consistente, não será possível criar uma lealdade com sua marca por parte dos clientes. Esta consistência é extremamente importante para que seus consumidores saberem o que sua marca vai entregar e se a mesma suprirá suas necessidades.

 Por exemplo, se você é um agente de viagens especializado em organizar excursões para solteiros, você precisa ter certeza de que você tem uma experiência de marca total que diz respeito ao seu cliente específico. Ter um escritório com belas brochuras podem ser um bom começo, mas sem uma experiência on-line que apela para a natureza social do seu cliente, sua marca não será completa ou consistente com as necessidades de seus clientes. Você precisa da totalidade de sua experiência de marca para criar fidelidade à marca. Isto inclui se envolver com seus clientes através das várias maneiras que eles vivem suas vidas.

 

Tonalidade da Brand Experience

Tonalidade é sobre o espírito da experiência. Ele também deve estar em consonância com a forma como você definiu a sua marca e com o que você sabe sobre o que seus clientes querem. Se a tonalidade está em desacordo com o seu marketing, você não será capaz de fazer uma conexão emocional com seus consumidores. Outros podem se referir a ele como personalidade, propósito ou voz da marca. Eu prefiro chamar de tonalidade. Independentemente disso, o “tom” da sua marca deve ser uma decisão consciente de sua parte.

 Por exemplo, um restaurante pode ter o site mais acolhedor, excelentes opiniões nas redes sociais e um ambiente extremamente moderno, mas se a hostess te fizer esperar 35 minutos por uma mesa e seus funcionários forem antipáticos ao longo da experiência, a tonalidade geral da experiência será manchada. Você precisa fazer de tudo para ser consistente para que seus clientes se sintam bem sobre o seu envolvimento com a sua marca.

 Por fim, para criar uma experiência de marca eficaz, você precisa da totalidade e da tonalidade trabalhando juntos para dar um quadro completo do que sua marca pode oferecer. Ambos os elementos precisam ser consistentes com cada interação. Assim que um dos elementos do seu marketing sai fora de sintonia com o resto, você coloca a marca em perigo com os seus clientes.

Pare e pense: qual é a sua experiência de marca?

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Muitas marcas buscam incrementar e fortalecer seus atributos por meios de personalidades, celebridades e formadores de opinião. É uma verdade que essa associação pode gerar muitos ganhos à marca, mas também o inverso é verdadeiro.

Escolher uma pessoa para representar a marca, é escolher alguém que transmita para o público os valores, missão e propósito da empresa e da marca. E esta escolha deve ser cuidadosa.

O cuidado não está ligado à somente ao perfil da pessoa, ser bonito e ético, por exemplo, mas também se ela acredita de fato no que está representando, como por exemplo, a campanha da Friboi, tendo como garoto propaganda o cantor Roberto Carlos.

https://youtu.be/q4QXJPk12l8

Foi uma campanha questionável, pois o público de maneira geral acreditava que o cantor era  vegetariano há aproximadamente 30 anos, e de repente ele surge como representante de uma marca de carne. A personalidade em questão transmite ética, seriedade e confiança, mas não para este tipo de produto, pois vai contra o estilo de vida dele, deixando a campanha ou a marca pouco confiável.

Isso gerou desconforto entre as partes, pois o público criticou muito a campanha, depois o cantor declarou que não era vegetariano, mas que optou por não comer carne vermelha, e por orientação médica ia voltar. Este desgaste foi uma das razões do fim do relacionamento.

Outro fator que pode gerar rompimento de uma marca com a personalidade é quando a mesma é associada a um casal, situação em que não há garantia de que a relação destes não pode azedar.  É o caso de Grazi Massafera e Cauã Reymond. Foram considerados um exemplo de casal, e a marca BelVita criou uma campanha que associa a vida dinâmica do casal e, após a separação, a série não pôde ser continuada.

Uma pena para os fãs. A BelVita, no entanto, conseguiu contornar a situação ao realizar uma última campanha com a própria Grazi, onde ela reforça que não precisa de mais nada em seu café da manhã;

Podemos citar outros exemplos de empresas que associam suas marcas a casais, como a Tim com o antigo casal Ronaldo Fenômeno e Daniella Cicarelli, a Claro e o casal Neymar e Bruna Marquezine, nestes casos uma das partes perde o contrato publicitário.
Outros caso comuns são atletas que perdem patrocínios após lesões, acidentes e por mal comportamento. Pode-se citar Anderson Silva, o Spider e Michael Schumacher, este ultimo, que sofreu um grave acidente há um ano, e sua família já foi sinalizada da finalização de contratos de marcas com o heptacampeão da Formula 1. Outras marcas que patrocinam o atleta, ainda se preocupam com a não continuidade do contrato e que suas imagens sejam manchadas, e principalmente na falta de retorno do investimento na celebridade. Outro exemplo é o do Tiger Woods, que perdeu diversos patrocinadores após os escândalos sexuais e de traições do atleta ocorridos em 2009.
O fato é que as marcas querem conquistar seus seguidores e clientes por meio de uma imagem adequada aos seus propósitos, e se elas se utilizam de personalidades para reforçar esta imagem deve ser cuidadosas ao escolher. Todos estão sujeitos a situações desagradáveis, imprevistos… mas criar um relacionamento honesto com a sua proposta, sem criar a fantasia de casais perfeitos, de pessoas perfeitas é importante para gerar mais credibilidade e confiança no relacionamento que realmente interessa: marca e cliente!
Existem outros exemplos de associação entre marca e personalidade que podem ocorrer, e que estão além do controle da marca. Por exemplo, lembram-se quando o Luciano Huck, garoto propaganda da Tim, postou no Facebook um print da tela do celular dele em que aparecia a Vivo? É um caso em que em tese tudo está certo, mas foi uma falha imprevista pela marca e que não deveria acontecer.
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Há tantos outros exemplos, mas o fato é que as marcas querem conquistar seus seguidores e clientes por meio de uma imagem adequada aos seus propósitos, e se elas se utilizam de personalidades para reforçar esta imagem deve ser cuidadosas ao escolher. Todos estão sujeitos a situações desagradáveis, imprevistos… mas criar um relacionamento honesto com a sua proposta, sem criar a fantasia de casais perfeitos, de pessoas perfeitas é importante para gerar mais credibilidade e confiança no relacionamento que realmente interessa: marca e cliente!

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Sonhos e projetos são fatores que nos impulsionam a caminhar e a buscar novas possibilidades de realização pessoal e profissional. Quando estamos entusiasmados com algo buscamos fazer com que essa sensação não acabe, portanto alimentamos esses sonhos e trabalhamos em cima desses projetos  visando a sua realização. No entanto para a realização destes necessitamos nos esforçar, nos dedicar e transpirar.

Em um artigo recente que escrevi eu abordei a questão do “brilho nos olhos”, neste me propus a refletir sobre quando este brilho se apaga e precisamos dizer “Adeus”. Acreditar em algo que tem tudo para dar certo é tão fascinante e estimulador, mas quando tudo isso deixa de encantar, empurramos com a barriga ou simplesmente deixamos de lado… uma obra inacabada.

O que me parece é que a falta de entendimento entre os envolvidos no processo de realização e ainda, a não atenção ao que acontece com o tal projeto bacana, podem contribuir para que se torne secundário, desinteressante e chato. Onde está o brilho nos olhos? E a Paixão? E a empolgação inicial? Tudo se acabou sem antes transpirar e se comprometer?

Há pequenos empreendimentos e projetos que se finalizam logo no seu início por falta de preparo, planejamento e visão de negócio. Outros terminam pelo simples fato de não haver mais ânimo de continuar, pois como nem tudo é perfeito como no início, é preferível deixar para lá.

Imagino se Steve Jobs tivesse deixado tudo para lá…

Casamentos se acabam pois os casais não estão preparados ou dispostos a enfrentar as adversidades que ocorrem ao longo da vida, sejam elas pessoais, profissionais, financeiros… enfim é mais fácil deixar.

Pensar nisto é também pensar em Marketing e Branding!

Marcas que foram deixadas para lá não foram conhecidas e não chegaram ao sucesso.

Buscando histórias de sucesso, vem aos montes na minha cabeça, lembro de empreendedores entusiasmados e dedicados. Transpiravam seus valores, respiravam seus negócios e disseminavam seu propósito.

Luiza Helena, Romero Rodrigues, Alexandre Costa, Samuel Klein, Comandante Rolin… Dentre tantos outros que fizeram histórias e outros que farão… mas isso só acontecerá se não for deixado para lá.

Não quero dizer Adeus! Não quero desistir deste sonho… devo caminhar e persistir!

Dificuldades são diversas e elas surgirão, sem dúvida, mas para se fazer história é necessário coragem e persistência. Não desistir!

Como disse Steve Jobs: “Cada sonho que você deixa pra trás, é um pedaço do seu futuro que deixa de existir”.

Um novo projeto, um novo ano, um novo emprego e novas perspectivas… a dedicação e transpiração são necessárias, as dificuldades também! Então… tenha PERSEVERANÇA e busque aquele projeto que ficou parado, mas ainda há carinho por ele e faça acontecer.

Conheça um pouco das histórias de empreendedores que fazem, fizeram ou farão história…você não quer fazer parte deste grupo?

 

Consultas:

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-historias-de-empreendedores-brasileiros-de-sucesso

http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/06/8-adolescentes-que-ja-sao-empreendedores-de-sucesso.html

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Você já ouviu falar em Calendários do Advento ou Advent Calendars?

O Calendário do Advento é uma contagem regressiva para o dia de Natal que teve origem pelos Luteranos Alemães no começo do século XIX, com o passar do tempo virou tradição em toda Europa.

São produzidos em diversos formatos e as datas não precisam estar em ordem, pelo contrário, é mais divertido quando estão embaralhadas para as crianças procurarem o dia correto, pois em cada data há uma portinha a ser aberta e dentro encontra-se um lindo presentinho. Tradicionalmente, os calendários são produzidos para as crianças entrarem no clima de Natal e as surpresas são doces ou chocolates, porém diversas marcas, desde cosméticos até bebidas estão entrando na onda para atrair o público adulto.

Confira abaixo alguns exemplos de Advent Calendars.

Benefit Cosmetics (Link para o site)

Benefit-Cosmetics

 

Chocolates Lindt (Link para o site)

lindt

Drinks by The Dram (Link para o site)

Whisky-Advent
Aplicativo Milka

Ano passado a Milka já trouxe o calendário para o mundo digital. Ao comprar o calendário físico o usuário ganha em cada presentinho um código para debloquear novos conteúdos para IOS ou Android App. Confira o vídeo.

Demorou para as marcas brasileiras começarem a fazer por aqui, não acha? Eu compraria com certeza!

Fonte: http://www.creativebloq.com/design/24-advent-calendar-designs-11121296

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No dia 27 de novembro a equipe do InfoBranding participou do lançamento dos livros “Marketing e Gestão Comercial” e “Gestão de Recursos Humanos” organizados pelas InfoBranders Leila Rabello e Marcia Auriani. Os livros fazem parte da coleção Inovação & Negócios da BSP – Business School São Paulo, um projeto que tem como objetivo divulgar os trabalhos dos alunos de Master e MBA que se destacaram.

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O lançamento começou com a palestra de José León, vice-presidente de Maxxi Cash&Carry – Walmart Brasil, que apresentou as tendências de marketing para 2015. De forma clara e objetiva, León abordou alguns pontos considerando um mercado cada vez mais dinâmico, dominado pelo avanço tecnológico e que tem exigido maior transparência, ética e integridade nos negócios.

Ainda acrescentou que o marketing deve ter o foco nas pessoas e na forma como elas lidam com a tecnologia, destacando pontos como sustentabilidade, conveniência, informação, bem-estar, saúde e economia (maiores lucros).

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Em seguida Gilberto Guimarães, colunista de carreiras do jornal Valor Econômico, ministrou a palestra de tendências na área de recursos humanos. De maneira descontraída, Guimarães informou que o grande diferencial das empresas está na boa gestão do conhecimento das pessoas.

Hoje, o líder (diferente do chefe) deve agir como um maestro, que tem e transmite a visão da empresa para que todos façam o que deve ser feito, ele precisa mobilizar a equipe.

Por fim, Guimarães comunicou a importância das pessoas encontrarem um propósito profundo naquilo que fazem, a sua vocação, pois o engajamento com o trabalho promove efeitos positivos nos resultados e na produtividade.

Parabéns aos autores por esta conquista e, em especial, a Leila Rabello e Marcia Auriani, as nossas InfoBranders!

Por Amanda Higa, Denise Cavalcanti e Kdu Munis

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A comunicação é algo que está intrínseco nos animais, cada um se comunica de uma forma, alguns animais utilizam rugido, outros gestos, outros utilizam de expressões e odores, alguns até escrevem e falam… interessante isso, pois os animais buscam maneiras de entender e de se fazer entendido, de expressar ideias, opiniões, necessidades e vontades. Todos desejam ser satisfeitos. No entanto, não é possível agradar a todos.

Refletindo sobre o bicho homem, temos o Marketing que desempenha papel fundamental neste processo de oferecer algo que atenda as necessidades das pessoas, reforçando isso, busco Kotler (2000) que diz: “… o marketing lida com a identificação e o atendimento das necessidades humanas e sociais… é atender a necessidades de maneira lucrativa”. Sendo assim os profissionais de marketing devem reconhecer (para alguns autores, despertar) as necessidades e desejos nas pessoas e criar meios para atendê-las. E saber se comunicar para entender a atender as necessidades das pessoas é fundamental.

Veja o processo básico de comunicação retirado de uma das edições do livro do Kotler (2000):

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Existe basicamente um emissor, uma mensagem e um receptor, e no processo de comunicação há o código, a decodificação, um feedback e uma resposta… e durante todo o processo pode ter ruídos que farão a mensagem ser entendida ou não. Situação simples quando falamos de comunicação com consumidores que possuem diversas ferramentas e plataformas para se comunicar, desde tecnológicas às naturais.

O que chamo de naturais? Ai que chamo a atenção dos leitores… Pessoas que podem e tem a habilidade de falar bem, escrever com clareza e se expressar de maneira que as empresas consigam entender, tem maiores possibilidades de ser atendidas, e as demais que possuem limitações, como por exemplo um surdo? O que as empresas oferecem para atender suas necessidades?

Observo que muitas campanhas possuem elementos que buscam explorar os sentidos, com imagens, som, frases impactantes, mas não sei até que ponto atendem todas as pessoas, pois, muitas das sensações são aguçadas pela audição e resgatando o meu exemplo, o surdo não tem essa habilidade e vejo que não é explorado, ou melhor atendido. E um portador de deficiência visual, será que é melhor atendido? Com a audição ele poder ter melhores experiências com as marcas? A reflexão é importante, uma vez que as empresas têm por objetivo atender as pessoas e que isso lhe gere rentabilidade, será que é rentável?

Acredito que muitas empresas utilizam interpretes para transmitir suas mensagens, e propósitos para assim poder ser mais inclusiva dentro de diversos processos e diminuir essa barreira na comunicação. Há aplicativos e tradutores para sites que permitem a tradução de palavras para Libras, o que ajuda no conhecimento de campanhas e serviços. No entanto, de maneira geral, observo que a comunicação e o marketing ainda não incluem todos os públicos.

Sem a pretensão de fazer qualquer tipo de propaganda, o serviço abaixo busca oferecer soluções para reduzir essa barreira na comunicação, que é bastante interessante no que diz respeito à inclusão, em outras palavras, há um desejo da sociedade e das empresas em poder oferecer o melhor (assim quero acreditar).

Uma empresa mais inclusiva não é somente aquela que contrata e respeita a diversidade dentro dela, respeitando uma cota para pessoas com necessidades especiais, outra para gêneros e raças, com funcionários diferentes, com respeito as suas limitações. Uma empresa também é inclusiva quando ela acolhe também um consumidor com características específicas e especiais. Quando em suas campanhas ela insere um tradutor ou uma legenda para o surdo entender a experiência e a proposta da marca, por exemplo.

Por outro lado, não justifica, mas pode explicar como uma empresa pode ser inclusiva em suas comunicações se as famílias e a sociedade não são tão inclusivas assim? Conversando com uma amiga, que trabalha com educação especial, que disse que o maior desafio do surdo (resgatando mais uma vez meu exemplo) é a família, que muitas vezes não dá oportunidade a ele de se desenvolver. Muitas vezes o surdo não é alfabetizado, o que dificulta qualquer organização fazer algo mais inclusivo e global.

Desta maneira o relacionamento da marca com o público não é algo simples. O desafio em atender diferentes grupos é crescente e as necessidades da sociedade são grandes. Cabe ao gestor de marca refletir suas ações para engajar não somente muitas pessoas, mas diversos públicos, para que a marca e a empresa sejam inclusivas em diversos ambitos, não somente nas exigências legais, mas sim como valor genuíno.

REFERÊNCIAS

Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos de São Paulo. Disponível em http://www.feneissp.org.br/

KOTLER, Philip. Administração de Marketing: a edição do novo milênio. São Paulo: Prentice Hall, 2000.

União dos cegos do Brasil. Disponível em http://uniaodoscegosnobrasil.org.br/ledores.htm

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Captura de Tela 2014-06-13 às 14.17.14Para quem ama e acredita que o Marketing de Conteúdo é atualmente a estratégia mais forte e efetiva para uma marca se promover e atrair seu público, este e-book é dos deuses.

Como sabemos, dentro das estratégias da gestão de marcas, o conteúdo é um grande aliado, pois envolve, estreita a relação e faz com que o consumidor (ou potencial cliente) se aproxime da marca. O trabalho para engajar e envolver é ainda mais fácil quando trabalhamos com profundidade e por isso um bom conteúdo é primordial.

Curtiu? Baixe o conteúdo aqui! Aprenda com quem já faz o marketing de conteúdo com excelência.

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LIVRO-Brandwashed-O-Lado-Oculto-do-MarketingNesta obra o autor descreve como os consumidores são seduzidos pelos sentidos e o que o marketing conhece sobre o ser humano.  Expõe abertamente os truques psicológicos que são geralmente utilizados pelas grandes empresas para aumentar as vendas.  Conta segredos dos bastidores do marketing e da publicidade. Revela as artimanhas e truques que as empresas e os marqueteiros  usam para que se consuma e gaste muito dinheiro. Descreve, sabiamente, a lógica do consumo.

Martin Lindstrom é um dos mais respeitados consultores de marcas do universo corporativo,   eleito pela revista Time uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, foi consultor de empresas como McDonald’s, Nestlé e Microsoft. Considerado um dos maiores gurus do branding e do marketing.

É autor de outros três  livros, publicados em mais de 30 países :

–  Brand Sense:  os segredos sensoriais que nos levam a comprar (2013)
–  Buy-ology: a ciência do neuromarketing (2009)
–  Brand Sense:  build powerful brands through touch, taste, smell, sight, and sound ( 2005)

A obra:
LINDSTROM, Martin.  Brandwashed: o mundo oculto do marketing.  São Paulo : HSM, 2013. 344 p.

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