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Apresentamos o infográfico que faz parte dos artigos Exercício de Reflexão Musical e Exercício de Reflexão Musical – Parte II, publicados aqui no portal.

Estamos fazendo esse estudo pois acreditamos na importância da música no ambiente de trabalho, como uma das ferramentas na gestão de uma marca e para uma vida saudável e criativa!

Através da música você expressa seus sentimentos, ela conta histórias que se tornam eternas, “nobody knows it but you’ve got a secret smile and you use it only for me”, esse trecho da canção do  Semisonic, por exemplo, explica um relacionamento afetivo interpessoal.

Ela motiva, inspira… Essa arte define momentos, ajuda sua marca  alavancar as vendas e ser lembrada, ou ninguém se recorda da campanha motivacional da Nike com a música All These Things That I’ve Done do The Killes? “I got a soul, but i’m not a soldier”!!!

Enfim, “a música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição”, já dizia Aristóteles.

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amandinhaAmanda Higa é designer e especialista em branding com experiência em criação e design no mercado farmacêutico de dermo e nutricosméticos, trabalhando com foco em autoestima, saúde e bem-estar. Cofundadora e colunista do InfoBranding, formada em Design Gráfico pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e pós-graduada em Gestão de Marcas e Branding pela Business School São Paulo. Coautora do livro” Do boteco ao escritório: Práticas de gestão de marcas”. Pesquisadora e apaixonada por temas em Design Thinking, Emotional & Personal Branding, possui o olhar voltado ao ser humano e a projetos relacionados à qualidade de vida, encantamento de marca e serviços.
Felipe Versati, um paulistano, taurino, publicitário, pós-graduado em branding pela Business School São Paulo. Atualmente coordenador de marketing na Associação Cruz Verde, com experiência na Associação Comunitária Monte Azul e na AACD – Associação de Assistência à Criança Deficiente. Seu propósito sempre foi exercer a profissão no terceiro setor. Coautor do livro” Do boteco ao escritório: Práticas de gestão de marcas”. Envolvido com trabalho voluntário e engajamento social, além de ser um apaixonado por literatura (Edgar Allan Poe), futebol americano (Go Giants), Os Simpsons e rock ‘n’ roll.
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Para realizar esta reflexão comecei buscando o significado de música pela web e o curioso foi que colocando somente o termo “música” eu encontrava sites diversos que me levam a experiência da música e não ao conceito. Achei interessante, pois a música é experiência! Envolve acordes, sons, ritmos o que remete à experimentar.

E pensando do ponto de vista do Marketing e Branding veio a minha mente algumas experiências musicais que vivi e que ficaram registradas em minha cabeça, e então…

Não adianta bater, eu não deixo você entrar. As Casas…

O tempo passa, o tempo voa e a Poupança…

Pipoca na panela, começa a arrebentar, pipoca com sal, que sede que dá…

Quero ver você não chorar, não olhar pra trás…

Creio que a maioria de vocês não conseguiu ler simplesmente as frases.

Certamente cantarolaram elas e ainda, estão com uma delas na memória neste momento. É este o objetivo! Ficar na mente das pessoas e fortalecer a marca por meio dos seus atributos e da melodia.

Quatro frases que nos remetem a lembranças, a situações e a marcas que atuam fortes no mercado e a outras que já se foram.

Estas frases isoladas não dizem tanto sobre as suas marcas, mas acompanhadas pelas melodias conseguem expressar a identidades da marca, se não integralmente, mas em conjunto com outros elementos da marca.

O jingle, assim chamado este elemento, é utilizado em diversas áreas, no qual o objetivo é fixar e intensificar uma mensagem na cabeça das pessoas.

Muitas marcas, as grandes marcas conseguiram gravar  a sua proposta e sua identidade por meio dos jingles, imagine você em um dia de frio? Eu penso em chocolate quente, em frente a TV e debaixo de cobertas, consigo pensar em um jingle: das Casas Pernambucanas, que ouvi quando era criança e hoje associo aos dias frios. (Ps.: A campanha é da década de 60, mas eu não sou tão velha assim, rsrs). Mas mesmo a Casas Pernambucanas, além deste jingle específico, ela tem outro focado na marca e no propósito da organização.
http://youtu.be/jRMaExOPoa0

Outra situação que pensei é… pipoca! “Qual é a música?”

Estes exemplos deixam registradas situações onde a marca estará presente em sua vida, falando um pouco sobre si. Mas há algumas que não precisam escrever ou dizer uma só palavra para que o público a identifique e com isso faça a associação ao propósito da marca e ao produto/serviço. A Intel é um exemplo disto.

O Itaú em uma campanha não se identificou, usando a sua bolacha azul de praxe, mas usou sua trilha sonora e uma narração, sem dizer a marca, claro que a cor ajudou, mas a melodia se tornou característica da marca.

Por outro lado, há produções que não são próprias de determinadas marcas, e os jingles não são criados especialmente para a situação. Existem casos felizes de música com reconhecimento nacional que se tornaram elementos de algumas marcas, como as marcas Faber Castell e o Chambinho (desde a década de 80). Ambas utilizam da música popular brasileira, respectivamente, “Aquarela” de Toquinho e Vinícius de Moraes, e “Carinhoso” de Pixinguinha, esta última continuou sendo usada pela Nestlé em algumas campanhas. Músicas consagradas, que caracterizam marcas e certamente registram a identidade e história de cada uma delas.

E ainda, há músicas que se tornam marcas de momentos, como “Alegria, Alegria” de Caetano Veloso, “Para não dizer que não falei de flores” de Geraldo Vandré, no período da ditadura… ok ok estou “velha”, mas olha que engraçado, a Fiat em uma campanha para a Copa, teve sua música associada aos protestos que ocorreram em todo o país em 2013.

Ou seja, somos ritmados e musicais, estamos envolvidos com essa arte a todo momento, até assistindo um filme, como por exemplo,  “2001 – Uma Odisseia no Espaço”, lembram da música? E “Dirty Dancing”?

Quentin Tarantino tem como uma das marcas de seus filmes a música. Se recordam de Kill Bill? Pulp Fiction? Entre tantas outras trilhas, a música é elemento fundamental para lembrança de momentos e das marcas na mente de cada pessoa.

Sábias as organizações e marcas que conseguiram desenvolver bem este elemento, encontrando desta maneira mais um caminho de contato com o público, afinal “o tempo passa, o tempo voa e as marcas das empresas querem ficar numa boa”…

Esse artigo é continuação do estudo feito pelo meu amigo Felipe Versati no Exercício de Reflexão Musical – Parte I, se você não viu, clique no link para conferir.

Exemplos de campanhas que vale a pena lembrar e/ou conhecer:

 jonhson & Jonhson: http://www.youtube.com/watch?v=1Dv0xVQchbc

Parmalat: http://www.youtube.com/watch?v=tL-LJdX9Ur8

Bamerindus: http://www.youtube.com/watch?v=KIPsc-1xq3Y

Faber Castell: http://www.youtube.com/watch?v=LP55uXmyN7A

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Ok, esse é um portal sobre branding, marketing, design, mas sem música nada disso importa.music

Provavelmente surgirão algumas estratégias de branding no texto, entretanto o foco será a música, a arte de combinar harmoniosamente os sons.

Começo com um conselho, dentre minhas experiências profissionais, acadêmicas, textos publicados até então, tudo que fiz até aqui, música sempre foi o meu segredo, a palavra-chave, fonte inspiradora, ponto de equilíbrio, o remédio, meu vício.

“Sem a música, a vida seria um erro.” Friedrich Nietzche

Seja qual for o estilo musical, escolha os seus e viva por música, acredite, ela faz a diferença e leva ao êxito aqueles que sabem usá-la.

Preste atenção nos filmes, os grandes clássicos do cinema, todos eles são compostos por uma belíssima trilha sonora, por exemplo, The Godfather de Nino Rota composta para um dos maiores longas que já foi gravado, O Poderoso Chefão (The Godfather); Outra trilha de sucesso que casou perfeitamente com o enredo da história é My Girl do The Temptations para a obra Meu Primeiro Amor (My Girl); Para mencionar outro, aproveito o elogiado e considerado dos melhores filmes de 2013, A Vida Secreta de Walter Mitty (The Secret Life of Walter Mitty), a história já é excelente e para completar Space Oddity de David Bowie, perfeito!

“A música é o verbo do futuro.” Victor Hugo

Música é uma arte inexplicavelmente  maravilhosa, me lembro muito bem de Beethoven tocando pelas ruas de São Paulo, para ser mais preciso Für Elise (Para Elise) que acompanha os caminhões de gás nos bairros da cidade, sempre que ouço me lembro da marca Ultragaz.

Música é estratégia? Mas é claro!

Pode ser parte da marca, estratégia de comunicação, é só reparar, muitos pontos de venda já trabalham muito bem a música no ambiente, lojas de roupa com música Pop, Rock ou Eletrônica, as Casas Bahia, por exemplo, toca bastante Forró e as músicas que são sucesso na novela, pois são canções e ritmos que conversam com o público da marca; quem já entrou numa loja da Chilli Beans sabe que as músicas que lá tocam casam perfeitamente com o propósito da organização.

Se usada bem, se torna perfeita nos filmes publicitários, nunca me esqueço de uma propaganda da Faber-Castell onde o filme ilustrava a canção Aquarela (Toquinho) e a música dando forma para a campanha, antigamente inúmeros jingles faziam sucesso e eram cantarolados pelo país.

A Coca-Cola é uma marca que sabe utilizar essa arte muito bem, abaixo um dos comerciais da marca, a canção é Whatever do Oasis, além da sincronia música e filme, preste a atenção na assinatura sonora da marca no final do vídeo.

Assinatura sonora é outra estratégia que utiliza da música uma forma de perceber a marca, além da Coca-Cola, a Intel também criou uma muito interessante, que fixa na cabeça.

Música é tão importante que cada nação tem uma, os chamados hinos nacionais, até clube tem hino, além das canções das torcidas para embalar os times, fazê-los jogarem por música.

Ela cria mitos e lendas, como por exemplo, Elvis não morreu, a maldição dos 27 anos, entre outras; Ela transforma pessoas em gênios, Tchaikovsky, Chopin, Jobim, Lennon, Marley, Waters, Cobain, Mercury (Freddie) e muitos outros…
… Ela tem o seu próprio reinado, Michael Jackson e Madonna, Sinatra, Presley, Roberto Carlos.

A música conta histórias ou você não conhece o tal João de Santo Cristo? Fala de amor, algumas de ódio, outras de um bom lugar pra ler um livro, muitas sobre o quão maravilhoso é o mundo… Enfim, ela é assim, capaz de mudar o planeta, as nações, as pessoas, as marcas. Sinceramente, o segredo é a música!

“A vida é como a música. Deve ser composta de ouvido, com sensibilidade e intuição, nunca por normas rígidas.” Samuel Butler

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