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A empatia é uma palavra bastante falada e não importa onde você esteja, não é raro ouvir: você precisa ser empático.

Por muito tempo, a empatia foi explicada como sendo a arte se colocar no lugar do outro, porém, ela vai muito além.

Mas, você sabe o que é empatia?

Costumo dizer que a empatia não é se colocar no lugar do outro, até porque você não pode ser a outra pessoa. Mas, isso não quer dizer que você não deva tentar entender como o outro pensa, ouvindo o que ele tem a dizer e sendo curiosa em aprender, sem fazer julgamentos.

A empatia é uma maneira de ampliar os seus limites e criar conexões. É conhecer o próximo, vivenciar as mesmas experiências e descobrir pontos em comum. Assim, você compreenderá os sentimentos de quem está próximo e orientará melhor as suas ações.

Como a empatia pode contribuir para a sua marca pessoal?

Agora, quando ouvir falar de empatia saberá que ela tem um significado muito mais amplo do que apenas se colocar no lugar do outro e, isso pode ajudar muito com a sua marca pessoal.

Os cientistas dizem que criamos empatia principalmente nos primeiros meses de vida, mas que ela está sendo desenvolvida a todo o momento. E fazer com que ela seja sempre nutrida ajuda você a se aproximar das pessoas, fazer com que elas se identifiquem com você de alguma forma e se torne uma referência. Eu sempre pratiquei empatia, desde bem pequena, vejo o quanto isso contribuiu positivamente para minha carreira.

Você conhece alguém que possui uma marca pessoal forte e que não é empática? Provavelmente não, e posso dizer isso pela minha experiência e observando que quanto mais empática eu sou, mais minha marca pessoal se torna mais forte.

Por isso, faça um teste! Faça da empatia um hábito e veja as mudanças que começaram a acontecer na sua vida.

Dicas para ser mais empática no seu dia a dia

Aprenda sobre pessoas desconhecidas

Conversar com as pessoas na fila, no ônibus ou em outros lugares improváveis, nada mais é do que alimentar a sua curiosidade pelo outro. Ao fazer isso se consegue uma aproximação, mas, para que haja a empatia é preciso respeitar.

Mais, do que ouvir você deve ser neutro, não julgue a opinião ou pensamento do outro, faça com que esse bate papo seja agradável. Sempre que possível converse com desconhecidos, eu acho muito bom poder conhecer pessoas nos lugares menos prováveis.

Descubra pontos em comum

Um grande erro que cometemos é olhar para as pessoas e querermos julgar, sem nem ao menos conhecer. Já pensou que em vez de fazer isso você poder ser mais empática, quebrando esse pré-conceito e tentando achar pontos em comum?

Vivencie a sua empatia

Se você realmente quer entender o outro, se colocando no lugar dele, que tal fazer as mesmas coisas? A empatia experimental consiste em compreender o outro de uma maneira prática.

Você pode fazer isso de diversas maneiras como, frequentando a igreja do outro, praticando um esporte radical que ele goste ou simplesmente indo a um restaurante que ele costuma frequentar.

Saiba ouvir e compartilhar

Se realmente quiser ser empática e entender o outro, antes de tudo aprenda a ouvir. Tudo o que for dito você deve prestar atenção e tentar entender o que a outra pessoa está sentindo. Porém, não fique somente como um ouvinte, demonstre os seus sentimentos e compartilhe as experiências.  

Lembre-se que a empatia só ocorre se ela for uma via de mão dupla, por isso, a importância de ouvir para entender o outro e trocar experiência.

Pratique a empatia em massa

Se está trabalhando a sua marca pessoal essa é uma dica fundamental. Já pensou que você pode ser empática com um grupo grande e não apenas com um indivíduo?

Se você busca entender a sua audiência e troca experiências com ela, pode ser empática com um grande grupo e promover mudanças sociais. Já parou para pensar no poder das redes sociais e o impacto que tem sobre as pessoas?

Tenha empatia com seus “inimigos”

Quando uso a palavra “inimigos” nesse caso, quero me referir a quem pensa diferente você. Pode ser uma colega de trabalho que nunca concorda com as suas ideias, uma empresa concorrente ou até mesmo uma vizinha.

Se você criar empatia conseguirá entender os motivos que a levaram a ser tão diferente de você e poderá entendê-la melhor. Dessa forma, se cria uma maneira de aproximação e de empatia. Se conseguir fazer isso, terá um inimigo a menos e fortalecerá a sua marca pessoal.


Jac Lopes: Especialista em Branding de produtos e de pessoas. Expert Top2YOU. Palestrante do tema: Sua Marca é Você! Carioca, marqueteira, mãe de um único filho e seu maior orgulho o Rafael. Curiosa e muito agregadora, amante de novas culturas e da inovação. Conhece o Brasil como ninguém, por dentro, pelas pessoas, já morou em 19 estados diferentes, de Norte a Sul do país.

Executiva com profundo conhecimento do varejo nacional e da cultura brasileira, morando em todas as regiões, desde o Sul ao Extremo Norte do país. “Posso afirmar poucos conhecem o Brasil sua gente e sua diversidade como eu conheço”.

Com grande talento para o networking tem experiência profissional em diversos segmentos como: farmacêutico, shopping center, moda, educação, franquias e serviços.

A habilidade para o capital relacional adquirido ao longo da carreira profissional fez com que mudasse 9 vezes de empresas em segmentos bem diferentes.

Especialista   em marketing tem cases de sucesso em branding no segmento farmacêutico com a NEOSALDINA, sabe aquele sorriso da Neosa? Aquele branding sensacional que está no produto até hoje? Nasceu em 1997 com uma equipe fantástica e a agência Artplan. Foi com esse primeiro case premiado, que o branding se tornou algo muito prazeroso.

Outros cases de sucesso em outros segmentos de mercado foram, por exemplo, a mudança da marca do Spoleto, rede de franquias de alimentação brasileira. Refazendo todo o branding da rede nasceu a frigideira como símbolo trazendo mais design e mais modernidade. No branding do Beleza Natural, maior rede de salões de beleza para mulheres negras e cacheadas no Brasil, os cachos tornaram-se referência para apresentar o design vibrante da marca.

Mestre em Gestão Empresarial pela EBAPE – FGV RJ, pós-graduada em Marketing pela ESPM e MBA pelo IBMEC é formada em Farmácia pela UFRJ – RJ.

Na área acadêmica é professora dos cursos de Pós-Graduação Online e presencial da FGV.

Muitas histórias de sucesso, muitos desafios, alguns bons fracassos, que levaram a bons aprendizados, muitos amigos e uma certeza:  você sempre pode fazer diferente e a diferença onde estiver.

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Personal Branding é a sua promessa.

E esse simples fato faz com que muitos prefiram continuar onde estão. Prometer é assustador.

Alguns admitem que é algo que sai muito de suas zonas de conforto. Outros dizem que não é a prioridade para o momento. Quaisquer que sejam as justificativas, sempre encontro alguns motivos em comum, não tão óbvios para nós mesmos por vezes, por trás dos discursos:

1) Não quero me expor nas redes sociais: Essa é uma preocupação frequente. E sim, a exposição online tem suas vantagens e desvantagens e atrai mais a uns do que outros.

Entretanto, a exposição online não é requisito e como já mencionei antes, não é sinônimo de um trabalho de gestão da sua marca pessoal. A sua marca é a sua promessa para o mercado (ou para o mundo) e o marketing é a forma como você comunica essa promessa. E a sua comunicação pode ou não ser online.

O que tenho percebido é uma certa ansiedade por parte de empreendedores/profissionais ao sentirem que precisam estar online para terem sucesso. Ao menos que você tenha como o objetivo alcançar o mercado de massa, esse não é um pré requisito. Além disso, a exposição online não necessariamente envolve você, suas selfies e frases de motivação. A sua opinião por meio de um artigo, o seu conhecimento compartilhado por podcasts ou a sua história por meio de registro do que está ao seu redor, pode ser uma alternativa para aqueles que não se sentem atraídos pela câmera. Mas novamente, a estratégia online não é um ultimato. O show ainda só acontece por causa dos bastidores.

Nota: Atualmente eu acho difícil não estar online. Isso porque o nosso comportamento de consumo envolve invariavelmente o meio digital e você também é procurado, validado e encontrado (ou não) de maneira online. Então em vez de evitar a todo custo, você provavelmente consegue se adaptar à demanda de alguma forma que seja mais confortável e sutil para você.

2) Não sou a favor de transformar uma pessoa em uma embalagem: O Personal Branding não é um trabalho de criação de uma marca e, sim, da descoberta e da conexão dela com os seus objetivos. É a expressão de forma autêntica, profunda dos seus valores, propósito e contribuição, suportados por nada mais nada menos que a ação/execução (fator indispensável).

Ou seja, esqueça a ideia de que é apenas uma maquiagem ou a valorização de algo não relevante ou credível. Pelo contrário. Eu trabalho com empreendedores e pessoas capacitadíssimas em suas áreas, genuínos e autênticos, mas que precisam entender melhor como seu posicionam e se comunicam para o mercado, para terem mais foco, tempo, energia e direção para colocarem o pé no acelerador e então atrairem mais oportunidades. E trabalhar apenas a imagem não é a resposta.

3) Não é o momento certo, porque estou em fase de transição

A sua promessa de contribuição para o outro não é uma fase. A forma como você a está entregando, sim. E sempre será. Mudaremos de trabalho, projeto, área e posição diversas vezes. E cada vez mais rápido. E esse é o novo padrão da mundo do trabalho. Trabalhar na gestão da sua marca fará com que essas mudanças sejam mais fluidas e estratégicas, já que você estará carregando com você a sua identidade, reputação e a sua visão, que te darão a solidez necessária para você se sentir cada vez mais seguro com as incertezas das transições.

4) Eu não gosto de me autopromover

Aqui são duas as considerações:

Todos nós nos autopromovemos de alguma forma, seja ao conquistar o seu business partner, o seu investidor, o seu chefe em uma entrevista de emprego ou um cliente na sua primeira venda. A forma como você o faz demonstra a sua intenção, que pode ser genuína ou prepotente e é ela que vai determinar a reação do outro a você.

Mas o que quero destacar é o segundo ponto: Quanto mais relevante a sua marca pessoal, menor a necessidade de se autopromover. Como disse Bezos uma vez: Branding é o que os outros falam de você quando não está presente.

5) Eu acredito que o que faz a diferença é a ação, a execução e não apenas falar e fazer promessas

Eu também. E é por isso que a gestão da sua marca pessoal envolve ambos, prometer (o que faz com que você aumente o compromisso com a entrega e estenda os seus limites e zona de conforto) e entregar (o que envolve ação, execução).

Nem sempre o mais esforçado é o que tem mais oportunidades. E nem sempre o que fala mais tem a melhor reputação. Você precisa dos dois.

Em geral, o grande fantasma e pergunta que passa pelas nossas cabeças e nos impede de seguir esse trabalho é: O que acontece se eu não tiver a capacidade de entregar? O que acontece se eu me expor e receber críticas? O que acontece se ninguém quiser o que eu ofereço?

O que faz a diferença é ir em frente.

Personal Branding é uma promessa. E a capacidade de você entregá-la ao outro, consistentemente.

E, acredite, entregar a sua promessa para o mundo é a melhor coisa que você pode fazer. Mesmo sendo assustador (sempre será).



Juliana-SaldanhaJuliana Saldanha
Estrategista em Personal Branding. Possui 5 anos de experiência em ativação de marcas, primeiro para empresas e projetos relacionados à inovação e agora para empreendedores, políticos, acadêmicos e influenciadores com desenvolvimento de metodologia própria. Fundadora do Techmall, aceleradora de startups de BH. Responsável pela ativação e expansão da ioasys do Brasil para Londres. www.julianasaldanha.com.br

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Em Imagem, um dos tópicos que comentamos é o de Sabotadores de Imagem. Sabotadores de Imagem são “deslizes” que podem desviar o foco do conteúdo da conversa para a Imagem, o que normalmente não é visto como algo positivo. A Imagem deve ser vista e utilizada sempre como uma ferramenta subliminar, algo de apoio ao assunto principal.

Não foi o que aconteceu durante a assinatura do contrato de Neymar. Apesar de muito ser comentado sobre as cifras milionárias do contrato do jogador, sua regata do Batman virou um assunto à parte e ganhou matéria precisa de Pedro Diniz  neste link.

Neste caso, porém, a escolha do que poderia ser um sabotador de imagem foi algo evidentemente intencional. As razões vão desde o fato de o jogador não necessitar respeitar o dresscode esperado de terno e gravata, numa demonstração de autoafirmação e poder, até efetivamente fazer parte de uma ação de marketing de alguma marca. Talvez hoje ainda não seja possível afirmar com certeza. Lembramos que dresscode é o estilo de vestimenta pedido ou esperado em determinada situação, seja ela um evento ou um escritório.

Vale atentar também para os casos de Mark Zuckerberg e Steve Jobs, citados na matéria. O aparente “descaso” com o dresscode na verdade é algo muito bem pensado e com certeza apenas aderido após anos de experiência, e que reverteu inclusive em criação de produtos que só aumentaram os ganhos de quem lançou esta tendência.

Não tente fazer isso em casa! Não respeitar o dresscode é uma das maiores queixas das empresas que nos contratam para treinamentos e palestras. Também optar por algo tão descontraído em uma entrevista de emprego é altamente arriscado, a menos que esteja se candidatando para setores e empresas mais informais.


Jaqueline Araujo e Silvia Beraldo são consultoras de imagem pessoal e corporativa há 10 anos e sócias na Olhar Estratégia de Imagem. Além de executarem processos individuais, ministram palestras e facilitam treinamentos para empresas como Bradesco, Carrefour, Sanofi, Novartis, Cisco, Mattos Filho, Net, dentre outras. Para mais informações e opções de contato, por favor acesse www.oeimagem.com.br

 


Quer aprender mais? No dia 23 de setembro temos a próxima edição da Oficina da Imagem e em breve lançaremos outro curso aberto – Dez Passos Para Uma Imagem Nota Dez!, em que passamos por todos os componentes para uma imagem cuidada e adequada as suas necessidades.

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Essa tem sido uma pergunta constante em minhas aulas, palestras e discussões, e entender essa diferença é importante para a carreira profissional. Branding pessoal é o mesmo que gestão da marca pessoal e tem por objetivo construir uma marca que se destaque no mercado. Já marketing pessoal vai ajudar a construir essa marca, definindo quais são as estratégias ideias para o sucesso profissional e pessoal.

Então já começo com a pergunta: “qual é o seu plano de marketing? Ou melhor, você tem um plano estratégico de marketing para construção da sua marca pessoal?

Marketing é a ciência que estuda as necessidades e desejos de uma determinada demanda no mercado, com o objetivo de oferecer produtos e serviços que os atendam.

As estratégias de marketing focam em otimizar as ofertas para que sejam o mais bem sucedidas possível em determinado mercado. Assim, estratégias de marketing bem planejadas alavancam o sucesso de produtos, serviços, empresas. Quanto mais consistente e alinhado com o mercado, maiores as chances de sucesso de um plano. Não basta apenas que o produto seja bom, ele precisa estar alinhado com as necessidades de mercado para ter sucesso.

Assim como no marketing de qualquer produto ou serviço no mercado, o marketing pessoal também precisa de estratégia. O seu principal produto é você, no entanto, uma grande parte dos profissionais passa a vida sem traçar um planejamento de carreira consciente e consistente buscando alcançar metas pessoais. Mesmo que você tenha um objetivo bem definido para a sua carreira profissional, sem um plano, ele tem poucas chances de se realizar.

O planejamento de marketing pessoal é equivalente a qualquer planejamento de marketing, aplicando-se a mesma metodologia ao produto “você”. Você conhece o seu ambiente? Mercado? Clientes? Concorrentes? Todo produto é composto de conteúdo (produto ou serviço em si), embalagem e marca. Você conhece bem o seu produto? Você tem marca pessoal? Como é a sua “embalagem”? Quais são as suas características principais?

Após analisarmos o ambiente e produto, precisamos avaliar as nossas competências e os cenários possíveis para podermos escolher as melhores estratégias de atuação. O instrumento que nos auxilia a fazer isso nos planos de marketing é a matriz SWOT (forças, fraquezas, ameaças e oportunidades) – ela é essencial para compreendermos o contexto estratégico do seu produto. Você sabe quais são as suas forças pessoais? E fraquezas? Você já fez uma análise de cenários avaliando ameaças e oportunidades? Qual é a sua situação? Como você pode usar as suas forças para aproveitar as oportunidades do mercado e se defender das ameaças? O que você pode fazer para amenizar as suas fraquezas?

Combinando-se o produto com o seu preço, praça e comunicação (promoção)obtemos as estratégias variadas para se alcançar objetivos distintos. Qual a melhor combinação de produto, preço, praça e promoção para você? Como você se apresenta? Qual é o seu conteúdo? Que plataformas você usa para se promover? Você tira proveito do ambiente digital?

Essas são apenas algumas das questões que precisam ser respondidas para traçar um plano de marketing pessoal. Desenvolver esse planejamento e cuidar da marca pessoal são ações essenciais, pois da mesma forma que os produtos e serviços produzidos e oferecidos por empresas podem ser lançados, substituídos ou descontinuados, o mesmo pode acontecer com você!

Lembre que você é o gestor nesse processo, portanto as estratégias de marketing pessoal bem feito fará a diferença na construção de uma marca pessoal diferenciada no mercado.

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Imagem é a forma como somos percebidos pelos outros. Nossa identidade e nossa essência são transmitidas através de sinais que compõem nossa comunicação não verbal, ou seja, tudo que comunicamos a nosso respeito que não envolva o mecanismo da fala. Você já parou para pensar que tipo de sinais tem emitido? Que mensagens tem passado sem que você mesmo perceba, seja através de seu gestual e comportamento, seu tom de voz, suas expressões faciais ou sua aparência?

Nossa aparência é parte relevante do pacote que afeta as impressões das pessoas a nosso respeito, sobretudo quando se encontra alguém pela primeira vez. Gostando ou não, a maior parcela da primeira impressão pode vir do impacto visual que causamos. Não seria esta uma ferramenta muito importante para ser deixada de lado, especialmente em ambientes corporativos? Em tempos de comoditização de profissionais, não seria a imagem um grande diferencial competitivo?

Ao contrário de nossa comunicação verbal, que tem princípio, meio e fim, a comunicação não verbal é intermitente, e, muitas vezes, invasiva e involuntária. Ela nos denuncia, podendo ajudar ou dificultar nosso esforço de venda.

A credibilidade, fator fundamental em ambiente corporativo, também encontra suporte em nossa própria imagem. Ela é o conjunto que você apresenta, do qual sua vestimenta faz parte e, de acordo com os conceitos da imagem, as pessoas sempre fazem algum tipo de declaração, eficaz ou deficiente, pela maneira como se vestem.

As pessoas relacionam-se conosco a partir da forma como nos percebem; mais do que isso: fazem negócios com quem elas confiam. Obviamente a confiança envolve valores como competência, reputação, entrega, dentre outros; mas nossa imagem exerce grande influência ao inspirar (ou não) confiança em nossos contatos e amigos.

O universo corporativo está cada vez mais informal e, embora os códigos de vestimenta nestes ambientes estejam mudando, existem algumas recomendações simples que podem fazer com que cada um encontre seu equilíbrio.

A imagem não deve ser a característica mais determinante, mas sim cumprir com louvor seu papel em nossa venda silenciosa, dando suporte aos nossos atos e afirmações. Quanto mais alta nossa posição ou aonde queremos chegar, maior deve ser a preocupação com nossa imagem.

Não permita que os outros o avaliem de forma diferente do que você é. Você tem o poder em suas mãos. Seja seu trabalho formal ou mais informal, para criar uma imagem de profissionalismo e sucesso, sua imagem pessoal deve ser coerente com a mensagem que seus outros atributos projetam.

Para gerenciar sua marca pessoal através de sua imagem:
  1. Conheça seu corpo e tudo que o favorece, desde modelos de roupas a melhores cores. Use peças adequadas ao seu tamanho, ou seja, nem muito justas, nem soltas;
  2. Minimalismo é uma palavra-chave nos dias atuais! Invista em qualidade, e não quantidade;
  3. Tenha algo marcante e torne isto parte de sua marca. Pode ser um relógio, um acessório, seus óculos, um corte de cabelo, algo que faça com que as pessoas vejam e imediatamente se lembrem de você;
  4. Esteja sempre adequado às situações. Se for convidado para um evento e tiver dúvidas, não hesite em perguntar o dress-code;
  5. O sorriso é seu principal acessório sempre!

Jaqueline Araujo e Silvia Beraldo são consultoras de imagem pessoal e corporativa há 10 anos e sócias na Olhar Estratégia de Imagem. Além de executarem processos individuais, ministram palestras e facilitam treinamentos para empresas como Bradesco, Carrefour, Sanofi, Novartis, Cisco, Mattos Filho, Net, dentre outras. Para mais informações e opções de contato, por favor acesse www.oeimagem.com.br

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Vivemos em um momento em que as marcas estão tentando agir como pessoas e as pessoas estão tentando se tornar marcas.

Basta olhar a enorme quantidade de Youtubers sendo tratados como “experts” ou “superstars”. Por outro lado, muitas empresas estão personificando suas marcas, humanizando-as a tal ponto que esta expressa até sentimentos.

Neste ponto, cria-se um paradoxo. As marcas corporativas não se encaixam bem na personalidade das pessoas – e as pessoas se sentem confinadas no posicionamento que criaram para si mesmas para serem reconhecidas.

Mas ambos buscam a mesma coisa: autenticidade.

Nesta busca, as marcas corporativas se utilizam do design, da publicidade e das mídias digitais para incorporar personalidade às suas marcas. A ideia era que as marcas poderiam se tornar grandes amigas de seus públicos.

Por outro lado, o consumidor tem livre acesso à informação e não acredita mais em tudo o que as marcas dizem. Seu próprio comportamento mudou ao longo dos anos, tornando-o mais ativo e consumindo produtos e serviços mais próximos do seu jeito de ser.

Para complicar ainda mais as coisas, a internet atingiu as marcas como um furacão, pois esta permitiu acesso à informação e a qualquer pessoa expressar sua opinião sobre tudo e todos – dando a possibilidade para qualquer um inovar e reinventar produtos e serviços antes dominados pelas empresas. Mas esta mesma tecnologia criou a necessidade de se expressar e criar uma “personalidade” digital.

Penso que as mídias sociais forneceram um novo fórum para que as marcas pessoais e corporativas se expressassem. No início, havia uma crença de que as mídias sociais resultariam em uma nova era de autenticidade pessoal. Em minha opinião, o contrário aconteceu, pois as mídias sociais inibem a autenticidade uma vez que todos podem assistir, criticar e contestar o que você diz. E pior, a maioria acredita que a sua “autenticidade” é melhor que a do outro, gerando conflitos e intolerância.

No entanto, é muito mais fácil para as pessoas reais serem percebidas como autênticas. Diferente da tela, que aceita tudo, podemos perceber expressões, interpretar o tom de voz e a intenção de sentido. Por outro lado, é difícil para uma embalagem em uma gôndola ou uma land page expressarem autenticidade.

Vejamos a Apple. Sua personalidade está intimamente ligada à personalidade de seu fundador, Steve Jobs.

Afinal, “dar a cara a tapa” na busca pelo bem comum é o melhor caminho para as marcas transmitirem autenticidade, ou seja, ações falam mais alto do que palavras ou imagens bonitas. Ter uma missão e valores bem definidos e sinceros geram crenças. E crenças vendem. Mas isso é mais fácil de dizer do que fazer. Por isso temos tão poucas marcas que não possuem apenas consumidores, mas verdadeiros seguidores.

Um paradoxo final é que as marcas devem continuar tentando ser como as pessoas, sem atingir esse objetivo. E as pessoas usarão técnicas de Branding para se consolidarem como marcas, mesmo que essas técnicas coloquem sua autenticidade pessoal em risco.

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Caso você ainda esteja passeando pelas mídias sociais, batendo papinho com amigos e familiares, postando fotos do seu último lanchinho ou aquela balada que acabou com você ontem… talvez seja hora de repensar pois, com toda certeza, elas (mídias sociais) podem não estar ajudando a fortalecer sua marca e, pior, provavelmente estas postagens não estejam dando credibilidade para um possível contato profissional. Você pode até achar que “não pega nada” publicar essas coisas, mas as empresas e seus recrutadores estão atentos a tudo.

Veja os 10 maiores erros cometidos em redes sociais:

  • 46% publicam fotos improprias e depreciativas;
  • 41% publicam informações sobre consumo de álcool ou drogas;
  • 36% publicam reclamações sobre antigos empregos e ex-chefes;
  • 32% publicam habilidades de comunicação pobres;
  • 28% publicam comentários discriminatórios;
  • 25% publicam mentiras sobre qualificações;
  • 24% publicam/compartilham informações confidenciais;
  • 22% publicam ligações com práticas ilícitas;
  • 21% publicam apelidos não profissionais e
  • 13% publicam mentiras sobre ausências no trabalho.

Fonte: Exame

Cada dia mais e mais empresas estão criando estratégias on-line para fortalecer suas marcas,  aproximá-las de seus clientes e também conquistar novos, isso não é exclusividade das empresas, as pessoas também podem e devem construir suas marcas.

Construir uma marca pessoal em mídias sociais não acontece da noite para o dia, é um compromisso de longo prazo. Para garantir o sucesso com sua marca pessoal em mídias sociais é essencial ter um bom design, criar e compartilhar conteúdos interessantes e atuais ou que gerem debates de ideias, e construir um bom relacionamento com outros usuários.

O erro mais comum é que as pessoas iniciam suas páginas na adolescência com apelidos “gatinha gostosa”, ”sarado 15” ou “predador”, etc., e é lógico que nessa idade não passa nem de longe a ideia de se trabalhar a marca pessoal. Agora, já imaginou você se cadastrando numa empresa e a área de recrutamento/RH recebendo sua ficha ou currículo e, no item e-mail está preenchido: lindo27sp@hotmail.com!!! Bom, já deu pra perceber por onde devemos começar essa jornada.

Padronizar e/ou organizar os perfis das suas mídias sociais é o próximo passo, isso trará consistência para a apresentação na sua marca, além de profissionalismo. E é aqui que você precisa evidenciar seus diferenciais, suas habilidadese seu propósito de vida.

Outro ponto a se refletir é o compartilhamento de conteúdo. A internet está cheia de bichinhos fofinhos, vídeos engraçados e memes, mas mesmo que você ache isso tudo legal de postar, não compartilhe em suas páginas de mídia social, seja mais objetivo sobre o que você posta pois através destas postagens você está construindo para os outros, ou melhor, deixando que os outros construam a imagem da sua marca. O objetivo deve ser postar e compartilhar conteúdo que seja significativo, opiniões que sejam perspicazes e pensamentos que sejam valiosos. Conteúdo visual é algo muito interessante, pois somos seres visuais, nosso cérebro é capaz de processar mais imagens e vídeos do que grandes massas de texto.

Porém, nada disso que falamos até agora funcionará se você não tiver um bom networking. Crie sua rede de contatos, busque se conectar a pessoas e interagir com elas.

 

Paulo Moreti

Fundador da Element Comunicação, gestor de marcas e especializado em Gestão de Marcas Pessoais, palestrante, autor do livro o Marketing também Veste Branco, professor convidado em diversas instituições de ensino com o curso Personal Branding – step by step, tais como: Faculdades Integradas Rio Branco, MBA “New Branding Innovation”, IED – Istituto Europeu Di Design, curso de pós-graduação “Fashion Marketing” e Branding Experience, Instituto Mauá de Tecnologia no curso de pós-graduação “Creative Design Business”, no SENAC no curso de pós-graduação “Negócios da Moda: Gestão, Marca e Coleção” e na FMU no curso de extensão em Branding. Cofundador da CreAtiveMood, espaço alternativo para colaborar, pesquisar, educar, experimentar e fazer, onde criamos cursos, palestras, workshops, oficinas e laboratórios para qualquer pessoa que acredite no autodesenvolvimento como ferramenta de inserção e sobrevivência no mundo pessoal e profissional. Associado da BrandTeam, projetos de Branding colaborativos.

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Enquanto eu pensava em próximos temas para escrever, parei para me questionar em quais áreas ou para quais pessoas a gestão de marca pessoal, ou Personal Branding, pode trazer maiores impactos. Se eu for pensar em ações disruptivas, que podem até causar burburinho pela audácia, uma dessas áreas com certeza é o cenário político.

Nos EUA, o Personal Branding na área política já acontece há anos, país onde os eleitores normalmente elegem pessoas em vez de partidos. Como exemplo de boas práticas, Barack Obama pode ser considerado um mestre – vide seus discursos sempre alinhados com seus valores, consistente com suas ações, seu posicionamento claro e enfático e, claro, o momento em que soube transformar seus sonhos em uma das mais marcantes campanhas políticas de todos os tempos – “Yes we can”.

Ao contrário do que acontece por lá, aqui no Brasil ainda observamos a obsolescência quanto ao tema. Discursos vazios, com mensagens impessoais, sem embasamento ou posicionamento. A não ser, claro, o posicionamento contra o partido concorrente (não vou nem entrar no mérito de entender a lógica em focar o discurso no concorrente em vez de focar em sua própria marca e proposta de valor).

A atual política gera desconfiança e rejeição em vários aspectos. E as campanhas atualmente são mais pano de fundo para memes e piadas do que para informar. As mensagens são as mesmas de sempre, enquanto o cidadão (ou o consumidor) está em outra era, mais exigente, mais informado, mais questionador e também mais cansado. Se hoje os consumidores questionam grandes marcas sobre a veracidade de suas informações e autenticidade, porque não fariam o mesmo com os políticos?

Pode ser que o pensamento do candidato aqui no país seja “em time que está ganhando não se mexe” e ele prefira ir conforme a maré, já que não quer correr o risco de perder eleitores. Bom seria se a lógica do mercado atual fosse aplicada na política, a de que não queremos ser tratados como um mercado de massa, mas sim como indivíduos, e que não queremos ser agradados a qualquer custo e, sim, ir junto e levantar a bandeira daquelas marcas com as quais nos identificamos. E para que consigamos nos identificar com alguém, as opções devem ser diferentes entre si, certo?

Assim como as empresas, os políticos deveriam investir na construção de suas identidades próprias, em que cada um tenha a “permissão” dos partidos e a “audácia” de se posicionar como referência ou expert no assunto x ou y, de se renovar constantemente, de ouvir o seu público-alvo, de dizer não, de ser autêntico. E não só em período eleitoral.

Nós devemos construir nossas marcas baseadas em nossos valores, habilidades e diferenciais e não só usá-las para promoção, mas sim para ganhar credibilidade e confiança do nosso público por meio de ações consistentes e condizentes com o que pregamos.

Será que não é esse investimento em Personal Branding – o investimento em suas marcas e o cumprimento dessas promessas – que estamos esperando dos políticos?

Bom, um passo à frente, ao menos comparado à maioria dos nossos políticos, Donald segue à risca o que o mercado pede e investe em seu Personal Branding (alinhamento de sua marca a partir de quem você é e do que os outros pensam de você, o que lhe dá a diferenciação emocional no mercado) em vez do tradicional Marketing Político (o que você diz sobre si mesmo).

Trump já deve saber que ninguém suporta marcas que são forçadas e querem apenas agradar a todo custo (ele mesmo desagradou muitos candidatos ao dizer sua famosa frase: “You’re fired!” ou “Você está demitido!”).

Se eu pudesse dar um conselho aos nossos futuros candidatos seria: siga o caminho de Trump. Ou seja, seja verdadeiro e assuma quem você é. Seja autêntico em sua comunicação, em suas interações e relacionamentos e condizente com a sua essência e seus valores. Investir em sua marca pessoal não é você agir como um robô com falas decoradas. Não é você só falar sobre você e seu trabalho. Não é você vestir uma máscara e atuar como um personagem. Não é você ser alguém que você não é.

E, por último: deixe transparecer essa identidade não só em suas campanhas, mas em sua vida. Posso até não votar em você dependendo do seu posicionamento, mas com certeza terá o meu respeito. E o respeito de muitos eleitores, sejam eles do seu partido ou não.

Juliana SaldanhaJuliana Saldanha
Estrategista em Personal Branding e sócia-fundadora da aceleradora de startups Techmall. Experiência no desenvolvimento de novos negócios no meio digital, de empreendedorismo e inovação. Tenho como missão ajudar novos projetos e pessoas a alcançar resultados, tornando-os mais atraentes e críveis. Isso por meio da comunicação, inovação, gestão de marca e relacionamento com stakeholders. www.julianasaldanha.com.br

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Você está em um coquetel e conversa com um antigo colega de trabalho, que agora abriu uma empresa e com muita empolgação conta sobre sua nova rotina, seus novos desafios. De repente, um grande amigo chega à roda para cumprimentá-lo.  Naturalmente você quer apresentá-lo ao seu colega, mas as únicas palavras que vem à sua mente sobre ele são ligadas à época em que saíam na faculdade e assim você o referencia. Do outro lado, apesar de estar conversando há 15 minutos com o seu ex-colega de trabalho, você mal consegue falar sobre o que a sua nova empresa faz e sendo assim o cita como um querido ex-colega mesmo.

Deixando de lado de que você pudesse estar desatento ou tenha uma memória ruim (más notícias caso você queira construir e manter boas relações profissionais), o problema pode não estar em você.

Um amigo pede a você que indique alguém que domine o assunto “Comunicação Corporativa” para uma grande oportunidade. Qual é a primeira pessoa que vem à sua mente? Será que é necessariamente aquele colega que um diate pediu ajuda para indicar alguma oportunidade na área? Ou será que é quem diariamente aparece em seu feed postando notícias sobre o tema, te envia e-mails com novidades e quando o encontra fala sobre o assunto com paixão e confiança?

É claro que não há como controlarmos o que os outros fazem, pensam ou falam sobre nós. Afinal, você não tem controle da sua rede, assim como as marcas do mundo corporativo não tem controle sobre o que a sua base de clientes fala na rede.

Poderíamos então colocar a culpa em nossa falta de sorte em ser referenciado para aquele trabalho ou em conseguir transformar um novo contato em uma oportunidade. Afinal, o que posso fazer?Não dá para obrigar os meus contatos a se lembrarem ou a gostarem de mim.

Tem razão, não dá para obrigar. Mas o poder que você tem em mãos faz bastante diferença: Trabalhar a gestão da sua marca pessoal.

Sua marca pessoal é a sua reputação. Ela é composta de tudo sobre você: sua experiência, personalidade, ética de trabalho, a maneira de vestir, sua maneira de se comunicar. Basicamente, é tudo o que você coloca para fora no mundo. No entanto, isso é apenas metade da equação. A outra metade é a percepção que os outros têm de você.

Você não quer ser apenas mais um na multidão e passar despercebido. Quer ser reconhecido pelo seu trabalho, pelos seus pontos fortes e pela sua personalidade. O ponto aqui é cada um de nós somos únicos, mas muitas vezes por medo ou pressão externa, agimos como a maioria e não potencializamos o que temos de singular.

Os dois casos acima são exemplos que acontecem em nosso dia a dia. Você a todo o momento é definido por alguém em algum lugar. Por que não começar a influenciar o que os outros têm a dizer sobre você? Por que não começar a ouvir o que você quer ouvir quando for apresentado a alguém? Por que não começar a receber mensagens pedindo conselhos ou recebendo indicações sobre o que você faz de melhor?

Se você quer ter uma marca forte e memorável:

Posicione-se: Tenha conhecimento do que acontece no seu mercado. Exponha argumentos e opiniões sólidas sobre os temas. Assim você começa a ser visto como alguém que entende do assunto.

Comunique-se e seja claro: Repita a mesma mensagem. De várias formas e em vários momentos. Temos a tendência em achar que estamos em evidência para todos os nossos contatos e, por isso, eles sabem exatamente o que fazemos e qual valor oferecemos. Sendo assim, poupamos os nossos esforços. Lembre-se: vivemos em um mundo com excesso de informações e muito barulho. Você precisa sim enviar sinais e mensagens claros ao seu público e de forma constante.

Não tenha medo de ser diferente: esqueça o seu trauma de adolescente, época em que odiava ser visto como o diferente da turma, por causa de seus óculos, do seu nariz avantajado ou por gostar de ler livros de poesia em latim. E fique feliz. Essas características ajudam e muito a você não passar despercebido. Por isso, enfatize-as.

Seja autêntico: Ninguém suporta marcas que são forçadas e querem apenas agradar a todo custo. Seja verdadeiro e assuma quem você é. Seja autêntico em sua comunicação, em suas interações e relacionamentos e condizente com a sua essência e seus valores. Investir em sua marca pessoal não é você agir como um robô com falas decoradas. Não é você falar apenas sobre você. Não é você vestir uma máscara e atuar como um personagem. É você ser e agir conforme quem você realmente é.

Juliana SaldanhaJuliana Saldanha
Estrategista em Personal Branding e sócia-fundadora da aceleradora de startups Techmall. Experiência no desenvolvimento de novos negócios no meio digital, de empreendedorismo e inovação. Tenho como missão ajudar novos projetos e pessoas a alcançar resultados, tornando-os mais atraentes e críveis. Isso por meio da comunicação, inovação, gestão de marca e relacionamento com stakeholders. www.julianasaldanha.com.br

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Estamos vivendo em tempos conturbados, com crises econômicas, financeiras, amorosas, existenciais, de imagem dentre outras. Somos seres que se adaptam (pelo menos a maioria) e que buscam maneiras de sobreviver diante das mudanças, ou de sobressair, para outros. Afinal, a crise também é oportunidade de inovação, criatividade e reflexão.

Sem novidade, certo? Certo! Então… por que voltar a este assunto, já que todo mundo sabe disto? Por que voltar a este assunto se iniciamos o ano há pouco e sempre fazemos uma reflexão sobre nossa atuação neste mundo (profissional ou pessoal)? Para que voltar a este tema se todo mundo já falou sobre isso?

Porque você NÃO é ou NÃO DEVERIA se considerar TODO MUNDO!

A reflexão constante nos alimenta de conhecimento e pode refinar nossas atitudes, então nos permita mais uma, sobre aquele tema…

Como iniciei, estamos agitados e com incertezas no trabalho, no país, no mundo, na vida… e pensar como atuar de maneira diferente pode ser a saída para uma situação mais satisfatória. No entanto, a reflexão sem a ação não significa muita coisa. Reforço!

Pensar em suas ações e como elas refletem para as pessoas ao seu redor é importante, uma vez que a sua imagem dirá muito sobre você. Se a primeira impressão é a que fica, é fundamental que seja honesta e verdadeira, para que ela transmita o que você realmente é, ou pelo menos para que veio e o que está disposto a fazer.

Se conhecer é o primeiro passo para iniciar um processo de reflexão para a mudança. Entenda quais são as suas habilidades e o que precisa melhorar. Certamente você tem talentos, quais são? Sócrates, o filósofo, já dizia: “Conhece-te a ti mesmo, torna-te consciente da tua ignorância e será sábio”.

Entenda qual a imagem que você passa para o outro. Qual a impressão que as pessoas tem de você? Pergunte a elas, mas tenha em mente que você poderá ouvir o que não quer… você está disposto?

Em seguida identifique os pontos falhos. Em que você deve melhorar? Perfeição não existe, mas a busca por ela deve ser constante, então busque.

Ser perseverante e positivo é essencial neste momento. Já existem muitas pessoas e instituições dizendo que a situação é difícil, não seja mais um. Faça a sua parte.

Se atualize, estude, leia, se informe… construa conhecimento e compartilhe. Não adianta tanto esforço se você não compartilha e não renova. As fontes são as mesmas.

Então o dinamismo do mercado é grande e permanente, e mudar é necessário, evoluímos assim. Neste sentido, se adapte a este cenário, mudando hábitos, postura e dando um upgrade na imagem, o que refletirá nas suas ações. Refine a sua marca e a deixe mais acessível, amigável e interessante. Não esqueça que a imagem deve REFLETIR o que você realmente é. Só assim você criará a confiança necessária para permitir que as oportunidades apareçam, e que elas sejam uma boa maneira de enfrentar as mudanças, crises e obstáculos que surgirão pela frente. Lembre-se: “Cada segundo é tempo para mudar tudo para sempre” Charlie Chaplin.

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