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Muito se fala e se discute sobre o que o profissional poderia postar nas mídias sociais. O intuito deste artigo não será discutir a ética através dos conselhos profissionais – deixaremos isso para uma outra ocasião. Veremos aqui o bom senso, do que seria uma relação não só social mais também profissional.

Desde que o profissional da saúde se forma, a sociedade espera que ele tenha uma postura condizente com o “que sou” ou “aparento ser” e o que “eu faço” ou “eu entrego”. Mas o que significa isso?  Muitas vezes o cliente antes de optar por um ou outro profissional, dá uma espiadinha no facebook, no instagran, linkedin e por aí afora…tentando não só conhecer suas habilidades técnicas, mas do que ele gosta, seus hobbies …tentando se identificar com  um estilo de vida!

Assim, o cliente também se identificaria com o futuro profissional  não só por ele ser exelente ( seu currículo diz isso), ter uma clínica linda (seu site mostra isso) mas por  ter um estilo de vida que lhe agrada (as mídias sociais mostram isso)!

Numa época em que o acesso à internet está ao alcance de todos,  o profissional da área de saúde é exposto de todas as formas, também em sua vida pessoal.  Vivemos hoje, de tal forma que as informações vem e vão e como profissionais que somos deveríamos tomar cuidado com o “calor do momento”  não nos colocando em situações que poderiam perder o controle ou que nos ridicularizem.

Quais os cuidados que os profissionais poderiam ter ao postar algo nas redes sociais?

  • Ter um bom português, escrever de forma clara;
  • Escrever a verdade sobre sua formação acadêmica;
  • Checar qualquer informação antes de compartilhar a mesma;
  • Tudo que for relativo a seus pacientes deve ser resguardado;
  • Cuidado com os direitos autorais, seja em imagens ou textos. Reporte de quem são.

Acreditar no que faz, ser e viver no que acredita ser é a melhor forma de viver em sociedade. Rede social é uma comunidade. Respeite e seja respeitado.

 


Por Dra. Paula Machado:

Possui graduação em Odontologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1992), especialização em Desordens da ATM e Músculos da Mastigação pela Universidade Federal de São Paulo (2001), especialização em Radiologia pela Universidade Camilo Castelo Branco (1999), mestrado em Morfologia Aplicada à Área da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2005) e aperfeiçoamento em Odontopediatria pelo Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Odontologia (1994). Por dez anos foi preceptora da Universidade Federal de São Paulo, Preceptora do Instituto da Cabeça – Hospital São Paulo e Professora Assistente do Associação Brasileira de Ensino Odontológico. Atuando principalmente nos seguintes temas: Odontologia, Força de mordida, Miopatia Nemalínica, Estética bucal, Disfunções na ATM.

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Há alguns anos falar de branding para o profissional da área da saúde chegava a ser uma heresia. Afinal, foram formados para cuidar do outro e não de sua própria imagem, acreditando que o cliente sempre estaria à sua porta e que, pelo simples fato de estar formado, já seria um vencedor…com pós-graduação então? Uau!

As mídias digitais trouxeram uma nova perspectiva de mercado onde o cliente passou a procurar experiências. E como procurar experiências favoráveis se, por via de regra, ir ao profissional de saúde significa “tratar dor”?? Bingo! A marca do profissional passou a ser a experiência desejada. Bem estar? Confiabilidade? Inovação? E, por aí afora.

Alguns já começaram a perceber que de nada vale o “canudo” debaixo do braço sem uma boa “propaganda”. Aliás, já diziam os antigos que a propaganda é a alma do negócio.

Mas, o que é Branding? De uma forma simplista é a mensagem que queremos passar para o consumidor ou o agrupamento de soluções que uma marca utiliza, seja no logo, música ou site para chegar ao consumidor. O consumidor deseja apenas algo que ele vê valor.

Para os profissionais da área de saúde: dentistas, médicos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos, o valor da marca é empírico. O cliente não está comprando um carro, um aparelho doméstico ou algo que ele possa pegar nas mãos, olhar e comparar…ele compra sem ver o resultado, acreditando na marca do profissional.

Nestes tempos de mudanças onde o consumidor final busca o produto que lhe diz alguma coisa, e esta alguma coisa é o que ele almeja, os profissionais da área de saúde devem se preocupar mais com seu posicionamento frente ao mercado. O que sou? O que quero passar? Aonde quero chegar?


Por Dra. Paula Machado:

Possui graduação em Odontologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1992), especialização em Desordens da ATM e Músculos da Mastigação pela Universidade Federal de São Paulo (2001), especialização em Radiologia pela Universidade Camilo Castelo Branco (1999), mestrado em Morfologia Aplicada à Área da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2005) e aperfeiçoamento em Odontopediatria pelo Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Odontologia (1994). Por dez anos foi preceptora da Universidade Federal de São Paulo, Preceptora do Instituto da Cabeça – Hospital São Paulo e Professora Assistente do Associação Brasileira de Ensino Odontológico. Atuando principalmente nos seguintes temas: Odontologia, Força de mordida, Miopatia Nemalínica, Estética bucal, Disfunções na ATM.

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