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O Storytelling, ou a “arte de contar estórias”, tem o poder de envolver o público e transportá-lo para o universo da marca. E foi isso que o Itaú fez em comemoração à Semana da Mobilidade 2019 (16 a 23 de setembro) reforçando, ainda, a imagem das famosas bikes laranjas que tanto vemos pela cidade:

O Itaú lançou nesta semana a série “Diários de Bicicleta” a fim de conscientizar e incentivar a mobilidade urbana por meio de histórias reais.

Composta por quatro histórias de pessoas que, ao começarem a andar de bike – sejam particulares ou compartilhadas – mudaram seu estilo de vida e transformaram radicalmente sua percepção sobre a cidade.  

Criada pela Africa, a série dá luz às histórias reais de pessoas que viram na bike uma maneira de melhorar seu dia-a-dia. E para chamar o público junto a essa jornada, Willian Cruz, criador do Vá de Bike e ciclista influenciador, e Renata Falzoni,  fotógrafa, videor repórter, bike-repórter e cicloativista – dois nomes peso no mundo ciclista – foram convidados pelo Itaú para acompanhar e conhecer a história de quatro ciclistas que moram e trabalham em grandes centros urbanos como Rio de Janeiro e São Paulo.

Marcelo, Jefferson, Mariana e Aline, convidados para serem fontes de inspiração das peças, contaram sobre algumas das transformações que aconteceram em suas vidas depois que adotaram as bicicletas. Entre elas estão desviar do trânsito e chegar aos lugares muito mais rápido, se relacionar de uma maneira muito mais prazerosa com a cidade e o caminho, usá-la como uma ferramenta de trabalho com poucos custos e impacto ambiental, além de serem um carro a menos na rua, desafogando o trânsito e diminuindo a poluição.

“Buscamos gerar inspiração e motivação para as pessoas, fazendo com que elas se identifiquem com as histórias contatadas pelo William e pela Renata e vejam como adotar a bicicleta dentro do contexto de mobilidade urbana pode não só mudar hábitos, mas também vidas. Acreditamos que as bikes têm um papel muito importante no desenvolvimento da sociedade, e também atua muito forte na transformação pessoal de cada um”, diz Juliana Cury, superintendente de Marketing Institucional do Itaú Unibanco.

Seguindo o posicionamento “Bike Itaú. O melhor caminho para qualquer caminho”, a série aproveita o momento para mostrar a bike como ferramenta para uma vida mais sustentável, explorando seu poder de transformar a vida das pessoas.

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O Corinthians enfrenta hoje (18) o Independiente Del Valle, às 21h30, na Arena Corinthians, pela semifinal da Copa Sul-Americana. Para deixar os torcedores no clima do jogo, a distribuidora de combustíveis ALE, marca patrocinadora oficial da equipe paulista, divulgará nas suas redes sociais um vídeo com o case da ação “O Maior Torcedor do Mundo”.

Ao longo do dia, 21 postos da Rede na cidade de São Paulo estarão distribuindo adesivos aos clientes com a hashtag  #OmaiorLoucoDoBando.

A ação é uma continuidade da celebração do aniversário do clube.

No dia 1º de setembro, a ALE levou para a Arena Corinthians um “torcedor” de 23 metros de altura: um Bonecão de Posto Gigante, do tamanho de um prédio de oito andares, foi erguido em frente à arena momentos antes da partida contra o Atlético Mineiro pelo Campeonato Brasileiro.

Com um contrato que vai até março de 2020, a parceria entre a companhia e o Corinthians também já rendeu outras ações, como a Blitz ALE no Esporte, que transformou os postos em espaços de relacionamento com o time e os clientes.

“Nada melhor que escolher um dia importante para a história do clube, que disputa a semifinal de uma competição internacional, para nos aproximar ainda mais dos torcedores e deixá-los no clima da partida. O patrocínio da ALE vai muito além da marca na camisa e outras iniciativas estão planejadas no decorrer do ano”, afirma Diego Pires, diretor de Marketing da ALE Combustíveis.

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Lady Gaga lançou sua marca de maquiagens na madrugada desta terça-feira (17), a Haus Laboratories.

“Our Haus. Your Rules” (“Nossa casa, suas regras”) é o slogan da marca que conta com 6 coleções.

O lançamento oficial aconteceu num evento exclusivo em Los Angeles (EUA): “Isso é a #HausParty. Todos os produtos estão à venda no site da marca e no Amazon e nós teremos muitos outros produtos para vocês”, afirma Lady Gaga.

Confira o Instagram da marca AQUI (@hauslabs) !

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Dando continuidade a nossa conversa sobre relações públicas com Lucas Lima da Midiria.com abordamos a relação entre o PR e as redes sociais.

5. Como é a relação do PR com as redes sociais?

No próximo vídeo abordaremos questões relativas a contratação e integração do PR na realidade dos negócios. Como contratar? Quais as características d e um bom PR? E como preparar o terreno para integrar a estratégia de relações públicas? Acompanhe!

Lucas Lima: Cofundador é líder de projetos em branding na Midiaria.com. Comunicólogo de mercado pela Universidade Metodista de São Paulo, especialista em Comunicação Organizacional pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero e Master em Gestão de Marcas e Branding pela Business School São Paulo. Experiência nas áreas de Relações Públicas, Branding, Gestão da Imagem e Reputação.

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Estratégias para PMEs em meio ao recuo da economia

Curvas de juros, baixas consideráveis nos índices e incertezas caracterizaram o cenário econômico e contribuíram para onda de nervosismo que amedronta o mercado global. Dados negativos sobre o desempenho da Alemanha, maior economia da Europa, e da China, segunda maior do planeta, são responsáveis pelo medo de uma possível recessão mundial, a situação do ‘Brexit’ também é um fator relevante. Em meio ao cenário caótico, o Brasil também apresentou dados preocupantes, o dólar superou a marca dos R$ 4 e o real teve um dos cinco piores desempenhos em uma lista de 33 divisas globais.

Segundo Thiago La Torre, consultor de marketing com foco em consultoria e posicionamento estratégico para empresas, a nuvem cinza do mercado tem efeito direto sobre as pequenas e médias empresas (PMEs) que, segundo ele, costumam aplicar estratégias precipitadas. “Em relação ao marketing, em momentos de contração as empresas tendem a adotar duas estratégias distintas: cortar custos de exposição ou intensificar ações promocionais que visam “aumentar” as vendas. Ambas estratégias estão erradas”, conta o especialista.

“Cortar custos, mesmo sendo necessário em momentos de recessão, se feito em demasia, pode desnutrir a empresa. Intensificar as ações promocionais, não adianta de nada se o consumidor não está disposto a consumir”. Segundo Thiago, as ações promocionais se intensificaram no último ano, o que não está de acordo com o perfil das novas gerações, “As novas gerações são mais imunes a propaganda e as marcas ainda não sabem lidar com isto”. Millenials e Geração Z juntos representam aproximadamente 63% da população global, com base na análise da Bloomberg dos dados das Nações Unidas.

O consumo é a principal variável do PIB, e é esse o foco. Segundo a MB Associados, estima-se que a desaceleração da economia global pode tirar 0,1 a 0,2 ponto percentual do Produto Interno Bruto neste ano. Contudo, a recessão não tem caráter onipresente, alguns nichos sempre se mantém nos interesses de consumo e é nisso que Thiago La Torre aposta. “Ao contrário do que o público possa imaginar, não são somente as categorias básicas de sobrevivência que se mantém. As marcas devem estar atentas às tendências de consumo, e diferenciar seus produtos e serviços para atender estas demandas melhor do que a concorrência”, afirma o consultor.

Investindo na contramão do mercado

Reposicionamento e Rebranding

O consultor conta sobre um caso de um cliente: “Em 2016, na cidade de Campinas, o consumo por serviços de massagem em spas urbanos estava caindo bastante. No período trabalhei com o Azahar Spa. Enquanto os principais concorrentes investiam num discurso de vendas agressivo com descontos e pacotes, no Azahar, junto com as gestoras, optamos por realizar um reposicionamento e rebranding, focando no público mais exigente e centralizando nos produtos carro chefe. Logo após a reestruturação do discurso de vendas, passamos 12 meses investindo em publicidade online para atingir o público primário. O Azahar que já tinha sido eleito o melhor spa de Campinas, sabiamente foi contra intuitivo e investiu no momento de crise em uma imagem sólida. No primeiro ano o faturamento aumentou em 73%.”

Através de um retrato dos últimos 10 anos por Big Data é possível notar uma predileção por um estilo mais caseiro e focado no sensorial: comida, bebida, esportes e lazer passaram a ganhar destaque no interesse do público nos últimos anos. Apesar do tempo em que as pessoas ficam online aumentar a cada ano, isso já dá sinais de reversão, entre os interesses em baixa estão os computadores e eletrônicos, comunidades online e jogos. O único ponto fora da curva neste sentido é o aumento de interesse em notícias que pode ser explicado pela conjuntura política atual.

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Foto: Henry Milleo – Fotoarena

Com a greve dos Correios, iniciada nesta quarta-feira (11), as postagens de serviços com hora marcada (Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje) fora temporariamente suspensas.

A categoria quer impedir a redução dos salários e de benefícios, e é contra a privatização da estatal, que foi incluída no mês passado no programa de privatizações do governo.

Com a greve, pequenos e médios e-commerces podem ser afetados com o prazo do envio de seus produtos. De acordo com levantamento da Loja Integrada – plataforma para criação de lojas virtuais focada no micro e pequeno empreendedor online – cerca de 90% dos lojistas virtuais utilizam os Correios como forma principal de frete, seguido por transportadoras (30%) e motoboy (25,7%).

De acordo com Alfredo Soares, diretor de duas das maiores plataformas de e-commerce do Brasil, a Loja Integrada e a XTECH Commerce o desafio para o lojista é achar um serviço que garanta, além do preço, a qualidade do serviço prestado pelos Correios. “Para não parar as vendas e não prejudicar o seu consumidor que está esperando seu produto uma dica é agir rápido. Comunicar por whatsapp e e-mail sobre a greve e avisar sobre o novo prazo de entrega. Como alternativa para o envio estão as transportadoras e empresas de logística e entregas. Vale lembrar que o lojista precisa ver os custos desses serviços para não sair no prejuízo. Para entregas na mesma região, por exemplo, é possível apostar em fretes ecológicos, como entregas feitas com bicicletas”, finaliza.

O levantamento foi realizado com quase 1 mil lojistas virtuais de todo o país durante os meses abril e maio de 2019. No início de 2019, os Correios confirmaram reajuste de 8,03% no valor dos fretes. A mudança passou a valer em março e impactou lojistas de todo o país.

Para se prevenir e preparar seu e-commerce em casos como este, confira algumas dicas que o especialista listou para os empreendedores criarem um plano de ação:

SUCESSO DO CLIENTE
Dicas para empreendedores

Avise aos clientes dos pedidos recém enviados sobre a greve

Por conta da paralisação, provavelmente os últimos pedidos despachados ficarão aguardando o envio. Escreva aos seus clientes informando sobre a greve e que o prazo de entrega será maior do que o combinado.

Aumente o prazo de entrega

Ainda não existe uma data para o encerramento da greve, então recomendamos que você aumente o prazo de entrega em cerca de 7 dias.

Habilite uma forma alternativa de envio

Temos alternativas que integram outras transportadoras à sua loja, como a Melhor Envio e a Frenet. Ambas oferecem soluções logísticas que vão te ajudar muito neste momento.

Os Correios afirmam que a rede de atendimento está aberta em todo o país e que serviços como “SEDEX e PAC continuam sendo postados e entregues em todos os municípios”. Para mais informações, os clientes podem entrar em contato pelo telefone 0800 725 0100.

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Empreendedora francesa fala sobre como construir uma marca apaixonante valorizando o propósito, experiência do consumidor e storytelling

O resultado de uma marca está atrelado à capacidade de envolver o consumidor em sua proposta de valor, proporcionando experiências memoráveis que se convertam em relacionamento e, potencialmente, no tão esperado fator “Wow”.

Simples de se descrever, porém muito difícil de se conquistar, esta situação de sucesso é fruto de muito planejamento, gestão, foco e, é claro, trabalho duro.

Foi exatamente o que encontrei conversando com Sandrine Billard, fundadora e gestora da marca Petit Louarth, cuja proposta você vai conhecer neste artigo.

Sandrine não começou a conversa me contando sobre sua trajetória ou origem de seu empreendimento como o esperado. Ao invés disso, ela me apresentou uma caixa, me incentivou a explorá-la e começou a analisar minha reação.

Começava ali a EXPERIÊNCIA com a marca. Não por acaso, um dos seus pilares mais importantes.

O que eu tinha em mãos era o Coffret, produto principal da Petit Louarth. Uma pequena caixa de preciosidades, feita para guardar objetos de valor, que na cultura francesa pode ser usado para joias, perfumes e pequenas recordações. Sandrine adaptou este conceito para a realidade brasileira e o projetou de maneira minuciosa, pensando nas principais e mais importantes recordações que os pais guardam durante o crescimento de seus filhos, oferecendo uma opção organizada, lúdica e repleta de gatilhos para despertar emoções profundas nos pais, filhos e familiares.


Vídeo de apresentação do produto com ênfase na experiência do usuário.

Com este gatilho Sandrine me envolveu na proposta e, mesmo sem ter filhos, percebi ali o valor do benefício ampliado que seu Coffret apresentava.  Mais do que um simples organizador, a Petit Louarth traz a possibilidade de construir uma história colaborativa em família, resultando em uma lembrança que se configura como uma plataforma para eternizar momentos especiais.

Itens como a primeira chupeta, os dentinhos, a naninha, fotos de maternidade, pelúcias e até mesmo uma régua de crescimento foram contemplados. Tudo para ajudar os pais e/ou familiares a construir a história de seus pequenos.

A partir desses conceitos e com base na paixão pela infância, nasceu a Petit Louarth que, além de encantar, configura-se como uma verdadeira aula de branding e empreendedorismo.

Já envolvido pela marca e o que ela representa, começamos a conversar sobre os aspectos técnicos que marcam a trajetória de Sandrine e sua marca.

Como muitos empreendedores, Sandrine começou sua marca com o objetivo de dedicar tempo a algo em que acreditava, mas fez isso de maneira consciente, analisando o ambiente e planejando cada passo.

Percebendo uma demanda pouco explorada, desenvolveu um produto, criou uma marca e buscou implementar a proposta de forma ágil e consciente.

Direcionou sua experiência em grandes multinacionais para estruturar um plano de negócios, definindo seus objetivos de curto, médio e longo prazo bem como elencando os principais KPIs que precisariam ser atingidos para validar ou não suas expectativas.

Neste processo, firmeza e rigidez com seu propósito a ajudaram a estruturar um compliance que clarificou e direcionou a escolha de fornecedores, com os quais alinhou suas expectativas e definiu critérios para a parceria. Visitou cada um deles para garantir que não exploravam trabalho infantil e que respeitavam a legislação trabalhista vigente no país, bem como verificou se atenderiam seu padrão de qualidade. Assim, sua trajetória nos deixa uma lição importante: por mais que o envolvimento emocional do empreendedor com sua marca seja importante para trazer aquele “brilho nos olhos” e “paixão” capazes de motivá-lo, é estritamente necessário manter certo grau de frieza para a tomada de decisão e acompanhamento essenciais para o sucesso.

A criação da marca:

No que diz respeito à criação da marca, Sandrine, assim como muitos empreendedores, não teve consultoria especializada, por outro lado, seguiu uma linha de raciocínio para transmitir toda sua proposta por meio do nome e identidade. Ela sabia que a marca precisaria remeter ao universo infantil de forma espontânea ao mesmo tempo que refletisse sua origem francesa. Por isso, escolher o nome “Petit” foi relativamente fácil. No entanto, Sandrine sabia que para o processo de registro e proteção da marca ela precisaria de algum diferencial que reforçasse a exclusividade e, para a segunda parte do nome, decidiu usar as iniciais dos seus filhos para formara a palavra “Louarth”. E aqui está uma sacada muito legal.

Logotipo da Petit Louarth, no qual a tipografia de aspecto mais manual se destaca e tem como suporte, a forma circular da lua com aplicação de textura que se alinha com os traços das ilustrações que dão vida ao produto.

Louarth” é a junção dos nomes Louise e Arthur, mas também se aproxima foneticamente da palavra “Lua” e “Arte” remetendo à ideia de sonho e do momento em que os pais colocam os filhos para dormir, contando histórias e fazendo carinho; ao mesmo tempo que remete ao esmero e atenção de um artista no seu processo de criação.

Como tagline, Sandrine definiu “A infância no fundo do coração”, amarrando todos os conceitos que representam sua marca e os valores que ela defende. Com o nome definido Sandrine alinhou suas ideias com um designer, responsável a dar vida à marca e ao produto.  Em um processo de cocriação refinou as propostas até chegar à uma identidade limpa, sem muitos elementos, que valorizasse o produto e utilizasse o logotipo como uma assinatura discreta. Afinal, para a Petit Louarth , a apresentação do conjunto do produto é mais importante do que colocar o logotipo em um local de grande destaque de forma a trazer um “ar muito comercial”.

Versões do Coffret em azul, rosa e amarelo. A marca aparece de forma discreta na lateral do produto, deixando destaque para as cores, ilustrações e mascotes da marca.

Ao falarmos da parceria com o designer, perguntei à Sandrine qual sua percepção em relação a escolha desse fornecedor com o objetivo de entender quais aspectos os designers devem levar em conta no momento de se posicionar. Sandrine então elencou compromisso e confiança como sendo as características principais, uma vez que por estar focado em desenvolver seu negócio, o empreendedor precisa ter a tranquilidade de que seus prazos serão cumpridos e de que terá uma solução e não mais uma dor de cabeça.

Storytelling, o gatilho para a propagação da marca:

Com a ideia concretizada, o storytelling ganha papel de destaque na estratégia da Petit Louarth, uma vez que transmite a mensagem da marca de forma a evolver o consumidor em sua experiência. Toda a ideia de guardar as lembranças para deixar um legado envolve e encoraja as pessoas a agirem em torno do uso do produto, elevando a marca a um papel central na construção de seu legado familiar.

Quando aplicado de maneira bem estruturada, o storytelling contribui para o posicionamento da marca, ajudando com que ela se propague via recomendação de um para muitos, explorando as conexões entre as pessoas.

Tal conexão é fundamental na jornada do consumidor de hoje em dia, que busca em seus pares a validação de suas percepções, por meio de indicações e reviews. Além de ser determinante para a construção de conhecimento de marca (brand awareness) por meio da advocacia de marca.

Padrão ideal para a jornada do consumidor, apresentada por Kotler no livro Marketing 4.0. Destacamos a terceira etapa, referente a validação com a rede de contatos e a quinta etapa, referente à advocacia após a experiência com a marca. Ou seja, de um cenário no qual o consumidor identifica a marca dentre tantas outras opções, ele refina a percepção, decide experimentar a marca e, se a percepção final for positiva, ele tende a passar a mensagem adiante e ajuda a influenciar potenciais consumidores.

O MVP e os planos para o futuro:

Hoje a Petit Louarth ainda é uma marca nova, com menos de dois anos de existência desde sua concepção. Ciente desta realidade, Sandrine encara seu Coffret como um MVP – Minimum Viable Product ou Mínimo Produto Víavel, que testa e valida a proposta conforme mediante sua aceitação.

Por conta do foco na qualidade e pouca escala, o produto da Petit Louarth tem um alto custo de produção e, por consequência, um preço um pouco elevado que o direciona à classe A. Além disso, por se tratar de um produto novo, a marca ainda está na fase de apresentá-lo ao mercado, o que exige grande esforço e atenção; tanto para feedbacks positivos quanto, e principalmente, para feedbacks negativos, com os quais a marca poderá aprender.

Para esse processo Sandrine conta com a expertise da Midiaria.com, também parceira do InfoBranding, para posicionar a marca no ambiente digital e difundir sua proposta para a mídia especializada, utilizando-se da estratégia de relações públicas, mídias sociais e pequenos eventos para influencers.

Exemplo da comunicação da marca em redes sociais e encontro com influencers, no qual a Sandrine apresenta a marca e discute assuntos relacionados ao seu universo.

A ideia da Petit Louarth é aumentar sua escala e levar fazer com que cada vez mais famílias construam suas histórias de forma organizada e lúdica!

Conheça um pouco mais sobre a Petit Louarth aqui.

Sandrine Billard possui formação em administração e gestão de empresas, com atuação em grandes multinacionais com foco em varejo. Veio para o Brasil para implementar negócios de origem Francesa, 13 anos depois, apaixonada por nosso país, decidiu ficar e empreender.

Gostou do case da Petit Louarth? Comente aqui e compartilhe!

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O objetivo do marketing é a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes. Cabe ao gestor de marketing compreender o que significa valor para os clientes que a empresa pretende atender e garantir a criação desse valor, assim como a comunicação desse valor e a sua entrega. Assim, por exemplo, o comprador de uma caneta Bic certamente procura algo diferente do comprador de uma caneta Montblanc. As duas canetas servem para escrever mas há diferenças enormes entre os dois produtos, seus preços, suas formas de distribuição e sua comunicação. Para o comprador de uma caneta Bic, o valor deve ser a facilidade de comprar a caneta (tanto porque é fácil de encontrá-la quanto porque seu preço é baixo). Assim, o valor de uma caneta “descartável” é a conveniência. Já para o comprador de uma caneta Monblanc, o valor deve ser a exclusividade (o preço elevado, os pontos de venda exclusivos e produtos com design diferenciado). Logo, o valor de uma caneta “de luxo” é o status.

Fica claro que para entregar uma oferta de valor para os clientes, o gestor de marketing deve compreender claramente o que significa valor para eles.

A função do marketing inclui a administração de relacionamentos.

Em primeiro lugar, você deve notar que quando o foco sai de gestão de trocas para gestão de relacionamentos há uma alteração na perspectiva de tempo da função de marketing. A troca é imediata e pode ser única, enquanto que o relacionamento é duradouro. Portanto, o foco não é mais fechar a venda, mas transformar o comprador em um cliente fiel.

Juntando os dois pontos acima, quando entrega valor para o cliente, o gestor de marketing está investindo no relacionamento com esse cliente, que, ao perceber o valor entregue pela empresa, efetua novas trocas, podendo tornar-se fiel a essa empresa. A figura abaixo ilustra esse processo:

O gestor de marketing deve ocupar-se não somente da empresa e dos seus clientes, mas de todo o público interessadoA nova e atual definição de marketing reconhece a importância de todo o público de interesse da empresa, ou seja, clientes, fornecedores, revendedores, concorrentes, funcionários, financiadores, proprietários, órgãos do governo, comunidades locais, grupos de pressão (como organizações não governamentais – ONGs) , e a sociedade em geral.

Pense em quantas empresas têm investido em ações sociais, como o McDonald’s, que promove o Mc Dia Feliz, dia marcado em que reverte a venda de alguns produtos para instituições que combatem e tratam o câncer infantil. Pare um pouco e procure pelo menos mais dois exemplos.

Essas ações e a sua comunicação para o público são formas utilizadas pelas empresas para gerar uma boa imagem corporativa não somente junto a clientes, mas também ao governo, aos grupos de pressão e à sociedade como um todo.

Orientações do marketing

Ao implantar o conceito de marketing, diz-se que a empresa tem uma orientação para o mercado (KOHLI; JAWORSKI, 1990). Kotler e Keller (2006) explicam as quatro orientações da empresa para o mercado que já existiam e propõem uma quinta orientação.

A orientação para a produção sustenta que os compradores dão preferência a bens e serviços fáceis de encontrar e de baixo custo. Portanto, a empresa deve buscar a alta eficiência de produção. Sem dúvida, o ícone dessa orientação foi Henry Ford, com seu modelo “T”. Dizem que o Sr. Henry, fundador da empresa automobilística Ford, dizia que todos poderiam ter um carro contanto que fosse preto e do modelo produzido por sua empresa. O seu foco era de fato reduzir os custos de produção para, então, reduzir o preço do carro de forma que mais pessoas pudessem comprar. Lembre que na época (início do século passado), muito poucas pessoas tinham acesso a carros.

Já a orientação para o produto sustenta que os compradores preferem produtos que oferecem qualidade e desempenho superiores ou que são inovadores. Nesse caso, as empresas concentram-se em fabricar bens de qualidade e em aperfeiçoá-los constantemente. Empresas de produtos de tecnologia costumam seguir esta orientação. A Microsoft, por exemplo, está sempre atualizando o Windows.

A terceira orientação é a de vendas, cujo pressuposto é que os compradores não costumam comprar os produtos da organização em quantidade suficiente. Logo a organização deve fazer um maior esforço de vendas e promoção. Essa orientação faz sentido para empresas que vendem produtos pouco procurados pelos compradores, como seguros de vida ou jazigos.

A quarta orientação é a de marketing, que surgiu em meados da década de 1950, quando houve a necessidade de desenvolver processos mais competitivos e intensificou-se o estudo de marketing, como colocado anteriormente. O foco de atenção sai da empresa e passa para o cliente: ao invés de buscar os clientes certos para o seu produto, as empresas passam a desenvolver os produtos certos para seus clientes. O objetivo da empresa é ser mais eficaz do que os concorrentes na entrega de valor para os clientes. Diversas empresas do setor de bens de consumo de massa adotaram essa orientação, como a Unilever, fabricante do detergente em pó OMO, dos sabonetes Lux e Dove, do xampu Seda e da margarina Doriana, entre tantas outras marcas fortes.

A quinta orientação proposta por Kotler e Keller (2006) é uma variação da anterior para adequar a empresa às novas exigências impostas pelo mercado no século XXI. Trata-se da orientação de marketing holístico. Segundo os autores (2006, p. 16), “o marketing holístico pode ser visto como o desenvolvimento, o projeto e a implementação de programas, processos e atividades de marketing, com o reconhecimento da amplitude e das interdependências de seus efeitos”.

Kotler e Keller (2006) propõem quatro dimensões para o marketing holístico:

  1. Marketing de relacionamento, cuja meta é construir relacionamentos de longo prazo satisfatórios para todas as partes (clientes, fornecedores, revendedores e outros parceiros de marketing) com o objetivo de conquistar ou manter negócios com elas.
  2. Marketing integrado, que enfatiza a necessidade de desenvolver atividades de marketing e montar programas de marketing integrados a fim de criar, comunicar e entregar valor aos clientes. Isso quer dizer que as ferramentas do composto de marketing (produto, preço, comunicação e distribuição) devem ser geridas de forma sinérgica, ou seja, seus efeitos conjuntos são maximizados e transmitem aos públicos de interesse uma mensagem coesa sobre a oferta da empresa.
  3. Marketing interno, que pressupõe que todos na organização acolham os princípios de marketing apropriados.
  4. Marketing socialmente responsável, que abrange os contextos ético, ambiental, legal e social das atividades e dos programas de marketing.

Sistema de marketing

Quando esclarecemos a definição de marketing, a primeira palavra que associamos ao conceito de marketing foi TROCA. O sistema de marketing inclui a troca de bens e/ou serviços por dinheiro entre a empresa vendedora e o cliente. Portanto, o sistema de marketing pressupõe dois personagens: alguém que quer vender e outra pessoa que quer comprar; assim podemos chamá-los de empresa vendedora e de cliente.

Além disso, a empresa vendedora deve comunicar ao cliente suas ofertas para que ele tome conhecimento a seu respeito. E o cliente, por suas vez, deve fornecer informações para que a empresa possa desenvolver uma oferta que seja interessante para o cliente, na qual ele perceba valor. A comunicação costuma ser feita de forma planejada pela empresa, mas nem sempre o cliente planeja o fornecimento de informações para a empresa. Quando é um cliente corporativo, como uma construtora que compra cimento de outra empresa, pode ser que o fornecimento de informações seja planejado, mas quando se trata do consumidor final geralmente a empresa deve buscar a informação. Isso é feito muitas vezes por meio de pesquisa de mercado.

A figura a seguir ilustra o que é o sistema de marketing.

Evolução do papel do marketing

Já analisamos a evolução do conceito de marketing e a evolução das orientações do marketing. A evolução do papel do marketing obviamente acompanha essas outras evoluções.

Se, há muito tempo, o gestor de marketing é aquele que faz a interface entre empresa e cliente, gerenciando as trocas, conforme as empresas foram crescendo e tornando-se grandes corporações, o gestor de marketing manteve sua função básica, mas ela tornou-se mais complexa. O gestor de marketing deve ser capaz de explicar para o responsável pela manufatura por que determinado bem deve ser produzido com certas especificações, ainda que elas compliquem o processo produtivo, caso isso atenda as necessidades dos clientes. Além disso, o gestor de marketing deve convencer o responsável pela área financeira a investir em um novo serviço, caso este atenda a desejos de um determinado grupo e demonstre um bom potencial para a empresa. O gestor de marketing precisa de pessoal competente e em número adequado para gerenciar os bens e serviços da empresa, contando para isso com a área de recursos humanos.

Em resumo, o departamento de marketing passa a ter uma função integradora, fazendo a ponte entre os clientes e os demais departamentos da empresa (administrativo, financeiro, produção, recursos humanos). A ilustração a seguir esclarece esse processo.

Outra evolução que você deve conhecer é o fato de todos serem, de alguma forma, responsáveis por marketing. Geralmente, as empresas contam com um departamento de marketing que se responsabiliza por conhecer os clientes e entregar valor para eles por meio dos bens e serviços da empresa. Mas hoje em dia tem-se a consciência de que o trabalho de cada funcionário na empresa tem impacto, direto ou indireto, sobre o cliente. Portanto, o marketing é responsabilidade de todos. Por exemplo, o departamento de marketing de um banco cria uma campanha publicitária com determinadas promessas para os clientes. È imprescindível que o pessoal de atendimento das agências bancárias, que terá contato direto com os clientes, cumpra essas promessas para que o cliente sinta-se satisfeito.

Atividades da administração de marketing

Mas afinal o que faz um gestor de marketing no dia-a-dia? Ora se o objetivo do marketing é a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, é preciso conhecer esses clientes para poder cumprir o objetivo. Portanto, o gestor de marketing começa obtendo informações. A informação é a principal matéria-prima do marketing. Em empresas mais estruturadas, pode ser que haja um sistema de informações de marketing (SIM), que é constituído de pessoas, equipamentos (computadores e softwares) e procedimentos para coleta, classificação, análise, avaliação e distribuição de informações para os que tomam decisões de marketing.

Com essas informações, o gestor de marketing vai analisar o mercado, o que compreende analisar o ambiente de marketing e o comportamento do consumidor potencial.

Quanto ao ambiente de marketing, o gestor deve analisar os fatores incontroláveis, que são as tendências da economia, da política e da demografia. Por exemplo, se a população está envelhecendo no Brasil, essa tendência demográfica gera uma série de oportunidades para a criação de novos produtos para a terceira idade. Além disso, o gestor de marketing deve ficar atento aos avanços tecnológicos, às mudanças culturais e ao ambiente ecológico, que também podem causar forte impacto no mercado em que atua e na sua própria empresa.

Além do ambiente externo, o gestor de marketing, deve analisar o mercado no qual está inserido. Ao analisar o mercado, o gestor de marketing deve considerar fornecedores, concorrentes, intermediários (varejistas, por exemplo) e os clientes.

Com relação ao comportamento do consumidor potencial, o gestor de marketing deve conhecer os fatores sociais, culturais, pessoais e psicológicos que influenciam o processo de compra do consumidor, além de conhecer o processo em si. Por exemplo, com o fim da inflação, as pessoas estão preferindo comprar seus alimentos em pequenos supermercados de bairro e fazer compras semanais ao invés de fazer uma grande compra mensal num hipermercado. Essa mudança de hábito pode causar impacto em empresas de varejo e de bens de consumo de massa.

Após realizar essas análises, o gestor de marketing deve definir um segmento-alvo que sua empresa seja capaz de atender e definir um posicionamento diferenciador para seu produto.

Segmentação é o processo de dividir mercados em grupos de consumidores potenciais com necessidades e/ou características similares que, provavelmente, exibirão comportamento de compra similar (WEINSTEIN, 1995). Ao dividir o mercado, o gestor de marketing deve escolher o segmento-alvo mais adequado para sua empresa. Os critérios devem ser os seguintes:

  1. Os segmentos devem ser grandes ou rentáveis o suficiente;
  2. Os segmentos devem ser acessíveis para a empresa, ou seja, podem ser efetivamente alcançados e servidos;
  3. Os segmentos devem ser diferenciáveis, isto é, respondem de maneira diferente a cada elemento e programa do composto de marketing;
  4. A empresa deve ser capaz de atrair e atender os segmentos.

Já o posicionamento é a ação de projetar a imagem da empresa e/ou do produto para ocupar um lugar diferenciado na mente do público-alvo (KOTLER; KELLER, 2006). Voltando ao exemplo das canetas, o posicionamento da marca BIC é: “produtos descartáveis”.

Após definir o segmento-alvo e o posicionamento, o gestor de marketing deve tomar decisões em relação às variáveis controláveis de marketing, ou seja, aquilo sobre o que ele pode interferir: os 4 “Ps” – produto, preço, promoção e praça (melhor traduzido por distribuição).

Todas essas atividades fazem parte do planejamento de marketing, processo que inclui a busca de oportunidades, o delineamento de estratégias, o planejamento de programas e a organização, a implementação e o controle do esforço de marketing. Devemos lembrar que, para realizar as atividades de marketing, é preciso ter uma estrutura, com recursos humanos e financeiros adequados. Por isso, o gestor de marketing deve também ocupar-se da estrutura de marketing.

Em resumo, as atividades de marketing incluem:

  1. Planejamento de marketing: obtenção de informações, análise do mercado, definição dos segmentos-alvo e do posicionamento e definição dos 4 “Ps”.
  2. Organização e estrutura de marketing.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

KOTLER P. Administração de marketing. 10a ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2000.

KOTLER P.; KELLER K. L. Administração de marketing. 14a ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012.

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Saiba o que nos chamou atenção no tão aguardado evento da marca

Aconteceu hoje o Apple Special Event, evento anual que a marca realiza no mês de setembro para apresentar todas as suas novidades ao mercado, em especial, a atualização na linha do iPhone.

Além da grande expectativa criada, o evento desencadeia uma série de especulações e análises sobre a marca e o rumo de seus produtos, tanto no que diz respeito à tecnologia, quanto aos serviços relacionados, colocando-a em posição de destaque na mídia.

Afinal, a Apple sabe como fazer branding! Estabelecendo-se como a marca mais valiosa do mundo mesmo com seus resultados e participação de mercado ameaçados por grandes concorrentes como o sistema operacional Android do Google (segunda marca mais valiosa do mundo), a sul-coreana Samsung e, mais recentemente, a chinesa Huawei.

Tudo isso é o que acirra as discussões de Apple X Samsung, Android X IOS e Marca X Reais avanços tecnológicos, trazendo um gostinho todo especial para quem acompanha o mercado de tecnologia!

Mas vamos ao que realmente importa: o evento de hoje!

Acompanhamos sua transmissão direto do Steve Jobs Theater e reunimos o que achamos de mais interessante da performance de Tim Cook, CEO da Apple, e sua equipe.

Tim Cook apresentando o IPhone 11

Embora a tecnologia e sua evolução nos fascine, este não é o foco de nossa abordagem. Queremos mesmo é falar sobre branding e como a Apple reforça seu posicionamento por meio deste tipo de ação.

O Apple Special Event é um verdadeiro acontecimento, esperado por especialistas e consumidores aficionados pelo universo da Apple. Seu propósito é unificar os lançamentos da marca e marcar um “ponto de virada” em sua linha de produtos, tecnologias e diretrizes do mercado.

Tudo é pensado para reforçar a experiência superior que a Apple ostenta desde a época do icônico Steve Jobs. E a receita parece funcionar: crie expectativas em relação a seus próximos passos, chame atenção da mídia, reúna um grupo seleto de especialistas e early adopters para presenciar as apresentações, transmita para o mundo e, o mais importante: conte estórias que coloquem o usuário como fonte de inspiração e centro de todos os avanços implementados.

Foi o que saltou aos nossos olhos na apresentação de hoje.

Um dos destaques é o caminho que a marca segue em direção aos serviços de streaming com preços acessíveis e conteúdos próprios desenvolvidos por produtores de renome, com participação de artistas do momento e abordando temas plurais que atendam a todas as idades e gostos, atualizados mensalmente em sua plataforma.

Se a Apple revolucionou o mercado da música com o iTunes e o iPod, agora ela mira nos games e conteúdos on demand, fazendo parcerias com gigantes como a Capcom e estruturando uma plataforma de conteúdo para bater de frente com a Netflix, Amazon Prime e Disney +. Estamos falando respectivamente do Apple Arcade e Apple TV +, este último compartilhando o mesmo elemento que o serviço recém lançado da Disney.

Destaque para a abordagem do Apple Arcade e Apple TV +

A diferença está no fato da Apple, além de oferecer os serviços com foco em simplicidade e usabilidade facilitada, oferece também os gadgets necessários para que toda a experiência aconteça. Nesse sentido, a nova linha de iPhones apresenta, dentre outras coisas, uma qualidade de imagem superior e um sistema de som imersivo compatível com a tecnologia Dolby Atmos.

Outro aspecto que nos chamou atenção é o foco em impactar a maneira como os usuários realizam suas tarefas e exploram sua criatividade, unindo hardware e software que, juntos, potencializam a criatividade e a criação de imagens, edição de vídeos e maneira como se pode criar e compartilhar conteúdo no mundo digital.

A sétima geração do iPad ganha um nome próprio: iPad OS. Dentre as novidades destacam-se o Slide Over e Split View, que facilitam o uso de diversos apps de forma simultânea, além, é claro, de uma tela maior, com mais resolução; nova câmera e sensores atualizados.

Já o iPhone 11 e o iPhone 11 Pro traz por meio de suas potentes câmeras, a possibilidade de criar imagens e vídeos com uma qualidade nunca antes vista em dispositivos portáteis, trazendo ao alcance dos usuários toda a qualidade de grandes produções profissionais. Isso impacta o usuário comum, mas, principalmente, traz grandes oportunidades para pequenos empreendedores impulsionarem seus negócios.

Novos recursos do IPhone 11 Pro

O Apple Watch por sua vez reforçou sua importância para além das facilidades mais óbvias, explorando sua capacidade de auxiliar no acompanhamento da saúde do usuário, com destaque para saúde da mulher, acompanhamento cardíaco, de movimentos e também saúde auditiva.

Para fechar a apresentação o destaque foi para o Apple Retail, ou seja, a experiência de varejo da marca nas suas lojas, na qual reforçaram a importância dos colaboradores no atendimento aos consumidores e, principalmente, mostram um claro direcionamento para a customização.

Apple Watch Studio

 Nos moldes da Nike Concept Store, a Apple traz o Apple Watch Studio, experiência segundo a qual o usuário customiza o produto com o suporte da equipe e de diversos acessórios.

Também foi anunciada a reinauguração da loja da Quinta Avenida em Nova York, aquela com o cubo de vidro próxima ao Central Park, que acontece no dia 20 de setembro, mesmo dia no qual os novos produtos estarão disponíveis para venda. Imagine só o alvoroço que presenciaremos em Manhattan!

Prévia da Apple Store na Quinta Avenida

Gostou? Confira todas as novidades no site da Apple, atualizado logo após o evento, deixando o mundo todo a par das novidades sem delay!

Confira um vídeo com os melhores momentos do evento:

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Dando sequência à série de conteúdo sobre relações públicas, vamos abordar como o tema pode ser aproveitado pelos pequenos empreendedores potencializando sua comunicação com o mercado em que seus negócios atuam.

A assessoria de imprensa, ou relações públicas, pode contribuir de forma significativa na gestão de marcas no dia a dia de um pequeno negócio, contudo, o empreendedor deve se planejar para que sua abordagem não seja percebida como gasto, mas sim como um investimento que impulsiona a percepção do negócio nos momentos bons e também nos momentos de crise.

3. Quais os maiores desafios para o pequeno empreendedor na hora de buscar uma assessoria de imprensa?

4. Dicas para o empreendedor escolher um fornecedor de Relações Públicas?

No próximo vídeo abordaremos como as Relações Públicas coexistem com as redes sociais e como sua prática pode potencializar resultados no ambiente digital.

Lucas Lima: Cofundador é líder de projetos em branding na Midiaria.com. Comunicólogo de mercado pela Universidade Metodista de São Paulo, especialista em Comunicação Organizacional pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero e Master em Gestão de Marcas e Branding pela Business School São Paulo. Experiência nas áreas de Relações Públicas, Branding, Gestão da Imagem e Reputação.

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