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De acordo com a Criteo S.A. (NASDAQ: CRTO), plataforma de anúncios para a Internet aberta, o Dia das Mães de 2019 deve seguir tendências parecidas com o registrado em 2018. Na ocasião, as categorias mais impactadas foram Moda, Artigos para Casa e Grandes Varejistas que registraram, respectivamente, alta de 27%, 17% e 11% nas taxas de conversão, cerca de 14 dias antes do evento.

“Estamos próximos de uma das datas mais importantes para o varejo no primeiro semestre e uma boa estratégia será fundamental para aproveitar todo o seu potencial. Para essas duas semanas que antecedem é importante investir na otimização dos canais mobile, em ferramentas de produtos patrocinados, retargeting e anúncios paid display para impactar o cliente no momento certo, gerando conversão. Lembrando que o ideal é traçar estratégias omnichannel que acompanhem o consumidor por toda a jornada de compra. Outra dica importante é pensar naquele consumidor que vai acabar deixando para comprar o presente na última hora”, explica Alessander Firmino, diretor geral da Criteo para o Brasil e América Latina.

Tendências para as principais categorias

Este ano, a categoria Moda deve atingir o pico de vendas online na semana que antecede o Dia das Mães. Em 2018, as vendas aumentaram 23% nos quatro dias antes da data, em comparação com a média registrada em Abril. No fim de semana da comemoração, o tráfego e as vendas tiveram queda de mais de 25%.

Artigos para Casa deve registrar um grande impacto nesta edição, já que produtos desta categoria tendem a ficar entre os mais populares para presentear. No ano passado, as vendas online tiveram seu ápice nos quatro dias anteriores à celebração, com aumento de mais de 50% em comparação com a média de abril. Cinco dias antes do evento, o tráfego cresceu 21%.

Grandes Varejistas devem se preparar para picos de vendas antes e depois da data. Na última edição, houve aumento expressivo de vendas quatro dias antes, com crescimento de 22% se comparado à média de abril. Mas logo após o evento, as vendas aumentaram 46%, alcançando seu ápice.

Metodologia 

As tendências para o Dia das Mães foram identificadas pela Criteo por meio da análise das transações online de 82 dos principais anunciantes do Brasil. Foram analisadas mais de 8,3 milhões de vendas concluídas em desktops, smartphones e tablets.

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Confira algumas ações importantes para que o varejo tenha efetividade no período natalino!

Ainda que a Black Friday venha ganhando bastante espaço nos últimos anos, o Natal continua sendo uma das melhores épocas para os negócios do varejo. E motivos é que não faltam para melhorar os índices de vendas: 13º salário, espírito natalino, tradição de presentear em família, amigos e colegas. Tudo contribui para o aumento do consumo. E são os dias que antecedem a data os mais agitados e movimentados do comércio. Muitos clientes, por diversas razões, preferem a reta final para comprar os presentes, e se não houver preparo, várias vendas podem ser colocadas em risco.

Para Ádila Ribeiro Berretella, diretora da TOP PEOPLE (empresa especializada em trade marketing e recrutamento e seleção), a tradição dessa data e a grande relevância que tem para a maioria dos brasileiros levam ao crescimento do comércio no período. Mas, para ter um bom desempenho, é fundamental adotar boas práticas: “Apesar de estarmos vivendo uma época de instabilidade econômica, os períodos comemorativos ainda são boas oportunidades para que varejistas melhorem suas vendas”.

Pensando nisso, Ádila selecionou 5 dicas que podem contribuir com o sucesso nas vendas:

1. Público

Em primeiro lugar é preciso saber exatamente quem são os potenciais consumidores, seus desejos e necessidades, onde se encontram, qual seu poder aquisitivo e em quais mídias procuram informações. É importante incluir esses dados no plano de vendas, pois, ainda que o estabelecimento tenha uma boa estratégia, se a marca estiver conversando com o público errado, dificilmente cumprirá as metas;

2. Decoração

Além de embelezar a loja, a decoração de Natal precisa gerar um clima marcante, que transpareça os bons sentimentos que essa época promove, como alegria, receptividade e bem-estar. Aposte também em enfeites criativos, afinal estimulam a curiosidade das pessoas e podem atraí-las para dentro do estabelecimento;

3. Atendimento

É fundamental capacitar atendentes e funcionários para oferecerem atendimento personalizado. Compreender os desejos do consumidor e se empenhar para atender às solicitações são os melhores caminhos para efetivar uma venda;

4. Estoque

Ter um estoque estruturado é crucial para quem quer vender mais no Natal. Então, para não deixar clientes insatisfeitos nem perder as possibilidades de negócio, é preciso priorizar os itens que têm mais saída e garantir mais unidades. É importante também ter um canal de comunicação direto com fornecedores e parceiros para que possam cumprir as demandas nos prazos adequados;

5. Horário

Oferecer horário alternativo para o público na época de Natal é uma estratégia a se considerar. Pesquise quais são os horários mais convenientes para o consumidor. Um bom dia para abrir a loja é no domingo anterior.

“Evite contratempos. Para tanto, é importante revisar o funcionamento de equipamentos eletrônicos, máquinas de cartões, sistemas de gestão, leitores de códigos de barras, entre outros. Não se esqueça, também, de melhorar o layout da loja para favorecer a abordagem dos vendedores e o direcionamento para o caixa”, finaliza Ádila.

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BRANDING NA PRÁTICA

A rede Óticas Precisão é hoje uma cadeia com mais de 80 lojas localizada principalmente no interior do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Seguindo a decisão da rede de estabelecer novo posicionamento para a marca, a Design Novarejo foi a responsável pelo desenvolvimento de um novo projeto de branding que incluiu o redesign da identidade visual e a criação de um novo conceito ambiental e arquitetônico para as lojas.

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Marca já bem estabelecida nas cidades onde opera, o desafio do projeto era não perder aquilo que a marca tinha de recall, mas transmitir de forma clara novos valores que, com a evolução do negócio, passaram a ser importantes. Com um público cada vez mais conectado e bem informado, era fundamental que a marca se mostrasse contemporânea e focada nas melhores tecnologias e práticas do segmento ótico.

Aproveitando o laranja da identidade anterior, uma cor viva e marcante, a identidade recebeu um visual vibrante que se destaca e a diferencia da concorrência. O logo, um par de óculos estilizado que é também um símbolo de infinito, simboliza as infinitas possibilidade que temos ao enxergar bem. A identidade visual padronizou também toda paleta de cores, tipografia e criou novos moods fotográficos e de ilustração.

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No conceito das lojas, a experiência do usuário no ambiente foi melhorado. Um espaço de espera para clientes acompanhados com filhos ou amigos foi criado, garantindo que a estadia vá além da simples aquisição do produto. Mesas mais altas ajudam no atendimento em lojas compactas, uma característica das lojas da rede, facilitando a circulação e dando um tom próximo e informal ao atendimento. Pontos para recarga de celular, wi-fi, e alguns brinquedos reforçam e agregam valor emocional à experiência.

Os mobiliários desenvolvidos são modulares e de fabricação simplificada, garantindo uma linha de produção eficiente e com custo semelhante ao que a rede já gastava, porém, com vantagens produtivas e operacionais.

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Os espaços de comunicação seguem o mesmo padrão, simples e de fácil manuseio, utilizando mecanismos que permitem uma fácil troca de campanhas em espaços pré-definidos. A vitrine, por exemplo, recebeu um trabalho específico de visual merchandising – nichos com um bom volume de produtos expostos não perdem o viés promocional, a organização e a boa visibilidade.

A primeira loja com o novo padrão já foi inaugurada na cidade de Macaé, litoral do Rio de Janeiro, e a rede segue em expansão: mais duas lojas  com o novo conceito estão por vir, uma em Juiz de Fora (MG) e outra em Itaperuna (RJ), cidade que também é sede do Grupo Bukovski, detentor da marca.

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Enrique Fernandes:
Designer pós-graduado em marketing. Atuou nos mais variados segmentos do design e há mais de 10 anos trabalha no desenvolvimento de projetos de design e experiência de marcas focadas no varejo. Atualmente é gerente de projetos na Design Novarejo, empresa com mais de 25 anos de atuação no mercado de design especializado em espaços comerciais, onde desenvolve os mais variados projetos focados em experiência de marca.

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O portal “O Negócio do Varejo” é um ambiente de conhecimento, informação avançada e troca de experiências sobre o cenário de consumo varejista. Formado por profissionais altamente qualificados, produzem excelentes conteúdos e cases, democratizando o conhecimento. João Batista Ferreira, um dos colunista do site nos cedeu uma entrevista explicando a proposta do evento.

Diante desta filosofia de compartilhamento, o portal realizou seu primeiro evento em São Paulo, dia 08 de abril, no auditório da Anhembi Morumbi, Vila Olímpia, com o apoio da Business School São Paulo e destaque para o InfoBranding que desenvolveu toda a identidade visual por meio da Agência Mitrah de Vanessa Veiga, nossa cofundadora.

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O evento, denominado “O Negócio do Varejo Mudou“, buscou refletir sobre as mudanças que ocorreram na sociedade e no varejo, bem como apresentou tendências neste ambiente.

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A primeira palestra foi realizada por Ivan Correa, Diretor da Posiciona – Educação & Desenvolvimento, que explorou o tema: “Inteligência Competitiva e Big Data no Varejo”. Segundo Ivan, vivemos num ambiente incerto, no qual inteligência competitiva é um processo e tudo acontece ao mesmo tempo. Esse cenário é mais recente e passou a predominar depois dos anos 2000, pois antes disso as empresas evoluíram de um período no qual só se olhava para o ambiente interno (inteligência empresarial – antes dos anos 50) para um período no qual se começou a olhar para fora (inteligência de mercado – entre os anos 50 e 80) e depois para um período no qual se levava em consideração os dois ambientes (interno+externo). Nesse mesmo período os processos foram se sofisticando em paralelo, até o advento da internet (popularizada nos anos 200) que permitiu o “tudo ao mesmo tempo”.

Nesse sentido o Big Data, é um conceito que permite a gestão desse grande volume de dados, passando pela coleta, seleção e utilização com foco estratégico por parte das empresas. Isso permite uma maior compreensão do cliente, entendendo seus gostos e preferências, bem como seus padrões de consumo de forma a identificar tendências e propor soluções direcionadas.

Após apresentar o conceito de Big Data e relacioná-lo ao varejo evidenciando seus benefícios, Ivan ressalta que vivemos um “gap” de pessoal capacitado para lidar com o cenário. Há muita informação, no entanto as pessoas ainda não estão plenamente qualificadas para lidar com ela. É preciso mais inteligência na análise desses dados para que assim, de fato, eles possam ser utilizados de maneira mais estratégica.

Na entrevista abaixo, Ivan busca explicar como Big Data pode contribuir na lealdade do cliente.

Na segunda palestra, Dagoberto Hajjar, CEO da Advance Consulting,  fala das tecnologias no varejo. Para tanto, foram apresentados exemplos de novas tecnologias que estão cada vez mais conectadas ao cliente por meio de um banco de dados completo e atualizado (Big Data), o que  permiti oferecer produtos de sua preferência, fazendo-o repetir a compra e estimulando-o ao consumo de outros produtos, proporcionando novas experiências e entendendo que cada cliente é único.

Com a tecnologia e o Big Data tudo fica mais complexo e desafiador para quem trabalha no varejo, pois o cliente possui mais informações, é capaz de realizar pesquisas simultâneas e de negociar com o vendedor de maneira mais incisiva, já que ele saberá onde estão os melhores preços e vantagens. Com isso, é necessária uma adaptação por parte do vendedor, que precisa estar por dentro da tecnologia para utilizá-la também ao seu favor. Fica claro que o desafio mais uma vez é a capacitação de pessoas e mudanças culturais por parte dos varejistas, que precisam incorporar as tecnologias para alinhar-se ao novo momento no qual vivemos.

A tecnologia contribui muito para o desenvolvimento do mercado, no entanto será que ela pode ter seu ponto negativo? Dagoberto reflete sobre isso no vídeo abaixo.


Maurício Salvador, Presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico e CEO da ComSchool, foi responsável pela terceira palestra. Ele apresentou um panorama do comércio eletrônico e as razões que levam as pessoas a comprarem na internet: Comodidade, Sortimentos, Preço, Prazo, Segurança, Parcelamento e Conteúdo.

Foi evidenciado que a realidade precisa ser enfrentada por partes das empresas multicanais. Segundo Maurício, essas empresas precisam integrar melhor seus diferentes canais, levando a experiência de compra para o consumidor a níveis mais elevados e tirando  vantagem das tecnologias para incrementar seus resultados.

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O evento contou com muitos profissionais de diversas áreas, com graus diferentes de envolvimento com o varejo, como docentes, profissionais do varejo, profissionais diversos, estudantes e curiosos.

Após o primeiro ciclo de palestras aconteceu uma espécie de mesa redonda na qual foram levantados os principais pontos de cada uma das três palestras, sobre os quais elaborou-se uma discussão enriquecedora com a participação dos palestrantes, moderadores e de Fátima A. Bana, responsável pelo e-commerce da TAM viagens.

Nesse bate-papo foram evidenciados pontos como a relação da inovação (o famoso pensar fora da caixa) com a operação, o foco nas pessoas durante a gerência de diferentes canais, a importância do direcionamento de informações relevantes ao consumidor, o impacto das gigantes internacionais como a Amazon no e-commerce brasileiro e a importância da qualificação da mão de obra frente as tendências desse mercado.

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Uma personalidade muito conhecida na mídia e que possui uma relação estreita e duradoura com uma das maiores marcas de vestuário do Brasil, o Sebastian da C&A, marcou presença. Além de uma participação ativa no evento, com perguntas aos palestrantes, concedeu uma breve entrevista ao InfoBranding, contando de sua relação com a marca C&A e da associação da marca a sua imagem.


Retomando à sessão de palestras, Pedro Camargo, CEO da Educorp – Educação Corporativa, falou sobre a “Neurociência do Consumidor”, na qual foi feita uma reflexão sobre os comportamentos feminino e masculino no ambiente de compra, relacionando a ciências sociais com a biologia, afirmando que não se pode dissociar esses dois conceitos. Foram evidenciados pontos como a relação do racional e emocional na tomada de decisões de compra  e o fator cultural relacionado a bases biológicas de forma a influenciar o comportamento do shopper. Algo muito interessante sobre essa palestra foi o “herd behavior” seguindo o qual o consumidor precisa fazer parte de um grupo, pois ficar fora dele acarreta altos custos pessoais.

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A palestra seguinte foi com José Mello, Superintendente de Pesquisa e Inovação na Liberty Seguros do Brasil, que abordou o tema: “Empreendedorismo Feminino & Varejo”. Sua Palestra apresentou o cenário do empreendedorismo brasileiro, confirmando que as mulheres  são grandes empreendedoras, que buscam relevância no que fazem, atuam naquilo que conhecem e que são as grandes protagonistas das mudanças no varejo e no mundo. E, pensando de maneira estratégica as mulheres são mais fiéis em relação aos produtos e às marcas, devem levar em conta seus hábitos e comportamentos.

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Por fim, para deixar uma grande expectativa para o próximo evento, realizou-se em grande bate-papo com Lincoln Seragini, presidente da Seragini Brand Design.

Lincoln buscou refletir sobre as marcas humanas e o futuro, apresentando a essência do branding: evidenciar o real propósito das empresas. Para Seragini, o Branding busca em sua história o real propósito da empresa, construindo seu retrato falado na forma de uma marca repleta de significados.

Seragini fecha o encontro dizendo que o papel do branding não é somente identificar, mas também dar significado a marca, apresentando sua razão de ser, relacionando aos seus valores, respeitando o ser humano e tendo na sua essência a expressão do seu propósito. Antes de ir deixou em nossas mentes uma frase sobre a qual vale a pena refletirmos: “Fazer o bem é um bom negócio”.

Abaixo, Seragini, fala um pouco sobre a relação do branding e varejo, percorrendo também pelo papel do gestor de marcas.


O evento foi realmente gratificante e estimulante. Permitiu que seus pilares sejam atendidos e respeitados, onde o compartilhamento de conhecimentos foi realizado e que o olhar sobre esta área, essencial para o desenvolvimento da sociedade, desde os seus primórdios, fosse fortalecido.

Encerramos com um bate-papo sobre a importância do branding no varejo, quem explicou essa relação foi Ricardo Guinâncio, CEO/Founder do portal “O Negócio do Varejo”.

por Denise Cavalcanti, Gabriel Meneses, Kdú Munis e Márcia Auriani.

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