Como já dizia Charles Darwin, sobrevive aquele que melhor se adapta as mudanças.

Da Teoria da Evolução das Espécies para o mundo das marcas, sua icônica afirmação traz exemplos já conhecidos como Kodak e Blockbuster, que não foram capazes de inovar e se manter relevantes em um mercado em constante mudança.

No início desta semana, mais precisamente na segunda-feira, 23 de setembro, a Thomas Cook, tradicional empresa de turismo britânica com mais de 178 anos de atuação, entrou em falência e deixou mais de 600 mil clientes em apuros, dando início à maior operação de resgate de britânicos desde a Segunda Guerra Mundial. Confira aqui.

Além do insucesso nas negociações pelo resgate financeiro após uma sequência de resultados ruins (saiba mais), o que nos chama atenção no caso da Thomas Cook é sua dificuldade em inovar e se manter relevante no Século XXI, marcado pela digitalização e crescimento do poder e influência dos consumidores nas dinâmicas de mercado.

Seu modelo de negócios se tornou ultrapassado em uma realidade na qual o consumidor prefere serviços de reserva online como Airbnb e Booking. Suas lojas físicas e agentes especializados se revelaram relevantes para uma pequena parcela dos consumidores que, por seu perfil e representatividade, não foram capazes de sustentar as operações.

O digital há tempos já é realidade e dita as tendências para marcas e empresas mundo afora. Deixar esta realidade de lado simplesmente não é uma opção viável para as marcas, isso porque os consumidores, ou melhor, as pessoas, já aderiram às tecnologias e as incorporam no dia a dia sem nem perceber.

Negócios, marcas e seus gestores precisam estar atentos à evolução das tecnologias e, principalmente, como elas impactam o comportamento das pessoas para que, assim, possam se manter relevantes e oferecer serviços e produtos que de fato atendam às suas demandas.

Fontes: BBC, G1 e Neofeed

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